Robert Alexy
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Niklas Luhmann
1927 - 1998
Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PERobert Alexy
Niklas Luhmann
1927-1998
1º)
1963 a 1976
- teoria das organizações
2º)
1976 a 1981
- pensamento sociológico: confiança (1968),
racionalidade (1968), poder (1975), Política (1970), religião (1977),
educação (1979), legitimação pelo procedimento (1979), direito (1972), a
diferenciação do direito (1981)
3º)
1981 a 1997 - Teoria da sociedade
1984 - soziale systeme (
Sistemas Sociais
)
1988 - Die Wirtschaft der Gesellschaft (
Economia da sociedade
)
1990 - Die Wissenschaft der Gesellschaft (
A ciencia da sociedade
, 1996)
1993 - Das Recht der Gesellschaft (
O direito da sociedade,
2005)
1995 - Die Kunst der Gesellschaft (
A arte da sociedade,
2005)
1997 - Die Gesellschaft der Gesellschaft (
A sociedade da sociedade,
2007)
1998 - Die Politik der Gesellschaft (
A política da sociedade
, 2004)
1998 - Die Religion der Gesellschaft (
A religião da sociedade
, 2009)
2002 - Das Erziehungssystem der Gesellschaft (
Educação da sociedade
, 2009)
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PE
Robert Alexy
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Niklas Luhmann
1927-1998
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEamf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PE
subsolo teórico
AUTOPOIESIS
MATURANA
CIBERNETICA
N. WIENER
VARELA
INCOMPLETUDE
SISTÊMICA
K. GÖDEL
FORMA DE
DOIS LADOS
G. SPENCER
BROWN
1931
1969
1972
1948
Teoria da
Comunicação
Teoria da
Diferenciação
Teoria da Evolução
autopoiesis
Teoria da
Incompletude
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEreação à causalidade
KURT GÖDEL
Teorema 1 – Cada sistema formal S que abarque Z e que
tenha um número finito de axiomas e que tenha regras de
substituição e implicação como únicos princípios de inferência,
é um sistema incompleto;
Teorema 2 – Em cada sistema S não se pode deduzir o
enunciado de que S é consistente (GÖDEL, 2006: 103-104).
Incompletude
David Hilbert
Georg Cantor
G. Frege
Bertrand Russerl
Paradoxo
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PEr St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PE
Da epistemologia
à teoria dos sistemas de
circular
CAUSALIDADE
Linearidade
Dicotomias
PARA doxos
CIRCULAR
Retroalimentação
Desambiguidade
desparadoxizar
Godelização da
racionalidade
Saltar a outro
paradoxo
Teorema da Incompletude
LISIA
sentido
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PEcibernética
Macy Conferences (1946-1956)
Arturo Rosenblueth, Heinz von Foerster, John von Neumann, Julian
Bigelow, Kurt Lewin, Lawrence Kubie, Molly Harrower, Norbert Wiener,
Paul Lazarsfeld, Ralph W. Gerard, Walter Pitts, Warren McCulloch e
William Ross Ashby.
Escola de Palo Alto (1959)
– Colégio Invisível
:
Gregory Bateson, Paul Watzlawick, Erving Golffman, Edward T. Hall,
Donald deAvila Jackson, Albert E. Scheflen, Stuart Sigman
NORBERT WIENER
TEORIA CIBERNÉTICA DA COMUNICAÇÃO
Circularidade
Retroalimentação
Recursividade
Re-entry
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEforma de dois lados
SPENCER BROWN
Laws of Form
P
P
=
Retroalimentação
Recursividade
Re-entry
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PETeorias
MATURANA
N. WIENER
VARELA
K. GÖDEL
SPENCER BROWN
Comunicação
Evolução
Incompletude
Diferenciação
Desparadoxização
-Para ser completo, o
sistema é incompleto
A comunicação
opera num meio de
sentido (MCSG)
Autopoiesis – só nos
comunicamos por
comunicação
O meio do sentido se
torna FORMA
tu r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PERobert Alexy
diferenciação
Meio/Forma
Sistema/ambiente
Auto e heterorreferência
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PERobert Alexy
observação
diferenciação
Distinção sistema/entorno
(ambiente e outros sistemas)
Observação
Diferenciação externa
Diferenciação interna
Observação esquema de diferenciação
Unidade da diferença = forma sistema
Observação de segunda ordem
Ponto cego = esquema de distinção = torna o
observável possível
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PERobert Alexy
comunicação
cibernética
informação
(information)
expressão
(mitteilung)
compreensão
(
Verstehen
)
Inversão do esquema da comunicação
Ego fala / Alter escuta
tema / observação / seleção / comunicação
como ALTER enuncia
o que ALTER enuncia
como EGO se irrita/percebe
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PE
Robert Alexy
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evolucionismo
Mudança Estrutural
Mecanismos de mudança
Variação
Seleção de Variação
Estabilização
Sistemas que observam
Linguagem
Relação de Interpenetração
Mutabilidade sist/ambiente
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEevolução
Variação/seleção/ reestabilização
segmentária
centro/periferia
funcionalmente diferenciada
sociedades
estratificada
elementos
estrutura
comunicação
memória
sistemas
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PEsociedade
segmentária
centro/perferia
Família / tribo / povoado
Ordem fixa – não mutável
Comunicação face-a-face
Parentesco ou territorialidade
Cidades / Feudos / Reinos
Desigualdades (cidadão/estrangeiro)
