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DECRETO N.º , DE 31 DE OUTUBRO DE 1997.

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DECRETO N.º 19.259, DE 31 DE OUTUBRO DE 1997.

Dispõe sobre o Regulamento e a Estrutura Básica da Secretaria Extraordinária do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais, e dá  outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 86, inciso IV, da Constituição Estadual e tendo em  vista o disposto na Lei n.º 6.544, de 20 de outubro de 1997

DECRETA: CAPÍTULO I

DA NATUREZA E OBJETIVOS

Artigo 1º - A Secretaria Extraordinária do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais, criada pela Lei n.º 6.544, de 20 de outubro de 1997, constitui-se em órgão de primeiro nível hierárquico, integrante da Administração Estadual Direta, de natureza substantiva,  regendo-se por este Regulamento e pela legislação específica em vigor. Artigo 2º - São competências da Secretaria, diretamente ou  através de órgãos vinculados:  I - coordenar, supervisionar, planejar e executar as atividades do Governo Estadual nas áreas do meio ambiente, dos recursos hídricos e  minerais; II - coordenar, acompanhar, controlar e avaliar a execução dos planos anual e plurianual da Secretaria e dos órgãos vinculados;  III - articular-se com as demais Secretarias de Estado e órgãos da Administração Pública Federal e Municipal, e com entidades do setor  privado, objetivando a perfeita integração na execução de atividades relativas ao meio ambiente, aos recursos hídricos e minerais;  IV - articular-se com órgãos e entidades nacionais e internacionais de sua área de atuação;  V - implantar e manter atualizado Banco de Dados contendo informações sobre assuntos relacionados com suas áreas de atuação;  VI - desenvolver estudos, pesquisas e projetos relacionados com a gestão e preservação do meio ambiente, dos recursos hídricos e  minerais; VII - controlar, proteger e recuperar os ecossistemas naturais e os corpos de água do Estado;  VIII - elaborar e manter atualizado o Plano Estadual de Recursos Hídricos;  IX - conceder outorga do direito de uso dos recursos hídricos;  X - conceder licença para implantação de obras e serviços de oferta hídrica;  XI - fiscalizar e aplicar sanções aos infratores da legislação e normas que dispõem sobre a preservação do meio ambiente, dos recursos  hídricos e minerais;  XII - efetuar cobrança pelo uso da água;  XIII - implantar, manter e fazer operar redes de estações medidoras de dados hidrometeorológicos;  XIV - elaborar relatório anual sobre a situação do meio ambiente, dos recursos hídricos e minerais do Estado;  XV - executar as obras e operar e manter os equipamentos de infra estrutura hídrica;  XVI - promover a execução de programas educacionais e de capacitação de pessoal em preservação e gestão do meio ambiente, dos  recursos hídricos e minerais;  XVII - compor o Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Hídricos do Estado;  XVIII - representar o Estado no Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos;  XIX - executar outras atividades afins.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL BÁSICAArtigo 3º - A estrutura organizacional básica da Secretaria Extraordinária do Meio Ambiente, dos  Recursos Hídricos e Minerais compreende:  1. NÍVEL DE DELIBERAÇÃO SUPERIOR  1.1. CERH - Conselho Estadual de Recursos Hídricos.  1.2. COPAM - Conselho de Proteção Ambiental.  2. NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR  2.1. Secretário Extraordinário do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais.  2.2. Secretário Adjunto.  3. NÍVEL DE ATUAÇÃO DESCENTRALIZADA  3.1. SUDEMA - Superintendência de Administração do Meio Ambiente.  4. NÍVEL DE ADMINISTRAÇÃO INDIRETA 

