GEOGRÁFICO
PORTUGUÊS
Vértice geodésico de 1.ª ordem
Distrito de Castelo Branco, concelho de Vila de Rei, freguesia de Vila de Rei Coordenadas: Latitude 39º 41’ 40,2’’ N Longitude 08º 07’ 50,0’’ O
Série Cartográfi ca Nacional 50K - Folha 24C
No topo da serra da Melriça ergue-se o vértice geodésico com o mesmo nome. Materializado numa pirâmide de alvenaria de base quadrada, foi construído em 1802 e é o Centro Geodésico de Portugal Continental. A cerca de 30 metros a Norte-Nordeste da pirâmide, encontra-se um moderno edifício que alberga o Museu de Geodesia, inaugurado em 2002.
O Director-Geral do Instituto Geográfico Português
ÍNDICE
Pág.
Índice de Gráficos 3
I – INTRODUÇÃO 5
II – RECURSOS HUMANOS 8
2.1. Relação Jurídica de Emprego 9
2.2. Estrutura Etária 12
2.3. Nível de Antiguidade 15
2.4. Trabalhadores Portadores de Deficiência 16
2.5. Estrutura Habilitacional 18
2.6. Movimento de Entradas 21
2.7. Movimento de Saídas 22
2.8. Balanço Final de Fluxos 24
2.9. Mudanças de Situação dos Trabalhadores 27
2.10. Postos de Trabalho previstos e não Ocupados 29
2.11. Horários de Trabalho 31
2.12. Trabalho Extraordinário, Nocturno e em Dias de Descanso e Feriados 34
2.13. Absentismo 36
2.14. Greve e Actividade Sindical 56
2.15. Disciplina 58
III – REMUNERAÇÕES 59
3.1. Encargos com Pessoal 60
IV – HIGIENE E SEGURANÇA 66
4.1. Acidentes de Trabalho 67
V – FORMAÇÃO 68
5.1. Acções de Formação 69
VI – ACÇÃO SOCIAL 77
6.1. Modalidades de Apoio Social 78
VII – TABLEAUX DE BORD 80
VIII – FORMULÁRIO DE ACORDO COM O DECRETO-LEI Nº190/96, DE 9 DE
OUTUBRO 83
ÍNDICE DE GRÁFICOS
Pág.
Gráfico 1 – Efectivos por relação jurídica de emprego em função carreira/cargo 9
Gráfico 2 – Efectivos por grupo etário em função do género 13
Gráfico 3 – Efectivos por grupo etário em função do género % 13
Gráfico 4 – Efectivos por nível de antiguidade em função do género 14
Gráfico 5 – Trabalhadores portadores de deficiência em % 17
Gráfico 6 – Efectivos por nível de escolaridade em função do género 19
Gráfico 7 – Efectivos por nível de escolaridade em % 19
Gráfico 8 – Efectivos admitidos durante o ano 21
Gráfico 9 – Efectivos saídos durante o ano 23
Gráfico 10 – Efectivos saídos durante o ano em % 23
Gráfico 11 – Motivos de saída 24
Gráfico 12 – Balanço final de fluxos 25
Gráfico 13 – Mudanças de situação dos trabalhadores, por cargo/carreira, segundo o motivo 27
Gráfico 14 – Mudanças de situação dos trabalhadores, por cargo/carreira, segundo o motivo,
em % 28
Gráfico 15 – Procedimentos concursais de recrutamento iniciados em 2009, por carreira e
número de postos de trabalho 30
Gráfico 16 – Cargo/carreira por tipo de horário 31
Gráfico 17 – Tipos de horário em função do cargo/carreira em % 32
Gráfico 18 – Modalidades de horário praticadas 32
Gráfico 19 – N.º de horas de trabalho extraordinário diurno e nocturno e em dias de descanso
complementar, em horas 34
Gráfico 20 – Dias de ausência em função do género 37
Gráfico 21 – Dias de ausência ao trabalho durante o ano, por cargo/carreira, segundo o
motivo
.
38
Gráfico 22 – Dias de ausência segundo os motivos 39
Gráfico 23 – Dias trabalháveis - Proporção entre os dias de ausência e os dias trabalhados 39
Gráfico 24 – Ausências – Apoio à Direcção 42
Gráfico 25 – Ausências verificadas na DSGC, consoante os motivos 43
Gráfico 26 – Ausências verificadas na DSIC, consoante os motivos 44
Gráfico 28 – Ausências verificadas na DSPR, consoante os motivos Gráfico 29 – Ausências verificadas na DSGRI, consoante os motivos
46 47
Gráfico 30 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Norte, consoante os motivos 48
Gráfico 31 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Centro, consoante os motivos 49
Gráfico 32 – Ausências verificadas na Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo,
consoante os motivos
50
Gráfico 33 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Alentejo, consoante os motivos 51 Gráfico 34 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Algarve, consoante os motivos Gráfico 35 – Absentismo verificado por unidade orgânica
Gráfico 36 – Comparativo taxa greve/taxa sindicalização
Gráfico 37 – Intervalo das remunerações mensais consoante o género
52 53 57 61
Gráfico 38 – Distribuição dos suplementos remuneratórios Gráfico 39 – Distribuição das prestações sociais
Gráfico 40 – Salário Médio
Gráfico 41 – Acções de formação, consoante o tipo e a respectiva duração Gráfico 42 – Numero de participações em acções de formação durante o ano, por
cargo/carreira
Gráfico 43 – Número de participantes em acções de formação durante o ano, por
cargo/carreira
Gráfico 44 – Número de horas dispendidas em acções de formação por cargo/carreira Gráfico 45 – Encargos com prestações sociais
62 64 65 69 71 72 74 78
1. Introdução
De acordo com o disposto no artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 190/96, de 9 de Outubro, Os serviços e
organismos da administração pública central, regional e local, incluindo os institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados e fundos públicos que, no termo de cada ano civil, tenham um mínimo de 50 trabalhadores ao seu serviço, qualquer que seja a respectiva relação jurídica de emprego, devem elaborar anualmente o seu balanço social com referência a 31 de Dezembro do ano anterior.
Conforme estabelece o n.º 1 do artigo 2.º do sobredito diploma legal, a informação a incluir pelos serviços e organismos no balanço social é a prevista no formulário anexo ao mesmo, podendo ser adicionados os indicadores, taxas, quadros e gráficos que incrementem a sua qualidade informativa.
Nos termos do previsto no n.º 1 do artigo 4.º do citado Decreto-Lei, o balanço social de cada serviço e
organismo deve ser enviado pelo membro do Governo competente, até 15 de Abril de cada ano, ao membro do Governo que tiver a seu cargo a Administração Pública, que promoverá o seu adequado tratamento estatístico, devendo ainda ser remetido à respectiva Secretaria-Geral e dado a conhecer a
todos os trabalhadores mediante a sua afixação nos locais de trabalho e divulgado mediante a utilização de suporte informático.
