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197.5. 1:,·,rr:i ~>,,A, t;.{... 1·,,,"r, L~• ..,J ·u,:·,·., 1,,,)-.,..J,, ª ~ ...:....:'-'·!_' ,,..·,·r···1eo" ._.J.. ~~"-A.o cor.,o --~,..;nc·i·-,.,,J f'o n e ~.J. ~:::-..:-..i... ~ .J., - _!..\} .i.v- t ... -, '~ .•.. 1e1"'""'U"'''~+,., J \,;1,,,,..·- ~Vl,...l u::.:r,.
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J...
u1!:l 11/12 8 14, G o . 1 ..i..J. . vro
! lr.r-;71 'j 1 4 ••
/
Voz-2;s,
:por isGo, tc.11to o. o:rtoe;rr~fiu ( I
corao s. sint.3..xe f o ram mcrrt í.ão s ,
s
11.A. :hundação NG.cional do Indio (PUH,H), ínstituid2. ::pela le±_ / n2 5371, de 5 ô.e ô.ez embr'o de 1967, que fundiu os arrt.í.go s Serviço de
?roteçiio ao e Inà.ios
(s.:r.I .. ),
Conselho Nacional de :froteção aos In- ô.íos (e
.N .P .I.) e o l:arg_ue 1;;-3.cional do Xingu, foi cr-í.aô a pana unifiC8.r os Órgãos
incumbid.os d.e darexecução à
política indigenista do/Govêrno. É a sntid.ade encarregada de tutelar o indio, gerir seu :P!â tri~Ônio, ;.r8star-lhe assistência medico-sanitária e educacional,/
enfim zelar de todas as for.m.2.s p e Lo e interêsses do indio, exer-cenda
1
:far::1 Laco 8-té o roier de :polícia." ( SUTYS.rlüA, o indi<ll brasileiro) O
novo
crgê:o assi.n1 criado, tendo com.oseu
:presidenteo
Dr. / .~ueircz Campo e , passou a sofrer reestruturações de vári:i"i.S ordens. / Havia UJ.l. consenso geral de 1ue, cemo orgão do govêrno responsável/pela tutel8.. do indio e a}.Jlicudor da ::::·oli tica indigenist0,,
niio
pode-ria continuar trab~lhando afastado das inúmeras missõ~s·religiosas '
~ue assistiam. ao :i.ndío, muitas delas em áreas não
controladas
pelaFunai.
A ideia de um simpósio surgiu portanto apartírida
necessi- à..:e.de de se conhecer mais sÔbre o trabalho d.s.s referidas .:;íl.issões e / de exerc~r sÔbre elas um contràle maior quanto a aplica9ão da poli-!
tica indigenista.
OI Sim.pÓsio Funai/MissÕes Religiosas, realizado na primeira quinzena de agosto ,lt
1969,
na Univ~rsidade de Brasil.ia:, tinha por e bj e t í. vo um r.n.tüor entrosamento entre as entidades que jr-e stavam as- sistência ao indígena. . A êle conpareceram representantes de vári~s '!
.raissÕes religiosas, funcionários, indigenistas e antro;,Ólogos da Fu
112..i, entre e ace e o :i:rofessor Hey Land , Irofessor Oly.mpio Serra e o
Doutor Ro~ue de
Barros LQraia.Par-a g_ue se a.lcançasee o objetivo do encontro foi :proposto / que os Llissi0nários rel3.tass0m seu tr2~balho na cczauná dad e em que /
-
'/
atuavr~ aGsi:m cone suas ex:;;;,ect,;;.tiEs com relaçao e .:?unai. Assin, houve r·elatos de cada missionário trazendo sua exj.e r-í.enc í.a de vida
ju.."':to ao índio, os :;_:rübler::i.us quan+c
à
invasão de terras:, problemas1
rel~tivos a ~ssistência eu ger~l, e & o~ir.iãc pe8so~l sÔbre o ser-
" viço que a Puna í. d.8veria r1~0st3.r ao te.
indio e a reissão csuecificamen ,- !
-
02
1-;o o.e co r-r-e r ô.o simrcsio forc.:m criG.uos gruros ~te trabalho pa- que fosseo discutidos os vários .2.si;ectos d.e dois grsi.nà.es tem.as, ra
assistência ao inélio ê }!,~trir;1Ônio in:1.itjena. ~sses gr-11·~,os J.everium
-
'-
el3bor~..r sugeotocs iue seria1;1 encu...~inhadas as duas coaissoes cria- :1.:.s - Cc:...;.issão .'\.ssist0ncial e Com.is são d e ;i .. ssunto s l a.trimoniais, / I
, , "" I
c0!!:post::.s d.e misoion3,rios e :-:ntro1-,ologos. ;i;ss::-1.s cozrí s so e s se en-. .1
r..i , ,~ -
c,:..rreg.r,.ri:.:.rn. d.&. e Labo raç ao dos reL.ttorios sobre ac ccnc l.uao e s do Si.:ii
'
.
1-'0SJ..O.
naz 3~0SÍÇO;:;S
a.e . .
, ~rr.a asa.onar-a o G c0r~10 nas discussões em/
r::r,,,-:o -fo·r~,,. ::-,,·,o-,+-·,,':-,s ·v!;..,..;."~ r~.,..1.,'":''"' n o -i:-r~1b:"'l1-1"' (~,.,,-,~,,01v~..;,~o 0~61"' /1
O v .. J::" - - •..• ~ """,!/ J.t1..V,,...,..\...- .,..,,,.J..-i,i.,~ (.., J..L.,.>,..:) - l.:- ~, ~.i.-L ~ .,.e.._..__\•"-•"' J-.-).. l..J~ -
- - /
.:..:'w1.c,i, e oudo a :r..ao-c.G.:.:.i::..!.'C~~ç2,o d e terras o j.orrt o lll;.1.is irc..:portante.
a Funai ainda n&c hr:.vi.:i. cll2.;.~à.o e nora tinha conheo í.merrtc fü.:., exa+a Lo c2.lizaç~o e.as c.,ldeias. V '"'01-.t -·o +~''v J... 1'~0 suae / V..,:R.
terrc::,s inv8.c.ic.::,,,s se.n cue to!Il.asse :;:rovic1ên- eia s.Lguna ,
J.t po s í.ç ao
orgão
ad:ministrati-vo ;ue ests-wa tentandc reestruturar-se 0 corrigir as falhas dopas-
- - /
E~do. }ara isso ~edis~ colaboraçao das missoes relisiosas. For outro l~.do , 2.SSUJ.1118. . a })O 81 Ç . - ::'.O d e org~o de governo aluem conpetia / - ~ I aplicc:,r /;, 1-1oli ticz inà.igenista e :!..;,ara isso exit~·i:::, das :m.issões que / trabalhassom de acc r do com. as no rraae di t2.clas po n e l.a , Fu.nai.