4.1. CDRM - Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais. 5. NÍVEL DE ASSESSORAMENTO  5.1. Chefia de Gabinete. 5.2. Procuradoria Jurídica.  5.3. Assessoria de Imprensa. 5.4. Secretaria do Gabinete. 6. NÍVEL DE ATUAÇÃO INSTRUMENTAL  6.1. USP - Unidade Setorial de Planejamento. 6.2. USA - Unidade Setorial de Administração.  6.2.1. Núcleo de Administração Geral.  6.2.2. Núcleo de Pessoal.  6.3. USF - Unidade Setorial de Finanças  6.3.1. Núcleo de Orçamento.  6.3.2. Núcleo de Finanças.  7. NÍVEL DE EXECUÇÃO PROGRAMÁTICA  7.1. Coordenadoria de Gestão dos Recursos Hídricos.  7.1.1. Gerências de Bacias Hidrográficas.  7.1.2. Gerência de Informática e Geoprocessamento.  7.2. Coordenadoria de Gestão do Meio Ambiente e dos Recursos Minerais.  Parágrafo único - Os órgãos referidos nos itens 1, 3 e 4 deste artigo têm estrutura, organização e funcionamento conforme seus  ordenamentos jurídicos próprios.  CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOSSEÇÃO I DA CHEFIA DE GABINETE Artigo 4º - À Chefia de Gabinete compete:  I - prestar assistência direta ao Secretário nas suas relações com os órgãos internos e outras entidades;  II - instruir processos e outros expedientes a serem submetidos ao Secretário;  III - preparar e organizar as audiências, correspondências e a agenda das atividades do Secretário;  IV - manter contatos freqüentes com as unidades administrativas da Secretaria, objetivando deixar o Secretário informado sobre as  atividades desenvolvidas pelo órgão;  V - exercer outras atividades correlatas que lhe forem cometidas pelo Secretário. 

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SEÇÃO II

DA PROCURADORIA JURÍDICA

Artigo 5º - Compete à Procuradoria Jurídica: 

I - emitir pareceres sobre questões de natureza jurídica submetidas a exame do Secretário; II - elaborar propostas de mensagens, anteprojetos de lei, minutas de decretos, atos normativos e outros de interesse da Secretaria;

III - manter atualizado o ementário de leis, decretos e atos normativos referentes ao meio ambiente, aos recursos hídricos e minerais;  IV - analisar e interpretar dispositivos legais;

V - atuar, em estreita articulação com a Procuradoria Geral do Estado, em suas relações com o Poder Judiciário, nas representações de  interesse da Secretaria; VI - exercer outras atividades afins que lhe forem atribuídas pelo Secretário;  SEÇÃO III DA ASSESSORIA DE IMPRENSA Artigo 6º - À Assessoria Imprensa compete:  I - realizar os serviços de divulgação e publicação das matérias de interesse da Secretaria; II - manter acompanhamento sistemático das  matérias divulgadas através dos veículos de comunicação que, direta ou indiretamente, envolvam assuntos de interesse da Secretaria;  III - documentar a divulgação das matérias de interesse da Secretaria;  IV - exercer outras atividades específicas, que lhe sejam cometidas pelo Secretário;  SEÇÃO IV

DA SECRETÁRIA DO GABINETEArtigo 7º - À Secretária do Gabinete compete:  I - atender às partes interessadas que procuram o Gabinete do Secretário;  II - controlar o recebimento, tramitação e expedição dos processos administrativos;  III - receber, redigir, expedir e controlar a correspondência oficial e particular do Secretário;  IV - preparar a agenda do Secretário;  V - realizar despachos diários com o Secretário, dos documentos e processos de interesse da Secretaria e afetos ao Gabinete;  VI - manter atualizado e organizado o arquivo de correspondências e documentos do Gabinete;  VII - acompanhar e arquivar as matérias de interesse da Secretaria, publicadas pelos meios de comunicação;  VIII - executar outras atividades correlatas que lhe forem atribuídas pela Chefia de Gabinete. SEÇÃO V DA UNIDADE SETORIAL DE PLANEJAMENTOArtigo 8º - À Unidade Setorial de Planejamento compete:  I - prestar assessoramento ao Secretário na adoção de diretrizes e políticas de ação;  II - coordenar a elaboração de planos, programas, projetos e atividades da Secretaria;  III - coordenar a elaboração dos Planos Anual e Plurianual da Secretaria;  IV - coordenar e consolidar a proposta orçamentária da Secretaria, em consonância com a Secretaria do Planejamento;  V - coordenar os estudos e atividades de modernização administrativa, em articulação com a Secretaria da Administração;  VI - acompanhar e avaliar a execução orçamentária da Secretaria, propondo os ajustes que se fizerem necessários;  VII - acompanhar convênios e acordos de cooperação técnica em que a Secretaria seja parte; 

