• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.28 número9

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.28 número9"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

566

Objetivo: comparar a efi cácia e segurança da utilização do misoprostol sublingual versus vaginal na indução do parto a termo. Métodos: realizou-se um ensaio clínico controlado, randomizado e duplo-cego, no período de 1º. de junho de 2004 a 30 de março de 2005. Para atingir diferença mínima entre os grupos de 20%, erro alfa de 5% e um poder (1 - ß) de 80%, foram randomizadas 150 gestantes, das quais 75 receberam 25mcg de misoprostol sublingual e placebo vaginal a cada 6 horas e 75 receberam 25mcg de misoprostol vaginal e placebo sublingual a cada 6 horas. O desfecho primário avaliado foi freqüência de parto vaginal. A análise estatística utilizou o teste qui-quadrado de associação, teste exato de Fisher e de Mann-Whitney, calculando-se a razão de risco com intervalo de confi ança de 95%. Utilizou-se nível de signifi cância de 5%. Resultados: os grupos do misoprostol sublingual e vaginal foram similares e comparáveis. A proporção de

partos vaginais foi de 57,3% no grupo sublingual e 69,3% no grupo vaginal (RR = 1,2; IC9 5% = 0,8-1,8). A média de intervalo de tempo entre a indução e o parto foi de 18h e 48minutos no grupo sublingual (SL) e 18h e 15 minutos no grupo vaginal (V). Não houve diferença signifi cante na freqüência de partos vaginais após uma única dose de misoprostol, no número de gestantes que necessitaram de quatro doses de misoprostol, na freqüência de falha de indução, na necessidade de utilização de ocitocinan, na freqüência de taquissistolia, na presença de mecônio intraparto e nos resultados neonatais.

Conclusão: o misoprostol sublingual (25mcg a cada 6 horas) foi tão efi caz e seguro quanto à mesma dose do misoprostol vaginal para indução do parto.

PALAVRAS-CHAVE: Misoprostol; Trabalho de parto; Trabalho de parto induzido; prostaglandinas

Misoprostol sublingual versus vaginal para indução do parto

Sublingual versus vaginal misoprostol for induction of labor

Autor - Francisco Edson de Lucena Feitosa Orientador - Prof.Dr. Renato Passini Júnior

Tese de Doutorado apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, em 12 de dezembro de 2005.

Resumo de Tese

Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(9): 565-7.

Resumo de Tese

Objetivos: identifi car a problemática vivida em relação a imagem corporal de mulheres idosas que realizaram MRM sem reconstrução, como tratamento cirúrgico para o câncer de mama. Métodos: foi realizado estudo qualitativo, transversal e descritivo, com 11 mulheres de idade igual ou superior a 60 anos, no período de outubro de 2005 a maio de 2006, junto ao Centro de Mama do Hospital São Lucas da PUCRS. Os dados foram obtidos através de entrevista semi-estruturada, com dados sócio-demográfi cos, clínicos e três questões norteadoras: (1) como foi a descoberta e o tratamento do câncer de mama? (2) como você percebe e sente seu corpo depois da cirurgia? (3) como avalia seu próprio envelhecimento? Resultados: os resultados apontam para 4 categorias: (1) A Descoberta; (2) Relação com os Serviços de Saúde e Profi ssionais Médicos; (3) Perda da Mama (Subcategorias: Olhando e Sentindo o Próprio Corpo, O Corpo Desejado e O Olhar dos Outros Sobre

Meu Corpo) e (4) Próprio Envelhecimento. A descoberta da doença se mostrou um marco para a construção de uma nova identidade feminina e história de vida para as idosas. A desinformação quanto à doença e o medo ao tratamento, fazem com que protelem a busca por diagnóstico e tratamento adequado. Em relação à imagem corporal após a perda da mama, as idosas apresentaram sentimentos de inferioridade, sensação de abandono e difi culdades em lidar com situações que envolvam exposição do próprio corpo. O próprio envel-hecimento foi percebido como algo natural da vida, mas gerador de limitações e doenças. Conclusão: conclui-se que a perda da mama produz alterações abruptas na imagem corporal de mulheres idosas que realizam MRM sem reconstrução.

PALAVRAS-CHAVE: Câncer de mama; Imagem corporal; Envelhecimento

Câncer de mama: imagem corporal e envelhecimento feminino

Breast cancer: body image and female aging

Autora - Maria Elisa Uez

Orientador - Prof.Dr. Dr. Antonio Luiz Frassoni

Referências

Documentos relacionados

Objetivou-se com este estudo avaliar a qualidade de leite pasteurizado com inspeção estadual pela pesquisa de estafilococos coagulase positiva, sua

Embora não seja possível estabelecer relações lineares entre o investimento em I&D nas suas diferentes formas e o comportamento inovador e competitivo das empresas, nem

É preciso considerar que as instituições públicas e privadas, independente do nível de burocracia ou de modernidade nos procedimentos, são sistemas abertos que necessitam

Inserir mudanças administrativas voltadas para a gestão nem sempre é tarefa fácil, principalmente em órgãos públicos, como no caso da UFJF. Mas, quando a

Esta dissertação pretende explicar o processo de implementação da Diretoria de Pessoal (DIPE) na Superintendência Regional de Ensino de Ubá (SRE/Ubá) que conforme a

Podemos realçar algumas justificativas para a aplicabilidade do empreendedorismo à gestão escolar, tais como: as exigências das esferas públicas, bem como de toda a

O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de

Com a mudança de gestão da SRE Ubá em 2015, o presidente do CME de 2012 e também Analista Educacional foi nomeado Diretor Educacional da SRE Ubá e o projeto começou a ganhar