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(1)

1

1

-:1

. ' -

,.: .; .

:2 D K. A

i_j

_M I S S Õ ]; S _ :ii E L I G I O S A S

(2)

197.5. 1:,·,rr:i ~>,,A, t;.{... 1·,,,"r, L~• ..,J ·u,:·,·., 1,,,)-.,..J,, ª ~ ...:....:'-'·!_' ,,..·,·r···1eo" ._.J.. ~~"-A.o cor.,o --~,..;nc·i·-,.,,J f'o n e ~.J. ~:::-..:-..i... ~ .J., - _!..\} .i.v- t ... -, '~ .•.. 1e1"'""'U"'''~+,., J \,;1,,,,..·- ~Vl,...l u::.:r,.

complementado com material con s e gu l.do 1 ••

1

'

/

-f- ...,._,._ !. '"'°1 ..;..1,;.,.,, ~1 C0Ii':. O I '

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; .

.:.:1e suo si.:-2.~~.ç S:10.

',._,,..,ô ;:{) C.•""'1"r·,..L..,-.r..(""l.·.r"'I., +•,-., .-.,.; :::) _,,._. ~,+ .. "'\r,.,.... r-, ' ~í"in":'!. O!") Y'lNl,"lltôd<" /

.•.. 1,_~·-· ,·, \.. - ""L,L..., ,_, V<'.\..L~ vl.c..J.. u ,_;..._ ;:,..._ e.o ;:..uCO~- v~ ._,. ..• o r.1.,;. lXJ.;:J .•. ~: llo,.~ co~kü1"· -.;.. '-'•.

:-1 ;..,... ... 1,__ ,.,.. . -1"' •• 1··., - C." e;. . ~--,1--i .r"'- e ..P,.. •

..cl. ._..:. ... !.. ••.... _1.,,.,·;::.; JO ... .i.·.,l~ »; l.._,.,.:...!..v.:.>,- .l.VJ. US'J..C;.o ::)ara cor.aul, t::-i, o Bole-

J...

u1!:l 11/12 8 14, G o . 1 ..i..J. . vro

! lr.r-;71 'j 1 4 ••

/

Voz-2;s,

:por isGo, tc.11to o. o:rtoe;rr~fiu ( I

corao s. sint.3..xe f o ram mcrrt í.ão s ,

s

(3)

11.A. :hundação NG.cional do Indio (PUH,H), ínstituid2. ::pela le±_ / n2 5371, de 5 ô.e ô.ez embr'o de 1967, que fundiu os arrt.í.go s Serviço de

?roteçiio ao e Inà.ios

(s.:r.I .. ),

Conselho Nacional de :froteção aos In- ô.íos (

e

.N .P .I.) e o l:arg_ue 1;;-3.cional do Xingu, foi cr-í.aô a pana unifi

C8.r os Órgãos

incumbid.os d.e dar

execução à

política indigenista do/

Govêrno. É a sntid.ade encarregada de tutelar o indio, gerir seu :P!â tri~Ônio, ;.r8star-lhe assistência medico-sanitária e educacional,/

enfim zelar de todas as for.m.2.s p e Lo e interêsses do indio, exer-cenda

1

:far::1 Laco 8-té o roier de :polícia." ( SUTYS.rlüA, o indi<ll brasileiro) O

novo

crgê:o assi.n1 criado, tendo com.o

seu

:presidente

o

Dr. / .~ueircz Campo e , passou a sofrer reestruturações de vári:i"i.S ordens. / Havia UJ.l. consenso geral de 1ue, cemo orgão do govêrno responsável/

pela tutel8.. do indio e a}.Jlicudor da ::::·oli tica indigenist0,,

niio

pode-

ria continuar trab~lhando afastado das inúmeras missõ~s·religiosas '

~ue assistiam. ao :i.ndío, muitas delas em áreas não

controladas

pela

Funai.

A ideia de um simpósio surgiu portanto a

partírida

necessi- à..:e.de de se conhecer mais sÔbre o trabalho d.s.s referidas .:;íl.issões e / de exerc~r sÔbre elas um contràle maior quanto a aplica9ão da poli-

!

tica indigenista.

OI Sim.pÓsio Funai/MissÕes Religiosas, realizado na primeira quinzena de agosto ,lt

1969,

na Univ~rsidade de Brasil.ia:, tinha por e bj e t í. vo um r.n.tüor entrosamento entre as entidades que jr-e stavam as- sistência ao indígena. . A êle conpareceram representantes de vári~s '

!

.raissÕes religiosas, funcionários, indigenistas e antro;,Ólogos da Fu

112..i, entre e ace e o :i:rofessor Hey Land , Irofessor Oly.mpio Serra e o

Doutor Ro~ue de

Barros LQraia.

Par-a g_ue se a.lcançasee o objetivo do encontro foi :proposto / que os Llissi0nários rel3.tass0m seu tr2~balho na cczauná dad e em que /

-

'

/

atuavr~ aGsi:m cone suas ex:;;;,ect,;;.tiEs com relaçao e .:?unai. Assin, houve r·elatos de cada missionário trazendo sua exj.e r-í.enc í.a de vida

ju.."':to ao índio, os :;_:rübler::i.us quan+c

à

invasão de terras:, problemas

1

rel~tivos a ~ssistência eu ger~l, e & o~ir.iãc pe8so~l sÔbre o ser-

" viço que a Puna í. d.8veria r1~0st3.r ao te.

indio e a reissão csuecificamen ,- !

-

(4)

02

1-;o o.e co r-r-e r ô.o simrcsio forc.:m criG.uos gruros ~te trabalho pa- que fosseo discutidos os vários .2.si;ectos d.e dois grsi.nà.es tem.as, ra

assistência ao inélio ê }!,~trir;1Ônio in:1.itjena. ~sses gr-11·~,os J.everium

-

'

-

el3bor~..r sugeotocs iue seria1;1 encu...~inhadas as duas coaissoes cria- :1.:.s - Cc:...;.issão .'\.ssist0ncial e Com.is são d e ;i .. ssunto s l a.trimoniais, / I

, , "" I

c0!!:post::.s d.e misoion3,rios e :-:ntro1-,ologos. ;i;ss::-1.s cozrí s so e s se en-. .1

r..i , ,~ -

c,:..rreg.r,.ri:.:.rn. d.&. e Labo raç ao dos reL.ttorios sobre ac ccnc l.uao e s do Si.:ii

'

.

1-'0SJ..O.

naz 3~0SÍÇO;:;S

a.e . .

