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Telemedicine in Portugal

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Academic year: 2021

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Telemedicine in

Portugal

Telemedicina e e-Saúde 2019/20 Pedro Brandão

References

•Sources are indicated by [RefSource] where the complete citation will be at the end

•Inside citations will be From: CitationSource

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] [

Portaria n.º 567/2006

Portaria n.º 163/2013

Despacho n.º 3571/2013

Despacho n.º 8445/2014

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Legal timeline

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•Tabelas de preços a praticar pelo SNS (e GDH) •Art 3º, alínea c)

o“Utilização de telemedicinana consulta externa (teleconsulta)” a utilização de comunicações interactivas, áudio-visuais e de dados em consulta médica com a presença do doente, a qual utiliza estes meios para obter parecer à distância de, pelo menos, outro médico e com registo obrigatório no equipamento e no processo clínico do doente;”

•Art 15º, alínea 2

o2 – As consultas médicas sem a presença do utente e as consultas de telemedicina serão facturadasao valor das consultas médicas.

o3 –As teleconsultas poderão ser facturadas por ambas as instituiçõesenvolvidas desde que cumpram os requisitos definidos em normativo da Direcção-Geral da Saúde.

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•Tabelas de preços a praticar pelo SNS (e GDH) (atualização)

•Art. 3º

ov) Teleconsulta em tempo diferido (Store and forward)- utilização de comunicações interativas, audiovisuais e de dados em consulta médica, recolhidos na presença do doente, sendo estes enviados para uma entidade recetora que os avaliará e opinará em tempo posterior (forma assíncrona); ow) Teleconsulta em tempo real - consulta fornecida por um médico distante

do utente, com recurso à utilização de comunicações interativas,

audiovisuais e de dados, com a presença do doente junto de outro médico numa outra localização e com registo obrigatório no equipamento e no processo clínico do doente. Esta comunicação efetua-se em simultâneo (de forma síncrona);

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Portaria n.º 163/2013

•Art 3º

oy) Utilização de telemedicina na consulta externa (teleconsulta) - utilização de comunicações interativas, audiovisuais e de dados em consulta médica, com a presença do doente, a qual utiliza estes meios para obter parecer à distância de, pelo menos, outro médico e com registo obrigatório no equipamento e no processo clínico do doente.

•Art 15º

o3. As teleconsultas (em tempo real ou em tempo diferido) poderão ser faturadas por ambas as instituições envolvidas, desde que cumpram os requisitos definidos em normativo da Direção Geral da Saúde, nos termos da alínea a) do nº 1.

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•Tabela de valores:

oAs entidades que solicitam a observação e relatório por telemedicina ou equivalente faturam o exame completo mas obrigam-se ao pagamento do valor constante na tabela ao executor do relatório (código 70700).

70700: Observação e relatório de exames por telemedicina, por código de exame e por doente

o27.30€, 5.2 (ponderação)

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Portaria n.º 163/2013 (cont.)

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A utilização da ferramenta da Telemedicina (teleconsultas e

telemonitorização) permite a observação, diagnóstico, tratamento e monitorização do utente o mais próximo possível da sua área de residência, trabalho ou mesmo em sua casa.

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a) «teleconsulta em tempo real» consulta fornecida por um médico distante do utente, com recurso à utilização de comunicações interativas, audiovisuais e de dados, com a presença do doente junto de outro médico numa outra localização e com registo obrigatório no equipamento e no processo clínico do doente. Esta comunicação efetua -se em simultâneo (de forma síncrona);b) «teleconsulta em tempo diferido (Store and forward)» utilização de

comunicações interativas, audiovisuais e de dados em consulta médica, recolhidos na presença do doente, sendo estes enviados para uma entidade receptora que os avaliará e opinará em tempo posterior (forma assíncrona);c) «telerrastreiodermatológico», consulta para apreciação de imagens digitais

com qualidade suficiente para assegurar o trabalho de rastreio de lesões da pele e posterior encaminhamento do caso, por dermatologistas:

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Despacho n.º 3571/2013 (cont.)

