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Relatório de Gestão CSHG Verde FICFIM Outubro de 2010

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Academic year: 2021

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“Currency War”

por Luis Stuhlberger

Se estivéssemos vivendo em qualquer época da história dos últimos 3 mil anos até o final da 2ª Guerra Mundial, provavelmente estaríamos em guerra armada em que cada país ou bloco teria acionado seu exército, já que as graves desavenças comerciais costumavam tomar este rumo.

Nos últimos 50 anos do século XX, tais disputas deram espaço à Guerra Fria, entre os Estados Unidos e a União Soviética.

De um modo geral, as condições de subjugo militar das potências dominantes desde a idade média até há pouco tempo atrás são responsáveis por parte considerável do atraso no desenvolvimento dos emergentes.

Dado que no século XXI estas guerras não são mais possíveis em larga escala e que boa parte dos “ismos” acabaram, existe certo consenso no pensamento econômico de que a grande arma que sobrou para o G7 é o “currency war”, ou seja, as moedas dos emergentes se apreciam e com isso estes países perdem competitividade.

O Fundo Verde rendeu em outubro 2,84%, acumulando no ano 9,97%.

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O Brasil nesta batalha tem uma posição ambígua e singular: nessa guerra entre China e os Estados Unidos, ele é ao mesmo tempo o maior beneficiário e a maior vítima. Por quê? Na primeira colocação porque graças ao crescimento chinês, os termos de troca brasileiros não param de melhorar galopantemente.

2 3

O resultado disso tudo é o Real nos preços atuais, que como podemos observar no gráfico e tabela a seguir, em que aparece ajustado pelos termos de troca, está em níveis corretos se comparado a um basket composto por quase todas as moedas relevantes no mundo (que correspondem a aproximadamente 90% do comércio global de bens e serviços).

Termos de Troca - Funcex

Fonte: Funcex, CSHG. Elaboração: CSHG

Termos de troca: relação entre os preços de exportação e preços de importação de um país

60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 110 115 120 125 130 135

jun/80 jun/83 jun/86 jun/89 jun/92 jun/95 jun/98 jun/01 jun/04 jun/07 jun/10

Nossos economistas concluem que se os termos de troca estivessem na média de 2005, nosso déficit em conta corrente seria hoje de 4% do PIB; enquanto com os termos de troca nos níveis de hoje este déficit vai para a casa dos 2,5% do PIB (37,5% menor), o que permite ao Brasil um boom de crescimento significativamente maior do que na década de 90, para a sorte e perpetuidade dos atuais governantes.

E por que também é vítima? Porque pelo fato de não ter feito nenhuma reforma relevante nos últimos anos nas áreas de previdência, tributária, de infra-estrutura e educação, campos que andam a passos de tartaruga, nosso juro real de equilíbrio ainda é o mais alto do mundo, e isso faz com que uma montanha de dólares invada o país em busca de uma remuneração elevada, algo raro no mundo de hoje. Esta ambigüidade será o 1º grande desafio do próximo governo.

Câmbio Real Ajustado

Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

9/nov/10 Peso Final

Câmbio

Real (CR) CR x ToT CR /Basket

CR x ToT/Basket ToT Brasil BRL 60,2 75,7 -21,5% 2,8% 25,7% China CNY 18,2% 80,0 61,4 4,2% -16,6% -23,2% Alemanha DEM 11,8% 70,0 66,9 -8,7% -9,1% -4,5% Japão JPY 6,7% 95,1 56,6 23,9% -23,1% -40,5% França FRF 4,8% 69,1 66,0 -9,9% -10,4% -4,6% Itália ITL 4,6% 66,4 70,3 -13,5% -4,5% 6,0% Coréia KRW 4,3% 87,9 38,0 14,5% -48,3% -56,7% Reino Unido GBP 4,1% 94,1 97,4 22,6% 32,3% 3,5% Bélgica BEF 3,5% 66,3 60,5 -13,5% -17,9% -8,9% Rússia RUB 3,5% 40,5 84,4 -47,3% 14,7% 108,7% Canadá CAD 3,1% 68,2 81,4 -11,1% 10,5% 19,2% México MXN 3,1% 101,2 116,3 31,9% 58,0% 14,9% Espanha ESP 2,7% 62,2 64,7 -19,0% -12,1% 4,1% Índia INR 2,6% 65,3 66,9 -14,9% -9,1% 2,5% Hong-Kong HKD 2,4% 120,9 117,9 57,5% 60,2% -2,4% Taiwan TWD 2,2% 108,0 70,3 40,7% -4,6% -34,9% Cingapura SGD 2,2% 78,0 59,0 1,6% -19,9% -24,3% Suíça CHF 2,2% 64,7 66,2 -15,7% -10,0% 2,4% Chile CLP 2,0% 80,6 192,9 5,1% 162,0% 139,2% Malásia MYR 1,6% 82,7 101,2 7,8% 37,5% 22,3% Tailândia THB 1,6% 74,5 63,6 -2,9% -13,6% -14,6% Indonésia IDR 1,4% 56,5 63,6 -26,3% -13,6% 12,5% Suécia SEK 1,3% 77,3 61,5 0,8% -16,5% -20,5% Austrália AUD 1,3% 51,9 84,1 -32,3% 14,2% 62,0% Noruega NOK 1,1% 66,2 160,5 -13,8% 118,1% 142,6% Polônia PLN 1,0% 60,1 65,8 -21,6% -10,7% 9,3% Turquia TRL 0,9% 56,2 51,4 -26,8% -30,2% -8,6%

