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Sob medida: fabricando sonhos

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

DEPARTAMENTO DE JORNALISMO

SOB MEDIDA:

vida de

​shaper

(2)

Florianópolis Novembro de 2015

Matheus Moreira Moraes

SOB MEDIDA:

Vida de

​shaper

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Jornalismo, do Centro de Comunicação e Expressão, da Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito parcial para a aprovação na disciplina Técnicas de Projetos em Comunicação, ministrada pela​Profa.

Daiane Bertasso​, no segundo semestre de 2015.

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Florianópolis Novembro de 2015

FICHA DO TCC – Trabalho de Conclusão de Curso – JORNALISMO UFSC

ANO 2015

ALUNO Matheus Moreira Moraes

TÍTULO Sob Medida: Vida de ​Shaper

ORIENTADOR Fernando Crócomo

MÍDIA Impresso Rádio

X TV/Vídeo Foto Web site Multimídia CATEGORIA Pesquisa Científica Produto Comunicacional

Produto Institucional (assessoria de imprensa)

X Produto Jornalístico (inteiro) Local da apuração:

Reportagem

livro-reportagem ( )

( X ) Florianópolis ( ) Brasil ( ) Santa Catarina ( ) Internacional

( ) Região Sul País: ____________

ÁREAS Surfe, Artesãos, Esporte

RESUMO Este projeto de trabalho de conclusão de curso descreve um documentário sobre a produção de pranchas de surfe em Florianópolis focado na vida dos artesãos. Esses profissionais também são conhecidos como ​shapers

​ , termo

em inglês para quem dá forma, ou​shape

​ , para as pranchas. Em Florianópolis

eles são maioria em relação às fábricas de grande porte e isso ajuda a baratear o preço para o surfista local. O objetivo do trabalho é mostrar o que motivou esses artesãos a se dedicarem a essa profissão. O lado financeiro compensa? O que é sucesso profissional para esses artesãos? Quais as dificuldades que enfrentam no dia a dia? Por que escolheram trabalhar fazendo pranchas de surf? ​Familiares, atletas, praticantes do surf e os próprios fabricantes de pranchas vão contar como suas vidas são afetadas por essa atividade. Além das entrevistas, serão exibidas imagens do processo de criação de uma prancha, desde a encomenda até a entrega e, claro, as pranchas na água.

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EMENTA DO PROJETO

a. Título do projeto: Sob Medida: Vida de ​Shaper b. Natureza do projeto: Vídeo Documentário

c. Aluno(s) responsável(is): Matheus Moreira Moraes d. Suporte do projeto: Vídeo

e. Instituições envolvidas e equipe: Matheus Moreira Moraes f. Semestre programado para realização: 2016.1

g. Custos e fontes de financiamento: R$22.538,50 - Recursos próprios. Alguns equipamentos são da UFSC

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RESUMO

Este projeto de trabalho de conclusão de curso descreve um documentário sobre a produção de pranchas de surfe em Florianópolis focado na vida dos artesãos. Esses profissionais também são conhecidos como ​shapers

, termo em inglês para quem dá forma, ou ​shape, para

as pranchas. Em Florianópolis eles são maioria em relação às fábricas de grande porte e isso ajuda a baratear o preço para o surfista local. O objetivo do trabalho é mostrar o que motivou esses artesãos a se dedicarem a essa profissão. O lado financeiro compensa? O que é sucesso profissional para esses artesãos? Quais as dificuldades que enfrentam no dia a dia? Por que escolheram trabalhar fazendo pranchas de surf? ​Familiares, atletas, praticantes do surf e os próprios fabricantes de pranchas vão contar como suas vidas são afetadas por essa atividade. Além das entrevistas, serão exibidas imagens do processo de criação de uma prancha, desde a encomenda até a entrega e, claro, as pranchas na água.

Palavras-chave:​ Surfe; Artesanal; ​Shaper

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ... 07 1.1 Justificativa ... 07 1.2 Objetivos ... 08 1.2.1 Objetivo Geral ... 08 1.2.2 Objetivos Específicos ... 08 2. DESCRIÇÃO DO PROJETO ... 09 3. DESENVOLVIMENTO ... 10 4. CRONOGRAMA ... 14 5. ORÇAMENTO ... 15 6. FINALIDADES ... 16 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 17 8. BIBLIOGRAFIA ... 18

ANEXO A – Termo de Aceite do orientador ... 19

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1. INTRODUÇÃO

O surfe como conhecemos hoje, em pé, sobre uma prancha, foi inventado pelos polinésios e espalhou-se pelo mundo todo. A sociedade havaiana considerava a atividade mais do que um esporte. De fato, a hierarquia social e as relações de poder entre as tribos, as disputas por territórios, tudo afetava e era afetado pelo he'enalu, que pode ser traduzido como “deslizar sobre ondas”.

