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ACEF/1718/ Relatório final da CAE

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Academic year: 2021

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ACEF/1718/0103317 — Relatório final da CAE

Contexto da Avaliação do Ciclo de Estudos

Relatório da CAE - Ciclo de Estudos em Funcionamento. Contexto da Avaliação do Ciclo de Estudos

Nos termos do regime jurídico da avaliação do ensino superior (Lei n.º 38/2007, de 16 de agosto), a avaliação externa dos ciclos de estudos deve ser realizada periodicamente. A periodicidade fixada é de seis anos.

O processo de avaliação/acreditação de ciclos de estudo em funcionamento (Processo ACEF) tem por elemento fundamental o relatório de autoavaliação elaborado pela instituição avaliada, que se deve focar nos processos que se julgam críticos para garantir a qualidade do ensino e nas metodologias para monitorizar/melhorar essa qualidade, incluindo a forma como as instituições monitorizam e avaliam a qualidade dos seus programas de ensino e da investigação.

A avaliação é efetuada por uma Comissão de Avaliação Externa (CAE), composta por especialistas selecionados pela Agência com base no seu currículo e experiência e apoiada por um funcionário da Agência, que atua como gestor do procedimento. A CAE analisa o relatório de autoavaliação e visita a instituição para confirmar as informações do relatório e proceder à sua discussão com

representantes da instituição.

Antes do termo da visita, a Comissão reúne para discutir as conclusões sobre os resultados da avaliação e organizar os itens a integrar no relatório de avaliação externa a ser apresentado oralmente. Esta apresentação é da responsabilidade do(a) Presidente da CAE e deve limitar-se a discutir os resultados da sua análise em termos de aspetos positivos, deficiências, propostas de melhoria e outros aspetos que sejam relevantes no contexto da avaliação.

A CAE, usando o formulário eletrónico apropriado, prepara, sob supervisão do seu Presidente, a versão preliminar do Relatório de Avaliação Externa do ciclo de estudo. A Agência remete o relatório preliminar à instituição de ensino superior para apreciação e eventual pronúncia, no prazo

regularmente fixado. A Comissão, face à pronúncia apresentada, poderá rever o relatório preliminar, se assim o entender, competindo-lhe aprovar a sua versão final e submetê-la na plataforma da

Agência.

Compete ao Conselho de Administração a deliberação final em termos de acreditação. Na

formulação da deliberação, o Conselho de Administração terá em consideração o relatório final da CAE e, havendo ordens e associações profissionais relevantes, será igualmente considerado o seu parecer. O Conselho de Administração pode, porém, tomar decisões não coincidentes com a recomendação da CAE, com o intuito de assegurar a equidade e o equilíbrio das decisões finais. Assim, o Conselho de Administração poderá deliberar, de forma fundamentada, em discordância favorável (menos exigente que a Comissão) ou desfavorável (mais exigente do que a Comissão) em relação à recomendação da CAE.

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Composição da CAE

A composição da CAE que avaliou o presente ciclo de estudos é a seguinte (os CV dos peritos podem ser consultados na página da Agência, no separador Acreditação e Auditoria / Peritos):

Adília Cabral

Carlos de O. Fernandes Antonio Carles

Cristina Isabel Rodrigues

1. Caracterização geral do ciclo de estudos

1.1. Instituição de Ensino Superior: Instituto Politécnico Da Guarda

1.1.a. Outra(s) Instituição(ões) de Ensino Superior (proposta em associação): 1.2. Unidade orgânica:

Escola Superior De Turismo E Hotelaria De Seia

1.2.a. Outra(s) unidade(s) orgânica(s) (proposta em associação): 1.3. Ciclo de estudos:

Licenciatura em Gestão Hoteleira 1.4. Grau:

Licenciado

1.5. Publicação em D.R. do plano de estudos em vigor (nº e data): 1.5._Despacho n.º 12199-2014 GH.pdf

1.6. Área científica predominante do ciclo de estudos: Hotelaria e Restauração

1.7.1 Classificação CNAEF – primeira área fundamental: 811

1.7.2 Classificação CNAEF – segunda área fundamental, se aplicável: 340

1.7.3 Classificação CNAEF – terceira área fundamental, se aplicável: 460

1.8. Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: 180

1.9. Duração do ciclo de estudos (art.º 3 Decreto-Lei 74/2006, de 24 de março, com a redação do Decreto-Lei 63/2016 de 13 de setembro):

6 semestres

1.10. Número máximo de admissões aprovado no último ano letivo: 48

1.10.1. Número máximo de admissões pretendido (se diferente do número anterior) e sua justificação

NA.

