• Nenhum resultado encontrado

Nádia A. Fernandes Corrêa

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Nádia A. Fernandes Corrêa"

Copied!
8
0
0

Texto

(1)

INFORMATIVO DO PROJETO ASSENTAMENTOS SUSTENTÁVEIS NA AMAZÔNIA (PAS)

NÚMERO 6

AGOSTO DE 2015

IPAM

Qual a sua função no

PNAE?

NÁDIA Sou nutricionista. Atuo como agente do PNAE no Centro Colaborador de Alimentação e Nutrição do Escolar da Universidade Federal do Pará (CECANE). O CECANE/UFPA é uma unidade de referência e apoio para desenvolver ações de interesse e necessidade do PNAE no Estado do Pará.

IPAM

Resumidamente, o que é o PNAE?

NÁDIA O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é o programa mais antigo do governo federal brasileiro fun-damentado no direito dos escolares à alimentação saudável e adequada. Tem o objetivo de garantir as necessidades nu-tricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula de forma a contribuir para o crescimento, o desenvol-vimento, a aprendizagem, o rendimento escolar e formação de hábitos alimentares saudáveis dos estudantes.

IPAM

Em sua opinião, qual a importância

do PNAE para a agricultura familiar?

NÁDIA Os agricultores familiares devem compreender o programa de alimentação escolar como sendo uma pro-posta maior do que apenas uma expansão de mercado. Ao relacionar o produtor familiar com a preservação am-biental e evidenciar sua relação com a biodiversidade,

Para esta edição do infoPAS, entrevistamos a

nutricionista Nádia Alinne Fernandes Corrêa. Ela é

agente do Programa Nacional da Alimentação Escolar

(PNAE) no Centro Colaborador de Alimentação e

Nutrição Escolar na Universidade Federal do Pará,

e fala sobre o papel que a agricultura familiar pode

exercer neste setor.

o PNAE torna-se uma política pública importante para o desenvolvimento local sustentável. Para além do estímu-lo à economia estímu-local, este programa também promove a melhoria da saúde da população atendida, colocando a figura do agricultor como peça central na promoção da alimentação saudável.

IPAM

Qual a maior dificuldade que você

identifica na participação de produtores

familiares locais na merenda escolar?

NÁDIA Há uma considerável ausência de agricultores fami-liares formalmente organizados nos municípios e, quando existe, há um desconhecimento dos objetivos do programa e da importância de integrarem ao PNAE. É perceptível um volume de ações sendo realizadas por diferentes segmen-tos no âmbito municipal, no entanto, elas estão em várias direções e nenhuma converge para a efetivação da compra da agricultura familiar.

IPAM

Quais seriam possíveis caminhos para

fazer com que agricultores e prefeituras

conseguissem incrementar a participação dos

mesmos no PNAE?

NÁDIA Por parte da agricultura familiar, há a necessidade de uma adequação técnico-gerencial às exigências das relações comerciais formais, onde emerge a importância dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural, por exemplo. Por outro lado, na dimensão político-organizacional, a entidade executora precisa estabelecer mais articulação com os seto-res da agricultura familiar visando a novas formas de plane-jamento. A gestão deve priorizar cardápios que respeitem os hábitos regionais, observando as especificidades da região. É preciso ter em mente que o Estado do Pará se apresenta complexo quando pensamos nos agricultores, nas lógicas de produção e nas relações com o meio ambiente. Estabelecer projetos menos burocráticos, respeitando as especificidades locais a favor da garantia de acesso ao PNAE por este segmen-to social organizado, ainda é o nosso maior desafio.

CONVERSA COM

(2)

PA MOJU I & II • REGIÃO DO BAIXO AMAZONAS

Desafios da agricultura familiar sustentável

1.

O DESAFIO DA TRANSIÇÃO PRODUTIVA

NO PA MOJU I E II

O

PA Moju I e II é um dos maiores assentamentos tradicionais na região Oeste do Pará, com mais de 140.000 ha e uma capacidade para assentar 1.590 famí-lias. Nesse universo, 151 famílias participam do Projeto Assentamentos Sustentáveis na Amazônia. No PA Moju I e II esse trabalho ocorre por um processo de assistên-cia técnica que o IPAM desenvolve em parceria com as organizações locais do assentamento, o INCRA/SR-30, o IDEFLOR, dentre outros.