Nessa sociedade os melhores surfistas buscavam o auxílio do ​kahuna

​ , ou sacerdote,

quando queriam pedir que os deuses enviassem boas ondas. Eram também os homens sagrados que conduziam os surfistas na cerimônia espiritual de construir uma prancha de surfe. Terminada a parte religiosa, alguns dos melhores artesãos eram contratados para transformar um tronco de madeira em prancha.

Mas com o tempo o esporte foi se espalhando pelo mundo e as pranchas que eram trazidas do Havaí já não eram suficientes, pois onde quer que o surfe chegasse logo haveriam mais e mais praticantes. Novas pranchas começaram a ser fabricadas, inicialmente na Califórnia e Austrália, utilizando diferentes técnicas. Essas novas técnicas e os materiais que foram descobertos posteriormente possibilitaram que o surfe chegasse a lugares cada vez mais distantes, transformando profundamente muitas das culturas com as quais entrou em contato.

1.1. Justificativa

Florianópolis teve sua imagem ligada ao surfe na década de 1970. A cidade já tinha sua história relacionada ao mar devido às tradições náuticas que os habitantes herdaram de índios e açorianos.

O esporte cresceu muito na cidade, atraiu pessoas de fora - estrangeiras e brasileiras - e hoje em dia representa uma das cenas mais fortes do surfe no país. Além da grande quantidade de praticantes, diversas marcas e negócios surgiram para atender às demandas dos novos surfistas.

No entanto, uma porção desse mercado se desenvolveu de maneira particular por aqui. Os artesãos de pranchas, ou shapers

​ , se multiplicaram em um ritmo mais acentuado que em

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Florianópolis se tornasse uma cidade conhecida no mundo do surf: por aqui as pranchas são mais baratas e muitos surfistas as encomendam sob medida.

Além do barateamento, quais os outros efeitos disso para os surfistas comuns? E para os atletas? A forte competição é benéfica para os próprios artesãos? Além disso, o que os shapers

​ pensam sobre suas vidas profissionais? É possível conciliar a rotina com o amor pelo

esporte? O que os motiva a investir nessa carreira?

1.2. Objetivos

1.2.1. Objetivo Geral

Compreender as motivações e desafios que os artesãos, ou ​shapers

​ , de Florianópolis,

enfrentam ao fazer pranchas, e como eles lidam com os anseios e a gratidão dos clientes.

1.2.2. Objetivos Específicos

Retratar como é ser um ​shaper

​ profissional. Mostrar de que maneira é possível (ou

não) conciliar a rotina de trabalho com o amor pelo esporte. Descobrir o que os motiva a investir nessa carreira e o que eles consideram sucesso profissional.

Problematizar a carreira de ​shaper

​ , desmistificando a profissão e adicionando novas

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2. DESCRIÇÃO DO PROJETO

Michael Renov (1993) identificou as quatro motivações que levam uma pessoa a fazer um documentário. No meu caso, o impulso motivador foi o de analizar, interrogar.

As indagações que vão conduzir os espectadores são em grande parte minhas próprias inquietações sobre o mundo e sobre os diferentes caminhos que podemos escolher para trilhar. Qual é a sensação de estar em um ponto desse percurso, ou da vida, em que é preciso aceitar certas incapacidades e resignar-se às escolhas feitas no passado? Nesse contexto, qual o peso do lazer e das responsabilidades no bem estar de um indivíduo que fabrica pranchas de surfe? Para problematizar essas questões o documentário irá explorar a rotina de três​shapers

​ .

O primeiro, Claus Gabilan, é paulista e veio para Florianópolis quando jovem acompanhando o irmão mais velho, que também surfa. Por muitos anos Claus trabalhou na fábrica de pranchas do irmão, mas quando o primeiro filho, Nicolas, nasceu, ele resolveu abrir o próprio negócio.

