1. ANTECEDENTES
• 1.1. ECONOMIA AMERICANA:
– 1914: dívida de US$ 3 bilhões. – 1927: credor de US$ 11 bilhões.
– Produção industrial = 50% da produção industrial mundial.
1. ANTECEDENTES
• 1.2. GOVERNO REPUBLICANO
– Três presidentes consecuXvos republicanos: – Warren G. Haring
– Calvin Coolidge – Herbert Hoover.
1. ANTECEDENTES
• 1.3. CARACTERISTICAS DO LIBERALISMO NOS
EUA:
– A economia se regula de forma independente; – Demanda praXcamente inesgotável: mercado
europeu;
– Radicalismo liberal;
– Lei de Say: “toda oferta gera a sua demanda”,
1. ANTECEDENTES
• 1.4. INDÚSTRIA:
– Novas tecnologias
– Linha de montagem (Henry Ford)
– Aumento da produção + Redução dos preços finais do produto,
– Expansão do consumo.
CRESCIMENTO INDUSTRIAL
1923-‐1929
AUMENTO DA PRODUÇÃO AUMENTO DOS SALÁRIOS $10.000.000.000,00
$600.000.000,00
1. ANTECEDENTES
• 1.5. SOCIEDADE
– 5% da população = 1/3 da renda.
– Governo liberal: sem mecanismos de Segurança Social (aposentadoria, seguro desemprego).
– Aumento da pobreza.
1. ANTECEDENTES
• 1.6. A RECUPERAÇÃO ECONÔMICA EUROPÉIA
– 1920: recuperação industrial.
– Queda na importação de produtos americanos. – BANCOS DOS EUA: financiaram a reconstrução
econômica.
1. ANTECEDENTES
• 1.7. A ESPECULAÇÃO NA BOLSA DE VALORES
– Surto especulaXvo de 1927 a 1929.
– Compras e vendas de lotes gigantescos de ações, – Mercado: valorização arXficial de empresas.
– Especulação = fator que mais agrava a saúde da economia dos EUA nesse período (bolha especulaXva).
1. ANTECEDENTES
• 1.8. ENDIVIDAMENTO DAS EMPRESAS
– Aumento dos estoques = Queda nas vendas – LEI DE SAY
– EmprésXmos financiavam o aumento da produção – Aumento no ritmo de produção
– Falsificação de balancetes
2. A CRISE
• 2.1. SUPERPRODUÇÃO:
– Queda na margem de lucro do capitalista
– Oferta maior do que a capacidade de consumo
• 2.2. RENDA PER CAPTA:
– 1921: US$ 660 – 1929: US$ 857
2. A CRISE
• 2.3. AGRICULTURA
– CompeXção com o mercado externo – InvesXmentos: silos para estocagem
– EmprésXmos em bancos financiaram a construção dos silos
– Dependência do setor financeiro (hipotecas)
2. A CRISE
• 2.4. MERCADO DE AÇÕES
– Até 1927: valorização diretamente ligada ao aumento da produção industrial
– Após 1928: Especulação = valorização acima do aumento da aXvidade industrial
– 1924-‐28: valorização de 300%.
2. A CRISE
• 2.5. CORRETAGEM
– EmprésXmos para compra de ações – 1920: US$ 1 bilhão
– 1926: US$ 6 bilhões
– O crédito era superior à produção industrial
3. CRONOGRAMA DA CRISE
• 3.1. 21/10/1929: 2ª FEIRA
– Venda de 6 milhões de ações. – Baixas con|nuas.
3. CRONOGRAMA DA CRISE
• 3.2. 24/10/1929: 5ª FEIRA NEGRA
– 13 milhões de ações negociadas
– Nº ações superior ao nº de compradores – 11h30: PÂNICO NA BOLSA!
– Desatualização no !cket-‐page: queda em alta velocidade
– 12h00: suspensão do pregão (Circuit Break)
3. A CRISE
• 12h00-‐14h00:
– Reunião no J.P.Morgan & Co
– Decisão: fundo de US$ 30 bilhões para normalizar as cotações
– Richard Whitney (vice-‐presidente da bolsa) compra ações para fortalecer as cotações – NOTÍCIA: Bancos salvam a bolsa
3. A CRISE
• 3.3. 25 e 26/10/1929
– Sexta e Sábado. – Pequenas quedas.
– Não há nenhuma tendência de alta.
– 27/10/1929: Domingo = ArXgos de jornal tentam tranquilizar o mercado para sua reabertura na 2ª feira.
3. A CRISE
• 3.4. 28/10/1929: 2ª feira
– Mais 3 milhões de ações são vendidas – Perdas maiores do que na 5ª feira negra – General Eletric: -‐ 48ptos.
– WesXnghouse: -‐ 34 ptos.
– Bancos decidem não intervir.
– O preço das ações será determinado pela livre
3. A CRISE
• 3.5. 29/10/1929: 3ª feira negra
– Desvalorização: US$ 14 bilhões.
– Ações perdem até 99% dos valores. – Suicídios em NY.
– Crise geral: sem receber o dinheiro dos
invesXdores, os corretores não conseguem pagar os emprésXmos dos bancos.
– Sem capital, os bancos não conseguem repor o dinheiro das contas-‐correntes.