1.11. Condições específicas de ingresso.

Provas de Ingresso: Economia ou Matemática ou Português Nota de Candidatura: 95 pontos

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Preferências:

Área de influência: Percentagem de vagas: 50.0%

Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu, R. A. Açores e R. A. Madeira

Cursos com acesso preferencial: Percentagem de vagas: 30.0% 716 ‐ Rececionista de Hotel

717 ‐ Rececionista de Turismo

G80 ‐ Cursos profissionais das escolas profissionais anteriores ao DL n.º 74/2004 G82 ‐ Cursos profissionais do Instituto Nacional de Formação Turística

P77 ‐ Técnico de Receção P91 ‐ Técnico de Turismo

S54 ‐ Técnicas de Cozinha/Pastelaria (Portaria n.º 57/2009)

S55 ‐ Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas (Portaria n.º 57/2009) S56 ‐ Técnicas de Operações Turísticas e Hoteleiras (Portaria n.º 57/2009) S58 ‐ Restaurante/Bar (Portaria n.º 846/2007)

S59 ‐ Hotelaria e Turismo (Portaria n.º 846/2007) 602 ‐ Cursos Técnico‐Profissionais (Todos os Cursos) 1.12. Regime de funcionamento.

Diurno

1.12.1. Outro: NA

1.13. Local onde o ciclo de estudos é ministrado:

Escola Superior de Turismo e Hotelaria. / School of Tourism and Hospitality Management. 1.14. Eventuais observações da CAE:

<sem resposta>

2. Corpo docente

Perguntas 2.1 a 2.5

2.1. Coordenação do ciclo de estudos.

O docente ou docentes responsáveis pela coordenação do ciclo de estudos têm o perfil adequado: Sim

2.2. Cumprimento de requisitos legais.

O corpo docente cumpre os requisitos legais de corpo docente próprio, academicamente qualificado e especializado:

Não

2.3. Adequação da carga horária.

A carga horária do pessoal docente é adequada: Em parte

2.4. Estabilidade.

A maioria dos docentes mantém ligação à instituição por um período superior a três anos: Sim

2.5. Dinâmica de formação.

O número de docentes em programas de doutoramento há mais de um ano é adequado às

necessidades de qualificação académica e de especialização do corpo docente do ciclo de estudos, quando necessário:

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2.6. Apreciação global do corpo docente

2.6.1. Apreciação global

O Coordenador do Curso é licenciado em Direção e Gestão Hoteleira (2000), mestre em Gestão de Empresa (2005) e doutorado em Marketing e Estratégia (2015). A tese do mestrado é intitulada “Estudo de Mercado e Estratégias de Segmentação para o Turismo em Espaço Rural na Região do Parque Natural da Serra da Estrela” e do doutoramento “Online Reviews Credibility and Website Quality: Implications on Traveller’s Decision Making”.

Apresenta aproximadamente 3 anos de experiencia profissional de assistente de direção em empresas hotelarias, algumas comunicações em conferências na área do turismo, algumas publicações em turismo e hotelaria (não indexadas), sem investigação e prestação de serviços na área de Hotelaria e Restauração. Contratado a TI; assegura 105 horas letivos no CE. Dadas as

circunstâncias descritas a CAE considera que o Coordenador do CE possui perfil adequado. Porém, a CAE entende que, seria mais proveitoso para o CE que o Coordenador de Curso dedicasse mais tempo e investimento na área da Hotelaria e Restauração, começando por mais serviço letivo

atribuído no CE, investigação e publicações em revistas científicas com revisão de pares e indexadas. A IES indica a área 340 do CNAEF (Ciências Empresariais) como área secundária do CE e a área 460 (Matemática e Estatística) como segunda área secundária. No entanto, a área 340 não consta na estrutura curricular (ponto 2.2.2) e a área 460 representa 10 ECTS (5,6%) do total dos ECTS do CE, o que não perfaz o mínimo de 25% para ser considerada área secundária.

O corpo docente é composto por 26 docentes (24,99 ETI´s). O corpo docente cumpre os requisitos legais, designadamente de corpo docente próprio a TI (23 ETI - 92%) e academicamente qualificado (14,8 ETI – 59,6). Relativamente ao corpo docente especializado na AC predominante do CE

(Hoteleira e Restauração), há dois docentes a TI reconhecidos como especialistas pelo CTC da IES, mais dois docentes a TP (50% + 59%), subtotal de 3,09 ETI, mais o CC a TI (4,09 ETI – 16,4%), pelo que ainda não se atinge o rácio de 50% de ETI legalmente requerido, como previsto na alínea c) do n.º 6 do art. 6º do decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, republicado pelo Decreto-Lei n.º 63/2016, de 13 de setembro.

