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FOLHA DE ROSTO ORIENTATIVA PARA PROVA OBJETIVA

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Academic year: 2021

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LEIA AS ORIENTAÇÕES COM CALMA E ATENÇÃO!

INSTRUÇÕES GERAIS

● Atenção ao tempo de duração da prova, que já inclui o preenchimento da folha de respostas.

● Cada uma das questões da prova objetiva está vinculada ao comando que imediatamente a

antecede e contém orientação necessária para resposta. Para cada questão, existe apenas UMA

resposta válida e de acordo com o gabarito.

● Faltando uma hora para o término do simulado, você receberá um e-mail para preencher o

cartão-resposta, a fim de avaliar sua posição no ranking. Basta clicar no botão vermelho de PREENCHER

GABARITO, que estará no e-mail, ou acessar a página de download da prova. Você deve fazer o

cadastro em nossa plataforma para participar do ranking. Não se preocupe: o cadastro é grátis e

muito simples de ser realizado.

Se a sua prova for estilo Certo ou Errado (CESPE/CEBRASPE):

marque o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado

com o código E, caso julgue o item ERRADO. Se optar por não responder a uma determinada

questão, marque o campo “EM BRANCO”. Lembrando que, neste estilo de banca, uma resposta

errada anula uma resposta certa.

Obs.: Se não houver sinalização quanto à prova ser estilo Cespe/Cebraspe, apesar de ser no

estilo CERTO e ERRADO, você não terá questões anuladas no cartão-resposta em caso de

respostas erradas.

Se a sua prova for estilo Múltipla Escolha:

marque o campo designado com a letra da alternativa escolhida (A, B, C, D ou E). É preciso

responder a todas as questões, pois o sistema não permite o envio do cartão com respostas

em branco.

● Uma hora após o encerramento do prazo para preencher o cartão-resposta, você receberá um e-mail

com o gabarito para conferir seus acertos e erros. Caso você seja aluno da Assinatura Ilimitada, você

receberá, com o gabarito, a prova completa comentada – uma vantagem exclusiva para assinantes,

com acesso apenas pelo e-mail e pelo ambiente do aluno.

Em caso de solicitação de recurso para alguma questão, envie para o e-mail:

[email protected]

.

Nossa ouvidoria terá até dois dias úteis para responder à solicitação.

Desejamos uma excelente prova!

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SEDF – PROFESSOR TEMPORÁRIO

• Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para a correção da sua prova.

• Em seu caderno de prova, caso haja opção(ões) constituída(s) pela estrutura Situação hipotética:... seguida de Assertiva:..., os dados apresentados como situação hipotética deverão ser considerados premissa(s) para o julgamento da assertiva proposta. • Eventuais espaços livres – identificados ou não pela expressão “Espaço livre” – que constarem deste caderno de prova

pode-rão ser utilizados para rascunhos.

� Baseado no formato de prova

� aplicado pela banca Cebraspe

CONHECIMENTOS BÁSICOS

GRAMÁTICA TEXTO

Vânia Araújo Texto I 1 Por obrigação profissional, vivo metido no meio de pes-soas de sucesso, marcadas pela notável superação de limites. Vejo como o brilho provoca a ansiedade do reconhecimento permanente. Aplauso vicia. Arriscando-me a fazer psicologia 5 de botequim, frase de livro de autoajuda ou reflexões vulga-res da meia-idade, exponho uma desconfiança: o adulto que gosta de brincar e não faz sucesso tem, em contrapartida, a magnífica chance de ser mais feliz, livre do vício do aplauso, mais próximo das coisas simples. 10 O problema é que parece ridículo uma escola informar aos pais que mais importante do que gerar bons profissionais, máquinas de produção, é fazer pessoas felizes por serem o que são e gostarem do que gostam.

Gilberto Dimenstein. O direito de brincar. In: Folha de S.

