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Marketing Direto Mauricio23 03 2009

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Academic year: 2021

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_ DEFNIÇÕES:

“ Marketing direto é um conjunto de atividades integradas que busca realizar os objetivos de uma organização, a partir da identificação das necessidades dos clientes e do desenvolvimento de bens e serviços que possam satisfazê-las, utilizando-se de comunicação dirigida e de resposta direta para interagir com eles e informá-los quanto à disponibilidade e características desses bens e serviços, aguardando sua manifestação e, em função dela, utilizando-se de meios de distribuição como correios, empresas de delivery, telefone e internet (ou combinação destes), para fazer com que cheguem às suas mãos em

perfeito estado, no momento, local, níveis de preços, condições e formas de pagamento que melhor lhes convenham.” Edmundo Brandão Dantas.

Um sistema de marketing interativo que usa um ou mais meios de comunicação para obter uma resposta mensurável e/ou transação em qualquer local.

Plano de marketing total

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ABRANGÊNCIA DO MARKETING DIRETO

_ ATIVIDADE DE COMUNICAÇÃO:

• Não pode ser encarado como uma atividade isolada. • Deve ser orientado pelos objetivos empresariais.

• Estar em coerência com o plano de marketing central.

• Não pensar somente a curto prazo, e sim a médio e longo. _ ATIVIDADE DE DISTRIBUIÇÃO:

• Muitos autores ainda utilizam de forma equivocada o MKT direto = distribuição. • Comodidade para o cliente não precisar ir ao ponto de venda.

• Não devemos excluí-lo nem substituí-lo por completo.

APLICAÇÕES DO MAKETING DIRETO NO BUSINESS TO CONSUMER

_ Produtos e serviços destinados ao consumidor final.

_ Aumentar o conhecimento da marca e/ou produto ou serviço. _ Gerar leads qualificados.

_ Atrair novos clientes.

_ Gerar fluxos em lojas, feiras e eventos. _ Reter e fidelizar clientes.

_ Realizar serviços de pós-venda.

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APLICAÇOES NO BUSINESS TO BUSINESS

_ Negócios para negócios. _ Telefone.

_ Visitas etc.

_ As empresas de produtos empresariais lidam com menos compradores. _ O relacionamento entre fornecedor e cliente é mais próximo.

_ Os clientes empresariais estão mais concentrados geograficamente. _ É importante que o fornecedor conheça o consumidor do seu cliente.

OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE O MARKETING DIRETO

_ Interatividade.

_ Interatividade que também pode perder negócios. _ A cultura dificulta as ações.

_ As técnicas são imensuráveis.

_ Consegue vender e mensurar a distância.

_ Quando não utilizado com outras técnicas de MKT direto pode ser ineficiente. _ Deve ser trabalhado com outras técnicas de comunicação.

_ Informação inteligente: sobre o cliente e sobre o seu relacionamento com a organização.

_ Pode agregar valor em relação as condições em relação ao MIX de marketing. _ A personalização é característica ímpar e tão distante das organizações.

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OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE O MARKETING DIRETO

_ A avaliação é precisa.

_ Serve para relacionamentos duradouros entre empresas e clientes. _ Otimiza a produtividade de força de vendas.

_ Pode ser direcionado a vários públicos.

_ A desmassificação compromete grande parte dos negócios. _ Investir em clientes (CVC) é o ideal; e não investir em nichos. _ Suas ações são convenientes, práticas e rápidas.

_ Podem-se alcançar clientes potenciais, de acordo com o perfil desejado. _ Permite grande interação sobre os meios de comunicação.

_ Faz parte do grande segmento de marketing do momento: MKT – REL. _ Além da comunicação é também distribuirão.

_ Não existem milagres em relação ao MKT Direto.

_ Sua aplicabilidade pode alcançar vários públicos de interesse: business to consumer. _ Dentro das estratégias de comunicação, o MKT direto é uma das mais eficientes para a segmentação.