Múltiplos centros – com hieraquia
Humanismo
Comunicação expandida - elitismo
Memória e civilização
Poder político e religião não separados
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PE
sociedade
Funcionalmente
diferenciada
estratificada
Todos são iguais – não parentesco
Ordem de linhagem – nobreza/clero
Poder político centralizado - Estado
Há classes mais influentes
Semântica da dominação
Regulação da inclusão
(natureza humana)
Sociedade altamente complexa
Diferenciação funcional
Improbabilidade da comunicação
Semântica reflexiva - Função - MCSG
Participamos de diversos sistemas
Sistemas funcionais autopiéticos
Estado democrático de direito
Sociedade mundial
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PERobert Alexy
níveis de observação
SISTEMAS
Orgânicos
Interações
Psíquicos
Sociais
Organizações Sociedade
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PERobert Alexy
aportes empíricos
Contingência
Agir
Dupla Contingência
Limites
Mundo
Contingência
= liberdade de escolha +
obrigatoriedade de fazer uma escolha
Agir
= selecionar alternativas
Dupla Contingência
= reenvio
Ego e Alter se observam reciprocamente
Limites
= critérios de seleção
Mundo
= unidade de sentido - paradoxo
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PE
CIRCULARIDADE REFLEXIVA
aceitar que a comunicação
só pode continuar sob
dupla condição:
Seleção e Recursividade
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEsistemas de sentido
Reflexiva
diferenciação por
comunicação
Operação de seleção
por diferenciação
informar (Information)
expressar (Mitteilung)
entender (Verstehen)
Código binário
funciona como
unidade na diferença
descreve como algo estabelece
seus próprios limites
Teoria da sociedade
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PEAUTOPOIESIS
“reprodução (produção a partir de produtos
produzidos) de operações elementares do
sistema: pagamentos, afirmações jur’diicas,
qualificação escolar, decisões políticas coletivas”
“os sistemas autopoiéticos têm
capacidade de transformar
causalidades em estruturas”
“distinção de referências (auto/hetero), a
autorreferência é determinada pela estrutura e
pelas operações do sistema mesmo
É um princípio para a formação dos sistemas
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PE
Fechamento e Abertura
o sistema autopoiético é operacionalmente fechado
Auto-organização
dupla-função
determina o estado histórico do qual o
sistema parte para operar
Formam estruturas como esquemas de
seleção que permitem condensar
identidades = reconhecer e repetir
comunicações
Auto-determinação
Fechamento/Auto-organização/Auto-determinação
Juntos tornam o sistema altamente compatível com a
desordem de seu entorno (ambiente+outros sistemas)
sociedade = sistema
comunicativamente fechado
Cognitivamente aberto
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PE
acoplamento
restringe o campo da autopoiesis do sistema
Todos os sistemas estão
adaptados ao seu entorno
não todo elemento do sistema pode se acoplar a todo e
qualquer elemento do entorno
seleção mediante uma distinção
de maneira frouxa
de maneira firme
Múltiplos sistemas de negociação
interações regulares congregam às organizações a
participação de diversos sistemas
operacional + estrutural
r St amf o rd d a Sil va f. As so ci ad o d a UF PEA sociedade da sociedade
Comunicação = célula da sociedade
Sociedade = sistema que estabelece sentido
Forma de diferenciação
funcional por comunicação
Forma de operação histórica cuja utilização
enlaça o surgimento contingente e a
indeterminação de aplicações futuras
(30)
São consequências da re-entry
= dupla distinção =
distinção produzida pelo sistema e distinção observada no sistema (28-29)
Identidade
(resultado de um processamento de informação = um problema (29) →
função de ordenar as recursividades (46)
Autonomia
(especificação no plano estrutural e operacional (46) → Referência (auto –
interna - + hetero – externa ) → condensação seletiva + generalização (29-30)
Acoplamento Estrutural
(adaptação ao entorno (75). Temporalidade (153).
Consciência-comunicação (76)
Forma
(operações do sistema (40) → observação de 2ª ordem (30)
Limite
(uma forma de dois lados → maneira e concreção das operações (28; 53)
Operação
(decisão – seleção → comunicação (27)
Medium
(sentido como ambiente no qual se desenvolvem as comunicações)
Variação
(se produz na comunicação que rechaça comunicação (363) → semântica
predeterminada (371) – rede de recursividade da autopiesis (137 –D.Soc.)
Informar
(diferenciação(150)
Expressar
(recepção
da informação (161/175)
Entender
(reação
aceite/rejeição (176)
amf o rd d a Sil va ci ad o d a UF PEsistema
código programa
operação
meio de
sentido
economia
direito
política
ciência
educação
religião
arte
$ / ñ $
governo/
oposição
verdadeiro/
falso
título/
ñ título
fé/
ñ fé
belo/
feio
mercado
justiça
teorias
metodologias
profissões
mandamentos
cultura
pagar
decisões
jurídicas
prova
da tese
acesso
exames
confisão
exposições
crédito
contratos
legislações
pubicações
eventos
diploma
ritos
texto sagrado
Música,
literatura,
dança etc.
lícito/
ilícito
política pública
legislação
voto poder
legitimação
Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE