Relatório de Atividades e Contas 2012 1 30-09-2011
Relatório de
Atividades e Contas
2012
Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
Lisboa, abril de 2013
Relatório de Atividades e Contas 2012 2
FICHA TÉCNICA
Publicação editada ao abrigo do novo Acordo Ortográfico, exceto a transposição de conteúdos de documentos elaborados antes ou em não conformidade com este.
Título: Relatório de Atividades e Contas 2012
Capa: Entrada Principal do ISEL
Autoria: Presidente do ISEL
Gabinete de Avaliação e Qualidade
Edição: ISEL
Data de edição: abril de 2013
Local de Edição: ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Rua Conselheiro Emídio Navarro, 1
Relatório de Atividades e Contas 2012 3
Relatório de Atividades e Contas 2012
C
ONTEÚDO
PREFÁCIO ... 8
I - NOTA INTRODUTÓRIA ... 9
1. BREVE ANÁLISE CONJUNTURAL ... 9
2. ORIENTAÇÕES GERAIS EESPECÍFICAS PROSSEGUIDAS ... 10
3. BREVE CARATERIZAÇÃO ... 12
A. O ISEL ... 12
B. Organização ... 12
II – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ...14
1. ENSINO ... 14
A. Alteração de Planos de Curso ... 14
B. Melhorias e constrangimentos identificados ... 14
C. Cursos Conferentes de Grau ... 14
i. Vagas ... 14
ii. Alunos admitidos ... 16
iii. Alunos inscritos ... 18
iv. Prescrições ... 20
v. Alunos diplomados ... 21
vi. Sucesso escolar ... 22
vii. Empregabilidade ... 23
viii. Atividades de apoio letivo ... 24
ix. Outras atividades ... 25
D. Cursos Não Conferentes de Grau ... 25
i. Pós-graduação ... 25
ii. Cursos de Formação ... 26
E. Sistema de Avaliação da Qualidade e Acreditação ... 26
2. INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ... 27 A. Projetos de I&DT ... 29 B. Bolseiros... 36 C. Patentes ... 36 D. Publicações Científicas ... 37 E. Prémios ... 38 F. Dissertações de Mestrado ... 39 G. Doutoramento ... 43 H. Título de Especialista ... 44
3. INTERNACIONALIZAÇÃO E RELAÇÕES COM O EXTERIOR ... 45
A. Mobilidade ... 45
B. Relações com o exterior ... 48
4. RESPONSABILIDADE SOCIAL ... 49
5. APOIO ADMINISTRATIVO ... 50
Relatório de Atividades e Contas 2012 4
B. Serviços Administrativos e Financeiros ... 50
i. Serviço de Recursos Humanos ... 51
ii. Serviços Financeiros ... 52
C. Serviços Técnicos ... 53
D. Serviço de Relações Externas ... 55
E. Serviço de Documentação e Publicações ... 59
F. Gabinete de Auditoria Interna ... 61
G. Gabinete de Avaliação e Qualidade ... 62
H. Gabinete de Comunicação e Imagem ... 63
I. Biblioteca ... 64
J. Unidade Complementar de Informática ... 64
K. Centro de Congressos ... 65
6. ÁREAS DEPARTAMENTAIS ... 68
A. Área Departamental de Engenharia Civil ... 68
B. Área Departamental de Engenharia Electrónica e Telecomunicações e de Computadores . 69 C. Área Departamental Engenharia Química ... 69
D. Área Departamental de Física ... 70
7. CENTROS E GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO ... 71
A. CCISEL - Centro de Cálculo ... 71
B. CEEC - Centro de Estudos de Engenharia Civil ... 73
C. CIPROMEC - Centro de Investigação e Projecto em Controlo e Aplicação de Máquinas Eléctricas ... 73
D. CM - Centro de Matemática ... 74
E. GIA2P2 – Grupo de Investigação em Aplicações Avançadas de Potência Pulsada ... 74
F. GIMOSM - Grupo de Investigação em Modelação e Optimização de Sistemas Multifuncionais ... 75
G. GISE - Grupo de Investigação em Sistemas de Energia ... 76
H. GRC - Grupo de Redes de Comunicação Automática... 79
I. GuIAA - Grupo de Investigação em Ambientes Autónomos ... 79
III – RECURSOS HUMANOS ...80
1. PESSOAL NÃO DOCENTE E PESSOAL DOCENTE ... 80
2. FORMAÇÃO PROFISSIONAL ... 81
IV – PRESTAÇÃO DE CONTAS ...82
1. ANÁLISE ORÇAMENTAL ... 82
A. Receita ... 82
B. Despesa ... 84
C. Análise De Desvios e Grau De Execução Orçamental ... 85
D. Análise do Equilíbrio Orçamental ... 86
2. ANÁLISE PATRIMONIAL ... 87
A. Estrutura do Ativo ... 87
B. Estrutura do Passivo ... 88
C. Demonstração de Resultados ... 88
D. Estrutura dos Proveitos ... 88
E. Estrutura dos Custos ... 89
Relatório de Atividades e Contas 2012 5
3. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA ... 90
V – AVALIAÇÃO FINAL ...92
1. ANÁLISE DO GRAU DE CUMPRIMENTO DO QUAR ... 92
2. ANÁLISE GLOBAL E CONCLUSÃO/PROSPETIVA ... 95
APÊNDICES ...97
APÊNDICE1–ORGANIZAÇÃODOISEL ... 98
APÊNDICE2–PUBLICAÇÕESCIENTÍFICAS ... 100
APÊNDICE3–MAPADEPESSOALNÃODOCENTE ... 125
APÊNDICE4–MAPADEPESSOALDOCENTE ... 131
APÊNDICE5–CONTROLOORÇAMENTAL... 134
APÊNDICE6–MAPASDEFLUXOSDECAIXA ... 142
APÊNDICE7–BALANÇO ... 149
APÊNDICE8–DEMONSTRAÇÃODERESULTADOSPORNATUREZA ... 152
APÊNDICE9–QUAR ... 154
APÊNDICE10–CERTIFICAÇÃODECONTASDOISEL ... 167
Í
NDICE DE
Q
UADROS
QUADRO 1–OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DEFINIDOS NO QUAR ... 10QUADRO 2–OBJETIVOS/INDICADORES EFICÁCIA DEFINIDOS NO QUAR ... 10
QUADRO 3–OBJETIVOS/INDICADORES EFICIÊNCIA DEFINIDOS NO QUAR ... 11
QUADRO 4–OBJETIVOS/INDICADORES QUALIDADE DEFINIDOS NO QUAR ... 11
QUADRO 5– BREVE DESCRIÇÃO DO ISEL... 12
QUADRO 6–CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU EFETUADOS PELOS CENTROS DE ESTUDO ... 26
QUADRO 7–CENTROS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO DO ISEL ... 27
QUADRO 8–CANDIDATURAS A PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO COFINANCIADOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS 29 QUADRO 9–CANDIDATURAS DE PROJETOS DE I&D À FCT POR ÁREAS CIENTIFICAS ... 33
QUADRO 10–CANDIDATURAS A ACORDOS BILATERAIS DE COOPERAÇÃO TRANSNACIONAL COFINANCIADOS 34 QUADRO 11–PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO A DECORRER ... 34
QUADRO 12–PATENTES –PEDIDOS DE INVENÇÃO NACIONAL ... 37
QUADRO 13–PRÉMIOS ... 38
QUADRO 14–DISSERTAÇÕES... 39
QUADRO 15–DISSERTAÇÕES REALIZADAS PELOS ALUNOS EM EMPRESAS ... 42
QUADRO 16–PROTOCOLOS INTERNACIONAIS EM VIGOR ... 47
QUADRO 17–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS SERVIÇOS ACADÉMICOS ... 50
QUADRO 18–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO SERVIÇO DE RECURSOS HUMANOS ... 51
QUADRO 19–EXECUÇÃO DO PLANO DE FORMAÇÃO ... 51
QUADRO 20–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS SERVIÇOS FINANCEIROS ... 52
QUADRO 21–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS SERVIÇOS TÉCNICOS ... 53
QUADRO 22–CONTRATOS DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS MONITORIZADOS PELOS SERVIÇOS TÉCNICOS ... 53
