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EDUANE ALMEIDA TAVARES

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Academic year: 2021

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EDUANE ALMEIDA TAVARES

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE BUCAL DE PROFESSORES DE ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL DE ESCOLAS DE

CANDEIAS DO JAMARI – RO.

PORTO VELHO-RO 2016

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EDUANE ALMEIDA TAVARES

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE BUCAL DE PROFESSORES DE ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL DE ESCOLAS DE

CANDEIAS DO JAMARI – RO.

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade São Lucas como parte dos requisitos para obtenção de título de Cirurgiã Dentista.

Orientador: Prof. Me. Luiz Carlos Bianco Co-orientador:Prof.Ma. Regina M. S. Pinheiro

PORTO VELHO-RO 2016

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AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE BUCAL DE PROFESSORES DE ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL DAS ESCOLAS DE

CANDEIAS DO JAMARI-RO.1

EVALUATION OF THE LEVEL OF KNOWLEDGE ON ORAL HEALTH OF CHILDREN AND FUNDAMENTAL EDUCATION TEACHERS OF SCHOOLS OF

CANDEIAS JAMARI-RO.

Eduane Almeida Tavares2 RESUMO: O objetivo do presente estudo foi avaliar o conhecimento sobre saúde bucal de professores do município de Candeias do Jamari – RO, para verificar se esses profissionais que estão em contato com as crianças, têm conhecimento sobre assunto para orientá-las de forma adequada. A amostra da pesquisa foi composta por 59 professores de ambos os gêneros, que atuam no ensino infantil e fundamental da zona urbana, entre eles professores nas redes municipais e estaduais. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado, auto aplicado, contendo 20 questões fechadas. No resultado da pesquisa foi possível observar que 43,55% professores acreditam que a cárie é resultado de uma escovação inadequada é 36,9% deles afirmam que a cárie ocorre com maior frequência em dentes que são usados para mastigar. Em relação à doença periodontal, 52,2% não souberam responder o que é a doença e quando questionados se já haviam recebido algum tipo de treinamento sobre saúde bucal, 40,1% dos entrevistados relataram não ter recebido nenhum treinamento sobre saúde bucal. Foi possível concluir que o conhecimento dos professores sobre o tema é insatisfatório e precisa ser aperfeiçoadocom brevidade. Os professores precisam receber treinamento e conhecimentos sobre saúde bucal para que possam atuar nos programas educativos preventivos nas escolas e, assim, tornarem-se agentes multiplicadores de conhecimentos e hábitos positivos em saúde bucal.

PALAVRAS-CHAVES: Promoção da Saúde. Saúde bucal. Educação em odontologia. Conhecimento.Professores.

ABSTRACT: The objective of the present study was to evaluate the knowledge about oral health of teachers in the municipality of Campos Jamari-RO, to verify that these professionals who are in contact with children have knowledge about the subject to target them appropriately. The sample of the survey was composed of 59 teachers of both genders who work in children's education and the urban area, including teachers in municipal and state networks. The data were collected by means of a structured questionnaire, containing 20 closed issues. The result of the research it was possible to observe that 43.55% teachers believe that the caries is the result of an inadequate brushing and 36.9% of them claim that decay occurs more frequently in teeth that are used for chewing. In relation to periodontal disease, 52.2% did not know answer what the disease and when asked if they had already received some kind of training on oral health, 40.1% of respondents reported not having received any training on oral health. It was concluded that teachers ' knowledge on the subject is unsatisfactory and needs to be improved quickly. Teachers need to receive training and knowledge about oral health so that they can act in preventive educational programmes in schools and thus become multiplying agents of knowledge and positive habits in oral health.

KEYWORDS: Health Promotion. Oral health.Education in dentistry.Knowledge. Teachers.

1

Artigo apresentado no curso de graduação, em Odontologia da Faculdade São Lucas como requisito parcial para conclusão do curso, sob orientação do professor. Me. Luiz Carlos Bianco, e-mail:

[email protected]; co-orientação de Ma. Regina M. Serpa Pinheiro, e-mail:

[email protected] 2

Eduane Almeida Tavares, graduanda em Odontologia da Faculdade São Lucas, 2016. [email protected]

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INTRODUÇÃO

Os conhecimentos básicos sobre cuidados com a saúde bucal são indispensáveis para a população. Cabe à cada indivíduo o cuidado diário com a higiene bucal. Entretanto, segundo o trabalho realizado por Unfer em 2000, no que se refere à percepção da própria saúde bucal, 45,7% dos entrevistados consideram sua saúde bucal regular.

A cárie é considerada pela Organização Mundial de Saúde – OMS, como um problema odontológico predominante em todo o mundo, e um grande problema de saúde pública, que afeta pessoas de todas as idades e condições sociais (MELO et

al., 2008).

Apesar dos avanços que a odontologia vem experimentando, temos enfrentado sérias dificuldades para solucionar determinadas doenças: a cárie e a doença periodontal. A prevenção ainda é considerada o melhor meio de tratamento e o mais eficaz. Entre os diversos tratamentos preventivos para as doenças bucais, a motivação e a educação ganham lugar de destaque por serem maneiras econômicas e eficientes, levando em consideração que é mais conveniente evitar o aparecimento da doença do que o tratamento após sua instalação (SANTOS et al., 2003).

O incentivo para adoção de hábitos saudáveis de higiene bucal durante a infância é simples, de fácil aplicação, baixo custo e apresenta grandes valores educativos, mostrando-se vantajoso na prevenção das doenças bucais (GITIRANA

et al., 2003).

