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CABO VERDE N O V E M B R O INTERNATIONAL SUPPORT KIT OF OPPORTUNITIES

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Academic year: 2021

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CABO VERDE

INTERNATIONAL

SUPPORT

KIT OF

OPPORTUNITIES

N O V E M B R O 2 0 1 3

(2)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoios à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(3)

Fontes: FMI, Banco Mundial, INE Cabo Verde, COSEC, World Economic Forum, Global Heritage, Bloomberg.

Ambiente de negócios

Facilidade de fazer negócios 121/189

(Doing Business 2014 ranking)

Iniciar negócio 66/189

Comércio transfronteiriço 95/189

Cumprimento de contratos 35/189

Liberdade Económica 65/177

(Economic Freedom 2013 ranking)

Competitividade 122/148

(Global Competitiveness Index 2013-2014 ranking)

Requerimentos Bá sicos 103/148

Infraestruturas 116/148

Instituições 69/148

Potenciadores de Eficiência 130/148

Inovação e Sofisticação 118/148

Cosec(Risk group) 6

Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior)

Standard & Poor’s (Rating)

(Classificação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default))

Dívida longo prazo em moeda local B+

Dívida longo prazo em moeda estrangeira B+

Outlook Negativo

Capital: Praia Língua Oficial: Português População (Milhares): 534 (2013) Área: 4 033 km2 (10 ilhas)

Tempo: GMT - 1 Moeda: Escudo de Cabo Verde (CVE, câmbio fixo

EUR/110.3 CVE)

Tipo de Governo: República semipresidencialista Religião: Maioritariamente Cristã (Católicos, 95%)

Ambiente de negócios e fatores chave

(4)

EEstimativa.

Fontes: INE Cabo Verde, Banco de Cabo Verde, FMI.

Indicadores Macroeconómicos

PIB

Preços correntes EUR mil milhões

PIB taxa de crescimento real

Percentagem

Taxa de Desemprego

Percentagem pop. ativa

Taxa de Inflação Percentagem Taxa de Câmbio EUR/CVE Balança Corrente Percentagem do PIB Saldo Orçamental Percentagem do PIB 2011 2012 2013E 2014E 2015E

CABO VERDE

1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 4.0 2.5 1.5 4.4 4.6 10.0 10.0 10.0 9.0 9.0 4.5 2.5 3.3 2.7 2.8 110.3 110.3 110.3 110.3 110.3 -16.3 -11.5 -9.9 -9.5 -7.6 -7.7 -9.9 -8.1 -8.4 -3.3

(5)

Fontes: FMI, OCDE, BCV, ES Research – Research Sectorial.

Síntese económica (I)

Cabo Verde é uma pequena economia aberta, muito condicionada pela conjuntura externa, o que se explica pela elevada dependência face às importações de energia e de alimentos e face aos fluxos de capitais oriundos do estrangeiro (p.e., remessas de emigrantes e donativos). É uma economia terciarizada, onde os serviços, incluindo o Turismo, representam cerca de 75% do PIB, sendo a base produtiva da indústria pouco desenvolvida (essencialmente ligada aos setores dos têxteis, do calçado e das pescas). Num contexto económico mundial, marcado por um elevado grau de incerteza, sobretudo em função da crise da dívida da Zona Euro, com impacto nos fluxos de investimento estrangeiro, bem como na evolução do crescimento em diversas economias europeias com relações estreitas com Cabo Verde (Portugal e Espanha representam mais de 50% das relações comerciais do arquipélago com o exterior). a economia cabo-verdiana, ainda que revelando um ligeiro abrandamento, tem denotado uma considerável resiliência.

Em Outubro de 2013, o Fundo Monetário Internacional (FMI) baixou as perspetivas de crescimento económico de Cabo Verde para 2013, prevendo um crescimento de 1.5%, ou seja, um ponto percentual abaixo do registado no ano anterior. Note-se que, já em 2012, o abrandamento da economia cabo-verdiana foi uma realidade, ao recuar de um crescimento de 4%, em 2011, para 2.5%, em 2012. O FMI voltou a evidenciar o enquadramento económico internacional e a quebra da procura interna como os fatores que estão a influenciar o abrandamento da economia cabo-verdiana, apesar do bom comportamento que o setor do turismo tem evidenciado. Em 2012 observou-se um crescimento de 18% no número de dormidas face ao ano anterior. O World Travel and

Tourism Council (WTTC) estima um crescimento médio anual das receitas do turismo de aproximadamente 10% (6.7% em termos

reais) nos próximos dez anos.

Os indicadores de conjuntura continuam a apontar para uma contração da procura interna e expansão da procura externa (favorecendo, neste caso, a procura externa líquida). A menor propensão para o consumo privado e especialmente das importações de bens de investimento - o recuo é particularmente visível nos bens de equipamento e construção - aliada à aceleração do ritmo de crescimento das receitas de turismo permite que a procura externa líquida continue a impulsionar o crescimento da economia.

Em 2014 e 2015, a inflação observada deverá estabilizar em torno dos 3%, após o agravamento estimado para 2013, em que o crescimento dos preços se deverá situar em 3.3%. De igual modo, também a evolução das reservas externas líquidas foi favorável, o que garantiu uma margem de conforto para uma adequada intervenção no mercado cambial no sentido de garantir a estabilidade do regime que indexa o escudo cabo-verdiano (CVE) ao Euro (EUR=CVE 110.265). No entanto, o aumento da dívida pública e as incertezas sobre influxos externos, sugere que os atuais níveis de reservas estão abaixo do que as estimativas do FMI consideram adequado em 2015, entre 3,7 e 5 meses de importações.

(6)

Fontes: FMI, OCDE, BCV, ES Research – Research Sectorial.

Síntese económica (II)

Na visita realizada em abril 2013, o Fundo apontou para o aumento da dívida pública, alertando para a sustentabilidade da mesma, a prazo. Foi precisamente este um dos principais aspetos evidenciados pela agência de notação financeira Fitch para baixar a classificação da dívida de longo prazo em moeda estrangeira, de BB- para B+, mantendo a notação de B da dívida de curto prazo em moeda estrangeira. A Standard and Poor’s (S&P), posteriormente, mantendo a classificação da dívida soberana de Cabo Verde em B+, reviu o outlook de estável para negativo mencionando, explicitamente, o elevado deficit público e externo como elementos condicionadores do capacidade de Cabo Verde acomodar eventuais choques externos.

No contexto dos recentes desenvolvimentos no ambiente macroeconómico, e considerando o impacto sobre a liquidez do sistema bancário e da economia, o BCV - Banco de Cabo Verde decidiu (agosto de 2013) reduzir a taxa de absorção de liquidez para 1%, mantendo a policy rate, a taxa de cedência de liquidez e a taxa de redesconto em 5.75%, 8.75% e 9.75%, respetivamente. A redução da taxa de absorção de liquidez tem como objetivo estimular o crédito para a economia e promover o crescimento económico do país, num contexto de baixas pressões inflacionistas.

Ao longo dos próximos anos, os principais projetos de investimento público serão centrados na superação das ainda presentes dificuldades existentes no território ao nível das infraestruturas, no entanto, este esforço precisa de ser efetuado no quadro de uma política macroeconómica e fiscal prudente, evitando gastos não produtivos. Nos próximos anos, os maiores projetos do programa de investimento público centrar-se-ão ao nível das infraestruturas, sendo que quase 50% estarão relacionados com os setores da energia, da água, dos transportes e da logística marítima. As autoridades têm-se, também, empenhado no desenvolvimento das pescas, do posicionamento de Cabo Verde como hub oceânico e do avanço dos setores financeiro e de comunicações. O programa de investimento público também prevê uma componente social, o desenvolvimento de capital humano e intervenções em setores específicos para aumentar a competitividade.

Apesar de uma conjuntura macroeconómica menos favorável, Cabo Verde tem merecido o apreço das principais instituições internacionais. O indicador de facilidade em fazer negócios do World Bank, Doing Business 2014 (DB 2014), coloca o país no

ranking 121 entre 189 economias analisadas, 2ª melhor classificada na África Central e Ocidental. No Índice de Desenvolvimento

Humano da Organização das Nações Unidas, Cabo Verde surge no primeiro plano entre os países posicionados na classe “desenvolvimento humano médio”, em 2012, Cabo Verde era o sexto país melhor classificado da África Subsahariana. No Índice Ibrahim de Governação Africana, Cabo Verde classificou-se em 3º lugar entre os 52 países africanos analisados, sendo apenas ultrapassado pelas Maurícias e pelo Botswana.

(7)

1Quando Cabo Verde deixou de ter o estatuto da ONU de "País Menos Desenvolvido", em Dezembro de 2007, foi-lhe concedido um período de transição, que expirou a 31 de Dezembro de 2011. O SGP+ é um Acordo de Parceria Económica (APE) que garante um melhor acesso aos mercados europeus para os produtos e serviços cabo-verdianos, desde que haja um compromisso de implementação efetiva das 27 convenções internacionais mais importantes em termos de respeito pelos direitos humanos e laborais, pelo ambiente e boa governação.

Fontes: BAD, UE, CIA, ECOWAS, AICEP, CPLP, ES Research - Research Sectorial.

Integração Internacional

Sa nta Luzia Santo Antão Sã o Vice nte São Nicolau Boavista Sal Maio São Ti ago Fogo Brava Atlântico Norte Praia Sa nta Luzia Santo Antão Sã o Vice nte São Nicolau Boavista Sal Maio São Ti ago Fogo Brava Atlântico Norte Praia

CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Constituída por Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, visa a concertação político-diplomática em matéria de relações internacionais, nomeadamente na defesa e promoção de interesses comuns ou questões específicas, a cooperação, particularmente nos domínios económico, social, cultural, jurídico, técnico-científico e a materialização de projetos de promoção e difusão da língua portuguesa. www.cplp.org

CEDEAO – Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental A CEDEAO/ECOWAS, organização regional de integração económica dos países da África Ocidental, compreende cerca de 230 milhões de consumidores nos 15 estados membros, entre os quais se encontra Cabo Verde.www.ecowas.int

AfDB – African Development Bank

Fundada em 1964, esta instituição financeira teve por base 3 fundos africanos de desenvolvimento. Tem por objetivo permitir o desenvolvimento económico sustentável e a redução da pobreza no continente africano. Portugal é um dos membros não regionais desde 1982. www.afdb.org

Macaronésia/UE

Espaço de concertação politica e de cooperação para o desenvolvimento entre os arquipélagos dos Açores, das Canárias, de Cabo Verde e da Madeira, que em conjunto estabelecem uma parceria no âmbito dasregiões ultraperiféricas da UE. A 9 de Dezembro de 2011, a UE concedeu ao país o estatuto de beneficiário do ”Sistema Geral de preferências (SGP)+”. Cabo Verde foi o primeiro país africano a alcançar este estatuto.1

(8)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Oferta Internacional do GBES

Contactos

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

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1Informação recolhida da base de dados da OCDE em Maio2013 e posteriormente retirada. As instituições internacionais nomeadamente o FMI, no último Statement at the Conclusion of an IMF Staff Visit to

Cape Verde (Press Release No. 13/204, June 7, 2013) é referida a existência de um problema com as estatísticas do PIB de Cabo Verde a partir 2010: “There is considerable uncertainty as the lack of actual real GDP data since 2010 poses serious challenges for monitoring and analyzing economic developments and for formulating policy responses. Strengthening of the national accounts statistics should be a priority.”