QUADRO 23–AQUISIÇÕES DE EMPREITADAS ... 54
QUADRO 24–GARANTIA DAS EMPREITADAS ... 54
Relatório de Atividades e Contas 2012 6
QUADRO 26–PROPOSTAS DE ATIVIDADE SUBMETIDAS PELAS ÁREAS DEPARTAMENTAIS ... 57
QUADRO 27–PROPOSTAS DE ATIVIDADE SUBMETIDAS PELOS CENTROS ... 57
QUADRO 28–PROPOSTAS DE ATIVIDADE SUBMETIDAS PELOS SERVIÇOS/GABINETES ... 57
QUADRO 29–PROPOSTAS INTERNAS DE ATIVIDADE APROVADAS ... 58
QUADRO 30–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO SERVIÇO DE DOCUMENTAÇÃO E PUBLICAÇÕES ... 59
QUADRO 31–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA ... 61
QUADRO 32–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GABINETE DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE ... 62
QUADRO 33–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GABINETE DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM ... 63
QUADRO 34–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA BIBLIOTECA ... 64
QUADRO 35–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA UNIDADE COMPLEMENTAR DE INFORMÁTICA... 65
QUADRO 36–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL ... 68
QUADRO 37– ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA ELECTRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES E DE COMPUTADORES ... 69
QUADRO 38–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA QUÍMICA ... 69
QUADRO 39–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ÁREA DEPARTAMENTAL DE FÍSICA ... 70
QUADRO 40–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CCISEL ... 71
QUADRO 41–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CEEC ... 73
QUADRO 42–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CIPROMEC ... 73
QUADRO 43–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CENTRO DE MATEMÁTICA ... 74
QUADRO 44–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GIA2P2 ... 74
QUADRO 45–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GIMOSM ... 75
QUADRO 46–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GISE ... 76
QUADRO 47–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GRC ... 79
QUADRO 48–ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GUIAA ... 79
QUADRO 49–GRAU DE REALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS OPERACIONAIS ... 92
Í
NDICE DE
T
ABELAS
TABELA 1–EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE VAGAS NO ISEL ... 14TABELA 2 – NÚMERO DE VAGAS NO ISEL PARA OUTROS REGIMES DE INGRESSO DOS CURSOS DE LICENCIATURA ... 15
TABELA 3–ALUNOS ADMITIDOS NO ISEL ATRAVÉS DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO ... 16
TABELA 4–CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM 2011 E 2012 ... 17
TABELA 5–ÍNDICE DE PROCURA DOS CURSOS DE LICENCIATURA DO ISEL ... 18
TABELA 6–ALUNOS INSCRITOS NO ISEL, POR CURSO ... 19
TABELA 7–ALUNOS INSCRITOS POR TODOS OS REGIMES DE ACESSO ... 19
TABELA 8–ALUNOS PRESCRITOS POR CURSO ... 21
TABELA 9–DIPLOMADOS DO ISEL ... 21
TABELA 10–TAXA DE SUCESSO ESCOLAR DO ISEL ... 22
TABELA 11– EMPREGO POR CURSO, DIPLOMADOS DE 2006-2007 A 2010-2011 E TAXA DE EMPREGABILIDADE ... 23
TABELA 12–SITUAÇÃO DE PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS DO ISEL ... 23
TABELA 13–SITUAÇÃO DOS DIPLOMADOS EMPREGADOS DOS CURSOS ANCORADOS NA ADEETC E ADESPA ... 24
TABELA 14 – CENTROS DE I&D RECONHECIDOS PELA FCT ONDE DOCENTES DO ISEL DESENVOLVERAM INVESTIGAÇÃO ... 28
Relatório de Atividades e Contas 2012 7
TABELA 15–CANDIDATURAS DE PROJETOS DE I&D À FCT POR DOMÍNIO CIENTÍFICO ... 33
TABELA 16–RESULTADOS DAS SUBMISSÕES DE PROJETOS E ACORDOS BILATERAIS ... 34
TABELA 17–PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO A DECORRER POR ÁREA CIENTÍFICA ... 35
TABELA 18–PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO A DECORRER POR ÁREAS DEPARTAMENTAIS E PRESIDÊNCIA ... 36
TABELA 19–NÚMERO E TIPO DE BOLSAS... 36
TABELA 20–RCAAP–DOCUMENTOS DEPOSITADOS ... 37
TABELA 21–RCAAP–DOWNLOADS E CONSULTAS ... 38
TABELA 22–DISSERTAÇÕES DE MESTRADO DEPOSITADAS NO RCAAP EM 2012 ... 39
TABELA 23–NÚMERO DE DOCENTES QUE CONCLUÍRAM DOUTORAMENTO ... 43
TABELA 24–NÚMERO DE DOCENTES EM DOUTORAMENTO ... 44
TABELA 25–NÚMERO DE DOCENTES QUE ADQUIRIRAM TÍTULOS DE ESPECIALISTA ... 44
TABELA 26–MOBILIDADE DE ESTUDANTES – INCOMING (ALUNOS ESTRANGEIROS) ... 45
TABELA 27–MOBILIDADE DE ESTUDANTES – OUTGOING (ALUNOS DO ISEL) ... 45
TABELA 28–MOBILIDADE DE DOCENTES – TEACHING STAFF – INCOMING (DOCENTES ESTRANGEIROS) ... 46
TABELA 29–MOBILIDADE DE DOCENTES – TEACHING STAFF – OUTGOING (DOCENTES DO ISEL) ... 46
TABELA 30–MOBILIDADE DE PESSOAL PARA FORMAÇÃO –INCOMING (NÃO DOCENTES) ... 46
TABELA 31– AUTOS DE ABATE DOADOS PARA RECOLHA SELETIVA ... 52
TABELA 32–UNIDADES FUNCIONAIS COM SISTEMA DE GESTÃO DOCUMENTAL ... 61
TABELA 33–IMPLEMENTAÇÃO DE MANUAIS DE PROCEDIMENTOS ... 62
TABELA 34–UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DO ISEL GERIDOS PELO CENTRO DE CONGRESSOS ... 66
TABELA 35–EVENTOS INTERNOS E EXTERNOS ORGANIZADOS PELO CENTRO DE CONGRESSOS ... 66
TABELA 36–DISTRIBUIÇÃO DO CORPO DE PESSOAL NÃO DOCENTE EM FUNÇÃO DAS CATEGORIAS ... 80
TABELA 37–DISTRIBUIÇÃO DO CORPO DE PESSOAL DOCENTE EM FUNÇÃO DAS CATEGORIAS ... 80
TABELA 38–NÚMERO DE AÇÕES DE FORMAÇÃO DURANTE O ANO, POR GRUPO/CARGO/CARREIRA ... 81
TABELA 39–EVOLUÇÃO DA RECEITA NOS ÚLTIMOS 4 ANOS ... 83
TABELA 40–EVOLUÇÃO DA DESPESA NOS ÚLTIMOS 4 ANOS ... 84
TABELA 41–GRAU DE EXECUÇÃO DA RECEITA EM 2012 ... 85
TABELA 42–GRAU DE EXECUÇÃO DA DESPESA EM 2012 ... 85
TABELA 43–EVOLUÇÃO DO EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL NOS ÚLTIMOS 4 ANOS ... 86
TABELA 44–COMPOSIÇÃO DO ATIVO LÍQUIDO ... 87
TABELA 45–COMPOSIÇÃO DOS FUNDOS PRÓPRIOS E DO PASSIVO ... 88
TABELA 46–COMPOSIÇÃO DOS PROVEITOS E GANHOS ... 89
TABELA 47–COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS E PERDAS ... 89
TABELA 48–COMPOSIÇÃO DOS RESULTADOS ... 90
TABELA 49–INDICADORES ECONÓMICOS E FINANCEIROS ... 90
TABELA 50–OBJETIVOS MAIS RELEVANTES DO QUAR ... 93
Í
NDICE DE
F
IGURAS
FIGURA 1–ESTRUTURA ORGÂNICA DO ISEL ... 13Í
NDICE DE
G
RÁFICOS
GRÁFICO 1–EVOLUÇÃO DA RECEITA ESCOLAR ... 83Relatório de Atividades e Contas 2012 8
PREFÁCIO
No ano em que o ISEL celebrou os seus 160 anos, continuaram-se a sentir os reflexos dos enormes cortes do investimento no ensino superior visíveis em todos os níveis da gestão das instituições de ensino superior.