, ~

rr.a asa.onar-a o G c0r~10 nas discussões em/

r::r,,,-:o -fo·r~,,. ::-,,·,o-,+-·,,':-,s ·v!;..,..;."~ r~.,..1.,'":''"' n o -i:-r~1b:"'l1-1"' (~,.,,-,~,,01v~..;,~o 0~61"' /1

O v .. J::" - - •..• ~ """,!/ J.t1..V,,...,..\...- .,..,,,.J..-i,i.,~ (.., J..L.,.>,..:) - l.:- ~, ~.i.-L ~ .,.e.._..__\•"-•"' J-.-).. l..J~ -

- - /

.:..:'w1.c,i, e oudo a :r..ao-c.G.:.:.i::..!.'C~~ç2,o d e terras o j.orrt o lll;.1.is irc..:portante.

a Funai ainda n&c hr:.vi.:i. cll2.;.~à.o e nora tinha conheo í.merrtc fü.:., exa+a Lo c2.lizaç~o e.as c.,ldeias. V '"'01-.t -·o +~''v J... 1'~0 suae / V..,:R.

terrc::,s inv8.c.ic.::,,,s se.n cue to!Il.asse :;:rovic1ên- eia s.Lguna ,

J.t po s í.ç ao

orgão

ad:ministrati-

vo ;ue ests-wa tentandc reestruturar-se 0 corrigir as falhas dopas-

- - /

E~do. }ara isso ~edis~ colaboraçao das missoes relisiosas. For outro l~.do , 2.SSUJ.1118. . a })O 81 Ç . - ::'.O d e org~o de governo aluem conpetia / - ~ I aplicc:,r /;, 1-1oli ticz inà.igenista e :!..;,ara isso exit~·i:::, das :m.issões que / trabalhassom de acc r do com. as no rraae di t2.clas po n e l.a , Fu.nai.

Uma d.essas no.rmca - 11re s:çiei to a r,essoa do Lnd.í,o é às sune ins ti tuiçÕes trib;:ds11 - foi foco ele ~.iscussÕes :10 ser Levan tudo o pro- bl3ma ds catequese. Quase ~ue a unaniNid~de de missionários frese~

t e s - c2-.tÓlicos e }.:-rotest1J.llt0s ê.efendia a catequese

dor::;,@ "um

di-/

r-e í to ~;,,1.e tod.as as pessoas têm de conhecer Deus. 0 Outr.0s

.

üOUCOS ~ se :pronunciara11 d ef'encendc um trabalho primordialmente assistencial e

2- religião como uma o::pç;o :p:.:_ra os c011sid.erB.dos acul, turados.

Já a/

~;,o sição da J:.i'un3,i e ra deixar cl2,ro que ne.o aj.z-o vava é', catequese ~i?or consiê.ará-la um. dos fe.tores maã s perigosos de desa.gre;:;ação tribal.

Alguns missionários levwt:?.ra.m. o _problema à.e que 'a mera intr.Q_

dução de objetos de fe~ro num r;ru:po em :fá.se de atração,!

funciona

va como elem8nto perturb~dor ia estabiliiade de suas instituições/

tribais.

:i:;ntretü.nto, a.1,0~:::!.r das discussões ac~üoradas, os I participan-

(5)

tes

nco

chegaram a um 1enominrr1cr comum quanto ao significado de

11 integração 11• As diiscussões ficara::n. um pouco a ni ve L d~ acusações mutuas sÔbre métodos ~rejuãiciais usados por o.mbas as instituições no trabalho de inti grar o índio

à

sociedade brasileir.:. .•

O ladre A.ngelo Ver..tu.r<2lli, delegado-geral dn. Orden d o s SalesiQ:

nos, apr-e serrtcu tese, 4-ue se transfomou em conclusão, ~e qu.e n a.eve s,r feita uraa gradativa red~finição dos costura.es de cad~

tribo", /

aléLl de ~centuar que nintegrsr não si6nifica igualar u cultura tri-

'

bal

à

cultura da scciedad.e r0gicnal, sendo necessário re!:llizar, an- tes, Ulla articul~çao do nível economico. Quanto aos pry:;r,ra.m.as que

-

" / !

visem a integraçae e ccnom í.ca do Lnd í,o e essencial que se lsve em

/

- - I

consid.eraçao a diferença de concepçao exist~nte entre o índio e o;

1

branco. 11 ( J}3 )

- / -

As oonc'Luao e s de I Sir.i.7;.:osio Funazi :..rissoes Reli6iosas, encam.i-

1

nhad ae po a't ez-Lo rraen t e co fii:inistério do In tcrior, for~-u;i bàsicamente as seguintes:-

no i t·3D fic,:,u c1eciC:.idc que a Puna.í , conjunta6.ente com as

m.issõcs rslir.::iosas, deveria jr-omo ve.r o Levan'taraenuo :progressi

ve /

!

do quc-.dro sanitário das },opulaçÕes i.nd.i.;en~s. As um.âac e s assis- tenciais deveriam ser dot,"J.das c?_e enferm.t:'..rio..s eo'l.abo r-anéo a Funai, f í.nance Lr-a •. asn te, com a s .missões se:21 recursos. Sugeriu-se a obrí- g~toriedude da

i.rr:.u..~ização

dos indig:n~s contra ~s

doençGs

infecto conte.6ios.as.

quan'bo

2.

ecluo.::içâo, u.ía,;:. :!.as con c.Luscc e foi de qu e a e sco Lha das ma tériD.s do curricu.lo e seu -:..esenvclvi.mento deveriam. sGr o r-í.en+aôas r,,el:i.S n e ce s sá.dade s ccncz-e+as d.vs gn1ros ou individuos. Os rrcgr_:1 a~s e sco.Lar-e s

1

l e van t :~~~·:n +o tecni- orient&(l.o pela l!'una.i.

e

item 7 concluso2s 'la/

- l b2... :_j r:tc: .. i "-{ ;o e C]_:e c1c.. mcn 'l i;r; . e ... :! suu ..:...l.. e 1·t rn t uz-a o r'a , 1 '' a1;0r1l11c .. ' '''! :~s :POS81:.. .

veis re;ztriç.Õ0s indi:·;011:,s de cunho :ui tual ou r::,.crc.;.l ~ referent>:}s ao

st::1.t-i:_s d c s futuros lei tor--::s, as ' i p~ir

t.

