Diário de Mercado
26/10/2017
Bolsas
Nesta quinta-feira, dia de divulgação de resultados corporativos relevantes, o Ibovespa fechou em baixa refletindo o menor apetite ao risco por parte dos investidores. Fatores externos pressionaram o dólar que registrou alta ante outras moedas pelo mundo, o que acabou pesando sobre o Ibovespa que encerrou a sessão de hoje com desvalorização de 1,01% aos 75.896 pontos e giro financeiro de R$ 8,6 bilhões. Os principais destaques de queda foram as ações da Vale e do setor de serviços financeiros. Nos Estados Unidos as bolsas não seguiram um viés único, enquanto na Europa os principais índices acionários avançaram após a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, que sinalizou a redução da política de estímulo econômico, mas de forma gradual. Na agenda econômica desta sexta-feira serão divulgados os dados de crédito no Brasil e o PIB do 3T17 dos Estados Unidos.
Índices mundiais
Fonte: Bloomberg
Índices e Carteiras Recomendadas
Fonte: Broadcast;
Nesta quinta-feira, todas as nossas carteiras recomendadas recuaram, seguindo o viés negativo do Ibovespa (-1,01%). O destaque negativo ficou para a carteira Small Caps (-2,20%) penalizada pelo desempenho de VVAR11 e CVCB3.
Estratégia – Pessoas Físicas José Cataldo* Ricardo França Renato Chanes Flávia Meireles *Analista responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM 483/10.
Flash de Mercado
Fonte: Broadcast; BM&FBovespa;
-60% -40% -20% 0% 20% 40% 60% 80%
out-12 out-13 out-14 out-15 out-16 out-17
Rentabilidade acumulada Ibovespa x Dow Jones
Dow Jones Ibovespa
Fonte:Bloomberg Fonte:Bloomberg
dia semana out/17 2017
Ibovespa -1,01% -0,65% 2,16% 26,0% Ibx-50 -1,00% -0,64% 2,13% 26,0% Índice SMLL -1,35% -1,75% 0,71% 46,2% Arrojada -1,76% -1,60% 4,82% 39,1% Dividendos -0,15% -1,16% 1,20% 12,5% Top 10 -0,88% -0,19% 7,76% 41,9% Small Caps -2,20% -1,48% 3,06% 25,4%
**Small Caps com posição a partir de 1º de março
Capital Externo R$(mm) Maiores Volumes R$(mm)
24/out 405,2 CMIG4 2,79% SMLS3 -6,34% VALE3 837
VIVT4 1,87% JBSS3 -4,13% PETR4 635
outubro -153,0 FIBR3 1,66% GOAU4 -4,01% ITUB4 318
SBSP3 1,48% CSNA3 -3,64% BBDC4 301
2017 14.630,4 EMBR3 1,37% SANB11 -3,60% BBAS3 272
Diário de Mercado
26/10/2017
Conteúdo
Economia 3
Decisão do COPOM (7,5%) 3
Nota do setor externo (setembro) 4
Câmbio 5
Juros 6
Agenda Econômica 7
Participação dos Investidores 8
Calendário de Resultados 9
Análise de Empresas 10
Ambev: Fim da guerra de preços no 3T17 10
Vale: Resultados do 3T17 abaixo do esperado, com sinais positivos na área de minério de ferro 12 Via Varejo: Resultados fortes no 3T17 confirmam que uma recuperação está em andamento 15
Carteiras Recomendadas 17
Diário de Mercado
26/10/2017
Economia
Decisão do COPOM (7,5%)
Em uma decisão já esperada, o Copom anunciou a redução da taxa Selic para 7,5% a.a. Para a próxima reunião em dezembro, o guidance sugere um corte de 0,5 ponto percentual baseado em nota divulgada após a reunião.
Para a decisão de dezembro, se o cenário base evoluir dentro do esperado, e considerando as condições macroeconômicas atuais, o Copom enxerga a necessidade de uma moderação no ritmo do ciclo de afrouxamento monetário.
Estimativas de inflação permanecem inalteradas, sem impactos no câmbio. As principais estimativas de inflação permaneceram inalteradas segundo o relatório de inflação de setembro (IPCA15): 4,3% para 2018 e 4,2% para 2019. Vale ressaltar que esse cenário incorpora o consenso de mercado: 1) A Selic atingindo o patamar de 7% e sendo elevada para 8% durante 2018; 2) a taxa de câmbio ao final do ano em R$ 3,16/US$ e R$ 3,30/US$ em 2018. O recente rally do dólar (e um potencial impacto nas previsões do câmbio) não foi considerado nas estimativas de inflação. Mais ainda, o Copom nem mesmo mencionou a recente volatilidade da moeda americana quando descrevia o favorável cenário externo.
Nossa visão: A última decisão do Copom não altera o nosso cenário base com a Selic, chegando aos 7.0% em dezembro e terminando 2018 em 8,0%. Na nossa opinião, o cenário em que a taxa básica de juros rompe o piso de 7,0% deverá requerer uma queda mais consistente nas estimativas de inflação para 2018 do que as que atualmente temos. Na verdade, essas previsões poderiam aumentar alguns pontos base se uma tendência de valorização do dólar se mantiver. Para 2018, acreditamos que o risco está principalmente atrelado a um possível aumento da inflação uma vez que a atividade econômica se recupera, sem mencionar uma potencial volatilidade ocasionada pela eleição presidencial – o que explica a nossa projeção de 8,0% para a taxa Selic em 2018.
9,50% 11,00% 12,25% 14,25% 14,25% 13,75% 13,00% 13,75% 8,25% 7,50% 5% 7% 9% 11% 13% 15%
out-13 out-14 out-15 out-16 out-17
Taxa de Juros Selic
a.a. (%)
Taxa Selic (%)
Fonte: Banco Central Fonte: Banco Central
Diário de Mercado
26/10/2017
Nota do setor externo (setembro)
• Conta corrente demonstrou superávit de US$ 0,43 bilhão, o melhor resultado para o mês de setembro em 10 anos.
• O resultado veio em linha com o crescimento do superávit da balança comercial
• Fortalecimento do investimento estrangeiro direto e entradas de investimento em renda fixa foram os principais destaques da conta capital.
O saldo da conta corrente mostrou o melhor resultado para setembro em uma década. A conta corrente teve um superávit de US$ 0,4 bilhão para setembro (vs - US$ 0,3 bilhão em agosto e – US$ 0,5 bilhão em setembro 2016), o que foi o melhor resultado para o período desde 2007. Em uma base trimestral, o déficit da conta corrente estreitou ainda mais para US$ 12,6 bilhões (~0,6% do PIB), vs US$ 13,6 bilhões em agosto (~0,7% do PIB).
Balança comercial continua a demonstrar o maior superávit histórico para o período. A balança comercial de bens teve um superávit de US$ 4,9 bilhões, vs US$ 5,3 bilhões em agosto, o que é o melhor resultado para o mês de setembro de toda a série histórica. Em uma base anual, exportações cresceram 18,3% (de 14,7% em agosto), enquanto importações cresceram +12,9% a.a. (de +8,3% em agosto).
Fortes resultados no portfólio de investimentos e no investimento estrangeiro direto. Na conta capital, investimento estrangeiro direto aumentou para US$ 6,3 bilhões em setembro (vs. US$ 5,1 bilhões em agosto), permanecendo estável em 4,18% do PIB nos últimos 12 meses, como em agosto. Por sua vez, o portfólio de investimentos demonstrou fortes resultados, especialmente os instrumentos de renda fixa (+US$ 1,3 bilhão vs –US$ 0,8 bilhão), mas também para ativos (+US$ 1 bilhão vs +US$ 0,9 bilhão em agosto).
Rolagem da dívida está novamente acima do 100%. A taxa de rolagem da dívida do setor privado externo (emissões/amortizações) aumentou em setembro para 190,9%, o maior valor desde novembro de 2016. Entretanto, essa taxa permanece em 95,5% para os últimos 12 meses, o que segue em linha com um cenário onde as empresas continuam seu processo de desalavancagem de suas dívidas externas, embora em um ritmo mais lento do que antes (87,2% em agosto). Essa taxa foi de 63,7% para o final de 2016.