De acordo com as Fichas de Docente há diversos docentes a assegurar apenas a média de 15 horas no CE; na UC de GDT, 1 docente assegura 75 horas, outro 15 horas, quando no plano de estudos a UC tem apenas 45 horas de contacto; docente licenciado em Comunicação com reconhecimento de especialista em H & R pelo CTC, assegura UC nessa AC, indica experiência profissional na área, mas não indica o período.

O número de docentes em programas de doutoramento há mais de um ano (6 ETI - 24%) poderá contribuir para melhorar os níveis de especialização do corpo docente, sobretudo se se

especializarem ou obtiverem reconhecida experiência e competência profissional na área de

Hotelaria e Restauração, pelo que o requisito do corpo docente especializado na área predominante do CE deve ser uma aposta contínua da IES.

As cargas letivas atribuídas aos docentes são, geralmente, compatíveis com as demais funções próprias de um docente de ensino superior (duas exceções com 412 e 428 horas respetivamente). A grande maioria dos docentes (80,0%) mantém ligação à instituição por um período superior a três anos.

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A IES tem diversificado a composição do corpo docente, com doutores e especialistas, seguindo uma orientação de ensino técnico, o que é característico do ensino politécnico.

A grande maioria dos docentes (80,0%) mantém ligação à instituição por um período superior a três anos, estabelecendo estabilidade no corpo docente.

2.6.3. Recomendações de melhoria

O Coordenador do Curso deve demonstrar maior atividade letiva ligada à área de Hotelaria e Restauração devendo, por tal motivo, assumir muito mais serviço letivo, atribuído no CE, e

evidenciar mais investigação e publicações em revistas científicas com revisão de pares e indexadas. O corpo docente especializado deve ser reforçado na área predominante do CE, de modo a cumprir o rácio de CD Especializado, de acordo com a legislação em vigor.

Os docentes reconhecidos como especialistas pelo CTC da IES devem proceder com o pedido de provas publicas para obter o titulo de especialista.

Recomenda-se, também, um esforço de dinamização da produtividade académica (investigação, publicações, relação com a comunidade), sobretudo na área fundamental do CE.

3. Pessoal não-docente

Perguntas 3.1. a 3.3.

3.1. Competência profissional e técnica.

O pessoal não-docente tem a competência profissional e técnica adequada ao apoio à lecionação do ciclo de estudos:

Sim

3.2. Adequação em número.

O número e o regime de trabalho do pessoal não-docente correspondem às necessidades do ciclo de estudos:

Sim

3.3. Dinâmica de formação.

O pessoal não-docente frequenta regularmente cursos de formação avançada ou de formação contínua:

Sim

3.4. Apreciação global do pessoal não-docente

3.4.1. Apreciação global

Constata-se que o número de pessoal não-docente indicado é referente à ESHT e existe uma boa proximidade no apoio dos vários serviços e uma articulação de serviços satisfatória.

A ESHT agrega um total de 12 trabalhadores que permitem a prestação de um serviço de qualidade a todos os ciclos de estudo. Encontram vinculados ao IPG em regime de contrato de trabalho (tempo indeterminado). Pela especificidade da UO, não existe uma afetação direta destes à lecionação de ciclos específicos de estudos, havendo uma transversalidade de serviços. O grupo de trabalhadores é dividido por 8 grupos estruturais, a saber, 3 Técnicos Superiores (TS) nos serviços de Secretariado de Direção, de Estágios, Saídas Profissionais, de Promoção e Divulgação e no Serviço de Mobilidade, Cooperação; 3 Assistentes Técnicos (AT) nos Serviços Administrativos e Académicos; 1 AT na

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Equipamentos Técnicos, Laboratórios, etc.; 1 Assistente Operacional (AO) nos Serviços de Manutenção; 3 AO nos Serviços de Ação Social. O serviço de bar, assim como o de limpeza está contratado em regime de outsourcing.

3.4.2. Pontos fortes

A adequação na formação e no nível de graduação do pessoal não-docente.

Existe estabilidade do pessoal não docente, pois todos os funcionários estarão em regime de tempo integral na ESHT verificando-se igualmente um bom ambiente de partilha e de cooperação de atividades.

3.4.3. Recomendações de melhoria

Consolidar e continuar a estimular o pessoal não-docente para a realização e aperfeiçoamento da sua formação académica e formação contínua, sobretudo na área das tecnologias de informação, imprescindíveis à modernização e adequação da formação atual dos recursos humanos nas diferentes organizações.

Deve a IES, ainda, promover a formação em línguas estrangeiras do pessoal não-docente, sobretudo em língua Inglesa, por forma a preparar melhor o apoio ao CE e à instituição para a

internacionalização

4. Estudantes

Pergunta 4.1.