Paulo, 2/11/2011, Caderno C8 (com adaptações). Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir. 1 De acordo com as ideias do texto, o autor se inclui no grupo de pessoas de sucesso, marcadas pela superação de limites. 2 A substituição do termo “notável” (l. 2) por notória preserva as relações de sentido do texto, já que ambos os vocábulos têm mesmo significado. 3 A opção pelo emprego do ponto de vista em primeira pessoa imprime no texto um grau de subjetividade e se configura em um gênero de texto no qual as opiniões podem ser assumidas de forma pessoal. Texto II

1 A História caprichosamente ofereceu aos brasileiros

um símbolo de forte densidade, o de Tiradentes, para con-cretizar o mito do herói nacional. O lado generoso do chefe da rebelião anticolonial vem do transbordamento de seus

5 objetivos, no sentido de tornar coletiva a aspiração de ruptura

e de liberdade. Não apenas um ato de particular conveniên-cia no mundo das relações humanas, mas uma articulação de vulto nacional.

� Enquanto os ativistas da Inconfidência (Tiradentes o

10 maior e o mais lúcido de todos) e os ideólogos lidavam com

categorias universais, que pressupunham os interesses da coletividade brasileira, outros aderentes circunstanciais, os magnatas e os devedores da fazenda Real, ingressaram no processo de luta a fim de resguardar vantagens particulares.

15

A figura de Tiradentes implanta, na memória e no cora-ção da nacionalidade, o sentimento de poder e de grandeza que torna cada um de nós um íntimo dos seres sobrenaturais, um parceiro dos deuses.

Fábio Lucas, Luzes e trevas – Minas Gerais no século XVIII. Belo Horizonte: UFMG, 1998, p. 150-1. (com adaptações).

Julgue os itens a seguir, relativos às ideias e aos aspectos linguís-ticos do texto precedente.

4 O primeiro período sintático do texto constitui a sua

ideia-núcleo. 5 O segundo parágrafo estrutura-se sobre uma oposição: “ati- vistas e ideólogos” versus “magnatas e devedores”, corres-pondendo, respectivamente, a “interesses da coletividade” e “vantagens particulares”. 6 Segundo as informações do texto, as expressões “tornar co- letiva a aspiração de ruptura e de liberdade” (l. 5-6), “articu-lação de vulto nacional” (l. 7-8), “categorias universais” (l. 11) e “interesses da coletividade brasileira” (l. 11-12) desen-volvem e explicam a ideia de transbordamento dos objetivos de Tiradentes. 7 As expressões “herói nacional” (l. 3), “chefe da rebelião an- ticolonial” (l. 3-4), “vulto nacional” (l. 8) e “ativistas da In-confidência” (l. 9) têm como referente o termo Tiradentes, na linha 2.

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8 No período em que aparece, o vocábulo “aderentes” (l. 12) foi empregado com o sentido de associados. 9 Mantêm-se as relações de sentido e a correção gramatical do texto com a reescrita do trecho “A figura de Tiradentes im- planta, na memória e no coração da nacionalidade, o senti-mento de poder e de grandeza que torna cada um de nós um íntimo dos seres sobrenaturais, um parceiro dos deuses.” (l. 15 a 18) como: Na memória e no coração da nacionalidade, a figura de Tiradentes implanta o sentimento de poder e de grandeza que torna cada um de nós um íntimo dos seres sobrenaturais, um parceiro dos deuses.

10 O pronome relativo “que”, no trecho “que torna cada um de

nós um íntimo dos seres sobrenaturais, um parceiro dos deu-ses” (l. 17 e 18), retoma o termo “grandeza” (l. 16).

REDAÇÃO OFICIAL

Lucas Lemos

Com relação aos aspectos gerais de forma e de linguagem das comunicações oficiais, julgue os itens que se seguem, conforme o Manual de Redação da Presidência da República. 11 É obrigatório, nos documentos oficiais, o uso do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e também para particulares. 12 Nas comunicações oficiais, há sempre um único comunica- dor, o serviço público, sendo os receptores dessas comunica-ções o próprio serviço público ou o conjunto de cidadãos ou instituições, tratados de forma homogênea.