Nossa visão: Apesar de uma valorização do real nos últimos meses e a retomada do crescimento econômico no Brasil, as contas externas seguem uma dinâmica favorável. De fato, se o recente movimento de desvalorização do Real se mantiver, isso poderia potencialmente estender a tendência favorável ao rendimento das contas externas. Entretanto, a medida que a economia continua se recuperando de um longo período de recessão, é esperado um considerável déficit nessa conta, apesar de esse efeito ser acompanhado de uma forte entrada no portfólio de investimentos.
Diário de Mercado
26/10/2017
Câmbio
Nesta quinta-feira, o dólar avançou, influenciado por diversos fatores vindos do exterior. A redução menor do que se esperava do programa de flexibilização quantitativa do Banco Central Europeu e incertezas em torno do próximo presidente do Federal Reserve impulsionaram o dólar no exterior, pesando nas negociações no mercado local. Os investidores do mercado de câmbio também operam com cautela aguardado a divulgação do PIB do 3º trimestre dos Estados Unidos previsto para ser divulgado amanhã, além dos dados de inflação na próxima semana.
Ao final da sessão, o dólar à vista no balcão estava cotado em R$ 3,284, em alta de 1,42% em relação ao último fechamento. No mercado futuro, o dólar para novembro avançou 1,75%, cotado a R$ 3,292.
R$ 2,50 R$ 2,70 R$ 2,90 R$ 3,10 R$ 3,30 R$ 3,50 R$ 3,70 R$ 3,90 R$ 4,10 R$ 4,30
Dólar
à vista Futuro Fonte: Bloomberg USD 367.000 USD 369.000 USD 371.000 USD 373.000 USD 375.000 USD 377.000 USD 379.000 USD 381.000 USD 383.000 USD 385.000 USD 387.000 USD 389.000 Reservas Cambiais Fonte: BloombergDiário de Mercado
26/10/2017
6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 2017 2019 2021 2023 2025 2027Hoje Há 1 mes Há 3 meses
Fonte: Bloomberg
Juros
Assim como o dólar, os juros futuros fecharam a sessão desta quinta-feira em alta em toda a curva, refletindo o cenário externo. A forte alta da moeda norte-americana, assim como o novo avanço do rendimento dos
treasuries pesaram sobre os DIs futuros. Internamente, a decisão do Copom de cortar a Selic para 7,50% ao ano e a
sinalização de redução do ritmo de queda na reunião de dezembro já eram esperados. Contudo, parte do mercado considerou o fato de o BC ter retirado do comunicado a menção a um "encerramento gradual do ciclo", que constava do texto anterior, como um indicativo da intenção de encerrar o ciclo ainda este ano, com a taxa básica em 7%.
Curva de Juros Futuro
Fonte: Bloomberg 26-out 25-out nov/17 7,40 7,55 jan/18 7,25 7,25 jan/19 7,39 7,24 jan/20 8,47 8,19 jan/21 9,19 8,90 jan/22 9,64 9,34 jan/23 9,89 9,59 jan/24 10,01 9,76 Vencimentos DI Fechamento 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 2,2 2,4 2,6 2,8 3 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 abr-17 ago-17
T Notes x DIs futuros (em %)
DI18 DI21 T-10
Fonte: Bloomberg Fonte: Bloomber
Diário de Mercado
26/10/2017
Agenda Econômica
Brasil
Fonte: BloombergChina
Fonte: BloombergZona do Euro
Fonte: BloombergEUA
Fonte: BloombergData Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior Resultado
26-out 08:00 FGV - Custos de construção (M/M) out 0,14% 0,14% 0,19% 26-out 10:30 Investimento Estrangeiro Direto set $6000M $5138M $6339M
26-out 10:30 Saldo em conta corrente set -$300M -$302M $434M
26-out -- Resultado primário do governo central set -22,7B -9,6B -22,7B
27-out 10:30 Empréstimos em Aberto set -- 3047B
--27-out 10:30 Variacao de Empréstimos em Aberto (M/M) set -- -0,10%
--Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior Resultado
26-out 23:30 Lucros da Indústria (A/A) set -- 24,00%
--Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior Resultado
26-out 06:00 Oferta monetária M3 (A/A) set 5,0% 5,0% 5,1%
26-out 09:45 Taxa Básica de Juros out/26 0% 0% 0%
26-out 09:45 Taxa de Depósito out/26 -0,40% -0,40% -0,40%
25 a 06-Nov -- Projeções Econômicas da Comissão Européia -- -- --
--Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior Resultado
26-out 10:30 Balança Comercial de Bens set -$64,0B -$62,9B -$64,1B
26-out 10:30 Estoques de varejo M/M set -- 0,70% -1,0%
26-out 10:30 Estoques no atacado (M/M) set 0,40% 0,90% 0,30%
26-out 10:30 Novos pedidos de seguro-desemprego out/21 235K 222K 233K
26-out 10:30 Seguro-desemprego out/14 1890K 1888K 1893K
26-out 12:00 Vendas de Moradias Pendentes (M/M) set 0,50% -2,60% 0,00% 26-out 13:00 Fed de Kansas City - Atividade Manufatureira Regional out 17,00 17,00 23,00
27-out 10:30 PIB Anualizado (T/T) 3T 2,60% 3,10%
--27-out 12:00 Universidade de Michigan - Confiança do Consumidor out 101 101,1
Diário de Mercado
26/10/2017
Participação dos Investidores
Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 405,203 milhões na B3, no pregão de terça-feira (24). Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 1,24%, aos 76.350,19 pontos, com volume de negócios de R$ 8,67 bilhões. Em outubro, o saldo acumulado de recursos estrangeiros está negativo em R$ 152,963 milhões. No acumulado de 2017, o fluxo de recursos estrangeiros está positivo em R$ 14,630 bilhões.
24/10/2017* Outubro Acumulado no ano
Inves. Estrangeiro R$ 405,20 -R$ 153,0 R$ 14.630,4 46,8% Institucional -R$ 208,84 R$ 1.112,8 R$ 601,0 29,5% Pessoa Física -R$ 202,92 -R$ 958,1 -R$ 9.736,3 16,7% Instit. Financeira R$ 14,51 R$ 408,0 R$ 2.354,2 6,2% Emp. Priv/Publ -R$ 16,02 -R$ 440,9 -R$ 7.947,6 0,9% Outros R$ 0,00 R$ 0,0 R$ 99,3 0,0%
*Os dados são divulgados com dois dias de defasagem e são apresentados em R$ milhões TIPO DE INVESTIDOR
SALDO
Participação Por Invest. Outubro
Diário de Mercado
26/10/2017
Calendário de Resultados
Resultados do 3° trimestre de 2017
Empresa Data Empresa Data Empresa Data
Fibria 24-out BB seguridade 6-nov Light S/A 9-nov
Lojas Renner 24-out BrasilAgro 6-nov Ourofino 9-nov
Lojas Marisa 25-out Linx 6-nov Randon 9-nov
Via Varejo 25-out Marcopolo 6-nov Sabesp 9-nov
WEG 25-out Smiles 6-nov São Martinho 9-nov
CCR 26-out BR Properties 7-nov Tenda 9-nov
Cia Hering 26-out Iguatemi 7-nov B3 10-nov
Engie Brasil 26-out Sanepar 7-nov Cesp 10-nov
Fleury 26-out Tim 7-nov Cosan 10-nov
Klabin S/A 26-out Qualicorp 7-nov Ecorodovias 10-nov
Copasa 26-out Aliansce 8-nov JHSF 10-nov
Pão de Açúcar 26-out Gerdau 8-nov Kroton 10-nov
Paranapanema 26-out Metalúrgica Gerdau 8-nov Anima 13-nov
RaiaDrogasil 26-out Gol 8-nov Banrisul 13-nov
Suzano Papel 26-out Rumo S.A. 8-nov Bradespar 13-nov
Vale 26-out CVC Brasil 8-nov CPFL Energia 13-nov
Duratex 27-out São Carlos 8-nov Santos Brasil 13-nov
Usiminas 27-out Ser Educacional 8-nov Eletrobras 13-nov
Cielo 30-out SLC Agrícola 8-nov Even 13-nov
Embraer 30-out Totvs 8-nov Eztec 13-nov
M.Dias Branco 30-out Ultrapar 8-nov Hermes Pardini 13-nov
Multiplan 30-out Valid 8-nov JBS 13-nov
Sul América 30-out Wiz 8-nov Lopes Brasil 13-nov
Itaú Unibanco 30-out MRV 8-nov Marfrig 13-nov
Arezzo Co 31-out Minerva 9-nov Brasil Brokers 14-nov
Energias do Brasil 31-out Banco do Brasil 9-nov Carrefour 14-nov
Magazine Luiza 31-out Azul 9-nov Cemig 14-nov
Porto Seguro 31-out BR Malls 9-nov Direcional 14-nov
Terra Santa 31-out BRF 9-nov Energisa 14-nov
Bradesco 1-nov Copel 9-nov Equatorial 14-nov
AES Tietê 1-nov Cyrela 9-nov Lupatech 14-nov
B2W Digital 1-nov Gafisa 9-nov Metal Leve 14-nov
Eletropaulo 1-nov Helbor 9-nov Somos Educação 14-nov
Lojas Americanas 1-nov Iochpe-Maxion 9-nov Natura 14-nov
ABC Brasil 3-nov JSL 9-nov
Localiza 6-nov Movida 9-nov
Diário de Mercado
26/10/2017
Análise de Empresas
Ambev: Fim da guerra de preços no 3T17
• A Ambev apresentou crescimento orgânico de Ebitda de 16% em um ano, em linha com nossas estimativas;
• Os principais destaques no trimestre foram: i) volumes de cervejas no Brasil caíram 5% em base anual, versus nossa estimativa de -2%; ii) um aumento de preços de 16% em base anual, acima da nossa projeção de +10%, e iii) a Ambev foi capaz de aumentar preços durante o 3T e não no 4º trimestre, que é o mais comum, indicando uma indústria mais racional; • Ebitda deve crescer 15% ao ano ao longo dos próximos 24 meses em
função de um alívio de custos, recuperação macroeconômica e melhores condições competitivas;
• Ambev negocia hoje com um múltiplo de 24x, mas pode proporcionar um retorno anual da ordem de 15%, sendo uma boa opção para investidores com foco em dividendos.