Porém tal facto não impediu de apostarmos, na diversificação da oferta formativa com novos cursos de pós-graduação, da implementação pela primeira vez no ISEL dos cursos de verão, de estruturar uma estratégia para o desenvolvimento futuro (plano estratégico) e de obter meios alternativos de autofinanciamento.
Ainda que se tenha verificado uma baixa na procura dos cursos ministrados pelo ISEL, os mesmos, apresentam evidências de plena integração no mercado de trabalho global motivo pelo qual o processo de internacionalização do ISEL continua ser uma forte aposta e quiçá o garante da sustentabilidade futura do nosso Instituto.
Foi garantida a estabilidade dos postos de trabalho, mas por motivos aposentação ou processos de mobilidade diminuiu o número de efetivos, obrigando a um esforço acrescido para todos os recursos humanos. Apesar disso foi assegurado o rigor orçamental e o rigor na qualidade do nosso ensino demonstrando a nossa capacidade e engenho para ultrapassar as limitações que encontramos todos os dias.
José Carlos Quadrado Presidente do ISEL
Relatório de Atividades e Contas 2012 9
I
-
NOTA
INTRODUTÓRIA
1. B
RE VE
A
NÁLI SE
C
ONJUNT URA L
O ano de 2012 foi essencialmente marcado pelo desinvestimento nacional no ensino superior reduzindo o financiamento das universidades e politécnicos com naturalmente reflexos no ISEL, comprometendo os recursos disponíveis para a lecionação, investigação, manutenção das infraestruturas e funcionamento corrente.
A missão do ensino superior politécnico público ficou seriamente afetado, cuja rede espalhada pelo país tem tido um forte contribuído para a qualificação dos portugueses de forma determinante para o desenvolvimento do país.
Assistiu-se ao aumento do desemprego nos recém-licenciados motivo pelo qual se verificou o congelamento do número de vagas para os cursos cuja empregabilidade não estivesse comprovada sendo que o seu número não pode exceder o do ano letivo 2011-2012.
No resultado do concurso nacional de acesso, os institutos politécnicos foram os mais penalizados com a falta de saídas profissionais. Tal fato refletiu-se no ISEL nos candidatos à licenciatura em engenharia civil que devido à falta de perspetiva de emprego se afastaram desta área do conhecimento.
O ano de 2012 refletiu a adaptação às solicitações de formação de Engenheiros para Portugal e para o mundo, este foi um dos principais vetores de desempenho do ISEL - acompanhar a mudança no mundo do trabalho, disponibilizar programas de ensino relevantes e de qualidade e neles integrar cada vez mais experiencia práticas ou profissionais.
Relatório de Atividades e Contas 2012 10
2. O
RIENT A ÇÕES
G
E RAIS
E
E
SP ECÍFI CAS
P
RO SS EGUIDAS
A atuação das instituições de ensino superior é enquadrada por linhas orientadoras gerais como o QUAR e Planos Estratégicos, assim como a aplicação da legislação em vigor e seguimento das políticas de ensino (comunitárias e nacionais).
Em 2012 ficou concluído o Plano Estratégico 2012-2015, elaborado segundo as melhores práticas de construção de planos para instituições de ensino superior, tendo sido auscultados diferenciados stakeholders internos e externos (organizações profissionais, sindicatos, empresas, órgãos do governo central e local).
O QUAR de 2012 teve por base premissas como o aumento dos níveis de eficiência e de eficácia dos serviços, melhor oferta formativa, reforço na qualificação dos recursos humanos (do corpo docente com maior número de doutorados e especialistas), racionalização de recursos e processos (gestão dos serviços), melhor utilização das tecnologias da informação e da comunicação, reforço da imagem institucional (nacional e internacional) e na consolidação da gestão por objetivos com incidência em resultados.
Tendo em atenção que o mercado laboral exige cada vez mais engenheiros com conhecimentos de base indispensáveis para a resposta às exigências do seu posto de trabalho, considerou-se estratégico para o ISEL aumentar a satisfação do aluno, incrementar atividades de I&D e apostar-se na prestação de serviços à comunidade de valor acrescentado. Para tal é fundamental criar condições para melhorar o sucesso escolar, melhorar a empregabilidade (garantindo que engenheiros estejam no mercado de trabalho nas respetivas áreas de especialização), promover o empreendedorismo (este com grande relevância para as associações profissionais do setor), e aumentar a formação ao longo da vida (Life Long Learning), numa perspetiva de aprendizagem (pós-graduações, mestrados, aperfeiçoamento tecnológico, entre outros).
Por outro lado, face ao ambiente externo caracterizado por incerteza relativamente à evolução económica, com restrições do Orçamento de Estado, e redução da população escolar com perda de receita por via das propinas, considera-se fundamental enquadrar na perspetiva financeira o aumento do autofinanciamento e a melhoria na gestão de recursos.
Como definido no Plano de Atividades de 2012, o ISEL teve a sua atividade orientada pelos Objetivos Estratégicos e Operacionais que se apresentam de seguida.
QUADRO 1–OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DEFINIDOS NO QUAR
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS (OE)
OE 1 - Incrementar o sucesso escolar
OE 2 - Melhorar a qualidade dos serviços do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa OE 3 - Melhorar a qualificação dos Recursos Humanos
OE 4 - Promover a Internacionalização do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
OE 5 - Implementar estratégias de diferenciação desenvolvendo as áreas nucleares de afirmação do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
OE 6 - Implementar medidas de desenvolvimento sustentável
Fonte: QUAR ISEL 2012
QUADRO 2–OBJETIVOS/INDICADORES EFICÁCIA DEFINIDOS NO QUAR
Objetivos Operacionais (Eficácia)
OO 1 – Garantir uma taxa de sucesso escolar de 60% OO 2 - Reduzir o abandono escolar em 10%
OO 3 – Manter o preenchimento da totalidade das vagas nos concursos nacionais
Relatório de Atividades e Contas 2012 11 Objetivos Operacionais (Eficácia)
Gabinetes
OO 5 – Criar um Sistema integrado de informação e Gestão visando a desmaterialização dos processos e procedimentos
OO 6 – Apoiar e incentivar a formação avançada dos docentes, de modo a garantir um corpo qualificado em termos científicos
OO 7 - Aumentar o nº de protocolos com instituições estrangeiras, para incentivar a mobilidade internacional dos docentes e alunos
OO 8 – Incrementar uma maior integração do ISEL em redes nacionais e internacionais no âmbito da engenharia e do ensino
OO 9 – Aumentar em 5% a mobilidade dos docentes e alunos através de programas de intercâmbio internacional OO 10 – Promover a aproximação do ISEL ao meio empresarial, com vista a manter os cursos adaptados ao mercado de trabalho
OO 11 – Dinamizar a incubadora de empresas
Fonte: QUAR ISEL 2012
QUADRO 3–OBJETIVOS/INDICADORES EFICIÊNCIA DEFINIDOS NO QUAR
Objetivos Operacionais (Eficiência)
0012 - Elevar a oferta de formação diversificada nos diversos domínios do conhecimento (formação contínua, pequenos cursos, desenvolvimento de competências)
OO13 - Agilizar e qualificar a gestão de projetos/atividades de prestação de serviços à comunidade
OO14 - Assegurar a gestão sustentável e a responsabilidade social, otimizando a reciclagem e a utilização dos recursos no âmbito dos consumos de eletricidade, de gás e de água
OO15 - Incorporar um número significativo de especialistas e convidados com ligações ao mercado de trabalho OO16 - Assegurar o cumprimento do plano de formação do pessoal não docente para incrementar as competências e capacidades instaladas dos serviços
OO17 - Promover a criação de novos centros I&D com avaliação externa e reconhecidos pela FCT
OO18 - Fomentar a realização de estágios/empregabilidade dos discentes junto das organizações internacionais do sector
OO19 - Aumentar a percentagem de financiamento através do orçamento privativo
Fonte: QUAR ISEL 2012
QUADRO 4–OBJETIVOS/INDICADORES QUALIDADE DEFINIDOS NO QUAR
Objetivos Operacionais (Qualidade)
OO20 - Consolidar o processo de autoavaliação
OO21 - Implementar o sistema de avaliação de desempenho dos docentes OO22 - Criar novos laboratórios de referência para a indústria
Relatório de Atividades e Contas 2012 12
3. B
RE VE
C
A RAT ERI Z AÇÃO
A. O
ISEL
QUADRO 5– BREVE DESCRIÇÃO DO ISEL
ISEL Investigação
Fundação histórica Decreto régio de D. Maria II de 1852 Centros e Grupos 20
Criação do ISEL DL n.º 830/1974, Diário do Governo; I série, 31
dezembro 1974 Doutorados 166
Estatutos Despacho n.º 5576/2010, DR, II série, 20
março 2010 Publicações científicas (ISI) 1174
Presidente José Carlos Quadrado Patentes 6
Ensino* Orçamento
Estudantes 5333 Orçamento de Estado 14 618 297€
Licenciatura 4186 Orçamento Privativo 7 263 433€
Mestrado 1147
Estudantes do 1º Ciclo 78% Recursos Humanos
Estudantes de Mestrado 22% Docentes e Investigadores 448
Cursos de Licenciatura
em regime diurno, noturno e pós-laboral 7 Pessoal 147
Cursos de Mestrado
em regime diurno e noturno 8 Razão aluno/docente 12
Razão aluno/pessoal 36
Empregabilidade** Razão docente/pessoal 3
Empregabilidade dos cursos de Licenciatura 93%
Empregabilidade dos cursos de Mestrado 91% Campus ISEL
% de alunos empregados até 12 meses após a
conclusão do curso 99,6% Área Total do Campus (m
2
) 61200
Área Coberta Total (m2) 36000
Salas de Aula e Anfiteatros (m2) 7252
* Dados provisórios para o ano letivo de 2012/2013. A aguardar inquérito RAIDES12. Salas de Estudo e Biblioteca (m2) 618
** Dados do IEFP
Laboratórios, Oficinas e Salas de
Computadores (m2) 6792
Fonte: Gabinete de Avaliação e Qualidade
B. O
R G A N I Z A Ç Ã OA estrutura organizacional corresponde a um modelo matricial entre os recursos disponíveis e os serviços prestados. Este modelo visa potenciar a utilização eficiente dos recursos e o aumento da capacidade de oferta de novos cursos conferentes ou não de graus.
