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SIPAT/ /07/2015 Anfiteatro do HC

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SIPAT/2015 – 29/07/2015 – Anfiteatro do HC

PERGUNTAS AOS PALESTRANTES

Tema da palestra: Trabalhadores Expostos a Riscos Biológicos: Insalubridade, Periculosidade e NR – 32

C.A. Rochadel – Engenheiro de Segurança do Trabalho – Sindicato de Saúde de Campinas e Região (Sinsaúde).

Norton Martarello – Engenheiro de Segurança do Trabalho, especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo (CESIT) e em Ergonomia (Unimep/UFMG) e mestre pela FCM da Unicamp.

Dilaine R. S. Schneider – Engenheira de Segurança do Trabalho da Divisão de Segurança do Trabalho (DSTr/DGRH/Unicamp).

1. Trabalhar em Manutenção preventiva e corretiva em agrupamento de ar condicionado tem direito a periculosidade?

Respostas:

C.A. Rochadel – Para definição do direito do adicional de periculosidade, para este ou outros exemploes, é necessário ter a descrição das atividades definidas e verificar o enquadramento na NR-16-anexo nº 04 da lei federal nº 6.514.

Norton Martarello – Se tiver contato com equipamento energizado e/ou passível de energização acidental de forma habitual e em proximidade com o equipamento elétrico energizado (teste, ensaio, verificar defeito, etc...) pode sim em especial na corretiva.

Dilaine R. S. Schneider – Há que se considerar que:

 Se o colaborador trabalha sob o regime jurídico estatutário, não há legislação no estado de São Paulo que regulamenta a avaliação da periculosidade e, portanto, a concessão do adicional de periculosidade não é cabível;  Se o colaborador trabalha sob o regime jurídico celetista deve ter a sua

exposição ao agente de risco e suas atividades avaliadas conforme

mencionado pela NR-16/Min. Trabalho e Emprego (e PORTARIA N.º 595 DE 07 DE MAIO DE 2015);

 A exposição eventual afasta o direito à percepção do adicional de periculosidade, conforme Súmula/TST.

Assim, visto que toda exposição deve ser analisada in loco a fim de ser avaliada quanto à periculosidade, não é possível qualquer afirmação quanto à atividade questionada.

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2. No caso de funcionários Estatutários:

Quem avalia o direito aos adicionais referentes aos graus mínimo, médio e máximo ou isenção (insalubridade e periculosidade)?

Que período?

E qual legislação que regulamenta este direito? Resposta:

Dilaine R. S. Schneider – A UNICAMP disponibiliza no site da DGRH formulário de “Solicitação de análise para fins de concessão de insalubridade e periculosidade”. O preenchimento deste formulário deve ser assinado pela chefia imediata do solicitante e enviado à DSTr via RH/Unidade. A DSTr procede com a avaliação das atividades e da exposição ocupacional, realizada pela Engenheira de Segurança do Trabalho do SESMT-DSTr/DGRH.

Para o colaborador celetista a legislação de análise e a metodologia são fornecidas pelo Min. Trabalho e Emprego, a saber, NR-15 e NR-16 – e seus anexos. Para o colaborador estatutário a insalubridade é avaliada mediante a legislação estadual Resolução SRT-37/1987, sendo que não há legislação estadual/SP para a avaliação da periculosidade.

3. O que a chefia deve fazer caso os seus profissionais, no exercício de suas funções não aceitam usar os EPIs recomendados pela NR – 32? Argumentando o desconforto sudorese, dificuldade de visualizar e outros.

Respostas:

C.A. Rochadel – todos os EPIs fornecidos pela empresa aos colaboradores( art 166 da CLT), devem ser treinados, registrados e com CA-certificados de Aprovação, emitida pelo M.T.E.(art 167 da CLT). e no caso do colaborador não utilizar por razão de desconforto, cabe ao SESMT reavaliar e buscar alternativas de EPIs.

Sempre seguindo as orientações da NR-06-EPI da lei federal nº 6.514.

Norton Martarello – Conscientizar do uso adequado, promover campanhas. Pesquisar equipamentos que não ‘incomodam’ ou até atrapalham, tentar resolver o problema na fonte.

Dilaine R. S. Schneider – Tanto o empregado quanto o empregador têm direitos e deveres. Relevante é que todos os envolvidos (chefia, colaborador, supervisão, SESMT, etc.) visualizem as causas do desconforto apontadas buscando solucionar o problema visando a segurança na execução das atividades e sanando as dificuldades.