A Ambev divulgou seu resultado do 3T17, com os principais números ficando em linha com as nossas projeções. O volume de cerveja no Brasil teve queda de 5% em base anual, pior que nossa estimativa de -2%, enquanto o volume da indústria teve queda de 1%. No entanto, cabe ressaltar o forte aumento de preços implementado pela Ambev, de 16% em base anual. De fato, o aumento de 16% superou nossa estimativa (+10%) e levou os resultados do trimestre a ficarem próximos das nossas projeções. O Ebitda consolidado ficou 2% abaixo, basicamente em função de resultados mais fracos vindos do exterior, do Canadá, por exemplo, que reportou queda de 3% no volume, versus nossa previsão de estabilidade.
Ambev conseguiu antecipar o aumento de preços para o 3º trimestre e não no 4T, que é o mais usual, indicando o fim de uma guerra de preços. Historicamente a Ambev sempre aumenta seus preços durante o 4T (na verdade em setembro, outubro e novembro). Em 2017, no entanto, a empresa antecipou seu reajuste para o 3T, o que indica um ambiente competitivo mais racional. De fato, no último ano não houve aumento nos preços pela primeira vez em 10 anos. Além disso, ressaltamos que o aumento de 16% compensou a perda de margem que foi causada pelo não repasse dos maiores custos do ano anterior.
(...continua na próxima página...)
Fonte: Broadcast; Bradesco BBI
Fonte: Bradesco BBI; Bloomberg
Alimentos e Bebidas Gabriel Lima* Ricardo França
*Analista responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM 483/10.
Projeções 17E 18E
Preço (R$) P/L 37,5 23,8
Valor de Merc. (R$M) EV/EBITDA 16,4 14,2
Preço Mín./Máx. 52 sem. (R$) 15,59 - 22,7 ROE 19,8% 30,5%
Vol. Méd. Diário 3 meses (R$ M) Div. Yield 2,7% 4,2%
Ambev 21,04 333.056 265,5 Recomendação: COMPRA Preço-alvo: 24,00 Upside: 14,1%
ABEV3
0 20 40 60 80 100 120 140 160out-12 out-13 out-14 out-15 out-16 out-17
ABEV3 X IBOV
Diário de Mercado
26/10/2017
Alívio nos custos nos próximos trimestres. No 3T17, o CPV/HL (custo dos produtos vendidos/hectolitro) do segmento de cerveja no Brasil teve crescimento de 3% em base anual, ligeiramente acima da nossa estimativa de 2,0%. No entanto, a empresa reiterou a previsão de que os custos no Brasil ficarão estáveis em um patamar baixo ao longo do segundo semestre de 2017. Para 2018, estimamos um CVC/hl estável, com potencial para ser o maior alivio de custos desde 2009.
A margem Ebitda do segmento de cerveja no Brasil está rodando na casa dos 43% (nos últimos 12 meses) e deverá retornar para a média histórica de 51%. A Ambev foi pressionada por maiores custos, condições macroeconômicas adversas e ambiente competitivo mais duro. No entanto, o cenário agora é o oposto: devemos observar um período de alívio nos custos, recuperação macroeconômica e uma indústria mais racional. Portanto, é de se esperar que a atual margem Ebitda de 43% do segmento de cerveja no Brasil retorne para o patamar médio de 51% nos próximos 2 anos, sustentado por um crescimento do Ebitda da ordem de 15%/ano nos próximos 24 meses.
O que fazer com a ação? A queda do volume das cervejas no Brasil pode ser motivo de alguma realização de lucros no curto prazo, considerando também a forte alta das ações ABEV3 no acumulado do ano. No entanto, permanecemos com recomendação de Compra para ABEV3, dado que a empresa pode oferecer ainda um retorno interessante para investidores, especialmente para aqueles que buscam players de dividendos, considerando ainda o cenário de queda de juros. Ressaltamos alguns pontos importantes sobre a empresa: i) resiliência nos resultados; ii) uma razoável política de dividendos (payout de 100%), e iii) crescimento estimado de lucro da ordem de 20% ao ano no próximo biênio. Nosso preço-alvo para ABEV3 é de R$ 24,00/ação;
Abaixo se encontram os principais números do trimestre: Ambev
R$ milhões
Receita Líquida 11.362 11.594 -2% 10.483 8%
C usto do Produto Vendido (C PV) (4.482) (4.553) -2% (4.215) 6%
Lucro Bruto 6.880 7.041 -2% 6.267 10%
Despesas com Vendas, Ger. E Adm. (3.500) (3.688) -5% (3.457) 1%
Ebitda 4.552 4.651 -2% 4.000 14% Margem Ebitda 40,1% 40,1% 0,0 p.p. 38,2% 1,9 p.p. Resultado Financeiro (675) (705) -4% (723) -7% Lucro Líquido 137 -86 - 3.183 -96% Operacional 3T17 3T17E ∆ %∆ %∆ %∆ % 3T16 ∆ %∆ %∆ %∆ % Volumes (MHL) Brasil Cerveja 18,5 19,1 -3,0% 19,5 -5,0% Refrigerante 6,2 5,8 6,0% 6,1 1,0%
LAS (cervejas e refrigerantes) 7,8 8,1 -3,0% 7,7 1,0%
CAC (cervejas e refrigerantes) 3,1 3,1 -1,0% 2,5 24,0%
Labatt (cerveja) 2,9 2,9 -3,0% 2,9 -3,0%
Preços (R$/HL) Brasil
Cerveja 280,6 266,6 5% 242,3 16%
Refrigerante 136,7 129,2 6% 124,7 10%
Fo nte: A mbev, B radesco B B I
3T17 3T17E ∆ %∆ %∆ %∆ % 3T16 ∆ %∆ %∆ %∆ %
Diário de Mercado
26/10/2017
Vale: Resultados do 3T17 abaixo do esperado,
sinais positivos na área de minério de ferro
• Ebitda da Vale totalizou US$ 4,2 bilhões, 3,8% abaixo da nossa estimativa e do consenso do mercado;
• Os principais destaques foram: i) preços praticados do minério de ferro foram mais altos que o esperado em função de maiores prêmios; ii) o Ebitda de equilíbrio do segmento de minério melhorou para US$ 30/tonelada, ligeiramente melhor que nosso número; iii) o Ebitda de metais básicos ficou 7% abaixo da expectativa; iv) performance fraca no segmento de carvão;
• O fluxo de caixa livre atingiu US$ 1,4 bilhão no trimestre, negativamente impactado por um aumento da necessidade de capital de giro de US$ 981 milhões, que deverão ser revertidos no 4T17;
• A dívida líquida caiu para US$ 21 bilhões; O acordo Nacala/Moatize deve ser assinado em 22 de novembro, contribuindo com uma redução de US$ 2 bilhões no endividamento líquido do próximo trimestre. Seguimos com recomendação Neutra para as ações da Vale.