Fontes: OCDE (Maio), ES Research - Research Sectorial.

Estrutura Setorial do PIB

Repartição do PIB por setores (2011)

1 3.5% Eletricidade,

gás, água e outros serviços

8.2% Agricultura,

silvicultura, pesca e caça

10.7% Construção 7.2% Setor financeiro, imobiliário

e serviços às empresas 26.0% Turismo e comércio 23.6% Transportes e comunicações 13.9% Administração pública, educação e saúde 3.4% Indústria transformadora 3.4% Indústria extrativa

A economia cabo-verdiana é uma economia de serviços (75% do PIB em 2011).

(10)

Estrutura setorial da economia (I)

CABO VERDE

Fontes: Banco Nacional de Cabo Verde, Relatórios e Contas dos Bancos Comerciais – 2011 e 2012, ES Research - Research Sectorial. 1Dados de 2011

Após uma significativa expansão em 2010, iniciaram atividade mais 4 instituições de crédito, 2011 ficou marcado por uma maior estabilidade. O universo das instituições no sistema bancário de Cabo Verde é agora constituído por 8 instituições de crédito no mercado onshore e 14 no offshore. Esta expansão levou ao reforço da rede interna de agências e postos de atendimento, bem como das associadas atividades financeiras desenvolvidas pelas entidades bancárias.

É muito significativa a presença de capitais privados portugueses no capital de algumas das principias instituições bancárias de Cabo Verde: Grupo Banco Espirito Santo (BES Cabo Verde), Grupo Caixa Geral de Depósitos (BCA e Banco Interatlântico; a eventual fusão destas duas entidades tem sido uma possibilidade aventada representando no seu conjunto mais de 60% do mercado bancário de cabo verde), Grupo BANIF (BCN), Geocapital (Caixa) e Banco Português de Gestão. Foi concretizada, já em 2013, a aquisição pelo BIC (Angola) do BPN IFI Cabo Verde.

A política monetária do Banco Central de Cabo Verde (BCV), no que diz respeito às medidas de limitação do crédito, tem-se centrado na preservação da solidez financeira das instituições. Refletindo uma conjuntura económica menos favorável, a proporção de credito mal parado no total dos créditos que era de 7.2% em 2011 subiu, em 2012, para 9.3%. O risco de crédito, particularmente nos domínios da habitação, construção e consumo, constitui o principal risco para o sistema bancário.

SISTEMA

FINANCEIRO

Bancos comerciais a operar em Cabo Verde, 2012

Total ativos

(CVE milhões) Banco Comercial do Atlântico - BCA 69.9 Caixa Económica de Cabo Verde – Caixa1 42.1

Banco InterAtlântico 18.4

BES Cabo Verde 15.1

Banco Caboverdiano de Negócios – BCN1 12.6 Banco Africano de Investimentos – BAI1 7.7

Ecobank1 0.6

(11)

200 253 280 298 325 355 387 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016

Estrutura setorial da economia (II)

As projeções do FMI para a evolução da receitas do turismo, no quadro da Balança de Pagamentos, para o período 2010-2016, ilustram bem que o trajeto já percorrido deverá ser fortemente reforçado nos próximos anos. Com efeito, entre 2010 e 2016, estas receitas deverão quase duplicar, ultrapassando EUR 380 milhões em 2016, mais de 40% das exportações de bens e serviços. Na mesma direção apontam as projeções do World Travel and Tourism Council (WTTC) que prevê um crescimento médio anual das receitas do turismo de aproximadamente 6.8% nos próximos dez anos, 2013-2023, com o setor a representar, já hoje, diretamente, 14% do emprego total. O turismo é o principal setor da economia de Cabo Verde, segundo o

WTTC

terá tido um contributo direto de 15.3% para o PIB em 2012 (contributo total 44.1%). Este setor tem sabido captar novos segmentos de procura ligados ao turismo de cruzeiro e á náutica de recreio. A ENAPOR estima que, construídas as infraestruturas necessárias, como o terminal de cruzeiros no Porto do Mindelo (São Vicente), poderá vir a duplicar o número de turistas de cruzeiro nos portos de Cabo Verde até 2020 (22 mil turistas nos primeiros quatro meses de 2013).

TURISMO (I)

Receitas do Turismo, 2010-2016P

(EUR Milhões)

(12)

685 806 694 903 865 936 1368 1433 1827 2022 2342 2828 3334 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012

Fontes: Instituto Nacional de Estatística (Cabo Verde), Direcção-Geral de Turismo (Cabo Verde), ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (III)

Tem-se assistido ao aumento exponencial do número de dormidas que, em 2000, se cifravam em 685 mil e, em 2012, já superavam 3.3 milhões. Ao longo deste período observou-se uma taxa média de crescimento anual das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros do país de aproximadamente 14%, atingindo, no último ano, uma variação, face a 2011, de 17.9%. A esta variação não é alheia a capacidade demonstrada para atrair segmentos de procura de fora da Zona Euro, nomeadamente o Reino Unido, que mais do que compensaram a redução observada nestes mercados.

Continua a verificar-se uma forte dependência do turismo externo, mais de 95% do total das dormidas, com uma quase exclusiva concentração nos mercados europeus. Os países que mais se destacaram em 2012 foram: o Reino Unido, 31.7%; a Alemanha, 14.9%; Portugal, 9.5% e França, 9.0%.