1 cu a=. 1 ,,

.•

J'.'.Íêi.2.des , ã í.go , I~c •. r"'Giculo..res si tu2..:;ê'.es d e contacto e

à.

ne oe ssrí da-, de dG intro1uzir novos h{citos culturais, as~ecial~erite nos scto- 1

(6)

04

1-1. Sonissao d.:!) Assuntos l 2.trir::.oniais Cl.eClG.1U:, ~ ...• ~ 7

aros ~ o ex8.fle da

~\: • .rJ.c..i, e cue as .;::J.issÕ2s rs1.igios:3.s d.everiu.1"':l. trab,üi1ar conju..""lt~.:mente con a :J'un:1i pcz'a evi t&r o 3.,5rav2,monto ~asses :problemas num futuro /

r -- , ~ ' 1 t'

froxii:w. .1-e.ra isso, os n1ssionar1.os aever12..ill. env1:}.r a FunP~l. re_a, .Q.

rios reriÓdícos -sÔbre e, si tuca.çÕ.o dos gru:ros em sua área. d e atuação.

J~sses rel.:1tÓrios tiMn.o. tam.bé.r:1 o objetivo é.e con t ro Lar' a ação das raferiuas nissões. V8reuos que, na rew.1iao de

1973, ~

ac;o con

- -

e.o e d í, versos itens deb2.tiã.o s ê3:U.r8,llte o se~iinário.

-,T , 1J ...,

t

No ::;;·erica.o ú.8 empo cornpr'e end í.do entre o :primeiro e o segundo encontro oficial entre os missionários e o Órgão do govfrno, Euito pouco se fêz cm ter$os de trab~lhc conjunto. As verb~s recebid~s /

?€.ln Fundo.ção semrre foram insuficientes I,3,ra d.es2nvol ver em seu to

~ ,.

.

a.o seus ;r@frios1rograr:J.as.

Na 6estão do presidente Bandeira de 1'.:ello, alzuma co I aa foi fei te. nos setores de aaúd s e educaç ao ,

-

•• ( ver s.nexo o relatório dos

/

quc+ro anos d e sua c.fu::.inist.L~ação)

No que diz r0s1eito ao s :r;rograuas ecu.cacíonais, foi introdu- zido 0r.1 :~J.gu.mas ár-ea s o ensino bilingue, através de convênio firma- do cora. o Su.r.íl!íl.er InstitutG of Linguistics. Até o f i.nul de 1972, o / ensino bilingue estava s2ndo aplicado nas áreas da 4~, 5~, 6~ e 7~

1

Delega~ias .:1egionú.iS e no hirq_ue Inclit_~ena do Ari:puanã.

'.';.uanto ao currículo ~scolar não se verificou o cuapr-ãznerrtc a.as sugestões

do

sira;::Óslho.

A

educação escolc.r continuou sendo uniforme par-a tcdo.s as ar cae , n ... s moldes do currículo e aco l.ar- nac Lcna.l, insti trucá.ons.Lí.zado •. CoDo vereKos adiante, essa preocupação com um curri

'

culo adaptado às necessidades de cada grupo tribal, voita como pro- 1·0 sição no seminário de 197 3.

A J!unai fez um Levantramerrto e c3.dastramem.to de todas as :m.is- sõ~s religiosas 5.3.S, por fo.l ta de ~:sriu pess@al, viu..-,se iq:ossi- bilit~d~ de fiscalizá-las. Os

. .

, ~

ciss1onar1os, per sua vez, rar2.Den-

t e enva.avara os . re.i..:1 , t'. oz-a c s exigia.e s pe . ·~ 1 F '.?.. runua.çao • ,CJ ~ Iss~ contribuiu

..

I;.:l.ra cue 0 t::-abalho él.:rn duas entidades continuasse dissociado. Ape-

e~ conjunto, nota i

n~s no sGtor de s~Ú<le verificou-se ~lg::i..mu ~tu2ç~c

(7)

dar;;;.ente os progrrun2.s de vacin:;;,çÕ e s e de controle da tuberculose.

Esses qua t.ro

tica indigenista. O :oodêlo de 6.ese11volYi1UGnt0 ecor..onico s.dot::i.do pe lo t:;ovêrno brasileiro iri2.. se refletir nas d í.: .. ~etrizes dn poli tica / ind.ic::/~L.ist2.. Co11 a criação c";o }:lano de I11tl3gr3.ç:ão "i'1acional (:i?Il'T), eza ju:n.ho e.e 1970, vis::.:r..do r:-±inciralmcn te a co Lon í.aaç ao

40.

Am.azonia, a poli tice, inJ.i;:.nds't;a f·::;LSSOU a ser ori2n.t8.da em ccnforaid8.de com / s.s d.iretriz13 s do Pll.

N2. varfü:cle, cora a in-'1i0nsificação dessa :;:olitica expansionista .flli.1.d.ir.:.'\:.0..-so os inter,3SS8'S d.o govêrno nacional e dr.,s 2.ut9rid.ades re- .~;ionui s , 1):-.x,a. :1.s c1 uai s o Lnô i e s '.:u,11 r-e rc:;;,re aen rcu v.I:J. H Gr(;·0 ' c i.Lhe" ao

- 1 · ., '~. d T,\.,,~ ' t ~ 1-. ~ ~ '

-:.:..e(,, cu "tUl''s, tt lJ0..1-1 m ca ·3. .r l,U.~21 e 01111.en ::e .. e. no se11~L.1n.o e e .,L..ev2.r o /

o ~ 0• - o ~ o d o li o ' '] .L / 1

i:.2-'.1io ~ ·· o o.i.xa r e e sor 1n, a o

-

o .;1c..1s r2:J,: l.{·_affi·G11uG »o ssi -~

ve •

indio com os intBrGsseE~ de O.';;f.:·c:nvol vi:;,.Jnto ~:wiornü11, c-;.eix2. bae+an-.

t

1 ,. . "] . , . - . -

e e nro ~~ue a 1ror.r1a .i:tmai e uma corrtz-ao.a ç ao ,

in-

-r -"' " b . , - . h d .::, 1 .