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Devem ser tomadas providências quanto ao caso em questão, pois o uso do EPI pelo colaborador não é opcional, tendo em vista a legislação celetista, estadual, os Estatutos dos servidores da Unicamp e a legislação disponibilizada pela Procuradoria Geral da Universidade.

4. Quando o funcionário troca de regime CLT para Estatutário e recebia adicional de periculosidade, por que faz a “troca” para insalubridade, já que reconhece as atividades do funcionário?

Resposta:

Dilaine R. S. Schneider – Visto que o adicional de periculosidade ou de insalubridade não é um direito adquirido (Súmula/TST), quando há mudança de regime jurídico de trabalho (de CLT para estatutário) a Unidade onde labora o colaborador envia para a DSTr a solicitação de nova análise da exposição e das atividades ocupacionais a fim de averiguar se há alteração na concessão de adicional conforme a legislação cabível. Como não há legislação estadual/SP para a concessão de periculosidade, o adicional de insalubridade poderá ser concedido - se for devido.

5. Os agentes de portaria da FUNCAMP recebem o adicional de periculosidade, e os agentes da portaria do HC, funcionários CLT, não recebem este adicional. Se as funções são as mesmas por que existe essa diferença?

Respostas:

Norton Martarello – Só se for por pelo novo anexo da NR 16 que a FUNCAMP caracterizou e a Unicamp / CLT não por não entender a inclusão...???

>>>>>>>>>>>>>> Anexo 3 da NR 13

Portaria MTE 1.885/2013

ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPOSIÇÃO A ROUBOS OU OUTRAS ESPÉCIES DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE

SEGURANÇA PESSOAL OU PATRIMONIAL

1. As atividades ou operações que impliquem em exposição dos profissionais de segurança pessoal ou patrimonial a roubos ou outras espécies de violência física são consideradas perigosas.

2. São considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os trabalhadores que atendam a uma das seguintes condições:

a) empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança privada ou que integrem serviço orgânico de segurança privada, devidamente registradas e autorizadas pelo Ministério da Justiça, conforme lei 7102/1983 e suas alterações posteriores.

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b) empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de bens públicos,

contratados diretamente pela administração pública direta ou indireta.

3. As atividades ou operações que expõem os empregados a roubos ou outras espécies de violência física, desde que atendida uma das condições do item 2, são as constantes do quadro abaixo:

ATIVIDADES OU OPERAÇÕES DESCRIÇÃO

Vigilância patrimonial

Segurança patrimonial e/ou pessoal na preservação do patrimônio em estabelecimentos públicos ou privados e da incolumidade física de pessoas.

Segurança de eventos Segurança patrimonial e/ou pessoal em espaços públicos ou privados, de uso comum do povo.

Segurança nos transportes coletivos Segurança patrimonial e/ou pessoal nos transportes coletivos e em suas respectivas instalações.

Segurança ambiental e florestal Segurança patrimonial e/ou pessoal em áreas de conservação de fauna, flora natural e de reflorestamento.

Transporte de valores Segurança na execução do serviço de transporte de valores. Escolta armada Segurança no acompanhamento de qualquer tipo de carga ou de

valores.

Segurança pessoal Acompanhamento e proteção da integridade física de pessoa ou de grupos.

Supervisão/fiscalização Operacional

Supervisão e/ou fiscalização direta dos locais de trabalho para acompanhamento e orientação dos

vigilantes.

Telemonitoramento/ telecontrole Execução de controle e/ou monitoramento de locais, através de sistemas eletrônicos de segurança.

Serão descontados ou compensados do adicional outros da mesma natureza eventualmente já concedidos ao vigilante por meio de acordo coletivo, nos termos do § 3º do art. 193 da CLT. Os efeitos pecuniários decorrentes do trabalho em condições de periculosidade serão devidos a contar da data da publicação da Portaria MTE 1.885/2013, nos termos do art. 196 da CLT. Dilaine R. S. Schneider – A avaliação ocupacional depende de averiguação da execução das atividades dos colaboradores individualmente e, também, da legislação cabível; visto a UNICAMP ser uma administração pública, deve fazer apenas o que a lei lhe autoriza (Princípio da Legalidade – art. 37 da Constituição Federal), não concedendo o adicional independente desta.