Sem prejuízo da implementação da utilização de telemedicina em outras áreas, são desde já consideradas como áreas de

implementação prioritárias as seguintes especialidades médicas: a) Dermatologia; b) Fisiatria; c) Neurologia; d)Cardiologia; e) Cardiologia Pediátrica; f) Pneumologia;

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8. Na área da dermatologia, a utilização da telemedicina obedece às seguintes condições:

o

9. Nas restantes especialidades médicas, a primeira consulta deve ser sempre presencial, mas as consultas subsequentes devem ser sempre que possível teleconsultas em tempo real.

12. As entidades hospitalares podem recorrer à SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E.P.E., para o fornecimento centralizado do serviço de telemonitorização aos utentes dos

hospitais inscritos no programa experimental de telemonitorização da DPOC.

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Despacho n.º 3571/2013 (cont.)

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16. As ARS, em articulação com a SPMS, garantem a infraestrutura tecnológica necessária ao recurso a teleconsultas em todos os ACES.

17. A ACSS deve estabelecer regras de financiamento hospitalar promotoras do recurso a teleconsulta e telemonitorização, bem como acompanhar e apoiar o seu efetivo desenvolvimento.

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o1. O acesso à Telemedicina deve ser generalizado, atendo as capacidades

tecnológicas das instituições, sendo a sua referenciação de âmbito nacional, sem quaisquer limitaçõesno âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de forma a aumentar a acessibilidade aos cuidados de saúde e a rentabilizar a capacidade instalada nas instituições do SNS.

o4. As Administrações Regionais de Saúde, IP devem dotar, de forma progressiva e na medida das suas capacidades, as diferentes unidades de saúde, de equipamentos necessários à implementação das teleconsultas, privilegiando o uso da Plataforma de Dados em Saúde (PDS -Live), e das consultas de triagem/rastreio de diferentes especialidades médicas, através da PDS-CTH

o5. Os estabelecimentos hospitalares do SNS e dos Agrupamentos de Centros de Saúde devem nomear um Promotor Interno da Telemedicina (PIT), dando

conhecimento do mesmo à Administração Central do Sistema de Saúde, IP e à SPMS — Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE.

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Despacho n.º 8445/2014

•On the “circulares normativas”

oTermos de Referência para Contratualização Hospitalar (2019 version)

•Define the contracts/programs for payments

oWhich include the Teleconsults and DPOC experimental program

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•Whole chapter (VII) devoted to telemedicine

•Artigo 46º (Relação médico-doente)

•Artigo 47º (Responsabilidade do médico)

o2. O médico que pede a opinião de um colega é responsávelpelo tratamento e pelas decisões e recomendações por ele dadas ao doente.

o3. O médico tele-consultado[…] é responsável [pela opinião emitida].

•Artigo 48º (Segurança)

•Artigo 49º (História clínica)

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Ordem dos médicos [CD-OM-2016]

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Teleconsult

Norms (normas) DGS, content from DGS Norma nº 010/2015, “Modelo de Funcionamento das Teleconsultas”

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O doente submetido a teleconsulta deve estar consciente e manifestar o seu acordo com a mesma, pelo que é obrigatório o seu consentimento informado, que deve ser dado por escrito[…]

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Informed consent

Identificação das instituições prestadoras;Identificação dos profissionais envolvidos;Identificação e dados do utente;

Identificação da data e hora do início e encerramento definitivo da teleconsulta;Tipologia da teleconsulta (programada/urgente);

Identificação da especialidade/competência;Motivo da teleconsulta;

Observação/dados clínicos;Diagnóstico;

Decisão clínica/terapêutica;Dados relevantes dos MCDT;

Identificação dos episódios (origem, destino e CTH);

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Teleconsultas Programadas - são consultas previamente agendadas entre as instituições prestadoras de serviços de saúde, que antecipadamente acordaram em desenvolver entre elas este tipo de atividade, preferencialmente incluídas em horários específicos, realizadas ou não de forma regular, e que, no caso de instituições do SNS, devem ser consideradas na programação das respetivas contratualizações e indicadores de produtividade. Normalmente, estas consultas são realizadas com a presença do utente, mas podemincluir discussão de casos clínicos sem que o utente esteja presente.