Resultados menores que o esperado em todas operações, mas com sinais positivos no segmento de minério de ferro. O Ebitda reportado da Vale foi de US$ 4,2 bilhões, aproximadamente 4% abaixo da nossa estimativa e do consenso de mercado. Números vieram abaixo do esperado em todas as divisões, mas especialmente nos segmentos de metais básicos e carvão (menores preços). A divisão de minério de ferro apresentou um Ebitda dentro das nossas estimativas – com os embarques ficando 3% abaixo dos nossos números, uma vez que a Vale continua aumentando estoques, mas sendo parcialmente compensado por melhores preços praticados. O fluxo de caixa livre ficou em US$ 1,4 bilhão, sendo negativamente impactado por uma maior necessidade de capital de giro de US$ 981 milhões, efeito que poderá ser revertido no próximo trimestre. No período em análise, a dívida líquida atingiu US$ 21 bilhões, com a relação com a dívida líquida/Ebitda chegando a 1,3x. Permanecemos com recomendação Neutra para as ações da Vale.
Divisão de minério de ferro: ligeiramente mais fraco, mas com sinais positivos. Na divisão, o Ebitda totalizou US$ 3,68 bilhões, 1,5% abaixo da nossa projeção de US$ 3,73 bilhões, crescimento de 65% em relação ao trimestre anterior e de 47% no comparativo anual.
Na próxima página alguns números e destaques.
Fontes: Broadcast; Bradesco BBI
Fontes: Bradesco BBI; Bloomberg
Mineração Thiago Lofiego* José Cataldo
+55 11 2178.5468 [email protected]
*Analista responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM 483/10.
Projeções 17E 18E
Preço (R$) P/L 8,4 11,4
Valor de Merc. (R$M) EV/EBITDA 5,1 5,9
Preço Mín./Máx. 52 sem. (R$) 19,84 - 36,7 ROE 29,6% -Vol. Méd. Diário 3 meses (R$ M) Div. Yield 4,2% 4,6%
Vale ON 32,67 176.675 572,7 Recomendação: NEUTRO Preço-alvo: 31,00 Upside: -5,1%
VALE3
10 30 50 70 90 110out-12 out-13 out-14 out-15 out-16 out-17
VALE3 X IBOV
Diário de Mercado
26/10/2017
• O custo caixa FOB em tendência de queda, mas ainda com alta de 11% em base anual. O custo caixa FOB ficou em US$ 14,5/ton., em linha com a nossa estimativa, 4,8% menor em relação ao trimestre anterior, mas ainda com alta de 11% em base anual. A redução sequencial foi direcionada pela maior diluição de custos fixos e manutenção e menores custos de demurrage e com transporte ferroviário. Acreditamos que o custo caixa continuará sendo reduzido, especialmente considerando o ramp up do S11D.
• O total de embarques de minério de ferro foi mais fraco do que o esperado, chegando a 90 mt, 3% menor que a nossa estimativa, mas crescendo 4% em base anual. A Vale continuou a construir estoques de minério de ferro na China e na Malásia, devido à seu mix e estratégia comercial, que pode variar de acordo com as condições do mercado e os prêmios de minério.
• Preços praticados: ligeiramente melhores em função dos maiores prêmios; ainda há mais por vir. O preço CFR/FOB wmt de finos de minério de ferro da Vale subiu a US$ 67,2, ficando 3,6% acima da nossa estimativa, em função de maiores prêmios, impulsionados pela maior parcela das vendas de Carajás atreladas ao índice MB65%, assim como pela redução da produção de produtos de alta sílica a partir do segundo semestre de 2017.
• O Ebitda de equilíbrio do segmento de minério melhorou para US$ 30/tonelada, ligeiramente melhor que nosso número de US$ 31,5/ton. e abaixo do trimestre anterior de US$ 34,4/ton., mas ainda acima dos US$ 28/ton. de um ano atrás.
O segmento de metais básicos apresentou números abaixo do esperado. O Ebitda totalizou US$ 561 milhões, 7% abaixo o nosso número (+45% em base trimestre, -6,5% em base anual), explicado principalmente por volumes 11% inferiores à nossa projeção, sendo parcialmente compensado por fortes preços praticados e vendas de cobre em linha com o esperado. Abaixo alguns destaques:
• Cobre: volumes totalizaram 110 mil toneladas, em linha com nossa estimativa, crescendo 7% em relação ao 2T17 e +3% em base anual.
• Níquel: volumes chegaram a 71 mil toneladas, 11% abaixo do esperado, estável no trimestre e -8% em base anual. O preço praticado foi de US$ 10.554/ton., em linha com nossa projeção (+10% no trimestre).
• VNC: O Ebitda desta operação ficou negativo em US$ 7 milhões, melhor que no trimestre anterior (-US$ 40 milhões).
Carvão: números mais fracos devido a preços mais baixos e custos mais elevados. O Ebitda do segmento de carvão totalizou US$ 46 milhões, abaixo da nossa projeção de US$ 110 milhões e mostrando queda de 77% em relação ao trimestre anterior.
A tabela na página a seguir mostra as principais linhas dos resultados da Vale, além das quantidades vendidas por segmento, assim como os preços realizados por tonelada e outras informações. Apresentamos os valores em dólares para melhor comparabilidade.
Diário de Mercado
26/10/2017
Vendas físicas - Minério de Ferro (milhões de ton) 76,4 79,4 -3,8% 69,0 10,7% 74,2 3,0% Pelotas (milhões de ton) 13,1 12,5 4,8% 12,5 4,8% 12,0 9,2% C obre (mil ton) 110,0 109,3 0,6% 103,0 6,8% 107,0 2,8% Níquel (mil ton) 71,0 80,0 -11,3% 71,0 0,0% 77,0 -7,8% Preço do Minério de Ferro (FOB - US$/ton) 67,20 64,90 3,5% 49,10 36,9% 52,40 28,2% Preço da Pelota (US$/ton) 109,70 110,20 -0,5% 106,80 2,7% 82,70 32,6% Preço do C obre (US$/ton) 6.203 6.108 1,6% 5.200 19,3% 4.218 47,1% Preço do Níquel (US$/ton) 10.554 10.320 2,3% 9.603 9,9% 10.317 2,3%
Receita Líquida (US$ milhões) 9.050 9.166 -1,3% 7.235 25,1% 6.726 34,6%
C usto dos Produtos Vendidos (C PV) -5.412 -5.340 1,3% -5.102 6,1% -4.345 24,6%
Ebitda 4.192 4.355 -3,7% 2.729 53,6% 2.964 41,4% Margem Ebitda 46,3% 47,5% 37,7% 44,1% Minério de Ferro 3.674 3.731 -1,5% 2.232 64,6% 2.493 47,4% Metais Básicos 561 604 -7,1% 386 45,3% 600 -6,5% C arvão 46 110 -58,2% 157 -70,7% -7 ---Lucro Líquido 2.230 2.813 -20,7% 16 --- 575 287,8%
Fo ntes: Vale e B radesco B B I
Vale
Ebitda nos Principais Segmentos
3T16 ∆∆∆∆ %
3T17E
Diário de Mercado
26/10/2017
Via Varejo: Resultados fortes no 3T17 confirmam que
uma recuperação está em andamento
• ••
• Crescimento muito forte, com SSS aumentando 18,6% e Ebitda avançando 75%, mostrando que a reestruturação da companhia está dando certo e que uma recuperação econômica está em curso;
• ••
• Estamos otimistas em relação ao resultado do próximo trimestre e do ano de 2017, tendo em vista que a categoria de móveis e eletrônicos estão em fase de recuperação após registrar queda de 30% nas vendas;
• ••
• O segmento de Varejo já reagiu forte, mas ainda vemos mais potencial de valorização proveniente da continuação do crescimento suportado pela demanda reprimida;
• ••
• Permanecemos com nossa recomendação de Compra para VVAR11 com preço-alvo revisado para R$ 28,00/ação.