África do Sul ZAR 0,9% 68,1 88,0 -11,3% 19,6% 29,3%

Colômbia COP 0,9% 63,2 91,6 -17,7% 24,5% 45,1% Finlândia FIM 0,9% 70,0 51,2 -8,7% -30,4% -26,9% Irlanda IEP 0,8% 145,5 137,9 89,6% 87,4% -5,2% Rep. Tcheca CZK 0,8% 44,1 45,9 -42,5% -37,6% 4,2% Peru PEN 0,8% 78,3 100,5 2,0% 36,5% 28,4% Hungria HUF 0,6% 49,4 45,9 -35,6% -37,7% -7,2% Nova Zelândia NZD 0,2% 54,7 64,1 -28,7% -12,9% 17,1% Basket 100,0% 76,7 73,6

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O Brasil nesta batalha tem uma posição ambígua e singular: nessa guerra entre China e os Estados Unidos, ele é ao mesmo tempo o maior beneficiário e a maior vítima. Por quê? Na primeira colocação porque graças ao crescimento chinês, os termos de troca brasileiros não param de melhorar galopantemente.

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O resultado disso tudo é o Real nos preços atuais, que como podemos observar no gráfico e tabela a seguir, em que aparece ajustado pelos termos de troca, está em níveis corretos se comparado a um basket composto por quase todas as moedas relevantes no mundo (que correspondem a aproximadamente 90% do comércio global de bens e serviços).

Termos de Troca - Funcex

Fonte: Funcex, CSHG. Elaboração: CSHG

Termos de troca: relação entre os preços de exportação e preços de importação de um país

60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 110 115 120 125 130 135

jun/80 jun/83 jun/86 jun/89 jun/92 jun/95 jun/98 jun/01 jun/04 jun/07 jun/10

Nossos economistas concluem que se os termos de troca estivessem na média de 2005, nosso déficit em conta corrente seria hoje de 4% do PIB; enquanto com os termos de troca nos níveis de hoje este déficit vai para a casa dos 2,5% do PIB (37,5% menor), o que permite ao Brasil um boom de crescimento significativamente maior do que na década de 90, para a sorte e perpetuidade dos atuais governantes.

E por que também é vítima? Porque pelo fato de não ter feito nenhuma reforma relevante nos últimos anos nas áreas de previdência, tributária, de infra-estrutura e educação, campos que andam a passos de tartaruga, nosso juro real de equilíbrio ainda é o mais alto do mundo, e isso faz com que uma montanha de dólares invada o país em busca de uma remuneração elevada, algo raro no mundo de hoje. Esta ambigüidade será o 1º grande desafio do próximo governo.