Muitos programas de prevenção vêm sendo realizados no espaço escolar, pois é nesse período, que as crianças estão mais capazes e propensas a desenvolver hábitos de higiene bucal saudável e adequadas. Novos conceitos como de uma dieta equilibrada também se enquadram. Nas escolas é onde se encontra reunida a população em idade de risco para desenvolver problemas bucais (JUNIOR &MIALHE, 2008;CARVALHO et at., 2013).

Com a necessidade de implantar uma educação preventiva, observa-se que o universo escolar é um excelente ambiente para estabelecer programas de orientação e educação em saúde geral, e com ela a saúde bucal.O âmbito escolar é extremamente relevante para o aprendizado das crianças, época em que os

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comportamentos e costumes são profundamente fixados e determinam o estilo de vida a ser seguido (AQUILANTE et al., 2003).

No meio escolar, segundo Franchin et al (2005), o professor é o agente que irá criar um elo entre as crianças e os novos conceitos e conhecimentos sobre sua saúde bucal. Tendo em vista, que o profissional se encontra em contato direto com as discentes em seu dia a dia, possibilita que os programas desenvolvidos sejam realmente implantados. O educador estimula seus alunos e pode manejar diversos conteúdos,assim, despertando o interesse pelo aprendizado em vários aspectos (SANTOS et al., 2002;SILVA&NAVARRO,2012).

Quando Aquilante et al (2003) analisaram o grau de aprendizagem sobre saúde bucal de crianças de 6 anos, foi possível comprovar que se fossem utilizados recursos apropriados para a faixa etária os mesmos adquiririam bastante conhecimento sobre o assunto.

A promoção em saúde bucal deve ultrapassar os limites do consultório odontológico para possibilitar assim, seja realmente implantada no cotidiano da população. O cirurgião dentista é o profissional que está mais apto a transmitir as informações e instruções de forma correta em um programa de saúde bucal nas escolas, porém é o professor que será o elo entre aluno e o cirurgião dentista/programa (FRANCHIN et al., 2005; GITIRANA et al., 2003).

Considerando que o professor é um importante agente na transmissão de conhecimentos ele é o profissional que está em contato diário com as crianças. O objetivo desse estudo foi avaliar o conhecimento sobre saúde bucal dos professores do Município de Candeias do Jamari – RO. Pretende-se também saber se este profissional que está em proximidade direta com as crianças tem conhecimento sobre o assunto em questão, para transmitir e ministrar de forma correta para esses discentes, além de saber se os mesmos sabem da relevância de uma adequada higiene bucal.

METODOLOGIA

O presente estudo utilizou metodologia observacional, transversal e quantitativa.

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A amostra foi constituída por 59 professores de ambos os gêneros, que atuam no ensino infantil e fundamental na zona urbana da cidade de Candeias do Jamari, situada no Estado de Rondônia.

Quanto aos objetivos propostos, tratou-se de pesquisa exploratória por buscar explicitar de forma mais clara o problema e é também uma pesquisa descritiva, pois buscou a coleta padronizada dos dados com aplicação de questionários fechados e descrever as características que os mesmos apresentaram.

As cinco escolas selecionadas pertencem às redes Municipal e Estadual nas quais estão lotados no quadro funcional, 64 professores, sendo elas as Escolas Estaduais de (E.E.E.F. M) Carlos Drummond de Andrade, Escola Fernando M.F. da Fonseca, E.E.E.F. Jaime Barcessat, Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom João Batista Costa e Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Gorete Alves de Sousa. Assim, todos os professores das quatro escolas foram convidados, sendo que 92,18% se dispuseram a participar voluntariamente da pesquisa.

Quanto aos critérios éticos, o estudo dá continuidade à pesquisa aprovada sobre o nível do conhecimento sobre saúde bucal dos professores do Município de Candeias do Jamari – RO, pelo Comitê de Ética na pesquisa da Faculdade São Lucas (Anexo 4).

Para a concretização deste trabalho houve um contato prévio com os diretores de cada instituição, para que os mesmos assinassem um documento autorizando a realização da pesquisa (Anexo3). E, posteriormente, os docentes foram contactados pelas escolas sobre a pesquisa a ser realizada. Com a anuência de todos, houve a entrega do instrumento da coleta de dados (questionário), comunicando a exposição dos objetivos e procedimentos da pesquisa, e esclarecendo quanto à participação voluntária e manutenção do sigilo de identificação de cada professor (comunicação verbal).

O instrumento de análise da pesquisa foi um questionário estruturado, auto aplicado, contendo 20 questões fechadas. O conteúdo do mesmo visou a analisar a característica da amostra, comportamentos e atitudes dos indivíduos frente à questão levantada sobre o nível de conhecimento sobre saúde bucal (Anexo 1).

Após a coleta dos dados as respostas foram agrupadas por assuntos e feita caracterização da amostra (tipo da escola, gênero, faixa etária, tempo de serviço). E os dados obtidos foram tabulados com apoio do programa Microsoft Excel®.

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Para a avaliação dos sujeitos da pesquisa, utilizaram-se os critérios baseados no estudo de Aragão et al. (2010), que considerou de 0 a 50% de acerto das questões propostas como conhecimento insatisfatório; de 51 a 70%, como conhecimento razoável e acima de 70%, como conhecimento satisfatório dos professores.

O critério de inclusão do presente estudo foi o fato de ser docente do ensino infantil e fundamental e lecionar em uma das escolas onde foi realizada a pesquisa. Como critério de exclusão, não foram pesquisados os professores que deixaram de assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (anexo5).