_ As relações e a informática: Listas: essenciais para um banco de dados. Data Base: Máxima segmentação. Diversas tecnologias. OBS: Tecnologia adequada e pessoas. _ O MKT direto possui várias meios de comunicação: cartas, mala direta, telemarketing. _ Redação do marketing direto: adequação maior com o público (linguagem e meios). _ O planejamento é fundamental.

_ Resultados: possibilidade de mensurar tudo.

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MALA DIRETA

_ É a propaganda enviada a determinado grupo de clientes atuais e/ou potenciais. _ Correio.

_ Pode ter vários formatos: simples carta, pacote com vários elementos (cartas, folhetos, amostras, CDs, DVDs etc.

MALA DIRETA COOPERADA ou CO-OP MAILING

_ São duas ou mais ofertas de anunciantes diferentes colocadas num mesmo envelope.

_ Custos divididos.

_ Para produtos e serviços que se complementam.

_ Vantagens: redução nos custos, associação de imagem.

_ Desvantagens: limitação do espaço, disputa pela atenção do cliente, poluição. Sendo assim, o cuidado é de não deixar um aparecer mais do que o outro. REDAÇÃO PARA A MALA DIRETA:

Seguindo o processo A I D A

A de ATENÇÃO – conquistar a Atenção do leitor/cliente-alvo.

• Envelope atraente, com texto e arte, ou apenas texto. O envelope deve conduzir o leitor ao título da Carta e aos primeiros parágrafos. Ilustrações, fotos, apresentar benefícios etc.

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• D de DESEJO – O Interesse deve produzir o Desejo do leitor pela sua oferta e levá-lo a tomar uma decisão.

• A de AÇÃO – O Desejo deve levar o cliente a uma Ação Itens que devemos levar em consideração:

1. ARTE – Beleza visual: • Ser atraente.

• Ter equilíbrio de cores e espaços. • Cores de acordo com o público. 2. ENVELOPE – Tem que ser aberto:

• Pode ser grande ou pequeno, ilustrado ou liso, branco ou colorido. • O formato, as ilustrações são fundamentais nessa fase.

• Cinco segundos para chamar a atenção.

• Coloque de forma objetiva tudo que possa ter valor para seu cliente. 3. TEXTO – Para quem?

• clientes atuais; a quem não conhece nem o produto nem a empresa; a quem já conhece a empresa mas não o produto; ? A quem usa o produto do

concorrente e você quer capturá-lo etc. • Segmente.

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Seja extremamente sensível ao se relacionar com o seu público: utilize palavras mágicas, mas cuidado com o exagero:sensacional, livre, promoção, você,

liquidação, revolucionário, lançando, poupar, dinheiro, amor, descobrir,

resultados, fácil, comprovado, feliz, benefícios, agora, vencer, ganhar, confiável, atraente, confortável, orgulhoso, saudável, seguro, certo, qualidade, segurança, divertido, valor, desejado, pessoas, maravilhoso, grátis, compromisso, melhor, marcante, respeito, etc.

Escreva o essencial e informativo: pense sobre as dúvidas e as coloque no texto Nuca deixe de responder perguntas; seja indagativo sempre – de acordo com o público, procurando a continuidade na leitura.

Seja objetivo em relação a oferta: preços, benefícios, promoções, relacionamento; o objetivo é etc.

Demonstre a facilidade de negociação: preço, garantia, entrega etc.

Resumindo:

• TÍTULO: O FOCO E A PRINCIPAL. O que chamará realmente a atenção do T. • PRIMEIRO PARÁGAFO: vantagens, diferenciais, e a chamada para o texto. • TEXTO: coloque-se no lugar do cliente; valorize-o; ele é o máximo.

• INCENTIVE-O A “VIAJAR”: o orgasmo dos benefícios.

• FECHAMENTO: diferencial, oportunidades, os pontos fortes e a abertura para novos negócios

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Escreva aquilo que o leitor que ler e não aquilo que o escritor quer escrever:

coloque-se no lugar do leitor; as pessoas normalmente estão interessadas nelas Mesmas; é importante dizer o que o produto ou serviço pode fazer por elas;

Isso pode representar: dinheiro, status, conforto, sexo, brinquedos, jogos etc; elas desejam ser aceitas, receber elogios, ter estilo, estar na moda ou atualizadas, ter autoridade e respeito.