4.1. Procura do ciclo de estudos.

Verifica-se uma procura consistente do ciclo de estudos por parte de potenciais estudantes ao longo dos 3 últimos anos:

Em parte

4.2. Apreciação global do corpo discente

4.2.1. Apreciação global

O ciclo de estudos tem 118 alunos inscritos, dos quais 42, no 1º ano, e os restantes 30 e 46 nos 2º e 3º anos, respetivamente.

Quanto à distribuição por género, 45.8% são do género masculino e 54.2% do género feminino. No que diz respeito à procura pelo C.E, nos últimos 3 anos a procura tem sido mais ou menos regular.

De realçar que o número de candidatos no penúltimo ano foi de 133, no último ano foi de 107 e no presente ano letivo foi de 132, tendo sido colocados 50, 40 e 45 estudantes, respetivamente.

A nota mínima de candidatura do último colocado oscilou entre 97 e 11,19 e a nota média de entrada variou entre 12,33 e 12,85. O número de inscritos 1º ano 1ª vez nos três anos foi de 48, 28 e 42, respetivamente.

4.2.2. Pontos fortes

O número de candidatos, embora não revele uma procura crescente relevante, tem mantido um nível regular mas que importa incrementar.

A ligação da Escola e em particular deste C.E à região, é notada através de algumas parcerias e protocolos que mantém, nomeadamente no setor do turismo e hoteleiro.

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estudantes, não só para a realização de estágios mas, também, posteriormente, para integração nas equipas de trabalho, como trabalhadores efetivos em diferentes unidades hoteleiras de referência, da região, e não só.

Para os estudantes, a proximidade à residência de estudantes, a qualidade das infraestruturas e também os recursos técnicos para o ensino prático e a reputação da formação nas áreas de ensino constituem aspetos positivos na UO. Por outro lado, a oferta de estágios (curriculares e

extracurriculares) em organizações turísticas e cadeias hoteleiras, de grande prestígio nacional e internacional, é também um fator de atração.

4.2.3. Recomendações de melhoria

Apesar da estabilidade da procura, a Escola e por consequência este C.E tem revelado alguma dificuldade de autopromoção e divulgação e, consequentemente, de afirmação principalmente fora da sua região.

Verifica-se, por isso, a necessidade de implementar uma forte estratégia de divulgação para a captação de mais e novos estudantes, incluindo estudantes internacionais.

5. Resultados académicos

Perguntas 5.1. e 5.2.

5.1. Sucesso escolar

O sucesso escolar da população discente é satisfatório e é convenientemente acompanhado: Em parte

5.2. Empregabilidade

Os níveis de empregabilidade dos graduados pelo ciclo de estudos não revelam dificuldades de transição para o mercado de trabalho:

Em parte

5.3. Apreciação global dos resultados académicos

5.3.1. Apreciação global

O número de graduados no triénio em análise foi de 31, 14 e 20 estudantes, respetivamente, sendo que um elevado número de alunos não concluiu o ciclo de estudos em N anos (54.8%, 32.2% e 54.8%), respetivamente.

A eficiência formativa apresenta algumas fragilidades, com a conclusão do ciclo de estudos em N+1 anos foi de 19.3%, 0% e 6.4% e a conclusão em N+2 e mais de N+2 foi de 26%, 13% e 3.2%.

A média das classificações nas diferentes áreas científicas situa-se entre os 11 e os 14 valores. As ACs com menor taxa de sucesso são a Estatística e a Matemática, destacando-se as unidades curriculares de Métodos Quantitativos e Métodos Matemáticos Aplicados à Gestão. Há, portanto, evidências de algumas dificuldades sentidas pelos estudantes em matérias ligadas ao cálculo matemático. Com maior sucesso, destacam-se a A.C de Ciências da Vida e também Hotelaria e Restauração, esta última com uma taxa de sucesso superior a 95%. A unidade curricular de Estágios apresenta a média mais elevada de todo o ciclo de estudos.

A taxa de desemprego registada no ciclo de estudos reporta-se a 2017 e indica 9.5%. 5.3.2. Pontos fortes

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A área científica, nuclear da formação do CE, Hotelaria e Restauração, com uma taxa de aprovação bastante elevada.

A U.C de Estágio apresenta a melhor média das U.Cs, o que evidencia a motivação e o envolvimento dos estudantes ao contexto profissional.

A qualidade formativa ministrada neste C.E revela-se bastante razoável tendo em conta os cargos que os diferentes graduados ocupam em diversos grupos hoteleiros da região.

O mercado de trabalho local e regional apresenta-se como muito recetivo ao acolhimento dos estudantes para realização de estágios curriculares e posteriormente profissionais.