RESULTADOS

Na pesquisa realizada no Município de Candeias do Jamari, quanto ao perfil dos entrevistados, dos 59 professores que participaram, 26 atuam em escolas estaduais e 33 em escolas municipais. Dos educadores participantes deste estudo, 37 são do gênero feminino, enquanto 22 do gênero masculino. O tempo de serviço e atuação dos professores na área variou de 2 a 32 anos, tendo maior prevalência entre 6 e 29 anos de serviço na educação. Em relação ao grau de escolaridade dos entrevistados pode-se observar que 27 possuem graduação, 27 possuem alguma especialização lato sensue somente três possuem mestrado, além de cinco não declararem sua formação no questionário.

Quando os professores foram questionados sobre a troca das escovas de uso pessoal, 27 professores (42,95%) relataram que realizam a troca da escova dental de 3 em 3 meses, 15 (28,25%) a cada mês, 10 (16,35%) de dois em dois meses, 7 (24,8%) dos professores afirmaram trocar a escova de seis em seis meses.

Na questão sobre levar a escova para o local de trabalho,37 (57,05%) dos entrevistados revelou não levar escova de dente para o trabalho. Em contrapartida, 26 (41,56%) relataram que fazem isto regularmente.

Em relação à quantidade de vezes que os educadores escovam os dentes por dia, 31 (49,3%) escovam os dentes três vezes ao dia, 20(33,75%) fazem isto quatro vezes ao dia, 8 (16,95) escovam duas vezes ao dia. Verificou-se também que 100% dos professores acreditavam saber qual é a função do fio dental, destes, somente 1 (2,4%) respondeu adequadamente que a função do fio dental é remover e eliminar o biofilme, 57 (96,3%) responderam que o fio dental serve para remover restos de

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alimentos, e 1 (1,3%) afirmou que a função do fio dental e remover tártaro (Tabela 1).

Tabela 1 - Conhecimentos dos participantes sobre uso e cuidados com escova e fio dental.

Mulheres Homens

Troca de escova regularmente? n % n %

A cada mês 7 18.4% 8 38.1%

2 em 2 meses 7 18.4% 3 14.3%

3 em 3 meses 20 52.6% 7 33.3%

Seis em seis meses 4 10.5% 3 14.3%

Traz escova para o trabalho?

Sim 19 50.0% 7 33.3%

Não 18 47.4% 14 66.7%

Não respondeu 1 2.6% 0 0.0%

Quantas vezes ao dia escova os dentes?

Uma vez 0 0.0% 0 0.0%

Duas Vezes 2 5.3% 6 28.6%

Três vezes 23 60.5% 8 38.1%

Quatro vezes 13 34.2% 7 33.3%

Qual a função do fio dental?

Remover restos de alimentos 37 97.4% 20 95.2%

Remover o tártaro 1 2.6% 0 0.0%

Eliminar o biofilme 0 0.0% 1 4.8%

Não sabe 0 0.0% 0 0.0%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

A tabela 2 expõe o conhecimento dos entrevistados sobre a etiologia da cárie, 25 (43,55%) dos professores afirmaram que a cárie é resultado somente de uma escovação inadequada, 22 (30,05%) responderam que a cárie é resultado do tártaro dental, 11 (25,1%) responderam que a cárie é resultado de uma sequência de fatores, como alimentação, escovação inadequada e dieta desequilibrada e 1,3% não souberam responder.

Quando os professores foram questionados sobre qual a região que a cárie ocorre com mais frequência, 24 (36,9%) dos entrevistados responderam que a cárie ocorre com maior frequência nos dentes que são usados para mastigação, 18 (34,35%) afirmaram que a cárie ocorre com maior frequência nas faces lisa dos dentes, e 17 (28,75%) não souberam relatar em qual área a cárie ocorre com mais frequência.

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Sobre os métodos de prevenção da cárie 19 (35,05%) acreditam que para evitar a doença é preciso um conjunto de ações, sendo que escovar os dentes após as refeições é o principal método de prevenir a doença cárie.

Tabela 2 - Conhecimentos dos participantes da pesquisa sobre a cárie

A cárie dentária é resultado de que?

Escovação inadequada 15 39.5% 10 47.6%

Alimentação inadequada 0 0.0% 0 0.0%

Tártaro 21 55.3% 1 4.8%

Todas as causas acima 1 2.6% 10 47.6%

Não sei 1 2.6% 0 0.0%

Em que região a cárie ocorre com mais frequência?

Dentes que usamos para mastigar 19 50.0% 5 23.8%

Superfície lisa dos dentes 8 21.1% 10 47.6%

Não sei 11 28.9% 6 28.6%

Como se evita a cárie?

Escovando os dentes após a refeição 14 36.8% 7 33.3%

Indo ao dentista 2 5.3% 1 4.8%

Reduzindo o consumo de açúcar 1 2.6% 0 0.0%

Flúor 2 5.3% 0 0.0%

Usando fio Dental 0 0.0% 12 57.1%

Todas as alternativas 19 50.0% 0 0.0%

Não sei 0 0.0% 1 4.8%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

Com o intuito de saber o nível de conhecimentos dos entrevistados sobre a doença periodontal, foi possível observar uma grande deficiência destes no que dizer a respeito ao questionamento realizado, tendo em vista que,35 (52,2%), não souberam responder o que é doença periodontal, 34 (52,2%) não souberam responder como a doença se manifesta e 29 (49,9%) quais os fatores que causam a doença periodontal (tabela 3).

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Tabela 3 - Conhecimentos dos participantes sobre a doença periodontal

O que é doença periodontal?

Amolecimento dos dentes 2 5.3% 2 9.5%

Inflamação da gengiva 2 5.3% 2 9.5%

Doença que ataca gengivae atinge o osso 6 15.8% 3 14.3%

Todas as alternativas 5 13.2% 2 9.5%

Não sei 23 60.5% 12 57.1%

Como a doença periodontal se manifesta?