8}:,r :..i.n.(..l.ll(1.0 , ar ,.:ts"t::.:.1c.o c.:u.2.J.. aque r o at acu.t os no cauan o o ue s envo v1.

rrerrtc ; 3, d.e e .... --.tro Lad o , J.S ne ce e s Lâad e s de· indio, que não :9ode ser

. l . t . f " - _,_ t .:i • - 'b .

va o en1,058n .e 1,r:::ms o rmaac , n12 .• G -18V8 1,2r suas rc.v.içoas,, acua há 1.- tos, suas cr-cnçc.s e seu ia.odo- ,:le vida ;;-r,:?::::,~r~,,.-",,elos enq_ll.:.,.n~c d.êles :r;-ro.

cisar ~ç:ars:. so br'e v.i ver. A PGNAI

é

o int,.::r.m..:i:3.in.rio, o traço ele união errtz-e :lu8.s cultur:::.s d-a interissBs cua.se s.;;:r:--:-:re ho s ~

-

t.á a , a elo índio e a cl;-; civilizado. Neva com.-;.::ceensão . d:~ FtTfi'AI sÔbre 2. ~ ur-o ble:mática in

se apr-e cear' a: ex8cu.ção dos :r;l~os de ele senvo L vize.;nto é\.0.s comum.õ ad e s ind.igen2_s

de

forma 2. que

. d. ~ . - "., t "' t ' 1 t

o in 10 Qeixe ~e ser aquc~e suyos o o~s acuo, ~ara ornsr-se, de/

fato, lID.. Y3rd.,.,d.eiro fautor de d.e senvo L ví.nerrt.o nuc í.onaâ , Cc..~fELCi tado a enfrentr..r, melhor do q_ue nín61 . .ufn. no seu hn.bit::;..t, os desafios da / vida conte..:i1r,orâne2.. A trl!;L-lo, !~·ort2.nto, nâ:c

á

tudo.

ºj

i..:1portar..te

' - t' 1 . -1- ~ 1 . t +. 1· '1 b ~ :;;i ~

e u.SSlS 1- o, lUSv::r.'UJ..- o, a.no :!'.'~.er..ua J.ZGi.- O, U :.,.na.onc-,n~O o.e vez a idéia c,~;_e o con.ce be co.ao un ser ·5.otz,,.d.o de caractí3rÍsticas biolÓgi-

(8)

06

cae , =çsÍq_uic.-1s e cul tt..rais Lnd e ae j áveis, que cuaj.r e rr.ud0..r. De verao s an t e s r.ce í tÚ-los coao :-;-ovos d í.f'e.r errt e s , co'Lo cudo s

à

nossa frente por u.a ca~richo d~ história e ~~e devem continuar a sua nurcha lado da nossa :~tá que 1-osSc.w.:100 e:icet.:::.r j1.mtos uma mesma camânnada , evi-/

t$..1."ldo-se as sám a :,:ossioilids.d.e de criaçã0 de q_uistos étnicos, com.-/

:;;letame:nte estran...1los

à

tradiç;o cultural do nosso :r:aís. 0'

..:. or ou't ro lado, a Ig:-ce ja Cc·.tÓlica -~ae.bám. vá nha sofre;:ido modi- -~·ic,.:çoes. O I-lano

-

.1. astoral d e Oon jun'tc , ad.o t ado 1-·elo Con se Lho

Ea-/

c í.o nu.L d_os :Sis;os d.o :::3rasil ( CNFó) no Concilio 7~tic[Ulo II, era 1966, tir.w.1.a come objetivo pro?orcior,..::;..r

à

Igre jc~ "novo iinw.:i.ismo, novas es trutu.r::.s, novas r~ossi bilio.2-d.es de aç}ã.011• Os dois encontros de estu-

1

ê:.o e

cem a ·3lr.:.bor;-:;.;;ão de una no va :;,oli tic1;., Lnd í.gen í s t a par-a ás ;·.:isso\3s.

O III :i:acont.ro de E:ctud.os zÔbre 1:asto:~ui Indigana, ~.r.. 1972, teve co

!1:.0 r8su.l t~1..dc P, crié1.gào do Conselho Indi8cnista 1'.íissim1ário

(ena),

,

- .. ·- .

/. :

. /

01\;r.w r0:;,r0senta.n.'till3 d.as L11.ssoes eJJ.;. ae surrto e Juridiccs e r1~l::;.c1.ona- .!l1.ento cem :J. :B\;:n::,.i e: cu tros orgeo s .;ov8rne:..:nentnis, rs::.-is:j_osc s ou cien_

tÍficos. A ::>ricntr;,,,};;:O d.e todo o trabJ.1ho ãe evange Lí.z aç ão do indio brc.silGiro i,8.Eiscu a Str

,.::.e~

resJ ons2bilidê:c.e d e e ee no vo orcao

-

criado.

CÍ3U:.::.d.e A.n.tb.roros 8 ;3.Jcr,;;t.{rio-Geral â o OII.íI, en e .. bril

fce

1973, r:J.OS

•'''i,;'1 o âe ""'U" 'r .~OS''i'~~- IlÍ;:-""'ÍO'":Í.riOS Q·"" -1·ra-hp·•.:.•;·, inrlit11":.m'·0n+e O,.. in

••.••..•• ,.., ,:.,) ). i,.., wv -~... ..l.l O o.., ,.:.a I i;.) W .LJ., ._,, v C, lJ ~ •.••.•.•.. .1... -""'.. .~$ r ?-v ,J t,"0

d í,o s , j_:ro curando C~".t•.S<:.n::.izÚ-lo s :::. to ão custo.

r11-. fiT-.,T ~

Uv './..L.J._' t:! f2i t~ ~-150.cs.. 1:·c:.:~ 2tc.1i~Vs, ~:~:1re .. q~~G os

q_:...e vao

-

,.-..u·1 '}''fl c~1:, n S1'!< S0-0 r~,~,...; "r.'~-11c1· '~

- }:-' ~ V -i. -... VL~ - - V ,.i,. V -, ,_., • • "' Todos os wissicnlrios oue tr~b~ina:~

j t=J.1 to -.-•VO :->'H'' Lnd í.o .t..,..L,;,. s ter. ,1., J.."'1. f'or,,'<"],·,,o an ..i..,;L._~':;,Y - .. ~ .!. trrooc.l.ózí ca ~:, ,, - J::' " 6 ,.,,t ._ ~!.. Lrrt cno ao d V,1. ':f'C.•. •••• n <.,_ ...-:oc .• U

~-~.=.

