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Claudivan C. Lopes

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Academic year: 2021

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(1)

Claudivan C. Lopes

[email protected]

(2)

Repetidores e hubs

Pontes e switches

Roteadores

(3)

Um repetidor é um equipamento usado para

ampliar o comprimento da rede, ou o alcance

da rede, no caso de redes sem fio

Ele funciona como um “extensor” da rede,

amplificando o sinal recebido e transmitindo

esses sinais para outro segmento da rede

(4)

P.ex., uma rede Ethernet com topologia linear

usando cabo coaxial fino → o comprimento

máximo da rede foi ampliado para 555m

(5)

Um repetidor repete os quadros recebidos na sua

porta de entrada em sua porta de saída

◦ Todas máquina em qualquer segmento receberá os quadros de dados enviado pelo transmissor

O repetidor atua na camada física do modelo OSI,

portanto, não analisa os quadros de dados para

verificar qual é o seu destino

Com o uso de repetidor, não é possível expandir

(6)

Desvantagens no uso de repetidores:

Diminui o desempenho da rede, pois a quantidade

de máquinas na rede aumenta

(7)

Regras de segmentação em redes Ethernet

Não é possível ampliar o comprimento máximo da

rede adicionando infinitos repetidores

As regras de segmentação definem o uso de

repetidores em redes Ethernet e os limites de

segmentos de redes

As regras variam de acordo com o tipo de rede

Ethernet usada

(8)

Regras de segmentação para Ethernet padrão

Regra 1

→ a rede só pode conter no máximo cinco

segmentos e quatro repetidores em série

 O termo "em série" define a distância máxima entre duas máquinas. Em outras palavras, é o maior caminho percorrido para comunicar duas máquinas presente na rede

(9)

Regras de segmentação para Ethernet padrão

Regra 2

→ quanto ao tipo de cabo:

 Se forem usados cinco segmentos e quatro repetidores, somente até três desses segmentos podem usar cabo coaxial

 Quando forem usados cinco segmentos em série na rede, as ligações de fibra óptica não poderão exceder 500m para 10BaseFB ou 10BaseFL, ou 300m para 10BaseFP

(10)

Regras de segmentação para Ethernet padrão

Regra 3

→ em redes onde a distância máxima entre

as duas máquinas mais distantes é de quatro

segmentos e três repetidores, todos os segmentos

podem ser de cabo coaxial

(11)

Regras de segmentação para Fast Ethernet

◦ Redes Fast Ethernet usam dois tipos de repetidores:

 Classe I → permite a interligação entre apenas dois

segmentos

 Classe II → permite a sua ligação direta com no máximo

outro repetidor Classe II

◦ Switches ou roteadores conectados diretamente a uma porta do repetidor são vistos como máquinas, logo, não entram no cálculo do limite de segmentação da rede

(12)

Regras de segmentação para Gigabit Ethernet

Redes desse tipo podem ter somente um único

repetidor

Redes 10G Ethernet não suportam o uso de

(13)

Os repetidores sem fio permitem o aumento da

área de alcance de uma rede sem fio

Pode ser utilizado um repetidor sem fio ou

configurar um ponto de acesso para operar em

modo de repetidor

Enquanto um ponto de acesso faz a conexão

entre a rede sem fio e a rede com cabos, um

repetidor

sem

fio

ou

ponto

de

acesso

configurado como repetidor não precisa de

nenhuma conexão usando cabos

(14)

O alcance de um repetidor sem fio depende

da sua potência de transmissão e do ganho

da antena usada

Como desvantagem, tem-se que o uso de

repetidores sem fio diminuição a taxa de

transferência para os clientes sem fio

(15)

Hub é um repetidor (o inverso é falso) com

várias portas, permitindo a construção de

redes com topologia lógica em estrela.