Neste quadro de análise, o Balanço Social do Instituto Geográfico Português (IGP) reportado ao ano de 2009, foi, à semelhança do que vem sucedendo nos anos transactos, elaborado em conformidade com o estabelecido no Decreto-Lei n.º 190/96, de 9 de Outubro.
Enquanto instrumento de planeamento e de gestão, o Balanço Social tem como objectivo primordial demonstrar o grau de responsabilidade social assumido, e deste modo, reflectir a realidade existente e os aspectos mais significativos nas organizações em matéria de gestão de recursos humanos.
O Balanço Social assume-se, assim, como um instrumento fundamental de gestão no suporte à tomada de decisão em matéria de recursos humanos, bem como na aferição dos aspectos sociais da organização e respectivo enquadramento no contexto social do sector económico em que se insere.
De sublinhar que, na sequência da novos Regimes de Vínculos, Carreiras e Remunerações, aprovada pela Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro (LVCR), e da subsequente revisão de determinadas
carreiras, foram disponibilizados pela Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), novos mapas que vêm substituir os formulários previstos no n.º 1 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 190/96, de 9 de Outubro.
Compreendendo que a novidade das matérias nem sempre possibilita, ab initio, a adopção das mais adequadas metodologias, não podemos deixar de destacar o facto de os denominados mapas obrigatórios, ao contrário do que sucedia do antecedente, contemplarem uma multiplicidade de carreiras, não sendo, porém, passíveis de serem editados, o que acarreta que cada organismo, independentemente do facto de apenas possuir no respectivo mapa de pessoal, alguns tipos de carreiras, tenha de fazer constar do respectivo Balanço Social o elenco alargado daquelas, tornando o referido documento demasiado extenso, sem que tal extensão corresponda à caracterização dos recursos humanos do organismo em causa.
Em cumprimento do disposto no n.º 1, do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 190/96, o Balanço Social do IGP tem como base os formulários anexos ao referido diploma legal, sendo que a informação neles vertida foi retirada do Sistema de Recursos Humanos (SRH), em funcionamento neste organismo, contendo, ainda, outros mapas e gráficos destinados a complementarem a informação constante dos citados formulários e, sempre que pertinente, uma análise comparativa com os elementos atinentes ao ano de 2008.
A leitura do presente Balanço Social deverá ter subjacente, as transformações ocorridas nos últimos anos, na sequência das quais o IGP foi integrado na Administração Central do Estado, tendo-lhe sido cometido o papel de autoridade nacional de geodesia, cartografia e cadastro.
Concomitantemente, o IGP viu reforçado o conjunto das respectivas atribuições, assumindo-se como o organismo que, por excelência no seio do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, é responsável pela execução da política nacional de informação geográfica e pelo desenvolvimento do Sistema Nacional de Informação Geográfica.
Neste contexto, o leque mais abrangente da actividade do IGP é orientada por projectos que integram um conjunto de acções com um elevado grau de especialização e permanente necessidade de actualização de conhecimentos dos seus recursos humanos, razão pela qual, o entendimento que vem sendo perfilhado é o de que os recursos humanos que lhe estão afectos constituem o seu principal activo, razão pela qual, a análise dos resultados das políticas de estratégia e de gestão adoptadas e ainda das tendências de evolução dos efectivos assume-se como fundamental.
2 – Recursos Humanos
2.1 – Relação Jurídica de Emprego - Número de trabalhadores distribuídos por cargo/carreira, segundo a modalidade de vinculação e género
CT em Funções Públicas por tempo indeterminado Comissão de Serviço no âmbito da LVCR TOTAL Grupo/cargo/carreira / Modalidades de vinculação M F M F M F TOTAL Dirigente Superior 2 1 2 1 3 Dirigente Intermédio 11 10 11 10 21 Técnico Superior 34 27 34 27 61 Assistente Técnico 77 62 77 62 139 Assistente Operacional 7 10 7 10 17 Informático 3 4 3 4 7
Pessoal de Investigação Científica 3 3 3 3 6
Total 124 106 13 11 137 117 254
Gráfico 1 – Relação jurídica de emprego em função de Carreira/Cargo
0 20 40 60 80 100 120 140 Dirigente Superior Dirigente Intermédio Investigador Téc. Superior Informático Assist. Técnico Assist. Operacional Comissão de Serviço LVCR CTFPTI
2.1.1 – Indicadores
Taxa de Feminização N.º Efectivos sexo feminino/Efectivo Global*100= 46,1%
Taxa de Masculinização N.º Efectivos sexo masculino/Efectivo Global*100= 53,9%
Taxa de Enquadramento de
Pessoal Dirigente e Coordenação N.º Dirigentes+Coordenação/Efectivo Global*100= 11,0%
Taxa de Feminização de Pessoal
Dirigente N.º Efectivos dirigentes do sexo ♀/Total Dirigentes*100= 45,8%
Taxa de Masculinização de Pessoal
Dirigente N.º Efectivos dirigentes do sexo ♂/ Total Dirigentes*100= 54,2%
Taxa de Tecnicidade (sentido
restrito) Nº Dirigentes+ Téc. Sup +Esp.Infor /Efectivo Global*100= 34,3%
Taxa de Tecnicidade (sentido lato) N.º Téc. Sup +Esp.Infor.+ Téc Infor+Assist.Técnico/Efectivo Global*100= 90,9%
Taxa de Pessoal Técnico Superior (Téc. Sup. + Especialista
Informática) N.º Téc. Sup.+ Esp.Infor./Efectivo Global*100= 24,8%
Taxa de Pessoal AssitenteTécnico
(Assit.Técnico+ Técnico Inform.) N.º Téc Infor+Assist.Técnico /Efectivo Global*100= 56,7%
Taxa de Pessoal Assistente
2.1.2 - Análise
Em 31 de Dezembro de 2009, o número de trabalhadores do IGP, ascendia a 254, por oposição aos 267 existentes em igual data do ano anterior, sendo a sua distribuição quase equitativa, 46,1 % (117) do sexo ♀ e 53,9% (137) do sexo ♂.
Desde logo, cumpre evidenciar a redução crescente e, por conseguinte, preocupante do número de efectivos afectos ao IGP.
Em relação ao ordenamento do número de efectivos por carreiras, concluí-se que a de Assistente Técnico foi a mais representativa, com 139 efectivos (56,7%), seguida, ainda que distanciada, pela carreira de Técnico Superior, com 61 efectivos (24,8).
Daqui resulta que, o número de efectivos integrados na carreira de Técnico Superior é manifestamente insuficiente face à complexidade das missões cometidas ao IGP.
A taxa de tecnicidade em sentido lato foi elevada, situando-se nos 90,9%, devido essencialmente ao peso das carreiras de Técnico Superior, Informática e de Assistente Técnico.