Em entrevista, Claus irá contar os motivos que o trouxeram para a cidade, e por que começou a trabalhar com pranchas. Vai expor seus anseios profissionais e pessoais, e como pretende alcançá-los fazendo pranchas. A esposa de Claus, Beatriz, vai contar como é conviver com um ​shaper

​ , e as particularidades de viver com alguém tão intimamente ligado

ao mar.

Outro artesão retratado no documentário é João Schlickmann. Manezinho que já foi surfista profissional, hoje é um dos mais famosos do país quando se fala em pranchas de alta performance. Seu filho, Gustavo, seguiu os passos do pai no surfe profissional. Além do esporte aquático, João Schlickmann também tem outra paixão: a modalidade ​downhill de skate. Em entrevista, ele falará sobre como uma paixão interfere na outra e sobre como é conciliar trabalho e esporte. Seu filho, Gustavo, dará a perspectiva de ser filho de um​shaper

​ ,

tendo acesso a equipamentos sob medida desde pequeno.

O terceiro artesão se chama Fábio Gouveia. Surfista profissional, é um dos maiores nomes da história do surfe competitivo no Brasil. Carismático e bem humorado, vai contar sobre a transição entre surfista profissional e a atividade à qual está começando a se dedicar: fazer pranchas. Vai explicar de que maneira a experiência que tem ao deslizar pelas ondas influencia na hora de ​shapear

(10)

Além dos personagens já citados, farão parte do documentário os surfistas Andrey Faria, Danilo Duarte e Guilherme Kuckert. Eles vão contribuir com suas impressões sobre a relação surfista - ​shaper

​ . Além das entrevistas, serão filmados surfando.

A cobertura das entrevistas será feita com imagens das pranchas sendo feitas, nas fábricas, e das pranchas na água.

3. DESENVOLVIMENTO

Será adotado o estilo definido por Fernão Pessoa Ramos como ​documentário cabo

​ . As

vozes aparecem de modo alternado. A locução não ocupa posição de voz do saber. As informações, ou enunciados assertivos, podem vir também de entrevistas, depoimentos, imagens de arquivo. Os documentários desse tipo são caracterizados, portanto, “como narrativas com vozes diversas que falam sobre o mundo, ou si.” (RAMOS, 2008, p.24)

Inicialmente os argumentos que compõem a introdução e justificativa serão

apresentados pelo locutor. Na tela estarão cenas da vida na ilha de Santa Catarina, e as rotinas ligadas ao surfe. A história da chegada do surf em Florianópolis será explicada, assim como a proliferação de profissionais que fazem pranchas de surfe: os shapers. Suas funções serão brevemente explicadas e uma cena nostálgica será descrita (tanto visualmente como por meio de locução). O cenário será apresentado como um dia com ótimas ondas, e terminará

especulando sobre a sensação de um ​shaper

​ ao olhar para os lados e ver os surfistas felizes

usando pranchas que ele mesmo fez.

Esse breve histórico fornecerá as informações que o público precisa para poder acompanhar a história e estabelecer conexões com o conhecimento que será exposto no decorrer do filme. É o que Sheila Curren Bernard define como ​exposição

​ :

... é a informação que lhe dá o gancho para uma hsitória: quem, o quê, onde, quando e por quê. Ela dá ao público as ferramentas de que ele necessita para seguir a história que está desdobrando e, o mais importante, permite-lhe entrar na história.” (BERNARD, 2003, p. 16)

É aí que será apresentado o primeiro personagem, Claus Gabilan. Ele vai falar por que veio morar em floripa, qual a importância do surf na sua vida e por que escolheu ser ​shaper

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Aí aparecem cenas dele trabalhando. Outras perguntas tentarão descobrir se vale a pena, do ponto de vista de satisfação pessoal e profissional, ser ​shaper

​ hoje em dia em Florianópolis.

Uma das perguntas é sobre a relação entre surfistas e ​shapers

​ .

Uma prancha feita por Claus Gabilan vai aparecer enquanto o surfista Danilo Duarte passa parafina e vai pra água. Após algumas ondas ele falará sobre como conheceu o surf, a importância do esporte em sua vida e o que ele pensa dos artesãos que fazem pranchas.