5.3.3. Recomendações de melhoria

Sendo a Gestão uma das áreas (secundárias) desta formação, deveram ser tomadas medidas

acrescidas para o acompanhamento dos fracos resultados à U.C de Métodos Matemáticos Aplicados à Gestão.

Promover um melhor aproveitamento e dinamização do Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais para levar os estudantes a encontrarem organizações nacionais de referência mas, também,

internacionais.

O facto de os estudantes terem muitas propostas de trabalho, tanto do mercado local como do regional por parte das unidades hoteleiras, tem vindo a revelar-se prejudicial uma vez que muitos estudantes começam a trabalhar sem concluírem o seu ciclo de estudos.

Por outro lado, a elevada taxa de reprovação em determinas UC afeta a eficiência formativa que poderá ser outro fator de desmotivação a influenciar a desistência do CE. Neste sentido,

recomenda-se a implementação de medidas que possam reverter esta problemática que tem como consequência o abandono académico e o facto de os alunos não terminarem o curso no prazo previsto.

6. Resultados das atividades científicas, tecnológicas e

artísticas

Perguntas 6.1. a 6.5.

6.1. Centros de Investigação

A instituição dispõe de recursos organizativos e humanos que integrem os seus docentes em atividades de investigação, seja por si ou através da sua participação ou colaboração, ou dos seus docentes e investigadores, em instituições científicas reconhecidas:

Sim

6.2. Produção científica ou artística

Existem publicações científicas do corpo docente do ciclo de estudos em revistas internacionais com revisão por pares, livros e capítulos de livro ou trabalhos de produção artística, ou publicações resultantes de atividades de investigação orientada ou de desenvolvimento profissional de alto nível, nos últimos cinco anos, com relevância para a área do ciclo de estudos:

Em parte

6.3. Outras publicações

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designadamente de natureza pedagógica: Sim

6.4. Atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico

As atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços à comunidade e formação avançada na(s) área(s) fundamental(ais) do ciclo de estudos representam um contributo real para o desenvolvimento nacional, regional e local, a cultura científica e a ação cultural, desportiva e artística:

Em parte

6.5. Integração em projetos e parcerias nacionais e internacionais

As atividades científicas, tecnológicas e artísticas estão integradas em projetos e/ou parcerias nacionais e internacionais:

Não

6.6. Apreciação global dos resultados das atividades científicas, tecnológicas

e artísticas

6.6.1. Apreciação global

Foram identificados quatro centros de investigação aos quais os docentes deste CE se encontram ligados, dos quais dois estão classificados pela FCT, com apenas um docente em cada. Seis docentes integram o CiTUR e nove integram a UDI da IES.

Foi anexado um mapa resumo de publicações científicas do corpo docente, em revistas internacionais com revisão por pares e capítulos de livro e outras publicações resultantes de atividades de investigação orientada ou de desenvolvimento profissional de alto nível, nos últimos cinco anos, com relevância para a área do CE.

Foram indicados alguns projetos nacionais na área do CE, em cooperação com outras IES. Não há evidência de integração da IES em projetos internacionais na área do CE. Foram indicadas algumas atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços à comunidade na AC fundamental do CE.

6.6.2. Pontos fortes

Com um corpo docente próprio qualificado, a IES apresenta potencialidades para aumentar a produção científica, nomeadamente através de atividades de investigação e desenvolvimento baseadas na experiência, na publicação de artigos científicos em revistas científicas internacionais com revisão por pares, assim como projetos conjuntos com entidades públicas e privadas.

Este contexto contribuirá para a inovação e desenvolvimento do turismo, da hotelaria e restauração, particularmente a nível regional.

6.6.3. Recomendações de melhoria

Maior participação dos docentes em projetos de investigação e desenvolvimento de parcerias de investigação, nacionais e internacionais.

Envolver os estudantes na investigação científica, nomeadamente através de projetos de I&D. Melhorar os índices de investigação e publicação em todas as áreas científicas e, muito particularmente, na área predominante do CE, essencialmente em revistas internacionais de referência.

Dinamizar mais as atividades de desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços junto das comunidades locais e regionais.

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7. Nível de internacionalização

Perguntas 7.1. a 7.3.

7.1. Mobilidade de estudantes e docentes

Existe um nível significativo de mobilidade de estudantes e docentes do ciclo de estudos: Em parte

7.2. Estudantes estrangeiros

Existem estudantes estrangeiros matriculados no ciclo de estudos (para além de estudantes em mobilidade):

Sim

7.3. Participação em redes internacionais

A instituição participa em redes internacionais com relevância para o ciclo de estudos: Não

7.4. Apreciação global do nível de internacionalização

7.4.1. Apreciação global

Registam-se baixas taxas de alunos em mobilidade Erasmus, tanto incoming como outgoing; aproximadamente 13% dos alunos inscritos no CE são estrangeiros (aparenta ser a nível da UO e não do CE)

Alta percentagem de mobilidade docente, tanto incoming como outgoing, aparenta ser a nível de UO e não do CE. De qualquer maneira, foi verificada uma boa dinâmica da mobilidade docente.