Constata-se, assim, que em termos absolutos no ano de 2009, registou-se uma diminuição de 13 trabalhadores em relação ao número apresentado em 2008, que totalizava 267, reflectida sobretudo ao nível das carreiras de Assistente Técnico e de Técnico Superior devido, nomeadamente, às transições para a situação de aposentação, não compensadas com novos recrutamentos.
No que respeita à modalidade de vinculação, cumpre referir que todos os trabalhadores do mapa de pessoal do IGP se encontram vinculados, na sua situação de origem, em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, com excepção de 4 titulares de cargos dirigentes (2 titulares de cargos de direcção superior e 2 titulares de cargos de direcção intermédia) que se encontram vinculados em regime de nomeação.
No que respeita à distribuição pelo género constata-se que, quer ao nível dos trabalhadores, quer ao nível dos titulares de cargos dirigentes, há um número superior de homens, no entanto a diferença não é expressiva, situando-se a taxa de masculinização em 53,9% e a de feminização em 46,1%.
2.2 – Estrutura Etária Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica Total M 0 F 0 M 0 F 0 M 0 F 0 M 4 3 7 F 1 2 2 5 M 4 2 4 10 F 3 7 1 11 M 1 3 2 6 1 13 F 1 3 9 6 2 21 M 3 21 2 1 2 29 F 1 19 3 3 26 M 1 2 9 25 4 1 42 F 1 4 12 1 2 20 M 2 6 17 1 26 F 4 23 3 1 31 M 7 1 1 9 F 2 1 3 M 1 1 F 0 M 0 F 0 M 2 11 34 77 7 3 3 137 F 1 10 27 62 10 4 3 117 3 21 61 139 17 7 6 254 70 e mais TOTAL TOTAL 50-54 55-59 60-64 65-69 30-34 35-39 40-44 45-49 Cargo/carreira / Escalão etário e género Menos de 20 anos 20-24 25-29
Gráfico 2 – Efectivos por grupo etário em função do género 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 25-29 30-34 35-39 40-44 45-49 50-54 55-59 60-64 65-69 70 H M
Gráfico 3 – Efectivos por grupo etário em função do género em %
0% 20% 40% 60% 80% 100% 25-29 30-34 35-39 40-44 45-49 50-54 55-59 60-64 65-69 70 Total H M
2.2.1 - Indicadores
Nível Médio Etário
Geral ∑ das idades/Efectivo Global = 49,2
Leque Etário Idade do efectivo mais jovem ( 32 anos) = 2,1 Idade do efectivo mais idoso (67 anos)/
Taxa de
envelhecimento Efectivos com mais 55 anos/Efectivo global *100= 23,6%
2.2.2 - Análise
A idade média calculada a partir do somatório das idades dos efectivos correspondeu a 49,2 anos.
A classe modal mais representativa da globalidade dos efectivos encontra-se compreendida entre os 50-54 anos.
Efectuando uma análise por géneros pode verificar-se que, relativamente ao género ♀ a classe modal situa-se no intervalo entre os 55-59 anos, e no que respeita ao género ♂ situa-se no intervalo entre os 45-49.
O leque etário foi de 2,1%, apresentando o trabalhador com maior idade, 67 anos e o mais jovem, 32 anos.
A distribuição etária apresentada evidencia um efectivo tendencialmente envelhecido, sendo que 23,6% dos trabalhadores do mapa de pessoal do IGP apresenta mais de 55 anos de idade.
Pela análise dos dados em apreço, constata-se um aumento em 1,5 percentual do nível médio etário geral em relação ao pretérito ano de 2008, o que reforça a tendência de envelhecimento da estrutura etária do IGP.
2.3 –Trabalhadores por cargo/carreira, segundo o nível de antiguidade e género Grupo/cargo/carreira/ Tempo de serviço Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica Total M 2 2 4 até 5 anos F 1 1 M 3 6 9 18 5 - 9 F 3 8 3 14 M 2 1 2 5 10 - 14 F 1 3 7 3 1 15 M 2 2 1 1 1 2 9 15 - 19 F 1 2 5 2 3 13 M 1 3 13 1 1 19 20 - 24 F 3 11 3 2 19 M 2 10 36 3 51 25 - 29 F 1 3 19 3 26 M 1 1 7 4 2 15 30 - 34 F 1 3 3 1 8 M 1 2 9 1 1 14 35 - 39 F 1 18 1 1 21 M 1 1 2 40 ou mais anos F 0 M 2 11 34 77 7 3 3 137 TOTAL F 1 10 27 62 10 4 3 117 TOTAL 3 21 61 139 17 7 6 254
Gráfico 4 – Efectivos por nível de antiguidade em função do género
até 5 anos 5-9 10 - 14 15-19 20-24 25-29 30-34 35-39 40 ou mais anos M F 0 10 20 30 40 50 60 M F
2.3.1 - Indicadores
Nível Médio Antiguidade ∑ das Antiguidades/Total de Funcionários = 23,4 anos
2.3.2 - Análise
O nível médio de antiguidade cifra-se em 23,4 anos, sendo que o intervalo mais representativo em termos desta variável situa-se entre os 25-29 anos.
Em relação às estruturas de antiguidade, verificou-se que 77 trabalhadores encontravam-se no grupo compreendido entre os 25-29 anos de função pública, sendo que os intervalos 20-24 e 35-39, apresentam valores relevantes, 38 e 35, respectivamente, o que evidencia um desequilíbrio face a uma desejável distribuição uniforme de efectivos em matéria de antiguidades.
Com efeito, face ao quadro descrito importa implementar uma gestão previsional de carreiras de forma a provir este IGP com uma estrutura sólida e equilibrada de recursos humanos e, assim, assegurar futuramente o cumprimento cabal das missões que lhe estão cometidas.
Apenas 5 trabalhadores detêm menos de 5 anos de antiguidade e 32 estavam integrados no grupo de pessoal entre os 5-9 anos.
2.4 – Trabalhadores portadores de deficiência
Homens Mulheres Total
Trabalhadores
Deficientes 1 4 5
Gráfico 5 – Trabalhadores portadores de deficiência em %
Homens - 1
Mulheres - 4
2.4.1 - Indicadores Taxa Trabalhadores
Deficientes Total Efectivos Deficientes/Efectivo Global*100= 2,0%
2.4.2 - Análise
Do cômputo de 254 efectivos, cinco são pessoas portadoras de deficiência, representando 2,0% do total de efectivos.
A análise destes trabalhadores segundo o género e carreira profissional revela que a presença de deficientes do género ♀ é superior à verificada em relação ao género ♂, sendo a carreira de Assistente Técnico aquela que apresentou um maior nível de integração de efectivos portadores de deficiência (4), face à carreira de Técnico Superior com 1 trabalhador.