Uma d.essas no.rmca - 11re s:çiei to a r,essoa do Lnd.í,o é às sune ins ti tuiçÕes trib;:ds11 - foi foco ele ~.iscussÕes :10 ser Levan tudo o pro- bl3ma ds catequese. Quase ~ue a unaniNid~de de missionários frese~
t e s - c2-.tÓlicos e }.:-rotest1J.llt0s ê.efendia a catequese
dor::;,@ "um
di-/r-e í to ~;,,1.e tod.as as pessoas têm de conhecer Deus. 0 Outr.0s
.
üOUCOS ~ se :pronunciara11 d ef'encendc um trabalho primordialmente assistencial e2- religião como uma o::pç;o :p:.:_ra os c011sid.erB.dos acul, turados.
Já a/
~;,o sição da J:.i'un3,i e ra deixar cl2,ro que ne.o aj.z-o vava é', catequese ~i?or consiê.ará-la um. dos fe.tores maã s perigosos de desa.gre;:;ação tribal.
Alguns missionários levwt:?.ra.m. o _problema à.e que 'a mera intr.Q_
dução de objetos de fe~ro num r;ru:po em :fá.se de atração,!
já
funcionava como elem8nto perturb~dor ia estabiliiade de suas instituições/
tribais.
:i:;ntretü.nto, a.1,0~:::!.r das discussões ac~üoradas, os I participan-
tes
nco
chegaram a um 1enominrr1cr comum quanto ao significado de11 integração 11• As diiscussões ficara::n. um pouco a ni ve L d~ acusações mutuas sÔbre métodos ~rejuãiciais usados por o.mbas as instituições no trabalho de inti grar o índio
à
sociedade brasileir.:. .•O ladre A.ngelo Ver..tu.r<2lli, delegado-geral dn. Orden d o s SalesiQ:
nos, apr-e serrtcu tese, 4-ue se transfomou em conclusão, ~e qu.e n a.eve s,r feita uraa gradativa red~finição dos costura.es de cad~
tribo", /
aléLl de ~centuar que nintegrsr não si6nifica igualar u cultura tri-'
bal
à
cultura da scciedad.e r0gicnal, sendo necessário re!:llizar, an- tes, Ulla articul~çao do nível economico. Quanto aos pry:;r,ra.m.as que-
" / !visem a integraçae e ccnom í.ca do Lnd í,o e essencial que se lsve em
/
- - I
consid.eraçao a diferença de concepçao exist~nte entre o índio e o;
1
branco. 11 ( J}3 )
- / -
As oonc'Luao e s de I Sir.i.7;.:osio Funazi :..rissoes Reli6iosas, encam.i-
1
nhad ae po a't ez-Lo rraen t e co fii:inistério do In tcrior, for~-u;i bàsicamente as seguintes:-
no i t·3D fic,:,u c1eciC:.idc que a Puna.í , conjunta6.ente com as
m.issõcs rslir.::iosas, deveria jr-omo ve.r o Levan'taraenuo :progressi
ve /
!
do quc-.dro sanitário das },opulaçÕes i.nd.i.;en~s. As um.âac e s assis- tenciais deveriam ser dot,"J.das c?_e enferm.t:'..rio..s eo'l.abo r-anéo a Funai, f í.nance Lr-a •. asn te, com a s .missões se:21 recursos. Sugeriu-se a obrí- g~toriedude da
i.rr:.u..~ização
dos indig:n~s contra ~sdoençGs
infecto conte.6ios.as.quan'bo
2.
ecluo.::içâo, u.ía,;:. :!.as con c.Luscc e foi de qu e a e sco Lha das ma tériD.s do curricu.lo e seu -:..esenvclvi.mento deveriam. sGr o r-í.en+aôas r,,el:i.S n e ce s sá.dade s ccncz-e+as d.vs gn1ros ou individuos. Os rrcgr_:1 a~s e sco.Lar-e s1
l e van t :~~~·:n +o tecni- orient&(l.o pela l!'una.i.
e
item 7 concluso2s 'la/- l b2... :_j r:tc: .. i "-{ ;o e C]_:e c1c.. mcn 'l i;r; . e ... :! suu ..:...l.. e 1·t rn t uz-a o r'a , 1 '' a1;0r1l11c .. ' '''! :~s :POS81:.. .
veis re;ztriç.Õ0s indi:·;011:,s de cunho :ui tual ou r::,.crc.;.l ~ referent>:}s ao
st::1.t-i:_s d c s futuros lei tor--::s, as ' i p~ir
t.
1 cu a=. 1 ,,.•
J'.'.Íêi.2.des , ã í.go , I~c •. r"'Giculo..res si tu2..:;ê'.es d e contacto eà.
ne oe ssrí da-, de dG intro1uzir novos h{citos culturais, as~ecial~erite nos scto- 104
1-1. Sonissao d.:!) Assuntos l 2.trir::.oniais Cl.eClG.1U:, ~ ...• ~ 7
aros ~ o ex8.fle da
~\: • .rJ.c..i, e cue as .;::J.issÕ2s rs1.igios:3.s d.everiu.1"':l. trab,üi1ar conju..""lt~.:mente con a :J'un:1i pcz'a evi t&r o 3.,5rav2,monto ~asses :problemas num futuro /
r • -- • • • , • ~ • • ' • 1 t'
froxii:w. .1-e.ra isso, os n1ssionar1.os aever12..ill. env1:}.r a FunP~l. re_a, .Q.
rios reriÓdícos -sÔbre e, si tuca.çÕ.o dos gru:ros em sua área. d e atuação.
J~sses rel.:1tÓrios tiMn.o. tam.bé.r:1 o objetivo é.e con t ro Lar' a ação das raferiuas nissões. V8reuos que, na rew.1iao de
1973, ~
ac;o con- -
e.o e d í, versos itens deb2.tiã.o s ê3:U.r8,llte o se~iinário.