Porém, internamente, a topologia é linear

Um hub atua na camada física do modelo OSI,

portanto, não interpreta os quadros de dados

quadros → os quadros de dados recebidos

numa porta são replicados para todas as suas

demais portas

(16)

Hubs só operam em modo half-duplex

Vantagens no uso do hub em relação aos

repetidores comuns:

Facilita a organização dos cabeamento da rede

Facilita a identificação de um cabo defeituoso

A rede continua funcionando mesmo com um cabo

defeituoso

(17)

Tipos de hubs:

Passivo → não precisam de alimentação elétrica, p.

ex., patch panel

Ativo → regenera o sinal recebido em suas portas

antes de enviá-lo para todas as suas portas

Inteligente → permite algum monitoramento, p.ex.,

relatório de estatísticas de acesso ou de detecção

de falhas

(18)

Tipos de hubs (continuação):

Empilhável (ou Cascateável) → permite a ampliação

do seu número de portas

 Esse tipo de hub possui uma porta especial que permite a conexão entre dois ou mais hubs, fazendo com que os hubs sejam considerados pela rede como se fossem um só hub e não hubs separados

 Isso elimina em alguns casos o problema de segmentação de rede com hubs

(19)

Tipos de hubs (continuação):

Hub de Múltiplas Velocidades → suporta diferentes

taxas de transmissão

 Ele separa as máquinas que operam com velocidade de transmissão distintas em segmentos diferentes

 Porém, só é possível a comunicação entre máquinas operando na mesma velocidade

(20)

 O cabeamento entre computador-hub deve ser pino a pino

 O cabeamento entre hub-hub é feito de uma das formas:

1. Alguns hubs possuem uma porta uplink que possui um botão que habilita ou desabilita o cross-over interno. Isso determina o tipo de cabo utilizado

2. Usar um cabo cross-over ligando os hubs a partir de portas convencionais

3. Alguns hubs detectam automaticamente o tipo de cabo, e

portanto, ele por si só habilitando ou não o cross-over. Este recurso é chamado de Auto MDI/MDI-X ou Auto Cross-over

(21)

As regras de segmentação de rede com uso de

repetidores também são válidas para hubs

A única restrição é a seguinte:

◦ Para as redes Fast Ethernet que usam hub Classe I e para as redes Gigabit Ethernet, ambas não aceitam hubs interligados entre si, exceto quando os hubs são do tipo empilhável

(22)

Uma ponte é um repetidor inteligente. Ele opera

na camada de enlace do modelo OSI, portanto,

tem a capacidade de analisar o quadro de dados

e ler o endereço MAC do destino

Funcionamento básico:

◦ Quando o transmissor e o receptor estão no mesmo segmento de rede, então os quadros de dados são replicados somente para este segmento

◦ Quando o transmissor e o receptor estão em segmentos de rede distintos, a ponte funciona como um repetidor tradicional

(23)

Uma ponte também interliga redes com

arquiteturas diferentes

Porém, as soluções podem apresentar problemas

como queda de desempenho devido a conversão

entre os quadros de dados → arquiteturas distintas

apresentam quadros com tamanhos distintos

A verdadeira solução é a fragmentação, porém essa

tarefa deve ser realizada por algum equipamento

que atue na camada de rede

(24)

Pontos de acesso também podem ser

configurados para operar em modo ponte

Neste caso, somente máquinas conectadas ao

ponto de acesso através de cabos têm acesso a

rede

Este modo é útil quando se deseja uma conexão

sem fio entre redes, mas não se deseja que

máquinas dotadas de placa de rede sem fio no meio

do caminho tenham acesso a rede

(25)

Um switch é uma ponte com várias portas.