2.5 – Trabalhadores por cargo/carreira, segundo o nível de escolaridade e género Cargo/carreira / Habilitação Literária Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica Total M 0 Menos de 4 anos de escolaridade F 0 M 2 2 4 anos de escolaridade F 3 4 7 M 3 4 7 6 anos de escolaridade F 8 8 M 28 1 1 30 9.º ano ou equivalente F 23 2 25 M 19 19 11.º ano F 8 8 M 23 1 24 12.º ano ou equivalente F 18 3 3 24 M 15 4 19 Bacharelato F 1 2 3 M 1 10 18 1 1 31 Licenciatura F 1 10 23 1 1 1 37 M 1 1 2 Mestrado F 3 3 M 1 2 3 Doutoramento F 2 2 M 2 11 34 77 7 3 3 137 TOTAL F 1 10 27 62 10 4 3 117 Total 3 21 61 139 17 7 6 254
Gráfico 6 – Efectivos por nível de escolaridade em função do género 0 5 10 15 20 25 30 35 40 4 an os 6 an os 9 an os 11 a nos 12 a nos Bach arela to Licen ciatu ra Mes trado Dout oram ento H M
Gráfico 7 – Efectivos por nível de escolaridade em % 2009
4 anos 4% 6 anos 6% 9 anos 21% 11 anos 11% 12 anos 19% Bacharelato 9% Licenciatura 26% Mestrado 2% Doutoramento 2%
2.5.1 - Indicadores Taxa de Formação Superior Total de Doutoramentos+Mestrados+Licenciaturas+Bacharelatos /Efectivo Global*100= 39,4% Taxa de Formação
Secundária Total de Efectivos do 9º ao 12º ano/Efectivo Global*100= 51,1%
Taxa de Formação
Básica Total de Efectivos do 4º ao 6º ano/Efectivo Global*100= 9,4%
2.5.2 - Análise
Os valores da estrutura habilitacional do IGP reflectem o peso da carreira de Técnico Superior e da carreira de Investigação Científica no global dos efectivos, assumindo o grau de licenciatura a maior representatividade com 26%, seguido da classe correspondente ao nível habilitacional de nove anos de escolaridade, com 21%.
A percentagem de trabalhadores com 12 anos de escolaridade fixou-se nos 19%, com 11 anos de escolaridade nos 12% e com 9 anos de escolaridade nos 21%.
Salienta-se que o IGP não tem ao seu serviço qualquer trabalhador com menos de 4 anos de escolaridade, tendo 9 trabalhadores com 4 anos de escolaridade, o que corresponde a 4% do número total de trabalhadores, traduzindo uma diminuição face aos 5% existentes em 2008.
No período em análise o IGP tinha ao seu serviço, 5 trabalhadores detentores do grau de mestre e outros 5 com doutoramento.
Para o aumento do nível de escolaridade dos trabalhadores do IGP contribuiu a adesão destes à iniciativa “Novas Oportunidades – Certificação e Validação de Competências”, a qual permitiu a diversos trabalhadores do IGP o aumento do nível de escolaridade.
2.6 – Fluxos – Movimento de Entradas
Trabalhadores admitidos e regressados durante o ano, por cargo/carreira e género, segundo o modo de ocupação do posto de trabalho ou modalidade de vinculação
M F M F M F M F Dirigente Intermédio 1 1 1 1 2 Técnico Superior 1 1 0 1 Assistente Técnico 1 0 1 1 Total 0 1 1 1 1 0 2 2 4 TOTAL Grupo/cargo/carreira/
Modos de ocupação do posto de trabalho
Procedimento
concursal Comissão de serviço Outras situações TOTAL
Gráfico 8 – Efectivos admitidos durante o ano
Dirigen te Interm édio Técnico Super ior Assiste nte Téc nico Procedimento Concursal Comissão de Serviço Outras 1 2 1 0 1 2
2.7 – Fluxos – Movimento de Saídas
2.7.1 - Saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço, por cargo/carreira, segundo o motivo de saída e género
M F M F M F M F M F Dirigente Superior 0 0 0 Dirigente Intermédio 1 1 0 1 Técnico Superior 0 0 0 Assistente Técnico 0 0 0 Assistente Operacional 0 0 0 Informático 0 0 0
Pessoal de Investigação Científica 0 0 0
Total 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1
Total Outros TOTAL
Grupo/cargo/carreira/ Motivos de saída (durante o ano)
Reforma/ /Aposentação Exoneração a pedido do trabalhador Fim da situação de mobilidade interna
2.7.2 - Saídas de trabalhadores contratados, por cargo/carreira, segundo o motivo de saída e género M F M F M F M F M F Dirigente Superior 0 0 0 Dirigente Intermédio 0 0 0 Técnico Superior 1 1 1 1 2 3 Assistente Técnico 3 4 3 4 7 Assistente Operacional 1 2 1 2 3 Informático 1 0 1 1
Pessoal de Investigação Científica 0 0 0
Total 5 7 0 0 0 0 0 2 5 9 14
Grupo/cargo/carreira / Motivos de saída (durante o ano)
Reforma/
/Aposentação Limite de idade
Fim da situação de cedência de interesse
público
Outros TOTAL
Gráfico 9 – Efectivos saídos durante o ano 0 1 3 7 3 1 14 0 2 4 6 8 10 12 14
Dirigente Assist. Técn. Inform. TOTAL
Contratados Nomeados ou Comissão de Serviço
Gráfico 10 – Efectivos saídos durante o ano em %
Contratados 93% Nomeados ou Comissão de Serviço 7%
Gráfico 11 - Motivo saída
12 1
2
Reforma/ Aposentação Exoneração a pedido do trabalhador Outros
2.8 – Fluxos - Balanço Final ↑↓ por cargo/carreira
Grupo/cargo/carreira/ Motivos de saída (durante o ano)
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica TOTAL↓↑ Entrada↓ 2 1 1 4 Saída↑ 1 3 7 3 1 15
Gráfico 12 – Balanço final de fluxos Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica TOTAL↓↑ Entrada↓ Saída↑ 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Entrada↓ Saída↑ 2.8.1 - Indicadores
Taxa de Admissão Nº Efectivos Admitidos até 31-12-09/Efectivo Global*100= 1,6%
Taxa de Saídas Nº Efectivos Saídos até 31-12-09/Efectivo Global*100= 5,9%
2.8.2 - Análise
No ano em análise registaram-se 4 entradas para o mapa de pessoal e 15 saídas.
De entre as saídas, 12 foram motivadas por transições para a situação de aposentação, 1 na sequência de um pedido de exoneração de um cargo de direcção intermédia do 1.º grau e outra subjacente ao provimento de um cargo dirigente com a concomitante libertação de um lugar no mapa de pessoal afecto à carreira de Técnico Superior. Verificou-se, ainda, a saída de uma Especialista de Informática para o desempenho de funções fora do organismo.
