Leitor iniciante
Leitor em processo
Leitor fluente
FANNY ABRAMOVICH
Dias difíceis
ILUSTRAÇÕES: HELENA ALEXANDRINO
PROJETO DE LEITURA
Maria José Nóbrega
Rosane Pamplona
de 500 artigos para diversos jornais e revistas brasileiros. Como crítica de produção cultural infantil atuou sistematicamente no
Jornal da Tarde, na Folha de S.Paulo, no Leia Livros, na TV Globo
(Programa TV Mulher) e na RTC (Programa Panorama).
RESENHA
Mônica, bonita, cheia de vida, comemora a reaproximação com o ex-marido, a quem deixara, anos antes, para tentar um segun-do casamento. Os segun-dois filhos festejam o reencontro entre os pais, a família toda se regozija: a felicidade parece ter batido na hora certa, desta vez.
Ninguém sabe ainda que uma inexorável seqüela ficaria como negra lembrança do outro romance: Mônica começa a emagre-cer e, por um exame de sangue, descobre que é portadora do vírus HIV. A partir daí, a tristeza, a raiva e outros conflitantes sentimentos invadem o antes harmonioso lar. É preciso lidar com o sentimento de rejeição, a falta de informação, o preconceito e a perda.
Esta é, portanto, uma história de aprendizado — afinal, não se podem esquecer as transformações positivas que decorrem até mesmo dos mais penosos caminhos.
COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA
Criando uma situação perfeitamente verossímil, por meio do cotidiano de uma família que enfrenta o problema do HIV e de-pois o da Aids, o livro discute, numa linguagem descomplicada, mas de maneira séria e aberta, esse odioso fantasma da atualida-de. O envolvente desenrolar da narrativa vai, ao mesmo tempo, informando e conscientizando o leitor sobre os vários aspectos da doença: suas causas, conseqüências, meios de prevenção. A autora não poupa um desfecho trágico para a vítima, o que per-mite discutir também o tema da morte.
Publicado em 1997, o livro traz as marcas do momento em que foi produzido. Atualmente, as pesquisas sobre o HIV avan-çaram muito, possibilitando ao portador maior expectativa de vida. Ampliou-se o número de exames, alguns dos quais permi-tem investigar o sispermi-tema imunológico, realizar a contagem viral, saber a que medicamentos o vírus é resistente; descobriu-se uma série de drogas muito poderosas que, impedindo o avanço da carga viral, devolvem a esperança ao portador. Para um soro-positivo, o tempo é importante, pois as pesquisas podem avan-çar rumo à cura.
Dias difíceis
FANNY ABRAMOVICH
UM POUCO SOBRE A AUTORA
Fanny Abramovich é bacharel e licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Foi professora de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Magistério, além de dar aulas em diversas faculdades (Belas Artes, Anhembi, FAAP), também na pós-graduação. Como orientadora pedagógica, tra-balhou no GIBSA, CEA, Escola Experimental Vera Cruz, Teatro In-fantil do Teatro de Arena, entre outros centros de aprendiza-gem. Deu mais de cem cursos e proferiu cerca de 350 palestras, em todo o país, centrados prioritariamente nos temas: arte e edu-cação, teatro e eduedu-cação, teatro infantil, criatividade na educa-ção e literatura infanto-juvenil. Colaborou em projetos voltados para crianças e jovens, propostos por entidades como SESC, ARTE GLOBAL, FUNARTE, FUNDACEN, UNESCO e Secretarias de Educa-ção e Cultura de vários Municípios e Estados do Brasil. Colaborou como consultora editorial nas editoras Nobel, Abril, Círculo do Livro, Escrita, Moderna e Globo. Organizou a coleção “Novas Buscas em Educação”, para a Summus Editorial; “Cantos Vizi-nhos”, para a Editora Klaxon; “Descoleção Sem Vergonha”, para a Editora Escrita e cinco séries infanto-juvenis para a Editora Salesiana Dom Bosco. Escreveu mais de 50 prefácios e 4 capas de apresentação de livros de vários gêneros literários, além de cerca
Leitor iniciante
Leitor em processo
Leitor fluente
FANNY ABRAMOVICH
Dias difíceis
ILUSTRAÇÕES: HELENA ALEXANDRINO
PROJETO DE LEITURA
Maria José Nóbrega
Rosane Pamplona
de 500 artigos para diversos jornais e revistas brasileiros. Como crítica de produção cultural infantil atuou sistematicamente no
Jornal da Tarde, na Folha de S.Paulo, no Leia Livros, na TV Globo
(Programa TV Mulher) e na RTC (Programa Panorama).