-,T , 1J ...,
t
No ::;;·erica.o ú.8 empo cornpr'e end í.do entre o :primeiro e o segundo encontro oficial entre os missionários e o Órgão do govfrno, Euito pouco se fêz cm ter$os de trab~lhc conjunto. As verb~s recebid~s /
?€.ln Fundo.ção semrre foram insuficientes I,3,ra d.es2nvol ver em seu to
~ ,.
.
a.o seus ;r@frios1rograr:J.as.
Na 6estão do presidente Bandeira de 1'.:ello, alzuma co I aa foi fei te. nos setores de aaúd s e educaç ao ,
-
•• ( ver s.nexo o relatório dos/
quc+ro anos d e sua c.fu::.inist.L~ação)
No que diz r0s1eito ao s :r;rograuas ecu.cacíonais, foi introdu- zido 0r.1 :~J.gu.mas ár-ea s o ensino bilingue, através de convênio firma- do cora. o Su.r.íl!íl.er InstitutG of Linguistics. Até o f i.nul de 1972, o / ensino bilingue estava s2ndo aplicado nas áreas da 4~, 5~, 6~ e 7~
1
Delega~ias .:1egionú.iS e no hirq_ue Inclit_~ena do Ari:puanã.
'.';.uanto ao currículo ~scolar não se verificou o cuapr-ãznerrtc a.as sugestões
do
sira;::Óslho.A
educação escolc.r continuou sendo uniforme par-a tcdo.s as ar cae , n ... s moldes do currículo e aco l.ar- nac Lcna.l, insti trucá.ons.Lí.zado •. CoDo vereKos adiante, essa preocupação com um curri'
culo adaptado às necessidades de cada grupo tribal, voita como pro- 1·0 sição no seminário de 197 3.
A J!unai fez um Levantramerrto e c3.dastramem.to de todas as :m.is- sõ~s religiosas 5.3.S, por fo.l ta de ~:sriu pess@al, viu..-,se iq:ossi- bilit~d~ de fiscalizá-las. Os
. .
, ~ciss1onar1os, per sua vez, rar2.Den-
t e enva.avara os . re.i..:1 , t'. oz-a c s exigia.e s pe . ·~ 1 F '.?.. runua.çao • ,CJ ~ Iss~ contribuiu
..
I;.:l.ra cue 0 t::-abalho él.:rn duas entidades continuasse dissociado. Ape-
e~ conjunto, nota i
n~s no sGtor de s~Ú<le verificou-se ~lg::i..mu ~tu2ç~c
dar;;;.ente os progrrun2.s de vacin:;;,çÕ e s e de controle da tuberculose.
Esses qua t.ro
tica indigenista. O :oodêlo de 6.ese11volYi1UGnt0 ecor..onico s.dot::i.do pe lo t:;ovêrno brasileiro iri2.. se refletir nas d í.: .. ~etrizes dn poli tica / ind.ic::/~L.ist2.. Co11 a criação c";o }:lano de I11tl3gr3.ç:ão "i'1acional (:i?Il'T), eza ju:n.ho e.e 1970, vis::.:r..do r:-±inciralmcn te a co Lon í.aaç ao
40.
Am.azonia, a poli tice, inJ.i;:.nds't;a f·::;LSSOU a ser ori2n.t8.da em ccnforaid8.de com / s.s d.iretriz13 s do Pll.N2. varfü:cle, cora a in-'1i0nsificação dessa :;:olitica expansionista .flli.1.d.ir.:.'\:.0..-so os inter,3SS8'S d.o govêrno nacional e dr.,s 2.ut9rid.ades re- .~;ionui s , 1):-.x,a. :1.s c1 uai s o Lnô i e s '.:u,11 r-e rc:;;,re aen rcu v.I:J. H Gr(;·0 ' c i.Lhe" ao
- 1 · ., '~. d T,\.,,~ • ' • t ~ 1-. ~ ~ '
-:.:..e(,, cu "tUl''s, tt lJ0..1-1 m ca ·3. .r l,U.~21 e 01111.en ::e .. e. no se11~L.1n.o e e .,L..ev2.r o /
o ~ • 0• - o ~ o d o li o ' • '] .L / 1
i:.2-'.1io ~ ·· o o.i.xa r e e sor 1n, a o
-
o .;1c..1s r2:J,: l.{·_affi·G11uG »o ssi -~ve •
indio com os intBrGsseE~ de O.';;f.:·c:nvol vi:;,.Jnto ~:wiornü11, c-;.eix2. bae+an-.
t
1 ,. . "] . , . - . -e e nro ~~ue a 1ror.r1a .i:tmai e uma corrtz-ao.a ç ao ,
in-
1· -r -"' • " • b . , - . h d .::, 1 .
8}:,r :..i.n.(..l.ll(1.0 , ar ,.:ts"t::.:.1c.o c.:u.2.J.. aque r o at acu.t os no cauan o o ue s envo v1.
rrerrtc ; 3, d.e e .... --.tro Lad o , J.S ne ce e s Lâad e s de· indio, que não :9ode ser
. l . t . f " - _,_ t .:i • - 'b .
va o en1,058n .e 1,r:::ms o rmaac , n12 .• G -18V8 1,2r suas rc.v.içoas,, acua há 1.- tos, suas cr-cnçc.s e seu ia.odo- ,:le vida ;;-r,:?::::,~r~,,.-",,elos enq_ll.:.,.n~c d.êles :r;-ro.
