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Meus comentários dos filmes recentes que assisti

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Meus comentários dos filmes recentes que assisti

(publicados no Facebook, com curtidas e comentários dos amigos)

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La La Land – Cantando Estações

Eu, Daniel Blake Animais Noturnos War For The Planet Of The Apes

Café Society Julieta O Clã

Birdman (Ou A Inesperada

Virtude Da Ignorância) Sniper Americano Sniper Americano (2) Deux Jours, Une Nuit Relatos Selvagens 71º Festival de Veneza O Grande Hotel Budapeste O Que Os Homens Falam 67º Festival de Cannes (3) 67º Festival de Cannes (2) 67º Festival de Cannes Cota de tela

12 Anos De Escravidão Oscar 2014 A Caça (2) RoboCop British Academy Film Awards -

BAFTA (2) Black Coal, Thin Ice (China)

Amor (Amour) Trapaça (2) Trapaça

O Brasil no cinema O Curioso Caso de Benjamin

Button Gravidade (2)

O Lobo De Wall Street O problema das legendas – letras brancas

Sindicato de Atores dos Estados Unidos

(2)

Blue Jasmine Candidatos ao Oscar 2014 Nova logomarca do Oscar Framboesa de Ouro Sundance Film Festival Globo de Ouro 2014 (2) Globo de Ouro 2014 César Deve Morrer (2) César Deve Morrer

Keep Calm And Go To Cinema British Academy Film Awards Ingressos vendidos em 2013 Uso do “arroba” [@] -

Classificação de filmes La Grande Belezza

Jornal O Globo elege os 10 melhores filmes em 2013 Azul É A Cor Mais Quente (2) Capitão Phillips Os Suspeitos

Um Conto Chinês (2) Gravidade Le Capital

Invocação Do Mal A Família Truque De Mestre

A Vida De Adellè (Azul É A Cor

Mais Quente) Depois De Maio É Cannes (vários)

A Caça Argo And the award goes to...

Amor (Amour) Django Livre O Lado Bom Da Vida

Escafandro E A Borboleta e

Ensaio Sobre A Cegueira Lincoln De volta às telas

Dr. Jivago Laura A Dançarina E O Ladrão

Jogos Vorazes O Artista Millennium - Os Homens Que

Não Amavam As Mulheres

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“La La Land – Cantando Estações” é uma comédia dramática musical diferente das de outrora, como não poderia deixar de ser, mas tem a nobreza de reverenciar outros musicais. Levantou 7 Globos de Ouro. É um belo filme, com final triste. Faz uma genial e sutil referência ao filme “Casablanca”, com fotos de Ingrid Bergman e alusões a Bogart, que só entendemos o porquê no fim do filme. Dirigido e escrito por Damien Chazelle (Whiplash, a história de um baterista...), de apenas 32 anos, com os virtuosos Ryan Gosling e Emma Stone, o filme conta a história de um pianista que quer abrir uma casa de Jazz tradicional, dando prosseguimento à memória jazzística, que ele acha que está em decadência, e uma iniciante atriz em busca de profissionalismo, que se apaixonam em LA, depois de implicâncias mútuas.

Sem me aprofundar em comentar o filme, me detenho especificamente em cenas comentadas por Sebastian (Ryan Gosling), por 2 ou 3 vezes, mencionando que o Jazz tradicional está deixando de ser tocado nos clubes, dando lugar ao Samba e a Tapas. Mas não há, evidentemente, aparição de músicos tocando Samba, muito menos comendo Tapas. Tapas, como sabemos, é uma comida mexicana. Aí eu pergunto: está sendo o Samba ridicularizado ou está sendo o Samba exaltado? Acho que o diretor (ou o roteirista) se confunde ao mencionar Samba ao invés de Bossa Nova; o Samba não é tão difundido nos EEUU como a Bossa Nova. Acho também que embaraçaram Tapas com comida brasileira. Mas essa confusão não desmerece o filme de jeito algum. A princípio, quando vemos isso ser mencionado na tela, temos a sensação que estão desprestigiando a música brasileira, uma sensação de desconforto, mas depois eu fiquei com a ideia que, de certa forma, a valorizaram (sendo ela Samba ou Bossa). Acho o filme forte concorrente ao Oscar, ajudado pela menção à “Casablanca” e a bela trilha sonora, principalmente a canção “City of Stars”. Não percam!!! Em tempo: Amor, Sublime Amor (West Side Story) continua sendo o melhor filme musical de todos os tempos.

Curtiram – Cades, Sueli Andrade, Vina

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“Eu, Daniel Blake”, não foi à toa que ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Tirando um indivíduo (pinta de pseudo-intelectual) que bradou “Fora Temer!” ao final do filme, seguido por uns e vaiados por outros, e é bom que se diga que há hora e lugar para manifestações, não numa sala de arte (lembram Aquarius?), a noite foi perfeita; cinema, sanduba, chopp e altos papos. É impressionante como o diretor britânico Ken Loach, de 80 anos, ("Kes", "Terra e Liberdade", "A Canção de Carla", "Meu Nome é Joe"...) nos emociona sem nenhuma música de fundo: a seco. Não é pra qualquer um, pois como sabemos, a música em playblack é o que nos conduz às emoções, aos sentimentos. O filme com viés políticos e sociais nos remete ao Brasil, aos nossos problemas de seguridade social, desemprego... Aborda um problema global, um problema universal do ser humano, principalmente quando na terceira idade (com raras exceções). Não é só no nosso país não. Após perder a mulher adoentada de quem cuidava, Daniel, de certa idade, carpinteiro especializado, sofre um enfarte, e é afastado do trabalho; os médicos o aconselham que não volte ao trabalho. Tendo que recorrer ao apoio financeiro do governo esbarra na burocracia e na dificuldade em lidar com computadores. O drama aumenta quanto começa a se relacionar e ajudar uma mãe com dois filhos, sem emprego, sem ter o que comer. Aumenta ainda mais quando a mãe aceita se prostituir pra dar de comer aos seus filhos. Blake é um homem honesto, trabalhador, de caráter, e um homem de atitudes, explicitada quando escreve frases nos muros do “INSS” de sua cidade na Inglaterra, intituladas “I, DANIEL BLAKE!!!” Enfarta, e morre, numa cena comovente (sem fundo musical). Um senhor do meu lado ponderou: este é o meu fim!!!

É interessante ressaltar que é a terceira vez que vejo a plateia bater palmas de pé ao fim de um filme: a primeira foi no cinema Paissandu em “Alphaville”, de Godard (não entendemos bulhufas do filme); a segunda em “O Artista”, de Michel Hazanavicius, vencedor do Oscar de 2012; e a terceira, neste filme. Eu bato palmas sentado.

Curtiram – Cades, Sueli Andrade, Hamilton, Vina

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“Animais Noturnos” do diretor Tom Ford, que também é estilista (ou fashion designer), com o bonitão Jake Gyllenhaale e a bela Amy Adams. Resumindo... fico com o que Arthur Xexéo escreveu em sua coluna de domingo no O Globo: “- É muito embrulho pra pouco presente”. O Bonequinho sentado bate palmas; eu classifico o Bonequinho somente sentado (sem palmas). Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza de 2016.

Curtiram – João Felippe, Rita de Cássia, Bittencourt, Vina, Sandra Rodrigues, Conceição, Josias, Augusto César, Sueli Andrade

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War For The Planet Of The Apes

(06 de outubro de 2016)

É dificílimo dizer qual o melhor filme de ficção que mais gosto. Mas, ”O Planeta Dos Macacos” está, indubitavelmente, entre os melhores. Será lançado em 2017 o terceiro filme fechando a recente trilogia. Não perco!!!

Curtiu - João Felippe Pires de Carvalho

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Café Society

(29 de agosto de 2016)

É impressionante a força de trabalho, a capacidade de produção e a criação intelectual de Woody Allen (Allan Stewart Königsberg). A cada ano um novo filme. Fez 55 filmes. Nasceu em 1935.