,:>~1~,

de ~ -' ..-1..__, ••...•.. - 1, -i'l llr '' 1,).v CI .::, ' e ')t·• v.i...1. o te.nr e, ocn.i:: .. o

1

ele ci0ncia. 11

v e s ,

~.: .. .:1 ·~~1 e i a- s e cue

~-

.::t .:.'i.l ~1 S8..0

o c uo.L os seus :w.o!:..lbros 2:f,-tu.::r::..~i82:il 1)estn~3.os a!ltropolÓ.,.:;icos e lingu.is-

O corivena.o e e ,.;:::,.ua e ca a que "' . ~ 1, l . 1f OG ma . e s i.onar-a o c 21.n-, , . ' /

(9)

•' I

Governo,/

ori-2:nts..da. :':-'or um Diretóri'o :ç.ró:prio ,/

, '""' ~ '

.:iue ee ra anc.Ld aado e f~1.rov.::-,do ;i,üa J?u!l::Ü1.~.:ao tt; rror: o r-ao a. l-'TJtAI a de :1c~1·c.:1.ção ~10 reservas e fisc:?.lizaJ'.'20 a entrada de :; e e soa.s nos terri-

+-' . . - .,. f .. l . .

vOJ'.'lOS ir.ctJ...S:3ll8.S7 ar ao 08 cursos e.e a.noi.gcna sr.o 2inistr;:1e.o s

pela/

- oe rc.o - o rueriac o e e ~ d ,

-oc' "

? i o.o p·:::.6ar;.:.-en o

t

r ea .•. 1za o 1 . d ae s f unca.or ar-i . , . o s ••• no me seio ni ve L e lo cal n; :prt~r,nro.ruo coo:ç,erati vas , vâ sando :.:i..d.cin.i.strar·

-

~

,

a :;.roduçao e comercializaçao d e j r-oô u+o s indigenas de toda na'tur eza , co Lo cs.ndo os :proà.utos n as 1:ir:2çc.s, :;11tr•?g:::u1d.o o lucro dii8t~onte ao ü:iio ou efetuando ccnpz-as que :..:·, comun í.daô e iniigena necessite. /

" . d . . ' . f . b l' " . ...:. . .

·~uerem, ~:.111 a, os ~:t1.ss1onc.r1os az.e r ""Gra ,: nos o.e c:traçao e rr1m.e1.- ro con tric to cera gru::. os indi;_;en,::,s ain:i::.1. isolr.:dos, forJteccndo seu };le_ê.

.,

/

so:.:.l, cem 11 recursos .fin,..m.c8ircs e tG cnico s ds Tu.e; à.It' . O convenio

- - /

me l.ho r , retific.:::-.ndo, "a :paralisa~;ao do sist~r..1a de comJrcializaça.o do artesanato ii:.digen:i. u.sndo atua.lm.en.te :pel::1.s missÕ2s, rri..2 eando a /

- d .L - • .s.. t ' - . .

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veno e r os :pro 1.11,os «a r e can.en .e as .i o j ae Ar a.n ia, per en cen e s a ,

?G~·iAI, e ests f2.rá o :;a;sao.Bnto, no ato de compr a , _;. ara que. o Lnd í.o

b

t '

d - T

re C.;'; a , a rave s os :pn.a.re s , o c i.nne a ro , imGdiat~ente". ( JI3) / 60:m.o vere .• co s nu í.s ad i.arrbe , 6rru1de ;arte d.essas sugestÕGs da /

,., ,., I

!fi:issn.o Anchã.e ta f'o ran tr2.nsformad2.s 01-:. 1ropo siço GS, extensivas a 1

te~as as ~issÕ8s r0li0ios~s, no s0~inário realizado e~ ~ove~bro do

rte sm.o ~"lo • . i.!, ' .., sur;,,ree11cl..0ntomante, foi d e um re1~rcs0utante da Ji:is-/

- ' 1 . t d I . ..L.. . l

t ; /t. '

aao ... m c 11C; a, .l:'~,· r-e · a sa , que 3;ar m r am as naa s va o cn as cri a cas a

- - /

:poli t i.ca e xe cutrad.a j.e Ln ir..sti tu.iça.o oficial, du run t e 2, realiza.çao do se~inirio de n~vembro.

(10)

o~

no I Ser.ünário TCHAI/l::IissÕ,Js Religiosas, r0alizad. de

5

a

9 /

do .iovenbrc , no Tlinistério do Interior, r:,or convocação

da

Fundação.:

?í'.}.cionsl do Indio, teve :;:or finalidade :')recÍ:p -··cõ"i'lsolida.r· e e atrabe lecer bases .:ilais concretas e o bj eti vas para as :).ti vi d ades desenvol- vidas p e La entifü:..de oficüü e ;:elas org2.nizaçÕ2s religiosss e cien-

. "~· . t . d. . -l- .•• t - - +· ' /

1;111.cns jun o ac s a n a o s , com va s tias a sua a.n egrnçao grp,c.L:.i.,1. va a comun í.dad e n-acá ona'l , conforme a pc Lá tica ind.igBnista brasileira,

f'unô anen t ada na. oonvcnçiio 107, de Genebri:t •.

A 2.·bertur2.. ô e estr2.das de i:·enGtrac~o buacunâo 2. efetiva OCUJ?.§:

r /

"' - 1 . . d t ' " ·t' . . al

ç ao e c.c senvo vimcni:;o e 0:,:. sn sc s are~.;.s e o terr1 o ra c i:J.2.CJ..onê-1 , es-

"""" rv ' ;

aac agro-industrial, e1:: cxe cuçao p e.Lo Governo e relo

povo,

o.traves dc z ü:ce1..ti vos fiscais

in.terG2oe rú.olicc 1,010 })roolem·::.. iorJ inê!.ios, GJ,: él.if,:;,re::.1t,3s astágios d2 ccnt<1to co.n a cj_vilize.çao, 0 cu jn.s te:::ras fattl.m.ent(:) serso ale~

Dando Ctl.!il:r,:i"ir.~snto ao s d Lsj;o si ti vos le g::üs que 3. in1q-'ci tui:r-rm.1,.

~, todos os ,

3stadDc e Te~ritorics em aua

:

-

-

va vezi :-·~ ;·,t1.l2..çoes ou niio r-o _._ r oua.i.ecue •.•• .,1,,, r' en tic1e,-

.. '.'\ -:

.

.,

aos Qe~ic~Q~S ao GS GUC'~O, .J " le dife-

Usi .L;.i2lhor conhe c Lznen to e.o trc.ba.lho das L!.issÕ2s r-sligiose.s, /

lo :'S:O s sobre rls:. cul. .1w.rP-. irnligen2. e os I:1GuOClCS , ..$.. •.• e e .••• aç~io ~ "' ..