cisar ~ç:ars:. so br'e v.i ver. A PGNAI
é
o int,.::r.m..:i:3.in.rio, o traço ele união errtz-e :lu8.s cultur:::.s d-a interissBs cua.se s.;;:r:--:-:re ho s ~-
t.á a , a elo índio e a cl;-; civilizado. Neva com.-;.::ceensão . d:~ FtTfi'AI sÔbre 2. ~ ur-o ble:mática inse apr-e cear' a: ex8cu.ção dos :r;l~os de ele senvo L vize.;nto é\.0.s comum.õ ad e s ind.igen2_s
de
forma 2. que. d. ~ . - "., t "' t ' 1 t
o in 10 Qeixe ~e ser aquc~e suyos o o~s acuo, ~ara ornsr-se, de/
fato, lID.. Y3rd.,.,d.eiro fautor de d.e senvo L ví.nerrt.o nuc í.onaâ , Cc..~fELCi tado a enfrentr..r, melhor do q_ue nín61 . .ufn. no seu hn.bit::;..t, os desafios da / vida conte..:i1r,orâne2.. A trl!;L-lo, !~·ort2.nto, nâ:c
á
tudo.ºj
i..:1portar..te' - t' 1 . -1- ~ 1 . t +. 1· '1 b ~ :;;i ~
e u.SSlS 1- o, lUSv::r.'UJ..- o, a.no :!'.'~.er..ua J.ZGi.- O, U :.,.na.onc-,n~O o.e vez a idéia c,~;_e o con.ce be co.ao un ser ·5.otz,,.d.o de caractí3rÍsticas biolÓgi-
06
cae , =çsÍq_uic.-1s e cul tt..rais Lnd e ae j áveis, que cuaj.r e rr.ud0..r. De verao s an t e s r.ce í tÚ-los coao :-;-ovos d í.f'e.r errt e s , co'Lo cudo s
à
nossa frente por u.a ca~richo d~ história e ~~e devem continuar a sua nurcha aà lado da nossa :~tá que 1-osSc.w.:100 e:icet.:::.r j1.mtos uma mesma camânnada , evi-/t$..1."ldo-se as sám a :,:ossioilids.d.e de criaçã0 de q_uistos étnicos, com.-/
:;;letame:nte estran...1los
à
tradiç;o cultural do nosso :r:aís. 0'..:. or ou't ro lado, a Ig:-ce ja Cc·.tÓlica -~ae.bám. vá nha sofre;:ido modi- -~·ic,.:çoes. O I-lano
-
.1. astoral d e Oon jun'tc , ad.o t ado 1-·elo Con se LhoEa-/
c í.o nu.L d_os :Sis;os d.o :::3rasil ( CNFó) no Concilio 7~tic[Ulo II, era 1966, tir.w.1.a come objetivo pro?orcior,..::;..r
à
Igre jc~ "novo iinw.:i.ismo, novas es trutu.r::.s, novas r~ossi bilio.2-d.es de aç}ã.011• Os dois encontros de estu-1
ê:.o e
cem a ·3lr.:.bor;-:;.;;ão de una no va :;,oli tic1;., Lnd í.gen í s t a par-a ás ;·.:isso\3s.
O III :i:acont.ro de E:ctud.os zÔbre 1:asto:~ui Indigana, ~.r.. 1972, teve co
!1:.0 r8su.l t~1..dc P, crié1.gào do Conselho Indi8cnista 1'.íissim1ário
(ena),
,
- .. ·- .
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01\;r.w r0:;,r0senta.n.'till3 d.as L11.ssoes eJJ.;. ae surrto e Juridiccs e r1~l::;.c1.ona- .!l1.ento cem :J. :B\;:n::,.i e: cu tros orgeo s .;ov8rne:..:nentnis, rs::.-is:j_osc s ou cien_
tÍficos. A ::>ricntr;,,,};;:O d.e todo o trabJ.1ho ãe evange Lí.z aç ão do indio brc.silGiro i,8.Eiscu a Str
,.::.e~
resJ ons2bilidê:c.e d e e ee no vo orcao-
criado.CÍ3U:.::.d.e A.n.tb.roros 8 ;3.Jcr,;;t.{rio-Geral â o OII.íI, en e .. bril
fce
1973, r:J.OS•'''i,;'1 o âe ""'U" 'r .~OS''i'~~- IlÍ;:-""'ÍO'":Í.riOS Q·"" -1·ra-hp·•.:.•;·, inrlit11":.m'·0n+e O,.. in
••.••..•• ,.., ,:.,) ). i,.., wv -~... ..l.l O o.., ,.:.a I i;.) W .LJ., ._,, v C, lJ ~ •.••.•.•.. .1... -""'.. .~$ r ?-v ,J t,"0
d í,o s , j_:ro curando C~".t•.S<:.n::.izÚ-lo s :::. to ão custo.
r11-. fiT-.,T ~
Uv './..L.J._' t:! f2i t~ ~-150.cs.. 1:·c:.:~ 2tc.1i~Vs, ~:~:1re .. q~~G os
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j t=J.1 to -.-•VO :->'H'' Lnd í.o .t..,..L,;,. s ter. ,1., J.."'1. f'or,,'<"],·,,o an ..i..,;L._~':;,Y - .. ~ .!. trrooc.l.ózí ca ~:, ,, - J::' " 6 ,.,,t ._ ~!.. Lrrt cno ao d V,1. ':f'C.•. •••• n <.,_ ...-:oc .• U
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1
ele ci0ncia. 11
v e s ,
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o c uo.L os seus :w.o!:..lbros 2:f,-tu.::r::..~i82:il 1)estn~3.os a!ltropolÓ.,.:;icos e lingu.is-
O corivena.o e e ,.;:::,.ua e ca a que "' . ~ 1, l . 1f OG ma . e s i.onar-a o c 21.n-, • , . ' /
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Governo,/
ori-2:nts..da. :':-'or um Diretóri'o :ç.ró:prio ,/
, '""' ~ '
.:iue ee ra anc.Ld aado e f~1.rov.::-,do ;i,üa J?u!l::Ü1.~.:ao tt; rror: o r-ao a. l-'TJtAI a de :1c~1·c.:1.ção ~10 reservas e fisc:?.lizaJ'.'20 a entrada de :; e e soa.s nos terri-
+-' . . - .,. f .. l . ~· .
vOJ'.'lOS ir.ctJ...S:3ll8.S7 ar ao 08 cursos e.e a.noi.gcna sr.o 2inistr;:1e.o s
pela/
- oe rc.o - o rueriac o e e ~ d ,
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? i o.o p·:::.6ar;.:.-en ot
r ea .•. 1za o 1 . d ae s f unca.or ar-i . , . o s ••• no me seio ni ve L e lo cal n; :prt~r,nro.ruo coo:ç,erati vas , vâ sando :.:i..d.cin.i.strar·-
~,
a :;.roduçao e comercializaçao d e j r-oô u+o s indigenas de toda na'tur eza , co Lo cs.ndo os :proà.utos n as 1:ir:2çc.s, :;11tr•?g:::u1d.o o lucro dii8t~onte ao ü:iio ou efetuando ccnpz-as que :..:·, comun í.daô e iniigena necessite. /
" . d . . ' . f . b l' " . ...:. . .