VIII - articular-se com a Unidade Setorial de Planejamento das demais Secretaria; IX - executar outras atividades que lhe forem cometidas pelo Secretário.

SEÇÃO VI

DA UNIDADE SETORIAL DE ADMINISTRAÇÃOArtigo 9º - À Unidade Setorial de Administração compete: 

I - prestar os serviços de apoio necessários ao funcionamento da Secretaria; II - alocar os recursos humanos necessários ao  funcionamento dos diversos órgãos que compõem a Secretaria;  III - controlar a lotação e a freqüência do pessoal;  IV - coordenar a execução dos serviços de portaria, telefonia, vigilância, limpeza, transporte e reprografia;  V - planejar e coordenar a aquisição, uso e estocagem dos materiais de consumo;  VI - planejar e coordenar a aquisição dos materiais permanentes;  VII - responsabilizar-se pelo recebimento, guarda, distribuição e controle do material para uso da Secretaria;  VIII - providenciar a contratação de empresas prestadoras de serviços;  IX - tombar, registrar, conservar e reparar bens móveis e imóveis da Secretaria, e sua alienação;  X - prestar outros serviços de apoio necessários ao funcionamento da Secretaria;  XI - exercer outras atribuições afins. Artigo 10 - Ao Núcleo de Administração Geral compete:  I - controlar a execução dos serviços de portaria, telefonia, vigilância, limpeza, transporte e reprografia; II - fiscalizar os serviços  executados por empresas prestadoras de serviços;  III - providenciar e controlar a aquisição, armazenamento e uso dos materiais permanentes e de consumo;  IV - inspecionar, permanentemente, as dependências da Secretaria, garantindo-lhes conservação e segurança;  V - organizar e controlar os serviços relacionados com os transportes;  VI - inventariar anualmente todos os bens pertencentes à Secretaria; 

VII - executar outras atividades correlatas. Artigo 11 - Ao Núcleo de Pessoal compete: I - implementar a política de recursos humanos da  Secretaria, mantendo programas de acompanhamento, controle, desenvolvimento e capacitação de seus servidores; 

II - registrar e manter organizados todos os atos relativos à situação funcional dos servidores; 

III - confeccionar folhas de pagamento de diárias de viagem, ajudas de custo e de vantagens e gratificações que, por sua natureza, não  podem ser inseridas nas folhas mecanizadas;

IV - manter atualizada a legislação referente à administração de pessoal; 

V - efetuar o controle diário das folhas e cartões de registro de comparecimento do pessoal;  VI - elaborar anualmente a escala de férias dos servidores; 

VII - exercer outras atividades correlatas. SEÇÃO VII

DA UNIDADE SETORIAL DE FINANÇASArtigo 12 - À Unidade Setorial de Finanças compete:  I - elaborar a programação financeira da Secretaria;  II - utilizar instrumentos adequados de acompanhamento da execução orçamentaria, visando a um eficiente controle financeiro;  III - cumprir junto aos órgãos externos - Tribunal de Contas do Estado, Secretaria do Planejamento, Secretaria das Finanças, Secretaria  de Controle da Despesa Pública, Banco do Estado da Paraíba, Banco do Brasil e outros - os compromissos decorrentes da execução  orçamentaria e financeira;  IV - elaborar relatórios, balanços e balancetes contábeis nos prazos estabelecidos;  V - receber e prestar esclarecimentos a auditores;

VI - manter organizado e atualizado o arquivo da documentação contábil; 

VII - examinar Notas de Empenho e Notas de Pagamento, no que se refere à classificação, cálculo e assinaturas;  VIII - emitir parecer nas prestações de contas; 

IX - efetuar a classificação e encaminhamento aos órgãos competentes, das folhas de pagamento de diárias e ajuda de custos;  X - executar outras atribuições correlatas. 