::!'.'8E c?.csenvolv-id.os; e.s reivindicaç:Ões ô.o s :próprios índios quurrto

à/

i·o~-;se d e euae torras e g2.r,:mtio.. d e aeu s 3..iroi tos, il1clusi,ve o de rar tici:p~.r ô a ec c í.edaô.e brasileira 'i?hl ígual::l.·,Jie de condições e p_portu- ná d ad e e , contribuindo, aasán , ~ara o o 'bj eti vo cornnn do :lepenvol vi-/

uento; e, ::;-or outro lado, i.:---. orient8..ç2.o e o rit.ril.o in~rí!Jlidos relo / ,.., " - 1 ~ .,. . - -J 1

v •• o ve rrio ao .1: c..no o.e .Lll't"ú~;r2.çao .--.aciona demoDstraraI:J. a necessi-

à.a ele de :promoção de ua cnccntro, no que.L esses temc. .. e fossem debati- dos e se traçassem diretrizes par~ dirimir controvérsiQs, reàuzi-las e estabelecer linhas co~uns tle ativi~~~e. u ( Boletim Informativo :.:.ru •. naã , Ano II, n!28, III Triue.stre/73 )

À abertura d o s tre.'balhos coB.parecer~ repres0ntant3s à.e 42 d.í, ferentes aissões religios2s, católic~s e evangélic~o, que atu&..m j~

(11)

to ao e índios brasileiros, antroI;Ólo8o e , flli'1cionáríos credenciados e membr'o s ô.o Conselho Inc.igenista ó.ia Fu.i.'le.i e do Conselho: Ir..digenis-

. -

•.. ~

.

, ~

"Ca .i.Ul.Ss1.onar10.

O rerí.od.o de~ manha foi ocupado com :palestras de e sj.e c í.a.Lí.a't ae

'

da ?unai o.e. cada setor a..1:resentado e :posterior debate em :9lenário / com. o ccnf'cr-encâ.s+a , As t2.rd.es foram o cu'oaâas com discuhsões em / gr-uj o s , previamente organiza.dos pela direç.ão da Funai, f6r:o::ados por seus f'unc í.cnáztl.ea , indigenistas G missionários, que elaberaram :pro-

~osíçees levadas a V$iação final e~ plenário no ultino d~a do semi- ,

.

nar:::..o.

Os tenas levados aos grupos de estud~~ e debates foram aesim di ví.dã do s

s

SAÚDE: 5/11

I-Froblem~s de Saúde nus Ooml..L~idaies Indígenas:

It1ed.icina :trev1:nti Vii'. e Curativa.

Atendí.l!lento ~:Iosr,i talar Sducação Sai.~itâria 1;Ied.i CaIJ1C?.1 tos

II- Ati ví.d nô e s d3.s }[.is sões em cor:sonância com a filo sofia da :ir'~El.ú.I no sGtor de Saúd e ,

- 1

III- Infra-Estrutura e condiçoes para .melhoria l)pera cional nas Comunidad8s Indígenas.

I- Ativid2des }rodutivas:

De subsist-i1:.ci:1 ( incli vidual e cpleti va) II- Come~cializa9;0 e es~oa:nento da pr@dução indige

na.

III- Mão-de-Obra

1na.1:_;zmr.: ..

. -

;

EDUCAÇÃO: 1fl1

I- :3nsi:i.o 3ilingu.e - Alfabetizti,ção como instri..inen- to aculv~r2.tivo.

II- Corpo Do cen t e - selsçêo, instru-:;;:io e c::.q,::2..cid.ade

i:rofission2.l.

8/ll

I- "Res1:;._::-i to as 8Ul tu:.7,:.s e insti tui,,".Õ·2s só c í.a í.s indi

(12)

10

II- ~tivi~sdes

s6cio-recr~ativss.

~ -1 .,-,. ~ ' J r • / /- , • / ·• d d

.Li. - .:.u.::.1.a.cions_men-i;o · .... 1ssione.r1os1 .1.nc.:..1os; 0oc1.e :i es envo Lven t e s , vã sande 0.. i11t0,;raç2-o

db

indio •

• ;. ::;::1:•ir~eira e xpo s Lç ao esteve a e:=.rI,o J.o Dr. Al.do Clmos l!Iolinu,

h .... , .D. . ~ ., -· , d -r "") ', t ! t ..'1 •

e e:r o a:,::. ' 1. vi suo u e 0at1 e WJ. .l'.'Unai, ~y.e s~i~n ou. as cr-e acon e s •..1.1-

- ~ 1 . - . ~ . . . ,.. '

Iicula.:.:tdes cau sauae 1:0 a 121.s:;,crsao ~z;s.c:;_3.l aos

aric.a

o e , sua :tal'ta de resistência às en:fernid.ac'.es dos br-cnco e os Q1;.,,;'1ÍS en bra em con-/

!

t r; t ,Cr, r ~ • \ _..., 1 • r: ~ ,..._, ~ ::"I .,;i ~·· -. 1 ... ~ ;; ,1 ' '"' t"~ :-':> 4;- C' -. ' ~ ! 1 r-. h

e,, O ... , .• s 1.rn.1.,-lC .. NÇ Cvo "'-·-"' COLOl1-Za.., : ..• o , .. e L.vVc:t.S .. Nrt.:~.o Q..). .unazonaa ,

·-'~.··· o"o ,-,~ ,~t1·-:7~ ··'~0i:,c· i'lr. r.rn·;;o ·,.,::·,»:, "'lll~r·,;-:t'-r ç,,:;,_.es J):"Q_O_l 0rn.· '>S "' OS ___,_....__t· :i.;.,,., ~..v0 ..,_,., -..'-Á.-C.'-Ã."""1'.) ..,.._..) V 5,"-v ~1.,.c;,-C... - 1...:-- •.•. ., ...,.,1t.J~ •.••...•..• v t:.,... V

I !

/

' . ·t:" . . ' t n

va.cicn T,O CO.:J..11::l "::trio, VlSS,.i."10.Q :.:;, 811(.cr a s exi_sanc1.as cu) e 3 s.o.o nu ri- ' .. ' t' t'

ti V"G, ,-.~1i~1:.:!11.tr~r-ss ~12,s ~--ºT'V-lr-i:;;0·2s

-

2, oxj o aí.cuo do Dr-, 'i·,:olino.., o '.~ aê.r e Iasi, / j0sui t::. d.; i-~i;;:;s:o Anchieta, criticou dur-anen t e o r0l~·.tÓrio, clP~ssi-

)OÍ8

Citou o cu so e~.:;; una 'i2:1d.ia I ar-eo í.

e sela.

-; ') . + l 'lo ••.••.•..•• .••

aa ao nospiua, a Icz u~ aicio 2s ~izsoes no aezrt '.J d "" o r1,:-i .•.•.•• _ '1 ': '-•·• e ' '-"'"fl V-...,. e '-'_•::"_ c í,

tor:12.zs2,:·1 ~:·roviêtências an t e e q_' .. xe o c~so

! V9.SS8. 11 ( e s-1)

O lacre Iasi considerou ~i~da o

,.

visri.ndo r::. a.btcr ·u::r1 .c...~"::.ior <:111."l:iros&.r;.ento

. , .

e ern.n

s-.r

i o inoportuno, rois, /

/

entre e .. Fun~:!i s a;iliissões,

!