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6. Se existe uma legislação que contemple o trabalhador CLT no quesito periculosidade, acredito que seja por necessidade. Por que a UNICAMP não ingressa judicialmente CLE ao mesmo beneficio? Há algum

movimento esse sentido por parte da

Universidade? Resposta:

Dilaine R. S. Schneider – Independente do regime jurídico de trabalho ou da possibilidade de concessão de adicional de periculosidade, a UNICAMP avalia os seus colaboradores quanto aos riscos ocupacionais, oferece medidas de controle dos riscos, disponibiliza equipamentos de proteção, treinamentos, etc.

Atualmente não há legislação estadual/SP para a concessão de periculosidade para estatutários; cabe ressaltar que a UNICAMP, por ser uma administração pública, lhe cabe fazer apenas o que a lei lhe autoriza também neste caso.

7. O Técnico de Necropsia da UNICAMP recebe 40% de insalubridade, enquanto o Técnico da FUNCAMP recebe 20%. Por que existe essa diferença sendo que as atividades são as mesmas?

Respostas:

Norton Martarello – Os % estão previstos na CLT conforme este anexo, pode se ter tido diferenças quanto ao critério usado (o perito e técnico usou diferenças no seu entendimento para avaliar, verificar e enfim... classificar).

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 14 (Aprovado pela Portaria SSST n.º 12, de 12 de novembro de 1979)

AGENTES BIOLÓGICOS

Relação das atividades que envolvem agentes biológicos, cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação qualitativa.

INSALUBRIDADE DE GRAU MÁXIMO

Trabalho ou operações, em contato permanente com:

- pacientes em isolamento por doenças infecto-contagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente esterilizados;

- carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pêlos e dejeções de animais portadores de doenças infectocontagiosas (carbunculose, brucelose, tuberculose);

- esgotos (galerias e tanques); e

- lixo urbano (coleta e industrialização). INSALUBRIDADE DE GRAU MÉDIO

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os

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pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados);

- hospitais, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados ao atendimento e tratamento de animais (aplica-se apenas ao pessoal que tenha contato com tais animais);

- contato em laboratórios, com animais destinados ao preparo de soro, vacinas e outros produtos;

- laboratórios de análise clínica e histopatologia (aplica-se tão-só ao pessoal técnico);

- gabinetes de autópsias, de anatomia e histoanatomopatologia (aplica-se somente ao pessoal técnico);

- cemitérios (exumação de corpos);

- estábulos e cavalariças; e - resíduos de animais deteriorados.

Dilaine R. S. Schneider – A avaliação ocupacional depende de averiguação da execução das atividades dos colaboradores individualmente. Um dos motivos para a aparente discrepância pode ser a diferença nos regimes jurídicos de trabalho (CLT ou estatutário), cujas legislações aplicáveis concedem o adicional com base de cálculo diferentes entre si.

8. Quais as regras para aposentadoria especial?(Estatutário/CLT). O SESMT UNICAMP emite algum parecer para aposentadoria especial? Respostas:

Norton Martarello – Os trabalhadores regidos pela CLT têm seus critérios previstos na Instrução Normativa do INSS (que muda a quase que toda hora inclusive)...Mas a base é essa...

IN INSS?PRES N° 77 de 21 de janeiro de 2015. Capítulo V - Benefícios e Serviços

Dilaine R. S. Schneider – No site http://www.dgrh.unicamp.br/produtos-e-servicos você pode encontrar informação sobre Aposentadorias/CLT, Aposentadoria comum/ESU e sobre Aposentadoria especial/ESU: http://www.dgrh.unicamp.br/produtos-e-servicos/aposentadoria-especial. A Instrução Normativa DGRH nº 004/2014 estabelece orientações e procedimentos para fins de concessão de aposentadoria especial aos servidores estatutários, e menciona no seu “Artigo 3º - Para a caracterização e a comprovação do enquadramento do tempo de atividade exercida sob condições especiais no exercício de atribuições com efetiva exposição a agentes nocivos prejudiciais à saúde ou à integridade física na Unicamp, a análise dos documentos a que se refere o §3º do artigo 2º será de responsabilidade do profissional autorizado e legalmente habilitado, engenheiro de segurança do trabalho da Diretoria Geral de Recursos Humanos da Universidade, mediante a adoção dos seguintes procedimentos”...

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Veja o site: http://www.dgrh.unicamp.br/documentos/instrucoes-

normativas/instrucoes-normativas-dgrh-2014/instrucao-normativa-dgrh-no-004-2014.