Câmbio Real Ajustado

Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

9/nov/10 Peso Final

Câmbio

Real (CR) CR x ToT CR /Basket

CR x ToT/Basket ToT Brasil BRL 60,2 75,7 -21,5% 2,8% 25,7% China CNY 18,2% 80,0 61,4 4,2% -16,6% -23,2% Alemanha DEM 11,8% 70,0 66,9 -8,7% -9,1% -4,5% Japão JPY 6,7% 95,1 56,6 23,9% -23,1% -40,5% França FRF 4,8% 69,1 66,0 -9,9% -10,4% -4,6% Itália ITL 4,6% 66,4 70,3 -13,5% -4,5% 6,0% Coréia KRW 4,3% 87,9 38,0 14,5% -48,3% -56,7% Reino Unido GBP 4,1% 94,1 97,4 22,6% 32,3% 3,5% Bélgica BEF 3,5% 66,3 60,5 -13,5% -17,9% -8,9% Rússia RUB 3,5% 40,5 84,4 -47,3% 14,7% 108,7% Canadá CAD 3,1% 68,2 81,4 -11,1% 10,5% 19,2% México MXN 3,1% 101,2 116,3 31,9% 58,0% 14,9% Espanha ESP 2,7% 62,2 64,7 -19,0% -12,1% 4,1% Índia INR 2,6% 65,3 66,9 -14,9% -9,1% 2,5% Hong-Kong HKD 2,4% 120,9 117,9 57,5% 60,2% -2,4% Taiwan TWD 2,2% 108,0 70,3 40,7% -4,6% -34,9% Cingapura SGD 2,2% 78,0 59,0 1,6% -19,9% -24,3% Suíça CHF 2,2% 64,7 66,2 -15,7% -10,0% 2,4% Chile CLP 2,0% 80,6 192,9 5,1% 162,0% 139,2% Malásia MYR 1,6% 82,7 101,2 7,8% 37,5% 22,3% Tailândia THB 1,6% 74,5 63,6 -2,9% -13,6% -14,6% Indonésia IDR 1,4% 56,5 63,6 -26,3% -13,6% 12,5% Suécia SEK 1,3% 77,3 61,5 0,8% -16,5% -20,5% Austrália AUD 1,3% 51,9 84,1 -32,3% 14,2% 62,0% Noruega NOK 1,1% 66,2 160,5 -13,8% 118,1% 142,6% Polônia PLN 1,0% 60,1 65,8 -21,6% -10,7% 9,3% Turquia TRL 0,9% 56,2 51,4 -26,8% -30,2% -8,6%

África do Sul ZAR 0,9% 68,1 88,0 -11,3% 19,6% 29,3%

Colômbia COP 0,9% 63,2 91,6 -17,7% 24,5% 45,1% Finlândia FIM 0,9% 70,0 51,2 -8,7% -30,4% -26,9% Irlanda IEP 0,8% 145,5 137,9 89,6% 87,4% -5,2% Rep. Tcheca CZK 0,8% 44,1 45,9 -42,5% -37,6% 4,2% Peru PEN 0,8% 78,3 100,5 2,0% 36,5% 28,4% Hungria HUF 0,6% 49,4 45,9 -35,6% -37,7% -7,2% Nova Zelândia NZD 0,2% 54,7 64,1 -28,7% -12,9% 17,1% Basket 100,0% 76,7 73,6

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Nota-se também que o atraso na agenda de reformas coloca o Brasil como país emergente que tem o pior coeficiente de Investimento/Consumo, com sua indústria crescendo menos do que deveria para o estágio de desenvolvimento em que se encontra. Dá uma idéia do grau de sacrifício de cada sociedade em favor do crescimento futuro. Evidentemente, o grau de sacrifício tem de ser menor nos países desenvolvidos, porque já são desenvolvidos e o padrão de vida é elevado.

4 5

Câmbio Real Ajustado

Basket de Moedas: uma média da taxa de câmbio de várias moedas contra o dólar, retirando-se a inflação dos países, e ajustando pelos termos de troca de cada um deles. A diferença do BRL para o Basket dá a valorização relativa do real com relação ao resto do mundo. Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

Razão Investimento/Consumo

Fonte: JPMorgan (India); Goldman Sachs (Vietnam, Malaysia, Singapura, Tailândia, Indonesia, Taiwan, Korea, Hong Kong, China, Japão, República Tcheca, Hungria, Polônia, França, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Dinamarca, Espanha, Italia, Estados Unidos); CSHG (Brasil); Comissão Européia (Croacia, Países Balticos, Eslovaquia. Slovenia, Luxemburgo, Finlândia, Portugal, Grécia); OECD (Irlanda, Bélgica).