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Realizou, por 5 vezes, 2 filmes no mesmo ano. Em 1987 produziu 3 filmes (Rei Lear, A Era Do Rádio e Setembro). Seu primeiro filme foi em 1965: What’s New Pussycat? Café Society, como é de se esperar de Allen é um bom filme. Porém, seus últimos filmes são melhores (Meia Noite Em Paris; Para Roma Com Amor; Blue Jasmine, Magia Ao Luar). Café Society é passado nos anos 30 em NY e em Hollywood reluzindo impecáveis vestimentas de época, opulência e virtuosíssimas músicas no balanço romântico do Fox/Jazz (The Lady Is A Tramp, I Didn't Know What Time It Was, Manhattan, My Romance, I Only Have Eyes For You). Um jovem se muda de NY para Hollywood, e com a ajuda do tio (que mal o conhece) arruma um emprego na indústria cinematográfica onde o tio trabalha. O jovem se envolve com a secretaria do tio, que mantém um relacionamento secreto com o próprio tio, um homem bem casado. Um tema não tão original, até comum, mas que Allen, conservando seu estilo, nos faz sair do cinema feliz da vida. Atuam Jesse Eisenberg (A Rede Social), Steve Carell (série TV The Office) e Kristen Stewart (A Saga Crepúsculo). Woody Allen é imperdível.

Curtiram - Rodrigo Cvnha, Conceição Diniz e outras 7 pessoas Jaimil Trigueiro - Deste eu gostei muito e recomendo

Luciene Paes - trilha, cenário e figurino nota 10

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Julieta

(29 de agosto de 2016)

“Julieta”, do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, nos envolve desde a primeira cena, e cria expectativas. Aos poucos vai nos emocionando, vai nos tornando mais atentos, com suaves flashbacks, porém não dá pista da emoção maior que vai nos tocar nas últimas cenas. E fica difícil controlar nossos impulsos sentimentais. Eu não esperava tanta emoção. Mas não é um dramalhão. Almodóvar mira, mais uma vez, nas mulheres; o ponto focal do enredo é um inesperado abandono; após a morte do pai, a filha avisa a mãe que vai para um retiro espiritual nas montanhas e desaparece por anos, sem uma carta sequer – a mãe não sabe onde a filha está e o motivo do desaparecimento; o silêncio torna-se cruel. Até que, anos depois, chega uma carta. Imaginaram? O filme é capaz de emocionar a todos, mesmo quem não têm filhos, porque trata de relacionamento, de amor, de culpa, de perda. “Julieta” abeira-se, também, da infidelidade, do homossexualismo, da doença e de situações psicanalíticas, sem ser pesado. A trilha sonora é sofisticada, parecendo-me Fox com temperos de Jazz, e evidentemente, como não poderia deixar de ser, sentimentais. A música vai tomando conta de nós sem que percebamos. Parece que ela vai tramando no subconsciente, em background. A última, que é cantada quando acaba o filme... Meu Deus !!! Haja lenços. Alberto Iglesias (o preferido do diretor) assina a trilha sonora. Tudo no filme é elegante, bonito, sem ser sofisticado: os homens, as mulheres, os cenários, as cenas, as paisagens,

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os diálogos, as músicas... E é perfeita a troca de atores no decorrer do tempo (presente e passado) do filme. Adriana Ugarte (linda!) é “Julieta” quando jovem e Emma Suárez é “Julieta” adulta, sofrida. Inspirado num conto da escritora Alice Munro e apresentado no Festival de Cannes, “Julieta” é um filme Cult, magnificamente dirigido, impecável. Um belo filme, imperdível. Pode não ser o melhor de Almodóvar, mas foi o que mais me emocionou dos que vi. Antes achava “A Pele Que Habito” melhor filme de Almodóvar, agora estou em dúvida.

Curtiram - Susana Serrão e Hamilton Bibas

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O Clã

(29 de agosto de 2015)

O cinema argentino parece que vai nos surpreender de novo. Tomara! Depois de “O Segredo Dos Seus Olhos”, “Um Conto Chinês” e “Relatos Selvagens” chega à telona “O CLÔ (El Clan), do diretor Plabo Trapero. Concorre ao Leão de Ouro no Festival de Veneza. Aposto todas as fichas. Aguardo ansioso.

Sueli Andrade De Amorim, Augusto Cezar Netto e outras 5 pessoas Cristóvam Kubrusly - também aguardo.

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Desapontado. “Birdman Ou A Inesperada Virtude Da Ignorância” vencedor do Oscar 2015 de melhor filme não me cativou de forma alguma. É interessante a forma conduzida pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, ora realidade ora ilusão, ora alegre ora depressivo, mas não me emocionou. É um filme de Hollywood para Hollywood, de artista para artista, de diretor para diretor. Não gostei.

Curtiram - João Felippe Pires de Carvalho e Isabella Lemos de Moraes

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Sniper Americano

(20 de fevereiro de 2015)

De forma figurativa e sutil, “Sniper Americano” ilumina a questão do desarmamento dos EEUU. Nas últimas cenas Chris Kyle (Bradley Cooper) brinca com a família empunhando um revólver "caseiro"; a câmera dá o destaque. A maneira como o revólver é guardado dentro de casa, displicente e perigosamente, também é enquadrado pela câmera. Por outro lado, a necessidade dos EUA de ter armas poderosas é imperiosa para derrubar os inimigos no Iraque, muito bem armados. Se Hollywood seguir a tradição de laurear filmes de guerra, com seu tradicional e notório patriotismo, “Sniper Americano” já venceu. Lembrem Platoon e Guerra ao Terror. O filme é tiro pra tudo que é lado; parece que vamos ser atingido na plateia por um projétil - um espetáculo de sonoplastia; acho que ergue as estatuetas de Melhor Edição de Som e de Melhor Mixagem de Som. Educado pelo pai de modo rigoroso e às vezes até brutal (o que não aparece explicitamente em cena), e consentido pela submissão da mãe, o atirador de elite dos SEALs é um bom homem, mas sua educação, que o influenciou a tornar-se um guerreiro, uma lenda, o faz ter momentos de alta agressividade. Ao ajudar os outros como sempre fez, na guerra e fora dela, é morto por um maluco, um psicopata, depois de retornar definitivamente a casa – novamente a questão do desarmamento; ironia a morte do maior atirador letal dos EEUU - morreu de uma bala de um revólver “doméstico”. Clint Eastwood dirige com perfeição a cinebiografia. Boa interpretação de Bradley Cooper. Bom filme. Vale assistir.

Curtiram - Isabella Lemos de Moraes, Augusto Cezar Netto e outras 3 pessoas Hamilton Bibas - Vou ver.

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Sniper Americano (2)

(19 de fevereiro de 2015)

Não posso deixar de assistir mais um filme dirigido pelo MAGNÍFICO Clint Eastwood, que surpreende em "Sniper Americano", ao compor a música tema!!! Drama biográfico indicado a seis Oscar. Só nos EEUU o filme faturou mais de US$ 300 milhões. Custou só US$ 58 milhões. Quero ser cineasta!!! Bradley Cooper é o franco-atirador. O filme conta a história real de Chris Kyle, atirador de elite das forças especiais da marinha americana. Durante cerca de dez anos ele matou mais de 160 pessoas, tendo recebido diversas condecorações por sua atuação. Foi o mais letal de todos os atiradores americanos. Adaptado do livro American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History. Vamos conferir!!!

Curtiram - Isabella Lemos de Moraes, Nelson Carvalho e outras 8 pessoas Luciene Paes - Muito bom!

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Deux Jours, Une Nuit

(16 de fevereiro de 2015)

Minha intuição e meu faro me embaíram ao escolher “Deux Jours, Une Nuit”. Acontece. O filme belga, dirigido por Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne é fraco. Muito fraco. Apesar o tema interessante (perco meu bônus - que tanto preciso, para você não perder seu emprego), a direção e o roteiro não o contemplam à altura. Discordo do “Bonequinho” que bate palmas de pé. Não

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consegui enxergar um motivo que lhe indicasse à Palma de Ouro de Cannes. Marion Cotillard recebeu o prêmio de melhor atriz do National Society of Film Critics Award; entendi menos ainda.

Curtiram - Augusto Cezar Netto e Felipe Caiazzo

Susana Serrão - está escrito "outstanding"... Eu não assisti, mas confio no seu julgamento. Cristóvam Kubrusly - Idem.

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Relatos Selvagens

(07 de dezembro de 2014)

“Relatos Selvagens”. Muitas gargalhadas, ótimo divertimento. São 6 episódios excelentes (o 2º nem tanto) todos intrínsecos à vida de qualquer humano. São fatos corriqueiros a que estamos sujeitos. Eu, particularmente – e acredito que muitos de nós, já passamos (ou estamos sujeitos) pelas mesmas situações. Todos os episódios com desfechos surpreendentes !!! No 1º episódio: matar, vingar todos aqueles que nos humilharam, que nos sacanearam; 2º) oportunidade de envenenar o desgraçado que prejudicou a vida de nossos pais; 3º) depois de xingar um motorista, morrer de medo da louca reação do mesmo, e tornar-se, também, outro louco; 4º) injustiçado (Ricardo Darín), se vingar, explodindo um depósito de carros rebocados – lembra o filme Um Dia De Fúria; 5º) encobrir um crime do filho; e 6) fazer loucuras no dia do casamente ao saber que está sendo traído e, depois, transar na frente de todos, pouco se lixando; surreal. O diretor Damián Szifron tem um quê de Tarantino. Imperdível. Chamada do filme: Todos podemos perder o controle.