Resultados fortes, que mostram que a recuperação tanto do ambiente macroeconômico quanto da empresa estão em curso. O crescimento das SSS (vendas pelo critério de mesmas lojas) foi particularmente forte, impulsionado pela recuperação do ambiente macroeconômico. Pela primeira vez, desde o 1T14, todas as categorias da empresa (incluindo móveis) mostraram crescimento. O aumento de 75% do Ebitda foi conduzido em parte pelo efeito base (os números do ano passado foram muito fracos e o Ebitda ainda é 35% menor do que o registrado em 2014), mas também houve uma forte contribuição das iniciativas internas, como o projeto Click and Collect, o MOVVE plano de eficiência e preços regionais. Estes resultados nos dão mais confiança de que a recuperação da margem da Via Varejo é sustentável, com potencial para maior expansão. Finalmente, o lucro líquido foi de R$ 14 milhões devido a altos encargos financeiros, mas esse resultado já era esperado.
O cenário macroeconômico está dando sinais de recuperação... A inflação se estabilizou, as taxas de juros estão mais baixas e a taxa de desemprego diminuiu por cinco meses consecutivos. Os salários reais estão crescendo e o custo do crédito para os consumidores está caindo. Todos esses fatores apontam para o aumento da confiança do consumidor e para o retorno do poder de consumo. Dados da FGV mostram que em recessões anteriores a categoria de eletrônicos e móveis foi a mais cíclica e, por outro lado, também a que se recuperou mais rapidamente, a medida em que o ciclo de crescimento é retomado. Acreditamos que essa categoria agora está entrando em uma nova fase de crescimento, com muita demanda para ser satisfeita depois de uma queda de 30% das vendas.
Fonte: Broadcast; Bradesco BBI
Fonte: Bradesco BBI; Bloomberg
Varejo Richard Cathcart* Flávia Meireles
+55 11 21785478 [email protected] *Analista responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM 483/10.
Projeções 17E 18E
Preço (R$) P/L 36,2 15,5
Valor de Merc. (R$M) EV/EBITDA 5,6 4,0
Preço Mín./Máx. 52 sem. (R$) 7,45 - 25,7 ROE 5,9% 12,9% Vol. Méd. Diário 3 meses (R$ M) Div. Yield 0,0% 0,0%
23,20 49,5 10.346 Via Varejo Recomendação: COMPRA Preço-alvo: 28,00 Upside: 20,7%
VVAR11
0 20 40 60 80 100 120 140out-14 out-15 out-16 out-17
VVAR11 X IBOV
Diário de Mercado
26/10/2017
...e a categoria de eletrônicos e móveis tem demanda reprimida. As vendas unitárias de categorias que são importantes para a Via Varejo estão abaixo níveis de substituição, o que indica demanda reprimida. A venda de geladeiras, por exemplo, está cerca de 1 milhão de unidades abaixo dos níveis de substituição, em comparação com as cerca de 4,5 milhões vendidas no ano passado em linha com as vendas unitárias vistas pela última vez em 2007. Outras categorias - como TVs, produtos da linha branca, e móveis - estão em situação semelhante. Os recursos do FGTS apoiaram o crescimento das vendas para este ano, mas a tendência permanece forte, mesmo depois que esse efeito desapareceu em agosto. Acreditamos que a melhora da tendência do cenário macroeconômico tornará os consumidores cada vez mais dispostos a gastar, e vemos categorias com demanda reprimida como a maior oportunidade.
Permanecemos com nossa recomendação de Compra para VVAR11 com preço-alvo revisado para R$ 28,00/ação. Desde a nossa mudança de recomendação para Compra de Via Varejo em 1º de setembro de 2017, as ações subiram 45%, os prêmios de risco caíram e as estimativas do consenso aumentaram. Acreditamos que as ações ainda podem subir mais. Revisamos nossas estimativas e aumentamos nossa projeção de margem Ebitda para a Via Varejo de 6,5% para 7,1%, já que estamos mais confiantes sobre a sustentabilidade da recuperação do lucro da empresa após uma série de mais resultados consistentes.
Revisão de Estimativas
Via Varejo
R$ milhões 2017E 2018E 2019E 2017E 2018E 2019E 2017E 2018E 2019E
Receita Líquida 25.627 28.808 31.836 25.133 28.237 31.204 2,0% 2,0% 2,0%
Ebitda 1.510 2.091 2.293 1.511 1.998 2.192 -0,1% 4,7% 4,6%
Margem Ebitda 5,9% 7,3% 7,2% 6,0% 7,1% 7,0% - -
-Lucro Líquido 286 667 704 335 595 708 -14,6% 12,1% -0,6%
Preço-Alvo (2018E) 27%
Recomendação Compra Compra
∆ ( %) ∆ ( %)∆ ( %) ∆ ( %)
Fonte: Bradesco BBI e Via Varejo
R$ 28,00 R$ 22,00
ATUAL ANTERIOR
Diário de Mercado
26/10/2017
Carteiras Recomendadas
Top 10
Fonte: Bradesco BBI
Arrojada
Fonte: Bradesco BBI
Dividendos
Fonte: Bradesco BBI
Preço Preço-Alvo Upside
(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E out/17 semanal diária
BBAS3 36,66 41,00 11,8% 3,7% 10,0% - - 10,1 8,2 3,0% 3,7% 5,0% -2,3% -1,2% BVMF3 24,96 26,00 4,2% 4,0% 10,0% 18,4 16,1 26,1 21,8 3,1% 4,6% 4,2% 1,3% -1,1% BRFS3 44,41 55,00 23,8% 2,8% 10,0% 14,1 8,4 - 14,2 0,2% 2,8% -2,8% 0,0% -0,6% FIBR3 53,37 63,00 18,0% 0,9% 10,0% 7,8 5,9 13,9 8,1 1,1% 1,9% 24,6% 2,9% 1,7% MYPK3 23,30 25,00 7,3% 0,0% 10,0% 6,1 5,5 23,1 13,1 0,0% 1,8% 8,4% 1,5% -0,8% IGTA3 39,77 41,00 3,1% 0,0% 10,0% 16,5 15,1 34,7 25,9 0,6% 1,5% 1,3% -3,5% -1,4% ITUB4 43,94 44,00 0,1% 10,9% 10,0% - - 11,2 10,8 3,6% 4,0% 1,4% -0,1% -0,6% PETR4 16,73 18,00 7,6% 5,3% 10,0% 5,5 4,9 8,6 6,4 0,0% 3,9% 9,3% 3,1% 0,1% USIM5 9,78 12,00 22,7% 0,4% 10,0% 10,0 7,2 46,2 20,2 0,5% 1,2% 25,7% -3,2% -1,3% VVAR11 23,20 28,00 20,7% 0,0% 10,0% 5,6 4,0 36,2 15,5 0,7% 1,6% 0,4% -1,7% -3,3% Potencial da Carteira 11,9% 8,4 6,7 21,0 14,4 1,3% 2,7% 7,8% -0,19% -0,88% Performance
Participação EV/EBITDA P/L Div. Yield
Ativos
Preço Preço-Alvo Upside
(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E out/17 semanal diária