Porém, ele envia os quadros de dados

somente para a porta de destino do quadro

Isso aumenta o desempenho da rede, já que

mantém o cabeamento livre

Permite

que

mais

de

uma

comunicação

simultaneamente, desde que não envolvam portas

já usadas em outra comunicação

(26)

Switches também podem operar em full-duplex,

que em teoria, dobra a largura de banda

disponível

Switches “aprendem”

◦ Todo switch mantém uma tabela de endereços com entradas do tipo <porta, endereço MAC>

◦ Ao recebe um quadro, ele consulta a tabela para saber qual é a porta de destino → se o endereço MAC não existir na tabela, ele envia o quadro para todas as suas portas (técnica conhecida como Inundação) e depois registra a nova entrada na tabela

(27)

Switches “desaprendem”

Após um período de tempo sem receber quadros de

um endereço MAC, o switch elimina este endereço

de sua tabela

 Permite que a rede possa ter sua estrutura alterada

 Mantém a capacidade de aprendizagem do switch com a rede em funcionamento

(28)

Mesmo com o uso de switches, a rede

continua com apenas um domínio de

broadcast

É possível ampliar a quantidade de portas de

um switch conectando outros switches em

suas portas

Neste caso, todas as portas de todos os

equipamentos continuam no mesmo domínio

de broadcast

(29)

O recurso VLAN (Virtual LAN) oferecido por

alguns switches mais caros que permitem a

criação de redes separadas usando o mesmo

equipamento → isso cria domínios de

broadcast distintos

P.ex., num switch de 24, poderíamos ter uma VLAN

nas 12 primeiras portas e outra VLAN nas próximas

12 portas

Porém, as máquinas na primeira VLAN não se

comunicam com as máquinas na segunda VLAN

(30)
(31)

Os switches tradicionais operam na camada 2 do

modelo OSI → isso impede a conexão entre redes

distintas

Porém, alguns switches operam na camada 3,

permitindo a conexão de redes internas distintas

O principal uso desse tipo de switch é na criação

de domínio de broadcast separados para grandes

redes locais, de modo a melhorar o desempenho

(32)

Medidas de desempenho para switches:

◦ Capacidade de chaveamento → equivale a taxa de transferência máxima simultânea que o switch suporta em suas portas. É medido em bps

◦ Capacidade de encaminhamento → é a quantidade máxima simultânea de quadros que o switch suporta em suas portas. É medido em pacotes por segundo (pps)

◦ Latência → é o tempo de demora entre o switch receber um quadro em uma de suas portas e enviá-lo para a porta apropriada

(33)

Outro fator que influencia de forma direta no

desempenho do switch é o seu tamanho de seu

buffer interno

◦ O buffer é uma memória temporária que permite o switch receber mais tráfego do que ele suporta

◦ Se o buffer estourar, o switch começa a recusar as conexões. Portanto, quanto maior o buffer, melhor

A diferença entre switches mais caros e mais

(34)

Quanto a velocidade, existem switches que

podem operar em todos os padrões Ethernet

Além disso, diferentemente dos hubs, os

switches permitem que máquinas com placas

de rede com diferentes velocidades se

comuniquem entre si

Isso é possível devido ao buffer interno, que

armazena quadros de dados vindos de uma porta

de velocidade mais alta para uma porta de

velocidade mais baixa

(35)

Quanto a segurança, como os switches replicam

os quadros somente para porta de destino, isso

dificulta a captura de quadros por hackers

Quanto ao tipo de cabeamento:

◦ A ligação direta entre switches pode ser feita usando um cabo cross-over

◦ Cabos pino a pino podem ser usados em switches com detecção automática do cabo → recurso Auto Cross-over ou Auto MDI/MDI-X

(36)

Conexões mais comuns

(37)

Conexões mais comuns (continuação)

(38)

Conexões mais comuns (continuação)

(39)

Roteadores são pontes operando na camada

de rede do modelo OSI (Camada 3)

Isso significa que eles conseguem analisar o

datagrama IP, e portanto:

Têm acesso os dados presentes no datagrama IP,

incluindo os endereços IP de origem e destino

Podem receber, enviar e analisar informações de

controle

(40)

Uma diferença básica entre roteadores e switches

tradicionais é quanto ao endereço utilizado

◦ Como os roteadores atuam na camada 3, eles usam o endereços lógico → endereço IP