Não há evidência de docentes a integrar redes internacionais de investigadores, em áreas de especial interesse para o CE, o que demonstra que a IES não possui ainda uma estratégia bem definida para a internacionalização.

7.4.2. Pontos fortes Nada a indicar.

7.4.3. Recomendações de melhoria

Aumentar os acordos bilaterais na área do CE com uma maior variedade de países europeus e instituições com planos de estudo semelhantes ao desta IES.

Incentivar os alunos para a mobilidade internacional, a nível académico e/ou estágios e pessoal não docente para adquirir conhecimentos que facilite a internacionalização da IES.

Aumentar o número de bolsas do Programa Erasmus+ no CE, de modo a permitir aumentar o número de alunos a realizar mobilidade académica e/ou de estágio.

Aumentar a integração e cooperação em redes internacionais, para criar oportunidades de internacionalização, da investigação, organização de eventos científicos e outras atividades relevantes para o CE.

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qualidade

Perguntas 8.1 a 8.6

8.1. Sistema interno de garantia da qualidade

Existe um sistema interno de garantia da qualidade, a nível da Instituição ou da Unidade Orgânica, certificado pela A3ES:

Sim (passa diretamente ao campo 8.7) 8.2. Mecanismos de garantia da qualidade

Existem mecanismos de garantia da qualidade do ciclo de estudos e das atividades desenvolvidas pelos serviços ou estruturas de apoio aos processos de ensino e aprendizagem:

Sim

8.3. Coordenação e estrutura(s) de apoio

Existem um coordenador e estrutura(s) responsáveis pela implementação dos mecanismos de garantia da qualidade do(s) ciclo(s) de estudos:

Sim

8.4. Avaliação do pessoal docente

Existem procedimentos de avaliação do desempenho do pessoal docente e estão implementadas medidas conducentes à sua permanente atualização e desenvolvimento profissional:

Sim

8.5. Avaliação do pessoal não-docente

Existem procedimentos de avaliação do pessoal não-docente e estão implementadas medidas conducentes à sua permanente atualização e desenvolvimento profissional:

Sim

8.6. Outras vias de avaliação

Existiram outras avaliações do ciclo de estudos ou de natureza institucional, nos últimos cinco anos, não conduzidas pela A3ES:

Não

8.6.1. Conclusões de outras avaliações (quando aplicável) <sem resposta>

8.7. Apreciação global dos mecanismos de garantia da qualidade

8.7.1. Apreciação global

De acordo com o documento de auto-avaliação (ver parágrafo 8.1), o Sistema de Garantia de

Qualidade Interna foi certificado pela A3ES, sendo portanto isento do preenchimento das seções 8.2 a 8.6.

Embora a Instituição tenha elaborado, desde 2015, um Manual da Qualidade, e o relatório

correspondente, referente ao ano letivo de 2015/2016, tenha sido anexado, com dados relevantes do Ciclo de Estudos (1), as informações sobre a análise feita aos dados provenientes dos indicadores de qualidade e consequente acompanhamento dos planos de ação de melhoria contínua, seriam

desejáveis, a fim de avaliar os mecanismos de organização interna e garantia de qualidade. Por outro lado, foram também identificadas ações de melhoria com vista à identificação das fraquezas destacadas na análise SWOT feita para o CE.

As medidas de melhoria foram priorizadas, com os correspondentes indicadores de implementação, atribuídos a cada um deles

8.7.2. Pontos fortes

A instituição desenvolveu um Manual de Qualidade detalhado com os procedimentos gerais

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de controle, com um sistema de acompanhamento, envolvendo os organismos relevantes dentro da instituição (Conselho Geral, Conselho Técnico-Científico, Conselho Pedagógico, Conselho Consultivo e Gabinete da Qualidade, entre outros), de forma a atingir os objetivos estabelecidos e formando graduados qualificados nas competências exigidas pela indústria/setor.

Ações de melhoria identificadas abordando os 10 pontos fracos detetados na análise SWOT 8.7.3. Recomendações de melhoria

Recomenda-se a apresentação de evidências do status real de implementação do Sistema da Qualidade e respetivos planos de ação, relacionados aos parâmetros-chave, com objetivos mensuráveis.

Um plano de melhoria com responsabilidades atribuídas e objetivos mensuráveis, para cada uma das 10 ações identificadas, será igualmente recomendado.

