12
Cap 5
Emparelhamento
ao Resumo
da aula 1 ( ppi
ah)
estabulo material das aulas
2. e3
28ezolabil
•
exercícios
com dicas nofim ssolabril
•Introdu¸c˜ao `a Teoria dos Grafos (MAC0320) – IME-USP – Depto CC – 1o. semestre 2020 – Profa. Yoshiko W.
Cap´ıtulo 5 — Emparelhamentos
1 Introdu¸c˜ ao
Todos os grafos tratados neste cap´ıtulo s˜ao simples (ou seja, sem la¸cos e sem arestas m´ultiplas). Um emparelhamento num grafo ´e um conjunto de arestas duas a duas n˜ao-adjacentes. Em outras palavras, um emparelhamento ´e um conjunto E de arestas tal que todo v´ertice do grafo ´e extremo de no m´aximo um elemento de E.
• Seja G um grafo e X ✓ V(G). Dizemos que um emparelhamento E cobre (ou satura) X se em cada v´ertice de X incide uma aresta de E. Neste caso, tamb´em dizemos que X ´e coberto (ou saturado) por E. Se X = {v} ent˜ao dizemos simplesmente que E cobre (ou satura) v.
• Um emparelhamento num grafo G ´e perfeito se cobre V(G).
• Se uma aresta uv pertence a um emparelhamento E ent˜ao dizemos que u e v s˜ao (ou est˜ao) emparelhados por E.
• Se um v´ertice v n˜ao ´e coberto por um emparelhamento E ent˜ao dizemos que v ´e livre em rela¸c˜ao a E, ou simplesmente, v ´e livre (se E estiver claro pelo contexto).
1
¥
.( matriz , EÉÍÉÍÀ
As:
-
-
-
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- -
§
-wan
⇐ ãánog Tem EIFÍ emo Fafá
.PROBLEMAS DE INTERESSE:
1. Encontrar um emparelhamento m´aximo em um grafo. [Existe algoritmo eficiente?]
2. Dado um grafo e um emparelhamento E, que n˜ao ´e m´aximo, ser´a que existe algum jeito f´acil de convencer algu´em de que E n˜ao ´e m´aximo?
3. Dado um grafo (X, Y )-bipartido, ´e f´acil decidir se existe um emparelhamento que cobre X? E se n˜ao existe, tem um certificado simples para comprovar isso?
4. ´E mais f´acil encontrar um emparelhamento m´aximo um grafo bipartido do que num grafo arbitr´ario?
5. Quando o grafo ´e bipartido existe algum outro parˆametro do grafo relacionado com a cardinalidade de um emparelhamento m´aximo?
6. Suponha que um grafo G n˜ao tenha um emparelhamento perfeito. Existe um certificado que nos conven¸ca disso?
7. Existem problemas interessantes cujas solu¸c˜oes (exatas ou aproximadas) dependem de solu¸c˜oes para problemas de emparelhamentos?
Ap´os estudar este cap´ıtulo, esperamos que vocˆe saiba as respostas a essas perguntas.
2
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Ente
- Aulas cabla-) D
-
⑨
Ex : • Problohinêsdo carteiro
-
• TSP métrico
2 Emparelhamentos M´ aximos
Emparelhamento maximal ⇥ Emparelhamento m´aximo
Um emparelhamento E num grafo ´e maximal se n˜ao existe nesse grafo um empa- relhamento E0 que cont´em E propriamente. Um emparelhamento E num grafo G ´e m´aximo se n˜ao existe em G nenhum emparelhamento de cardinalidade maior que |E|. OBS: Note que nem todo emparelhamento maximal ´e m´aximo. Claramente, todo emparelhamento m´aximo ´e maximal.
Defini¸c˜ao. Seja E um emparelhamento num grafo G. Um caminho E-alternante em G ´e um caminho cujas arestas est˜ao alternadamente em E e em A(G)\E. Um tal caminho com ambos os extremos livres (em E) ´e chamado um caminho aumentador (augmenting path).
B Caracteriza¸c˜ao de emparelhamentos m´aximos
Teorema 5.1. (Berge, 1957)
Seja G um grafo e E um emparelhamento em G. Temos que E ´e um emparelhamento m´aximo se e s´o se G n˜ao tem nenhum caminho E-alternante com ambos os extremos livres.