◦ Como os switches comuns operam na camada 2, eles usam o endereço físico → endereço MAC

Portanto, os roteadores usam uma estrutura onde o

endereço físico não é importante

Isso permite que a troca do endereço físico de uma

(41)

Porém, roteadores e switches da camada 3

operam de forma similar

◦ Switches da camada 3 possuem somente portas LAN. Já os roteadores têm portas LAN e também portas WAN

◦ Portas LAN permitem a conexão de redes locais distintas através do roteador (ou do switch da camada 3)

◦ A porta WAN permite a conexão do roteador com uma rede pública de longa distância, como a Internet

(42)

Roteadores tem duas responsabilidades básicas:

1. Permitir a conexão entre duas redes diferentes

 Pois mantém domínios de broadcast distintos para cada rede  Isso faz com que os dados, que tenham como destino uma

determinada rede local, nunca saia dessa rede local

2. Determinar um caminho a ser usado para o datagrama IP chegar ao destino

(43)

Funcionamento básico

◦ Os computadores da rede possuem um parâmetro de configuração chamado gateway default, que indica qual é o endereço de saída da rede

◦ Fisicamente, o gateway default é o roteador da rede. Logicamente, o gateway default é o endereço IP do roteador da rede

1. Quando uma máquina não sabe onde está a máquina de destino, ele envia o datagrama IP para o seu gateway default

(44)

Funcionamento básico (continuação)

2. O roteador da rede encaminha o datagrama IP para o seu próprio gateway default, que é outro roteador

3. E esse processo continua até (1) um roteador determinar que o número IP de destino contido no datagrama esteja na sua própria rede ou (2) zerar o TTL (Time To Live) do datagrama

◦ Cada passagem de um datagrama IP por um roteador faz seu TTL ser diminuído

(45)
(46)

Funcionamento básico (continuação)

Use o comando

tracert

para visualizar o caminho

usado na comunicação entre dois computadores.

Cada roteador é chamado de salto

(47)

Funcionamento básico (continuação)

No caso de grandes redes, pode haver mais de um

caminho entre a origem e o destino

(48)

Funcionamento básico (continuação)

Neste caso, um roteador pode ser configurado para

usar um caminho estático, ou seja, usa-se sempre

o mesmo caminho, mesmo existindo outros

caminhos → é chamado de roteamento estático

Ou usar um caminho dinâmico, baseado em

parâmetros como “o caminho mais curto” ou “o

caminho menos congestionado” → é chamado de

roteamento dinâmico

(49)

Roteamento estático

Todo roteador tem pelo menos duas portas, e cada

porta é configurada com um endereço IP que faça

parte da rede onde aquela porta está conectada

(50)

Roteamento estático (continuação)

Todo roteador possui internamente uma Tabela de

Roteamento, que é uma tabela contendo as redes

que o roteador conhece, mais o gateway default

O processo de roteamento estático é feito através

da configuração manual da tabela de roteamento de

cada um dos roteadores

(51)

Roteamento estático (continuação)

(52)

Roteamento estático (continuação)

Na rede 1, o gateway default deve ser configurado

para 192.168.0.1, que é o endereço IP da porta LAN

do roteador 1

Na rede 2, o gateway default deve ser configurado

para 172.23.1.1, que é o endereço IP da porta LAN

do roteador 2

(53)

Roteamento estático (continuação)

Tabela de roteamento para o roteador 2:

DESTINO GATEWAY 0.0.0.0 192.168.0.1 127.0.0.1 127.0.0.1 172.23.1.0 172.23.1.1 1 2 3

(54)

Roteamento estático (continuação)

◦ Entrada 3. Datagrama destinado a rede 172.23.1.0 (rede 2) deve seguir para o endereço 172.23.1.1 (porta LAN do roteador 2 conectado a rede 2)

◦ Entrada 2. O endereço 127.0.0.1 é um endereço de loopback, que é usado para apontar o roteador para ele próprio