9. Qual a melhor definição para permanente? E adicionalmente questionar sobre a questão perigo em função do tempo de exposição, afinal um acidente pode acontecer em questão de segundos.

Respostas:

C.A. Rochadel – É necessário entender a definição sobre exposição aos riscos ambientais e exposição aos riscos de acidentes:

A maioria dos riscos ambientais está baseada em limite de tolerância de forma quantitativa e outros riscos ambientais, como risco biológico, está referenciado na avaliação qualitativa.

Definição legal, acidente de trabalho “é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária.

9.1-Não basta haver um ambiente insalubre para que o trabalhador faça jus, por exemplo, ao adicional de insalubridade. Caso haja algum equipamento de proteção individual que seja capaz de neutralizar a insalubridade vinda desse ambiente, o adicional de insalubridade não deverá ser pago ao empregado, como citado no Art. 191, inciso II, da CLT:

9.2-O adicional de insalubridade não gera direito adquirido. Ou seja, um empregado poderá perder o adicional de insalubridade, caso a empresa torne o ambiente salubre, por exemplo, com a compra de novos equipamentos ou aplique o EPI correto.

9.3- Agente biológico: um profissional de saúde pode conviver com vários doentes, sem nunca ter sido infectado por nenhuma doença. No entanto, pela natureza microscópica dos agentes, não há como neutralizar 100% dos agentes mediante uso de EPIs. Exemplificando: por melhores que sejam as máscaras, nunca eliminaremos o ar como um meio de propagação potencial de doenças dentro dos serviços de saúde. Outro exemplo: qual seria o EPI aplicável ao ambiente hospitalar, e que ofereça completa proteção aos acidentes com perfurocortantes? Também não dispomos dele ainda.

Trabalho permanente”: laborar, durante toda a jornada, em determinado ambiente laboral.

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Norton Martarello – Na minha prática pessoal tenho que:

Permanente = Habitual e de certa forma contínuo... Ou mesmo intermitente... Mas não eventual...Esporádico.

Concordo contigo que no fator de risco/perigo temos que mesmo em “UM ÁTIMO DE TEMPO PODE SER FATAL...” e de certa forma cada anexo específico verifica alguns destes aspectos, (alguns mais outros menos).

Tais anexos que caracterizam estas Atividades e Operações Perigosas, ou seja “periculosidade” na CLT. Lembrando sempre que se pode em convenção coletiva ou estatuto ter diferenças e/ou outros ‘ganhos’... Como com:

 Combustível / Inflamável,  Eletricidade,

 Radiação ionizante,  Explosivos,

 Moto-clicista,

 Bombeiro civil e ainda,

 Exposição a Roubos ou Outras Espécies de Violência Física nas Atividades Profissionais de Segurança Pessoal ou

Patrimonial.

Ás vezes (e muitas vezes)... O trabalho é extremamente perigoso (como o trabalho em altura, por exemplo), mas não periculoso nos termos tecno-legais...

Lembra-se que falei, na minha discussão, de que “... A LUTA FAZ A LEI...”. Muitas vezes a lei não é assim tão favorável aos trabalhadores não !!!!!

Dilaine R. S. Schneider – A definição de contato “permanente” depende da legislação considerada. Dentre outros, temos que para o Min. Previdência Social: até 18/11/2003 havia uma definição e após esta data, outra, sendo que a permanência aqui respeito à necessidade, para caracterização de condições especiais, de que o trabalho exposto aos agentes nocivos ocorra de modo permanente, não ocasional nem intermitente, indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço; para o Min.

Trabalho e Emprego: Contato permanente com pacientes, animais ou material infectocontagiante é o trabalho resultante da prestação de serviço contínuo e obrigatório, decorrente de exigência firmada no próprio contrato de trabalho, com exposição permanente aos agentes insalubres; a portaria N.º 3.311/1989 traz ainda outras definições. Devem ainda ser considerados outros aspectos para a avaliação ocupacional, como a quantificação do agente de risco, as medidas de controle do risco, etc.

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Meire Celeste Cardoso Del Monte – Enfermeira do Programa de Risco Biológico do CECOM.

1. Existe um atendimento preventivo para pessoas que realizam atividades culturais periódicas na Enfermaria da Pediatria do HC?

Resposta:

Nós só trabalhamos com a comunidade da UNICAMP. Fazemos várias atividades de caráter preventivo, mas focado nos dados que temos e para aqueles que são alvo destes acidentes.

Referências

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