Crescimento da Produção Industrial (dez-99 e dez-09) e PIB per Capita (US$ PPP) em 1999

-100% -50% 0% 50% 100% 150% 200% 250% 300% 350% 400% 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000 45000 Vietnã China Tailândia

Índia EslováquiaCoréia do Sul

Indonésia Brasil África do Sul México Hungria Irlanda Estados Unidos Áustria Polônia

Produção Física de Manufaturas cresceu 30,9% no Brasil no per íodo, mas deveria crescer 49,7%

Chile Taiwan

Grécia Portugal Russia

Não há evidências concretas de que o país está passando por um processo de “desindustrialização”, em termos absolutos, ou seja, a indústria continua crescendo. Mas o fato é que a indústria tem mostrado uma taxa de crescimento certamente inferior ao que seria adequado para o nosso estágio de desenvolvimento econômico, no que chamamos de um processo de “desindustrialização relativa”. Cabe notar que não se trata de um efeito do câmbio nas margens do setor industrial, mas sim uma combinação de fatores que minam a competitividade da economia brasileira. Essa combinação de fatores está umbilicalmente ligada ao manejo das contas públicas, pela combinação de carga tributária elevada (e que agora pode ainda vir a ser “turbinada” pelo renascimento da CPMF), especialmente nos setores industriais, mão-de-obra e investimento, gastos do governo muito elevados e de qualidade muito ruim, falta de investimento público em infra-estrutura, falta de educação e qualificação da mão-de-obra, além de outros aspectos microeconômicos relevantes, como ambiente de negócio inóspito e o arcabouço regulatório e de segurança “jurisdicional” falhos.

Neste mesmo contexto, há uma tendência clara da inflação para os próximos anos permanecer consistentemente acima da meta, assim sendo o governo será obrigado a subir a taxa de juros para corrigir este desvio, o que atrairia mais dólares especulativos para o país.

Fonte: IBGE, OCDE, CEIC, FMI, CSHG. Elaboração: CSHG

-13,4% -14,2% 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 ja n /0 6 a b r/ 0 6 ju l/ 0 6 o u t/ 0 6 ja n /0 7 a b r/ 0 7 ju l/ 0 7 o u t/ 0 7 ja n /0 8 a b r/ 0 8 ju l/ 0 8 o u t/ 0 8 ja n /0 9 a b r/ 0 9 ju l/ 0 9 o u t/ 0 9 ja n /1 0 a b r/ 1 0 ju l/ 1 0 o u t/ 1 0 -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70%

Basket (esquerda) BRL (esquerda) BRL/Basket (direita)

2.8% último valor

Países 1995 1998 2000 2005 2008 2009 2010 2011

Ásia Ex- China e Japão 53,7% 43,1% 41,2% 48,2% 51,5% 51,3% 55,7% 59,6%

China 73,6% 72,8% 73,8% 102,2% 115,8% 129,3% 132,3% 133,5% Japão 50,6% 46,2% 44,8% 40,9% 40,4% 34,7% 33,6% 33,7% Europa Oriental 37,2% 40,0% 38,7% 37,7% 43,3% 38,6% 37,3% 38,3% Europa Ocidental 36,1% 36,6% 37,4% 34,2% 38,4% 34,8% 34,5% 34,9% Reino Unido 26,1% 27,5% 26,1% 25,7% 25,9% 22,5% 22,7% 23,2% PIIGS 33,0% 35,1% 37,8% 40,9% 39,8% 34,5% 33,1% 32,9% Brasil 29,3% 26,4% 26,1% 26,4% 30,9% 26,7% 30,3% 31,2% Estados Unidos 22,3% 24,5% 25,1% 24,1% 21,2% 17,2% 17,4% 17,7%

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Nota-se também que o atraso na agenda de reformas coloca o Brasil como país emergente que tem o pior coeficiente de Investimento/Consumo, com sua indústria crescendo menos do que deveria para o estágio de desenvolvimento em que se encontra. Dá uma idéia do grau de sacrifício de cada sociedade em favor do crescimento futuro. Evidentemente, o grau de sacrifício tem de ser menor nos países desenvolvidos, porque já são desenvolvidos e o padrão de vida é elevado.