São exibidas várias ondas surfadas por Andrey Faria. Após esse pequeno clipe(ainda sem trilha sonora definida) escutamos ele falar sobre a relação surfista - ​shaper

​ , enquanto

também fala da importância do surf em sua vida. A pergunta sobre a importância da troca de conhecimentos entre ​shaper

​ e surfista vai retratar como essa relação afeta o sucesso de uma

surftrip

​ , por exemplo. Isso introduz uma nova sessão, dedicada às imagens feitas no Peru.

A música termina e é interrompida pela voz do surfista Guilherme Kuckert. Ele vai falar sobre o que sente pelo surf e como é a sua relação com o shaper. Vai descrever também o processo de encomendar uma prancha sob medida. Ao longo da entrevista são exibidas imagens de Guilherme surfando.

Fábio Gouveia, surfista e personagem irreverente fala sobre como é virar ​shaper depois de tantos anos competindo nos principais eventos mundiais. Enquanto ele fala, aparecem imagens em que está trabalhando nas pranchas e surfando.

O narrador utiliza a experiência que Fábio desenvolveu ao longo dos anos para

especular as vantagens que ele teria se pudesse utilizar esse conhecimento recém adquirido na fábrica de pranchas enquanto ainda era jovem, como se houvesse uma maneira de utilizar esse conhecimento na próxima geração.

Gustavo Schlickmann fala sobre as vantagens de ser filho de um shaper. Fala da vida dedicada ao surf e como a intimidade da relação pai e filho ajuda-o em sua carreira

profissional.

João fala sobre como as experiências que adquiriu no surf foram passadas para o filho e como essa relação é diferente da que estabelece com um cliente comum. Enquanto falam, imagens de João trabalhando e Gustavo surfando. No final João Schlickmann fala sobre a relação com o surf e do dilema de trabalhar em dia com ondas boas. Flashes com os outros personagens descrevendo como são seus dias quando as ondas estão boas. E quando estão ruins.

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João fala sobre o​ skate

​ ​ ​downhill, esporte que pratica quando as ondas estão ruins e

para o qual recentemente começou a fabricar ​shapes

​ , o equivalente à prancha de surfe, no

skate

​ . As cenas de João descendo ladeiras servem para abrir a sessão final do filme, com um

clipe em que aparecem os atletas que utilizam equipamentos Schlickmann.

Ficará clara a participação do diretor na pesquisa e nas entrevistas. No entanto ele não será um personagem ativo. A edição das entrevistas não utilizará as perguntas feitas pelo diretor, salvo quando ocorrer de forma espontânea durante a captação das imagens. Nessas ocasiões, caso não fique claro o que foi dito pelo realizador, serão utilizadas legendas.

As entrevistas com os personagens principais serão feitas com duas câmaras, para naturalizar o processo de edição. A captação de material de cobertura na fábrica de pranchas será feita com microfone especial. A riqueza dos efeitos sonoros, a ser destacada na

pós-produção, aumenta a imersão do espectador.

Tarefa: ​Captação de entrevistas

Tempo: Novembro de 2015 a março de 2016

Recursos envolvidos: Câmaras Canon 70D e Canon 6D, tripé,​steadycam

​ , microfone,

lente 50mm.

Orientações: As entrevistas serão feitas com tripé, quando possível, e com microfone lapela. A segunda câmara fará a captação do som ambiente.

Tarefa: ​Captação de imagens de cobertura Tempo: Novembro de 2015 a maio de 2016

Recursos envolvidos: Câmara Canon 70D, tripé, ​steadycam

​ , microfone, lentes

diversas, ​GoPro

​ .

Orientações: A captação de imagens nas fábricas será focada nos detalhes – o cuidado com as pranchas, o zelo com as medidas exatas, as cores, texturas e sons. Serão necessárias cenas de interação entre os artesãos e clientes.

A captação das imagens de surf será feita de duas maneiras: com tripé, da areia, e com a ​GoPro dentro da água. As sessões serão agendadas para que sempre estejam presentes algumas das fontes, sejam clientes ou artesãos.

A captação de imagens de ​skate será feita com ​steadycam e ​GoPro

​ . O local será

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Tarefa: ​Edição

Tempo: Março a Maio de 2016 Recursos envolvidos: Ilha de Edição.

Orientações: cortes rápidos, utilizar sons para fins de narrativa, como transições e pausas reflexivas. Quando necessário, o áudio das perguntas será utilizado. Dessa maneira estarei inserido na obra e ficará clara minha interferência no produto final.