São órgãos de gestão do ISEL (FIGURA 1), o presidente do ISEL, o conselho de supervisão, o conselho de gestão, o conselho técnico-científico, o conselho pedagógico e o conselho consultivo estratégico (APÊNDICE 1 – ORGANIZAÇÃO DO ISEL).
O ISEL adota uma estrutura intermédia de caráter orgânico, que se organiza na dependência do Conselho técnico-científico e do Conselho pedagógico.
A nível académico, organiza-se através da interação de recursos científicos e pedagógicos, sob a égide do conselho técnico-científico, e das suas atividades, substancialmente sob a égide do conselho pedagógico.
Relatório de Atividades e Contas 2012 13 Esta interação implica a elaboração dos planos de alocação de atividades e de recursos a serem propostos ao presidente do ISEL, numa perspetiva de cumprimento das obrigações legais de realização dos cursos, de respeito pelas legítimas expectativas dos membros do corpo docente, da melhoria das condições pedagógicas e científicas e, por último, do fomento da imagem do ISEL perante o mercado de trabalho e a comunidade em geral.
Os planos referidos serão elaborados, em primeiro grau, pelas estruturas intermédias, de forma dinâmica, com vista à realização dos fins mencionados no número anterior, de molde a serem aprovados pelos órgãos de gestão competentes até ao mês de junho de cada ano civil.
Em termos de estrutura administrativa, o ISEL dispõe de serviços, gabinetes e unidades complementares. Os serviços são estruturas permanentes cujo objetivo fundamental é apoiar os órgãos do ISEL, nos projetos e atividades em que este esteja envolvido e, em casos específicos, outras estruturas e órgãos do IPL.
Por sua vez, os gabinetes e as unidades complementares são estruturas de apoio técnico e assessoria ao presidente e ao conselho de gestão.
Na figura abaixo apresenta-se o organograma do ISEL.
FIGURA 1–ESTRUTURA ORGÂNICA DO ISEL
Face aos estatutos do ISEL, toda a estrutura administrativa (serviços, gabinetes e unidades complementares) iniciou, e nalguns caso completou, o processo de elaboração de regulamentos internos e de manuais de procedimentos, tendo sido aprovados nove manuais de procedimentos (Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores, Área Departamental de Física, Área Departamental de Matemática, Biblioteca, Gabinete de Auditoria Interna, Gabinete de Avaliação e Qualidade, Gabinete de Comunicação, Serviços Administrativos e Financeiros – Serviço de Recursos Humanos e Serviço de Documentação e Publicações), os quais foram já integrados pelo Gabinete de Auditoria Interna no Manual de Procedimentos do ISEL. Gradualmente serão introduzidos procedimentos no Manual do ISEL para que exista conhecimento, consolidação e uniformização dos procedimentos praticados por toda a instituição.
Relatório de Atividades e Contas 2012 14
II
–
ATIVIDADES
DESENVOLVIDAS
1. E
NSI NO
O ISEL ministra presentemente (ano letivo 2012/2013) sete cursos de licenciatura e oito cursos de mestrado (em regime diurno, noturno e pós-laboral). Nomeadamente os cursos de licenciatura em Engenharia Civil, Engenharia Electrotécnica, Engenharia Electrónica e Telecomunicações e de Computadores, Engenharia Informática e de Computadores, Engenharia Mecânica, Engenharia Química e Biológica, Engenharia de Redes de Comunicação e Multimédia e nos cursos de mestrado em Engenharia Civil, Engenharia Electrotécnica, Engenharia Electrónica e Telecomunicações, Engenharia Informática e de Computadores, Engenharia de Manutenção, Engenharia Mecânica, Engenharia Química e Biológica, Engenharia de Redes de Comunicação e Multimédia (indicados nas tabelas seguintes).
A. A
L T E R A Ç Ã O D EP
L A N O S D EC
U R S OA alteração do plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Engenharia de Redes de Comunicação e Multimédia (LERCM) proporcionou um adequado prosseguimento dos estudos dos alunos de licenciatura para o mestrado de que s espera um aumento da procura para o próximo ano letivo. O plano de estudos alterado foi publicado pelo Despacho n.º 6476/2012 de 15 de maio de 2012.
Com o novo plano de estudos da LERCM pretendeu-se, essencialmente, melhorar a articulação entre as unidades curriculares do curso, organizando-as em torno de percursos formativos bem definidos, reforçar as competências profissionais na área da especialidade do curso.
B. M
E L H O R I A S E C O N S T R A N G I M E N T O S I D E N T I F I C A D O SAs restrições orçamentais sentidas em 2012 não permitiram prementes intervenções nos laboratórios de apoio ao ensino, todavia registaram-se melhorias na reorganização e limpeza dos espaços e manutenções no âmbito da construção civil.
C. C
U R S O SC
O N F E R E N T E S D EG
R A Ui. V
A G A SO número de vagas, pelo Concurso Anual de Acesso (Tabela 1), para as Licenciaturas aumentou 1,8% nos últimos 3 anos (de 893 vagas para 909 vagas), enquanto o número de vagas para o Mestrado aumentou 102,4% (de 210 vagas para 425 vagas).
TABELA 1–EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE VAGAS NO ISEL
Designação Cód. Curso Evolução das vagas 2010/11 2011/12 2012/13
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 150 150 150
Relatório de Atividades e Contas 2012 15
Designação Cód. Curso Evolução das vagas 2010/11 2011/12 2012/13 e de Computadores
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 115 115 115
Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 120 120 120
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 115 115 133
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 70 70 80
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia 9475 40 40 50
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações
e de Computadores (regime pós-laboral) 8346 30 30 30 Licenciatura Eng.ª Civil (regime pós-laboral) 9881 50 50 50
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia (regime pós-laboral) 9883 25 20 20
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime pós-laboral) 9884 50 30 30
Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 40 35 35
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime
pós-laboral) 9887 20 24 24
Mestrado Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 6357 30 30 30
Mestrado Eng.ª Electrotécnica 6358 20 20 20
Mestrado Eng.ª Mecânica 6361 90 110 110
Mestrado Eng.ª Química e Biológica 6362 50 50 50
Mestrado Eng.ª Informática e de Computadores 9427 30 30 30
Mestrado Eng.ª Civil 9569 125 110 135
Mestrado Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia M406 30 30 30
Mestrado Eng.ª de Manutenção M528 * 45 60
TOTAL LICENCIATURA 935 909 909
TOTAL MESTRADO 375 425 465
TOTAL 1310 1334 1374
* O curso de Mestrado em Eng.ª de Manutenção teve início no ano letivo de 2011/2012.