BVMF3 24,96 26,00 4,2% 4,0% 19,9% 18,4 16,1 26,1 21,8 3,1% 4,6% 4,2% 1,3% -1,1% BBAS3 36,66 41,00 11,8% 3,7% 20,0% - - 10,1 8,2 3,0% 3,7% 5,0% -2,3% -1,2% CVCB3 43,30 48,00 10,9% 0,0% 20,2% 12,1 9,7 27,2 19,1 0,6% 2,6% 5,7% -5,3% -3,4% TEND3 17,85 22,00 23,2% 0,0% 20,7% 4,8 4,4 9,0 7,5 0,0% 11,3% 8,7% 0,1% 0,3% VVAR11 23,20 28,00 20,7% 0,0% 19,2% 5,6 4,0 36,2 15,5 0,7% 1,6% 0,4% -1,7% -3,3% Potencial da Carteira 13,3% 4,5 3,6 16,3 10,0 0,9% 3,9% 4,8% -1,60% -1,76% Performance P/L Div. Yield
Ativos Participação EV/EBITDA
Preço Preço-Alvo Upside
(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E out/17 semanal diária
TIET11 13,33 17,70 32,8% 0,0% 17,91% 4,4 4,2 8,9 8,5 11,2% 11,8% -6,5% -4,4% 1,8% ABEV3 21,04 24,00 14,1% 7,2% 20,14% 16,4 14,2 37,5 23,8 2,7% 4,2% 0,0% -2,3% -0,7% BVMF3 24,96 26,00 4,2% 4,0% 21,45% 18,4 16,1 26,1 21,8 3,1% 4,6% 4,2% 1,3% -1,1% CCRO3 18,23 20,00 9,7% 1,6% 20,32% 9,1 8,1 20,3 15,4 4,4% 5,8% 5,4% -0,9% -2,1% VIVT4 51,68 54,00 4,5% 1,7% 20,18% 5,8 5,3 17,8 13,9 5,6% 7,2% 2,8% 0,2% 1,9% Potencial da Carteira 12% 11,0 9,8 22,5 16,9 5,2% 6,6% 1,2% -1,16% -0,15% Performance P/L Div. Yield
Diário de Mercado
26/10/2017
Small Caps
Fonte: Bradesco BBI
Performance Histórica
Fonte: Bradesco BBI
Preço Preço-Alvo Upside
(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E out/17 semanal diária
ABCB4 17,97 22,00 22,4% 0,0% 20,0% - - 7,3 6,9 6,2% 6,6% 1,9% -0,4% -1,8% MRFG3 6,38 10,00 56,7% 0,2% 20,0% 4,7 4,0 neg 12,7 - 0,0% -1,4% -0,2% -2,7% CVCB3 43,30 48,00 10,9% 0,0% 20,0% 12,1 9,7 27,2 19,1 0,6% 2,6% 5,7% -5,3% -3,4% TEND3 17,85 22,00 23,2% 0,0% 20,0% 4,8 4,4 9,0 7,5 0,0% 11,3% 8,7% 0,1% 0,3% VVAR11 23,20 28,00 20,7% 0,0% 20,0% 5,6 4,0 36,2 15,5 0,7% 1,6% 0,4% -1,7% -3,3% Potencial da Carteira 26,8% 5,4 4,4 15,9 12,3 1,5% 4,4% 3,06% -1,48% -2,20% Performance Div. Yield
Ativos Participação EV/EBITDA P/L
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 out/17 Ibovespa 32,9% 43,6% -41,1% 82,7% 1,0% -18,1% 7,4% -15,5% -2,9% -13,3% 38,9% 26,0% 2,2%
Arrojada 33,3% 41,6% -55,7% 124,4% 19,0% -13,6% 17,7% 17,4% 11,9% -7,9% 37,2% 39,1% 4,8% Dividendos 37,2% 47,2% -19,3% 52,0% 39,0% 26,8% 20,2% 3,5% 11,1% -23,3% 21,1% 12,5% 1,2%
Diário de Mercado
26/10/2017
Guia de Ações
C = Compra; V = Vender; N = Neutra; E.R = Em Revisão; R = Restrito Fonte: Bradesco BBI
Empresa Código Rec. Preço Alvo Preço Upside (R$ mm)Volume Máximo Mínimo Div. Yield (%) MercadoValor de dez-18 Último (%) Média 3m 12m 12m 17E 18E 17E 18E 17E (R$ mm) AÇÚCAR E ÁLCOOL
C osan C SAN3 C 40,00 37,86 5,7% 42,5 42,41 29,91 15,0 18,7 5,6 6,0 3,9% 15.451 São Martinho SMTO3 C 20,00 18,50 8,1% 14,9 21,28 15,00 10,7 11,5 5,1 5,4 0,0% 6.677
AGRONEGÓCIO
BrasilAgro * AGRO3 C 16,00 12,74 25,6% 1,9 13,45 9,23 - - - 730 Ourofino OFSA3 N 30,00 26,15 14,7% 0,4 37,50 20,01 39,4 24,0 16,5 12,3 0,6% 1.419 SLC Agrícola SLC E3 N 24,00 22,77 5,4% 7,5 23,85 12,65 9,6 22,0 6,8 8,0 2,5% 2.155 Terra Santa * TESA3 N 16,00 16,05 -0,3% 0,3 18,39 9,61 26,1 - 7,0 - 0,0% 287
ALIMENTOS E BEBIDAS Ambev ABEV3 C 24,00 21,04 14,1% 265,5 22,70 15,59 37,5 23,8 16,4 14,2 2,7% 333.056 BRF BRFS3 C 55,00 44,41 23,8% 125,8 54,75 32,72 - 14,2 14,1 8,4 0,2% 36.202 JBS * JBSS3 C 17,00 7,67 121,6% 89,0 12,53 5,25 8,2 6,4 4,9 4,2 3,1% 21.761 Marfrig * MRFG3 C 10,00 6,38 56,7% 11,9 7,98 5,08 neg 12,7 4,7 4,0 - 4.063 Minerva BEEF3 N 14,00 11,37 23,1% 14,7 13,04 8,20 19,4 7,3 6,6 5,4 0,0% 2.634 M. Dias Branco MDIA3 C 60,00 47,94 25,2% 27,4 58,39 35,51 17,0 15,3 13,5 12,1 2,1% 16.464
AVIAÇÃO
Azul AZUL4 C 35,00 29,60 18,2% 17,4 30,89 21,00 49,1 21,5 8,5 7,2 0,5% 9.527 Embraer EMBR3 V 14,00 16,29 -14,1% 46,6 19,67 14,61 16,2 25,0 6,8 7,9 1,0% 11.861 Gol GOLL4 C 18,00 14,71 22,4% 31,1 15,86 3,82 - 11,2 7,2 6,4 0,0% 5.271
BANCOS E SEGUROS
ABC Brasil ABC B4 C 22,00 17,97 22,4% 6,7 19,61 11,60 7,3 6,9 - - 6,2% 3.131 Banco do Brasil BBAS3 C 41,00 36,66 11,8% 245,2 37,75 22,42 10,1 8,2 - - 3,0% 106.364 Banrisul BRSR6 N 18,00 15,70 14,6% 16,6 18,71 9,41 8,1 6,7 - - 6,2% 6.300 BB Seguridade BBSE3 N 31,00 28,52 8,7% 119,5 30,80 24,06 14,5 14,0 - - 5,4% 57.420 Bradesco BBDC 4 R - 35,86 - 312,2 37,37 23,71 - - - -Itaú ITUB4 N 44,00 43,94 0,1% 372,9 45,79 29,56 11,2 10,8 - - 3,6% 274.042 WIZ WIZS3 C 23,00 15,80 45,6% 25,7 22,94 11,53 14,5 11,4 - - 0,0% 2.682 IRB IRBR3 C 39,00 32,97 18,3% - 33,58 27,24 11,9 10,9 - - 6,3% 10.123 Porto Seguro PSSA3 V 34,00 37,50 -9,3% 20,7 40,29 24,70 12,4 11,4 - - 3,6% 11.975 Santander SANB11 V 24,00 29,75 -19,3% 49,4 35,61 22,53 11,5 12,4 - - 4,4% 115.619 SulAmérica SULA11 N 20,00 17,84 12,1% 18,5 20,60 14,44 10,4 9,1 - - 2,9% 6.919
BENS DE CAPITAL
Iochpe-Maxion MYPK3 C 25,00 23,30 7,3% 14,9 23,38 11,18 23,1 13,1 6,1 5,5 0,0% 3.257 Marcopolo POMO4 V 3,00 4,29 -30,1% 18,8 4,80 2,32 42,9 23,0 30,9 17,6 0,0% 3.753 Mahle Metal Leve LEVE3 V 17,00 21,15 -19,6% 5,7 22,85 16,29 23,5 15,7 7,7 7,5 3,8% 2.723 Randon RAPT4 C 7,00 7,60 -7,9% 10,2 8,05 3,23 36,9 24,5 10,9 8,3 0,0% 2.490 WEG WEGE3 N 22,00 21,55 2,1% 35,6 23,73 13,82 32,3 27,8 24,4 19,5 3,1% 35.805
CONSTRUÇÃO CIVIL E IMOBILIÁRIO
BR Brokers BBRK3 N 1,50 1,13 32,7% 3,4 2,11 0,92 neg neg -8,6 -15,1 - 299 C yrela C YRE3 V 12,00 13,13 -8,6% 28,5 14,94 8,53 neg 21,3 25,2 12,0 - 5.367 Gafisa GFSA3 N 13,00 15,05 -13,6% 4,7 28,06 9,85 neg neg -30,3 14,2 - 419 Direcional DIRR3 C 8,00 6,02 32,9% 4,4 6,83 4,16 neg 13,3 96,2 8,4 - 933 Even EVEN3 V 5,00 5,30 -5,7% 4,6 6,13 3,39 neg 15,7 -249,0 13,2 - 1.211 Eztec EZTC 3 N 25,00 22,40 11,6% 12,0 26,27 13,15 10,2 16,1 8,0 18,1 4,9% 3.725 Helbor HBOR3 N 2,70 2,09 29,2% 3,4 3,53 1,33 neg neg -132,2 28,8 - 985 Lopes LPSB3 V 6,00 5,96 0,7% 2,8 8,00 3,55 neg neg -12,9 -67,4 - 743 MRV MRVE3 C 17,00 13,71 24,0% 45,8 15,83 9,99 10,6 8,7 8,4 7,0 2,2% 6.238 Tenda TEND3 C 22,00 17,85 23,2% 9,0 19,05 12,50 9,0 7,5 4,8 4,4 0,0% 958 Tecnisa TC SA3 N 3,00 2,36 27,1% 4,9 3,71 1,98 neg neg -8,6 15,6 - 779