LODF

Marco Soares 13 Dentre os objetivos prioritários do DF, é previsto o exercício

do direito de petição ou representação, independentemente de pagamento de taxas ou emolumentos, ou de garantia de instância. 14 Suponha que o governador do Distrito Federal queira subme-ter uma lei aprovada na Câmara Legislativa do DF ao crivo da população. A consulta será feita mediante um plebiscito.

DIREITO ADMINISTRATIVO

Raphael Spyere Cargos públicos são a menor parcela de atribuições e responsa-bilidades de órgãos, autarquias e fundações autárquicas. Criados e extintos por lei, são divididos em cargos de provimento efetivo e em comissão. Sobre os cargos em comissão, analise as asserti-vas a seguir. 15 Os cargos em comissão são reservados exclusivamente a ser-vidores efetivos, não havendo concurso público para fins de provimento. 16 Percentual mínimo dos cargos em comissão será reservado a servidores de carreira, o que, no Distrito Federal, corres-ponde a 50%. A respeito da posse e das funções de confiança, julgue os itens adiante, tendo como referência o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Distrito Federal. 17 Enquanto investidura no cargo público, a posse deverá ocor-rer em qualquer modalidade de provimento, como condição de validade. 18 O servidor público do Distrito Federal que estiver usufruindo de férias, em caso de nomeação para novo cargo efetivo, terá o início do prazo para posse prorrogado para o término do referido impedimento. 19 As funções de confiança são atribuições públicas de chefia, direção ou assessoramento reservadas privativamente a ser- vidores efetivos que, pelo exercício delas, farão jus a perce-ber, sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo, 100% de gratificação. 20 Uma vez designado para uma função de confiança, o servidor público deverá entrar em exercício na data em que o referido ato for publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.

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EDUCAÇÃO NA CONSTITUIÇÃO

Carlinhos Costa

21 É assegurado pelo Estado o atendimento ao educando em

todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, ali-mentação e assistência à saúde.

22 No que diz respeito à organização dos sistemas de ensino,

ficou determinado que, em regime de colaboração, os mu-nicípios atuarão, obrigatoriamente, na educação infantil. Já o ensino fundamental e o ensino médio serão atribuição dos estados.

LEI DE DIRETRIZES E BASES

Carlinhos Costa 23 Segundo o art. 21 da LDB, Lei n. 9.394/1996, compõem a educação básica a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio e a educação superior. 24 A exibição de filmes de produção nacional para a educação básica constituirá componente curricular complementar inte-grado à proposta pedagógica da escola, sendo sua exibição obrigatória por duas horas mensais.

RESOLUÇÃO N. 2/2020

Carlinhos Costa 25 Cabe ao professor responsável pelo estudante informar aos

pais ou ao responsável legal sobre a frequência e o rendi-mento do estudante menor de idade e informar ao Conselho Tutelar do Distrito Federal o caso de ausência superior a 30% (trinta por cento) do percentual permitido na legislação vi-gente, no caso de estudante menor de idade. 26 A organização pedagógica da educação infantil deve observar a regra de avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança, com objetivo de promoção ape-nas para acesso ao ensino fundamental.

GESTÃO DEMOCRÁTICA

Carlinhos Costa 27 A gestão democrática do ensino público é obrigatória na edu-cação básica e opcional na educação superior.

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Carlinhos Costa 28 O atual PNE é um projeto nacional que determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional no período de 2014 a 2024. Pode-se afirmar que a meta 2 do PNE pretende a universalização do ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a quatorze anos de idade e a garantia de que 100% dos alunos concluam essa etapa, na idade reco-mendada, até 2024.

PLANO DISTRITAL DE EDUCAÇÃO

Carlinhos Costa

29 A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e o

Conselho de Educação do Distrito Federal são instâncias que fazem monitoramento contínuo e avaliações periódicas da execução do PDE.

30 O PDE é o instrumento de planejamento, gestão e integração

do sistema de ensino do Brasil, construído com a participação da sociedade, para ser executado pelos diretores educacionais.