◦ Entrada 1. O endereço 0.0.0.0 significa “qualquer rede que não esteja descrita na tabela de roteamento”. Ou seja, datagrama destinado a uma rede desconhecida deve seguir para o endereço 192.168.0.1 (porta LAN do roteador 1 conectado a rede 1)

(55)

Roteamento estático (continuação)

Tabela de roteamento para o roteador 1:

DESTINO GATEWAY 0.0.0.0 200.123.123.1 127.0.0.1 127.0.0.1 192.168.0.0 192.168.0.1 172.23.1.0 192.168.0.33 1 2 3 4

(56)

Roteamento estático (continuação)

◦ Entrada 1. Datagrama destinado a uma rede não conhecida deve seguir para o endereço 200.123.123.1

 O endereço 200.123.123.1 é o endereço de um roteador do

provedor de acesso que na nuvem da Internet

 O roteador 1 enviará um datagrama para este endereço

quando o seu destino não for nem a rede 1 e nem a rede 2

 O endereço 200.123.123.123 não pode ser usado na tabela

de roteamento, caso contrário, os datagramas com destino a Internet nunca sairiam da rede local

(57)

Roteamento estático (continuação)

Entrada 2. Refere-se ao endereço de loopback

Entrada 3. Datagrama destinado a rede 192.168.0.0

deve ir para o endereço 192.168.0.1 (porta LAN do

roteador 1 conectado a rede 1)

Entrada 4. Datagrama destinado a rede 172.23.1.0

deve seguir para o endereço 192.168.0.33 (porta

LAN do roteador 2 conectado a rede 1)

(58)

Roteamento dinâmico

◦ Em grandes redes como a Internet, manter uma tabela de roteamento estático pode ser trabalhoso

◦ Portanto, nestes casos, a tabela de roteamento deve ser dinâmica, permitindo que os próprios roteadores se auto-configurem quando houver mudanças na estrutura da rede

◦ Isso é possível através de protocolos de roteamento, onde os roteadores da rede trocam informações para se atualizarem

(59)

Roteamento dinâmico (continuação)

Classificação dos protocolos de roteamento:

1. Baseados na distância → operam em busca do menor caminho para atingir uma rede, porém, sem testar se o caminho está disponível ou não

 P.ex., o RIP (usado pelos protocolos IP e IPX), o EIGRP e o IGRP (usados por roteadores Cisco) e o RTMP (usado pelo AppleTalk)

(60)

Roteamento dinâmico (continuação)

Classificação dos protocolos de roteamento:

2. Baseados no estado do link → operam em busca do melhor caminho para atingir uma rede. Normalmente é usado o caminho menos congestionado

 P.ex., o OSPF (usado pelo protocolo IP), o NLSP (usado pelo protocolo IPX), o PNNI e o IS-IS

(61)

Roteamento dinâmico (continuação)

Classificação dos protocolos de roteamento:

3. Baseados por vetor de caminho → funciona baseado na distância se nenhum parâmetro adicional for especificado. Ou seja, os parâmetros adicionais podem fazer este protocolo escolher outro caminho que não necessariamente o mais curto

(62)

Roteamento dinâmico (continuação)

Os protocolos de roteamento ainda podem receber

outra classificação:

 IGP (Internal Gateway Protocols) → são protocolos usados por roteadores que se comunicam dentro de um mesmo sistema autônomo. P.ex., RIP, EIGRP, IGRP e OSPF

 EGP (External Gateway Protocols) → são protocolos usados para a comunicação entre roteadores de sistemas autônomos distintos. P.ex., BGP

(63)

Roteamento dinâmico (continuação)

(64)

Quanto aos roteadores em si, eles podem ter

diversas características diferentes, o que

influencia diretamente no seu preço

P. ex., facilidades de configuração, número de

portas WAN, número de portas LAN, velocidade das

portas, serviços suportados (VoIP, VPN etc),

protocolos suportados, redundância (dois em um),

tolerância a falhas, balanceamento de carga,

desempenho e outras

(65)