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Artigo 13 - Ao Núcleo de Orçamento compete: 

I - efetuar e controlar a escrituração da contabilidade orçamentaria;  II - controlar os saldos orçamentários; 

III - anotar e controlar os créditos adicionais;  IV - elaborar balancetes orçamentários; 

V - desempenhar outras atividades afins; Artigo 14 - Ao Núcleo de Finanças compete:  I - efetuar os pagamentos e recebimentos;

II - proceder à liquidação dos processos de pagamento;  III - proceder à conciliação bancária das contas movimentadas pela Secretaria;  IV - elaborar e encaminhar relatórios aos órgãos competentes;  V - conferir as prestações de contas de adiantamentos a servidores;  VI - providenciar a emissão de Notas de Empenho:  VII - acompanhar e controlar a liberação de recursos oriundos da Secretaria das Finanças e de outros órgãos;  VIII - desempenhar outras atividades correlatas.

SEÇÃO VIII

DA COORDENADORIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOSArtigo 15 - À Coordenadoria de Gestão dos Recursos Hídricos compete:  I - planejar, administrar e controlar o uso, oferta e preservação dos recursos hídricos estaduais;  II - acompanhar a execução do Plano Estadual de Recursos Hídricos;  III - propor a regulamentação e elaborar normas técnicas para o uso das águas estaduais;  IV - analisar processos e expedir licença para a execução de obras e serviços de oferta hídrica;  V - analisar processos e expedir outorga de direito de uso da água;  VI - realizar estudos e propor cobrança pela utilização das águas estaduais;  VII - fomentar e orientar a constituição de organizações de usuários de água;  VIII - elaborar normas técnicas de operação e manutenção de obras hídricas;  IX - elaborar e executar programas de capacitação de pessoal em gestão de recursos hídricos;  X - implantar e manter atualizado o Cadastro de Usuários de Água, Cadastro de Obras Hidráulicas e outros de interesse da gestão de  recursos hídricos;  XI - organizar e manter atualizado o Banco de Dados sobre os Recursos Hídricos Estaduais;  XII - coordenar os trabalhos de manutenção, execução e operacionalização das obras hídricas;  XIII - dar parecer em processos por infração à legislação que disciplina o uso da água;  XIV - realizar o monitoramento da oferta e uso das águas estaduais;  XV - implantar, operar e manter estações hidrométricas;  XVI - usar mecanismos que propiciem a cobrança pela exploração e uso de água;  XVII - articular-se com os demais órgãos federais, estaduais, municipais e privados, envolvidos na gestão dos recursos hídricos;  XVIII - promover campanhas educacionais e divulgação de matérias relativas à utilização e gestão de recursos hídricos;  XIX - prover os serviços da Secretaria Executiva do Conselho Estadual de Recursos Hídricos;  XX - executar outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Secretário. Artigo 16 - Às Gerências de Bacias Hidrográficas, no âmbito  das respectivas áreas de atuação, compete:  I - administrar e controlar o uso, oferta e preservação dos recursos hídricos;  II - manter atualizados os cadastros dos usuários de água e das obras hidráulicas;  III - receber, instruir e encaminhar aos setores competentes da Secretaria os processos de solicitação de outorga para utilização de água  e de implantação de obras e serviços de oferta hídrica;  IV - promover a execução de obras, o controle e a fiscalização da oferta dos serviços de natureza hídrica;  V - instruir e encaminhar processos para aplicação de penalidades a infratores da legislação em vigor sobre a utilização de recursos  hídricos;  VI - executar o monitoramento sistemático das obras de acumulação hídrica e a coleta de dados hidrometeorológicos, encaminhando-os aos setores competentes da Secretaria;