No que concerne às entradas, verificou-se o provimento de 2 cargos de direcção intermédia do 1.º e do 2.º grau respectivamente, tendo-se verificado o regresso de 1 Técnico Superior ao exercício de funções na carreira de origem, em virtude da cessação de funções dirigentes neste organismo, e o recrutamento de 1 Assistente Técnico, traduzindo-se, ainda assim, num decréscimo efectivo de 11 trabalhadores.
O maior número de saídas verificou-se ao nível da carreira de Assistente Técnico (7), seguida das carreiras de Técnico Superior (3) e de Assistente Operacional (3).
.
A taxa de admissão foi de 1,6% e a de saída de 5,9%.
Em resultado das medidas gestionárias aplicadas verificou-se uma melhoria substantiva do clima organizacional traduzido num decréscimo acentuado dos níveis de turn over, o qual se situou nos 3,7% pontos percentuais.
No que concerne ao conceito de turn over importa ter presente que o mesmo traduz o dinamismo do fluxo de entradas e saídas, pelo que, este índice não deve ser nem muito baixo (revela que a organização não desenvolve esforços no sentido de melhorar o potencial humano existente), nem muito alto (porquanto denota que a organização não consegue reter o seu pessoal o que implica instabilidade e envolve custos de vária ordem).
Não obstante as medidas implementadas, as quais se reflectiram no decréscimo do numero de saídas verificadas (15) comparativamente às ocorridas no ano de 2008 (35), tal número é deveras significativo face à já muito depauperada estrutura de recursos humanos afectos a este organismo.
Com efeito, os 254 trabalhadores existentes em 31.12.2009, são manifestamente insuficientes para que o IGP continue a cumprir cabalmente as inúmeras e complexas missões que lhe estão cometidas, importando que, com a urgência que a situação exige, sejam adoptadas medidas concretas tendentes ao reforço do número de efectivos integrados no respectivo mapa de pessoal.
2.9 – Mudanças de situação dos trabalhadores, por cargo/carreira, segundo o motivo e género
M F M F M F M F M F Dirigente Superior a) 0 0 0 Dirigente Intermédio a) 1 1 1 2 1 3 Técnico Superior 1 1 0 1 Assistente Técnico 4 4 1 4 5 9 Assistente Operacional 2 0 2 2 Informático 0 0 0
Pessoal de Investigação Científica 1 1 1 1 2
Total 1 1 6 6 1 2 0 0 8 9 17
Grupo/cargo/carreira/ Tipo de mudança
Promoções
(carreiras não revistas e carreiras subsistentes)
Alteração obrigatória do posicionamento remuneratório (1)
Procedimento concursal Outros TOTAL
Total
Gráfico 13 – Mudanças de situação dos trabalhadores, por cargo/carreira, segundo o motivo
2 0 1 1 8 2 2 1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica
Gráfico 14 – Mudanças de situação dos trabalhadores, por cargo/carreira, segundo o motivo em % 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Dirigente Int. Téc. Sup. Ass.Técnico Assit. Oper. Invest.
Promoções Alt eração obrigat ória pos.remunerat ório Procediment o concur sal
2.9.1 - Indicadores
Taxa de mudança de situação Nº mudanças de situação/Efectivo Global*100= 6,7%
2.9.2 - Análise
Em virtude da entrada em vigor da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro (LVCR), as alterações na estruturação e desenvolvimento das carreiras dos trabalhadores em regime de contrato de trabalho em funções públicas passaram a traduzir-se em mudanças de posição remuneratória, tendo-se, porém, operado ainda a promoção de 2 trabalhadores da carreira de Investigação Científica, porquanto a carreira em apreço ainda não foi objecto de revisão.
Para além da promoção de 2 trabalhadores integrados na carreira de Investigação Científica, promovidos da categoria de investigadores auxiliares para a categoria de investigadores principais, verificou-se que 15 trabalhadores viram alterada a respectiva posição remuneratória.
De entre as 15 alterações verificadas, 12 efectivaram-se na sequência da acumulação de 10 pontos em sede de aplicação do processo de avaliação do desempenho, tendo por base o disposto na LVCR, enquanto as restantes 3 resultaram de procedimentos concursais, 2 tendentes ao provimento de cargos de direcção intermédia e 1 tendente ao recrutamento de trabalhadores em situação de mobilidade especial.
De sublinhar que não houve lugar qualquer alteração de posição remuneratória por opção gestionária.
2.10 - Postos de trabalho previstos e não ocupados durante o ano, por cargo/carreira, segundo a dificuldade de recrutamento Grupo/cargo/carreira/ Dificuldades de recrutamento Não abertura de procedimento concursal Impugnação do procedimento concursal Falta de autorização da entidade competente Procedimento concursal improcedente Procedimento concursal em desenvolvimento Total Dirigente Superior 0 Dirigente Intermédio 0 Técnico Superior 3 3 6 Assistente Técnico 2 6 8 Assistente Operacional 2 1 3 Informático 3 3
Pessoal de Investigação Científica 0
Gráfico 15 - Procedimentos concursais de recrutamento iniciados em 2009, por carreira e número de postos de trabalho
3 2 2 3 3 6 1 Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Procedimento concursal em desenvolvimento Não abertura de procedimento concursal 2.10.1 - Análise
No período em análise e não obstante o IGP não dispor de verba nas rubricas afectas às alíneas B0.00 (recrutamento para novos postos de trabalho), a transição de um número significativo de trabalhadores para a situação de aposentação motivou uma exposição à 4.ª Delegação da Direcção-Geral do Orçamento, no sentido de ser confirmada a existência de cabimento orçamental para recrutamento de trabalhadores a abonar pelas rubricas afectas às alíneas A0.00 (pessoal do quadro), uma vez que os encargos decorrentes dos abonos devidos aos trabalhadores entretanto aposentados se encontravam cabimentados até ao final do ano de 2009.
Atenta o quadro de acentuada carência de recursos humanos que vem afectando o IGP, a 4.ª Delegação da Direcção-Geral do Orçamento acolheu o entendimento preconizado, tendo confirmado a existência de cabimento orçamental para o recrutamento de 1 trabalhador a integrar na carreira de Assistente Operacional; 6 trabalhadores a afectar à carreira de Assistente Técnico e 3 trabalhadores para a carreira de Técnico Superior, tendo os procedimentos concursais de recrutamento sido iniciados
no final de 2009, sem que, atenta a tramitação a que deve obedecer tais procedimentos, os mesmos fossem concluídos até 31.12.2009.