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Câmbio Real Ajustado

Basket de Moedas: uma média da taxa de câmbio de várias moedas contra o dólar, retirando-se a inflação dos países, e ajustando pelos termos de troca de cada um deles. A diferença do BRL para o Basket dá a valorização relativa do real com relação ao resto do mundo. Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

Razão Investimento/Consumo

Fonte: JPMorgan (India); Goldman Sachs (Vietnam, Malaysia, Singapura, Tailândia, Indonesia, Taiwan, Korea, Hong Kong, China, Japão, República Tcheca, Hungria, Polônia, França, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Dinamarca, Espanha, Italia, Estados Unidos); CSHG (Brasil); Comissão Européia (Croacia, Países Balticos, Eslovaquia. Slovenia, Luxemburgo, Finlândia, Portugal, Grécia); OECD (Irlanda, Bélgica).

Crescimento da Produção Industrial (dez-99 e dez-09) e PIB per Capita (US$ PPP) em 1999

-100% -50% 0% 50% 100% 150% 200% 250% 300% 350% 400% 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000 45000 Vietnã China Tailândia

Índia EslováquiaCoréia do Sul

Indonésia Brasil África do Sul México Hungria Irlanda Estados Unidos Áustria Polônia

Produção Física de Manufaturas cresceu 30,9% no Brasil no per íodo, mas deveria crescer 49,7%

Chile Taiwan

Grécia Portugal Russia

Não há evidências concretas de que o país está passando por um processo de “desindustrialização”, em termos absolutos, ou seja, a indústria continua crescendo. Mas o fato é que a indústria tem mostrado uma taxa de crescimento certamente inferior ao que seria adequado para o nosso estágio de desenvolvimento econômico, no que chamamos de um processo de “desindustrialização relativa”. Cabe notar que não se trata de um efeito do câmbio nas margens do setor industrial, mas sim uma combinação de fatores que minam a competitividade da economia brasileira. Essa combinação de fatores está umbilicalmente ligada ao manejo das contas públicas, pela combinação de carga tributária elevada (e que agora pode ainda vir a ser “turbinada” pelo renascimento da CPMF), especialmente nos setores industriais, mão-de-obra e investimento, gastos do governo muito elevados e de qualidade muito ruim, falta de investimento público em infra-estrutura, falta de educação e qualificação da mão-de-obra, além de outros aspectos microeconômicos relevantes, como ambiente de negócio inóspito e o arcabouço regulatório e de segurança “jurisdicional” falhos.

Neste mesmo contexto, há uma tendência clara da inflação para os próximos anos permanecer consistentemente acima da meta, assim sendo o governo será obrigado a subir a taxa de juros para corrigir este desvio, o que atrairia mais dólares especulativos para o país.

Fonte: IBGE, OCDE, CEIC, FMI, CSHG. Elaboração: CSHG

-13,4% -14,2% 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 ja n /0 6 a b r/ 0 6 ju l/ 0 6 o u t/ 0 6 ja n /0 7 a b r/ 0 7 ju l/ 0 7 o u t/ 0 7 ja n /0 8 a b r/ 0 8 ju l/ 0 8 o u t/ 0 8 ja n /0 9 a b r/ 0 9 ju l/ 0 9 o u t/ 0 9 ja n /1 0 a b r/ 1 0 ju l/ 1 0 o u t/ 1 0 -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70%

Basket (esquerda) BRL (esquerda) BRL/Basket (direita)

2.8% último valor

Países 1995 1998 2000 2005 2008 2009 2010 2011

Ásia Ex- China e Japão 53,7% 43,1% 41,2% 48,2% 51,5% 51,3% 55,7% 59,6%

China 73,6% 72,8% 73,8% 102,2% 115,8% 129,3% 132,3% 133,5% Japão 50,6% 46,2% 44,8% 40,9% 40,4% 34,7% 33,6% 33,7% Europa Oriental 37,2% 40,0% 38,7% 37,7% 43,3% 38,6% 37,3% 38,3% Europa Ocidental 36,1% 36,6% 37,4% 34,2% 38,4% 34,8% 34,5% 34,9% Reino Unido 26,1% 27,5% 26,1% 25,7% 25,9% 22,5% 22,7% 23,2% PIIGS 33,0% 35,1% 37,8% 40,9% 39,8% 34,5% 33,1% 32,9% Brasil 29,3% 26,4% 26,1% 26,4% 30,9% 26,7% 30,3% 31,2% Estados Unidos 22,3% 24,5% 25,1% 24,1% 21,2% 17,2% 17,4% 17,7%

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6

Inflação Implícita nos Títulos NTN-B

É o popular “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. O governo está mostrando que cansou de fazer as “escolhas de Sofia” e que está partindo para alternativas de política cambial menos ortodoxas, como vimos recentemente com a elevação do IOF para 6%, e não deve parar por aqui. E como já afirmei em inúmeros relatórios, o Brasil terá uma política monetária com mudança importante de paradigma.