·~uerem, ~:.111 a, os ~:t1.ss1onc.r1os az.e r ""Gra ,: nos o.e c:traçao e rr1m.e1.- ro con tric to cera gru::. os indi;_;en,::,s ain:i::.1. isolr.:dos, forJteccndo seu };le_ê.
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so:.:.l, cem 11 recursos .fin,..m.c8ircs e tG cnico s ds Tu.e; à.It' . O convenio
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me l.ho r , retific.:::-.ndo, "a :paralisa~;ao do sist~r..1a de comJrcializaça.o do artesanato ii:.digen:i. u.sndo atua.lm.en.te :pel::1.s missÕ2s, rri..2 eando a /
- d .L - • .s.. t ' - . .
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veno e r os :pro 1.11,os «a r e can.en .e as .i o j ae Ar a.n ia, per en cen e s a ,
?G~·iAI, e ests f2.rá o :;a;sao.Bnto, no ato de compr a , _;. ara que. o Lnd í.o
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d - ~· T •re C.;'; a , a rave s os :pn.a.re s , o c i.nne a ro , imGdiat~ente". ( JI3) / 60:m.o vere .• co s nu í.s ad i.arrbe , 6rru1de ;arte d.essas sugestÕGs da /
,., ,., I
!fi:issn.o Anchã.e ta f'o ran tr2.nsformad2.s 01-:. 1ropo siço GS, extensivas a 1
te~as as ~issÕ8s r0li0ios~s, no s0~inário realizado e~ ~ove~bro do
rte sm.o ~"lo • . i.!, ' .., sur;,,ree11cl..0ntomante, foi d e um re1~rcs0utante da Ji:is-/
- ' 1 . t -· d I . ..L.. . • l
t ; /t. '
aao ... m c 11C; a, .l:'~,· r-e · a sa , que 3;ar m r am as naa s va o cn as cri a cas a
- - /
:poli t i.ca e xe cutrad.a j.e Ln ir..sti tu.iça.o oficial, du run t e 2, realiza.çao do se~inirio de n~vembro.
o~
no I Ser.ünário TCHAI/l::IissÕ,Js Religiosas, r0alizad. de
5
a9 /
do .iovenbrc , no Tlinistério do Interior, r:,or convocação
da
Fundação.:?í'.}.cionsl do Indio, teve :;:or finalidade :')recÍ:p -··cõ"i'lsolida.r· e e atrabe lecer bases .:ilais concretas e o bj eti vas para as :).ti vi d ades desenvol- vidas p e La entifü:..de oficüü e ;:elas org2.nizaçÕ2s religiosss e cien-
. "~· . t . d. . -l- .•• • t - - +· ' /
1;111.cns jun o ac s a n a o s , com va s tias a sua a.n egrnçao grp,c.L:.i.,1. va a comun í.dad e n-acá ona'l , conforme a pc Lá tica ind.igBnista brasileira,
f'unô anen t ada na. oonvcnçiio 107, de Genebri:t •.
A 2.·bertur2.. ô e estr2.das de i:·enGtrac~o buacunâo 2. efetiva OCUJ?.§:
r /
"' - 1 . . d t ' " ·t' . . al
ç ao e c.c senvo vimcni:;o e 0:,:. sn sc s are~.;.s e o terr1 o ra c i:J.2.CJ..onê-1 , es-
"""" rv ' ;
aac agro-industrial, e1:: cxe cuçao p e.Lo Governo e relo
povo,
o.traves dc z ü:ce1..ti vos fiscaisin.terG2oe rú.olicc 1,010 })roolem·::.. iorJ inê!.ios, GJ,: él.if,:;,re::.1t,3s astágios d2 ccnt<1to co.n a cj_vilize.çao, 0 cu jn.s te:::ras fattl.m.ent(:) serso ale~
Dando Ctl.!il:r,:i"ir.~snto ao s d Lsj;o si ti vos le g::üs que 3. in1q-'ci tui:r-rm.1,.
~, todos os ,
3stadDc e Te~ritorics em aua
:
-
-
va vezi :-·~ ;·,t1.l2..çoes ou niio r-o _._ r oua.i.ecue •.•• .,1,,, r' en tic1e,-
.. '.'\ -:
.
.,aos Qe~ic~Q~S ao GS GUC'~O, .J " le dife-
Usi .L;.i2lhor conhe c Lznen to e.o trc.ba.lho das L!.issÕ2s r-sligiose.s, /
lo :'S:O s sobre rls:. cul. .1w.rP-. irnligen2. e os I:1GuOClCS , ..$.. •.• e e .••• aç~io ~ "' ..
::!'.'8E c?.csenvolv-id.os; e.s reivindicaç:Ões ô.o s :próprios índios quurrto
à/
i·o~-;se d e euae torras e g2.r,:mtio.. d e aeu s 3..iroi tos, il1clusi,ve o de rar tici:p~.r ô a ec c í.edaô.e brasileira 'i?hl ígual::l.·,Jie de condições e p_portu- ná d ad e e , contribuindo, aasán , ~ara o o 'bj eti vo cornnn do :lepenvol vi-/
uento; e, ::;-or outro lado, i.:---. orient8..ç2.o e o rit.ril.o in~rí!Jlidos relo / ,.., " - 1 ~ .,. . - -J • 1
v •• o ve rrio ao .1: c..no o.e .Lll't"ú~;r2.çao .--.aciona demoDstraraI:J. a necessi-
à.a ele de :promoção de ua cnccntro, no que.L esses temc. .. e fossem debati- dos e se traçassem diretrizes par~ dirimir controvérsiQs, reàuzi-las e estabelecer linhas co~uns tle ativi~~~e. u ( Boletim Informativo :.:.ru •. naã , Ano II, n!28, III Triue.stre/73 )
À abertura d o s tre.'balhos coB.parecer~ repres0ntant3s à.e 42 d.í, ferentes aissões religios2s, católic~s e evangélic~o, que atu&..m j~
to ao e índios brasileiros, antroI;Ólo8o e , flli'1cionáríos credenciados e membr'o s ô.o Conselho Inc.igenista ó.ia Fu.i.'le.i e do Conselho: Ir..digenis-
. -
•.. ~.