9. Melhoria do ciclo de estudos – Evolução desde a avaliação

anterior e ações futuras de melhoria

9.1. Evolução desde a avaliação anterior

Resumo das medidas para melhorar o ciclo de estudos desde a avaliação anterior, seguindo as recomendações do CAE:

• Afirma-se que o corpo docente verificou alguma melhoria dos seus indicadores gerais de qualificação acadêmica. Espera-se também que os professores matriculados em doutoramento possam concluí-lo a curto prazo.

• Os planos são de contratar mais dois professores assistentes nas áreas disciplinares de Hotelaria e Restauração, e ainda um assistente operacional para a UO.

• Foram tomadas medidas para melhor adaptar o Ciclo de Estudo no contexto atual do mercado de trabalho, levando em conta a diversidade das habilidades relacionadas e tendências de pesquisa no setor. Destaca-se a introdução de um terceiro período de estágio, como uma UC opcional ao Projeto Aplicado à UC, com o objetivo de melhorar a empregabilidade de estudantes e futuros graduados. • Tem também procurado promover atividades de desenvolvimento profissional e científico através da institucionalização do Observatório do Turismo da Serra da Estrela na ESTH, no âmbito da UDI (Desenvolvimento do Turismo Interior). Destacando alguma produção de publicações resultantes de pesquisas aplicadas nos setores de Turismo, Hotelaria e Catering, que se materializaram em projetos coordenados pelos professores da OUESTH. Nesse contexto, cabe mencionar a 4ª edição do ISITH -Simpósio Internacional de Inovação em Turismo e Hotelaria

• A recente inclusão no Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação em Turismo (CITUR) da rede de Institutos Politécnicos da área do Turismo (RC validado em janeiro de 2018 pela Fundação de Ciência e Tecnologia (FCT)), traz a oportunidade para um aprimoramento da atividade de pesquisa e visibilidade, do corpo docente.

• Dada a importância da internacionalização nos cursos de Turismo, Hotelaria e Restauração, a UO deve desenvolver estratégias para melhorar os indicadores de entrada e saída, orientados para docentes e alunos, para serem implementados através de uma vasta rede de parcerias internacionais tendo sempre em conta que alguns destes indicadores de mobilidade "out" dos alunos dizem respeito a estágios curriculares.

9.2. Apreciação e validação das propostas de melhoria futura

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Porém, outras melhorias são ainda necessárias em áreas do CE e outras tais como o

desenvolvimento de projetos de investigação aplicada e incremento da internacionalização.

É igualmente recomendável examinar as áreas de oportunidade detetadas na análise SWOT, a fim de avaliar possíveis desenvolvimentos ou ações de melhoria.

10. Reestruturação curricular (se aplicável)

10.1. Apreciação e validação da proposta de reestruturação curricular <sem resposta>

11. Observações finais

11.1. Apreciação da pronúncia da instituição (quando aplicável)

A CAE tomou atento conhecimento da pronúncia que a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do IP da Guarda decidiu apresentar na sequência do Relatório produzido, no âmbito da avaliação ao CE de Gestão Hoteleira.

A CAE congratula-se pela manifestação de concordância em relação às observações por nós produzidas.

A CAE reconhece que a IES está determinada em cumprir com as recomendações propostas pela CAE e os requisitos exigidos pela legislação em vigor e pela A3ES.

No que diz respeito ao Coordenador de Curso, a CAE agradece o esclarecimento deste, e reconhece o esforço em assegurar um dos lugares na Direção, tendo direito a redução de horário.

Compreende-se a situação e o esforço de assegurar os dois cargos em simultâneo. O CC teve o cuidado de fazer a Coordenação juntamente com dois docentes com larga experiencia profissional na área da Hotelaria e Restauração, e que propõem, a curto prazo, pedir provas publicas para obter o titulo de Especialista. Ainda sobre este assunto, a CAE reconhece que é ainda difícil em Portugal encontrar recursos humanos com uma formação específica na área de formação e para além do conhecimento científico, nesta área, ser igualmente escasso. Ainda sobre este assunto, a CAE entende que o CC possui qualificações académicas que lhe confere conhecimentos para coordenar este CE. Porém, no sentido de valorizar toda a coordenação do CE, particularmente nesta área de formação, deverá o CC colocar maior enfase na investigação (aplicada) e publicações na área da Hotelaria e Restauração.

Lembramos que, de acordo com a legislação em vigor, para uma AC ser considerada secundária deve conter o mínimo de 25% do total dos ECTS do Ciclo de estudos.

Além da situação do CC e de outros aspetos apresentados e considerados na pronúncia entende esta CAE manter o parecer antes emitido.