Teleconsultas Urgentes- são teleconsultas da iniciativa dos profissionais de saúde, em situações urgentes, em que a opinião de outro profissional seja relevantepara a solução da situação clínica, e em que as decisões devem ser tomadas no

momento em que o utente recorreu à instituição. Este tipo de ligações pode ser efetuado de e para qualquer instituição prestadora de cuidados de saúde, a qualquer momento, desde que exista protocolo prévio e que estejam identificadas especificamente como "Teleconsultas urgentes".

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Consultation Types

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O registo do diagnóstico deve ser feito com recurso à International Classification of Diseases (ICD) em vigor nos hospitais, mapeado com o ICPC-2. E, logo que possível, com SNOMED CT.

É obrigatória a produção de um relatório que contenha a informação clínica relevante, validado pelos profissionais intervenientes, e armazenado nos SI clínicos das respectivas instituições.

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Scheduled teleconsultation

Algorithm

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Emergency (urgent) teleconsultation

Algorithm

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Scheduled teleconsultation – Information System Usage

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Auditing

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Tele survey

dermatology

Norms (normas) DGS, content from DGS Norma nº 005/2014, “Telerrastreio Dermatológico”

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O doente deve ser informado do objetivo da teledermatologia, bem como das diferentes funções a desempenhar pelos

intervenientes na teleconsulta, com registo no processo clínico.

Atendendo a que se verificam gravações do doente em fotografia ou suporte audiovisual, deve ser garantida a privacidade do doente em todas as fases do processo de teleconsulta.

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Procedure

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A recolha de fotografias obedece ao seguinte:

oa) Lesões extensas - 1 fotografia de região anatómica, 1 fotografia da lesão considerada típica e, eventualmente, uma fotografia de corpo inteiro; o[…]

A recolha de imagem de vídeo deve permitir a realização de zoom ou a captação a curta distância (cerca de 30 a 50 cm).

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A.4. Para a produção das imagem dever-se-á recorrer a:

o(i) câmara fotográfica digital com a seguinte configuração (recomendada) i. configurada para 1024x768 pixels;

ii. capacidade de fazer macrofotografia a uma distância de 5 cm ou menos;

iii. focar através da lente e não usar lâmpada auxiliar em fotografia macro (será, assim, capaz de se acoplada a dermatoscópio manual);

[…]

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Technical Requirements

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Telepathology

Norms (normas) DGS, content from DGS Norma nº 004/2015, “Telepatologia/patologia digital

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Na área da macroscopia, admite-se que telepatologia/patologia digital seja efetuada por técnico de diagnóstico e terapêutica devidamente credenciado, sob supervisão do médico

anatomopatologista.

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O sistema de telepatologia/patologia digital em macroscopia compreende:

oa. câmara de vídeo com ligação em tempo real de acordo com as seguintes características:

[…]

ob. sistema de tecnologias de informação (IT) capaz de fazer a captação da imagem e som emitidos durante o procedimento macroscópico, permitir a interação digital entre operadores.

oc. realização de documentação fotográfica do exame a ser anexa ao ficheiro do doente (onde conste a sua identificação, informação clínica relativa ao episódio presente e episódios passados); e,

od. integração da informação com o processo clinico eletrónico do utente.

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Requirements – system

•São características mínimas a observar nos sistemas de imagem:

oa. Câmara de vídeo para macroscopia

i. câmara de alta definição (HD) controlada por computador, com zoom óptico e filtro polarizador para eliminação de brilhos;

ii. iluminação de alta intensidade a LED com refrigeração;

[…]

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] [

•São características mínimas a observar nos sistemas de IT

o A. Servidor (armazenamento temporário dos dados do sistema de macroscopia, digitalizador de lâminas para microscopia e LIMS) com as seguintes características:

i. memória RAM mínima de 8gb; [….]

o b. Sistema de “Internet Protocol” (IP)

i. reconhecimento público (IP fixo), através da internet, ou preferencialmente VPN privada.

o c. Largura de banda

i. conexão dedicada com largura de banda mínima de upstream de 15 Mbps;

ii. no servidor central, ligação de largura de banda mínima de upstream de 15 Mbps e downstream de 100 Mbps.

o Sistema de backup

i. múltiplo, tipo "High Availability" (HA) ou preferencialmente tipo "Disaster Recovery" (DR).

o e. Monitores

i. resolução mínima de 4K ou UHD, preferencialmente táctil; ii. dimensão mínima recomendada do ecrã de 26" (+/- 66 cm).