A Ilha da Boavista e do Sal destacam-se, claramente, na capacidade evidenciada para fixar a procura turística, correspondendo-lhes 90% das dormidas: 47.4% na Ilha da Boavista e 42.2% na Ilha do Sal

TURISMO (II)

CABO VERDE

Evolução do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde, 2000-2012

(13)

Fontes: Instituto Nacional de Estatística (Cabo Verde), Direcção-Geral de Turismo (Cabo Verde), ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (IV)

Cabo Verde é o 10º país à escala global em termos da importância relativa do setor do turismo para a sua economia, sendo o 12º no que concerne às expetativas de crescimento para o setor. Este cenário traduz-se na evolução crescente da capacidade de alojamento no arquipélago e maior qualidade das infra-estruturas e recursos humanos disponibilizados. Em 2011, a capacidade de alojamento em Cabo Verde envolvia 195 estabelecimentos e mais de 14 mil camas. As camas disponíveis continuam a ter maior expressão na Ilha do Sal, 44.7%, seguindo-se as Ilhas da Boavista, 31.1%, de Santiago, 9.6% e de São Vicente, 6.9%.

Em Maio de 2013 foi anunciado que em Cabo Verde serão contempladas cinco zonas de jogo em vez das três inicialmente previstas. Para além das zonas de jogo do Sal, Santiago e São Vicente, o Governo vai criar também as da BoaVista e do Maio. Bastante avançado está o projeto da zona de jogos da ilha de Santiago, tendo sido assinado entre o Governo e a empresa Casino Royal o contrato de concessão para a Ilha do Sal, o Casino deverá ser instalado no interior do hotel Hilton na praia de Santa Maria. A construção do hotel começará este Verão e a abertura do hotel e do casino estão programadas para o início de 2015.

TURISMO (III)

Evolução da capacidade de alojamento em Cabo Verde, 2005 - 2011

(Nº de estabelecimentos)

Distribuição da capacidade de alojamento pelas Ilhas, 2011

(% do total) 132 142 150 158 173 178 195 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Sal 44.7 Boavista 31.1 Santiago 9.6 S. Vicen te 6.9 S. An tão 3.7 Outras 4

(14)

Fontes: FAO 2012, ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (V)

Apesar da dimensão limitada da sua plataforma continental, Cabo Verde dispõe de uma extensa Zona Económica Exclusiva – ZEE: 789.4 mil km2, cerca de 9.4% da ZEE de toda a África Subsahariana. Segundo os padrões globais, os recursos haliêuticos de Cabo Verde não são consideráveis, mas incluem espécies migratórias comercialmente importantes, como os tunídeos, juntamente com pequenos peixes pelágicos (e.g. cavala, chicharro, arenque), alguns peixes demersais (e.g. sargo, salmonete, goraz) e lagostas. O emprego global nos subsetores das pescas e atividades conexas da administração pública representa cerca de 5% do total da força laboral.

Após uma quebra da produção pesqueira em 2009 e 2010, o ano de 2011 assistiu a uma recuperação da produção atingindo as 22.5 mil toneladas. Este é um setor com elevada importância social e estratégica para o país que deverá representar mais de 50% das exportações de mercadorias em 2012, contributo que será potenciado pelo papel crescentemente desempenhado pela indústria conserveira, principalmente com a materialização da futura plataforma de congelamento e processamento de pescado em Mindelo, São Vicente.

CABO VERDE

Evolução da produção pesqueira (captura), 2002 - 2011

(Toneladas)

PESCAS (I)

8 145 8 103 10 396 21 617 24 588 19 113 23 819 21 048 19 500 22 500 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011

(15)

Fontes: Comissão Europeia, ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (VI)

Cabo Verde beneficia de um acesso ao mercado da UE com isenção de direitos aduaneiros no que respeita a produtos inteiramente provenientes das pescas, sendo ainda membro da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico e da Comissão Sub-regional das Pescas. Cabo Verde tem acordos com a China, a UE, Guiné-Bissau, Japão, Mauritânia e Senegal. Estes permitem que mais de 100 navios estrangeiros pesquem nas águas de Cabo Verde.

O acordo de pesca entre Cabo Verde e a União Europeia, Decisão 2011/679/UE do Conselho de 10 de outubro de 2011, tem uma duração de três anos e autoriza a pescar nas águas cabo-verdianas 11 atuneiros com canas, 28 atuneiros cercadores e 35 palangreiros de superfície da UE, entre os quais nove portugueses, mais dois do que à luz do anterior protocolo. Os barcos europeus poderão capturar uma quota de cinco mil toneladas por ano, havendo lugar ao pagamento de uma compensação financeira ao país de cerca de EUR 1.3 milhões. Está próxima a abertura das negociações entre a UE e Cabo Verde com vista a um novo acordo de pesca, por isso, o relatório de avaliação (Novembro de 2013) sublinha a importância de concluir um novo protocolo com duração de seis anos.

PESCAS (II)

Acordo Cabo Verde - UE Possibilidades de pesca

Estado Membro Atuneiros cercadores (2007/2011) Atuneiros cercadores (2011/2014) Palangreiros de superfície (2007/2011) Palangreiros de superfície (2011/2014) Atuneiros com canas (2007/2011) Atuneiros com canas (2011/2014) Espanha 12 16 41 26 7 7 França 13 12 0 0 4 4 Portugal 0 0 7 9 - -Total/navios 25 28 48 35 11 11

(16)

Fonte: ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (VII)

CABO VERDE

INFRA-ESTRUTURAS

E

CLUSTER DO MAR

Investigação

oceanográfica Pesca e sua comercialização

Cluster

do mar

Logística marítima Captação de água Construção e reparação naval Energia Produção de sal Turismo náutico Serviços à marinha mercante e pesca internacional

As autoridades do arquipélago têm-se empenhado no posicionamento de Cabo Verde como

hub

oceânico competitivo no quadro do Atlântico Sul reunindo um conjunto de competências tão abrangente quanto possível. São múltiplos os exemplos de iniciativas que atestam o esforço continuado e perseverante das autoridades de Cabo Verde na criteriosa concretização e esforço de atração dos diferentes elementos necessários à “edificação” de um corpo articulado de ofertas, envolvendo agentes públicos, privados e empresariais, suscetível de captar para o arquipélago procuras geradas na região do Atlântico Sul, ou a ela dirigidas. O

cluster

do mar de Cabo Verde pretende precisamente corporizar essa resposta aliando a uma localização estratégica impar na região, uma forte determinação e um conjunto de iniciativas em áreas chave:

(17)

Fontes: CEDEAO, CEMAC, CEEAC, ES Research - Research Sectorial.