3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% 6,0% ja n /0 9 fe v/ 0 9 m a r/0 9 a b r/0 9 m a i/0 9 ju n /0 9 ju l/0 9 ju l/0 9 a g o /0 9 s e t/0 9 o u t/0 9 n o v/ 0 9 d e z /0 9 ja n /1 0 fe v /1 0 m a r/1 0 a b r/1 0 m a i/1 0 ju n /1 0 ju l/1 0 a g o /1 0 s e t/1 0 o u t/1 0 2012 2015 Meta de Inflação

Meta de inflação para 2010, 2011 e 2012

CSHG Verde FICFIM

Outubro 2010

Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

6,08% 7,87% 1,73% 0,14% 1,84% 9,97% 0,27% 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13% 14% A ç õ e s C D I B o o k C a m b ia l J u ro s e In fla ç ã o O u tr o s C u s to s T o ta l out/10 2010 até 31/10/2010 I) Book Cambial Dólar futuro 0,95 2,34 Cupom cambial 0,01 -0,04 Opções de dólar -1,18 -3,07 Convertibilidade 0,00 0,00 Ouro em Reais 0,00 0,00 CPR em Reais -0,12 -0,12 Fiex 0,00 0,00 Dívida Externa BMF 0,00 0,00 Moedas -0,12 -0,84

Resultado Caixa + Derivativos -0,46 -1,73

Ligados à Câmbio

II) Book Juros

DI pré -0,27 -3,82

opções de IDI 0,05 -0,16

swaps IGPM + IPCA 0,89 2,82

RF Inflação 0,21 1,02

Resultado Juros + Inflação 0,88 -0,14

III) Book de Ações

Resultado de Ações 2,24 6,08 CDI 0,81 7,87 Câmbio (I)+Juros(II)+Outros 0,31 -2,14 Ações(III) 2,24 6,08 Custos -0,52 -1,84 2,84 9,97

Resultado Real do Verde - rentabilidade ex CDI

Resultado do Fundo

(7)

6

Inflação Implícita nos Títulos NTN-B

É o popular “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. O governo está mostrando que cansou de fazer as “escolhas de Sofia” e que está partindo para alternativas de política cambial menos ortodoxas, como vimos recentemente com a elevação do IOF para 6%, e não deve parar por aqui. E como já afirmei em inúmeros relatórios, o Brasil terá uma política monetária com mudança importante de paradigma.

3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% 6,0% ja n /0 9 fe v/ 0 9 m a r/0 9 a b r/0 9 m a i/0 9 ju n /0 9 ju l/0 9 ju l/0 9 a g o /0 9 s e t/0 9 o u t/0 9 n o v/ 0 9 d e z /0 9 ja n /1 0 fe v /1 0 m a r/1 0 a b r/1 0 m a i/1 0 ju n /1 0 ju l/1 0 a g o /1 0 s e t/1 0 o u t/1 0 2012 2015 Meta de Inflação

Meta de inflação para 2010, 2011 e 2012

CSHG Verde FICFIM

Outubro 2010

Fonte: BCB, IBGE, Funcex, Bloomberg, CSHG. Elaboração: CSHG

6,08% 7,87% 1,73% 0,14% 1,84% 9,97% 0,27% 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13% 14% A ç õ e s C D I B o o k C a m b ia l J u ro s e In fla ç ã o O u tr o s C u s to s T o ta l out/10 2010 até 31/10/2010 I) Book Cambial Dólar futuro 0,95 2,34 Cupom cambial 0,01 -0,04 Opções de dólar -1,18 -3,07 Convertibilidade 0,00 0,00 Ouro em Reais 0,00 0,00 CPR em Reais -0,12 -0,12 Fiex 0,00 0,00 Dívida Externa BMF 0,00 0,00 Moedas -0,12 -0,84