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Requirements – technical

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Algorithm

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Teleradiology

Norms (normas) DGS, content from DGS Norma nº 005/2015, “Teleradiologia”

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A recolha de imagens radiológicas obedece aos procedimentos definidos no “Manual de Boas Práticas em Radiologia”, publicado pelo Despacho n.º 258/2003 de 8 de janeiro.

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O médico radiologista que ficará responsável pelo exame deve ter acesso aos relatórios e imagens de exames anteriores, caso

existam.

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History

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•A telerradiologia não se aplica aos seguintes exames:

oa. Mamografia (porque exige presença do médico radiologista, exceto em casos de rastreio organizado);

ob. Fluoroscopia (porque o médico radiologista executa diretamente o exame);

oc. Ecografia (porque o exame de avaliação em tempo real efetuado pelo médico radiologista, exceto do foro cardiológico);

od. Ressonância Magnética (dada a complexidade e multiplicidade de protocolos inerentes à RM, a utilização de telerradiologia para interpretação destes exames deve ser excecional).

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O relatório produzido pelo médico radiologista/neurorradiologista deve ser assinado digitalmente com a aposição de um certificado digital qualificado, preferencialmente o do cartão da Ordem dos Médicos, visto que este certifica o profissional bem como a respetiva especialidade.

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Diagnosis signature

Após a realização do exame por telerradiologia, deve ser

assegurado o contacto direto e fácil, em tempo real entre o médico prescritor e o médico radiologista, até ao máximo de 48h.

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•B. A telerradiologia, implica a realização do exame, sem a presença física do médico radiologista que o vai interpretar, o que exige uma correta orientação e adequação do protocolo à

situação clínica, podendo a má prática levar, entre outros a:

diagnósticos incorretos; uso excessivo de medicina defensiva (ex. sobrevalorização de achados radiológicos); riscos

injustificados (ex. administração indevida de contraste intravenoso, dose excessiva de radiação ionizante); exames desnecessariamente demorados e dispendiosos; repetição de exames, com o consequente aumento desnecessário de encargos inerentes.

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Motivation

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E. O médico radiologista/neurorradiologista que relatao exame por telerradiologiaé responsável pelo exame efetuado e respetiva interpretação, pela qualidade técnica e protocolo utilizado.

F. O médico responsável pelo exame tem que estar disponível para ser consultado, se necessário

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•Scope/areas ([D-3511/2013])

oTelemonitorização:

oTeleconsultas em tempo real

oTeleconsultas em diferido (rastreio)

•Types of teleconsultations ([NOC-010/2015] )

oScheduled

oEmergency

•Guidelines/norms exist for specific tele-*

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Summary

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End of

Telemedicine in PT

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References – Legal

•[D-3511/2013] “A utilização da ferramenta da Telemedicina”,

Despacho nº 3571/2013

•[D-8445/2014] “A utilização da ferramenta da Telemedicina”,

Despacho n.º 8445/2014

•[P-567/2006] “Tabelas de preços a praticar pelo SNS”, Portaria 567/2006

•[P-163/2013] “Tabelas de preços a praticar pelo SNS”, Portaria 567/2006

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] [

•[NOC-005/2014] DGS Norma nº 005/2014, “Telerrastreio Dermatológico”

•[NOC-004/2015] DGS Norma nº 004/2015, “Telepatologia/patologia digital”

•[NOC-005/2015] DGS Norma nº 005/2015, “Teleradiologia”

•[NOC-010/2015] DGS Norma nº 010/2015, “Modelo de Funcionamento das Teleconsultas”

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] [

References

•[Tele-CP-CHUC] Eduardo Castela, Manuela Mota Pinto, Rosário Velez Reis; “Telemedicina no Serviço de Cardiologia Pediátrica” (arquivo)

•[CD-OM-2016] “Código Deontológico da Ordem dos Médicos” de 2016

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Acronyms

•ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde

•ACES – Agrupamentos dos Centros de Saúde

•ARS – Administração Regional de Saúde

•CTH – Consulta a Tempo e Horas

•GDH –Grupo de Diagnóstico Homogéneo

•MCDT – Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica

•PDS – Plataforma de Dados em Saúde

Referências

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