Curtiram - Lia de Medeiros, Nelson Carvalho e outras 2 pessoas

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Bons filmes a caminho... Filme sueco vence o 71º Festival de Veneza, considerado o mais importante depois do Oscar. O filme "A Pigeon Sat On A Branch Reflecting On Existence" (que trata a Existência e o Humanismo), do sueco Roy Andersson leva o Leão de Ouro. O filme russo "The Postman's White Nights" de Andrei Konchalovsky, ganha o Leão de Prata por Direção. No aguardo.

Curtiram - João Felippe Pires de Carvalho, Maria Luiza Espincho e Vina Studart

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O Grande Hotel Budapeste

“O Grande Hotel Budapeste” se destaca pela cenografia e enredo muito bem encaixado, exibido em meia tela, o que personaliza o ambiente à época. É uma comédia interessante, com sátiras inteligentes, porém sem gargalhadas. Discordo do “O Bonequinho Viu” que o aplaude de pé; entendo com o Bonequinho sentado. Bonequinho aplaudindo de pé é para FILMAÇOS. E, para obras-primas, o Bonequinho deveria aplaudir em pé na cadeira! Continuo disciplinado não lendo críticas antes de assistir o filme para não me sugestionar; gosto de saber somente o trata o filme. O diretor Wes Andersen (Os Excêntricos Tenenbaums), com curta filmografia, opta por alguns atores consagrados, e outros bons, como: Ralph Fiennes, Tony Revolori, F. Murray Abraham, Jude Law, Saoirse Ronan, Adrien Brody, Willem Dafoe, Jeff Goldblum, Mathieu Amalric, Edward Norton, Tilda Swinton, Jason Schwartzman, Tom Wilkinson, Léa Seydoux, Bill Murray e Harvey Keitel. Vale assistir.

Curtiram - Luiz Otavio Beaklini, Otavio Cesar e João Felippe Pires de Carvalho Pedro Burlandy - Vou assistir. Valeu pela dica especializada e confiável

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O Que Os Homens Falam

Percebi durante, e na saída do cinema, que o público ficou meio dividido: umas mulheres não gostaram; outras lutaram para não caírem nos braços de Morfeu. Acho que a categoria Comédias não foi bem apropriada. Comédia subentende-se boas risadas, gargalhadas; o que não ouvi. Um sorriso aqui, outro acolá. Também não sei em que categoria encaixar; talvez "humor ácido". O filme conta 5 estórias; as duas primeiras deixam a desejar e, as 3 seguintes são razoáveis. O prestigiado ator Ricardo Darín é o protagonista da 3ª; o melhor de todos (pra variar). Quanto ao título na versão brasileira “O Que Os Homens Falam” é apelativo à bilheteria. Apesar de constar no cartaz original “de qué hablan los hombres”, o título do filme espanhol dirigido por Cesc Gay é “Una Pistola En Cada Mano”. Os homens gostaram mais do filme que as mulheres. E olha que elas gostam de discutir a relação. Razoável (para os homens) fraco (para as mulheres).

Curtiu - João Felippe Pires de Carvalho

Denise Belem - Puxa, tava me aprontando pra ir assistir. Acho que vou esperar ver no Now.

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Festival de Cannes (3)

(25 de maio de 2014)

O filme turco “Winter Sleep”, de Nuri Bilge Ceylan, venceu a Palma de Ouro do 67º Festival de Cannes. Cerimônia incluiu uma homenagem à atriz italiana Sophia Loren.

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Os vencedores:

Filme: “Winter sleep”, de Nuri Bilge Ceylan.

Grande Prêmio do Júri: “Le meraviglie”, de Alice Rohrwacher.

Prêmio do Júri: “Mommy”, de Xavier Dolan e “Adie uau langage”, de Jean-Luc Godard. Direção: Bennett Miller (“Foxcatcher”).

Ator: Timothy Spall, por “Mr. Turner”.

Atriz: Julianne Moore, por “Maps to the stars”. Roteiro: “Leviathan”, de Andrey Zvyagintsev

Câmera d’Or: “Party girl” de Marie Amachoukeli-Barsacq, Claire Burger e Samuel Theis. Curta-metragem: “Leidi”, de Simón Mesa Soto.

Curtiram - Maria Da Conceição Madeira e João Felippe Pires de Carvalho

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Festival de Cannes (2)

(18 de maio de 2014)

No 67º Festival de Cannes, o filme "Relatos Salvajes" do diretor Damián Szifron, com Ricardo Darín (Um Conto Chinês / O Segredo Dos Seus Olhos), é aplaudido em plena projeção. A cinematografia argentina continua ascendendo.

Curtiram - Maria Da Conceição Madeira, Lia de Medeiros e outras 3 pessoas

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Festival de Cannes

(17 de abril de 2014)

FESTIVAL DE CANNES 2014 (14 a 25 de maio). O filme “Grace – A Princesa de Mônaco” do francês Olivier Dahan (Piaf – Um Hino Ao Amor), com Nicole Kidman, abre a Croisette. O filme não concorre à Palma de Ouro. Obviamente, só uma mulher lindíssima para interpretar a também lindíssima Grace Kelly. Jean-Luc Godard está de volta com o filme “Goodbay To Language” (será que ainda temos fôlego para assistir Godard?!). Michel Hazanavicius, do magnífico O Artista, concorre com o filme "The Search"; Tommy Lee Jones (Onde Os Fracos Não Têm Vez) com "The Homesman"; Ken Loach (Kes) com "Jimmy’s Hall"; e o canadense David Cronenberg (A Mosca) com "Maps to the Stars".

E o Brasil... Só participa na paralela Un Certain Regard com o documentário "O Sal da Terra", sobre o fotógrafo Sebastião Salgado, dirigido pelo alemão Wim Wenders e pelo filho de Sebastião, Juliano Ribeiro Salgado. Infelizmente, o cinema brasileiro só faz bobagens, idiotices (com raras exceções). Dos 1.700, somente 18 concorrem:

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"Goodbye to Language", Jean-Luc Godard "The Captive", Atom Egoyan

"Clouds of Sils Maria", Olivier Assayas "Foxcatcher", Bennett Miller

"The Homesman", Tommy Lee Jones "Jimmy’s Hall", Ken Loach

"La Meraviglie", Alice Rohrwacher "Leviathan", Andrei Zvyagintsev

"Maps to the Stars", David Cronenberg "Mommy", Xavier Dolan

"Mr. Turner", Mike Leigh

"Saint Laurent", Bertrand Bonello "The Search", Michel Hazanavicius "Still the Water", Naomi Kawase "Timbuktu", Abderrahmane Sissako

"Two Days, One Night", Jean-Pierre and Luc Dardenne "Wild Tales", Damian Szifron

"Winter Sleep", Nuri Bilge Ceylan

Curtiu - Sandra Dalla Déa Bin

Sergio Caiazzo - Thales, ontem mesmo comentei com colegas do trabalho.

Sempre falo sobre isso. Um fato inesquecível. Bons tempos! Um grande abraço a todos.

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Cota de tela

(15 de março de 2014)

Mais cota. Será julgada pelo STF uma ação contra a lei que regula a exibição de filmes brasileiros nos cinemas, conhecida como “Cota de Tela”. Quem aciona o Supremo é o Sindicato dos Exibidores do Rio Grande do Sul que alega que a lei é uma ingerência do governo no setor privado; cinema não é concessão pública. Alega, também, que o prejuízo será enorme. E eu acrescento que será maior ainda, quando os EEUU pararem de produzir filmes em películas, o que já está acontecendo, e consequentemente, obrigará os cinemas no Brasil migrarem para o formato digital. O que não é barato. A safra de filmes brasileiros nunca foi boa. Se fosse, não haveria a necessidade de cotas. Cota é o subterfúgio de uma equação não resolvida.

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12 Anos De Escravidão

(03 de março de 2014)

"12 Anos De Escravidão" MERECIDAMENTE ganhou o Oscar de melhor filme. IMPERDÍVEL! @@@@

Curtiu - Maria Da Conceição Madeira

Sergio Caiazzo - Ganhou também o prêmio de melhor atriz coadjuvante (Lupita Nyon'o) e melhor roteiro adaptado.