11 roc.ería â.0.r bons f ru t c s

. .

,, ~ ~ .

. .

'

S3 es~1vcss0m0s ainaa no inicio do gov2.r-/

no , .-, .. ,...r.. -r,,· ,. .. ri,~ .' i:, (" , .. :; ~... " ·tn ·.~5-~, ...

_,!.c;:..1-c, _.:.,t V;:;r~,3.,,.e e ULl.;.., -~.)ra.nG.e .1.11cogn1. ,,. 1 ... : .•. ~t

nos o que ,

n

vai ocor rer ~ ,, r-:,.,.,J,-.;r do ,··ro'x·-i .r: ....•. .J.. ,J.J.,. .i::' ..•.. ,.t...J.,

"ºº

ano " L,,.,,,a,..J. , J?OlS G~ DOVEt ter·

rutr,·, 1~C"''1 .-.::o come o co r-r-cu 0--1 1069 o uando ~" Puna í.

e sccnne ceu +o

V - "'"' .!:- h>- ':( (.h ' J.t.4 ; ...1,... • "~ .•...•. :.,t ' .. i t...v4..1.-..A. .._,1. .- ..•.•.• 1... ~ ..1. v _

do o tré:.b::.·.lho

c __

uo Ln í.c í.ano s'' e,u encorrt ro e1.nterior d.o s filissionários11•

( liSP )

~ r:1 t ,., "('",. .: .. , '

no

,J.. - -.:;;:...._ V ••.• .i. •• 'x -

do

General/

"Todos

(13)

"' 'r- ; ...••.

Gil sua 2--c;1.. •.. açno , 1,:;;..o e a aso o que int~:.!:'0ssD.. :iesorc... .i.Jevet'.WS ten,:;2,r, dura:i.::.e essa S8Ct;?.na, buoc~;.r un o.uaánno comum , :rois ape eap de uéto-/

elos e filosofias ô e trab .üho ~1if e rentes, e e tumo s Lí.darído em função

de um.e.

causa

comum: o

in6.io.11 ( QL, FS1? )

:fo segundo dia do Seminário~ o e conomâ.s üa Sergio J:ery Gome s , do Zie1-artam.ento de :l atri.Jnonio Ind.igena, GXpÔs 2. :poli trí ca econômi;ca

e o :::~ro:~;rarn.e, de clesenvolvin:ento comunitário r,ar;;;. grupos indígenas.

Discorreu sc br-e os 1rojetos aGI'G}~ecuários e.m execução e os e.§.

- "' 11 " 1 " .

t" ~

t'

1iuuos ;ara a c ra.eçao e e um mou e o e conoma co co.::n.}:2: 1 vel e ac.ap ave L

' ~ ·A ~ . - . . . b ·1 . t , -r t ~ 11k ' li

a rea.Li-...a.ae a nua gena s t.a rr~s1 eira, .:~ raves o a roca o.e now-now eri t r-e os tecnicos· e~it rlanej:.u.:.•:mto conun.í tário e e Leizen bo s que lidam clirGtawonto cera os índios, conco ce.Io re s das neceGsid.ad..0s sóciocult~

r:.:;,i s d a coraunã.dad e. 11 Anunciou. 1.i:;:t,~ :ç,ri.r:ieira tGntativ"a de impla.nta-/

~ À -

Ç::!.O do n;..oc.olo ~J.. reL5'i2.o habi t3.,d;;:, /81(.s ke..d.i\vt;;us, e111 7-'.íato Groi5so, e

af í ruou cr'1e 11 con e s ss, neva filosofia ele trqbalho 1'·retané!.eb10 s que

o

inà.i~, no f'u tu.ro , se enur .•. cipe, sendo necessário 1)a~e1 isso que tenha

- - ·1·.r.. - , . ~

naoi i~açao para o exarcicio ae atividade util n~ sociedade civil e r2vzoivel ccm})reensio e o e usos e co s tune s :5.cJ. so c á e d eâ e r.ac í.onaâ ..• so

ciec.,:1.d.0 ê_e corieuao , (~entro de Lw1 siste.:~.a. C<-iI-it::-,lis·t3.. como o no e so ;"

""'I - 7,.. ...

uar1.os .,:,:,.oro,1 r.:;. .feto, r&:;::res2nt~-1 .. n

t

e 110 Ccn e s Lho r~1a.cions..l de :.'esquisae. "Os pla-/

nos da J?ur..2.i, ::;;m algw1;:, locais, t:::nê~s.:12 a inõ.ivi:.:l.ualízar s. riqueza/

ind.i:-;ene, t.o rnando .:.1 vida ·ia comun í.áaâe corapc trí t.í.va , ~3, exennl.o ô.a / so ci,:::cl;\d.8 c::1:;·i ttl istJ.11 ( JB) , e o II sist,:::aa 0c0nofil:i cc ide~l pa.ra os /

0utros, o ri :_:u.::: z.as

( J'.J':·)

nc,e ~!:1t3.o e so...1..1c .. -, a - ar1os ••• ~

n, , .. , .._,u_ - : ..-, ~-· ,.J .. ,.. }~'v'~..L~v:..::b ,-e~ -..1'::: - -· Q_._)..i...;.;.. -P · r. -Í: .--, ; -.0 a ~ i. .••. r; ,- '-' ~;;-OV·..;.4-.1.10' ... ~ ,....,... ·1• i. vf.u.;~ .. ~- " - -,.,..-.,r-i J..~ •. Ç."I ·-~ - ·--L"l."".r:.J,.!..l~- ..:. ,..'l ::,- ,. ...••...• , .,..:>. !, ...,....

·-º~:,.

o ~,.... e Etv bs -t- a o o

·~

.t:. ~~o e í.ç ao

,:;ç_.,,,~,1-,,.f-~q , .,;

·-..:.~:~~A':f.~\ ....• v

cat6licos ~ind~ crQ de

(14)

12

r,:""'.l ~-~.·--t.. 10{,,.,,:it··;O '-"- ~ .

' .

.

, .

os 3..:::.i.ss10118.r1os,

-i ,'1 !, 1· O li { JT::,· \

_,.__,..._ ' \ .J /

I:-,si rc sscü tou -i .,, ri """"-;.~t. 1.· ..•. :. n (.) •. _ •.. ..-.:..-t:.,v s vi· - 1iai'"'·ta d~ Fun- i do CLa, f'e z uma

Q.GS ;artic'..4.l;;.r8s no interior l. ~ _J. "' c"li" J)·~. 1,,.j ••••• -1...., 1 ,:... s" ~ y:.1el"'r.1unta

cou (JE)

, .