Estrutura setorial da economia (VIII)

A globalização confere uma acrescida centralidade a Cabo Verde no palco da economia regional onde tem condições impares de projeção. Cabo Verde

localiza-se geograficamente no centro das importantes rotas comerciais que ligam a África e a Europa aos mercados da América do Sul e da América do Norte.

Muito relevante para a afirmação de Cabo Verde como porta de entrada para a África Ocidental é a sua plena integração regional nomeadamente no quadro da CEDEAO (Comunidade Económica dos Países da África Ocidental, o mercado da CEDEAO compreende cerca de 230 milhões de habitantes nos 15 Estados membros) e o estreito relacionamento que mantém no quadro da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – com países

integrantes de outras comunidades regionais da Costa Ocidental Africana: Angola, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial (membros da Comunidade Económica dos Estados da África Central – CEEAC e também, no caso da Guiné Equatorial, da Comunidade Económica e Monetária da África Central - CEMAC).

PORTA

ATLÂNTICA

PARA

ÁFRICA

CEDEAO, CEMAC e CEEAC – países membros

Nigéria R. D. Congo Angola Chad S .T .P . Ruanda Burundi Cabo Verde Gâmbia Níger Senegal Mali B. F. B e n in

CEDEAO - Com unidade Económica dos Países da África Ocidental CEMAC - Com unidade Económica e Monetária da África Central CEEAC - Com unidade Económ ica dos Estados da África Central

(18)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(19)

Fonte: UN Comtrade,DESA/UNSD.

Comércio Internacional – Parceiros

Importações cabo-verdianas por país, 2012

Exportações cabo-verdianas por país, 2012

CABO VERDE

Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 Portugal 233.9 40.3 1.7 2 Holanda 73.5 12.7 3.6 3 EUA 54.4 9.4 45.5 4 Espanha 45.0 7.8 12.7 5 Brasil 23.9 4.1 -6.4 6 China 17.7 3.0 15.4 7 Malta 13.4 2.3 67.5 8 Japão 13.4 2.3 -7.3 9 Bélgica 11.1 1.9 -4.7 10 Itália 10.8 1.9 -13.2 Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 Espanha 31.2 76.3 32.4 2 Portugal 6.5 16.0 -18.5 3 El Salvador 2.0 4.9 29.8 4 EUA 0.5 1.3 33.6

5 São Tomé e Príncipe 0.2 0.5

---6 Líbia 0.2 0.5

---7 Holanda 0.1 0.2 -64.9

8 Guiné-Bissau 0.1 0.1 32.3

9 Angola 0.0 0.1 54.1

(20)

Comércio Internacional – Mercadorias importadas

e exportadas (Mundo)

Top 10 das importações cabo-verdianas, 2012

Top 10 das exportações cabo-verdianas, 2012

Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD.

CABO VERDE

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

1604 - Preparações e cons ervas, de peixes ; caviar e

seus s ucedâneos preparados a partir de ovas de peixe 17.7 35.5 139.1

0303 - Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e

outra carne de peixes da posição 0304) 15.7 31.5 16.9 6406 - Partes de calçado, incluídas as partes superiores ,

mes mo fixadas a solas que não s ejam as solas exteriores; palmilhas amovíveis , reforços interiores e artefactos s emelhantes am ovíveis ; polainas, perneiras e

6.8 13.6 8.5

2201 - Águas , incluídas as águas minerais , naturais ou artificiais , e as águas gaseificadas, não adicionadas de açúcar

2.5 4.9 121.8

0306 - Crus táceos , mesmo s em casca, vivos , fres cos, refrigerados, congelados , s ecos, salgados ou em salm oura

1.7 3.3 24.7

6109 - T-shirts e camis olas interiores, de malha 1.7 3.3 3.4

6107 - Cuecas, ceroulas , camis as de noite, pijamas , roupões de banho, robes e sem elhantes , de malha, de us o mas culino (exceto cam is olas interiores)

1.2 2.5 -7.8

6203 - Fatos, conjuntos, casacos, calças , jardineiras, calças curtas e calções (shorts), de us o mas culino (exceto de malha)

1.1 2.1 -29.3

2208 - Álcool etílico não desnaturado, com um teor alcoólico em volume < 80% vol; aguardentes, licores e outras bebidas es pirituosas

0.7 1.4 0.3 3004 - Medicamentos 0.2 0.4 198.2 Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminos os

(exceto óleos brutos ) 75.5 9.2 7.9

8802 - Veículos aéreos com propuls ão a motor (por exemplo: helicópteros e aviões); veículos espaciais (incluídos os satélites)

44.8 5.5 4.1

2523 - Cimentos hidráulicos, incluídos cimentos não

pulverizados, denom inados clinkers , mesmo corados 36.0 4.4 -1.9

1006 - Arroz 17.5 2.1 6.3

7214 - Barras de ferro ou aço não ligado, s imples mente forjadas, laminadas , estiradas ou extrudadas , a quente, incluídas as que tenham sido s ubmetidas a torção

16.1 2.0 1.5

1507 - Óleo de soja e suas frações, mes mo refinados ,

mas não químicamente modificados 15.9 1.9 16.2

0402 - Leite e nata, concentrados ou adicionados de

açúcar ou de outros edulcorantes 13.9 1.7 -0.7

9403 - Móveis e suas partes, não es pecificadas nem

compreendidas noutras posições 13.4 1.6 11.4 8703 - Automóveis de pass ageiros e outros veículos

automóveis principalmente concebidos para trans porte de pes soas

13.0 1.6 -4.7

(21)

217

9

52

61

2012 2012

Fontes: INE, Banco de Portugal.