11.2. Observações <sem resposta>

11.3. PDF (máx. 100kB) <sem resposta>

12. Conclusões

12.1. Apreciação global do ciclo de estudos

De um modo geral, a CAE destaca como aspetos positivos as boas relações institucionais com os diversos parceiros na região, públicas e privadas, e particularmente no setor empresarial com quem o ciclo de estudo em apreciação, Licenciatura em Gestão Hoteleira, mantém uma excelente

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colaboração.

Esta comissão reitera que este ciclo de estudos se enquadra na missão e estratégia da IES não só pela necessidade de formação na região como pelas condições criadas.

Os hard skills tem sido o grande alvo de atenção nos últimos anos (o saber fazer), mas verifica-se alguma preocupação e sensibilidade, pela Coordenação do CE, para reforçar os soft skills, o que representa uma mais valia para o ensino na área do turismo e hotelaria e restauração.

As cargas letivas atribuídas aos docentes são equilibradas, em geral, e compatíveis com as demais funções próprias de um docente de ensino superior.

Constata-se que há uma boa proximidade no apoio dos diversos serviços, assegurados pelo pessoal não docente.

O Coordenador do Ciclo de Estudos possui perfil académico adequado, mas necessita de reforçar sua experiencia e/ou investigação e/ou publicações na área da Hotelaria e Restauração.

O CE cumpre com os rácios do corpo docente próprio e qualificado, mas não cumpre com o rácio do corpo docente especializado.

Relativamente aos especialistas, a CAE reitera que a situação do reconhecimento dos especialistas pelo CTC está a terminar.

Os vários indicadores mostram um grau de internacionalização baixo, particularmente da parte dos estudantes para mobilidade académico e/ou estágio. No entanto, a percentagem de docentes em mobilidade outgoing é um indicador interessante e que deverá continuar a ser incentivado (embora não esteja claro se os dados apresentados dizem respeito à UO ou ao CE).

Numa futura reestruturação do CE, sugere-se a introdução de uma AC secundária,

preferencialmente Ciências Empresariais (mas com o mínimo de 25% dos ECTS do curso),e a substituição de UC´s de diversas AC com o reforço de UC´s práticas da AC de Hotelaria e

Restauração e confirmar a implementação das AC´s da CNAEF, de acordo com o decreto lei 115 de 2013, artº 3, alínea h).

A ESHT deverá continuar a desenvolver e incentivar atividades de divulgação e de promoção do CE, sempre muito voltada para o exterior e em colaboração com os diferentes stakeholders regionais. Realça-se a ligação da ESHT ao sector empresarial e entidades empregadoras. Porém, foi sugerido, pelos representantes dessas mesmas entidades, que tal ligação seja ainda reforçada e que os mesmos sejam ainda mais envolvidos.

É desigual entre as AC´s as publicações em revistas indexadas/de referência. É necessário continuar e até incrementar a Investigação Aplicada, Publicações em Revistas com impacto, e desenvolvimento de projetos, junto dos parceiros regionais, que levem ao incentivo, por parte dos alunos e corpo docente, de uma atitude permanente de Pesquisa e Divulgação de resultados, particularmente nas áreas fundamentais do CE.

Sugere-se, igualmente, o envolvimento dos estudantes na investigação e prestação de serviços à comunidade, o que poderá ser um fator motivador ao realizar trabalhos com promotores reais e de aplicação real, possivelmente em formato de problem-based learning.

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O ciclo de estudos apresenta alguma fragilidade na eficiência formativa, tendo em conta a alta taxa de reprovação em algumas UC e a desistência de alunos, facto relacionado com a oferta de emprego depois da conclusão do estágio (e possivelmente as taxas de eficiência formativa).

De salientar que foi apresentada pela IES, durante a visita da CAE, informação relativa aos

estudantes que obtiveram creditação de formação e de experiência profissional nos últimos três anos, antes de ingressarem no CE em Gestão Hoteleira.

12.2. Recomendação final.

Com fundamento na apreciação global do ciclo de estudos, a CAE recomenda: O ciclo de estudos deve ser acreditado condicionalmente

12.3. Período de acreditação condicional (se aplicável): 1

12.4. Condições:

O corpo docente parece ter evoluído de forma positiva.

No entanto, é necessário consolidar o corpo docente especializado, incluindo o cumprimento dos rácios de doutores/especialistas na área predominante do CE (ver pontos 2.6.1 e 2.6.3).

Recomenda-se o prazo de um ano para o corpo docente cumprir com os requisitos legais.

Averiguar quais os motivos que causam a reduzida taxa de eficiência formativa e tornar medidas imediatas para melhorar esses índices. Recomenda-se o prazo de um ano para ver melhoramentos razoáveis nos índices.

Referências

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