Um dos esforços feitos são os investimentos em boas práticas para o cultivo da pimenta-do-reino em siste-mas consorciados e solteiros. Dentre as boas práticas, está a produção de mudas sadias utilizando a ponteira

da pimenteira, cujo processo de enraizamento é feito em pequenas estufas que o produtor mesmo confeccio-na em seu lote. Com orientação do senhor Mitinory, do Município de Tomé Açu, novas técnicas na produção e na condução dos pimentais foram introduzidas, apre-sentando bons resultados até o momento. O desafio agora é superar as dificuldades impostas pelo El Niño, cuja estiagem prolongada afeta não somente a produ-ção de excedente produtivo para comercializaprodu-ção mas também a segurança alimentar das famílias.

Sistemas semi-intensivos de criação de galinha caipira são desenvolvidos com 35 famílias, visando à segurança alimentar e à geração de renda com o exce-dente produtivo. Da mesma forma, a ovinocultura tes-tada em projetos demonstrativos, com duas famílias,

(3)

PA MOJU I & II • REGIÃO DO BAIXO AMAZONAS

3.

O DESAFIO DE USO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA

No PA Moju I e II, como na maioria dos assentamentos na Amazônia, a floresta sofre pressão de diferentes inter-venções e interesses, como a atividade agrícola, interesse madeireiro e outros que ocorrem na região.

A falta de ações para o uso sustentável da floresta cria o risco de ela ser suprimida na unidade produtiva. Nesse sentido, visando trabalhar ações afirmativas de uso sustentável da floresta, o PAS desenvolve no PA Moju I e II uma estratégia que envolve uma série de ações para a implementação de projetos demonstrati-vos de manejo florestal comunitário (MFC).

O projeto demonstrativo mais avançado de manejo florestal comunitário é desenvolvido na comunidade São Miguel. É uma experiência desafiadora para as famílias envolvidas e serve de parâmetro para a implementação em outras áreas de assentamentos na Amazônia. É um trabalho que tem o desafio de superar as relações corren-tes entre empresa e comunidade nos diversos dilemas, dentre eles a falta de protagonismo e conhecimento para os assentados realizarem os processos de manejo para utilização racional da floresta em seus lotes.

Outro desafio é o aprendizado que possibilite às famílias fazerem a gestão florestal para a geração pre-sente e futura. Por fim é necessário que a floresta faça parte da estratégia da unidade familiar como um com-ponente econômico, ambiental e social, buscando a sustentabilidade.

Produção de mudas de pimenta do reino em estufa, PA Moju

já apresentam bom resultados e podem ser replicados para outras famílias.

Outro desafio da agricultura familiar no PA Moju I e II é a recuperação de áreas degradadas para fins econômi-cos. Esse processo ocorre com a implantação de sistemas agroflorestais (SAFs) com arranjos que envolvem o culti-vo de frutas regionais como o açaí, cupuaçu e o cacau, além das essências florestais. No total já foram implanta-dos 19,75 hectares de SAFs visando à recuperação de área degradada com uso alternativo do solo, reserva legal e área de preservação permanente.

2.

O DESAFIO DA COGESTÃO

A cogestão não é um mecanismo inerente aos pro-jetos de assentamento tradicionais da Reforma Agrária na Amazônia (PA). É uma proposta nova em teste pelo PAS nos assentamentos de referência na região Oeste do Pará dentre eles o PA Moju I e II. A estrutura de coges-tão do PA Moju I e II envolve três espaços de discussão dos processos de desenvolvimento do assentamento: as associações comunitárias, a central de associações e o grupo de sustentação.

O processo de cogestão em curso no PA Moju I e II tem o desafio de promover o fortalecimento das organi-zações associativas, da central que integra as associa-ções da área e o grupo de sustentação, que é uma ins-tância colegiadas de participação das lideranças para a discussão de processos efetivos de ações e estratégias de desenvolvimento do território como um todo.

OUTRO DESAFIO DA

AGRICULTURA FAMILIAR NO PA MOJU

I E II É A RECUPERAÇÃO DE ÁREAS

DEGRADADAS PARA FINS ECONÔMICOS.

ESSE PROCESSO VEM OCORRENDO

ATRAVÉS DA IMPLANTAÇÃO DE

SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAFS)

COM ARRANJOS QUE ENVOLVEM

O CULTIVO DE FRUTAS REGIONAIS

(4)

PA BOM JARDIM E FAMÍLIAS DO PSA

Mercados institucionais, um caminho

para a agricultura familiar

1.

REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL

E ORDENAMENTO TERRITORIAL

O trabalho de revisão do Plano de Recuperação do Assentamento (PRA) Bom Jardim começou após o protocolo da sua primeira versão no INCRA. Foram realizados o retorno dos dados as lideranças do PA e realização de 179 novos diagnósticos socioambien-tais, para um levantamento completo da situação do assentamento.

2.

VALORIZAÇÃO ECONÔMICA DA FLORESTA

A produção de mudas foi ampliada, envolvendo 68 novas famílias, totalizando assim 145 famílias

pro-duzindo mudas de cacau, açaí e essências florestais em viveiros individuais. As sementes utilizadas nes-tes viveiros foram fornecidas por instituições parcei-ras como IDEFLOR, EMBRAPA e CEPLAC.

Dando continuidade ao Programa de Pagamen-to por Serviços Ambientais, foi realizada a primeira etapa do processo de monitoramento contrato de PSA firmado entre o IPAM e as famílias. Os dados do monitoramento de PSA serão discutidos no Grupo de Sustentação do projeto e os próximos pagamentos se-rão realizados nos valores ajustados, de acordo com os resultados do monitoramento.

(5)

PA BOM JARDIM E FAMÍLIAS DO PSA

3.

AUMENTO DA PRODUTIVIDADE

NAS ÁREAS JÁ ABERTAS

Nas atividades de recuperação de áreas alteradas para utilização com fins econômicos, destacaram-se ro-ças mecanizadas, recuperação de pastagens com o uso de mecanização e aplicação de herbicidas, construção de cercas elétricas e convencionais para manejo da pas-tagem, construção de aviário para criação de galinhas, plantio e recuperação de culturas perenes como cacau, maracujá e açaí e construção de tanque de piscicultura. O apoio para as atividades é realizado por meio do fornecimento de equipamentos e insumos bem como horas-máquinas e assistência técnica.

Foram ainda realizadas novas coletas de solos para a orientação das práticas de calagem e adubação de di-versas atividades produtivas.

Também foi ampliado o número de bolsistas, in-cluindo alunos da Casa Familiar Rural de Senador José Porfírio, inaugurada no final de ano de 2014 e novos bolsistas foram selecionados e inseridos no PAS. Com isso, houve um aumento no número de bolsas de 12 para 16 alunos, sendo cinco estudantes em Senador José Porfírio, cinco em Pacajá e seis em Anapu.

4.

AGREGAÇÃO DE VALOR NAS CADEIAS

PRODUTIVAS DOS ASSENTAMENTOS

Buscando fortalecer o debate sobre o processo de comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar, foram realizados três seminários municipais sobre mercados institucionais nos municípios de Paca-já, Anapu e Senador José Porfírio, nos dias 15, 16 e 17 de setembro, respectivamente.

5.

FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE

DE GESTÃO DOS ASSENTAMENTOS

No contexto de fortalecimento da capacidade de gestão dos assentamentos, foram realizadas reuniões com as entidades parceiras do PAS, como a FVPP, FE-TAGRI Transamazônica, STTRs, entre outros. Dentre elas, foram realizadas duas reuniões com as lideran-ças do PA Bom Jardim para discutir o andamento das atividades.

Foi ainda realizada uma reunião do grupo de sus-tentação e mais três reuniões em cada município sobre o andamento do projeto até aquele momento:

• Senador José Profírio – Reunião com as

famí-lias de PSA dos grupos Tarumã, Arapari e Canoé em 18 de março de 2015;

• Pacajá – Reunião com as famílias de PSA nos

grupos São Vicente, Aparecida, Terra Pica, Paca-já, km 338 e Bom Jardim em 19 de março de 2015;

• Anapu – Reunião com as famílias dos grupos

Pilão Poente, Nova Canaã e Surubim em 20 de março de 2015.

No período também foi firmada parceria com o SE-BRAE, que realizou 13 oficinas sobre como liderar no campo e como controlar o dinheiro capacitando 149 famílias.

6.

DISSEMINAÇÃO

O projeto intensificou as atividades de capacitação. Ao total foram realizadas 19 capacitações, entre cur-sos, oficinas e dias de campo, preparando mais de 350 famílias de produtores nos temas: Enxertia de frutífe-ras, horticultura, cultivo de açaí, produção de bovinos de corte e leite, criação de peixes, produção em áreas mecanizadas, cultivo de pimenta-do-reino e manejo de cacau. Os eventos contaram com a participação de agricultores, membros de suas famílias, estudantes bol-sistas das Casas Familiares Rurais e técnicos do IPAM. Também foi realizada uma oficina sobre crédito rural no PA Bom Jardim.