, ~"Ca .i.Ul.Ss1.onar10.
O rerí.od.o de~ manha foi ocupado com :palestras de e sj.e c í.a.Lí.a't ae
'
da ?unai o.e. cada setor a..1:resentado e :posterior debate em :9lenário / com. o ccnf'cr-encâ.s+a , As t2.rd.es foram o cu'oaâas com discuhsões em / gr-uj o s , previamente organiza.dos pela direç.ão da Funai, f6r:o::ados por seus f'unc í.cnáztl.ea , indigenistas G missionários, que elaberaram :pro-
~osíçees levadas a V$iação final e~ plenário no ultino d~a do semi- ,
.
nar:::..o.
Os tenas levados aos grupos de estud~~ e debates foram aesim di ví.dã do s
s
SAÚDE: 5/11
I-Froblem~s de Saúde nus Ooml..L~idaies Indígenas:It1ed.icina :trev1:nti Vii'. e Curativa.
Atendí.l!lento ~:Iosr,i talar Sducação Sai.~itâria 1;Ied.i CaIJ1C?.1 tos
II- Ati ví.d nô e s d3.s }[.is sões em cor:sonância com a filo sofia da :ir'~El.ú.I no sGtor de Saúd e ,
- 1
III- Infra-Estrutura e condiçoes para .melhoria l)pera cional nas Comunidad8s Indígenas.
I- Ativid2des }rodutivas:
De subsist-i1:.ci:1 ( incli vidual e cpleti va) II- Come~cializa9;0 e es~oa:nento da pr@dução indige
na.
III- Mão-de-Obra
1na.1:_;zmr.: ... -
;EDUCAÇÃO: 1fl1
I- :3nsi:i.o 3ilingu.e - Alfabetizti,ção como instri..inen- to aculv~r2.tivo.II- Corpo Do cen t e - selsçêo, instru-:;;:io e c::.q,::2..cid.ade
i:rofission2.l.
8/ll
I- "Res1:;._::-i to as 8Ul tu:.7,:.s e insti tui,,".Õ·2s só c í.a í.s indi
10
II- ~tivi~sdes
s6cio-recr~ativss.~ -1 .,-,. ~ • ' J r • • / • /- , • / ·• • d d
.Li. - .:.u.::.1.a.cions_men-i;o · .... 1ssione.r1os1 .1.nc.:..1os; 0oc1.e :i es envo Lven t e s , vã sande 0.. i11t0,;raç2-o
db
indio •• ;. ::;::1:•ir~eira e xpo s Lç ao esteve a e:=.rI,o J.o Dr. Al.do Clmos l!Iolinu,
h .... , .D. . ~ ., -· , d -r "") • ', • t ! t ..'1 •
e e:r o a:,::. ' 1. vi suo u e 0at1 e WJ. .l'.'Unai, ~y.e s~i~n ou. as cr-e acon e s •..1.1-
~· - ~ 1 . - . ~ . . . ,.. '
Iicula.:.:tdes cau sauae 1:0 a 121.s:;,crsao ~z;s.c:;_3.l aos
aric.a
o e , sua :tal'ta de resistência às en:fernid.ac'.es dos br-cnco e os Q1;.,,;'1ÍS en bra em con-/!
t r; t ,Cr, r ~ • \ _..., 1 • r: ~ ,..._, ~ ::"I .,;i ~·· -. 1 ... ~ ;; ,1 ' '"' • t"~ :-':> 4;- C' -. ' ~ ! 1 r-. h •
e,, O ... , .• s 1.rn.1.,-lC .. NÇ Cvo "'-·-"' COLOl1-Za.., : ..• o , .. e L.vVc:t.S .. Nrt.:~.o Q..). .unazonaa ,
·-'~.··· o"o ,-,~ ,~t1·-:7~ ··'~0i:,c· i'lr. r.rn·;;o ·,.,::·,»:, "'lll~r·,;-:t'-r ç,,:;,_.es J):"Q_O_l 0rn.· '>S "' OS ___,_....__t· :i.;.,,., ~..v0 ..,_,., -..'-Á.-C.'-Ã."""1'.) ..,.._..) V 5,"-v ~1.,.c;,-C... - 1...:-- •.•. ., ...,.,1t.J~ •.••...•..• v t:.,... V
I !
/
' . ·t:" . . ' t n
va.cicn T,O CO.:J..11::l "::trio, VlSS,.i."10.Q :.:;, 811(.cr a s exi_sanc1.as cu) e 3 s.o.o nu ri- ' .. ' t' t'
ti V"G, ,-.~1i~1:.:!11.tr~r-ss ~12,s ~--ºT'V-lr-i:;;0·2s
-
2, oxj o aí.cuo do Dr-, 'i·,:olino.., o '.~ aê.r e Iasi, / j0sui t::. d.; i-~i;;:;s:o Anchieta, criticou dur-anen t e o r0l~·.tÓrio, clP~ssi-
)OÍ8
Citou o cu so e~.:;; una 'i2:1d.ia I ar-eo í.
e sela.
-; ') . + l 'lo ••.••.•..•• .•• •
aa ao nospiua, a Icz u~ aicio 2s ~izsoes no aezrt '.J i· d "" o r1,:-i .•.•.•• _ '1 ': '-•·• e ' '-"'"fl V-...,. e '-'_•::"_ c í,
tor:12.zs2,:·1 ~:·roviêtências an t e e q_' .. xe o c~so
! V9.SS8. 11 ( e s-1)
O lacre Iasi considerou ~i~da o
,.
visri.ndo r::. a.btcr ·u::r1 .c...~"::.ior <:111."l:iros&.r;.ento
. , .
e ern.n
s-.r
i o inoportuno, rois, //
entre e .. Fun~:!i s a;iliissões,
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11 roc.ería â.0.r bons f ru t c s
. .
,, ~ ~ .. .
'S3 es~1vcss0m0s ainaa no inicio do gov2.r-/
no , .-, .. ,...r.. -r,,· ,. .. ri,~ .' i:, (" , .. :; ~... " ·tn ·.~5-~, ...