Resultado Caixa + Derivativos -0,46 -1,73

Ligados à Câmbio

II) Book Juros

DI pré -0,27 -3,82

opções de IDI 0,05 -0,16

swaps IGPM + IPCA 0,89 2,82

RF Inflação 0,21 1,02

Resultado Juros + Inflação 0,88 -0,14

III) Book de Ações

Resultado de Ações 2,24 6,08 CDI 0,81 7,87 Câmbio (I)+Juros(II)+Outros 0,31 -2,14 Ações(III) 2,24 6,08 Custos -0,52 -1,84 2,84 9,97

Resultado Real do Verde - rentabilidade ex CDI

Resultado do Fundo

(8)

RENTABILIDADES*

* Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; Fundos de Investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, do fundo garantidor de crédito (fgc); Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e o regulamento do fundo de investimento antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Caso o índice comparativo de rentabilidade utilizado neste material, não seja o parâmetro objetivo do fundo (benchmark oficial), tal indicador é meramente utilizado como referência econômica. Para obter informações sobre o uso de derivativos, conversão de cotas, objetivo e público alvo, consulte o prospecto e o regulamento do fundo. Verifique a data de início das atividades deste fundo. Para avaliação da performance de fundos de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 meses. Verifique se este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.Verifique-se este fundo está autorizado a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Este fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de renda variável de poucos emissores. Para fundos que perseguem a manutenção de uma carteira de longo prazo, não há garantia de que o fundo terá o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Verifique se a liquidação financeira e conversão dos pedidos de resgate deste fundo ocorrem em data diversa do respectivo pedido. A partir de 02/05/2008, todos os fundos de investimento que utilizam ativos de renda variável em suas carteiras deixam de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passam a fazê-lo com base na cotação de fechamento destes ativos. Desta forma comparações de rentabilidade destes fundos com índices de ações devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média destes índices e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento. Ouvidoria Credit Suisse Hedging-Griffo - 0800 77 20 100 ou [email protected].

Desvio padrão anualizado dos retornos diários para períodos de 40 dias úteis HG Verde Fundo de Investimento Multimercado

VOLATILIDADE ANUALIZADA - MÉDIA 40 DIAS

0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% 45,00% 50,00% m a r-9 7 fe v -9 8 ja n -9 9 ja n -0 0 d e z -0 0 d e z -0 1 n o v -0 2 o u t-0 3 s e t-0 4 s e t-0 5 a g o -0 6 a g o -0 7 ju l-0 8 ju l-0 9 ju n -1 0 HGVERDE CDI CARACTERÍSTICAS -1000% 0% 1000% 2000% 3000% 4000% 5000% 6000% ja n -9 7 o u t-9 7 ju l-9 8 a b r-9 9 fe v -0 0 n o v -0 0 a g o -0 1 m a i-0 2 fe v -0 3 d e z -0 3 s e t-0 4 ju n -0 5 m a r-0 6 ja n -0 7 o u t-0 7 ju l-0 8 a b r-0 9 ja n -1 0 HGVERDE CDI

CSHG VERDE FIC FIM x CDI

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano CDI Acum. Fdo. Acum. CDI

1997 2,15 0,92 1,15 3,09 1,53 3,13 1,69 1,86 2,01 5,32 1,15 1,90 29,10% 24,42% 29,10% 24,42% 1998 2,61 2,43 4,37 2,82 0,73 0,72 1,85 0,11 1,03 2,01 3,34 4,51 29,86% 28,61% 67,66% 60,02% 1999 63,45 7,43 2,43 4,23 2,23 3,84 1,09 0,70 1,14 4,76 4,14 5,31 135,40% 25,17% 294,66% 100,29% 2000 4,09 0,83 1,87 2,62 1,16 3,33 -0,68 4,12 0,93 4,02 0,12 2,62 27,93% 17,33% 404,89% 135,01% 2001 4,68 0,82 2,41 1,99 2,54 2,23 3,79 1,10 4,09 0,28 1,58 1,11 30,01% 17,27% 556,42% 175,60% 2002 3,45 1,57 1,98 4,80 1,86 4,38 4,98 -2,17 4,94 10,96 -0,35 4,52 48,72% 19,09% 876,24% 228,20% 2003 2,28 2,46 3,12 -1,37 3,00 2,19 3,79 4,80 2,70 3,31 2,71 6,96 42,22% 23,28% 1.288,44% 304,62% 2004 3,83 -0,85 0,78 -3,92 2,52 3,68 4,48 4,17 2,77 -0,94 1,95 2,30 22,43% 16,17% 1.599,90% 370,04% 2005 -0,28 4,39 1,79 -0,48 -0,50 -1,68 0,98 1,45 6,09 0,65 3,56 2,96 20,33% 19,00% 1.945,54% 459,34% 2006 5,96 2,90 0,33 3,35 1,27 0,69 1,74 1,37 0,60 2,61 2,80 1,24 27,74% 15,05% 2.512,98% 543,50% 2007 2,29 -0,00 2,70 1,16 3,65 4,58 3,66 2,89 0,27 1,90 2,12 1,99 30,74% 11,82% 3.316,10% 619,59% 2008 0,73 4,40 -2,71 3,62 2,65 4,37 -2,46 -3,53 -7,32 -8,91 2,20 1,47 -6,44% 12,37% 3.096,20% 708,61% 2009 4,46 0,97 1,98 11,41 4,76 2,28 5,16 3,68 1,81 0,77 2,46 2,19 50,37% 9,90% 4.705,98% 788,63% 2010 3,71 -1,30 0,71 -1,66 1,22 1,94 1,44 0,33 0,43 2,84 - - 9,97% 7,87% 5.185,01% 858,53%