Perda óssea 0 0.0% 2 9.5%

Gengiva sangra, fica vermelha, incha 6 15.8% 2 9.5%

Mobilidade dos dentes 0 0.0% 3 14.3%

Todas as alternativas 5 13.2% 7 33.3%

Não sei 27 71.1% 7 33.3%

Quais são os fatores que causam a doença periodontal?

Escovação inadequada 2 5.3% 0 0.0%

Falta de uso de fio dental 2 5.3% 0 0.0%

Presença de placa bacteriana 7 18.4% 3 14.3%

Todas as alternativas 9 23.7% 7 33.3%

Não sei 18 47.4% 11 52.4%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

Da amostra de 59 professores, 100% acreditam saber qual é a função do flúor, sendo que 40 (67,75%) afirmaram que a função do flúor é prevenir a cárie, 14 (23,75%) atribuíram sua função como a de proteger os dentes, 1 (2,4%) acredita que o flúor fortalece os dentes (Tabela 4).

Tabela 4 - Conhecimentos dos participantes sobre a função do flúor Qual a função do flúor?

Prevenir cárie 26 68.4% 14 66.7%

Deixar os dentes broncos 0 0.0% 1 4.8%

Hálito puro 3 7.9% 0 0.0%

Deixar os dentes brilhantes 0 0.0% 0 0.0%

Fortalecer os dentes 0 0.0% 1 4.8%

Proteção 9 23.7% 5 23.8%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

Ao serem interrogados sobre a afirmação de que o Cirurgião Dentista é o único responsável pela durabilidade da saúde bucal, e que os dentes de leite não precisam ser tratados, pois irão ser substituídos, 51 (86,25%), 54 (92,35%) relatam não concordar com tal declaração,respectivamente.Frente à afirmação que a saúde bucal pode refletir no estado de saúde geral de uma pessoa 55 (93,65%) afirmaram

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concordar, 3 (2,4%) não concordam com esta posição. A grande maioria 43 (75,55%) dos professores disseram que se devem realizar visitas ao dentista semestralmente para tratamento, manutenção e diagnósticos (tabela 5).

Tabela 5 - Conhecimentos dos participantes sobre tratamento odontológico. O dentista é o único responsável pela durabilidade do serviço odontológico.

Concorda 3 7.9% 2 9.5%

Não concorda 33 86.8% 18 85.7%

Não respondeu 2 5.3% 1 4.8%

A condição da boca pode refletir no estado de saúde geral de uma pessoa.

Concorda 35 92.1% 20 95.2%

Não concorda 0 0.0% 1 4.8%

Não respondeu 3 7.9% 0 0.0%

Os dentes de leite não precisam ser tratados, pois vão ser substituídos pelos permanentes.

Concorda 3 7.9% 1 4.8%

Não concorda 34 89.5% 20 95.2%

Não respondeu 1 2.6% 0 0.0%

Quando deve-se visitar o dentista para tratamento, diagnóstico ou manutenção?

Semestralmente 28 73.7% 15 71.4%

De 2 em 2 meses 7 18.4% 4 19.0%

Anualmente 3 7.9% 2 9.5%

Não sei 0 0.0% 0 0.0%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

No que diz respeito ao desenvolvimento de orientação de saúde e higiene bucal durantes as aulas, 36 (58%) revelaram passar algum tipo de informação para seus alunos, 19 (36,75%) dos professores disseram não realizar esse tipo de atividade dentro de sala de aula. Para complementar foi questionado se existe alguém que ministra esse tipo de informações dentro de sala para os educandos, dos docentes entrevistados 36,75% falaram que não realizavam esse tipo de atividade dentro de sala, e 21 (36,15%) que existia alguém responsável para passar esse tipo de informação para as crianças.

Considerando o professor uma peça fundamental na transmissão e educação em saúde bucal, a presente pesquisa quis saber se os professores já haviam recebido algum tipo de treinamento ou conhecimento sobre saúde bucal, 53 (59,3%)já haviam recebido algum tipo de treinamento sobre saúde bucal, se apresentando com maior frequência o cirurgião dentista (57,25%) como o

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transmissor deste conhecimento. Uma pequena parcela dos entrevistados, 2 (2,65%) relatou já ter recebido treinamento em cursos através da Prefeitura ou do Estado. Outra parte da amostra pesquisada, 24 (40,1%) relatou não ter recebido nenhum treinamento sobre saúde bucal.

Por fim, foram questionados se na escola existia manual de promoção de saúde, dentre estes, 28 (36,85%) disseram que sim, 28(58,15%) disseram que na escola não havia manual de promoção de saúde. Da mesma forma foi questionada se existia manual de saúde bucal, 51 (89.83%) disseram que a escola não possuía esse tipo de manual, 5 (6,6%) dos entrevistados afirmaram que a escola possuía o manual de saúde bucal e 3(5,05%) não souberam responder (tabela 6).

Tabela 6 - Conhecimentos dos participantes sobre orientações em saúde bucal Dá orientação de como fazer higiene bucal durante as aulas?

Sim 26 68.4% 10 47.6%

Não 8 21.1% 11 52.4%

Não respondeu 2 5.3% 0 0.0%

Se não, existe alguém que expõe essas orientações?

Sim 5 13.2% 9 42.9%

Não 13 34.2% 8 38.1%

Não sei 20 52.6% 4 19.0%

Já recebeu treinamento sobre saúde bucal?