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CONHECIMENTOS

COMPLEMENTARES

CURRÍCULO EM MOVIMENTO

William Dornela

31 O Currículo em Movimento abre espaço para grandes

te-máticas de interesse social, que produzem convergência de diferentes áreas do conhecimento, como: sustentabilidade ambiental, direitos humanos, respeito, valorização das dife-renças e complexidade das relações entre escola e sociedade. 32 Para garantir a unidade curricular, os eixos transversais apre- sentados no Currículo do DF são Educação para a Autono-mia, Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos e Educação para a Sustentabilidade, bem como os conteúdos e os processos de avaliação educacional em apenas dois níveis: aprendizagem e institucional. 33

A perspectiva com a implantação do Currículo é de fortale-cimento das escolas públicas e privadas e também a cons- trução de uma educação de qualidade referenciada nos sujei-tos sociais.

34 A concretização do Currículo se dará a partir dos projetos

político-pedagógicos das escolas, como expressão de sua intencionalidade. Esse projeto deve ser construído de forma participativa e democrática, envolvendo todos os sujeitos que fazem a educação acontecer nas escolas públicas do DF.

PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO

DO TRABALHO PEDAGÓGICO

Andreia Sousa 35 O trabalho educativo ajuda no processo de decisão de trans-formar a sociedade. Uma estrutura administrativa da escola, adequada à realização de objetivos educacionais, de acordo com os interesses da população, deve prever mecanismos que estimulem a participação de todos no processo de decisão. 36 A análise da estrutura organizacional da escola visa identifi-car quais estruturas são valorizadas e por quem, verificando as relações funcionais entre elas. É preciso ficar claro que a escola é uma organização orientada por finalidades, controla-da e permeada pelas questões do poder.

CURRÍCULO

William Dornela 37 O currículo escolar abrange as experiências de aprendizagens implementadas pelas instituições escolares e que deverão ser vivenciadas pelos estudantes. Nele estão contidos também os conteúdos que deverão ser abordados no processo de ensino--aprendizagem e a metodologia utilizada para os diferentes níveis de ensino. 38 O currículo é um elemento neutro de transmissão desinteres-sada de conhecimento. O currículo não implica relações de poder nem transmite visões sociais particulares, ele apenas produz identidades.

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO /

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

William Dornela 39 Acerca dos papéis do professor e do aluno, o uso das TICs na educação/tarefas escolares tende a desconsiderar a colabo-ração entre os alunos, e os professores futuramente poderão ser substituídos por programas interativos, tendo em vista as dificuldades que apresentam para usar as novas tecnologias educacionais. 40 As TICs se referem à pluralidade de tecnologia da informa-ção e comunicação, ou seja, aos equipamentos, instrumentos e funções que permitem criar, recriar, armazenar, receber, enviar, capturar informações em nosso meio, e, além disso, são um conjunto de recursos tecnológicos utilizados de forma integrada com um objetivo comum.

41 A Educação à Distância é um eixo transversal educacional

no qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.

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EDUCAÇÃO INTEGRAL /

EDUCAÇÃO DO CAMPO /

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

William Dornela 42 Na modalidade de Educação Básica do Campo, a educação para a população rural está prevista com adequações neces-sárias às peculiaridades da vida no campo e de cada região. Uma das características dessa modalidade é adequação das atividades educativas à natureza do trabalho da zona urbana. 43 São consideradas modalidades educacionais da educação bá-sica a educação integral, a educação do campo e a educação ambiental.

FUNDAMENTOS LEGAIS DA

EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSIVA

Andreia Sousa 44 Entre os princípios da Política Nacional de Educação Espe-cial – Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida – temos a educação como direito para todos em um sis-tema educacional equitativo e inclusivo. 45 A União prestará apoio técnico e financeiro somente aos sis-temas públicos de ensino dos Estados, Municípios e Distrito Federal, com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, matriculados na rede pública de ensino regular. 46 Cabe aos professores procurar novas posturas e habilidades que permitam problematizar, compreender e intervir nas dife- rentes situações que se deparam, além de auxiliarem na cons-trução de uma proposta inclusiva.

TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

Carlinhos Costa 47 De acordo com a pedagogia crítico-social dos conteúdos, o conteúdo da prática educativa deve ser a reflexão coletiva, dialogada e consciente sobre a cultura cotidiana do povo, tendo como objetivo político a emancipação organizada das camadas populares. 48 A pedagogia libertária tem como objetivo político formar as crianças e os jovens para a autogestão individual e coletiva e, para tanto, importa uma permanente aprendizagem da su-pressão da autoridade, seja no grupo ou seja na sociedade, sendo o conteúdo que atende a esse objetivo o interesse e a decisão do grupo. 49 A Pedagogia da Escola Nova baseia sua ação metodológica em cinco momentos distintos: prática social, problematiza-ção, instrumentalização, catarse e prática social.

DIDÁTICA E PRÁTICA

HISTÓRICO-CULTURAL

Andreia Sousa 50 A didática, dentro da formação do professor, deve possibilitar a reflexão e a ação. Ela precisa ser refletida e essa reflexão está diretamente ligada à avaliação. 51 Na formação docente, embora existam diferentes tendências e perspectivas sobre os princípios, o da subjetividade não é um elemento integrante na formação docente.

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

William Dornela 52 A Coordenação Pedagógica precisa consolidar-se como es-paço-tempo de reflexões geradas pelos processos formativos e de autoformação, contemplando o processo de ensinar e aprender, os planejamentos interdisciplinares, o compartilha-mento de experiências pedagógicas exitosas e inclusivas, o conhecimento mais aprofundado dos estudantes, a avaliação e autoavaliação e a articulação do coletivo em torno da cons-trução do Projeto Político-Pedagógico da escola. 53 A garantia da coordenação como espaço-tempo reflete o com-promisso do Estado com a valorização e a profissionalização dos profissionais da educação.

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PROCESSO

ENSINO-APRENDIZAGEM

Leandro Gabriel 54 O processo de ensino-aprendizagem tem sido historicamente caracterizado de formas diferentes, que vão desde a ênfase no papel do professor como transmissor de conhecimento até as concepções atuais que concebem o processo de ensino--aprendizagem como um todo integrado que destaca o papel do educando.

55 A forma tradicional de conhecimento presente nas escolas

centrava-se na figura do professor, sendo este tratado como o “dono do saber”. Hoje, percebemos mudanças nesse cenário. Na era da informação, o espaço de saber do docente foi dan-do lugar ao de mediador e problematizador do aprender: ele passou a ser visto como aquele que desafia os alunos, mos-trando-lhes, entre as várias possibilidades de aprendizagem, caminhos que poderão ser percorridos. 56 A síncrese corresponde à visão global indeterminada, confu- sa, fragmentada da realidade. A síntese consiste no desdobra-mento da realidade em seus elementos, a parte como parte do todo. A análise é o resultado da integração de todos os conhe-cimentos parciais num todo orgânico e lógico, resultando em novas formas de ação.

AVALIAÇÃO ESCOLAR /

DIRETRIZES DA AVALIAÇÃO

Carlinhos Costa

57 A avaliação formativa caracteriza-se por estar centrada na

percepção do professor, que possui o domínio do saber e dos critérios de avaliação. 58 A avaliação apresentada na tirinha a seguir pode ser classifi-cada como classificatória, somativa e excludente.

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

William Dornela 59 O PPP é uma ferramenta de planejamento e avaliação funda-mental para definir a identidade da escola e os caminhos que ela irá percorrer para fornecer um ensino de qualidade, e en- contra-se profundamente planejado/estruturado aos compro-missos e interesses reais e coletivos da população majoritária.

60 O projeto político-pedagógico é um simples agrupamento

de planos de ensino e de atividades diversas, e é algo que é construído e, em seguida, arquivado ou encaminhado às auto-ridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os mo-mentos exclusivamente pelos gestores no processo educativo da escola.

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PROFESSOR TEMPORÁRIO

CONHECIMENTOS BÁSICOS + COMPLEMENTARES FOLHA DE RESPOSTAS Item 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Gabarito Item 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 Gabarito Item 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 Gabarito

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Referências

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