VII - apoiar e colaborar com a implantação de organizações de usuários de água;  VIII - executar os serviços de manutenção e operação dos reservatórios; 

XIX - executar outras atividades correlatas. Artigo 17 - À Gerência de Informática e Geoprocessamento compete:  I - executar os trabalhos de informática e Geoprocessamento da Secretaria; 

II - elaborar estudos e projetos para a informatização das atividades dos demais setores técnicos e administrativos; 

III - desenvolver programas objetivando o armazenamento de informações e dados técnicos referentes às atividades da Secretaria;  IV - organizar e manter arquivo de mapas, plantas e demais documentos técnicos de interesse da Secretaria; 

V - exercer outras atividades correlatas. SEÇÃO IX

DA COORDENADORIA DE GESTÃO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS MINERAIS

Artigo 18 - À Coordenadoria de Gestão do Meio Ambiente e dos Recursos Minerais compete:  I - acompanhar as ações de controle da utilização racional do meio ambiente; 

II - propor a execução de programas que visem à medição e ao controle da poluição ambiental e à conseqüente adoção das medidas  indicadas ao seu equacionamento;

III - fomentar as atividades que promovam a preservação do meio ambiente, da fauna, da flora e dos recursos hídricos, bem como a  proteção dos ecossistemas naturais; 

IV - promover a elaboração e o estabelecimento de normas e padrões relativos à preservação do meio ambiente; 

V - promover o desenvolvimento de programas educativos junto à população, que concorram para uma melhor compreensão dos  problemas ambientais;

VI - implantar e manter atualizado Banco de Dados sobre os minerais;

VII - providenciar o levantamento e elaborar o cadastro das empresas mineradoras e dos garimpeiros que atuam no Estado; VIII - desenvolver programas de proteção ao meio ambiente, nas áreas onde ocorre a exploração mineral;  IX - fomentar e colaborar com criação de associações e cooperativas de garimpeiros, objetivando o desenvolvimento social e econômico  da categoria; X - promover a introdução de tecnologias que permitam uma maior produtividade nas áreas de garimpo, através de cursos e  treinamentos apropriados; XI - estudar, elaborar e propor a adoção de dispositivos legais e normativos sobre a exploração das reservas minerais do Estado;  X - manter estreito relacionamento com a SUDEMA e a CDRM;

XI - executar outras atribuições cometidas pelo Secretário.  CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES SEÇÃO I DO SECRETÁRIO EXTRAORDINÁRIO Artigo 19 - São atribuições do Secretário: 

I - presidir os Conselhos integrantes da estrutura da Secretaria;

II - promover as ações administrativas da Secretaria, observando os dispositivos legais e normativos da Administração Pública Estadual;  III - assessorar o Governador e prestar colaboração a outras Secretarias de Estado em assuntos da competência da Secretaria; 