3
maximal maximal
¥7 ¥13 emáxina
à & Faça-me
⇐
E Eia
3 Emparelhamentos em grafos bipartidos
Todos os resultados abaixo ser˜ao provados em aula. Algumas vezes, ser˜ao discutidas duas ou mais provas distintas. (Desej´avel: conhecer pelo menos 2 provas distintas do Teorema de Hall.)
Os dois teoremas desta se¸c˜ao s˜ao centrais na teoria de emparelhamentos em grafos.
Teorema 5.2. (Hall, 1935)
Seja G um grafo (X, Y )-bipartido. Ent˜ao
G tem um emparelhamento que cobre X se e s´o se |Adj(S)| |S| para todo S ✓ X.
Prova 1. Usando caminhos alternantes. (Vista na aula anterior.)
Prova 2. Por indu¸c˜ao em |X|. (Exerc´ıcio para casa (com dica na aula).) Prova 3. Usando o Teorema min-max de K¨onig . (Veremos adiante.)
4
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Condição HO
ai
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. ←vai
←
ço
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NÉ
:óbvio ÂIGI
•
Suficiência ( vimos
e veremosmais provas )
Corol´ario 5.3.
Seja G um grafo (X, Y )-bipartido. Se |Adj(S)| |S| k para todo S ✓ X e algum inteiro fixo k, ent˜ao G tem um emparelhamento de cardinalidade |X| k.
Prova .
5
amar P
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ai
• ①
€
y O/ Adjls
)17µL
q, éo
grafo
obtido deG acrescentando-se-
A novos vértices
, todos adjac. ãrvêrt. deX.
Ou
seja
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x, YUY')
onde IYY =L e{ AGD
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)
-bingo
esatisfaz amá
c-Pelo Teo. Hall, §' tem um
empor
.E- que IX.
Então
Enafaçf
é um empor. euG de cardinali . DagCorol´ario 5.4.
Todo grafo bipartido k-regular com k 1 tem um emparelhamento perfeito.
Prova .
6
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G umgrafo
Cxid-bipartida
, E-regular
, 1=1 .*
claramente
,
lx.
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VamosDefato
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, eportanto IXHYI
provar
que Gsatisfg
acondição ⑦
do Teo . Hall .Seja
SEX . Considere A, ={
ae A-(a)
: a incide em§ }
e- *E#
(
Az = { ae AG)
: a incide emAdj )
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,pista FADIGA
E) Adjcssl
. .-
.
Pelo
Teo. de Hall, q tem um empar. que cobre X. ComoIXKIYI
,
tal empa
. éperfeito
. DCorol´ario 5.5.
Todo grafo bipartido k-regular com k 2 tem k emparelhamentos perfeitos dois a dois disjuntos.
Prova . (Exerc´ıcio)
Defini¸c˜ao: Seja k um inteiro positivo. Um subgrafo gerador k-regular de um grafo G ´e chamado k-fator de G. Assim, um 1-fator de G ´e simplesmente um subgrafo gerado pelas arestas de um emparelhamento perfeito de G; um 2-fator ´e um subgrafo gerador de G que ´e uma uni˜ao de circuitos disjuntos nos v´ertices.
Corol´ario 5.6.
Todo grafo bipartido k-regular, k 1 tem pelo menos k2 2-fatores distintos.
7
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É
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taxa
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emqhé1)
zfatmesMaterial Extra (curiosidade) - s´o esta p´agina
O seguinte resultado, para grafos arbitr´arios, ´e considerado um dos primeiros resultados na teoria dos grafos.
Teorema do 2-fator (Petersen, 1891): Se G ´e grafo 2k-regular, k 1, ent˜ao o conjunto das arestas de G pode ser particionado em k 2-fatores arestas-disjuntos.
(Tamb´em dizemos simplesmente que G admite uma decomposi¸c˜ao em k 2-fatores.)
(Ideia da prova: grafo euleriano + “splitting” de v´ertices.)