Não 16 42.1% 8 38.1%

Sim. Palestras pelo dentista da escola 13 34.2% 12 57.1%

Sim. Curso pela Prefeitura ou Estado 2 5.3% 0 0.0%

Sim. Dentista particular 7 18.4% 1 4.8%

Existe em sua escola manual de promoção de saúde?

Sim 28 73.7% 0 0.0%

Não 8 21.1% 20 95.2%

Não sei 2 5.3% 1 4.8%

Existe em sua escola manual de Saúde Bucal?

Sim 5 13.2% 0 0.0%

Não 31 81.6% 20 95.2%

Não sei 2 5.3% 1 4.8%

Fonte - dados da pesquisa, 2016.

De acordo com os dados obtidos na pesquisa, seguindo os critérios de Aragão (2010), o nível de conhecimento dos professores pode ser considerado insatisfatório, pois somente 47,45% dos entrevistados acertaram de 0 a 50% das questões.

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DISCUSSÃO

A saúde encontra no professor e no espaço escolar, aliados que contribuem fortemente no processo de desenvolvimento na manutenção da saúde bucal das crianças, o que os torna uma excelente via de desenvolvimento dos programas de saúde bucal (JUNIOR et al., 2007).

Um professor bem informado e capacitado é visto como um excelente agente multiplicador de saúde bucal, pois exercer trabalho contínuo com a criança, estar presente em seu dia a dia, e devido o contato prolongado pode fazer com que os ensinamentos sejam aplicados. Nos programas de saúde o professor torna-se o elo entre cirurgião dentista e aluno, ele irá aproximar as crianças do conhecimento devido o vínculo que possui com os escolares. Na sala de aula,dará continuidade nos ensinamentos reforçando e aplicando o que foi passado nos programas (GARBIN et al., 2013)

Entretanto, no presente estudo não foi possível observar grandes conhecimentos da parte dos professores em saúde bucal, 40,1% dos professores entrevistados não receberam nenhum tipo de ensino ou treinamento nesta área. Com esta pesquisa foi possível observar que os conhecimentos são insatisfatórios, levando em consideração apenas a maioria da amostra que obteve algum tipo de conhecimento sobre o assunto.

No presente estudo, quando os professores foram interrogados com relação a transmitir e realizar atividades relacionadas à saúde bucal nas salas de aula, 58% dos entrevistados afirmaram que dão orientação de saúde bucal dentro de sala de aula (Tabela 6). O mesmo foi possível perceber em um estudo realizado por Santos

et al (2015), onde 78,57% das professoras entrevistadas realizavam atividades

relacionadas à saúde bucal nas salas de aula.

Resultados esses, bem diferentes dos que Vasconcelos et al (2001) e Pinheiro et al (2005) encontraram, onde 64%, 71%, respectivamente, nunca abordavam esse tipo de conteúdo com os alunos. Com esses dados, é possível visualizar uma maior abordagem dos conteúdos relacionados à saúde bucal pelos professores com o tempo. No estudo realizado por Maia et al (2013) dos 49 professores entrevistados 27, responderam não estarem preparados para passar conteúdos sobre saúde bucal para seus alunos, dando a justificativa de que nunca

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receberam nenhum tipo de capacitação profissional e não tinham domínio sobre o conteúdo em questão.

A cárie é a doença de maior prevalência na cavidade bucal, podendo gerar consequências sociais e de entrosamento nas crianças. É definida como uma doença infecciosa e de caráter multifatorial. No que refere-se à etiologia da cárie 98,7% dos professores afirmaram saber do que a cárie é resultante (Tabela 2), sendo que 43,55% condicionaram seu aparecimento à escovação inadequada, outros 30,05% acreditam que seu aparecimento é devido ao tártaro dental, somente 25,1% responderam que a cárie é decorrência de uma série de fatores.

Dados parecidos podem ser vistos em muitos trabalhos já realizados sobre o assunto, no estudo de Arcieri et al (2013) onde 81,4% dos seus entrevistados responderam que o aparecimento da cárie é devido à má higiene bucal, porém no que se refere à multifatoriedade que leva ao desenvolvimento da cárie no estudo do autor, nenhum professor citou essa característica como fator de surgimento da doença.

Diante disso, os professores foram indagados sobre as formas de evitar a cárie (Tabela 2), desta forma, 35,05% acreditam que escovar os dentes após as refeições é um forte aliado para se evitar a cárie, 28,55% afirmam que o uso do fio dental é um método eficaz para prevenir a doença, enquanto que 25% informaram que para evitar o aparecimento da cárie é necessária uma série de atividades em conjunto, levando em consideração que a doença cárie é uma doença multifatorial. No estudo realizado por Silva (2015), 51,7% da amostra afirmou que para evitar a cárie é preciso a associação da escovação adequada e o uso do fio dental.

Conhecer o processo e a etiologia das doenças que afetam a cavidade bucal éum passo importante para saber as formas de preveni-la. A placa bacteriana é fator etiológico das duas principais doenças que acometem a cavidade bucal, doença cárie e doença periodontal. Então, saber o que é a placa bacteriana, é como prevenir sua formação, são informações de grande importância para os professores. No estudo realizado por Granville-Garcia et al (2007), ele questionou os professores sobre quais as doenças que a placa bacteriana pode causar; 6,8% e 15% citaram a cárie e a gengivite, a maioria 52,6% não soube responder.