RESENHA
Mônica, bonita, cheia de vida, comemora a reaproximação com o ex-marido, a quem deixara, anos antes, para tentar um segun-do casamento. Os segun-dois filhos festejam o reencontro entre os pais, a família toda se regozija: a felicidade parece ter batido na hora certa, desta vez.
Ninguém sabe ainda que uma inexorável seqüela ficaria como negra lembrança do outro romance: Mônica começa a emagre-cer e, por um exame de sangue, descobre que é portadora do vírus HIV. A partir daí, a tristeza, a raiva e outros conflitantes sentimentos invadem o antes harmonioso lar. É preciso lidar com o sentimento de rejeição, a falta de informação, o preconceito e a perda.
Esta é, portanto, uma história de aprendizado — afinal, não se podem esquecer as transformações positivas que decorrem até mesmo dos mais penosos caminhos.
COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA
Criando uma situação perfeitamente verossímil, por meio do cotidiano de uma família que enfrenta o problema do HIV e de-pois o da Aids, o livro discute, numa linguagem descomplicada, mas de maneira séria e aberta, esse odioso fantasma da atualida-de. O envolvente desenrolar da narrativa vai, ao mesmo tempo, informando e conscientizando o leitor sobre os vários aspectos da doença: suas causas, conseqüências, meios de prevenção. A autora não poupa um desfecho trágico para a vítima, o que per-mite discutir também o tema da morte.
Publicado em 1997, o livro traz as marcas do momento em que foi produzido. Atualmente, as pesquisas sobre o HIV avan-çaram muito, possibilitando ao portador maior expectativa de vida. Ampliou-se o número de exames, alguns dos quais permi-tem investigar o sispermi-tema imunológico, realizar a contagem viral, saber a que medicamentos o vírus é resistente; descobriu-se uma série de drogas muito poderosas que, impedindo o avanço da carga viral, devolvem a esperança ao portador. Para um soro-positivo, o tempo é importante, pois as pesquisas podem avan-çar rumo à cura.
Dias difíceis
FANNY ABRAMOVICH
UM POUCO SOBRE A AUTORA
Fanny Abramovich é bacharel e licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Foi professora de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Magistério, além de dar aulas em diversas faculdades (Belas Artes, Anhembi, FAAP), também na pós-graduação. Como orientadora pedagógica, tra-balhou no GIBSA, CEA, Escola Experimental Vera Cruz, Teatro In-fantil do Teatro de Arena, entre outros centros de aprendiza-gem. Deu mais de cem cursos e proferiu cerca de 350 palestras, em todo o país, centrados prioritariamente nos temas: arte e edu-cação, teatro e eduedu-cação, teatro infantil, criatividade na educa-ção e literatura infanto-juvenil. Colaborou em projetos voltados para crianças e jovens, propostos por entidades como SESC, ARTE GLOBAL, FUNARTE, FUNDACEN, UNESCO e Secretarias de Educa-ção e Cultura de vários Municípios e Estados do Brasil. Colaborou como consultora editorial nas editoras Nobel, Abril, Círculo do Livro, Escrita, Moderna e Globo. Organizou a coleção “Novas Buscas em Educação”, para a Summus Editorial; “Cantos Vizi-nhos”, para a Editora Klaxon; “Descoleção Sem Vergonha”, para a Editora Escrita e cinco séries infanto-juvenis para a Editora Salesiana Dom Bosco. Escreveu mais de 50 prefácios e 4 capas de apresentação de livros de vários gêneros literários, além de cerca
Leitor iniciante
Leitor em processo
Leitor fluente
FANNY ABRAMOVICH
Dias difíceis
ILUSTRAÇÕES: HELENA ALEXANDRINO
PROJETO DE LEITURA
Maria José Nóbrega
Rosane Pamplona
de 500 artigos para diversos jornais e revistas brasileiros. Como crítica de produção cultural infantil atuou sistematicamente no
Jornal da Tarde, na Folha de S.Paulo, no Leia Livros, na TV Globo
(Programa TV Mulher) e na RTC (Programa Panorama).