4. CARTA – Tem que fazer o cliente comprar o produto imediatamente:

• Deve preencher um cupom, um pedido, ou através do telefone.

• Pode ter uma página ou duas, a cores ou sóbria, personalizada ou padronizada. • Seja informal e o mais natural possível, fale de forma pessoal, dirija-se diretamente ao leitor; use a palavra “você” e não “vocês”.

• Foque sempre a satisfação pessoal.

5. FOLHETO – Colorido ou preto e branco, tipo de papel, tipo de dobras.

• É o que fará a apresentação visual do produto.

• O Folheto não é uma repetição da Carta. A Carta vende, o Folheto exibe, demonstra.

6. CARTÃO DE PEDIDOS – Pode ser um cartão mesmo, parte da Carta ou do

Folheto.

• Objetivo e claro.

• O cliente deverá encontrar tudo o que fazer para a realização da compra, não precisando recorrer à leitura de outra parte da sua mala direta.

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7. IMAGENS – Os objetivos das imagens são:

• Fazer com que as palavras sejam lidas. • Ilustrar a proposta.

• Esclarecer o texto.

• Incentivar a resposta desejada.

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TELEMARKETING

_ “ A utilização planejada do telefone como forma de se obter lucro direto ou indireto através da satisfação do mercado consumidor de qualquer produto ou serviço”.

_ Grande crescimento.

_ Era caracterizado apenas para as grandes empresas. Agora é de alcance das pequenas e médias.

_

Aplicações do telemarketing:

1. Canal de Comunicação:

• Mídia de resposta para a elaboração de um cadastro de clientes (mailling list). • Prestação de serviços de divulgação, orientação, opinião ou sugestão sobre produtos ou serviços com ou sem objetivos diretos de vendas.

• Utilização de recursos telemáticos, como mídia alternativa, que possibilita

atingimento específico do mercado a um custo por mensagem bastante menor.

2. Canal de Vendas:

• Utilização de recursos de telecomunicações e informática para fechamento de venda, obtenção de pedidos, acompanhamento pós-venda ou venda cruzada de mais de um produto.

• Venda ativa.

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3. Canal Institucional

• Orientação para a população sobre usos de serviços. • Orientação à população quanto à prevenção de doenças • Orientação de serviços em geral.

_ Desvantagens:

• Deve ser planejado. • Invasão de privacidade. • Utilização abusiva.

• Gravações.

• Resistência de vendedores. • É caro.

• Deve ser trabalhado com outros veículos (desvantagem da visualização). • Freqüência pode passar a idéia de desorganização.

_ Vantagens:

• Velocidade de penetração.

• Cobertura de forma controlada (segmentos específicos). • Capacidade de mensuração imediata.

• Comodidade para o comprador. • Comunicação interativa.

• Custo operacional menor quando comparados às outras formas de comunicação. • Flexibilidade.

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_ Implantação de um processo de telemarketing:

• Significa um processo lógico: uma etapa depende da outra. • Etapas:

1. Planejar o telemarketing como parte da estratégia global de MKT: não deve ser desenvolvido separadamente, pois exige integração de vários elementos.

2. Ter apoio dos dirigentes e dos outros setores: ele deve ser divulgado damente para que haja apoio.

3. Organização de recursos disponíveis: sistema de informações, fluxos e rotinas, equipamento de apoio (telecomunicações, informática etc.), mailing etc.

4. Treinar o pessoal envolvido: gerência, supervisão e operadores. Três questões são importantes nessa fase: roteiro ou scripit, as possíveis objeções e o feedback.

5. Coordenar toda a mídia associada:

• A memorização do número é fundamental.

• TV e rádio têm um retorno baixo e devem ter muitas repetições.

• Mídia impressa: possui certa vantagem em relação ao eletrônica; tem a desvantagem

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6. Realizar um pré-teste. 7. Lançar uma campanha. 8. Gerenciar o programa.