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4. CRONOGRAMA

2015 2016

OUT NOV DEZ JAN FEV MA

R ABR MAI JUN JUL Entrega versão preliminar do projeto de TCC Entrega final do projeto de TCC Revisão do projeto de TCC Pesquisa e revisão bibliográfica Desenvolvimento parte empírica Redação final do texto

Depósito das cópias do TCC para banca Defesa final

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5. ORÇAMENTO

Recursos Próprios: Câmara Canon 70D - R$4.100,00 Câmara Canon 6D - R$ 6.059,00 Aluguel Microfone - R$300,00 Tripé Benro - R$800,00 Estabilizador de Câmara - R$150,00 Lente Canon EF 70-300mm 4.5-5.6 - R$ 1000,00 Lente Canon EF-S 19-135mm 3.5-5.6 - R$ 800,00 Lente Canon EF 50mm 1.8 - R$800,00

Ilha de Edição - R$ 5.500,00 Recursos da UFSC:

GoPro Hero 4 silver - R$1000,00

Hora de Gravação* (1 cinegrafista): R$51,87 30 horas de gravação: R$ 1556,10

Hora de Edição* (1 editor): R$38,67 20 horas de edição: R$773,40

*Valores baseados nas tabelas do SINDCINE

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6.

FINALIDADES

A. Finalidades de Formação Profissional: Desenvolvimento e aplicação de conhecimentos de produção, apuração, operação de equipamentos e edição. Aplicação de conhecimentos de redação para a elaboração do texto final.

B. Finalidades de Aprendizado Pessoal: Aprender com as histórias de vida retratadas. Buscar outras maneiras de sucesso profissional. Testar uma possível inserção no mercado de filmes esportivos e avaliar se é o caminho que quero trilhar profissionalmente.

C. Uso Social do Projeto: Informar e retratar as relações existentes entre os artesãos que fazem pranchas de surfe e de que maneira se inserem na comunidade florianopolitana. D. Possibilidades de veiculação, publicação, edição do material a ser produzido: A

intenção é disponibilizar o produto online, gratuitamente, no YouTube e​Vimeo

, para

que as informações e situações retratadas no documentário possam ser acessadas pelo maior número possível de pessoas, surfistas ou não. Também será divulgado em sites especializados nesse tipo de conteúdo com legendas em inglês e espanhol para aumentar o alcance da obra.

(17)

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BERNARD, Sheila Curran, ​Documentário: ​técnicas para uma produção de alto impacto (tradução: KRIEGER, Saulo). Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

RAMOS, Fernão Pessoa. ​Mas afinal… o que é mesmo documentário? ​São Paulo: Editora

Senac São Paulo, 2008

RENOV, Michael​. ​Theorizing Documentary

. ​Routledge, New York and London: AFI Film

(18)

8. BIBLIOGRAFIA

BERNARD, Sheila Curran, ​Documentário: ​técnicas para uma produção de alto impacto (tradução: KRIEGER, Saulo). Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

CUEVAS, Efrén. ​Home Movies as Personal Archives in Autobiographical Documentaries

.

Studies in Documentary Film

​ , vol. 17, n. 1, 2013, pp. 17–29.

JUSTINA, Mariana Della, Explorando o Conceito de Webdocumentário. Florianópolis: UFSC, 2013.

NICHOLS, Bill. ​La representación de la Realidad

. Indiana University Press, Bloomington e

Indianapolis

​ , 1991.

RAMOS, Fernão Pessoa. ​Mas afinal… o que é mesmo documentário? ​São Paulo: Editora

Senac São Paulo, 2008

RENOV, Michael​. ​Theorizing Documentary

. ​Routledge, New York and London: AFI Film

Readers, 1993.

SERRINI, Roberto. ​Moto Borgotaro:​ ​The 1979 Moto Guzzi Le Mans. Nova Iorque, 2015.

Tabelas de pisos salariais do SINDCINE. Disponíveis no link:

http://www.sindcine.com.br/site/tabelas_principal.asp (acessadas em 23 de novembro de

2015)

VIÚDES, Jaime. ​Lisergia Clássica​, Galeria Films e Toca Productions, 2014. WATTS, Harris. ​On Camera

​ . São Paulo: Summus, 1990.

Tabelas

de

pisos

salariais

do

SINDCINE,

disponíveis

no

link:

http://www.sindcine.com.br/site/tabelas_principal.asp

(acessadas em 23 de

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