Fonte: Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI); Gabinete de Avaliação e Qualidade
O número de vagas por outros regimes de ingresso, no ano letivo de 2012/2013, foi as que se apresentam na seguinte tabela:
TABELA 2–NÚMERO DE VAGAS NO ISEL PARA OUTROS REGIMES DE INGRESSO DOS CURSOS DE
LICENCIATURA Nome do Curso Cód. Curso Concursos Especiais Mudança de Curso e Transferência Total Geral M a io re s 2 3 An os Curso s M é di o s /Su p/ Pó s -Se c un dá ri os Total M ud a n ç a s Curs o Tra ns fe rên c ia s Total
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 10 6 16 12 12 24 40
Licenciatura Eng.ª Civil (regime
pós-laboral) 9881 0 0 0 0 0 0 0
Licenciatura Eng.ª de Redes de
Comunicação e Multimédia 9475 4 1 5 5 0 5 10
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia (regime pós-laboral)
9883 1 1 2 2 0 2 4
Relatório de Atividades e Contas 2012 16 Nome do Curso Cód. Curso Concursos Especiais Mudança de Curso e Transferência Total Geral M a io re s 2 3 An os Curso s M é di o s /Su p/ Pó s -Se c un dá ri os Total M ud a n ç a s Curs o Tra ns fe rên c ia s Total Telecomunicações e de Computadores Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral)
8346 2 0 2 2 2 4 6
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 12 3 15 7 7 14 29 Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime
pós-laboral) 9884 0 0 0 0 0 0 0
Licenciatura Eng.ª Informática e de
Computadores 9121 10 4 14 6 4 10 24
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 15 2 17 3 10 13 30 Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime
pós-laboral) 9886 1 1 2 1 1 2 4
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 4 3 7 2 3 5 12 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica
(regime pós-laboral) 9887 4 1 5 2 2 4 9
TOTAL 71 25 96 44 43 87 183
Fonte: Serviços Académicos
ii. A
L U N O S A D M I T I D O SO ingresso nos cursos pode ser efetuado através do Concurso Nacional de Acesso, dos Regimes Especiais, dos Concursos Especiais ou dos Regimes de Reingresso, Mudança de Curso e Transferência. Para se candidatarem ao ensino superior através do Concurso Nacional de Acesso os estudantes devem satisfazer as seguintes condições:
Ter aprovação num curso de ensino secundário ou habilitação legalmente equivalente; Ter realizado as provas de ingresso exigidas por esse curso nesse estabelecimento; Ter uma nota de candidatura mínima exigida por cada estabelecimento.
Considerar-se-á, de seguida, o ingresso no primeiro ciclo dos diversos cursos ministrados neste Instituto.
C O N C U R SO N A C I O N A L D E AC E S SO
Neste ponto será efetuada uma análise do concurso nacional de acesso e ingresso ao ensino superior que, em regra, decorre em três fases distintas. Serão apresentados, de seguida, os dados referentes ao ingresso no ano letivo de 2012/2013.
TABELA 3–ALUNOS ADMITIDOS NO ISEL ATRAVÉS DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO
(1ª, 2ª e 3ª fase)
Designação Cód.
Curso
Alunos admitidos através de
Concurso Nacional de Acesso 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase Total
Relatório de Atividades e Contas 2012 17
Designação Cód.
Curso
Alunos admitidos através de
Concurso Nacional de Acesso 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase Total
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 11 7 0 18
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e
Telecomunicações e de Computadores 9108 23 41 4 68
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 17 19 1 37
Licenciatura Eng.ª Informática e de
Computadores 9121 120 13 3 136
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 89 41 2 132
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 24 17 0 41
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia 9475 50 17 2 69
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e
Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral)
8346 0 0 0 0
Licenciatura Eng.ª Civil (regime pós-laboral) 9881 0 0 0 0
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia (regime pós-laboral) 9883 1 8 4 13
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime
pós-laboral) 9884 1 0 0 1
Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 2 0 0 2
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime
pós-laboral) 9887 0 0 0 0
TOTAL 338 163 16 517
Fonte: Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES); Gabinete de Avaliação e Qualidade
Globalmente, na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso (CNA) o preenchimento das vagas ficou aquém do espectável e na segunda fase do CNA o preenchimento decorreu de forma aceitável, tendo ainda por decisão do ministério sido aberta a terceira fase mas que pouco contribuiu para o preenchimento total das vagas. Neste ano letivo é visível o preenchimento deficitário das vagas para os cursos em período pós-laboral, em todas as fases.
Foram admitidos, no total, no ano letivo 2012/2013, 517 alunos através do Concurso Nacional de Acesso.
Do conjunto dos 517 novos alunos admitidos do CNA matricularam-se 172 alunos em 1ª opção
(TABELA 4 e TABELA 5).
TABELA 4–CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM 2011 E 2012
(DADOS FINAIS DOS CONCURSOS DE 2011 E 2012)
Curso Cód. Curso 2011 2012 Va ga s Can di da to s e m 1 .ª o pç ã o n a 1 .ª fa s e M a tric ul a do s Va ga s s ob ran te s Va ga s Can di da to s e m 1 .ª o pç ã o n a 1 .ª fa s e M a tric ul a do s Va ga s s ob ran te s
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral)
8346 30 12 13 17 30 0 0 30 Licenciatura Eng.ª Civil 9089 150 49 117 32 150 8 14 143 Licenciatura Eng.ª de Electrónica e
Telecomunicações e de Computadores 9108 110 19 44 65 72 8 58 22 Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 115 39 98 16 115 9 30 86 Licenciatura Eng.ª Informática e de
Relatório de Atividades e Contas 2012 18 Curso Cód. Curso 2011 2012 Va ga s Can di da to s e m 1 .ª o pç ã o n a 1 .ª fa s e M a tric ul a do s Va ga s s ob ran te s Va ga s Can di da to s e m 1 .ª o pç ã o n a 1 .ª fa s e M a tric ul a do s Va ga s s ob ran te s
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 115 63 116 0 133 41 117 28 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 70 22 67 1 80 9 36 50 Licenciatura Eng.ª de Redes de
Comunicação e Multimédia 9475 40 20 39 0 50 31 55 0 Licenciatura Eng.ª Civil (regime
pós-laboral) 9881 50 4 4 46 50 0 0 50
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia (regime pós-laboral)
9883 20 1 3 17 20 0 11 8
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime
pós-laboral) 9884 30 7 8 22 30 1 1 29
Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime
pós-laboral) 9886 35 14 26 9 35 1 1 34
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica
(regime pós-laboral) 9887 24 2 5 19 24 0 0 24
Total 909 308 655 250 909 172 443 504
Fonte: DGES; Gabinete de Avaliação e Qualidade
TABELA 5–ÍNDICE DE PROCURA DOS CURSOS DE LICENCIATURA DO ISEL
Designação Cód. Curso Vagas Candidatos em 1.ª opção Índice de procura em 1.ª opção
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 150 8 0,05
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores 9108 72 8 0,11
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 115 9 0,08
Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 120 64 0,53
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 133 41 0,31
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 80 9 0,11
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 9475 50 31 0,62 Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores (regime pós-laboral) 8346 30 0 0,00
Licenciatura Eng.ª Civil (regime pós-laboral) 9881 50 0 0,00 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia
(regime pós-laboral) 9883 20 0 0,00
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime pós-laboral) 9884 30 1 0,03 Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 35 1 0,03 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime pós-laboral) 9887 24 0 0,00
TOTAL 909 172 0,19
Fonte: DGES; Gabinete de Avaliação e Qualidade
iii. A
L U N O S I N S C R I T O SAnalisando-se a totalidade dos alunos inscritos pelas diferentes vias verificou-se uma redução no número de alunos inscritos no ISEL (redução em 857 alunos), gerado essencialmente por diminuição de alunos inscritos nas licenciaturas (TABELA 6).