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V - fazer indicações ao Governador para o provimento de cargos de Direção e Assessoramento Superiores, e prover os de Direção e  Assistência Intermediária;  VI - exercer o controle e supervisão dos órgãos e entidades vinculados à Secretaria;  VII - apreciar, em grau de recurso, qualquer decisão no âmbito da Secretaria;  VIII - decidir sobre os assuntos de sua competência;  IX - autorizar a instauração de processos licitatórios;  X - aprovar a programação da Secretaria e de órgãos vinculados;  XI - expedir portarias e outros atos normativos sobre a organização interna da Secretaria;  XII - apresentar ao Governador do Estado, anualmente, ou quando solicitado, relatório sobre as atividades da Secretaria;  XIII - firmar contratos, convênios, acordos e ajustes com entidades municipais, estaduais, federais, internacionais e estrangeiras;  XIV - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Governador.  SEÇÃO II DO SECRETÁRIO-ADJUNTO Artigo 20 - São atribuições do Secretário-Adjunto: I - prestar assistência ao Secretário nas suas relações com as entidades vinculadas à Secretaria e em outros assuntos especialmente  recomendados; II - articular-se com os Secretários-Adjuntos de outras Secretarias, visando à compatibilização de normas técnicas;  III - manter relações, a nível técnico, com instituições públicas e privadas e, especialmente, com as Secretarias normatizadoras dos  sistemas de administração, planejamento e finanças;  IV - substituir o Secretário, em suas ausências e impedimentos e sucedê-lo, em caso de vacância, até a nomeação de novo titular;  V - exercer outras atividades correlatas, especialmente as que lhe forem atribuídas pelo titular da Pasta.  SEÇÃO III DO CHEFE DE GABINETE Artigo 21 - São atribuições do Chefe de Gabinete:  I - propor ao Secretário o Programa de Trabalho e as alterações que se fizerem necessárias;  II - assistir o Secretário em suas representações, política, social e funcional;  III - orientar, no âmbito da Secretaria, os serviços de imprensa e divulgação, e a elaboração dos atos do Secretário;  IV - organizar a agenda das atividades e despachos diários do Secretário;  V - promover a administração geral do Gabinete do Secretário;  VI - exercer as atividades de relações públicas do Secretário e atender às autoridades, no âmbito de sua competência;  VII - acompanhar os despachos e o trâmite dos processos e documentos de interesse do Secretário;  VIII - desempenhar outras atividades compatíveis com o cargo.  SEÇÃO IV DO COORDENADOR DE PROCURADORIA JURÍDICA Artigo 22 - São atribuições do Coordenador da Procuradoria Jurídica:  I - prestar assistência jurídica no encaminhamento de estudos e decisões administrativas do Secretário;  II - emitir parecer em matérias encaminhadas pelo Secretário ou pelo Secretário-Adjunto; III - elaborar contratos, convênios, aditivos, acordos, ajustes e outros atos de natureza jurídica;  IV - manter atualizado o ementário de leis, decretos, portarias e outros atos normativos;  V - manter estreita articulação com a Procuradoria Geral do Estado, com ela colaborando nas questões de ordem jurídica;  VI - desempenhar outras atividades afins.

SEÇÃO V DO ASSESSOR DE IMPRENSA Artigo 23 - São atribuições do Assessor de Imprensa:  I - prestar assistência ao Secretário, em matéria de comunicação, em suas relações internas com as unidades administrativas, e nas  relações externas, em assuntos recomendados;  II - encaminhar matéria para divulgação, com prévia anuência do Secretário; 

III - articular-se com as demais unidades administrativas, inteirando-se das ações por elas desenvolvidas; 

IV - manter o Secretário informado de todas as fases dos procedimentos legislativos, e da elaboração de atos normativos sobre matérias  do interesse da Secretaria; V - manter atualizados arquivos e fichários de publicações envolvendo a Secretaria;  VI - exercer outras atividades compatíveis com a função e as que lhe forem cometidas pelo Secretário.  SEÇÃO VI DA SECRETÁRIA DO GABINETE Artigo 24 - São atribuições da Secretária do Gabinete:  I - assistir o Secretário na organização e execução das atividades administrativas de sua competência;  II - receber, minutar e providenciar a correspondência do Secretário;  III - preparar o expediente a ser assinado ou despachado pelo Secretário;  IV - preparar relatórios, portarias, comunicados, circulares e despachos em geral, ligados ao titular da Pasta;  V - manter o arquivo de documentos e papéis de interesse do Gabinete; 

VI - desempenhar outras atividades afins.