8
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G
"HEI :* .si?ciiiiiaii%Ea...e.a )
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Seja H
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Identificando
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em H a um vértice x,obtemos
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§T§
ografo
q . Além disso, cadaemparelhado
a Í ± ⇐ xse.m.a-x-E-i-I.EE
.Portanto
, q tem la a-fatores
arestas-disjuntos
. gaEmparelhamentos e Coberturas – um resultado min-max
Defini¸c˜ao: Uma cobertura de um grafo G ´e um conjunto K ✓ V (G) tal que toda aresta de G tem pelo menos um dos extremos em K. (Mais precisamente, K ´e uma cobertura das arestas de G por v´ertices.)
Ex:
Rela¸c˜ao entre emparelhamentos e coberturas em um grafo.
10
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ttcobatk e
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12
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Ü problema dificil cnzz.io )
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⑧ tazieff ! ÷←
Nota reinação
→ •
Emp (G)
=cordialidade
de umempa-r.mx
. emÇ
n> •
cob (G)
= a a umaÉ
emG
.-
Vimos que empcajaaose-II-%EF.ro#* REI
M,⑨
Teorema 5.6. (K¨onig, 1931) – Teorema min-max
Seja G um grafo (X, Y )-bipartido. Ent˜ao a cardinalidade de um emparelhamento m´aximo em G ´e igual `a cardinalidade de uma cobertura m´ınima.
Prova .
11
*
← tI%
$
-Ç%¥ ⇐ ÷üí¥
É imediato
que Emp (9)
E cob(G)
.✓
Vamos mostrar que
empoeirado
•Seja
G umgrafo
Cx,7)
-bipartida
ePrf uma cobertura mínima de G .
--
•
④
12
×"
kk
= X' UY ' , XEX ,YI
7e- *!
Defina
osconjuntos
"
fiffiff
|II *
X" = XIX*
' . eY
Y"f
Y"⇐= YnkYIY ' .eSeja IHA G [ XA
UY "] subg.de G induzido por XÚY
" .claramente
,H
é( ximbica
.✓ anoja H tem
umempar
.que
cobre X' .Para
isso, "
[email protected]
•
④
13
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i .÷ .viii. ÷
.
tao Izlsl ir
ÀÉ¥agµ ⇐ seja .ie#IuaaiPO
Claramente
,
E
é umacoberto
. deG.Como K é uma coberto. mínima,
então
IKIEIÊI
.Logo
,IKK Idas ) uadj # f- IKI
-tstttadj I
.- LA
Portanto
,
/ Adjçs ) / ZISI
.Pelo
Teo. deHall
, Htem
umemparelhamento
,digamos
E ,que
cobre X' . •⑤
13
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SO seja
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=Glx
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..que Â
tem umempaç
Adjçs ) digamos Esqueci-me
.
Então EUF é um
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. emG
×'
tal que
IEUFI -1kt
.E
}§É§ } } {
FNeste
máximocaso,emEUFG
.é umPortanto empar
, .empjE.IO
12
. A
hipótese
Gbipartida
éçssçnççl
.!
Quando G
não
, aigualdade Emp (9)
=cabes )
pode
não ocorrer.Ex
:G ⇐ Cn
,
n
impor ( circuito ímpar )
¥ :# ÷ :* : I :* :* .ie
.+
qdan impor
m m m
HAILEY ÉIÍÉÉ ! gçamçãeimneinamax pode
serprovada
usando•}
⑦
12
provas
← do Teorema de Hall ( via Teorema deKónig )
|
Vamosprovar
que se G é Cx,Y)-bipartida
ea
IADJEDIZISI
a SEX , então G tem umempor
. que cobre X.à
- .Sejam
É umempar
. máximo em G e *|
K* uma cobertura mínima .✓
L . K .Pelo Teorema de
Kónig
,¥1
=IK
*/
.*±
•
Suponha que
# não cobre X .¥
seja FaIa
e #Ü "
- ←
Logo
,IADJGJIEIK
*NYI
= I -llánxl
←-a-
q
=FÉI
- I #nxl
|
= f-*
1-4×1
- ISI)
É= IÉI - 1×1+151
LISI
.F-
aeNeste caso
, S viola a
hipótese
, o que é umacontradição
. Portanto,C-* cobre X . MEG
•
⑧
12
Prooakdoteo.de#aHCviaTeomin-maxdeKonig?%fes/
→?