Ainda falando tratando de placa bacteriana não foi possível observar conhecimento sobre o assunto pelos professores no trabalho realizado por Arcieri et

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bactérias presentes nos dentes, somente 12,7%associaram-na às doenças dos dentes. Em relação a sua remoção no trabalho, Aragão et al (2010) relataram que 81,5% acreditam que a placa é removida por raspagem, e somente 7,4% responderam corretamente que sua remoção é feita através do uso de fio e escovas dentais. Em outros trabalhos os entrevistados afirmaram que a placa bacteriana é uma massa amarelada e restos de alimentos que se depositam na superfície dos dentes, para realizar sua remoção a forma mais eficaz citada por 61,4% dos entrevistados é raspagem (SILVA, 2015; SANTOS et al, 2002).

Em relação à doença periodontal pode-se observar uma grande deficiência no conhecimento dos professores sobre o assunto. Quando os educadores foram questionados sobre o que é a doença periodontal (Tabela3), 52,2% não souberam responder, somente 15,05% afirmaram corretamente que é uma doença que atinge gengiva e osso alveolar.

No trabalho de Garcia & Caetano (2008), foi possível ver dados parecidos com os encontrados nesta pesquisa, quando foi perguntado se os professores sabiam o que era doença periodontal 62,0% responderam não saber do que se tratava, e quando questionados sobre como ela se manifesta 45,9% responderam que a gengiva incha e fica vermelha e outros 2,7% afirmaram que ela se manifesta com perda óssea. Com isso, podemos observar que a doença periodontal é desconhecida pelos professores, pelo menos no que tange ao seu significado e a manifestação da mesma. Acredita-se que, isso se dá devido ao processo de manifestação da doença periodontal não ser tão visível quanto à cárie dental.

Os resultados expostos na tabela 4 mostram que 100% dos entrevistados nesta pesquisa indicaram saber qual é a função do flúor. Destes,67,75% mencionaram sua função relacionada com a prevenção de cárie, outros 23,75% com a proteção dos dentes. Dados bem semelhantes foram encontrados no estudo de Santos em 2003 onde 70,3% da amostra responderam que a função do flúor e prevenir cárie e 36,9% afirmaram que sua função e proteger e fortalecer os dentes.

Também foram encontrados dados divergentes a estes, onde 50% dos professores pesquisados não sabiam qual era a função do flúor, e 78,1% não souberam descrever corretamente a sua função (SANTOS et al, 2015, GARBIN et al, 2013). As respostas dadas pelos professores em relação ao flúor não estão erradas, se considerarmos a função do flúor de uma maneira ampla, e como os cirurgiões dentistas passam essa informação: o flúor previne a cárie.

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Porém, os professores devem saber como o flúor age para prevenir a cárie, pois são eles que devem supervisionar a aplicação de flúor semanalmente nas escolas. É importante que os professores expliquem em sala de aula para os alunos o que acontece com os dentes após o uso do flúor (SANTOS et al, 2003; SANTOS

et al, 2002).

A escovação convencional não é efetiva na remoção da placa bacteriana na região interproximal dos dentes, para auxiliar na limpeza desta região é necessária a utilização do fio dental. Então, a limpeza desta área é de fundamental importância para prevenir a cárie e em especial a doença periodontal já que ela pode se iniciar com maior frequência nesta região.

Com relação ao conhecimento dos educadores pesquisados, concernente à função do fio dental, 96,3% informaram que sua função é remover os restos de alimentos, outros 2,4%, 1,3% afirmaram que sua função é remover o biofilme e o tártaro dental. Santos et al (2003) observaram em seus estudos que 26,1% dos entrevistados acreditam que a função do fio dental é remover a placa bacteriana e 31,5% que serve para retirar restos de alimentos onde a escova não alcança.

O pensamento de que o fio dental serve somente para a remoção dos restos de alimento entre os dentes, faz com que seu uso seja menos frequente, pensando assim os pacientes só usam o fio dental quando comem alimentos sólidos e que ficarem entre os dentes. Esse pensamento deve ser modificado, o esclarecimento da verdadeira função do fio dental e a correta forma de uso deve ser explicada aos pacientes e devem ser transmitidas nas promoções de saúde bucal nas escolas (SANTOS et al, 2003).

Em relação à fonte de informação para obter conhecimentos sobre saúde bucal, 47,25% dos entrevistados citaram o cirurgião dentista como fonte de informações e conhecimentos. Outros 2,65% dos professores revelaram ter recebido esse tipo de conhecimento em palestras e cursos dados pela Prefeitura ou Estado. Resultado diferente é possível observar em outro estudo onde 16,1% afirmam ter recebido esses conhecimentos por parte do dentista, seguindo 45,4% citaram a escola como fonte dessa informação, nos mostrando que a escola é uma forte aliada da multiplicação de conhecimento e informação sobre saúde bucal (JÚNIOR et al, 2007). Em outro estudo 45,7% obtiveram seus conhecimentos através de revistas jornais e internet (SILVA, 2015).

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Por fim, é preocupante observar a limitação no conhecimento dos professores sobre temas básicos de saúde bucal. Com todos estes fatores, vemos que há uma grande necessidade de se trabalhar no curso para formação dos professores, conteúdos ligados à área de saúde e higiene bucal, visando possibilitar habilidades básicas para estes profissionais ensinarem sobre o tema com maior confiança.

CONCLUSÂO

Mediante a metodologia aplicada e os resultados obtidos, conclui-se que o conhecimento em saúde bucal dos professores pesquisados é insatisfatório, especialmente em relação a um tema específico. O resultado da pesquisa revela que, no que se refere à doença periodontal, o conhecimento dos professores foi insuficiente. Já com relação à cárie e sua etiologia, o conhecimento dos professores foi considerado aceitável.