7.

PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

De 28 de setembro a 1o de outubro, quatro

agriculto-res da região participaram do IX Congagriculto-resso Brasileiro de Agroecologia, realizado em Belém-PA, representan-do o Projeto Assentamentos Sustentáveis.

A PRODUÇÃO DE MUDAS FOI

AMPLIADA, ENVOLVENDO 68 NOVAS,

TOTALIZANDO ASSIM 145 FAMÍLIAS

PRODUZINDO MUDAS DE CACAU, AÇAÍ

E ESSÊNCIAS FLORESTAIS EM VIVEIROS

INDIVIDUAIS.

(6)

Participação de assentados do PA Cristalino II no intercâmbio no 7º Festival do Cacau

PA CRISTALINO II • TERRITÓRIO BR 163

Ater, capacitações e gestão compartilhada: o PA

Cristalino II rumo ao desenvolvimento sustentável

O

Projeto Assentamentos Sustentáveis na Amazônia (PAS) viabilizou no período de março a setembro de 2015 ações que contribuem para uma reflexão dos as-sentados sobre os desafios e as possibilidades de tornar o Projeto de Assentamento Cristalino II uma referência de boas práticas produtivas e sociais.

1.

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM

GESTÃO DE ASSOCIAÇÕES

Em junho de 2015 foi realizado na comunidade Goiabal o Curso de Capacitação em Gestão de Associações do PA Cristalino II. O evento contou com a participação de mem-bros das diretorias e sócios de associações, entidades par-ceiras e equipe técnica, totalizando 31 pessoas.

2.

OFICINA SOBRE ELABORAÇÃO

E GESTÃO DE PROJETOS

A oficina sobre elaboração e gestão de projetos foi realizada na comunidade Santa Inês, no PA Cristalino II, também em junho de 2015, em função de demandas das associações para elaboração de projetos. Um exem-plo foi a oportunidade de apresentação de propostas para Edital de Seleção Pública no 2015/008 – Juventude

Rural: Seleção Pública de Projetos Visando ao Fortaleci-mento da Autonomia Econômica e Social da Juventude Rural de Base Familiar, lançado pela Fundação Banco do Brasil - FBB em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, bem como para o Edital Fundo DEMA.

(7)

PA CRISTALINO II • TERRITÓRIO BR 163

A oficina contou com a participação de jovens

agri-cultores familiares e lideranças do PA Cristalino II e foi realizada em parceria com SINTTRAF Alto Tapajós.

3.

INTERCÂMBIO NO 7º VICINAL DO CACAU

Assentados do PA Cristalino II participaram de um intercâmbio durante o 7o Festival do Cacau da

Comu-nidade Monte Dourado, em Itaituba, que ocorreu em agosto de 2015. A região conhecida como Vicinal do Ca-cau, onde é realizado o festival todos os anos, possui mais de 600 mil pés de cacaueiros plantados por meio de sistemas agroflorestais, dos quais mais 160 mil estão em produção. Os assentados do PA Cristalino II partici-param em dois momentos. O primeiro foi uma visita à propriedade do casal sr. Francisco e sra. Inete de Lima,

que tem como base produtiva o cacau e o açaí. O segun-do ocorreu no espaço onde o festival acontece: os as-sentados do PA Cristalino II conheceram a diversidade de produção, as formas de organização de um festival, conversaram com lideranças sobre as etapas e os desa-fios de realização de um evento desse porte.

4.

GESTÃO COMPARTILHADA

A cogestão no PA Cristalino II foi liderada no perío-do de março a setembro de 2015 pelo Grupo de Susten-tação do assentamento, que realizou diversas reuniões, visando acelerar seu processo de desenvolvimento.