Seja á
. eK*ü¥£
Pelo Teorema de
Kónig
,IÉLIKI
. . ×Y"*** ÉÊ*É
Então cada
vértice
de K é extremo deexata
uma nayn#aresta
de É . Emparticular
, cadavértice
deKtnx
é
extremo
de umaaresta
de É, ie
,
É
cobreKTIX
(e # cobre YNK
)
. mmm• Queremos
provar que
E-*cobre X. Para isso,rççtç provar
queÉ
cobreHÁ
- - - - - - - - - - - -
-
• *,
páre
1×11421 {
AEÉ: a incide em Yn# /
=IYNKY
?ftdjcxkfzfxuál
.mm
soo mm
*µ
Logo
,IXI KM
=Mae
# : a incide em Ynkt} (
=k$1
.←É*
Como toda aresta deet
que
incide em YRK* tem o outroextremo em Xlkt
, C-* cohe YRK' e
px.lk/tl--lYnK*t
,JAH segue que C-* cobre aki . D .
12
TEOREMADEHALLG935jcversacooriginadef.se/a 7- {
se, . . ., Sn)
umafamília
desubconjuntos
(não necessario distintos
)
de umconjunto finito
S .Um
conjunto
de n elementos{
ss , esa, . . .> sn}
échamado um
siSTEMADER-EPRESENAMESD.SN
OSLEI D)
ou uma TRANSVERSAL- de
7
se sieSi pl
i=p.--M,meu
e
sitsj quando itj
.mm-
S=
fqb
, çd , e , f) g, h
}
Sr =
{
qb,c)
⇐
!
se { eie ,tá }
⇐
b:
→
④
12
a. b. C Ççf, g b, dah g.E
④ ④ ④ ④
A ## )
② ④ ② ④ @ ⑦ ⑥ ②
Teorema H (teorema de Hall na sua versão original
)
--
não necessario
Uma família { Sr, sa, .- → Sn) de subconjuntos finitos de
distintos
tem um SAID se e só se
um JE S .
Ijezsjl ZIJI v-JEH.am )
.•
Exercício
: Prove que o Teorema H éequivalente
ao
T.EE#fE?CFormutaqaoprooadaporKomgeEgero-ar )
•
•12
Algoritmo para encontrar um emparelhamento m´aximo num grafo bipartido
14
DE Paroquiais
S
%. z Ok
-
iiha
|
§'
. .
a. .
↳
O
- cons nantescomparar
÷ .
←iiiiií
.12
expeça
empor.
inicial
1-
Aplicar
oalgoritmo
§
nestegrafo
Gwww.ummum q
matei
.-•
12
12
weather.xistenciadeumempar.perf.at
TEOREMÇEIIO
* Aµ
#
amj.EE
Seja
G umgrafo @
nexo)
.G tem um
empar
.perfeito # cicas )
eISI
tt SEVCG)
⇐
Em
*
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. . . .
.
compor
- ÷
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^ i.IO#Ei.E7:::i :*
*raio
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dadisciplina :*
. .iii. iii.
- - - - _co É]ã6
z. rÉÍÉÉÍ
.É ±÷÷÷÷÷
(neste exemplo )12
reemita
Dicassobrahista6-mmm.ae Exercícios
÷Corrigir
o enunciadoacrescentando
ashipóteses tem
vermelho)
:Sejam
e EFemparelhamento disjuntos €1
|
taisque IEI
>IF !
- - - - - ←←ao
exercício
:(
Dica :inspirar
- se naprova
doaol.ms?4 )
Qual ?
•
Exercícios
:(
resolver viaempar
. numgrotfo
, opior
.)
de
aumentar apenas
umalinha
.12
(
Petersen , 1851)
\ l / / /
| Prove que
sea é azar
, /sempon-te.si
/ / lentao
atem
umemparelhamento
-perfeito
.3-
regular
= cúbico)
Dica : usaro
Teorema
deTulte
e #
- -⇐ i
O÷ :* .
3-
regular comportes
(não tem empar.
perfeito )
12
G
- Seja
a umgrafo bipartida
.t.ro
Provar
queexiste
emG
umemparelhamento que
cobre ~} torço .ve#Es.EaEE-mIxiIe
.animais
Dia
i.Dado çíncoàisinúr
umgrafo bipartida Â%
tal que
ao9
'ZG ← grafismo
•
sei ) > sla )
eaceito G)
.
e-
Usar
essaconstrução m chegar
numgrafo
Gt
a-regular
quecontém G
.12