Embora a escola seja considerada um ambiente privilegiado para a educação em saúde, os indivíduos da amostra não evidenciaram suficientes conhecimentos para abordar e transmitir os conteúdos dentro das salas de aula. Os professores necessitam ser capacitados, devendo receber informações sobre saúde bucal para que possam atuar nos programas educativos preventivos das escolas.

Desta forma, poderão exercer o papel de agentes multiplicadores do conhecimento. Aplicando diariamente esses conteúdos dentro de sala de aula com mais segurança, estarão melhorando a saúde bucal tanto dos alunos como da comunidade que venha a participar destes programas de prevenção a saúde bucal.

REFERÊNCIAS

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(19)

CARVALHO, T.V.H. et al.Estratégias de promoção de saúde para crianças em idade pré-escolar do Município de Patos-PB. UNESP, n. 42, v. 6, p. 426-431,2013.

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GARBIN, C. A. et al. Conhecimento sobre saúde bucal e práticas desenvolvidas por professores de ensino fundamental e médio.RFO, Passo Fundo., v. 18, n. 3, p. 321-327, 2013.

GARCIA, P. P. N. S. CAETANO, D. G. Knowledge of primary-school teachers of Araraquara about dental caries and periodontal disease.RevOdontol UNESP, v.37, n. 4, p. 371-379, 2008.

GRANVILLE-GARCIA, A. F. et al. Conhecimento de professores do ensino fundamental sobre saúde bucal. RGO., v. 55, n. 1, p. 29-34, 2007.

JÚNIOR, M. M. et al. Conhecimento acerca de saúde bucal de estudantes de um curso de magistério.Pesqui. Bras. Odontopediatria Clín. Integr., v. 7, n. 2, p. 131-137, 2007.

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1. Modelo do questionário aplicado.

QUESTIONÁRIO

Avaliação dos conhecimentos dos professores sobre Saúde Bucal Nome da escola: _____________________________________________ Data: ___/____/___

Escola: ( ) Estadual ( ) Municipal ( ) Particular Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino

Tempo de serviço: ________

Possui: ( ) Curso superior ( ) Especialização ( ) Mestrado ( ) Doutorado ( ) Não

1. Troca de escova de dente regularmente?

( ) a cada mês ( ) 2 meses ( ) 3 meses ( ) 6 meses ( ) Não 2. Traz escova de dente para o trabalho?

( ) Sim ( ) Não

3. Quantas vezes por dia escova os dentes?

( ) 1 vez ( ) 2 vezes ( ) 3 vezes ( ) 4 vezes ( ) Não

4. A cárie dentária é resultado de que?

( ) Escovação inadequada ( ) Tártaro ( ) Alimentação inadequada ( ) Todas as alternativas ( ) Não sei

5. Em que região a cárie ocorre com mais frequência?

( ) Dentes que usamos para mastigar ( ) Superfícies lisas do dente ( )Não sei

6. Como se evita a cárie?

( )Escovando os dentes após a refeição ( )Indo ao dentista ( ) Flúor

( ) Usando fio dental ( ) Reduzindo consumo de açúcar ( ) Não sei ( ) Todas as alternativas

7. O que é doença periodontal? ( ) amolecimento dos dentes ( ) Inflamação da gengiva (

) Doença que ataca gengiva e atinge o osso ( ) Todas as alternativas ( ) Não sei

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8. Como a doença periodontal se manifesta? ( )Perda óssea( ) Gengiva sangra, fica vermelha, incha ( )

Mobilidade dos dentes ( ) Todas as alternativas ( ) Não sei

9. Quais são os fatores que causam a doença periodontal? ( ) Escovação inadequada ( ) Falta de uso de fio dental

( ) Presença de placa bacteriana ( ) Todas as alternativas ( ) Não sei

10. O dentista é o único responsável pela durabilidade do serviço odontológico.

( ) concorda ( ) não concorda

11. A condição da boca pode refletir no estado de saúde geral de uma pessoa.

( ) concorda ( ) não concorda

12. Os dentes de leite não precisam ser tratados, pois vão ser substituídos pelos

permanentes. ( ) concorda ( ) não concorda

13. Quando deve-se visitar o dentista para tratamento, diagnóstico ou manutenção.

( ) semestralmente ( ) de 2 em 2 meses ( ) anualmente ( ) Não sei

14. Qual é a função do flúor?

( ) Prevenir cárie ( ) Deixar os dentes brancos ( ) Hálito puro ( ) Deixar os dentes brilhantes

( ) Fortalecer os dentes ( ) Proteção 15. Qual a função do fio dental?

( ) Remover restos de alimentos ( ) remover o tártaro ( ) Eliminar o biofilme ( ) Não sabe

16. Dá orientação de como fazer higiene bucal durante as aulas? ( ) Sim ( ) Não

17. Se não. Existe alguém que dá orientação? ( ) Sim ( ) Não

18. Já recebeu treinamento sobre saúde bucal?

( ) Não ( ) Sim. Como? ( ) Palestras pelo dentista da escola ( ) Curso pela prefeitura ou estado

( ) Dentista particular

19. Existe em sua escola manual de promoção de saúde? ( ) Sim ( ) Não

20. Existe em sua escola manual de Saúde Bucal? ( ) Sim ( ) Não

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(27)
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5. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

Termo de Consentimento Livre e Esclarecido a ser aplicado

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL LEGAL PELO SUJEITO DA PESQUISA

I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO DA PESQUISA

1. NOME.:... DOCUMENTO TIPO ENº : ... SEXO : .M( ) F ( ) DATA NASCIMENTO: .../.../...

ENDEREÇO ... Nº ...

BAIRRO OU LOTE:... CIDADE ... CEP:... TELEFONE: DDD (...) ...