9. Revisar o programa: revendo os pontos fracos, superando ameaças e tando oportunidades.

_ Fases de uma operação de telemarketing:

1. Seleção do produto ou serviço: o produto ou serviço ofertado é adequado a este tipo de comunicação? O produto ou serviço deve conter aspectos como o de ser conhecido ou suscitar um interesse de um lançamento. Deve ser passível de reclamação e sua utilização não pode gerar grandes explicações.

2. Planejamento da campanha: ressaltar a comodidade; facilidades de recursos telemáticos (tel. Fax, internet etc.) e seus números de acesso. É fundamental a escolha da mídia adequada. Quando impactado, o público deve dispor de um telefone próximo.

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4. Seleção de pessoal:

• O telemarketing vende a “imagem” sonora.

4.1. Deve-se iniciar o processo de seleção pelo próprio telefone: dicção, voz “quente”, segurança ao falar, habilidade contra a objeções, idade, escolaridade, experiência. 4.2. Entrevista pessoal: personalidade, comunicação, saúde etc.

4.3. Testes: aplicador por psicólogos; avaliar inteligência, raciocínio, habilidade rica, organização e personalidade.

4.4. Entrevista coletiva: capacidade de trabalho em equipe; objetividade, desembaraço, controle do tempo de conversação etc.

4.5. Teste de simulação.

4.6. Outros: capacidade de trabalhar sob pressão, gostar de falar ao telefone, saber ouvir etc.

5. Treinamento:

Obs.: relatar ao operador que o retorno do telemarketing é baixo.

5.1. A equipe deve ter informações detalhadas: organização, produtos e serviços, formas de negociação, produtos concorrentes etc.

5.2. Domínio sobre as técnicas de vendas e demais equipamentos. 5.3. Tendência do aspecto humano.

5.4. Dificuldades em lidar com situações de conflito: neurolinguística, fonoaudiologia, psicologia, semiologia etc.

5.5. Infraestrutura de apoio: local adequado, equipamento certo. Uma infraestrutura de equipamentos para telemarketing pode ser dividida em dois grupos:

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1. O hardware: CPCT (central privada de comunicação telefônica).

_ Bom dimensionamento: o número de linhas telefônicas ligadas ao CPCT deve ser compatível com as necessidades da empresa, de tal forma que a porta de entrada para seus clientes não fique fechada.

HARDWARE BÁSICO

_ CPCT (KS, PBX, PABX) _ Controle de perdas de chamadas. _ Busca automática. _ Divulgação nº chave _ Balanceamento (perdas) _ Manutenção. _ Operações. PORTA DE ENTRADA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES: _ Venda passiva _ Venda ativa Cuidados:

_ Deve-se divulgar apenas um número-chave associado ao CPCT. (busca automática). _ A manutenção é fundamental. Obs.: cláusulas de manutenção preventiva.

_ As condições de trabalho ta telefonista: a telefonista conhece os serviços de cada setor da empresa? Ela foi treinada para a função? Ela fica em locais que possam prejudicar seu trabalho? Ela exerce exclusivamente a função de telefonista? Ela

possui material de apoio (telefones internos, agenda, lápis etc.)? Ela tem uma tuta?

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2. Periféricos: linhas privativas, secretária eletrônica, fac-símile, distribuidor automático de chamadas, mesas especiais, etc.

5.6. A comunicação com o mercado:

_ Como falar corretamente:

• Usar o tom certo: sem que seja necessário repetir palavras. • Falar pausadamente.

• Usar variação na voz: transmissão de emoção. • Procurar ter boa dicção: exercícios específicos. • Usar palavras corretamente.

• Usar o tratamento adequado: Senhor, Senhora. Cuidado com o excesso de formalidade ou informalidade.

• Criar uma boa imagem: as pessoas gostam de ser chamadas pelo nome. • Procurar transmitir algo: argumentos lógicos. Evite palavras soltas.

_ Como ouvir corretamente: • Não interromper o cliente. • Não perder a atenção.