111.\:::'lO

Olyrn.pio

no

/

terceiro di~ do encontro. :)iscorreu ê1e

sôore

o :r,ro::;rama de educa-

,....,_~ ::!,::;)~,.:,.\·..., 1"'\1-..:.~ '°"'C"" ,... '"i,,.l.-1~1_:.,-c.:: :1' C:J Q ç.L r ~"""' r1 ..J:.IA ~·,N

a.

~. ~O L~,....o~.1Yv v a.o.o nas ... O.C.1..111-·.,.u.~~0 J.Il0..1,g'--11,:..S ~ ,,~ urD.V8.:, o.a .L,-.., rJT,..-,/:í8.G e

1

,.'..oni toros ec1..u.ce:.cícrn:is bilin,:;v.:::3S e

:::0

Júoni to:·es agr-í co l.a's :ç,ara que o ;r.e assec_.;Urare. ' / /

·~ , 1

~,os Lnd í c s a subsistincia ·J "Gs.mbcu .. tnia fonte de renda, C]'U.e :;:er.mi ta

. t - ' . ' ~ · 1 . lél. .

as~~ ~rr ~~raçeo a socie~aue naciona e 1zua ·~ce ie c~ndiç~es com (BS}) Ccnsidaranã.o o snsino1 bilin-:-sue / c or;o 11 instru1.11e1r~o ô.e êefeso. cul tur.'.J.l :lo Lnd í.o " , o :.:rofeGsor Olyr.::pio Serre. falou so br-e cinco r::.•c., j e t o e ex\· 2:-il11t::ntais ~car2. educação bilin-

8.:.ií. estagios ad i.c .. n tadc e

una d2:;_n,s r-e surri.a-cae i.~a yerp;u.nta:

- e

cp;.c o irniio vai ler e:,:;_ sue .. J::rópria linf-ua? O ant:co11ó1oir:o res-

., 1 •••••

pond.eu c_;_-ct-a, aiaS se-:cem letr2.~os, os monitores bilingues tem. ensaia-

.:i , -1- • ., • , , - d - . e- " • - t I

e.o t;.J..{';UL1as a n a ca.a ul V3.S .Ll 'Gerar12.s, élt~.e vao aen o ::.~11.un.~1~.as en re 1

º ...

Lt V.l. '...._,OS Í ,. Ü'....t 'l 1.· O o .:) ' ,,J.- '' t.A1 ÇÀ,.I r·~·~, t ,..;.,....,... n do 0 0 .Jt,,.J i -•v- I r,..,.,.1· ZO :·· .i. .,., "'"e S CU' ..;..,,-:,,·, -i... V._(..._ v., i S ,;; O 1..L .:::., ·--ru ~10 tri b<::>l j~ u ..

O i&dre Iasi curapr-í.nerrtou o antropÓlo\c }ele.. sua exrosi;ão,

i

"

~::.s

r,os

u ;J e j:ror,ositos F .;_os texto~ escritos/

!

o baer-vou ,

' . , t d. f - t . '. .,_ ' "'l... ,._ 1 · I l

.t'.1nc.::. ou

vo

a a , 01 ei;. re;;u.o a ui.; :..n~ .•. 10 1;;.;:: cexuo oz.o a oo })are. o qua ele não esta11'& r,rGrarado. ·::or .J... ..L.: s co -v i· ",.::::,.70 •~U.. ... ce O :,.:::+1·d.o .'<,;, C", +ur-a /

0 .•• ) ~~ .J,....'\. \....1 • ..._ LT-,.Í.. Ul.,r',...).. I

(15)

o f Lin,;1.ü stics q_ue, r.eru·, o

o ·- ' co s tumaa e d.i.t

t

4- ..l. -t ~ 1 · -

· 2.r •.• eXt,OS oa o.r i.co s 1:a::ca f}Ua ovr.1nt~e ::.zaçsw.

O Sr. Oly;1r1~io f3crra 0x;;lico·:.:. ;i_:.J.G os ~o~:i.i tores bilingv.es, for-

~ . , . . ..:,• , t . ' . -1.

n,:;.~0s -::::n--c:i."e os rro;rios ariua.o s , e quem e sco.inem os oxr o s o.e inveres

nas :;.,ré:ti co e e õ.c inter,3.sse cc-:~cr-1~to e f'u.ic í.cna.l rar2 e Le s , 11 {JB)

e .,_ . . ' .

t ,_ . . . . 1 . + . b . - I

·l.<-vI'OS ~t.J..SSJ..Oll8..Tl~S CU O.LlCGS cri-cic-:trs:z. G.. ::..lSuTJ.. lll::.-:02.0 !lOS i

il1dios é,e 1:íi c en tr:.:: d o CL,i:I,

- 11 Corno vano s .:::.L::i.st:re,r ac s .ic'5..ics ensin::mentos bi-,Jlicos

..••• ---: ~ t

~ .,.,,. nHa .

k,-.s +ruç o e cu L t·1..1_r[.;.iS, en t r e os qua.í s e e Ln cLuari suas cr-enç aa e ni- tos trib~is." (JE)

ci ví.Lã z ad o s

que

:peêado.

11

(J:3)

Nesse terceiro iia de encontro ficou b~stante svi1onte as di-

" . --' , t . . ,, .

t ~, .

c:2 . .:.tn. vez _:_;2_1s ac en t,Uaii2. en r-e os J.:1:L;:-s1onarJ.os C3.. O..J.1

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(16)

1*.

}JGlo indio brasileiro cone ugo ra e too.os nós ,;i-c.ereriioa 1C.2lhorar 8.S /

vi::ie desses t;ru.:;;,os e não

-:::.eixar

q_ne se jan tratados co-

20 bichos em jurd.iffi. zoolócico pa:ca del-:ü te de turistas.

Queremos,

nossa ao c í.edad.e , :participando do nosso sistiaILn. e cononrí co , 3·ois,

de contrário,

vin-~ento não J.eixará, no futuro, um indio sequer vivo em seu h2.bi- /

"to.t.11 ( J:3 )

Ha2 reco.u.:.et.!.d . ..:1.-,;Õ .}S :fim::._is foram a:;;rovadas as scguil'i t,~ s :9ro:oo- sit.,,Õ e s :

( ver anexo )

Referências

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