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Oscar 2014

(03 de março de 2014)

OSCAR 2014. FILME: 12 anos de Escravidão, de Steve McQueen. DIREÇÃO: Alfonso Cuarón (Gravidade). ATRIZ: Cate Blanchett (Blue Jasmine). ATOR: Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas). ATRIZ COADJUVANTE: Lupita Nyon'o (12 anos de Escravidão). ATOR COADJUVANTE: Jared Leto (Clube de Compras Dallas). ROTEIRO ORIGINAL: Spike Jonze (Ela). ROTEIRO ADAPTADO: Jonh Ridley (12 anos de Escravidão). FILME ESTRANGEIRO: A Grande Beleza (Paolo Sorrentino). Eu premiaria A Caça, de Thomas Vinterberg, como melhor filme estrangeiro. Trapaça, indicado a vários prêmios, não levou nenhum.

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A Caça (2)

(27 de fevereiro de 2014)

O drama “A caça” venceu sete prêmios do 30º Robert Awards, considerado o Oscar dinamarquês, incluindo os de melhor filme, melhor diretor para Thomas Vinterberg e melhor ator para Mads Mikkelsen, que interpreta Lucas, um homem divorciado que trabalha em um jardim de infância e se torna suspeito de abuso sexual contra uma garotinha, no longa indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Curtiu - Josias Novaes

Josias Novaes - Esse ator é maravilhoso.

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RoboCop

(27 de fevereiro de 2014)

Já está nos cinemas o filme RoboCop do diretor José Padilha, diretor dos únicos filmes CULT brasileiros: Tropa de Elite I e II.

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BAFTA

(18 de fevereiro de 2014)

“12 Anos De Escravidão" do diretor Steve McQueen é eleito o melhor filme do ano pelo BAFTA (British Academy Film Awards). "A Grande Beleza, de Paolo Sorrentino, levou o troféu de melhor filme estrangeiro. Para o melhor diretor o prêmio foi para Alfonso Cuaron ("Gravidade"). Melhor ator Chiwetel Ejiofor (“12 Anos De Escravidão") e melhor atriz Cate Blanchett ("Blue Jasmine"). Melhor roteiro adaptado para Steve Coogan e Jeff Pope ("Philomena"). 2 de março é o Oscar.

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China

(16 de fevereiro de 2014)

A China surpreende até na 7ª arte. O país conquistou o Urso de Ouro do Festival de Cinema de Berlim, com o filme "Black Coal, Thin Ice”, estilo policial “noir”, do diretor Diao Yinan. Ainda ganhou mais dois prêmios. E o brasileiro "Praia do Futuro" do diretor Karim Aïnouz.... nada.

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Amor (Amour)

(15 de fevereiro de 2014)

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Curtiram - Maria Luiza Espincho, Gabriela Mota Ribeiro e outras 2 pessoas

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Trapaça (2)

(09 de fevereiro de 2014)

O diretor David O. Russell, o mesmo de “O Lado Bom Da Vida”, prima, outra vez, pelo bom gosto musical. Em “Trapaça”, estão os virtuosos Bee Gees, Carlos Santana, Duke Ellington... e Chicago Transit Authority com a belíssima “Does Anybody Really Know What Time It Is”. O filme é alimentado por sua trilha sonora. Enfoca a necessidade de sobrevivência das pessoas. A vaidade dos personagens é caracterizada pelas “cabeleiras”, preparadas com “bobes”, e pela vaidade da fama almejada pelos Procuradores. Nesse gênero de filme, Trapaça está muito longe de, por exemplo, Um Golpe De Mestre. Eu não o premiaria com o Oscar. Dos indicados que eu vi, por enquanto, fico com “O Lobo De Wall Street”. Razoável. @@@

Curtiu - Josias Novaes

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Trapaça

(08 de fevereiro de 2014)

Hoje vamos assistir “Trapaça”, do diretor David O. Russell. Forte concorrente ao Oscar 2014. Com Jennifer Lawrence (O Lado Bom Da Vida), Jeremy Renner, Bradley Cooper e Christian Bale. Depois, pra variar, 1 chopes e 2 pastel no Cabidinho.

Curtiram - Carla Campello, Luciene Paes e Maria Da Conceição Madeira Luciene Paes - Filmaço.

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O Brasil no Cinema

(06 de fevereiro de 2014)

O BRASIL NO CINEMA - ainda estamos muito longe. Começa hoje o Festival de Berlim, um dos mais importantes festivais. Estima-se que haja mais de 4.000 festivais de cinema no mundo. E o Brasil participa com o filme “Praia do Futuro”, de Karim Aïnouz. Que eu saiba o Brasil só ganhou 3 prêmios internacionais: Palma de Ouro no Festival de Cannes com o filme “O Pagador De Promessas” (1962) e Urso de Ouro no Festival de Berlim com os filmes “Central Do Brasil” (1998) e “Tropa De Elite” (2008). Tomara que isso se repita agora. O cinema brasileiro precisa encontrar um caminho para fazer parte da elite da 7ª arte. É imperiosa a necessidade de investir em filmes “cults”, em filmes de autor. As bobagens que passam nas telas (e que vemos a toda hora na TV) visam somente bilheteria, se aproveitando da ignorância do povo. Assim fica difícil chegar lá. Diretores e atores de qualidade temos aos montes!

Curtiu - Maria Da Conceição Madeira

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O Curioso Caso De Benjamin Button

(31 de janeiro de 2014)

"A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas só pode ser vivida olhando para frente." (O Curioso Caso de Benjamin Button).

Belíssimo filme !!!

Curtiram - Nelson Vaine, Eliane Medeiros e Rejane Ritter

Rejane Ritter - Belíssimo mesmo, Caiazzo. Esse filme é sensacional.

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Gravidade (2)

(27 de janeiro de 2014)

O diretor mexicano Alfonso Cuarón leva o premio de "Direção de Cinema" do Sindicato dos Diretores de Hollywood pelo filme "Gravidade". Forte concorrente ao Oscar de melhor filme. Veja a minha crítica no link Gravidade (no Menu eletrônico)

Curtiu - Celso Sampaio da Silva

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O Lobo De Wall Street

(26 de janeiro de 2014)

Filme bom é aquele que a gente sai do cinema ansioso por comentá-lo. É o caso de “O Lobo De Wall Street”. Baseado numa história real, Martin Scorsese dá vida ao livro homônimo de uma forma excitante. A sequencia de cenas que começa num telefone público até a Ferrari é ESPETACULAR !!! Scorsese, realmente, é um magnífico diretor e, DiCaprio, brilhante como sempre. As três horas de filme, pra mim, passaram voando. Brilhante, também, são os atores coadjuvantes. @@@@

Curtiram - Rita Pinheiro Machado, Susana Serrão e Vina Studart

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Legendas dos filmes

(24 de janeiro de 2014)

Eu sempre reclamei das legendas dos filmes no cinema. Isto porque os projetores são analógicos. São os tradicionais rolos de filmes (película). As legendas brancas sobrepostas em cenas com o background claro, não se lê nada. Agora, parece que isso vai acabar. Já era mais do que tempo, pois já estamos na Era digital há algum tempinho. Os estúdios estadunidenses anunciaram que não vão mais produzir filmes em películas; só digitais. Evidentemente, são muitas as vantagens, dentre elas a redução do custo de distribuição; um pendrive você leva no bolsinho; ou melhor, nem leva, envia o filme por e-mail. Mas, e agora? As salas com projetores digitais no Brasil são poucas e o custo da mudança não é brincadeira. Há toda uma complexa economia envolvida, tipo cobrança de taxas de aluguel, franquias... É preciso correr para não haver hiato. Se não, ao invés de filmes, ficaremos a ver navios. Nos EEUU, praticamente, todas as salas de cinema são digitais. A legenda digital é na cor amarela e com borda preta.

Curtiram - Luiz Otavio Beaklini, Luana Machado e outras 4 pessoas

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Sindicato dos Atores dos EEUU

(20 de janeiro de 2014)

E os prêmios da cinematografia não param.... Ontem, foi a vez do Sindicato de Atores dos Estados Unidos que premiou "Trapaça" como melhor filme e Cate Blanchett como melhor atriz. Cate Blanchett é "barbada" no Oscar. O Sindicato representa 120 mil atores americanos.

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(22)

Blue Jasmine; longe de ser um dos melhores filmes de Wood Allen, mas é um Woody Allen, que sempre vale ser assistido. A interpretação de Cate Blanchett está impecável. Foi eleita, pelo "Globo de Ouro", a melhor atriz de filme dramático. @@@

Curtiram - Denise Belem, Vina Studart e outras 2 pessoas Denise Belem - Eu adorei este filme e atuação dela, impecável!