RESENHA
Mônica, bonita, cheia de vida, comemora a reaproximação com o ex-marido, a quem deixara, anos antes, para tentar um segun-do casamento. Os segun-dois filhos festejam o reencontro entre os pais, a família toda se regozija: a felicidade parece ter batido na hora certa, desta vez.
Ninguém sabe ainda que uma inexorável seqüela ficaria como negra lembrança do outro romance: Mônica começa a emagre-cer e, por um exame de sangue, descobre que é portadora do vírus HIV. A partir daí, a tristeza, a raiva e outros conflitantes sentimentos invadem o antes harmonioso lar. É preciso lidar com o sentimento de rejeição, a falta de informação, o preconceito e a perda.
Esta é, portanto, uma história de aprendizado — afinal, não se podem esquecer as transformações positivas que decorrem até mesmo dos mais penosos caminhos.
COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA
Criando uma situação perfeitamente verossímil, por meio do cotidiano de uma família que enfrenta o problema do HIV e de-pois o da Aids, o livro discute, numa linguagem descomplicada, mas de maneira séria e aberta, esse odioso fantasma da atualida-de. O envolvente desenrolar da narrativa vai, ao mesmo tempo, informando e conscientizando o leitor sobre os vários aspectos da doença: suas causas, conseqüências, meios de prevenção. A autora não poupa um desfecho trágico para a vítima, o que per-mite discutir também o tema da morte.
Publicado em 1997, o livro traz as marcas do momento em que foi produzido. Atualmente, as pesquisas sobre o HIV avan-çaram muito, possibilitando ao portador maior expectativa de vida. Ampliou-se o número de exames, alguns dos quais permi-tem investigar o sispermi-tema imunológico, realizar a contagem viral, saber a que medicamentos o vírus é resistente; descobriu-se uma série de drogas muito poderosas que, impedindo o avanço da carga viral, devolvem a esperança ao portador. Para um soro-positivo, o tempo é importante, pois as pesquisas podem avan-çar rumo à cura.
Dias difíceis
FANNY ABRAMOVICH
UM POUCO SOBRE A AUTORA
Fanny Abramovich é bacharel e licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Foi professora de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Magistério, além de dar aulas em diversas faculdades (Belas Artes, Anhembi, FAAP), também na pós-graduação. Como orientadora pedagógica, tra-balhou no GIBSA, CEA, Escola Experimental Vera Cruz, Teatro In-fantil do Teatro de Arena, entre outros centros de aprendiza-gem. Deu mais de cem cursos e proferiu cerca de 350 palestras, em todo o país, centrados prioritariamente nos temas: arte e edu-cação, teatro e eduedu-cação, teatro infantil, criatividade na educa-ção e literatura infanto-juvenil. Colaborou em projetos voltados para crianças e jovens, propostos por entidades como SESC, ARTE GLOBAL, FUNARTE, FUNDACEN, UNESCO e Secretarias de Educa-ção e Cultura de vários Municípios e Estados do Brasil. Colaborou como consultora editorial nas editoras Nobel, Abril, Círculo do Livro, Escrita, Moderna e Globo. Organizou a coleção “Novas Buscas em Educação”, para a Summus Editorial; “Cantos Vizi-nhos”, para a Editora Klaxon; “Descoleção Sem Vergonha”, para a Editora Escrita e cinco séries infanto-juvenis para a Editora Salesiana Dom Bosco. Escreveu mais de 50 prefácios e 4 capas de apresentação de livros de vários gêneros literários, além de cerca
Além disso, houve grandes conquistas sociais nesse aspecto no Brasil, que é considerado país modelo no tratamento dado ao portador. Hoje, a família de Mônica teria acesso gratuito aos medicamentos por meio do Ministério da Saúde.
Mas ainda não há cura e o melhor, sem dúvida, é prevenir-se, como bem sugere Leonardo a Daniel no dia de seu aniversário.
Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, Ciências
Temas transversais: Ética, Saúde, Orientação sexual
Público-alvo: Leitor fluente
PROPOSTAS DE ATIVIDADES
Antes da leitura:
1. Promova uma conversa com a classe, verificando o que os
alu-nos sabem sobre o vírus do HIV e sobre a Aids. Organize o regis-tro das informações de que dispõem, anotando-as em três colu-nas: o que sabem, o que acham que sabem, o que gostariam de saber.
Durante a leitura:
1. Antecipe que a história começa e termina com uma
comemo-ração em família. Peça que reflitam sobre as diferenças entre sas duas comemorações, observando, sobretudo, o estado de es-pírito dos participantes.
2. Antecipe também que um dos membros dessa família é
porta-dor do HIV. Quem será? Como descobrirá que é portaporta-dor? Qual será sua reação à notícia? E a da família? E a dos conhecidos?
3. Além de narrar o drama dessa família, Fanny também se
preo-cupa em oferecer ao leitor informações a respeito do assunto. Peça aos alunos que tentem destacar essas passagens.
Depois da leitura:
1. Promova uma discussão geral sobre o livro. O que eles
acha-ram da história? É uma história verossímil, poderia mesmo ter acontecido? O que acharam do comportamento dos filhos? E do marido? E dos pais de Mônica?
2. Discuta com os alunos em quais momentos a falta de
informa-ção provocou preconceitos em relainforma-ção à doença.
Pergunte se acham que D. Lelena estava certa ao dizer que os amigos não visitavam sua filha por estarem mal-informados e que a demonstração de carinho deles eram um fator importante para o bem-estar de Mônica.
3. Proponha aos alunos examinarem as ilustrações que Helena
Alexandrino produziu para o livro. Oriente-os para observar como seus traços delicados e ingênuos contrastam com a densi-dade do tema, recobrindo-o de ternura e afetividensi-dade, que é, afinal, o modo como os portadores do HIV e os doentes de Aids precisam ser tratados.
4. Proponha que, agora que já leram o livro, comparem as
infor-mações que tinham com as que receberam ao longo da leitura. Informe a eles que houve muitos avanços, nas pesquisas sobre o assunto, da época em que o livro foi escrito para os dias de hoje. Oriente-os para que revejam quais aspectos gostariam de inves-tigar para dirimir dúvidas ou ampliar o conhecimento sobre o tema do HIV e da Aids.
5. Se possível, convide um profissional da área da saúde para
con-versar com a classe sobre o assunto. Existem também várias ONGs de apoio a pacientes com Aids ou a familiares de pacientes; por meio da Internet, procure uma dessas entidades e divulgue seu trabalho entre os alunos.
6. Converse abertamente a respeito de questões relacionadas à
sexualidade e prevenção. Polemize: Você acha certo um pai pre-sentear seu filho com preservativos, como Leonardo fez com Daniel? Se você fosse Leonardo daria, também, preservativos a Lea? O que vocês pensariam a respeito de uma garota que tem preservativos na bolsa? Pedir ao parceiro para usar preservativo é prova de desconfiança?
7. Organize-os em grupos e peça que elaborem um folheto
in-formativo sobre a prevenção do HIV e da Aids. Oriente-os para que a linguagem do folheto seja bem acessível, para mobilizar o maior número de pessoas possível. Depois de pronto, distribuir cópias para os alunos das outras classes.
8. Ao final das atividades, peça que façam uma avaliação de tudo
o que foi feito. Valeu a pena ter lido esse livro? O que de mais importante eles aprenderam?
LEIA MAIS...
1. DA MESMA AUTORA
• Sai pra lá, dedo-duro! — São Paulo, Editora Moderna • Espelho, espelho meu — São Paulo, Editora Brasiliense • Quem manda em mim sou eu! — São Paulo, Editora Atual • Bateu bobeira e outros babados — São Paulo, Editora Moderna
2. SOBRE O MESMO ASSUNTO
• Bem perto de Leo — Christophe Honoré, São Paulo, Compa-nhia das Letras
Além disso, houve grandes conquistas sociais nesse aspecto no Brasil, que é considerado país modelo no tratamento dado ao portador. Hoje, a família de Mônica teria acesso gratuito aos medicamentos por meio do Ministério da Saúde.
Mas ainda não há cura e o melhor, sem dúvida, é prevenir-se, como bem sugere Leonardo a Daniel no dia de seu aniversário.
Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, Ciências
Temas transversais: Ética, Saúde, Orientação sexual
Público-alvo: Leitor fluente
PROPOSTAS DE ATIVIDADES
Antes da leitura:
1. Promova uma conversa com a classe, verificando o que os
alu-nos sabem sobre o vírus do HIV e sobre a Aids. Organize o regis-tro das informações de que dispõem, anotando-as em três colu-nas: o que sabem, o que acham que sabem, o que gostariam de saber.
Durante a leitura:
1. Antecipe que a história começa e termina com uma
comemo-ração em família. Peça que reflitam sobre as diferenças entre sas duas comemorações, observando, sobretudo, o estado de es-pírito dos participantes.
2. Antecipe também que um dos membros dessa família é
porta-dor do HIV. Quem será? Como descobrirá que é portaporta-dor? Qual será sua reação à notícia? E a da família? E a dos conhecidos?
3. Além de narrar o drama dessa família, Fanny também se
preo-cupa em oferecer ao leitor informações a respeito do assunto. Peça aos alunos que tentem destacar essas passagens.
Depois da leitura:
1. Promova uma discussão geral sobre o livro. O que eles
acha-ram da história? É uma história verossímil, poderia mesmo ter acontecido? O que acharam do comportamento dos filhos? E do marido? E dos pais de Mônica?
2. Discuta com os alunos em quais momentos a falta de
informa-ção provocou preconceitos em relainforma-ção à doença.
Pergunte se acham que D. Lelena estava certa ao dizer que os amigos não visitavam sua filha por estarem mal-informados e que a demonstração de carinho deles eram um fator importante para o bem-estar de Mônica.
3. Proponha aos alunos examinarem as ilustrações que Helena
Alexandrino produziu para o livro. Oriente-os para observar como seus traços delicados e ingênuos contrastam com a densi-dade do tema, recobrindo-o de ternura e afetividensi-dade, que é, afinal, o modo como os portadores do HIV e os doentes de Aids precisam ser tratados.
4. Proponha que, agora que já leram o livro, comparem as
infor-mações que tinham com as que receberam ao longo da leitura. Informe a eles que houve muitos avanços, nas pesquisas sobre o assunto, da época em que o livro foi escrito para os dias de hoje. Oriente-os para que revejam quais aspectos gostariam de inves-tigar para dirimir dúvidas ou ampliar o conhecimento sobre o tema do HIV e da Aids.
5. Se possível, convide um profissional da área da saúde para
con-versar com a classe sobre o assunto. Existem também várias ONGs de apoio a pacientes com Aids ou a familiares de pacientes; por meio da Internet, procure uma dessas entidades e divulgue seu trabalho entre os alunos.
6. Converse abertamente a respeito de questões relacionadas à
sexualidade e prevenção. Polemize: Você acha certo um pai pre-sentear seu filho com preservativos, como Leonardo fez com Daniel? Se você fosse Leonardo daria, também, preservativos a Lea? O que vocês pensariam a respeito de uma garota que tem preservativos na bolsa? Pedir ao parceiro para usar preservativo é prova de desconfiança?
7. Organize-os em grupos e peça que elaborem um folheto
in-formativo sobre a prevenção do HIV e da Aids. Oriente-os para que a linguagem do folheto seja bem acessível, para mobilizar o maior número de pessoas possível. Depois de pronto, distribuir cópias para os alunos das outras classes.
8. Ao final das atividades, peça que façam uma avaliação de tudo
o que foi feito. Valeu a pena ter lido esse livro? O que de mais importante eles aprenderam?
LEIA MAIS...
1. DA MESMA AUTORA
• Sai pra lá, dedo-duro! — São Paulo, Editora Moderna • Espelho, espelho meu — São Paulo, Editora Brasiliense • Quem manda em mim sou eu! — São Paulo, Editora Atual • Bateu bobeira e outros babados — São Paulo, Editora Moderna
2. SOBRE O MESMO ASSUNTO
• Bem perto de Leo — Christophe Honoré, São Paulo, Compa-nhia das Letras
Além disso, houve grandes conquistas sociais nesse aspecto no Brasil, que é considerado país modelo no tratamento dado ao portador. Hoje, a família de Mônica teria acesso gratuito aos medicamentos por meio do Ministério da Saúde.