Quanto aos roteadores de banda larga

◦ É o equipamento mais popular para compartilhar uma conexão banda larga com a Internet em pequenas redes locais

◦ Ele possui diversos periféricos integrados:

 Roteador  Switch  Firewall

 Ponto de acesso sem fio  Servidor DHCP

(66)

Quanto aos roteadores de banda larga

◦ É possível expandir o número de portas da rede conectando um switch a uma das portas LAN do roteador de banda larga

◦ Todo roteador de banda larga, apesar de já vir previamente configurado, deve ser modificado para atender as necessidades da rede, p.ex., habilitar ou desabilitar a parte sem fio

◦ Por segurança, a senha administrativa deve ser alterada e a criptografia para a rede sem fio deve ser habilitada

(67)

Ponto de acesso sem fio

Permite a montagem e a expansão da rede sem fio

Seu papel é permitir a comunicação na rede local

com ou sem o uso de cabos

O alcance do ponto de acesso depende do ganho da

antena e da potência do circuito transmissor.

Porém, a antena pode ser substituída por outra de

maior ganho, de modo a aumentar o alcance do

equipamento

(68)

Firewall

◦ Equipamento que permite ou bloqueia o tráfego de dados, através de regras que funcionam como um filtro

◦ A manutenção do conjunto de regras de um firewall deve ser de responsabilidade do administrador da rede

◦ Alguns equipamentos possuem firewall integrado e já configurado de fábrica, p.ex., roteadores de banda larga

(69)

Firewall (continuação)

◦ Funcionamento básico:

 O equipamento possui duas placas de rede, uma conectada a

rede interna e a outra na rede externa

 O equipamento analisa os quadros de dados com destino a

rede interna e permite ou bloqueia a sua passagem

 Ele funciona também no sentido inverso, filtrando quadros

(70)

Firewall (continuação)

◦ O nível de bloqueio promovido pelo firewall varia entre os equipamentos disponíveis no mercado

◦ Além disso, há produtos com antivírus, anti-spam e anti-spyware integrados , além de contar com recursos de bloqueio de conteúdos, p.ex., bloquear a abertura de sites de conteúdos impróprios

◦ Também existem firewall implementados por software, como o Firewall do Windows e o IPTables do Linux

(71)

Balanceador de carga

◦ Balancear a carga significa dividir o tráfego dados para vários dispositivos. Isso é útil quando um servidor não é capaz de suportar a carga de requisições enviada a ele

◦ Um balanceador de carga contém uma porta de entrada e várias portas de saída, nas quais são instalados os servidores a serem balanceados

◦ O tráfego é direcionado à porta de entrada do balanceador, que chaveia o tráfego para cada servidor conectado a ele, em forma de rodízio

(72)

Balanceador de carga (continuação)

(73)

Balanceador de carga (continuação)

◦ Os servidores podem ser configurados para reportar seus níveis de carga ao balanceador, fazendo com ele envie mais tráfego para o servidor menos ocupado

◦ É possível também fazer uma configuração manual de diferentes pesos para cada servidor para compensar diferentes capacidades de processamento

◦ O balanceamento de carga também pode ser feito via software

(74)

NAS (Network Attached Storage)

◦ É um servidor de arquivos para uso em redes locais

◦ Algumas vantagens do NAS:

 Ter um único ponto central para os arquivos compartilhados

na rede

 Maior nível de segurança através do recurso RAID (aumento

do desempenho + espelhamento ou backup)

 Reconhecimento automático por tocadores de mídia

 Portas USB para conectar impressoras, pendrive, webcam e

HD externos

(75)

Gabriel Torres. Redes de Computadores – Versão Revisada e Atualizada. Editora Nova Terra, 2009

(76)

Claudivan C. Lopes

[email protected]

Referências

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