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Candidatos ao Oscar 2014

(18 de janeiro de 2014)

Filme

"12 anos de escravidão" "Gravidade"

"Trapaça"

"Capitão Phillips"

"Clube de compras Dallas" "Ela"

"Nebraska" "Philomena"

"O lobo de Wall Street" Diretor

Alfonso Cuarón, de "Gravidade"

Martin Scorsese, de "O lobo de Wall Street" Steve McQueen, de "12 anos de escravidão" Alexander Payne, de "Nebraska"

David O. Russell, de "Trapaça" Ator

Christian Bale, de "Trapaça" Bruce Dern, de "Nebraska"

Leonardo DiCaprio, de "O lobo de Wall Street" Chiwetel Ejiofor, de "12 anos de escravidão"

Matthew McConaughey, de "Clube de compras Dallas" Atriz

Cate Blanchett, de "Blue Jasmine" Sandra Bullock, de "Gravidade" Judi Dench, de "Philomena" Amy Adams, de "Trapaça"

Meryl Streep, de "Álbum de família" Ator coadjuvante

Barkhad Abdi, de "Capitão Phillips" Bradley Cooper, de "Trapaça"

Michael Fassbender, de "12 anos de escravidão" Jared Leto, de "Clube de compras Dallas"

Jonah Hill, de "O lobo de Wall Street" Atriz coadjuvante

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Sally Hawkins, de "Blue Jasmine" Jennifer Lawrence, de "Trapaça"

Lupita Nyong'o, de "12 anos de escravidão "Julia Roberts, de "Álbum de família" June Squibb, de "Nebraska"

Filme estrangeiro

"Alabama Monroe" (Bélgica) "A grande beleza" (Itália) "A caça" (Dinamarca)

"The missing picture" (Camboja) "Omar" (Palestina)

Roteiro original

Eric Warren Singer e David O. Russell, de "Trapaça" Woody Allen, de "Blue Jasmine"

Craig Borten e Melisa Wallack, de "Clube de compras Dallas" Spike Jonze, de "Ela"

Bob Nelson, de "Nebraska" Roteiro adaptado

Billy Ray, de "Capitão Phillips"

Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke, de "Antes da meia-noite" Steve Coogan e Jeff Pope, de "Philomena"

John Ridley, de "12 anos de escravidão" Terence Winter, de "O lobo de Wall Street"

Curtiram - Angela Blandy Sauaia Kubrusly e Liana Moreira

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Nova Logomarca Oscar

(17 de janeiro de 2014)

O Oscar é votado por, nada menos, 6.028 membros relacionados à 7ª arte.

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Framboesa de Ouro

(17 de janeiro de 2014)

Os Estados Unidos são mesmo um país de prêmios, de disputas, de estatísticas. Fidel falou que os EEUU são o país das estatísticas; tudo recai em números. Tudo acaba em festas (melhor que acabar em pizzas). Há “prêmios” para o chamado “Framboesa de Ouro” que desde 1981, escolhe o pior filme do ano, assim como, o pior diretor, o pior ator, a pior atriz... O ator Adam Sandler, este ano, “concorre” em 12 categorias ! Os “vencedores” são anunciados um dia antes do Oscar. O "prêmio" é uma framboesa de plástico sobre um filme Super 8, no valor de US$ 5. Nossa, isso não deveria existir! “Coisas de americanos”.

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Sundance Film Festival

(17 de janeiro de 2014)

E mais um festival: o Festival Sundance de Cinema. O Sundance Institute foi fundado por Robert Redford com o intuito de ajudar novos cineastas. O festival, voltado para a produção independente, acontece todos os anos no mês de janeiro em Park City, Utah. O festival premia duas categorias: drama e documentário. Neste ano, concorre o filme “O Amor É Estranho”, de Ira Sachs, cujo roteiro é do brasileiro Maurício Zacharias. O filme trata a separação de uma relação gay na maturidade, imposta pela perda do emprego de um deles.

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Globo de Ouro 2014 (2)

(13 de janeiro de 2014)

“Trapaça” (categoria comédia/musical) e “12 Anos De Escravidão” (categoria drama) vencem o Globo de Ouro 2014. Melhor ator drama – Matthew McConaughey ("Clube de Compras Dallas"); Melhor ator – comédia ou musical Leonardo DiCaprio (“O Lobo De Wall Street”); Melhor atriz –

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Drama Cate Blanchett ("Blue Jasmine"); Melhor atriz – Comédia ou musical Amy Adams ("Trapaça"); Melhor ator coadjuvante – Jared Leto ("Clube de Compras Dallas"); Melhor atriz coadjuvante - Jennifer Lawrence ("Trapaça"); Melhor diretor – Alfonso Cuarón ("Gravidade"); Melhor roteiro – Spike Jonze ("Ela"); Melhor filme estrangeiro – “A Grande Beleza”, de Paolo Sorrentino, da Itália; Melhor canção original – "Ordinary Love", do U2 ("Mandela: Long Walk To Freedom"); Melhor trilha original – "All Is Lost"; Melhor animação – "Frozen: Uma aventura congelante"; Melhor minissérie ou filme para TV – "Minha Vida Com Liberace"; Prêmio Cecil B. DeMille – Woody Allen, que, pra variar, não compareceu.

Curtiram - Vina Studart e Luciene Paes

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Globo de Ouro 2014

(12 de janeiro de 2014)

Há centenas (ou milhares) de festivais de cinema. Hoje, dia 12/01, é a vez do “Globo de Ouro”. Vai passar no TNT, ao vivo (tem os direitos de transmissão). É o festival da “Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood”, em Beverly Hills. É o reconhecimento para àqueles que trabalham nas indústrias cinematográficas e da TV; uma premiação dos melhores profissionais. É o 2º mais importante; é uma prévia do Oscar. Geralmente quem vence esse festival, leva a famosa e cobiçadíssima estatueta do Oscar. Mas o festival de Cannes é muito mais charmoso. O de Veneza, o de Berlim e o BAFTA, inglês, são maravilhosos. Os indicados ao melhor drama: "12 Anos de Escravidão", "Capitão Phillips", "Gravidade", "Philomena" e "Rush: No Limite da Emoção". Os indicados à melhor comédia/musical: "Trapaça", "Ela", "Balada de um Homem Comum", "Nebraska" e "O Lobo de Wall Street".

Não entendo o porquê, o critério de classificar filmes somente em Drama & Comédia/Musical. O Lobo de Wall Street é comédia/musical?! Parece-me muito difícil categorizar o gênero de um filme.

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“César Deve Morrer” é um filme originalíssimo dos irmãos (idosos) Taviani. Vittorio nasceu em 1929 e Paolo em 31. Anualmente, num presídio da Itália, é exibida uma peça teatral. O filme se passa com a encenação (ensaios) de uma peça de Shakespeare (“Até Tu, Brutus”), protagonizado por presidiários escolhidos por um diretor. Estas cenas são filmadas em preto e branco. Ganhou o “Urso de Ouro” do festival de Berlim. Um bom filme. Vale assistir. @@@. Por que não introduzir tal socialização nos presídios do Maranhão?! O nome da peça seria...

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César Deve Morrer

(11 de janeiro de 2014)

HOJE, DIA 11/01, ÀS 22H, NO TELECINE CULT, Cesar Deve Morrer.

"Cesare Deve Morire" é um filme italiano de 2012 dirigido pelos irmãos Taviani. Ganhou o Urso de Ouro no 62º Festival de Berlim. A peça teatral "Júlio César", de William Shakespeare, é encenada por um grupo de prisioneiros da prisão de segurança máxima Rebibbia, localizada em Roma. Ao mesmo tempo em que funciona como registro documental, trabalha a ficção por trás da trama original. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani e vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012. Boto fé.

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Keep Calm

(10 de janeiro de 2014)

Curtiram - Maria Da Conceição Madeira, Carla Campello e Vina Studart

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British Academy Film Awards

(09 de janeiro de 2014)

BAFTA. Os filmes "Gravidade" e "12 anos de escravidão" lideram indicações aos prêmios BAFTA, concedidos pela Academia Britânica de TV e Artes Cinematográficas, segundo informações da agência Associated Press. A 67ª edição da premiação, considerada o "Oscar inglês", acontece dia 16 de fevereiro, no Royal Opera House, em Londres. "Gravidade", estrelado por Sandra Bullock e George Clooney, recebeu um total de 11 indicações, seguido de dez de "12 anos de escravidão". Protagonizado por Chiwetel Ejiofor, o longa tem estreia prevista para 28 de fevereiro no Brasil. "Trapaça", com Christian Bale e Jennifer Lawrence, também concorre em dez categorias. "Capitão Phillips", com Tom Hanks, recebeu um total de nove indicações.