___________________________________________________________________ ______

II - CONSENTIMENTO PÓS-ESCLARECIDO Termo de consentimento livre e esclarecido

Acredito ter sido suficientemente informado (a) a respeito das informações que li, descrevendo o estudo “AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE BUCAL DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE ESCOLAS PÚBLICAS DE PORTO VELHO-RO”, o qual aplicará um questionário com 21 perguntas.Eu discuti com o professor Luiz Carlos Bianco, responsável pela pesquisa, residente à rua Imbituba 298, com telefone (69) 3213-1417, celular 9953-9801 e com e-mail [email protected], sobre a decisão da minha participação no estudo. Ficou claro para mim o propósito do estudo, que é avaliar o meu nível de conhecimento sobre higiene bucal, flúor, cárie, doenças da gengiva e outras doenças da boca, buscando saber se estou preparado (a) para orientar meus alunos. Fui informado (a) que o procedimento consistirá na entrega de uma cópia do questionário para mim, o qual deverei responder, assinalando uma das alternativas abaixo da pergunta, e devolver em até uma semana. Os riscos e os desconfortos serão mínimos. As garantias de confidencialidade e de esclarecimento permanente ficaram claras. Também ficou claro que minha participação é isenta de despesas e que tenho garantia de acesso a tratamento hospitalar ou psicológicose necessário.

Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar o meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidades ou prejuízo ou perda de qualquer benefício que eu possa ter adquirido, ou que possa advir como resultado do estudo.

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____________________________ _______________________________

DADOS SOBRE A PESQUISA CIENTÍFICA I TÍTULO DO PROTOCOLO DE PESQUISA:

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE BUCAL DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE ESCOLAS PÚBLICAS DE PORTO VELHO-RO

II PESQUISADOR RESPONSÁVEL: LUIZ CARLOS BIANCO CARGO/FUNÇÃO: CIRURGIÃO DENTISTA

INSCRIÇÃO NO CONSELHO REGIONAL: CRO/RO: 144 III AVALIAÇÃO DO RISCO DA PESQUISA: RISCO MÍNIMO DURAÇÃO DA PESQUISA:7 MESES

IV. REGISTRO DAS EXPLICAÇÕES DO PESQUISADOR AO SUJEITO DA PESQUISA, CONSIGNANDO:

1. Justificativa e objetivos da pesquisa:

O estudo tem por objetivo avaliar o conhecimento sobre saúde bucal dos professores do ensino fundamental de quatro escolas públicas de Porto Velho Rondônia, para saber se os mesmos estão preparados para orientar seus alunos quanto à higiene bucal e prevenção das principais doenças bucais, tendo em vista que esses docentes têm contato com as crianças em idade importante para a aquisição de informações e hábitos saudáveis de forma geral e de saúde bucal em partícula, especialmente a escovação dental. Serão as seguintes as escolas escolhidas para selecionar os indivíduos da pesquisa: Escola Municipal Maria Izaura da Costa Cruz, Escola Estadual 21 de abril, Escola Estadual mundo Mágico, Escola Estadual Senador Olavo Gomes Pires.

2. Procedimentos que serão utilizados e propósitos:

Será entregue um questionário a cada professor que se dispuser a ler e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e o professor será orientado a responder às perguntas fazendo um X com caneta azul ou preta ao lado da alternativa que entende que é a verdadeira ou com a qual concorda. O professor sujeito da pesquisa será informado que deverá entregar o questionário de volta uma semana depois, desde que não deseje retirar seu nome da pesquisa.

3. Desconfortos e riscos esperados

A aplicação do questionário trará desconforto mínimo e risco mínimo e estes estão restritos à possibilidade de que o sujeito de pesquisa se sinta constrangido (a).

4. Benefícios que serão obtidos Assinatura do Sujeito da

Pesquisa

Assinatura e carimbo do pesquisador responsável

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Os resultados do estudo poderão contribuir para que o poder público ou instituições de ensino de odontologia estabeleçam programas de treinamento sobre higiene bucal e prevenção a doenças bucais para professores de ensino fundamental de Porto Velho, beneficiando, pincipalmente seus alunos. Além disso poderão ser redigidos textos e manuais de saúde bucal para distribuição a professores do ensino fundamental de Porto Velho.

V - ESCLARECIMENTOS DADOS PELO PESQUISADOR SOBRE GARANTIAS DO SUJEITO DA PESQUISA:

1. O sujeito de pesquisa tem direito de acesso, a qualquer tempo, às informações sobre procedimentos, riscos e benefícios relacionados à pesquisa, inclusive para dirimir eventuais dúvidas.

2. Liberdade de retirar seu consentimento a qualquer momento e de deixar de participar do estudo, sem que isto traga prejuízo a eventuais treinamentos e trocas de informação sobre saúde bucal.

3. Garantia da confidencialidade, sigilo e privacidade.

4. Disponibilidade de assistência médica ou psicológica por eventuais danos à saúde, decorrentes da pesquisa.

5. Viabilidade de indenização por eventuais danos à saúde decorrentes da pesquisa.

VI. INFORMAÇÕES DE NOMES, ENDEREÇOS E TELEFONES DOS

RESPONSÁVEIS PELO ACOMPANHAMENTO DA PESQUISA, PARA CONTATO EM CASO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS E REAÇÕES ADVERSAS.

Endereço do pesquisador Responsável: Rua Imbituba 298, com telefone (69) 3213-1417 e celular 9953-9801 e com e-mail [email protected].

VII. OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES:

Em caso de dúvida em relação a esse documento, entrar em contato com o Comitê de Ética da Faculdade São Lucas, pelo telefone (69) 3211-8006, ou pelo e-mail [email protected].

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