_,!.c;:..1-c, _.:.,t V;:;r~,3.,,.e e ULl.;.., -~.)ra.nG.e .1.11cogn1. ,,. 1 ... : .•. ~t
nos o que ,
n
vai ocor rer ~ ,, r-:,.,.,J,-.;r do ,··ro'x·-i .r: ....•. .J.. ,J.J.,. .i::' ..•.. ,.t...J.,"ºº
ano " L,,.,,,a,..J. , J?OlS G~ DOVEt ter·rutr,·, 1~C"''1 .-.::o come o co r-r-cu 0--1 1069 o uando ~" Puna í.
"ô
e sccnne ceu +oV - "'"' .!:- h>- ':( (.h ' J.t.4 ; ...1,... • "~ .•...•. :.,t ' .. i t...v4..1.-..A. .._,1. .- ..•.•.• 1... ~ ..1. v _
do o tré:.b::.·.lho
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uo Ln í.c í.ano s'' e,u encorrt ro e1.nterior d.o s filissionários11•( liSP )
~ r:1 t ,., "('",. .: .. , '
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General/"Todos
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Gil sua 2--c;1.. •.. açno , 1,:;;..o e a aso o que int~:.!:'0ssD.. :iesorc... .i.Jevet'.WS ten,:;2,r, dura:i.::.e essa S8Ct;?.na, buoc~;.r un o.uaánno comum , :rois ape eap de uéto-/
elos e filosofias ô e trab .üho ~1if e rentes, e e tumo s Lí.darído em função
de um.e.
causacomum: o
in6.io.11 ( QL, FS1? ):fo segundo dia do Seminário~ o e conomâ.s üa Sergio J:ery Gome s , do Zie1-artam.ento de :l atri.Jnonio Ind.igena, GXpÔs 2. :poli trí ca econômi;ca
e o :::~ro:~;rarn.e, de clesenvolvin:ento comunitário r,ar;;;. grupos indígenas.
Discorreu sc br-e os 1rojetos aGI'G}~ecuários e.m execução e os e.§.
• ~· • - "' 11 " 1 " .
t" ~
t'1iuuos ;ara a c ra.eçao e e um mou e o e conoma co co.::n.}:2: 1 vel e ac.ap ave L
' ~ ·A ~ . - . . . b ·1 . t , -r t ~ 11k ' li
a rea.Li-...a.ae a nua gena s t.a rr~s1 eira, .:~ raves o a roca o.e now-now eri t r-e os tecnicos· e~it rlanej:.u.:.•:mto conun.í tário e e Leizen bo s que lidam clirGtawonto cera os índios, conco ce.Io re s das neceGsid.ad..0s sóciocult~
r:.:;,i s d a coraunã.dad e. 11 Anunciou. 1.i:;:t,~ :ç,ri.r:ieira tGntativ"a de impla.nta-/
~ À -
Ç::!.O do n;..oc.olo ~J.. reL5'i2.o habi t3.,d;;:, /81(.s ke..d.i\vt;;us, e111 7-'.íato Groi5so, e
af í ruou cr'1e 11 con e s ss, neva filosofia ele trqbalho 1'·retané!.eb10 s que
o
inà.i~, no f'u tu.ro , se enur .•. cipe, sendo necessário 1)a~e1 isso que tenha
- - ·1·.r.. - , . ~
naoi i~açao para o exarcicio ae atividade util n~ sociedade civil e r2vzoivel ccm})reensio e o e usos e co s tune s :5.cJ. so c á e d eâ e r.ac í.onaâ ..• so
ciec.,:1.d.0 ê_e corieuao , (~entro de Lw1 siste.:~.a. C<-iI-it::-,lis·t3.. como o no e so ;"
""'I - 7,.. ...
uar1.os .,:,:,.oro,1 r.:;. .feto, r&:;::res2nt~-1 .. n
t
e 110 Ccn e s Lho r~1a.cions..l de :.'esquisae. "Os pla-/nos da J?ur..2.i, ::;;m algw1;:, locais, t:::nê~s.:12 a inõ.ivi:.:l.ualízar s. riqueza/
ind.i:-;ene, t.o rnando .:.1 vida ·ia comun í.áaâe corapc trí t.í.va , ~3, exennl.o ô.a / so ci,:::cl;\d.8 c::1:;·i ttl istJ.11 ( JB) , e o II sist,:::aa 0c0nofil:i cc ide~l pa.ra os /
0utros, o ri :_:u.::: z.as
( J'.J':·)
nc,e ~!:1t3.o e so...1..1c .. -, a - ar1os ••• ~
n, , .. , .._,u_ - : ..-, ~-· ,.J .. ,.. }~'v'~..L~v:..::b ,-e~ -..1'::: - -· Q_._)..i...;.;.. -P · r. -Í: .--, ; -.0 a ~ i. .••. r; ,- '-' ~;;-OV·..;.4-.1.10' ... ~ ,....,... ·1• i. vf.u.;~ .. ~- " - -,.,..-.,r-i J..~ •. Ç."I ·-~ - ·--L"l."".r:.J,.!..l~- ..:. ,..'l ::,- ,. ...••...• , .,..:>. !, ...,....
·-º~:,.
o ~,.... e Etv bs -t- a o o·~
.t:. ~~o e í.ç ao
,:;ç_.,,,~,1-,,.f-~q , .,;
·-..:.~:~~A':f.~\ ....• v
cat6licos ~ind~ crQ de
12
r,:""'.l ~-~.·--t.. 10{,,.,,:it··;O '-"- ~ .
' .
.
, .os 3..:::.i.ss10118.r1os,
-i ,'1 !, 1· O li { JT::,· \
_,.__,..._ ' • \ .J /
I:-,si rc sscü tou -i .,, ri """"-;.~t. 1.· ..•. :. n (.) •. _ •.. ..-.:..-t:.,v s vi· - 1iai'"'·ta d~ Fun- i do CLa, f'e z uma
Q.GS ;artic'..4.l;;.r8s no interior l. ~ _J. "' c"li" J)·~. 1,,.j ••••• -1...., 1 ,:... s" • ~ y:.1el"'r.1unta
cou (JE)
, .
111.\:::'lO
Olyrn.pio
no/
terceiro di~ do encontro. :)iscorreu ê1e
sôore
o :r,ro::;rama de educa-,....,_~ ::!,::;)~,.:,.\·..., 1"'\1-..:.~ '°"'C"" ,... '"i,,.l.-1~1_:.,-c.:: :1' C:J Q ç.L r ~"""' r1 ..J:.IA ~·,N
a.