Curtiram - Luiz Otavio Beaklini e Vina Studart

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Ingressos vendidos em 2013

(30 de dezembro de 2013)

152 milhões de ingressos vendidos em 2013. Filmes com maior bilheteria nos cinemas do Brasil em 2013: “Homem De Ferro 3”, “Meu Malvado Favorito 2”, “Thor 2 – O Mundo Sombrio”, “Minha Mãe É Uma Peça”, “De Pernas Para O Ar 2”, “Meu Passado Me Condena”, “Vai Que Dá Certo”, “Cine Holliúdy” !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Curtiram - Leopoldo Coutinho, Isabella Lemos de Moraes e outras 3 pessoas

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Uso do arroba

(30 de dezembro de 2013)

Uso o “arroba” [@] – como se fossem estrelas, para cotar os filmes (de 1 @ a 5 @s). O melhor filme que assisti em 2013 foi o dinamarquês ‘’A Caça’’, de Thomas Vinterberg, que vai concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Disputará com o italiano ’A Grande Beleza, o francês ’Azul É A Cor Mais Quente’, o iraniano ’O Passado’, e o japonês ’Vidas Ao Vento’. Relaciono os que assisti em 2013 (ordem alfabética). Alguns lançados em 2012.

- A Caça (Dinamarca). Drama. Dirigido por Thomas Vinterberg, com Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen e Annika Wedderkopp. @@@@

- A Família (EUA/França). Comédia/Ação. Dirigido por Luc Besson, com Robert De Niro, Michelle Pfeiffer e Tommy Lee Jones. @@@

- A Grande Beleza (Itália). Comédia dramática. Dirigido por Paolo Sorrentino, com Toni Servillo. @@@

- Amor (França/Alemanha/Áustria). Drama. Dirigido por Michael Haneke, com Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva e Isabelle Huppert. @@@@

- Argo (EUA). Suspense/Drama/Histórico. Dirigido por Ben Affleck, com Ben Affleck, Bryan Cranston e John Goodman. Vencedor do Oscar 2013. @@

- As Aventuras De Pi (EUA). Drama/Aventura. Dirigido por Ang Lee, com Suraj Sharma, Irrfan Khan e Adil Hussain. @@@

- Azul É A Cor Mais Quente (França/Bélgica). Drama/Romance. Dirigido por Abdellatif Kechiche, com Léa Seydoux, Adèle Exarchopoulos e Jérémie Laheurte. @@@@

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- Capitão Phillips (EUA). Drama/Suspense. Dirigido por Paul Greengrass, com Tom Hanks, Catherine Keener e Barkhad Abdi. @@@

- Django Livre (EUA). Faroeste “moderno”. Dirigido por Quentin Tarantino, com Jamie Foxx, Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio. @@@

- Gravidade (EUA). Ficção científica. Dirigido por Alfonso Cuarón, com Sandra Bullock, George Clooney e Ed Harris. @@@

- Invocação Do Mal (EUA). Terror. Dirigido por James Wan, com Vera Farmiga, Patrick Wilson, Ron Livingston. @@@

- Lincoln (EUA). Biografia/Drama. Dirigido por Steven Spielberg, com Daniel Day-Lewis, Sally Field e David Strathairn. @@

- O Capital (França). Drama/Suspense. Dirigido por Costa-Gravas, com Gad Elmaleh, Gabriel Byrne e Natacha Régnier. @@@

- O Lado Bom Da Vida (EUA). Comédia dramática. Dirigido por David O. Russell, com Bradley Cooper, Jennifer Lawrence e Robert De Niro. @@@@

- Os Suspeitos (EUA). Suspense. Dirigido por Denis Villeneuve com Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal e Viola Davis. @@@

- Truque De Mestre (França/EUA). Suspense/Policial. Dirigido por Louis Leterrier, com Morgan Freeman, Woody Harrelson, Isla Fisher, Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg e Michael Caine. @@

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A Grande Beleza

(29 de dezembro de 2013)

“A beleza não é tudo e a verdade sucumbe a ilusão”. A pessoa desavisada que entra no cinema para assistir “La Grande Belezza” pode sair no meio da sessão. É um filme de arte, intelectual, de autor, um filme essencialmente de reflexão. Para esse gênero de filme é necessário estar atento às críticas, aos comentários, para então decidir em assisti-lo ou não. Eu, quando farejo um bom filme, não leio a crítica na íntegra para não ser influenciado por qualquer coisa que seja; prefiro a surpresa (boa ou não); prefiro esperar pela emoção. Sorrentino nos remete aos anos 60/70, quando filmes “cults” eram uma febre. Creio que não deixa de ser uma homenagem ao cinema italiano, a Federico Fellini (e às suas bizarrices) e, não menos a Scola, Antonioni, Visconti, Bertolucci e Cia. O filme começa com músicas e danças contagiantes. Aventa a beleza da vida, focando a sociedade de Roma, focando a vida dos personagens (estranhos) que rodeiam e

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convivem com o protagonista (Toni Servillo – ótima atuação), um rico escritor que deixa de escrever e passa a viver de entrevistas. E aos 65 não se permite mais fazer o que não quer (quiséramos nós!). O filme, sarcástico, comparativo, questiona a beleza e, aborda a poesia, passa pela arte, religião, política. Levou o prêmio de melhor filme do ano da Academia de Cinema Europeu e ganhou as estatuetas de melhor diretor e ator (Paolo Sorrentino e Toni Servillo, respectivamente). Concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Vale assistir. Tem diálogos longos que perdemos uma parte devido à cor da legenda: branca! Com background claro, não dá pra ler muita coisa. Em plena Era digital os cinemas no Brasil ainda estão no período jurássico! As legendas dos filmes que passam na TV são na cor amarela com borda preta; como deve ser. Não entendo. O que falta? Investimento, atitude? O quê?

Curtiram - Maria da Conceição Madeira e Vina Studart

Vina Studart - acho que em breve teremos uma coluna de cinema assinada por você em alguma mídia!

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Jornal O Globo elege os melhores filmes de 2013

(27 de janeiro de 2013)

Os críticos de cinema do jornal “O Globo” elegeram os 10 melhores filmes que passaram nas telonas em 2013. O crítico Rodrigo Fonseca não fez parte do grupo que os elegeram (???). Não incluíram “Gravidade”, nem “Capitão Phillips”, cuja crítica de Rodrigo Fonseca é o bonequinho batendo palmas de pé.

“A Grande Beleza”, que o bonequinho, igualmente, bate palmas de pé, também não entrou na lista dos 10 mais (???). São eles:

• A Caça (Dinamarca). Drama. Dirigido por Thomas Vinterberg, com Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen e Annika Wedderkopp.

• Amor (França/Alemanha/Áustria). Drama. Dirigido por Michael Haneke, com Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva e Isabelle Huppert.

• Azul É A Cor Mais Quente (França/Bélgica). Drama/Romance. Dirigido por Abdellatif Kechiche, com Léa Seydoux, Adèle Exarchopoulos e Jérémie Laheurte.

• Django Livre (EUA). Faroeste “moderno”. Dirigido por Quentin Tarantino, com Jamie Foxx, Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio.

• A Bela Que Dorme (Itália). Drama. Dirigido por Marco Bellocchio, com Toni Servillo, Isabelle Huppert e Alba Rohrwacher.

• Blue Jasmine (EUA). Comédia dramática. Dirigido por Woody Allen, com Cate Blanchett, Alec Baldwin e Sally Hawkins.

• César Deve Morrer (Itália). Drama. Dirigido pelos irmãos Taviani, com Salvatore Striano, Giovanni Arcuri e Juan Dario Bonetti.

• O Som Ao Redor (Brasil). Drama/Suspense. Dirigido por Kleber Mendonça Filho, com Irandhir Santos, Gustavo Jahn e Maeve Jinkings.