• Procurar entender tudo o que está sendo dito. • Ouvir.

• Não tirar conclusões precipitadas. • Anotar.

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_ Os erros mais comuns na comunicação:

• Expressões de carga negativa: “ O Sr. Não está querendo não é?” • Contrariar o cliente: O Sr. Está enganado.

• Expressões dubitativas: eu acho, eu creio...

• Expressões demasiadamente pessoais: na minha opinião... • Expressões impessoais: dê nomes aos bois.

• Verbos no condicional: se o viesse a adquiri-lo... FALE NO PRESENTE. • Advérbios, generalidades e afirmações vagas: vamos vender muitíssimo... • Palavras que enfraquecem o discurso: acredite, confie em mim.

• Palavras que gerem dúvidas no cliente: sei que é uma despesa alta. • Exageros.

• Palavras no gerúndio.

• Palavras negativas em geral: obrigação, fracasso, ruim, difícil, errado, falhar, custo, preocupado, não etc.

• Utilize palavras positivas, porém com cuidado: Sensacional, livre, promoção, você, revolucionário, lançando, poupar, dinheiro, amor, liquidação, descobrir, resultados, fácil, comprovado, feliz, benefícios, agora, vencer, ganhar, confiável, atraente, confortável, orgulhoso, saudável, seguro, certo, qualidade, segurança, divertido, valor, desejado, pessoas, maravilhoso, grátis,

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5.7. Script:

_ Roteiro.

_ O que deve ser feito, o que deve ser dito, o que pode ser dito, quando deve ser dito e como neutralizar eventuais objeções.

_ Fluxogramas ou texto corrido.

_ A construção de um script segue o fluxograma abaixo:

Definir o objetivo do contato: • venda. • pesquisa. • divulgação. • pós-venda. • cobrança. Preparar a argumentação • Qual o apelo principal?

• Quais os apelos secundários?

• Que tipo de dúvidas ou objeções eles podem gerar? • Como neutralizá-las?

Definir o tipo de script: • fluxograma.

• texto corrido. Definir o roteiro propriamente dito:

•aquecimento. • mensagem principal. • argumentação. • negociação. • objetivo. Pré-testar o script

Ajustar Definir o script final Adaptar o script sempre que

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_ A utilização de um bom script: 1º O operador deve falar, nunca ler.

2º O operador deve sorrir: imagem simpática. 3º Deve dedicar-se exclusivamente ao cliente. 4º Deve dar uma pausa depois de cada frase.

Obs.: COMO VENCER OBJEÇÕES:

• Ouvir e compreender a objeção antes de responder-lhes.

• Aceitar a objeção: não discutir; quando há objeção é um bom sinal, pois indica que o cliente está “interessado” no que o operador está falando.

• Entender a objeção: fazer perguntas ou reafirme as objeções. • Fazer perguntas para descobrir uma objeção real ou falsa. • Responder a objeção.

• Reforçar vantagens e benefícios.

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6. Terceirizar ou não o telemarketing.

_ Não terceirizar:

• Situações que envolvam uma grande quantidade de conhecimento técnico.

• Programas que exijam alto grau de integração imediata com outros departamentos internos de apoio.

• Situações de vendas muito complexas envolvendo decisões de diretoria ou consultoria para decisões múltiplas.

• Produtos ou serviços que exijam demonstração ou análise in loco. _ Terceirizar:

• Situações nas quais é necessário certa flexibilidade, campanhas simultâneas, ações sazonais ou campanhas promocionais.

• Qualquer programa de curto prazo.

• Situações nas quais uma equipe necessite entrar em contato com um grande número de pessoas num curto espaço de tempo.

• Situações em que não há interesse em investir em recursos internos, tais como funcionários e pessoal altamente remunerado e qualificado, controle de custos administrativos, equipamentos etc.

• Necessidade de grande volume de vendas pulverizando em inúmeros contratos. • Ausência de infraestrutura, linhas telefônicas, espaço físico, pessoal qualificado. • Alta relação de faturamento por número de funcionários.

Referências

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