~. ~O L~,....o~.1Yv v a.o.o nas ... O.C.1..111-·.,.u.~~0 J.Il0..1,g'--11,:..S ~ ,,~ urD.V8.:, o.a .L,-.., rJT,..-,/:í8.G e
1
,.'..oni toros ec1..u.ce:.cícrn:is bilin,:;v.:::3S e
:::0
Júoni to:·es agr-í co l.a's :ç,ara que o ;r.e assec_.;Urare. ' / /·~ , 1
~,os Lnd í c s a subsistincia ·J "Gs.mbcu .. tnia fonte de renda, C]'U.e :;:er.mi ta
. t - ' . ' ~ · 1 . lél. .
as~~ ~rr ~~raçeo a socie~aue naciona e 1zua ·~ce ie c~ndiç~es com (BS}) Ccnsidaranã.o o snsino1 bilin-:-sue / c or;o 11 instru1.11e1r~o ô.e êefeso. cul tur.'.J.l :lo Lnd í.o " , o :.:rofeGsor Olyr.::pio Serre. falou so br-e cinco r::.•c., j e t o e ex\· 2:-il11t::ntais ~car2. educação bilin-
8.:.ií. estagios ad i.c .. n tadc e
una d2:;_n,s r-e surri.a-cae i.~a yerp;u.nta:
- e
cp;.c o irniio vai ler e:,:;_ sue .. J::rópria linf-ua? O ant:co11ó1oir:o res-., 1 •••••
pond.eu c_;_-ct-a, aiaS se-:cem letr2.~os, os monitores bilingues tem. ensaia-
.:i , • • • -1- • ., • , , • - d - . e- " • - t I
e.o t;.J..{';UL1as a n a ca.a ul V3.S .Ll 'Gerar12.s, élt~.e vao aen o ::.~11.un.~1~.as en re 1
º ...
Lt V.l. '...._,OS Í ,. Ü'....t 'l 1.· O o .:) ' ,,J.- '' t.A1 ÇÀ,.I r·~·~, t ,..;.,....,... n do 0 0 .Jt,,.J i -•v- I r,..,.,.1· ZO :·· • .i. .,., "'"e S CU' ..;..,,-:,,·, -i... V._(..._ v., i S ,;; O 1..L .:::., ·--ru ~10 tri b<::>l j~ u .. •O i&dre Iasi curapr-í.nerrtou o antropÓlo\c }ele.. sua exrosi;ão,
i
"
~::.s
r,os
u ;J e j:ror,ositos F • .;_os texto~ escritos/!
o baer-vou ,
' . , t d. f - t . '. .,_ ' "'l... ,._ 1 · I l
.t'.1nc.::. ou
vo
a a , 01 ei;. re;;u.o a ui.; :..n~ .•. 10 1;;.;:: cexuo oz.o a oo })are. o qua ele não esta11'& r,rGrarado. ·::or .J... ..L.: s co -v i· ",.::::,.70 •~U.. ... ce O :,.:::+1·d.o .'<,;, C", +ur-a /0 .•• ) ~~ .J,....'\. \....1 • ..._ LT-,.Í.. Ul.,r',...).. I
o f Lin,;1.ü stics q_ue, r.eru·, o
o ·- ' co s tumaa e d.i.t
t
4- ..l. -t "· ~ • 1 · -· 2.r •.• eXt,OS oa o.r i.co s 1:a::ca f}Ua ovr.1nt~e ::.zaçsw.
O Sr. Oly;1r1~io f3crra 0x;;lico·:.:. ;i_:.J.G os ~o~:i.i tores bilingv.es, for-
~ . , . . ..:,• , -· t . ' . -1.
n,:;.~0s -::::n--c:i."e os rro;rios ariua.o s , e quem e sco.inem os oxr o s o.e inveres
nas :;.,ré:ti co e e õ.c inter,3.sse cc-:~cr-1~to e f'u.ic í.cna.l rar2 e Le s , 11 {JB)
e .,_ . . ' .
t ,_ . . . . 1 . + . b . - I·l.<-vI'OS ~t.J..SSJ..Oll8..Tl~S CU O.LlCGS cri-cic-:trs:z. G.. ::..lSuTJ.. lll::.-:02.0 !lOS i
il1dios é,e 1:íi c en tr:.:: d o CL,i:I,
- 11 Corno vano s .:::.L::i.st:re,r ac s .ic'5..ics ensin::mentos bi-,Jlicos
..••• ---: ~ t
~ .,.,,. nHa .
k,-.s +ruç o e cu L t·1..1_r[.;.iS, en t r e os qua.í s e e Ln cLuari suas cr-enç aa e ni- tos trib~is." (JE)
ci ví.Lã z ad o s
que
:peêado.
11(J:3)
Nesse terceiro iia de encontro ficou b~stante svi1onte as di-
" . --' , t . . ,, .
t ~, .
c:2 . .:.tn. vez _:_;2_1s ac en t,Uaii2. en r-e os J.:1:L;:-s1onarJ.os C3.. O..J.1
e au s ir;r:&os nr-o ., t e s'turrt e s oue -
-
co.Lo can , 52r;.l1.:,.0:i:1te J a 2v2.J.1geliz:J..çc.o a f::.::-sntz à.,~ ou tz-as r-riorid::.;.à.es
t •
l' • • , • ti I -u )Ci.O rao2. 11c 2.11ssion2.r:io. \J.0
. .., ~ " ....•
..:1:i a rracu e.i e ,. + .. 1
0 n.e ca (fiJ.8 ce ve ser a can- 3rasilia.
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}JGlo indio brasileiro cone ugo ra e too.os nós ,;i-c.ereriioa 1C.2lhorar 8.S /
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q_ne se jan tratados co-20 bichos em jurd.iffi. zoolócico pa:ca del-:ü te de turistas.
Queremos,
nossa ao c í.edad.e , :participando do nosso sistiaILn. e cononrí co , 3·ois,de contrário,
vin-~ento não J.eixará, no futuro, um indio sequer vivo em seu h2.bi- /
"to.t.11 ( J:3 )
Ha2 reco.u.:.et.!.d . ..:1.-,;Õ .}S :fim::._is foram a:;;rovadas as scguil'i t,~ s :9ro:oo- sit.,,Õ e s :
( ver anexo )