Dentre as ações vale destacar:

• Reunião de nivelamento entre INCRA, CON-SULTE, IPAM E GRUPO DE SUSTENTAÇÃO para definir uma estratégia de ATER no PA Cristali-no II, tendo em vista a contratação da empresa CONSULTE no âmbito da chamada pública da SR (30) /STM nº 01/2014, sendo esta a vencedora do lote III para prestar ATER no PA Cristalino II e mais três assentamentos do entorno;

• Deliberação e escolha do o agente mobilizador do PA Cristalino II;

• Entidades internas do PA e IPAM realizaram uma reunião de planejamento das associações e dis-cutiram pontos de interesse dos assentados e das entidades como: i) situação do crédito inicial para famílias que entraram em RB; ii) realização do curso sobre gestão das associações; iii) infraestru-tura do mobilizador; iv) apoio à infraestruinfraestru-tura da

ADESAF; v) situação documental e funcional das associações e vi) estratégia de implementação dos sistemas de abastecimento de água individuais; • O GS reuniu-se com o objetivo de nivelar as

ações desenvolvidas no âmbito dos projetos PAS e Nossa Água no PA Cristalino II, avaliar a atu-ação do Grupo de Sustentatu-ação e definir agenda até o final do ano de 2015;

• No dia 3 de setembro de 2015, uma comissão do GS se reuniu em Itaituba para propor uma mi-nuta de Regimento Interno do Grupo de Susten-tação do PA Cristalino II. Foi proposto pela co-missão que O GRUPO DE SUSTENTAÇÃO DO PA CRISTALINO II “é a instância de Controle Social do Projeto de Assentamento Cristalino II, sendo responsável por demandar, coordenar, executar e monitorar as políticas públicas, projetos, pro-gramas e ações de desenvolvimento sócio, eco-nômico e ambiental a serem implementadas no referido Projeto de Assentamento”;

• A associação ADESAF recebeu um conjunto de itens de escritório como mesa, cadeiras, armá-rios e computador.

5.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL

42 famílias receberam ATER. No total foram reali-zadas 135 visitas aos lotes das famílias assentadas no PA Cristalino II. Nas visitas, a equipe técnica do PAS aborda aspectos relacionados aos sistemas produtivos priorizados no PA Cristalino, conforme os critérios e prioridades estabelecidas no plano de uso (PU) de cada família. No período, a equipe prestou ATER acerca dos seguintes sistemas produtivos: avicultura (galinha cai-pira); intensificação da pecuária; sistemas agroflores-tais – SAFs; cultura da mandioca (instalação de casas de farinha); horta e pimenta-do-reino.

6.

CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR) –

PA CRISTALINO II

Após os resultados da revisão ocupacional do PA Cris-talino II, 18 famílias foram recomendadas para serem inseridas como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) pelos servidores responsáveis pela vistoria realizada no assentamento. Dessas, 15 foram inseridas no PAS, totalizando 57 CARs emitidos pelo pro-jeto no PA Cristalino II.

(8)

O INSTITUTO DE PESQUISA AMBIENTAL DA AMAZÔNIA

(IPAM) é uma organização de pesquisa científica,

não-governamental e sem fins lucrativos que, há 17 anos, trabalha por um desenvolvimento sustentável da Amazônia que seja pautado pelo crescimento econômico, justiça social e proteção da integridade funcional dos ecossistemas da região.

ENDEREÇOS – Anapu: Rua 5, s/n, Bairro Paraná, Anapu (PA), CEP:

70.300-902. Email: [email protected]. Belém (Sede): Trav. Mau-riti, 3398, Altos, Bairro Marco, Belém (PA), CEP: 66093-180. Tel.: (91) 3239-6500. Altamira: Rua Floriano Peixoto, 3338, Bairro Esplanada do Xingu, Altamira (PA), CEP: 68.372-862. Tel.: (93) 3515-3510.

Bra-sília: SHIN CA 5, Bloco J2, Sala 309, Bairro Lago Norte, Brasília (DF),

CEP: 71503-505. Tel.: (61) 3468-2206 / 2109-4150. Canarana: Rua Horizontina, 104, Bairro Centro, Canarana (MT), CEP: 78640-000. Tel.: (66) 3478-3631. Cuiabá: Avenida Historiador Rubens de Men-donça, 990, Sala 902, Bairro Baú, Cuiabá (MT), CEP: 78.008-900. Tel.: (65) 3621-3109. Itaituba: Rua Lázaro de Almeida Baima, 791 (2ª Rua), Jardim das Araras, Itaituba (PA), CEP: 68.180-110. Tel.: (93) 3518-1688. Rio Branco: Rua Alvorada, 211, 1º Piso, sala 101, Bairro Bosque, Rio Branco (AC), CEP: 69915-002. Tel.: (68) 3224-8316.