2.11 – Horários de trabalho em função carreira e género
M F M F M F M F M F M F Dirigente Superior 2 1 2 1 3 Dirigente Intermédio 11 10 11 10 21 Técnico Superior 26 9 7 12 4 1 2 34 27 61 Assistente Técnico 70 49 5 10 3 2 77 62 139 Assistente Operacional 6 8 1 2 7 10 17 Informático 3 2 1 1 3 4 7
Pessoal de Investigação Científica 1 1 3 1 3 3 6
Total 106 68 14 26 0 9 4 3 13 11 137 117 254
Total
Grupo/cargo/carreira Rígido Flexível Jornada contínua Específico Isenção de horário TOTAL
Gráfico 16 – Cargo/carreira por tipo de horário
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica
Rígido Flexível Jornada contínua Específico Isenção de horário
Gráfico 17 – Tipos de horário em função do cargo/carreira em % 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Rígido Flexível Jornada contínua Específico Isenção de horário
Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica
Gráfico 18 – Modalidades de horário praticadas Efectivos
Rígido Flexível
Jornada contínuaEspecífico
Isenção de horário
2.11.1 - Análise
Da análise dos dados referentes às modalidades de horário praticadas pelos trabalhadores em serviço na sede do IGP, conclui-se pela clara predominância da modalidade de horário rígido (174 trabalhadores).
De salientar que tal predominância da modalidade de horário rígido se ficou a dever ao facto de, na sequência da Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro (RCTFP), terem sido eliminadas da ordem jurídica aplicável aos trabalhadores em regime de contrato de trabalho em funções públicas, as modalidades de horário flexível e de jornada contínua.
Com efeito, o n.º 2 do artigo 25.º da Lei.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro (Orçamento do Estado para 2009), estabeleceu que o âmbito de aplicação subjectivo do Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de Agosto, encontra-se cingido aos trabalhadores em regime de nomeação, não prevendo o RCTFP tais modalidades de horário.
Em cumprimento do quadro normativo vigente, o IGP promoveu a alteração do respectivo Regulamento do Horário de Trabalho e dos Períodos de Atendimento.
Posteriormente, através dos pareceres emitidos pela DGAEP e na sequência da publicação do Acordo Colectivo de Carreiras Gerais n.º 1/2009, (ACCG), constatou-se que a opção efectuada no RCTFP não se destinava a perdurar, tendo sido repristinadas as modalidades de horário flexível e de jornada contínua, desta feita apenas para o universo de trabalhadores enunciados nas Cláusulas 1.ª e 2.ª do ACCG, ou seja para os trabalhadores filiados nas entidades sindicais subscritoras do mesmo e, de entre estes, apenas para os integrados nas carreiras de Técnico Superior, de Assistente Técnico e de Assistente Operacional.
No caso concreto do IGP, encontram-se fora do âmbito de aplicação subjectivo do ACCG, independentemente de serem filiados nas entidades sindicais subscritoras do mesmo, os trabalhadores integrados nas carreiras de Informática e de Investigação Científica.
Cumpre sublinhar que as alterações sucessivas em matéria de duração do horário de trabalho acarretaram um volume de trabalho acrescido para a Divisão de Gestão de Recursos Humanos, porquanto implicaram inúmeras alterações nos tipos de horários praticados pelos trabalhadores do IGP, com as consequências daí decorrentes em matéria de gestão de assiduidade.
Tais alterações sucessivas implicaram ainda a adaptação permanente da aplicação informática através da qual é efectuado o controlo de assiduidade.
O controlo da assiduidade dos trabalhadores do IGP é assegurado por um sistema informático de leitura de dados biométricos que procede ao registo das horas de entrada e de saída dos trabalhadores.
2.12 – Trabalho extraordinário, nocturno, em dias de descanso e feriados
Número de Horas
Trabalho Extraordinário diurno e nocturno 726
Trabalho Extraordinário em outras situações 185,5
Gráfico 19 – Nº horas de trabalho extraordinário diurno e nocturno e em dias de descanso complementar (em horas)
Trabalho Extraordinário Diurno e Nocturno 80% Trabalho Extraordinário em Outras Situações 20%
2.12.1 - Numero de horas extraordinárias trabalhadas (trabalho diurno e em dias de descanso semanal obrigatório e complementar consoante a carreira
M F M F M F M F Dirigente Intermédio 7 7 14 0 14 Técnico Superior 2 2 2 2 4 Assistente Técnico 25 34 14 60 28 119 42 161 Assistente Operacional 695 2 7 6 701 9 710 Informático 23 23 0 23 Total 722 4 41 21 96 28 859 53 912 Grupo/cargo/carreira/ Modalidade de prestação do trabalho extraordinário Trabalho extraordinário diurno Trabalho em dias de descanso semanal obrigatório Trabalho em dias de descanso semanal complementar TOTAL TOTAL 2.12.2 - Análise
Da análise dos quadros supra constata-se que houve uma predominância de trabalho extraordinário prestado em regime diurno.
O acréscimo do volume de trabalho prestado para além do período normal de trabalho diário e em dias de descanso, ficou a dever-se a um incremento de trabalho que não foi compensado com o aumento do número de trabalhadores, antes pelo contrário, a tendência de redução do número de efectivos persistiu ao longo do ano de 2009.
A realização de determinadas tarefas que exigem um trabalho atento e moroso, como o são a introdução de dados nas plataformas, designadamente nas plataformas geridas pela Agência Nacional de Compras Públicas, E.P.E., acarretaram a prestação de trabalho em dias de descanso, dado que, só nesses períodos foi possível obter o clima organizacional apropriado para o efeito, já que a escassez de recursos humanos e as inúmeras solicitações diárias não permitiram a cabal e atempada execução de tais tarefas nos períodos normais de trabalho.
Importa, ainda, evidenciar que os trabalhadores com um maior número de horas de trabalho extraordinário desenvolvido encontram-se integrados na carreira de Assistente Operacional (710 horas), logo seguidos dos trabalhadores integrados na carreira de Assistente Técnico, com 161 horas
de trabalho extraordinário, sendo que, ao nível das restantes carreiras, não teve qualquer expressão digna de realce.
O total de encargos com trabalho extraordinário nos dias de trabalho semanal ascendeu a € 5.422,11 (cinco mil quatrocentos e vinte e dois euros e onze cêntimos).