SEÇÃO VII DO COORDENADOR DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS Artigo 25 - São atribuições do Coordenador de Gestão dos Recursos Hídricos:  I - coordenar as ações de planejamento, administração e controle do uso, oferta e preservação dos recursos hídricos estaduais;  II - acompanhar a execução do Plano Estadual de Recursos Hídricos;  III - elaborar e propor ao Secretário normas técnicas para o uso de água;  IV - examinar processos e expedir licença para execução de obras e serviços de oferta hídrica e outorga de direito de uso da água;  V - propor ao Secretário e coordenar estudos e pesquisas com vistas à aplicação de tarifas pela utilização dos recursos hídricos;  VI - coordenar os trabalhos de constituição de organizações de usuários de água;  VII - propor ao Secretário a elaboração e execução de programas de capacitação de pessoal em gestão de recursos hídricos;  VIII - providenciar a implantação e permanente atualização do Cadastro de Usuários de Água e Cadastro de Obras Hidráulicas do Estado;  IX - providenciar a implantação do Banco de Dados sobre os Recursos Hídricos Estaduais;  X - coordenar os trabalhos de operação e manutenção das obras hidráulicas e estações hidrométricas;  XI - manter permanente articulação com órgãos federais, estaduais, municipais e privados, envolvidos no gerenciamento dos recursos  hídricos; 

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XII - secretariar o Conselho Estadual de Recursos Hídricos;  XIII - executar outras atribuições correlatas.  SEÇÃO VIII DO COORDENADOR DE GESTÃO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS MINERAIS Artigo 26 - São atribuições do Coordenador de Gestão do Meio Ambiente e dos Recursos Minerais:  I - propor ao Secretário a realização de programas de medição e controle da poluição ambiental e a adoção de medidas para a solução  dos problemas detectados;

II - realizar estudos e sugerir a execução de atividades que promovam a preservação do meio ambiente, da fauna, da flora e dos recursos  hídricos, além da proteção dos ecossistemas naturais;  III - coordenar a elaboração de normas e padrões relativos à preservação do meio ambiente;  IV - providenciar a implantação e atualização do Banco de Dados sobre os minerais existentes no Estado;  V - coordenar o levantamento e elaboração do cadastro das empresas mineradoras e dos garimpeiros que atuam no Estado;  VI - propor a execução de programas de preservação ambiental nas áreas de exploração mineral;  V - propor ao Secretário ações de fomento à criação de associações e cooperativas de garimpeiros;  VI - promover a capacitação de pessoal , objetivando a introdução de novas tecnologias que venham permitir uma maior produtividade  nas áreas de garimpo;  VII - manter articulação permanente com a SUDEMA e a CDRM;  VIII - desempenhar outras tarefas afins.

SEÇÃO IX

DAS ATRIBUIÇÕES COMUNS DOS DIRIGENTES NOS NÍVEIS DE ATUAÇÃO E EXECUÇÃO Artigo 27 - São atribuições comuns dos dirigentes nos níveis de Atuação e Execução:  I - planejar, organizar, dirigir, executar, controlar e coordenar as atividades da unidade; II - assessorar o Secretário e o Secretário-Adjunto em assuntos de competência da unidade;  III - opinar e decidir sobre a movimentação do pessoal a eles subordinado; 

IV - expedir, dentro de suas limitações, atos normativos da alçada da unidade; 

V - promover o desenvolvimento funcional dos seus servidores e integrá-los aos objetivos da Secretaria;

VI - incentivar entre os subordinados a criatividade e a participação crítica na formulação, revisão e aperfeiçoamento dos métodos de  trabalho, bem como nas decisões técnicas e administrativas da Unidade;  VII - criar e desenvolver fluxos de informações, e promover a distribuição destes com as demais unidades;  VIII - desempenhar outras tarefas compatíveis com a função e as que lhes forem cometidas pelo Secretário.  CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 28 - O Secretário Extraordinário do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais poderá expedir normas complementares para  execução do disposto no presente Decreto, respeitada a legislação.  Artigo 29 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.  Artigo 30 - Revogam-se as disposições em contrário.  PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 31 de outubro de 1997; 108º da Proclamação da República.  JOSÉ TARGINO MARANHÃO Governador MÁRIO SILVEIRA Secretário do Planejamento

Referências

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