Mas ainda não há cura e o melhor, sem dúvida, é prevenir-se, como bem sugere Leonardo a Daniel no dia de seu aniversário.
Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, Ciências
Temas transversais: Ética, Saúde, Orientação sexual
Público-alvo: Leitor fluente
PROPOSTAS DE ATIVIDADES
Antes da leitura:
1. Promova uma conversa com a classe, verificando o que os
alu-nos sabem sobre o vírus do HIV e sobre a Aids. Organize o regis-tro das informações de que dispõem, anotando-as em três colu-nas: o que sabem, o que acham que sabem, o que gostariam de saber.
Durante a leitura:
1. Antecipe que a história começa e termina com uma
comemo-ração em família. Peça que reflitam sobre as diferenças entre sas duas comemorações, observando, sobretudo, o estado de es-pírito dos participantes.
2. Antecipe também que um dos membros dessa família é
porta-dor do HIV. Quem será? Como descobrirá que é portaporta-dor? Qual será sua reação à notícia? E a da família? E a dos conhecidos?
3. Além de narrar o drama dessa família, Fanny também se
preo-cupa em oferecer ao leitor informações a respeito do assunto. Peça aos alunos que tentem destacar essas passagens.
Depois da leitura:
1. Promova uma discussão geral sobre o livro. O que eles
acha-ram da história? É uma história verossímil, poderia mesmo ter acontecido? O que acharam do comportamento dos filhos? E do marido? E dos pais de Mônica?
2. Discuta com os alunos em quais momentos a falta de
informa-ção provocou preconceitos em relainforma-ção à doença.
Pergunte se acham que D. Lelena estava certa ao dizer que os amigos não visitavam sua filha por estarem mal-informados e que a demonstração de carinho deles eram um fator importante para o bem-estar de Mônica.
3. Proponha aos alunos examinarem as ilustrações que Helena
Alexandrino produziu para o livro. Oriente-os para observar como seus traços delicados e ingênuos contrastam com a densi-dade do tema, recobrindo-o de ternura e afetividensi-dade, que é, afinal, o modo como os portadores do HIV e os doentes de Aids precisam ser tratados.
4. Proponha que, agora que já leram o livro, comparem as
infor-mações que tinham com as que receberam ao longo da leitura. Informe a eles que houve muitos avanços, nas pesquisas sobre o assunto, da época em que o livro foi escrito para os dias de hoje. Oriente-os para que revejam quais aspectos gostariam de inves-tigar para dirimir dúvidas ou ampliar o conhecimento sobre o tema do HIV e da Aids.
5. Se possível, convide um profissional da área da saúde para
con-versar com a classe sobre o assunto. Existem também várias ONGs de apoio a pacientes com Aids ou a familiares de pacientes; por meio da Internet, procure uma dessas entidades e divulgue seu trabalho entre os alunos.
6. Converse abertamente a respeito de questões relacionadas à
sexualidade e prevenção. Polemize: Você acha certo um pai pre-sentear seu filho com preservativos, como Leonardo fez com Daniel? Se você fosse Leonardo daria, também, preservativos a Lea? O que vocês pensariam a respeito de uma garota que tem preservativos na bolsa? Pedir ao parceiro para usar preservativo é prova de desconfiança?
7. Organize-os em grupos e peça que elaborem um folheto
in-formativo sobre a prevenção do HIV e da Aids. Oriente-os para que a linguagem do folheto seja bem acessível, para mobilizar o maior número de pessoas possível. Depois de pronto, distribuir cópias para os alunos das outras classes.
8. Ao final das atividades, peça que façam uma avaliação de tudo
o que foi feito. Valeu a pena ter lido esse livro? O que de mais importante eles aprenderam?
LEIA MAIS...
1. DA MESMA AUTORA
• Sai pra lá, dedo-duro! — São Paulo, Editora Moderna • Espelho, espelho meu — São Paulo, Editora Brasiliense • Quem manda em mim sou eu! — São Paulo, Editora Atual • Bateu bobeira e outros babados — São Paulo, Editora Moderna
2. SOBRE O MESMO ASSUNTO
• Bem perto de Leo — Christophe Honoré, São Paulo, Compa-nhia das Letras