CONSUMO
Alpargatas ALPA4 E.R - 17,98 - 10,2 18,03 8,95 - - - -Arezzo & C o * ARZZ3 C 32,00 54,35 -41,1% 21,3 55,31 21,96 34,9 29,1 25,6 21,6 1,4% 4.883 C VC Brasil C VC B3 C 48,00 43,30 10,9% 33,8 45,70 21,48 27,2 19,1 12,1 9,7 0,6% 6.341 Guararapes GUAR3 C 155,00 162,50 -4,6% 8,3 168,50 54,36 25,1 21,2 13,1 10,8 1,6% 10.863 Hering * HGTX3 N 16,00 31,65 -49,4% 30,9 31,65 13,97 26,2 23,6 23,7 19,8 1,9% 5.163 Lojas Renner LREN3 N 39,00 36,32 7,4% 96,1 38,20 18,85 33,7 28,2 17,7 15,0 0,7% 26.723 Marisa Lojas * AMAR3 N 7,00 8,95 -21,8% 6,8 10,16 5,05 neg 39,9 8,9 6,9 - 1.716
*Empresas com preco alvo para 2017
Diário de Mercado
26/10/2017
C = Compra; V = Vender; N = Neutra; E.R = Em Revisão; R = Restrito Fonte: Bradesco BBI
Empresa Código Rec. Preço Alvo Preço Upside (R$ mm)Volume Máximo Mínimo
Div. Y ield
(%)
Valor de Mercado
dez-18 Último (%) Média 3m 12m 12m 17E 18E 17E 18E 17E (R$ mm)
EDUCAÇÃO
Anima ANIM3 C 30,00 24,25 23,7% 3,8 24,94 11,64 24,5 18,4 12,4 10,9 0,0% 1.943 Estacio ESTC 3 N 38,00 29,79 27,6% 119,4 33,90 13,36 18,3 15,3 10,8 10,1 1,1% 9.541 Kroton KROT3 N 23,00 18,28 25,8% 158,6 21,50 11,67 14,0 13,3 11,0 11,0 2,6% 30.195 Ser Educacional SEER3 C 42,00 31,60 32,9% 28,9 34,64 16,06 18,4 14,2 11,5 10,3 0,8% 4.230
ENERGIA ELÉTRICA
AES Tietê * TIET11 N 17,70 13,33 32,8% 17,9 15,99 11,24 8,9 8,5 4,4 4,2 11,2% 5.138 C emig C MIG4 C 11,00 8,46 30,0% 63,5 11,72 5,14 9,6 9,1 6,6 6,1 2,6% 10.134 C esp * C ESP6 N 19,00 13,26 43,3% 29,4 18,99 12,00 32,2 17,8 7,5 5,6 2,9% 4.316 C opel * C PLE6 C 51,00 26,71 90,9% 15,2 35,08 23,98 7,3 5,4 6,2 4,9 6,9% 6.689 C PFL * C PFE3 N 25,00 27,47 -9,0% 26,9 27,50 22,84 19,3 15,1 10,2 9,4 2,6% 27.843 C TEEP TRPL4 N 82,00 68,00 20,6% 21,0 73,25 56,97 12,6 7,2 6,3 4,1 0,2% 10.553 Eletropaulo * ELPL4 N 12,40 14,50 -14,5% 29,5 16,40 7,87 neg neg 9,4 4,7 - 2.513 Energias do Brasil * ENBR3 C 18,80 14,36 30,9% 21,5 16,15 12,07 16,8 12,1 4,3 3,7 1,5% 8.995 Energisa * ENGI11 C 26,00 24,80 4,8% 14,2 26,70 16,89 14,0 10,0 5,2 4,4 6,4% 9.158 Engie Brasil * EGIE3 N 44,00 35,99 22,3% 33,5 38,35 28,54 10,9 10,3 5,1 4,9 8,3% 23.554 Equatorial * EQTL3 N 52,00 61,00 -14,8% 63,4 64,88 48,28 14,5 10,6 9,5 7,8 3,5% 12.200 Light LIGT3 N 25,00 18,21 37,3% 22,2 25,07 13,27 20,0 5,3 4,8 4,0 1,2% 3.761 Taesa * TAEE11 N 24,00 20,71 15,9% 32,9 24,13 16,56 8,2 10,0 6,5 7,4 11,6% 7.297
LOGÍSTICA & CONCESSÃO RODOVIÁRIA
C C R * C C RO3 C 20,00 18,23 9,7% 97,4 18,87 12,77 20,3 15,4 9,1 8,1 4,4% 37.493 EcoRodovias EC OR3 N 11,00 12,34 -10,9% 26,0 12,66 6,86 19,2 12,8 6,8 6,1 0,9% 6.928 JSL * JSLG3 C 11,00 9,06 21,4% 1,3 11,87 6,05 - 13,7 5,8 4,8 0,4% 1.821 Localiza RENT3 N 55,00 57,87 -5,0% 82,1 64,79 29,46 27,3 22,7 11,9 10,6 1,8% 13.134 Movida MOVI3 C 13,00 8,46 53,7% 14,0 11,15 7,11 17,4 7,0 7,6 4,7 1,0% 1.788 Rumo Logística RAIL3 C 16,00 13,02 22,9% 120,4 13,55 7,50 - 44,5 11,3 9,2 0,1% 20.797 Santos Brasil STBP3 N 4,00 3,49 14,6% - - 3,49 - - 19,0 13,8 0,0% 2.324
MATERIAIS
Duratex DTEX3 C 13,00 10,23 27,1% 19,1 10,76 6,17 - 22,9 13,0 8,8 0,7% 6.965
MINERAÇÃO
Vale VALE3 N 31,00 32,67 -5,1% 572,7 36,69 19,84 8,4 11,4 5,1 5,9 4,2% 176.675
PAPEL & CELULOSE
Fibria FIBR3 C 63,00 53,37 18,0% 87,7 54,15 22,56 13,9 8,1 7,8 5,9 1,1% 29.082 Klabin KLBN11 N 21,00 19,29 8,9% 33,9 20,00 13,33 15,9 13,1 11,1 9,6 2,5% 20.227 Suzano SUZB5 C 24,00 20,05 19,7% 69,1 21,19 9,86 9,3 6,8 6,6 5,5 1,5% 17.778 PETRÓLEO Petrobras PETR4 C 18,00 16,73 7,6% 557,6 18,49 11,59 8,6 6,4 5,5 4,9 0,0% 220.337 PETROQUÍMICO Ultrapar UGPA3 N 75,00 79,26 -5,4% 103,8 79,76 62,04 29,5 27,7 9,7 8,6 2,0% 43.844 *Empresas com preco alvo para 2017
Diário de Mercado
26/10/2017
C = Compra; V = Vender; N = Neutra; E.R = Em Revisão; R = Restrito Fonte: Bradesco BBI
Empresa Código Rec. Preço Alvo Preço Upside (R$ mm)Volume Máximo Mínimo Y ield (%) Valor de Mercado
dez-18 Último (%) Média 3m 12m 12m 17E 18E 17E 18E 17E (R$ mm)
SANEAMENTO C opasa C SMG3 C 57,00 41,43 37,6% 19,4 54,00 27,60 7,3 5,8 4,2 3,7 5,5% 5.180 Sabesp SBSP3 C 44,00 30,85 42,6% 48,9 35,81 25,25 8,6 7,3 7,1 6,2 2,9% 20.713 Sanepar SAPR4 C 18,00 10,40 73,1% 25,8 14,59 7,55 7,2 5,5 5,8 4,6 9,7% 5.098 SAÚDE Fleury FLRY3 N 32,00 30,24 5,8% 60,9 32,27 16,85 28,8 22,8 15,8 12,9 4,2% 9.630 Hermes Pardini PARD3 C 32,00 30,25 5,8% 9,7 32,90 17,98 29,8 20,4 15,7 12,8 2,7% 4.051 Hypermarcas HYPE3 N 33,00 33,60 -1,8% 70,8 35,21 21,10 24,3 19,9 16,2 14,9 1,0% 21.176 Qualicorp QUAL3 C 40,00 34,50 15,9% 73,4 38,93 16,17 21,6 17,4 9,6 8,6 4,2% 9.700 RaiaDrogasil RADL3 N 81,00 75,00 8,0% 65,3 81,29 55,84 48,9 38,4 22,2 18,3 1,0% 25.501 SERVIÇOS FINANCEIROS BM&FBovespa BVMF3 C 26,00 24,96 4,2% 187,4 25,09 14,66 26,1 21,8 18,4 16,1 3,1% 51.828 C ielo C IEL3 N 28,00 20,95 33,7% 150,0 26,75 19,79 13,9 13,8 11,5 11,1 4,5% 57.874 Multiplus MPLU3 N 43,00 39,00 10,3% 11,8 46,31 28,68 13,0 13,8 8,3 7,9 0,7% 6.408 Smiles SMLS3 C 110,00 87,24 26,1% - - 87,24 14,4 18,0 15,2 13,4 4,1% 11.496 Valid VLID3 N 22,00 18,64 18,0% 11,3 26,65 14,73 27,3 13,3 7,1 6,0 1,8% 1.366
SHOPPINGS E IMOBILIÁRIO COMERCIAL