Relatório de Atividades e Contas 2012 19
TABELA 6–ALUNOS INSCRITOS NO ISEL, POR CURSO
Designação Cód.
Curso
Alunos inscritos 2010/11 2011/12 2012/13*
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 1048 1010 762
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores 9108 677 612 476
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 717 700 560 Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 711 716 633
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 852 861 762
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 386 421 315 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 9475 179 191 194 Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores (regime pós-laboral) 8346 28 30 49
Licenciatura Eng.ª Civil (regime pós-laboral) 9881 148 129 110 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia
(regime pós-laboral) 9883 30 25 36
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime pós-laboral) 9884 89 88 80 Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 107 120 171 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime pós-laboral) 9887 36 32 38 Mestrado Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 6357 98 98 85
Mestrado Eng.ª Electrotécnica 6358 212 213 214
Mestrado Eng.ª Mecânica 6361 304 318 267
Mestrado Eng.ª Química e Biológica 6362 49 51 54
Mestrado Eng.ª Informática e de Computadores 9427 110 109 99
Mestrado Eng.ª Civil 9569 419 443 387
Mestrado Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia M406 7 13 22
Mestrado Eng.ª de Manutenção M528 * 10 19
TOTAL LICENCIATURA 5008 4935 4186
TOTAL MESTRADO 1199 1255 1147
TOTAL 6207 6190 5333
*Dados provisórios para o ano letivo de 2012/2013. A aguardar inquérito RAIDES12. **O curso de Mestrado em Eng.ª de Manutenção teve início no ano letivo de 2011/2012. Fonte: Gabinete de Avaliação e Qualidade
Os alunos inscritos pelos diferentes regimes de ingresso em 2012/2013 são os apresentados de seguida:
TABELA 7–ALUNOS INSCRITOS POR TODOS OS REGIMES DE ACESSO
Designação C ód. C u rs o A c e s s o L o c a l B o ls e iro s P A L O P R e ing re s s o C o n ting e n te E s p e c ial C o n c u rs o maior e s 23 Tit u lar e s d e C u rs o s S u p e rior e s C o n ting e n te Ge ra l Fun c ion á rios e s tr a n g . d e mi s s ã o d ip lomáti c a e f a mi lia re s A c e s s o L o c a l - L ic . p a ra Mes tr a d o Mud a n ç a d e C u rs o R e n o v a ç ã o d a I n s c ri ç ã o Tit u lar e s d e c u rs o s méd ios e s u p e rior e s Tr a n s fe rê n c ia TOTA L
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 20 1 28 16 2 16 14 4 620 41 762
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores 9108 3 1 13 2 2 56 10 389 476 Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 1 1 22 10 12 29 8 471 6 560
Relatório de Atividades e Contas 2012 20 Designação C ód. C u rs o A c e s s o L o c a l B o ls e iro s P A L O P R e ing re s s o C o n ting e n te E s p e c ial C o n c u rs o maior e s 23 Tit u lar e s d e C u rs o s S u p e rior e s C o n ting e n te Ge ra l Fun c ion á rios e s tr a n g . d e mi s s ã o d ip lomáti c a e f a mi lia re s A c e s s o L o c a l - L ic . p a ra Mes tr a d o Mud a n ç a d e C u rs o R e n o v a ç ã o d a I n s c ri ç ã o Tit u lar e s d e c u rs o s méd ios e s u p e rior e s Tr a n s fe rê n c ia TOTA L Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 2 35 12 4 115 6 453 4 2 633 Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 11 27 1 3 4 114 18 575 1 8 762 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 1 1 4 1 33 1 3 271 315 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 9475 9 2 6 53 7 117 194 Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral) 8346 14 5 5 1 10 14 49
Licenciatura Eng.ª Civil
(regime pós-laboral) 9881 1 19 90 110 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia (regime pós-laboral) 9883 2 3 11 2 17 1 36 Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime pós-laboral) 9884 16 1 63 80 Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 11 22 13 16 1 7 86 5 10 171 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime pós-laboral) 9887 2 6 4 24 2 38 Mestrado Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 6357 1 1 12 24 47 85 Mestrado Eng.ª Electrotécnica 6358 8 56 150 214
Mestrado Eng.ª Mecânica 6361 1 18 50 198 267
Mestrado Eng.ª Química e
Biológica 6362 2 17 35 54
Mestrado Eng.ª Informática e de Computadores
9427 1 10 18 70 99
Mestrado Eng.ª Civil 9569 13 22 94 258 387
Mestrado Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia M406 5 5 12 22 Mestrado Eng.ª de Manutenção M528 3 8 8 19 TOTAL 64 9 200 53 47 138 427 1 267 79 3968 11 69 5333
*Dados provisórios para o ano letivo de 2012/2013. A aguardar inquérito RAIDES12. Fonte: Gabinete de Avaliação e Qualidade
iv. P
R E S C R I Ç Õ E SRelatório de Atividades e Contas 2012 21
TABELA 8–ALUNOS PRESCRITOS POR CURSO
Designação Código
Curso
Nº de alunos Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime
pós-laboral) 8346 0
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 26
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores 9108 42
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 25
Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 46
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 29
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 18
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 9475 16
Licenciatura Eng.ª Civil (pós-laboral) 9881 6
Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia (pós-laboral) 9883 3 Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (pós-laboral) 9884 1
Licenciatura Eng.ª Mecânica (pós-laboral) 9886 3
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (pós-laboral) 9887 3 TOTAL 218
Fonte: Serviços Académicos
v. A
L U N O S D I P L O M A D O SO número de alunos diplomados têm-se mantido estável nos últimos anos letivos como é patente na próxima tabela.
TABELA 9–DIPLOMADOS DO ISEL
Designação Cód.
Curso
Diplomados
2009/10 2010/11 2011/12
Licenciatura Eng.ª Civil 9089 118 137 117
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e
Telecomunicações e de Computadores 9108 39 40 44
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica 9109 81 80 74
Licenciatura Eng.ª Informática e de Computadores 9121 30 47 38
Licenciatura Eng.ª Mecânica 9123 88 113 91
Licenciatura Eng.ª Química e Biológica 9126 32 41 40 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia 9475 6 8 19
Licenciatura Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral)
8346 ** ** 1
Licenciatura Eng.ª Civil (regime pós-laboral) 9881 1 11 8 Licenciatura Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia (regime pós-laboral) 9883 0 1 1
Licenciatura Eng.ª Electrotécnica (regime
pós-laboral) 9884 1 3 8
Licenciatura Eng.ª Mecânica (regime pós-laboral) 9886 0 7 6 Licenciatura Eng.ª Química e Biológica (regime
pós-laboral) 9887 0 1 2
Mestrado Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 6357 31 12 16
Mestrado Eng.ª Electrotécnica 6358 10 20 14
Relatório de Atividades e Contas 2012 22
Designação Cód.
Curso
Diplomados
2009/10 2010/11 2011/12
Mestrado Eng.ª Química e Biológica 6362 33 7 11
Mestrado Eng.ª Informática e de Computadores 9427 19 6 7
Mestrado Eng.ª Civil 9569 129 54 70
Mestrado Eng.ª de Redes de Comunicação e
Multimédia M406 ** ** 1
Mestrado Eng.ª de Manutenção M528 ** ** **
TOTAL 643 605 596
*Dados provisórios para o ano letivo de 2011/2012. A aguardar inquérito RAIDES12.
**A Licenciatura em Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores (regime pós-laboral) teve início no ano letivo de 2009/2010, o curso de Mestrado em Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia teve início no ano letivo de 2010/2011 e o curso de Mestrado em Eng.ª de Manutenção (início no ano letivo de 2011/2012).
Fonte: Gabinete de Avaliação e Qualidade
vi. S
U C E S S O E S C O L A RO sucesso escolar do ISEL por curso é tendencialmente, nos últimos 2 anos decrescente, por conta do abandono escolar e assim apresenta-se ainda aquém do Contrato de Confiança estabelecido com o MCTES (TABELA 10).
