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Arq. Bras. Oftalmol. vol.66 número1

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Academic year: 2018

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Arq Bras Oftalmol 2003;66:5-6 Como já vem se tornando tradicional, ao se abrir mais um

volume de nova coletânea de títulos com que registramos o avanço e a consolidação da ciência oftalmológica, o primeiro editorial de cada ano de nossa revista rende homenagens e agradecimentos aos seus colaboradores “ad hoc”.

Quem são essas pessoas? Boa parte é gente jovem, mas que, não obstante, tem se feito distinguir pelo tipo de trabalho realizado, tornando-se qualificada para opinar sobre apresen-tações de assuntos que bem conhecem. Jovens, mas já respei-táveis autoridades.

São, também, generosas na disponibilização de seus tem-pos. Aliás, não só elas, mas também nossos Conselheiros Editoriais, propriamente assim entitulados, oferecem análises cujas extensões e substâncias denotam exames minuciosos, dedicados, verdadeiras aulas de como se pode aprimorar o texto e a estrutura do trabalho. Isso exige sacrifício de outras tarefas, ou de parcelas de descanso, ou lazer.

Aliás, aí se identifica o primeiro propósito desse trabalho de bastidores: selecionar matérias, separando as aproveitá-veis daquelas cuja publicação não se justifica (quer por ser o conteúdo de interesse alheio ou distante do da Oftalmologia, quer por ser deficientemente composto, quer por traduzir uma contribuição perfunctória). Os leitores, assim, são providos de informações mais úteis, originais, construtivas, enquanto os autores não atendidos com a publicação de seus artigos são preservados da exposição de suas inadequações.

A segunda finalidade desse exame crítico dos artigos, solici-tado a nossos analistas editoriais é, ainda, o de ajudar os autores no aprimoramento de seus escritos, orientando-os para correções de toda ordem: estruturas desequilibradas (desen-volvimentos longos e desinteressantes de partes, ou superfi-ciais e sucintos de outras), conteúdos e formas impróprios, incoerências e contradições, ilogicidades e inconsistências, enfim toda uma enorme quantidade de condições redatoriais, cujas normas nem sempre são obedecidas.

Aprende-se a redigir trabalhos científicos: isso não é es-pontâneo; aprende-se, igualmente, a lê-los com visão crítica; aprende-se, finalmente, a aceitar e acolher sugestões formula-das, para a modificação de trabalho enviado a uma revista. Cursos de pós-graduação, leituras de manuais de redação e estilo, aulas sobre estruturação e normas de preparação de artigos científicos além da própria participação como autores e

EDITORIAL

EDITORIAL

2002: consolidação do compromisso científico dos

Arquivos Brasileiros de Oftalmologia e

merecidas reverências

Harley E. A. Bicas, Cristina Muccioli, Mauro Goldchmit, Mauro S. Q. Campos, Samir J. Bechara, Vital Paulino Costa

revisores constroem, lenta mas inequivocamente, uma nova classe de gente que faz ciência em nosso país.

Ainda há erros, sem dúvida (e provavelmente sempre ocor-rerão, dada a falibilidade humana). Ainda há análises superfi-ciais, ou sem engenho construtivo, que pouco contribuem para com os autores e leitores. Ainda há pessoas que se sentem ofendidas ao receber críticas, como se elas não fossem para ajudá-las, ou como se não contivessem opiniões impar-ciais. É verdade que também, ainda, existem críticas indevidas; ou devidas, mas ácidas e erosivas. Mas já estamos chegando, como “emergentes”, ao nível de conhecimento e compreensão dos povos mais desenvolvidos.

E por enquanto, como parte da tradição, nossos sinceros cumprimentos, agradecimentos e reverências, a nossos Con-selheiros Editoriais, a que se somam:

Abelardo S. Couto Jr.

Acácio Alves de Souza Lima Filho Acácio Muralha Neto

Adamo Lui Neto Alexandre Chater Taleb Alfredo Tranjan Neto Ana Maria Marcondes André Luís Borba da Silva André Marcelo V. Gomes Andréa Araújo Zin Augusto Paranhos Júnior Breno Barth

Canrobert Oliveira

Carlos Eduardo Leite Arieta Carmo Mandia Jr.

César Lipener Christiane Rolim

Cláudio Alberto M. Silveira Consuelo Bueno D. Adan Daniel Segulen

Denise de Vuono Chinzon Denise Fornazari de Oliveira Edméa Rita Temporini Edna Sbrissa

Edson Mori

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Arq Bras Oftalmol 2003;66:5-6

6 2002: consolidação do compromisso científico dos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia e merecidas reverências

Eduardo Melani Rocha Eduardo Minelli Eduardo Sone Soriano Élcio Hideo Sato Eliana A. Forno Velasco Eurípedes da Mota Moura Flávio Jaime da Rocha

Francisco Eduardo Lemos Lima Francisco Valter da Justa Freitas Frederico V. S. Pena

Ítalo Mundialino Marcon Jair Giampani Jr.

João Alberto Holanda de Freitas João Amaro Ferrari Silva João Antônio Prata Jr. John Helal Jr.

José Augusto Cardillo

José Paulo Cabral Vasconcellos José Wilson Cursino

Joyce Hisae Yamamoto Juliana Maria F. Sallum Keila Miriam M. Carvalho Laurentino Biccas Neto Lucia Melega Re Luiz Alberto S. Melo Jr. Magno Antonio Ferreira Marcelo Luis Ochiutto Márcia Beatriz Tartarella Marco Aurélio Lana Peixoto Marcos Wilson Sampaio Maria Aparecida Onuki

Maria Auxiliadora M. F. Sibinelli Maria Cristina Martins

Maria Cristina N. Dantas Maria do Carmo Pinheiro Maria Teresa Bonanomi Maria Kiyoko Oyamada

Marilisa Nano Costa Marta Beatriz F. Sartori Martha Maria M. Chojniak Mauro Nishi

Mauro Waiswol Milton Seiyu Yogi Mirian Skaf Moacyr P. Rigueiro Nilo Holzchuh Niro Kasahara Norma Allemann Paiva Gonçalves Neto Paulo André Polisuk Paulo Gilberto Jorge Fadel Paulo Góis Manso

Paulo Henrique A. de Morales Renato Giovedi Filho

Ricardo Belfort Ricardo Lewinsky

Roberto Freire Santiago Malta Roberto Lauande Pimentel Rosa Maria Graziano Rosana Nogueira P. Cunha Rosane da Cruz Ferreira Ruth M. Santo

Seiji Hayashi

Simone H. von Faber Bison Solange Rios Salomão Teruo Aihara

Tomás F. Scalamandré Mendonça Vera Lúcia D. Monte Mascaro Virgílio Centurion

Walter Takahashi Walton Nosé

Referências

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