Aliansce ALSC 3 N 17,00 18,12 -6,2% 11,4 19,47 12,95 36,5 32,8 13,9 12,9 0,5% 3.716 BR Malls BRML3 N 15,00 13,13 14,2% 65,8 15,39 8,70 - 23,1 15,2 13,8 0,0% 11.611 BR Properties * BRPR3 N 10,00 10,75 -7,0% 8,8 12,00 7,38 20,3 24,2 19,6 13,8 2,0% 4.416 Iguatemi IGTA3 C 41,00 39,77 3,1% 37,5 42,44 24,85 34,7 25,9 16,5 15,1 0,6% 7.104 JHSF JHSF3 N 2,00 2,19 -8,7% 3,1 3,10 1,30 neg 14,3 26,7 9,1 - 1.163 Multiplan MULT3 N 77,00 73,00 5,5% 57,6 78,88 53,19 35,4 26,7 17,9 15,3 0,7% 13.861 São C arlos SC AR3 N 34,00 38,41 -11,5% 1,3 41,49 24,28 - 45,3 16,4 15,2 0,2% 2.205
SIDERURGIA
Gerdau GGBR4 N 13,00 11,74 10,7% 113,8 14,61 8,24 19,2 32,3 8,5 7,7 1,3% 20.616 Usiminas USIM5 C 12,00 9,78 22,7% 161,0 10,58 3,60 46,2 20,2 10,0 7,2 0,5% 14.047
TECNOLOGIA, INTERNET E CALL CENTER
Linx LINX3 C 23,00 20,70 11,1% 11,6 21,71 15,53 31,2 27,5 21,5 19,3 1,5% 3.459 Totvs TOTS3 N 35,00 31,87 9,8% 11,2 32,97 20,91 26,5 22,3 16,2 14,5 1,6% 5.300
TELECOMUNICAÇÕES
Telefônica Brasil VIVT4 N 54,00 51,68 4,5% 73,1 52,75 38,62 17,8 13,9 5,8 5,3 5,6% 80.622 Tim TIMP3 C 13,00 12,33 5,4% 35,3 12,39 7,42 23,6 18,2 5,8 5,4 1,1% 29.539
VAREJO
B2W BTOW3 E.R - 22,53 - 41,4 26,54 9,44 - - - -Lojas Americanas LAME4 E.R - 17,66 - 89,1 21,45 13,20 - - - -Pão de Açucar PC AR4 N 80,00 79,40 0,8% 68,5 81,39 47,56 30,2 21,2 4,1 3,4 1,4% 21.163 Magazine Luiza MGLU3 C 73,00 65,68 11,1% 146,7 87,30 8,35 41,6 30,8 13,6 12,3 0,6% 13.075 Via Varejo VVAR11 C 28,00 23,20 20,7% 49,5 25,70 7,45 36,2 15,5 5,6 4,0 0,7% 10.346 C arrefour C RFB3 C 21,00 16,03 31,0% 53,2 17,08 14,10 21,7 15,7 10,1 8,5 - 32.049 *Empresas com preco alvo para 2017
Diário de Mercado
26/10/2017
Este relatório foi preparado pelas equipes de análise de investimentos da Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (“Ágora”) bem como da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Bradesco Corretora”), sociedades controladas pelo Banco Bradesco BBI S.A. (“BBI”). O presente relatório se destina ao uso exclusivo do destinatário, não podendo ser, no todo ou em parte, copiado, reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Ágora e da Bradesco Corretora.
Este relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações e não representa uma oferta de compra e venda ou solicitação de compra e venda de qualquer instrumento financeiro. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Ágora ou da Bradesco Corretora garantia de exatidão dos dados factuais utilizados. As opiniões, estimativas, projeções e premissas relevantes contidas neste relatório são baseadas em julgamento do(s) analista(s) de investimento envolvido(s) na sua elaboração (“analistas de investimento”) e são, portanto, sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado.
Declarações dos analistas de investimento envolvidos na elaboração deste relatório nos termos do art. 17 da Instrução CVM 483:
O(s) analista(s) de investimento declara(m) que as opiniões contidas neste relatório refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Ágora, à Bradesco Corretora, ao BBI e demais empresas do Grupo Bradesco.
A remuneração do(s) analista(s) de investimento está, direta ou indiretamente, influenciada pelo resultado proveniente dos negócios e operações financeiras realizadas pela Ágora, Bradesco Corretora e BBI.
Declarações nos termos do art. 18 da Instrução CVM 483, referentes às empresas cobertas pelos analistas de investimento da Ágora e Bradesco Corretora:
O Banco Bradesco S.A. tem participação acionária indireta, por meio de suas subsidiárias, acima de 5% nas empresas Cielo S.A. e Fleury S.A.. A BRADESPAR S.A., cujo grupo controlador é composto pelos mesmos acionistas que controlam o Bradesco, tem participação acima de 5% na VALE S.A..
Ágora, Bradesco Corretora, Bradesco BBI e demais empresas do grupo Bradesco têm interesses financeiros e comerciais relevantes em relação ao emissor ou aos valores mobiliários objeto de análise.
O Bradesco BBI está participando como coordenador na oferta de distribuição pública de ações da Camil Alimentos S.A., Eneva S.A., Vulcabras Azaleia
S.A. e Neoenergia S.A..
Nos últimos 12 meses, o Bradesco BBI participou como coordenador nas ofertas públicas de distribuição de títulos e valores mobiliários das companhias: Companhia de Saneamento do Paraná - Sanepar, Movida S.A., Instituto Hermes Pardini S.A., Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A., CCR S.A., Lojas Americanas S.A., BR Properties S.A., AES Tietê Energia S.A., BR Malls Participações S.A., Omega Geração S.A., Atacadão S.A., IRB-Brasil Resseguros S.A., Rumo S.A., Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A., Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás, Magazine Luiza S.A., B3 S.A., Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A., Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. Usiminas, CPFL Energia S.A., Sabesp, Concessionária do Sistema Anhanguera-Bandeirantes S.A., Localiza Rent a Car S.A., Companhia Brasileira de Distribuição, Natura Cosméticos S.A. e MRV Engenharia e Participações S.A..
Nos últimos 12 meses, a Ágora e/ou a Bradesco Corretora participaram, como instituições intermediárias, das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários das companhias: Instituto Hermes Pardini S.A., SANEPAR, Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A., CPFL, Concessionária do Sistema Anhanguera-Bandeirantes S.A., Camil Alimentos S.A., Autoban, Movida S.A., Atacadão S.A., Omega Geração S.A., IRB Brasil Resseguros S.A..
A Bradesco Corretora recebe remuneração por serviços prestados como formador de mercado de ações da Fomento Economico Mexicano FEMSA (FMXB34), Vanguarda Agro S.A. (VAGR3), Helbor Empreendimentos S.A. (HBOR3) e Alpargatas S.A. (ALPA4).
Diário de Mercado
26/10/2017
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