San-tarém: Av. Rui Barbosa, 136, Bairro Prainha, Santarém (PA), CEP:

68005-080. Tel.: (93) 3522-5538 / 3522-5285

A FUNDAÇÃO VIVER PRODUZIR E PRESERVAR (FVPP) é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1991 por iniciativa de agricultores familiares e movimentos populares da região da Transamazônica e Xingu no oeste do Pará . Desde a sua fundação, se mantém articulada com os movimentos sociais da Amazônia e do país, na proposição e execução de projetos identificados com uma visão sustentável de desenvolvimento.

ENDEREÇO: Rua Anchieta, 2092, Altamira (PA).

CEP: 68.371-272. Tel: (93) 3515-2406

O INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA

AGRÁRIA (INCRA) é uma autarquia federal criada pelo Decreto

nº 1.110, de 9 de julho de 1970, com a missão prioritária de realizar a reforma agrária, manter o cadastro nacional de imóveis rurais e administrar as terras públicas da União.

ENDEREÇO: SBN Qd. 01, Bloco D, Edifício Palácio do

Desenvolvimento, Brasília (DF). CEP: 70.057-900. Tel: (61) 3411-7474

O Projeto Assentamentos Sus tentáveis na Amazônia conta com três grupos de sustentação, situados um em cada território de abran-gência do projeto. Esses grupos são compostos por sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais e associações de produtores, entre outras entidades que representam as famílias assentadas e demais atores envolvidos nas atividades. Tem como objetivo contribuir para o processo de gestão do desenvolvimento dos assentamentos.

Projeto Assentamentos Sustentáveis na Amazônia

ESSE PROJETO RECEBE

RECURSOS DO APOIO

PARCEIROS EM ALTAMIRA

PARCEIROS EM ITAITUBA

PARCEIROS EM SANTARÉM

ASCRAN (ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA

RURAL ANAPUENSE) IDEFLOR (INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORETAL DO ESTADO DO PARÁ) STTR AVEIRO (SINDICATO DE TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE AVEIRO)

APRUC II (ASSOCIAÇÃO DOS

PEQUENOS E MÉDIOS PRODUTORES RURAIS DO CRISTALINO II)

ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES FAMILIARES DA COMUNIDADE SANTA INEZ PA CRISTALINO II – ASSOCIAÇÃO

SANTA INEZ PREFEITURA MUNICIPAL DE ANAPU PREFEITURA MUNICIPAL DE PACAJÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE

SENADOR JOSÉ PORFÍRIO

AGRIFCC (ASSOCIAÇÃO

DOS AGRICULTORES FAMILIARES DO CANOÉ E CUTIÃO)

CIDS (CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL

DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA TRANSAMAZÔNIA E XINGU)

STTR SANTARÉM (SINDICATO DOS

TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE SANTARÉM):

STTR MOJUI DOS CAMPOS (SINDICATO

DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE MOJUI DOS CAMPOS):

STTR BELTERRRA (SINDICATO DOS

TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE BELTERRA):

Referências

Documentos relacionados

EXPERIMENTANDO E DESCOBRINDO: A CONTRIBUIÇÃO DE UMA OFICINA PARA DESPERTAR ALUNOS DE NÍVEL MÉDIO PARA AS DIMENSÕES DA ÓPTICA COMO DISCIPLINA E CAMPO DE PESQUISA..

Estaca de concreto moldada in loco, executada mediante a introdução no terreno, por rotação, de um trado helicoidal contínuo. A injeção de concreto é feita pela haste

Equipamentos de emergência imediatamente acessíveis, com instruções de utilização. Assegurar-se que os lava- olhos e os chuveiros de segurança estejam próximos ao local de

Como já destacado anteriormente, o campus Viamão (campus da última fase de expansão da instituição), possui o mesmo número de grupos de pesquisa que alguns dos campi

Este estudo apresenta como tema central a análise sobre os processos de inclusão social de jovens e adultos com deficiência, alunos da APAE , assim, percorrendo

Avaliou-se o comportamento do trigo em sistema de plantio direto em sucessão com soja ou milho e trigo, sobre a eficiência de aproveitamento de quatro fontes

A prova do ENADE/2011, aplicada aos estudantes da Área de Tecnologia em Redes de Computadores, com duração total de 4 horas, apresentou questões discursivas e de múltipla

Além do teste de força isométrica que foi realiza- do a cada duas semanas, foram realizados testes de salto vertical (squat jump e countermovement jump), verificação da