2.13 – Ausências ao trabalho durante o ano, por cargo/carreira, segundo o motivo de ausência e género (expressas em nº de dias)
Dirigente Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Pessoal de Investigação Científica Total M 0,0 F 11,0 11,0 M 20,0 34,0 54,0 F 19,0 295,0 314,0 M 3,0 10,0 25,0 1,0 4,0 43,0 F 6,0 11,0 21,0 5,0 43,0 M 8,0 624,0 673,0 34,0 1,0 1340,0 F 32,0 116,0 1145,0 134,0 50,0 1477,0 M 70,0 47,0 117,0 F 23,0 23,0 M 10,0 7,0 29,0 46,0 F 98,0 109,0 23,0 5,0 235,0 M 225,5 225,5 F 27,0 9,0 36,0 M 23,0 137,5 299,0 31,0 3,5 5,5 499,5 F 12,5 124,5 286,0 36,0 17,5 10,5 487,0 M 20,0 18,0 17,0 55,0 F 5,0 9,0 1,0 15,0 M 2,0 2,0 F 0,0 M 33,5 12,5 104,0 150,0 F 22,0 31,5 90,5 10,5 4,0 158,5 M 77,5 831,0 1479,5 130,0 4,5 9,5 2532,0 F 77,5 400,0 1721,5 213,5 71,5 315,5 2799,5 155,0 1231,0 3201,0 343,5 76,0 325,0 5331,5 Total TOTAL Por conta do período de férias Com perda de vencimento Greve Outros Doença Por acidente em serviço ou doença profissional Assistência a familiares Trabalhador-estudante Cargo/carreira/ Motivos de ausência Casamento Protecção na parentalidade Falecimento de familiar
Gráfico 20 – Dias de ausência em função do género 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 N º di as
Dirigente Téc. Sup. Invest. Informática Assit.Técnico Assist.
Operacional
H M
Gráfico 21 - Dias de ausências ao trabalho durante o ano, por cargo/carreira, segundo o motivo D iri ge nt e In te rm éd io T éc ni co S up er io r A ss is te nt e T éc ni co A ss is te nt e Op er ac io na l In fo rm át ic o P es so al d e In ve st ig aç ão C ie nt ífi ca C as am en to P ro te cç ão n a pa re nt al id ad e F al ec im en to d e fa m ili ar D oe nç a P or a ci de nt e em s er vi ço o u do en ça p ro fis si on al A ss is tê nc ia a fa m ili ar es T ra ba lh ad or -e st ud an te P or c on ta d o pe rí od o de fé ria s C om p er da d e ve nc im en to Gr ev e Ou tr os 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000 AUSÊNCIAS, POR CARGO/CARREIRA, SEGUNDO O MOTIVO
Casamento Protecção na parentalidade
Falecimento de familiar Doença
Por acidente em serviço ou doença profissional Assistência a familiares
Trabalhador-estudante Por conta do período de férias Com perda de vencimento Greve
Gráfico 22 – Dias de ausência segundo os motivos 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 Casa m. Prot . Par enta lidad e Grev e Falec .fam iliar Doen ça Ass.F am. Trab . Estu d. Por c onta féria s Por p erda venc imen to Por a ciden te S erev iço Outra s N º di as
Gráfico 23 – Dias trabalháveis - Proporção entre os dias de ausência e os dias trabalhados
Dias Tabalhados; 90,9% Dias de Ausência; 9,1%
2.13.1 – Dias de ausências dos trabalhadores consoante a unidade orgânica e a carreira
(expressas em nº de dias)
Unidade GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Assistente Técnico 14 0 0 3,5 0 0 0 0 0 8 25,5 Assistente Operacional 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 14 0 0 3,5 0 0 0 0 8 25,5
Unidade GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 4 5 0 0 0 0 11 20 Técnico Superior 78 28 0 54 0 0 20 0 6 4,5 190,5 Assistente Técnico 617 56 171 265 15 0 17 0 8 120,5 1269,5 Assistente Operacional 0 0 0 24 17 0 0 0 1 47 89 695 84 171 347 37 0 37 0 15 183 1569
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 1 0 5,5 0 0 0 0 1 3,5 11 Técnico Superior 8 26 0 48 0 0 0 0 5 2 89 Assistente Técnico 177 27 10 69 4 0 0 0 12 6 305 Assistente Operacional 53 0 0 1 0 0 0 0 0 3 57 238 54 10 123,5 4 0 0 0 18 14,5 462
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 6 0 0 0,5 0 0 0 0 3 0 9,5 Investigação 5 0 16 0 0 295 0 9 0 325 Técnico Superior 235 16 0 53 3 0 0 0 0 12 319 Informático 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 Assistente Técnico 28 0 0 3,5 0 0 0 0 0 0 31,5 269 21 0 75 3 0 295 0 12 12 687
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 32 0 0 3,5 0 0 0 0 0 0 35,5 Técnico Superior 51 35 0 29 0 0 19 0 10 16,5 160,5 Informático 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 2 Assistente Técnico 78 10 0 35,5 4 11 0 0 1 13 152,5 162 45 0 69 4 11 19 0 11 29,5 350,5 D ire cç ão e S er vi ço s de A po io TOTAL TOTAL DSGC TOTAL DSIC D ire cç ão d e S er vi ço s de G eo de si a e C ar to gr af ia D ire cç ão d e S er vi ço s de In fo rm aç ão C ad as tr a l D ire cç ão d e S er vi ço s de In ve st ig aç ão e G es tã o de In fo rm aç ão G eo gr áf ic a D ire cç ão d e S er vi ço s de P la ne am en to e R eg ul aç ão TOTAL DSIGIG TOTAL DSPR
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 2 9 0 9 0 0 0 0 0 21 41 Técnico Superior 8 0 0 7,5 5 0 0 0 0 3 23,5 Informático 50 0 0 18 0 0 0 0 0 4 72 Assistente Técnico 182 9 0 51 4 0 0 0 2 37,5 285,5 Assistente Operacional 102 18 0 29 1 0 0 0 0 0 150 344 36 0 114,5 10 0 0 0 2 65,5 572
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 Técnico Superior 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4 Assistente Técnico 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 5 Assistente Operacional 0 0 9 0 0 0 0 0 0 0 9 0 0 9 11 0 0 0 0 0 0 20
Unidade GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A
FAMILIARES TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 1,5 0 0 0 0 0 0 1,5 Técnico Superior 352 0 0 30,5 0 0 0 0 0 1 383,5 Assistente Técnico 308 71,5 0 88 0 0 17 0 3 14 501,5 Assistente Operacional 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 5 660 71,5 0 125 0 0 17 0 3 15 891,5
Unidade GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 4,5 0 0 0 0 0 20 24,5 Técnico Superior 0 0 0 9 0 0 0 0 0 3 12 Assistente Técnico 25 13 0 42 0 0 0 0 11 90,5 181,5 Assistente Operacional 13 5 0 6,5 0 0 0 0 0 7,5 32 38 18 0 62 0 0 0 0 11 121 250
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 1 0 0 0 0 5 0 6 Técnico Superior 0 0 0 7 0 0 0 0 0 2 9 Assistente Técnico 337 0 23 6,5 0 0 0 0 9 0 375,5 Assistente Operacional 0 0 0 1,5 0 0 0 0 0 0 1,5 337 0 23 16 0 0 0 0 14 2 392
GRUPO DE PESSOAL DOENÇAASSISTÊNCIA A FAMILIARES