Curtiram - Isabella Lemos de Moraes e Luiz Otavio Beaklini

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Azul É A Cor Mais Quente (2)

(15 de dezembro de 2013)

Se não fosse pelo sanduba do Cervantes da Prado Júnior (como caiu!) o “saturday night” seria perfeito. Um belo filme francês, que nos remete às obras-primas dos anos 60/70 – Godard & Cia, e um cinema de rua: o Roxy; que mesmo dividido em 3 ainda é um belo cinema. A largura do corredor entre as fileiras das cadeiras não faz ninguém se encolher, como um débil mental, para dar passagem. Percebe-se, logo no início do filme (com 3 horas que passam voando), tomadas sutis de bocas: pessoas comendo espaguete (chupando) e fumando cigarros. Lá na frente, entendemos o porquê desses “closes”, produzidos de forma sensível, por Abdellatif Kechiche, nascido na Tunísia e radicado na França, que dirigiu, magistralmente, “Azul É A Cor Mais Quente” (homônimo do livro). O título dado ao filme em francês foi “La Vie d’Àdele – Chapitrer I – II”. E pelo final do filme, dá-nos a esperança pelos Chapitrer III – IV; que sejam bem-vindos. O filme decorre da dúvida, da experiência sexual, pertinente à idade da adolescência. É impressionante o trabalho da bela menina (atriz) Adèle Exarchopoulos, que tem um jeito ímpar, todo meigo de ser e, pra lá de sensual, sem o menor sinal de vulgaridade. A atuação é tão natural que não parece que ela está por trás das câmeras. Se não me engano, Adèle (nome da personagem e da atriz) concorre ao Globo de Ouro, como melhor atriz. Uma história de amor homo afetiva, que em nenhum momento é vulgar. É um filme que dignifica a cinematografia francesa. As cenas de sexo entre as meninas... em detalhes.... são... é melhor vocês assistirem. Interessante a migração da cultura árabe para a França. As músicas e as danças no filme são árabes, muito legais O diretor é árabe. Imperdível !!!

Curtiram - Vina Studart, Cláudia Dias e Carla Campello

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Capitão Phillips

(17 de novembro de 2013)

Prudência, calma, sensatez, serenidade e coragem são características de um líder responsável em apuros: as do capitão Phillips. Num suspense baseado em um fato real, o filme prende o espectador do início ao fim. Tom Hanks, como sempre, brilhante. Os outros atores, não tão conhecidos, surpreendem com ótimas atuações – assustadoras, que nos remetem aos traficantes de Tropa de Elite, mais especificamente, o do papel de Seu Jorge (características biológicas semelhantes). Mais uma vez, o império militar americano e o sentimentalismo estão presentes; filme americano. Vale ver.

Curtiram - Carla Campello e Vina Studart

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Os Suspeitos

(28 de outubro de 2013)

"Os Suspeitos". Drama, e suspense até o fim. O pai desesperado pelo desaparecimento de sua filha vai às raias da violência. Cenas muito fortes. Muito bom !!!

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Um Conto Chinês (2)

(26 de outubro de 2013)

"Um Conto Chinês". EXCELENTE filme argentino, com Ricardo Darin. Hoje, dia 26, sábado, às 22h, no Telecine Cult.

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Gravidade

(13 de outubro de 2013)

“Gravidade”. A solidão e o silêncio absoluto do espaço são interrompidos por fragmentos de uma estação russa atingida por um míssil. E dá-se início a desesperadas tentativas de sobrevivência, que prendem a atenção do espectador. O filme, que abriu o Festival de Veneza 2013, deve ser visto, imperiosamente, em 3D. Com dois únicos atores, Sandra Bullock (excelente) e George Clooney (menor participação), o filme, de apenas 90 minutos, custou US$ 100 milhões. A beleza do nosso planeta, sempre visível, é extraordinária ! A fotografia é impecável, e impressionante são os efeitos visuais, que nos fazem sentir astronautas, flutuando pelo espaço sideral ! Quem não gostaria de flutuar! O filme mais vale pelo visual e pela explícita da falta de gravidade, do que pelo roteiro. Como diz o ditado, é melhor ter os pés nos chãos, o que é confirmado, por gestos, pela atriz, no final do filme. Bom entretenimento. Vale assistir (em 3D).

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Curtiram - Almerio Castro, Josias Novaes e outras 3 pessoas Susana Serrão - Obrigada mais uma vez, Sergio Caiazzo!

Carlos Augusto Bittencourt - Grande Caiazzo, cinéfilo inveterado. Susana Serrão - Nosso crítico predileto.

Josias Novaes Sensacional...

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Le Capital

(06 de outubro de 2013)

“Le Capital”. Realidade capitalista; o social que se dane. Crítica irônica ao sistema econômico, com traições e punhaladas nas costas. “Ganhar mais dinheiro para ser respeitado” – declara o ator à sua mulher, num filme muito interessante que absorve o espectador e o faz lembrar-se de executivos de empresas em que trabalhou. Como sempre, muito bem dirigido por Costa-Gravas. O filme dá uma passadinha no glamoroso mundo das modelos, opulento, fazendo referência a uma vida doida, realística, envolvida em pílulas. O ator Gad Elmaleh está IMPECÁVEL (em todos os sentidos) no papel de presidente de um grande banco francês, promovido em decorrência de doença do atual presidente, que profere ao Conselho e aos acionistas: “Ele é um bom menino, fará o que mandarmos”. O que mais nos surpreende é o final do filme – original e inusitado. “Eu sou um Robin Hood moderno... tomo dos pobres para dar aos ricos”. Karl Marx deve ter se revirado em seu sepulcro. Muito bom.

Curtiram - Josias Novaes e Susana Serrão

Susana Serrão - Obrigada pela crítica. Achei interessante assistir esse Costa-Gravas.

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Invocação Do Mal

(22 de setembro de 2013)

"Invocação do Mal". Nossa Senhora ! Jesus Cristo ! Santo Deus ! Magnífica, ou melhor, sinistra, a direção de James Wan.

Curtiu - Vina Studart

Denise Belem - minha filha (12) foi hoje assistir... tá morta de medo de dormir sozinha...rsrsss Rejane Ritter Tô fora!!! Cruzes!

Marcelo D'el-Rei - eu não dormi

Sergio Caiazzo - Meu filho (17) teve uma noite horrível. Um mínimo barulhinho, grilava muito ! Voltar ao índice eletrônico

A Família

(22 de setembro de 2013)

“A Família”, cujo título original era “Malavita”, que quer dizer mundo do crime, delinquência, é um filme de ação, com humor, do diretor francês Luc Besson (O Quinto Elemento), com Robert de Niro, Michelle Pfeiffer (continua linda!), Tommy Lee Jones e a turma do Glee, com a bela Dianna

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Agron. O nome, do nada amigável cachorro da família mafiosa, é Malavita. Destaco o roteiro muito bem elaborado por Michael Caleo e pelo próprio diretor. O produtor é Martin Scorsese. O filme, despretensioso, vai evoluindo e nos surpreendendo. O “Bonequinho” bate palmas sentado. Eu fico só sentado. Mas é um bom filme que vale a pena assistir. E como sempre, critico veementemente as legendas: continuam na cor branca, em plena Era digital !

Denise Belem - bom saber... Curtiu - Josias Novaes

Susana Serrão - As legendas são brancas sobre o branco e a mania de inventar um outro nome para os filmes continua como se a obra artística não fosse prejudicada. É incrível como o próprio Minc desconhece a LDA.

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Truque De Mestre

(06 de julho de 2013)

Partimos "Truque De Mestre" do diretor francês Louis Leterrier, com Morgan Freeman, Woody Harrelson, Isla Fisher, Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg e Michael Caine. Depois... Boemia !

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A Vida De Adèle

(Azul É A Cor Mais Quente)(27 de maio de 2013)

O diretor Abdellatif Kechiche e suas duas atrizes Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux foram agraciados com a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Longa-metragem francês trata sobre o primeiro amor da vida de duas garotas, com intensas cenas de sexo.

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Depois De Maio

(25 de maio de 2013)

Saindo para assistir "Depois De Maio", do diretor francês Olivier Assayas. Depois...2 pastel e 1 chopes no Cabidinho (pra variar).

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É Cannes

(23 de maio de 2013)

“Nebraska", de Alexander Payne, pelo que li, deve ser um filmaço. Payn dirigiu “Os Descendentes”. Um dos favoritos à Palma de Ouro do 66º Festival de Cannes. Vamos aguardar.

Fez enorme sucesso na Croisette a projeção hour-concour do thriller-catástrofe "All is lost", com Robert Redford sozinho em cena durante uma hora e 40 minutos de conflitos contra a natureza. A direção é assinada pelo americano J.C. Chandor.

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Filme polêmico: "Only God Forgives" do dinamarquês de Nicolas Winding Refn (Drive), Vamos aguardar.

Outros filmes badalados em Cannes: "The immigrant", de James Gray com Joaquin Phoenix e "Venus in fur", de Roman Polanski (diretor do magnífico Chinatown).