TABELA 10–TAXA DE SUCESSO ESCOLAR DO ISEL
Curso Anos (A) 2010-2011 2011-2012 Sucesso Escolar, por curso (2011-2012) 1 º a 1 ª v e z e m n -A Dipl om a do s 1 º a 1 ª v e z e m n -A Dipl om a do s * 1 º CICL O 9089 - Eng.ª Civil 3 203 137 201 117 58%
9108 - Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores 3 137 40 144 44 31%
9109 - Eng.ª Electrotécnica 3 136 80 163 74 45%
9121 - Eng.ª Informática e de Computadores 3 151 47 147 38 26%
9123 - Eng.ª Mecânica 3 140 113 168 91 54%
9126 - Eng.ª Química e Biológica 3 86 41 90 40 44%
9475 - Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 3 54 8 54 19 35% 8346 - Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores (pós-laboral) 3 - - 20 1 5%
9881 - Eng.ª Civil (pós-laboral) 3 49 11 51 8 16%
9883 - Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia
(pós-laboral) 3 15 1 20 1 5%
9884 - Eng.ª Electrotécnica (pós-laboral) 3 31 3 31 8 26% 9886 - Eng.ª Mecânica (pós-laboral) 3 35 7 35 6 17% 9887 - Eng.ª Química e Biológica (pós-laboral) 3 18 1 15 2 13%
2
º CICL
O
6357 - Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 2 19 12 20 16 80%
6358 - Eng.ª Electrotécnica 2 62 20 58 14 24%
6361 - Eng.ª Mecânica 2 74 17 83 28 34%
6362 - Eng.ª Química e Biológica 2 13 7 12 11 92%
9427 - Eng.ª Informática e de Computadores 2 31 6 21 7 33%
9569 - Eng.ª Civil 2 78 54 101 70 69%
M406 - Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 2 - - 7 1 14% TOTAL 1332 605 1441 596
TAXA 45% 41%
Relatório de Atividades e Contas 2012 23 O índice de sucesso escolar adota o conceito de «survival rate» da OCDE e corresponde à proporção de diplomados no ensino superior em um determinado curso/grau em relação aos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, desse curso “n” anos antes (sendo “n” o número de anos de estudo requeridos para se completar esse curso/grau).
Fonte: DGEEC; Gabinete de Avaliação e Qualidade
vii.
E
MP R E G A B I L I D A D EDe acordo com os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em junho de 2012, a taxa de desemprego dos diplomados do ISEL (diplomados de 2006/2007 a 2010/2011) era de 8% (TABELA 11).
TABELA 11– EMPREGO POR CURSO, DIPLOMADOS DE 2006-2007 A 2010-2011 E TAXA DE EMPREGABILIDADE
(JUNHO DE 2012) Cód. Curso Registos no Centro de Emprego Diplomados de 2006-2007 a 2010-2011 Taxa de Empregabilidade (1) 1 º CICL O
8346 Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores (regime pós-laboral) Curso com início no ano letivo em 2009/2010
9089 Eng.ª Civil 80 495 84%
9108 Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de
Computadores 8 215 96%
9109 Eng.ª Electrotécnica 28 559 95%
9121 Eng.ª Informática e de Computadores 3 188 98%
9123 Eng.ª Mecânica 37 725 95%
9126 Eng.ª Química e Biológica 25 255 90%
9475 Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia 0 14 100%
9881 Eng.ª Civil (pós-laboral) 0 13 100%
9883 Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia
(pós-laboral) 0 1 100%
9884 Eng.ª Electrotécnica (pós-laboral) 0 5 100%
9886 Eng.ª Mecânica (pós-laboral) 0 7 100%
9887 Eng.ª Química e Biológica (pós-laboral) 0 1 100%
2
º CICL
O
6357 Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 2 56 96%
6358 Eng.ª Electrotécnica 2 36 94%
6361 Eng.ª Mecânica 8 80 90%
6362 Eng.ª Química e Biológica 3 62 95%
9427 Eng.ª Informática e de Computadores 0 38 100%
9569 Eng.ª Civil 27 203 87%
M406 Eng.ª de Redes de Comunicação e Multimédia Curso com início no ano letivo em 2010/2011 M528 Eng.ª de Manutenção Curso com início no ano letivo em 2011/2012
Total = 223 2953 92%
(1) Diplomados não registados no centro de emprego / Total de Diplomados
Fontes: Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social; DGEEC; Gabinete de Avaliação e Qualidade
Existem 36 diplomados a aguardar emprego por um período superior a 12 meses, como se verifica na
TABELA 12.
TABELA 12–SITUAÇÃO DE PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS DO ISEL
(ANOS LETIVOS DE 2006/2007 A 2010/2011) EM JUNHO DE 2012
Cód. Curso
1.º emprego Novo emprego
Total < 12 meses ≥12 meses < 12 meses "≥12 meses
Relatório de Atividades e Contas 2012 24
Cód. Curso
1.º emprego Novo emprego
Total < 12 meses ≥12 meses < 12 meses "≥12 meses 1 º Ci c lo 9089 Eng.ª Civil 23 4 41 12 80 9108 Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores 3 0 5 0 8 9109 Eng.ª Electrotécnica 8 1 17 2 28
9121 Eng.ª Informática e de Computadores 1 0 2 0 3
9123 Eng.ª Mecânica 9 0 26 2 37
9126 Eng.ª Química e Biológica 9 2 9 5 25
2 º Ci c lo 6357 Eng.ª de Electrónica e Telecomunicações 1 0 1 0 2 6358 Eng.ª Electrotécnica 0 0 2 0 2 6361 Eng.ª Mecânica 0 0 6 2 8
6362 Eng.ª Química e Biológica 2 0 1 0 3
9569 Eng.ª Civil 6 4 15 2 27
TOTAL 62 11 125 25 223
Fonte: Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social; DGEEC; Gabinete de Avaliação e Qualidade
A empregabilidade, como fator importante e determinante na qualidade de qualquer curso, teve um processo de inquirição aos mais recentes diplomados de cursos ancorados na ADEETC e ADESPA, apresentando-se seguidamente os respetivos resultados.
TABELA 13–SITUAÇÃO DOS DIPLOMADOS EMPREGADOS DOS CURSOS ANCORADOS NA ADEETC E ADESPA
DIPLOMADOS NOS ANOS LETIVOS DE 2010/2011
LEE LEETC LEIC LERCM
LERCM (pós-laboral)
MEE MEET MEIC Diplomados empregados em sector de atividade
relacionado com a área do ciclo de estudos 55% 79% 78% 14% 100% 94% 90% 100% Diplomados empregados em outros sectores de
atividade 21% 21% 22% 86% 0% 6% 10% 0%
Diplomados que obtiveram emprego até um ano
depois de concluído o ciclo de estudos 76% 96% 91% 14% 100% 100% 100% 100%
Fonte: Gabinete de Avaliação e Qualidade, Inquérito sobre a empregabilidade dos alunos diplomados nos cursos da ADEETC no ano letivo de 2010/2011; ADESPA.
O processo de inquirição decorreu antecipadamente para os cursos ancorados na ADEETC e ADESPA (mais tarde será efetuado aos restantes cursos), na medida em que esta informação era essencial ao processo de autoavaliação em curso no âmbito da acreditação dos cursos do ISEL pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).
viii.