TRABALHA-DOR ESTUDANTE POR CONTA PERÍODO FÉRIAS PERDA DE VENCI- MENTO CASAMEN-TO PROTECÇÃO NA PARENTALIDAD E NASCIMENT O FALECIME NTO DE FAMILIAR OUTRAS TOTAL Dirigente 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4 Técnico Superior 8 0 0 20 12 0 0 0 0 0 40 Assistente Técnico 52 0 0 16 0 0 0 0 0 0 68 60 0 0 40 12 0 0 0 0 0 112 2817 329,5 213 986,5 70 11 368 0 86 450,5 5331,5 TOTAL DR. Norte D ire cç ão d e S er vi ço s de G es tã o de R ec ur so s In te rn os D el eg aç ão R eg io na l d o N or te TOTAL DSGRI D ie le ga çã o R eg io na l d o C en tr o TOTAL DR. Centro D ie le ga çã o R eg io na l d e Li sb oa e V al e do T ej o TOTAL DR. LVT TOTAL GLOBAL D ie le ga çã o R eg io na l do A le nt ej o TOTAL DR. Alentejo D ie le ga çã o R eg io na l d o A lg ar ve TOTAL DR. Algarve
2.13. 2 - Ausências em função dos motivos por unidade orgânica Gráfico 24 – Ausências - Apoio à Direcção
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 Apoio à Direcção
Gráfico 25 – Ausências verificadas na Direcção de Serviços de Geodesia e Cartografia (DSGC), consoante os motivos 0 100 200 300 400 500 600 700
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional DSGC
Protecção na parentalidade Falecimento de familiar
Doença Por acidente em serviço ou doença profissional Assistência a familiares Tratamento ambulatório
Trabalhador-estudante Por conta do período de férias Com perda de vencimento Cumprimento de obrigações
Formação Dispensa mesa de voto
Greve Actividade Sindical
Gráfico 26 – Ausências verificadas na Direcção de Serviços de Informação Cadastral (DSIC) consoante os motivos 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0 160,0 180,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional DSIC
Falecimento de familiar Doença Assistência a familiares Trabalhador-estudante
Por conta do período de férias Com perda de vencimento Cumprimento de obrigações Formação
Gráfico 27 – Ausências verificadas na Direcção de Serviços de Investigação e Gestão da Informação Geográfica (DSIGIG), consoante os motivos
0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 Dirigente Intermédio
Técnico Superior Assistente Técnico Informático Pessoal de Investigação Científica DSIGIG Protecção na parentalidade Falecimento de familiar Doença Assistência a familiares
Por conta do período de férias Com perda de vencimento Formação
Gráfico 28 – Ausências verificadas na Direcção de Serviços de Planeamento e Regulação (DSPR), consoante os motivos 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Informático DSPR Casamento Protecção na parentalidade Falecimento de familiar Doença Assistência a familiares
Por conta do período de férias Com perda de vencimento Tratamento ambulatório
Formação
Gráfico 29 – Ausências verificadas na Direcção de Serviços de Gestão de Recursos Internos (DSGRI), consoante os motivos
0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0 160,0 180,0 200,0 Dirigente Intermédio
Técnico Superior Assistente
Técnico Assistente Operacional Informático DSGRI Falecimento de familiar Doença
Por acidente em serviço ou doença profissional Assistência a familiares
Por conta do período de férias Com perda de vencimento Cumprimento de obrigações Formação
Tratamento ambulatório Doação de sangue
Gráfico 30 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Norte (DRNorte), consoante os motivos 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional D.R.NORTE
Gráfico 31 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Centro (DRCentro), consoante os motivos 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional D.R.CENTRO
Protecção na parentalidade Falecimento de familiar
Doença Tratamento Ambulatório
Assistência a familiares Trabalhador-estudante
Por conta do período de férias Cumprimento de Obrigações Prestação de provas de concurso
Gráfico 32 – Ausências verificadas na Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo (DRLVT), consoante os motivos 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 30,0 35,0 40,0 45,0 50,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional D.R.LISBOA E VALE DO TEJO
Falecimento de familiar Doença Assistência a familiares Formação
Por conta do período de férias Cumprimento de obrigações
Gráfico 33 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Alentejo (DRAlentejo), consoante os motivos 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional D.R. ALENTEJO
Falecimento de familiar Doença
Trabalhador-estudante
Por conta do período de férias Motivos não Imputáveis
Gráfico 34 – Ausências verificadas na Delegação Regional do Algarve (DRAlgarve), consoante os motivos 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0
Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico
D.R. ALGARVE
Doença
Por conta do período de férias Com perda de vencimento
2.13.3 – Taxa de absentismo em função da unidade orgânica
Nº de
Ordem Unidade Orgânica Nº Médio de Efectivos
Nº de dias de ausência (ano) Nº Médio de dias de ausência (ano) Taxa de Absentismo Anual (%)
1 Delegação Regional do Alentejo 8,5 392 46,11 20,50
2 DSIGIG 16 687 42,93 19,08
3 Delegação Regional do Centro 29,5 891,5 30,22 13,43
4 DSGC 58 1569 27,05 12,02
5 DSPR 19 350,5 18,45 8,20
Gráfico 35 – Absentismo verificado por unidade orgânica
0,89% 3,24% 3,98% 4,32% 6,54% 7,26% 8,20% 12,02% 13,43% 19,08% 20,50% NORTE APOIO À DIRECÇÃO ALGARVE DSIC LISBOA E VALE DO TEJO DSGRI DSPR DSGC CENTRO DSIGIG ALENTEJO
2.13.4 - Indicadores
Taxa de Presença N.º dias trabalhados/N.º dias trabalháveis*100= 90,9%
Taxa de Absentismo N.º dias de ausência/N.º dias trabalháveis*100= 9,1%
Taxa de Absentismo ♀ N.º dias de ausência dos efectivos ♀ /N.º dias trabalháveis*100= 10,3%
Taxa de Absentismo ♂ N.º dias de ausência dos efectivos ♂ /N.º dias trabalháveis*100= 8,1%
Taxa de Absentismo Pessoal
Dirigente N.º dias de ausência dos efectivos dirigentes /N.º dias trabalháveis*100= 2,9%
Taxa de Absentismo Pessoal de
Investigação N.º dias de ausência dos efectivos investigadores /N.º dias trabalháveis*100= 24,1%
Taxa de Absentismo Pessoal
Técnico Superior N.º dias de ausência dos efectivos técnicos superiores /N.º dias trabalháveis*100= 8,8%
Taxa de Absentismo Pessoal de
Informática N.º dias de ausência dos efectivos de carreiras de informática /N.º dias trabalháveis*100=4,5%
Taxa de Absentismo Pessoal
Assistente Técnico N.º dias de ausência dos efectivos assistentes técnicos /N.º dias trabalháveis*100= 10,2%
Taxa de Absentismo Pessoal