Comércio Internacional – Relações bilaterais

com Portugal (I)

Balança de mercadorias e serviços de Portugal

com Cabo Verde, 2007, 2011 e 2012

(EUR milhões)

Taxa de Crescimento Médio Anual (TCMA)

TCMA07-12 das exportações = -2.2%

TCMA07-12das importações = 1.8%

Saldo Superavitário EUR 199 milhões Importações Exportações Serviços (87%) Mercadorias (13%) Serviços (19%) Mercadorias (81%) Em 2012, 2 819 sociedades exportavam mercadorias

para Cabo Verde

Em 2011, 2 930 sociedades exportavam mercadorias

para Cabo Verde

-3.8%

CABO VERDE

Exportações de mercadorias e serviços Importações de mercadorias e serviços 301

327

269

64 77 70

2007 2011 2012

Ranking e share enquanto cliente e fornecedor de Portugal (mercadorias) 95º

(share: 0.02%) 27º

(22)

Comércio Internacional – Relações bilaterais

(mercadorias) com Portugal (II)

Top 10 das importações portuguesas de Cabo Verde, 2012

Top 10 das exportações portuguesas para Cabo Verde, 2012

Fontes: INE, Banco de Portugal.

CABO VERDE

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

2523 - Cimentos hidráulicos, incluídos cimentos não

pulverizados, denom inados clinkers , mesmo corados 10.9 5.0 -2.1

1507 - Óleo de soja e suas fracções , mesmo refinados,

mas não químicamente modificados 7.6 3.5 25.7

3004 - Medicamentos 5.0 2.3 -0.4

7214 - Barras de ferro ou aço não ligado, s imples mente forjadas, laminadas , estiradas ou extrudadas , a quente, incluídas as que tenham sido s ubmetidas a torção após laminagem

4.9 2.2 80.3

2203 - Cervejas de malte 4.5 2.1 -5.2

7308 - Construções e suas partes (pontes e elementos de pontes, comportas, torres, pórticos, pilares colunas , armações, extruturas para telhados, portas e janelas)

3.9 1.8 -7.1

9403 - Móveis e suas partes, não es pecificadas nem

compreendidas noutras posições 3.9 1.8 -1.3 8537 - Quadros , painéis, consolas, cabinas, armários e

outros suportes , com dois ou mais aparelhos das posições 8535 ou 8536, para comando eléctrico ou distribuição de energia eléctrica, incluídos os que

3.9 1.8 25.0

8544 - Fios e cabos, incluídos os cabos coaxiais, e outros condutores , isolados para us os eléctricos; cabos de fibras ópticas

3.7 1.7 -6.7

0401 - Leite e nata, não concentrados nem adicionados

de açúcar ou de outros edulcorantes 3.3 1.5 25.9

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

6406 - Partes de calçado, incluídas as partes superiores , mes mo fixadas a solas que não s ejam as solas exteriores; palmilhas amovíveis , reforços interiores e artefactos s emelhantes am ovíveis ; polainas, perneiras e

3.6 39.4 8.1

8426 - Cábreas ; guindas tes, incluídos os de cabos; pontes rolantes e outros guindastes (exceto automóveis-grua e os vagões-automóveis-grua para a rede ferroviária); pórticos de des carga ou de movimentação, pontes-guindastes ,

1.2 12.7 157.1

6109 - T-shirts e camis olas interiores, de malha 1.0 10.4 2.7

0306 - Crus táceos , mesmo s em casca, vivos , fres cos, refrigerados, congelados , s ecos, salgados ou em salm oura

0.8 8.5 20.5

6107 - Cuecas, ceroulas , camis as de noite, pijamas , roupões de banho, robes e sem elhantes , de malha, de us o mas culino (exceto cam is olas interiores)

0.7 7.3 -11.1

2208 - Álcool etílico não desnaturado, com um teor alcoólico em volume < 80% vol; aguardentes, licores e outras bebidas es pirituosas

0.2 1.9 -4.4

0303 - Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e

outra carne de peixes da posição 0304) 0.1 1.5 -14.4 6203 - Fatos, conjuntos, casacos, calças , jardineiras,

calças curtas e calções (shorts), de us o mas culino (exceto de malha)

0.1 1.3 -19.8

8517 - Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia, por fios, incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com auscultadores s em fio

0.1 0.9 -19.6

1905 - Produtos de padaria, de pastelaria ou da indús tria de bolachas e bis coitos, mes mo adicionados de cacau, hóstias, cáps ulas vazias para m edicamentos

(23)

1006 - Arroz

0207 - Carnes e miudezas, comestíveis, f rescas, ref rigeradas ou congeladas, de aves

1701 - Açúcares de cana ou de beterraba e sacarose químicamente pura, no estado sólido 2204 - Vinhos de uvas f rescas, incluídos os vinhos enriquecidos com álcool; mosto de uvas; 7610 - Construções e suas partes, por exemplo: pontes e

elementos de pontes, torres, pórticos ou pilones, pilares,

2103 - Preparações para molhos e molhos preparados; condimentos e temperos compostos; f arinha de mostarda e mostarda preparada 7217 - Fios de f erro ou aço não ligado, apresentados em rolos (exceto f

io-máquina)

7310 - Reservatórios, barris, tambores, latas, caixas e recipientes semelhantes 6302 - Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, de qualquer matéria têxtil 4803 - Papel dos tipos utilizados para f abricação de papéis

higiénicos e de toucador, toalhas, guardanapos e de outros

Oportunidades de exportação de mercadorias (I)

Conjunto de produtos (mercadorias) identificadas como necessidades (importações)

cabo-verdianas, com capacidade portuguesa de produção e exportação, representando oportunidades

para aumentar o volume de exportações portuguesas para Cabo Verde.

Top 10 das Oportunidades de exportação para Cabo Verde

(24)

Oportunidades de exportação de mercadorias (II)

Top 10 das Oportunidades de exportação para Cabo Verde

(Valores e ranking das importações cabo-verdianas mundiais)

Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OECD, ES Research - Research Sectorial.

CABO VERDE

Produtos (N.C. 4) 2012

(EUR Milhões) Rank 2012

Share 2012 (%) Taxa Variação 2011-2012 (%) TCMA09-12 (%) 1006 - Arroz 17.4 4 3.0 -3.9 6.0

0207 - Carnes e miudezas, comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, de aves 9.4 9 1.6 4.5 11.0

1701 - Açúcares de cana ou de beterraba e sacarose químicamente pura, no estado sólido 8.7 11 1.5 -28.8 17.6

2204 - Vinhos de uvas frescas, incluídos os vinhos enriquecidos com álcool; mosto de uvas; 4.2 27 0.7 0.4 3.3 7610 - Construções e suas partes, por exemplo: pontes e elementos de pontes, torres, pórticos

ou pilones, pilares, colunas, armações, estruturas para telhados, portas e janelas 2.6 41 0.5 4.2 16.5 2103 - Preparações para molhos e molhos preparados; condimentos e temperos compostos;

farinha de mostarda e mostarda preparada 1.4 85 0.2 1.6 19.0

7217 - Fios de ferro ou aço não ligado, apresentados em rolos (exceto fio-máquina) 1.2 96 0.2 13.2 -7.1 7310 - Reservatórios, barris, tambores, latas, caixas e recipientes semelhantes para quaisquer

matérias (exceto gases comprimidos ou liquefeitos), de ferro fundido, ferro ou aço 1.1 104 0.2 -1.4 5.8 6302 - Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, de qualquer matéria têxtil 0.8 129 0.1 4.8 8.9 4803 - Papel dos tipos utilizados para fabricação de papéis higiénicos e de toucador, toalhas,

(25)

Oportunidades de exportação de mercadorias (III)

Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, ES Research - Research Sectorial.

Máquinas e Aparelhos Produtos agrícolas e alimentares Indústrias químicas e conexas 8530 - Aparelhos elétricos de sinalização (exceto os

de transmissão de mensagens), de segura

2102 - Leveduras, vivas ou mortas; outros microrganismos monocelulares mortos (exceto acondi

3401 - Sabões; produtos e preparações orgânicos tensoativos utilizados como sabão, em barras 8536 - Aparelhos para interrupção, seccionamento,

proteção, derivação, ligação ou conexão de

2008 - Frutas e outras partes comestíveis de plantas

3405 - Pomadas e cremes para calçado,

encáusticos, preparações para dar brilho a vidro ou me

8405 - Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de

gás de água, com ou sem depuradores; gerador 0702 - Tomates, frescos ou refrigerados 3406 - Velas, pavios, círios e artigos semelhantes 8544 - Fios e cabos, incluídos os cabos coaxiais,

isolados; cabos de fibras óticas

1604 - Preparações e conservas, de peixes; caviar

e sucedâneos de ovas de peixe 3004 - Medicamentos 8419 - Aparelhos e dispositivos, mesmo aquecidos

eletricamente (exceto fornos e outros apare

2004 - Produtos hortícolas preparados ou conservados, congelados

Vestuário e Calçado Plástico e Borracha Outros

5607 - Cordéis, cordas e cabos, entrançados ou não, mesmo impregnados, revestidos, recoberto

4009 - Tubos de borracha não endurecida, mesmo providos dos respetivos acessórios, p.ex. jun

8708 - Partes e acessórios para tratores, autocarros e veículos automóveis

6211 - Fatos de treino para desporto, fatos-macacos e conjuntos de esqui, malhôs, biquinis,

4016 - Obras de borracha vulcanizada não endurecida

9402 - Mobiliário para medicina, cirurgia, odontologia ou veterinária

6309 - Cobertores e mantas, artigos têxteis p/ mesa

e interiores, calçado e chapéus 4011 - Pneumáticos novos, de borracha

7010 - Garrafões, garrafas, frascos, boiões, vasos, embalagens tubulares, ampolas e boiões d

6109 - T-shirts e camisolas interiores, de malha 3921 - Chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plástico

6912 - Louça, outros artigos de uso doméstico e artigos de higiene ou de toucador, de cerâmi 6306 - Encerados e estores de exterior, tendas,

velas para embarcações, para pranchas à vela

3909 - Resinas amínicas, resinas fenólicas e poliuretanos, em formas primárias

4802 - Papel e cartão, não revestidos, dos tipos utilizados para escrita, impressão ou outro

(26)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(27)

Apoio à Internacionalização do GBES (I)

CABO VERDE

O BES é o banco nacional com maior presença internacional e com a melhor oferta internacional: pelo 7º ano

consecutivo foi galardoado com o prémio “The Best Trade Finance Bank”.

Venezuela: Sucursal Brasil: Subsidiária BESI África do Sul: Escritório de representação BES Moçambique: Moza Banco Macau: Subsidiária BES Oriente Hong Kong: Subsidiária BESI Mumbai: BESI Marrocos: Banque Marocaine du Commerce Extérieur Líbia: Subsidiária Aman Bank Miami: Subsidiária ES Bank of Florida, Polónia: Subsidiária BES e BESI França: Subsidiária BES Vénétie Cabo Verde: BES Cabo Verde Argélia: Banque Extérieur d'Algérie Itália: Banco delle Tre

Venezie Nova Iorque: Sucursal BES e BESI E .U .A México: Escritório de representação BES e BESI Reino Unido: Sucursal BES e BESI Triângulo Estratégico: África-Brasil– Península Ibérica Angola: Subsidiária BES Angola China: Escritório de representação Espanha: Sucursal Luxemburgo: Sucursal

(28)

Apoio à Internacionalização do GBES (II)

CABO VERDE

O BES Cabo Verde tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial Cabo-Verdiano, a

internacionalização das empresas estrangeiras no mercado local criando igualmente oportunidades de internacionalização às

empresas clientes do GBES.

O BES está em Cabo Verde desde 2006 através de uma Sucursal, tendo em Julho de 2010 complementado a sua presença com a abertura de um Banco local

Atividade focada no segmento Corporate (Empresas Portuguesas, Empresas Premium Cabo Verdianas e

Multinacionais), Private e Affluent (mais de 1 400 clientes em Julho de 2013)

Rede atual de 2 Agências (Ilhas de Santiago e Sal), prevendo-se abertura de uma 3ª agência na ilha de S Vicente

Ampla oferta de produtos na área Corporate, nomeadamente:

Soluções de Trade Finance. Ex:

Linha de crédito para apoio às exportações para Cabo Verde (BES CV abre LCs e BES confirma LCs)

Antecipação das receitas das exportações: desconto de LCs;

Financiamentos para projetos de Infra-estruturas e gestão de tesouraria

Oferta Transacional no mercado Doméstico e Internacional

(29)

Apoio à Internacionalização do GBES (III)

CABO VERDE

UNIDADE INTERNACIONAL PREMIUM: 5 Desks de equipas

geograficamente especializadas

Gestores de Negócio Internacional &

Gestores de Instituições Financeiras

Norte de

África &

Turquia

África

América

Latina

Mercados

Maduros &

China

Europa de

Leste, Ásia

& Médio

Oriente

(30)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(31)

Oferta Internacional do GBES

ES Research:

Informação de Mercados

Uma Oferta Global e Inovadora no Apoio à Internacionalização das Empresas Portuguesas

Banca Comercial

Business Development;

Apoio na Abertura de Conta / KYC; Apoio controlo/centralização de tesouraria; Cobertura de Risco Cambial;

Apoio à Exportação/Importação; Trade Finance; Financiamento ao Importador; Garantias Bancárias / Stand By Letter of Credit;

Factoring internacional - acordo com a Eurofactor para uso da respetiva cobertura europeia;

Apoio na procura de parceiros de negócio. Estudos macro-económicos;

Estudos setoriais;

Mark et research.

CABO VERDE

Banca de Investimento Grupo Multipessoal

Capital de Risco Tranquilidade

Apoio como parceiro de projetos de internacionalização;

ES Ventures;

ES Capital;

2bCapital;

Espírito Santo Rockefeller Global Energy Fund.

Seguros de transporte internacional.

Recrutamento de quadros especializados (M Search);

Outsourcing, trabalho temporário, formação e

consultoria com presença em Angola e Espanha. Project Finance;

M&A;

(32)

Contexto Económico do País

Estrutura Setorial

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

(33)

Disclaimer

Diretor Coordenador Ricardo Bastos Salgado [email protected] Diretor Coordenador Miguel Frasquilho [email protected]

Research Sectorial

Francisco Mendes Palma

Head Sectoral Strategist [email protected]

Susana Barros [email protected] Luís Ribeiro Rosa [email protected] Paulo Talhão Paulino [email protected] Conceição Leitão [email protected] João Pereira Miguel [email protected]

Patrícia Agostinho [email protected] Salvador Salazar Leite [email protected] Miguel Bidarra [email protected] José Manuel Botelho [email protected] Celina Luís [email protected]

Desk África

Marta Mariz

Diretora de Negócio Internacional e

Instituições Financeiras [email protected]

Bruno Pereira

Negócio Internacional Instituições Financeiras

[email protected]

O estudo foi realizado pelo “Espírito Santo Research - Research Sectorial ” com um objetivo meramente informativo e tem por base informações obtidas a partir do site da UNComtrade (United Nations Commodity Trade Statistics Database, Department of Economic and Social Affairs/Statistics Division) em http://comtrade.un.org/db/. O conteúdo dos estudos efetuados pelo “Espírito Santo Research – Research Sectorial” é sempre baseado em informação disponível ao público e obtida a partir de diversas fontes, incluindo meios de informação especializados, fontes oficiais e outras consideradas credíveis. Contudo, o “Espírito Santo Research - Research Sectorial” não garante a sua exatidão ou integralidade. As Informações/opiniões expressas nesta apresentação referem-se apenas ao momento presente e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, não vinculando o “Espírito Santo Research – Research Sectorial”, e não assumindo este qualquer compromisso de atualização da informação ora prestada. As informações e opiniões apresentadas não constituem nenhuma recomendação de investimento.

O “Espírito Santo Research – Research Sectorial” não aceita nenhum tipo de responsabilidade sobre quaisquer perdas ou danos provenientes da utilização desta apresentação. As opiniões emitidas não vinculam o BES, não podendo o BES, por isso, ser responsabilizado, em qualquer circunstância e por qualquer forma, por erros, omissões ou inexatidões da informação constante neste documento ou que resultem do uso dado a essa informação. Areprodução de parte ou totalidade desta publicação é permitida, desde que a fonte seja expressamente mencionada.

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