A
T I V I D A D E S D E A P O I O L E T I V OAs Áreas Departamentais às quais os cursos de licenciatura e mestrado estão ancorados desenvolveram durante o ano de 2012 uma diversidade de atividades no âmbito do apoio escolar, das quais se salientam:
Colaboração com os grupos disciplinares dos cursos na elaboração do plano de distribuição do serviço docente do curso e utilização dos laboratórios;
Identificação das necessidades de recursos humanos e materiais e propor a sua contratação/aquisição;
Relatório de Atividades e Contas 2012 25 Avaliação de forma continuada do plano de estudos do curso e os conteúdos programáticos das unidades curriculares, garantindo a sua atualização e articulação;
Elaboração de propostas para os calendários escolares e de avaliações; Aplicação adequada e equilibrada das normas de avaliação de conhecimentos; Realização de visitas de estudo, no âmbito das unidades curriculares;
Continuação da atribuição de competências e realização de planos de estudos para alunos que ingressem no ISEL provenientes de outras instituições;
Identificação de experiências positivas existentes a nível da escola com a utilização plataformas informáticas de apoio à aprendizagem procurando promover a sua utilização na oferta de unidades curriculares do curso de mestrado na modalidade de ensino à distância; Atualização, organização e divulgação da informação sobre o curso, designadamente a referente ao plano de estudos e à estrutura do curso, às unidades curriculares, ao funcionamento e às normas regulamentares;
Acompanhamento da fixação de vagas para ingresso no curso, os concursos de acesso, os regimes de acesso, a candidatura e inscrição em unidades curriculares isoladas, os reingressos e a mobilidade dos estudantes;
Elaboração de recomendações sobre o processo de inscrição, o calendário escolar e de avaliação e sobre normas aplicáveis ao curso;
Adoção de critérios de avaliação do curso, de forma a melhor conseguir fundamentar as decisões que o afetem e a melhorar a identificação e a antecipação de eventuais problemas e a propor medida para a sua correção;
Implementação de estratégias que permitam tornar mais célere a resposta aos processos de creditação de competências, discussão de dissertações, etc.
Participação na avaliação pedagógica dos docentes;
Recolha de dados do ano 2011/2012 relativos a taxas de aprovação, cumprimento de programas, condições de funcionamento e sugestões de melhoria para elaboração de relatório de caracterização dos cursos;
Assegurar os procedimentos de recolha sistemática de informação relativa ao funcionamento do curso, nomeadamente ao nível das taxas de insucesso, de abandono e de conclusão do curso.
ix. O
U T R A S A T I V I D A D E SForam desenvolvidas outras atividades de caráter geral, nomeadamente:
Cursos livres para alunos em áreas de conhecimento que se revelem importantes para o seu desempenho no curso e futuramente no mercado de trabalho;
Normas de arquivo de elementos de avaliação;
Propostas de articulação com os Serviços Académicos para melhoria dos processos administrativos associados aos cursos;
Formação para apoio aos candidatos a provas especialmente destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos.
D. C
U R S O SN
à OC
O N F E R E N T E S D EG
R A URelatório de Atividades e Contas 2012 26 Em 2012 teve inicio a preparação de nova oferta formativa com quatro novos cursos de pós-graduação com previsão de início durante o ano letivo 2013/2014:
- curso de formação de técnicos superiores de segurança e higiene no trabalho. - engenharia da qualidade e ambiente;
- engenharia para o desenvolvimento sustentável;
- gestão integrada de sistemas: qualidade, ambiente, segurança e responsabilidade social;
Por forma a regular o funcionamento dos cursos de pós – graduação, o Conselho Técnico-Científico formalizou em 17 de fevereiro de 2011 o “Normativo sobre Cursos de Formação Pós-graduada não Conferente de Grau”, tendo distinguido vários níveis de cursos de pós-graduação: atualização, aperfeiçoamento e de especialização.
ii. C
U R S O S D EF
O R MA Ç Ã ONo âmbito das atividades correntes dos centros de estudo do ISEL decorreram vários cursos com reconhecimento externo, nomeadamente os cursos acreditados pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) destinados a professores do Ensino Básico e Secundário, onde o ISEL possui acreditação para as ações de formação contínua de professores no âmbito da biologia, química e matemática. Os cursos que decorreram em 2012 estão descritos de seguida
QUADRO 6–CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU EFETUADOS PELOS CENTROS DE ESTUDO
CEEQ Centro de Estudos de Engenharia Química CEEM Centro de Estudos de Engenharia Mecânica CEEC Centro de Estudos de Engenharia Civil Curso Técnicas Eletroquímicas
Curso para Certificação em Solidworks
Curso de Matlab
Curso de formação sobre Energia e Alterações Climáticas 12.º Curso de Certificação para Avaliadores de Activos de Fundos de Investimento Imobiliário Curso de Avaliação da Propriedade Rústica Fonte: Contabilidade
E. S
I S T E M A D EA
V A L I A Ç Ã O D AQ
U A L I D A D E EA
C R E D I T A Ç Ã OEm 2012, decorreu o período de entrega dos relatórios de autoavaliação de 2 ciclos de estudos em funcionamento em 2011-2012 para os cursos da ADEC de 1 de fevereiro e 30 de abril de 2012 e a 7 ciclos de estudos em funcionamento em 2012-2013 dos cursos da ADEETC e ADESPA de 16 de outubro a 28 de dezembro de 2012.
Em dezembro de 2012 teve inicio a preparação da primeira avaliação externa aos cursos da ADEC, cujos processos se realizam através de painéis de avaliação que integram peritos independentes, e incluiu uma visita ao ISEL em 2013 e audição dos representantes dos corpos, bem como de entidades externas, designadamente empregadores e comunidade envolvente.
Para assegurar a implementação de um efetivo Sistema Interno de Garantia da Qualidade o ISEL participa no Conselho de Gestão da Qualidade do IPL, por forma a aperfeiçoar o seu sistema de autoavaliação em conformidade com os requisitos da avaliação externa definidos pela A3ES.
Relatório de Atividades e Contas 2012 27 Publicação dos resultados dos inquéritos realizados sobre os cursos, docentes e unidades curriculares relativos ao 2º semestre de 2010/2011 e 1º semestre de 2011/2012;
Convocação do Conselho Coordenador da Qualidade e realização de quatro reuniões;
Constituição dos indicadores de desempenho para apoiar os processos de avaliação e acreditação de cursos.
No âmbito da monitorização da qualidade dos serviços prestados pelo ISEL através da sua estrutura administrativa (Serviços, Gabinetes e Unidades Complementares) foi realizado o inquérito de satisfação sobre os serviços, com 372 respostas de alunos, docentes e funcionários, com a avaliação global de 2,4 (sendo 1 mau e 4 excelente).
2. I
NVE ST IGAÇÃO E
D
E SE NVOLVI ME NT O
A aposta na investigação é uma constante no desenvolvimento do Instituto, quer autonomamente, quer em parceria com centros de investigação reconhecidos pela FCT e outras organizações internacionais. O maior desafio consistiu em conseguir financiamento nacional ou internacional para novos projetos de base científica, tecnológica e educacional.
Ao nível da estrutura orgânica, o ISEL é composto por onze Centros de Investigação e Desenvolvimento e por nove Grupos de Investigação:
QUADRO 7–CENTROS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO DO ISEL
Cen tro s d e I n v e s ti g a ç ã o /E s tu d o s
CCISEL – Centro de Cálculo
CEDET – Centro de Estudos e Desenvolvimento de Electrónica e Telecomunicações CEEC – Centro de Estudos de Engenharia Civil
CEEI – Centro de Electrotécnica e Electrónica Industrial CEEM – Centro de estudos de Engenharia Mecânica CEEQ – Centro de estudos de Engenharia Química CF – Centro de Física
CIC – Centro de Instrumentação e Controlo
CIEQB – Centro de Investigação de Engenharia Química e Biotecnologia
CIPROMEC – Centro de Investigação e Projeto em Controlo e Aplicação de Máquinas Elétricas CM - Centro de Matemática G ru p o s d e I n v e s ti g a ç ã o
GIA2P2 – Grupo de Investigação em Aplicações Avançadas de Potência Pulsada
GIAMOS - Grupo de Investigação e de Aplicações MicroElectrónica, Optoelectrónica e Sensores GIATSI - Grupo de Investigação Aplicada em Tecnologias e Sistemas de Informação
GIEST - Grupo de Investigação em Electrónica de Sistemas e de Telecomunicações GI-MIOSM-Grupo Investigação em Modelação e Otimização de Sistemas Multifuncionais GISE – Grupo de Investigação e Sistemas de Energia
GRC – Grupo de Redes de Comunicação
GUIAA - Grupo de Investigação em Ambientes Autónomos M2A - Grupo de Multimédia e Aprendizagem Automática
Fonte: Serviço de Documentação e Publicações
Os docentes do ISEL desenvolvem atividades de I&D, não só internamente mas também em empresas e outras instituições, em áreas associadas aos ramos de engenharia lecionados na escola. Neste sentido, os docentes estão associados a alguns centros de I&D reconhecidos pela FCT onde desenvolvem investigação (TABELA 14).