Rentabilidade líquida de administração e performance e bruta de impostos.

Performance em R$ CSHG VERDE FIC FIM CDI

Retorno Anualizado 33,38% 17,83%

Desvio Padrão Anualizado** 9,89%

-Índice de Sharpe** 1,57

-Rentabilidade em 12 meses 15,14% 9,36%

Núm. de meses negativos 19

-Núm. de meses positivos 147 166

Núm. de meses abaixo de 100% do CDI 55

Núm. de meses acima de 100% do CDI 111

Maior Rentabilidade Mensal 63,45% 3,28%

Menor Rentabilidade Mensal -8,91% 0,59%

Patrimônio Líquido

Patrimônio Médio em 12 Meses

**Desde 2 de Janeiro de 1997 - Calculado até 29/10/10

2.457.690.461 R$

2.329.831.376 R$

Calculado até 29/10/10 Multimercados Macro Admite Alavancagem: Sim

Gestor: Administrador: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora De Valores S.A.

Classificação Anbid:

Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management S.A

FUNDO multimercado, que busca rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Este fundo está fechado para novas aplicações

Aplicação Mín.: 5.000,00 Saldo Mín.: 5.000,00 Movim. Mín.: 2.000,00 Cota: Fechamento Cota Apl: D+0 Cota Resgate: D+0 Liquidação Resgate: D+1

Tx. Saída Antecipada: Não há

Tx Adm.: 1,50% aa

Tx Perf.: 20% do que exceder o CDI

(9)

estabelecer, a seu exclusivo critério, requisitos e procedimentos específicos para abertura de contas e acesso a produtos. Este material não pode ser copiado, reproduzido ou distribuído sem a expressa concordância da Credit-Suisse Hedging-Griffo.

CSHG Verde Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento Multimercado. Objetivo: Fundo que busca superar o CDI no longo prazo. Administrador: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S/A. Gestor: Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management S.A. Classificação Anbid: Multimercado com Renda Variável com Alavancagem.

Este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.

Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; Fundos de Investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, do fundo garantidor de crédito (fgc); Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Para maiores informações acerca das taxas de administração e público alvo do fundo, consulte o prospecto e o regulamento disponíveis no site www.cshg.com.br. Este fundo encontra-se fechado para novas aplicações.

Este material apresenta projeções de retorno feitas sob determinadas premissas. Ainda que a CSHG acredite que essas premissas sejam razoáveis e factíveis, não pode assegurar que sejam precisas ou válidas em condições de mercado no futuro ou ainda que todos os fatores relevantes tenham sido considerados na determinação destas projeções. Projeções não significam retornos futuros. Os retornos projetados e as premissas são baseados nas condições de mercado e em cenários econômicos correntes e passados, que podem variar significativamente no futuro.

Atendimento a Clientes - DDG: 0800 558 777 - e-mail: [email protected]. Ouvidoria - DDG: 0800 77 20 100 - e-mail: [email protected].

Este boletim tem caráter meramente informativo, não podendo ser distribuído, reproduzido ou copiado sem a expressa concordância da Credit Suisse Hedging-Griffo. A Credit Suisse Hedging-Griffo não se responsabiliza por erros de avaliação ou omissões. Os investidores têm que tomar suas próprias decisões de investimento.

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