Jean-Luc Godard apresenta o curta-metragem "Três Desastres". E declara: - "O cinema não é capaz de produzir tantas obras-primas quanto acreditamos". E continua: - “Cannes não recebeu nenhum filme monumental até o momento”.

Outro Favorito à Palma de Ouro: o japonês Like Father, Like Son.

O italiano "Salvo" foi o grande vencedor da Semana da Crítica, mostra paralela do festival que reúne diretores estreantes ou com até dois filmes na carreira. A produção de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza conquistou o Grande Prêmio Nespresso, no valor de € 10 mil, e o France 4.

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A Caça

(31 de março de 2013)

“A Caça”, de Thomas Vinterberg. Criança NÃO mente. Certo? O professor (Mads Mikkelsen) é alvo de fantasia de uma criança de 6 anos (Annika Weddrkopp), numa pequena cidade gelada da Dinamarca onde todos se conhecem, são amigos. Aí começa. Não vou falar sobre o filme; entrem no cinema e ... se segurem na poltrona. F I L M A Ç O !!!

Denise Belem - tá na lista

Josias Novaes - Sergio Caiazzo.-.esta de sacanagem??/ Esse Ator é maravilhoso... e o tema deve ser... daqueles

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Argo

(25 de fevereiro de 2013)

“Argo”. Clichê americano, inteligente e muito bem dirigido. Um bom filme. Os sentimentos de patriotismo e de família continuam imperando em Hollywood. Desde outrora. Como disse Caetano Veloso, hoje, em sua coluna dominical no O Globo é um filme tipicamente americano que parece ter sido escrito nos anos 50, mas eficaz, informativo e muito inteligente. A minha mulher o elege como o melhor filme. Eu laureio “Amour”, por ter me tocado mais. E os velhos e cansados problemas persistem !!! Cópias ruins e legendas na cor branca, em plena Era digital. As legendas têm de ser na cor amarela e com bordas pretas.

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And The Award Goes To…

(25 de fevereiro de 2013)

And the award goes to... “Argo“ (Ben Affleck)!!! Mais uma vez o patriotismo americano imperou. E assim sempre será. Ainda não vi. Então, continuo com “O Lado Bom Da Vida” e “Amour”. Premiaria Emmanuelle Riva (Amour) como melhor atriz, e não Jennifer Lawrence (O Lado Bom Da Vida). E “Lincoln“, indicado a 12 categorias, recebeu somente 2 estatuetas: melhor ator e design

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de produção, sendo que esse último, eu escolheria “As Aventuras De PI“ ou “Os Miseráveis“. Design de produção é a arte da concepção visual (aspecto do filme), incluindo coreografia, maquiagem e figurino. Os dois últimos filmes de Spielberg – diretor que mais tem filmes na lista dos 100 Melhores Filmes Americanos de Todos os Tempos (American Film Institute - AFI), “Lincoln” e “Cavalo de Guerra”, estão longe dos admiráveis “A Cor Púrpura”, “Contatos Imediatos”, “ET”, “AI”, “O Parque Dos Dinossauros”, “Indiana Jones”... Dessa vez a Academia não derrapou como em outras edições: “Cantando Na Chuva“ perdeu para “O Maior Espetáculo Da Terra“ ; “Dr. Jivago“ foi batido por “A Noviça Rebelde“ (1965); “Avatar” submergiu a “Guerra ao Terror”. Os laureados em 2013 são: Diretor: Ang Lee (As aventuras de PI); Ator: Daniel Day-Lewis (Lincoln); Atriz: Jennifer Lawrence (O lado bom da vida); Ator coadjuvante Christoph Waltz (Django livre); Atriz coadjuvante: Anne Hathaway (Os miseráveis); Roteiro original: Quentin Tarantino (Django livre); Roteiro adaptado: Chris Terrio (Argo); Filme estrangeiro: Amour (Michael Haneke); Fotografia: As aventuras de PI; Efeitos visuais: As aventuras de PI; Figurino: Anna Karenina; Canção original: Skyfall, de 007 - Operação Skyfall – Adele (música e letra); Trilha sonora original: Mychael Danna (As aventuras de PI); Design de Produção: (Lincoln).

André Cardoso - Gostei de "Argo" e apostei nele!!Preferia "Intocáveis", que nem competiu. Acho que o papel do incrível ator coadjuvante, justamente por apresentar um comportamento politicamente incorreto, transforma a vida do personagem do ator principal e encaixa per...

Denise Belem - eu detesto assistir entrega do Oscar. Acho tudo tão absurdo... este ano foi demais!!!! Imagina, a melhor atriz essa J.Lawrence,comparado ao extraordinária atuação da Emmanuelle Riva (Amor)... sem comparação!!!! Mas eles só premiam americanos.... uma chatice!!!!

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Amor (Amour)

(17 de fevereiro de 2013)

“Amour”. Belo drama francês. Dura realidade; surpreendente. Filme de autor, extraordinariamente escrito e dirigido por Michael Haneke (A Professora de Piano e Caché). Não estamos livres desse destino... Destaco as arrebatadoras interpretações de Emmanuelle Riva e Jean-Louis Trintignant. Na platéia, um silêncio ensurdedor, tamanha a atenção que o filme requer; não ouví um pio. Não tem como não premiar a Emmanuelle Riva com o Oscar de melhor atriz (barbada); que interpretação maravilhosa ! O trabalho de Trintignant também é esplendoroso;

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daria o Oscar para ele. “Amour” nos leva a refletir se o amor pela(o) companheira(o) seria tão enormemente grande capaz de livra-la(o) do sofrimento irreversível, desgantante. E mútuo. Transgrediríamos as doutrinas religiosas, a sociedade, a espiritualidade? Teríamos coragem? Por falar em Trintignant, ao aparecer em cena, tomei um susto: o que o tempo faz com as pessoas... Trintignant foi galã nos anos 60/70, consagrado no afamado filme “Um Homem E Uma Mulher” (um dos filmes de amor mais brilhantes da história cinematográfica), de Claude Lelouch, com a virtuosa trilha sonora de Francis Lai, na qual inclui “Saravá”, do nosso poetinha Vinicius de Moraes, com Baden Power. Como diz a Inah, todo drama francês é forte. Ela só foi assistir ao filme para me fazer companhia. É a minha companheira. Eu teria coragem?

Denise Belem - Estava aguardando seus comentarios... a atuação dos atores é extraordinária, não é? Eu costumo dizer que a crítica deveria colocar o bonequinho grudado na cadeira, com a alma arrepiada...!!!! O filme é forte mesmo...

André Cardoso - Esse é o filme! Atuações esplendorosas !

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Django Livre

(12 de fevereiro de 2013)

“Django Livre”. Já esperava o extrapolo das cenas, tal qual Kill Bill e Pulp Fiction. Um tirinho de uma mínima pistola é um banho de sangue para todos os lados. É o estilo Quentim Tarantino !!! Abraçando a “vingança” de Bastardos Inglórios (bem melhor que esse filme), Tarantino traz de volta o ator austríaco Christoph Waltz, e substitui Brad Pritt por Leonardo DiCaprio (semelhantes), e produz um filme muito bom (como sempre). Boa trilha sonora, e como não podia deixar de ser, o toque mágico do maestro Ennio Morricone sempre presente em faroestes. Vale a pena ver. Mas... continuo com O Lado Bom Da Vida, por sua originalidade e seu lado realístico.

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O Lado Bom Da Vida

(10 de fevereiro de 2013)

“O Lado Bom Da Vida”. Flagra a esposa fazendo sexo no chuveiro com seu colega de trabalho, também professor, ao som da música de sua paixão, de sua vida, de seu casamento, My Cherie Amour, de Stevie Wonder. A esposa nunca quis fazer amor com ele no chuveiro! E a música não sai da sua cabeça dele! PIRA !!! Comédia romântica, surpreendente, que no desenrolar do filme vai nos envolvendo, com sequentes situações engraçadas, surpresas. E a relação da família é inusitada!!! Um filme pra cima (diferentemente de “Lincoln”), nos faz rir, nos emociona. Ótimas interpretações, bem dirigido. DEZ, nota DEZ para a trilha sonora! “My Cherrie Amour“ e “Don't You Worry 'Bout A Thing“ (Stevie Wonder), “Maria“ (West Side Story), a belíssima “MISTY“ (Johnny Mathis), e outras bem bonitas, todas originais. Filme de autor. Recomendo.

Vina Studart - Vou aguardar seus comentários e depois vou vendo devagarzinho!! Marilene Nery - Vou guardar as dicas. Abrs Marilene

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O Escafandro E A Borboleta e Ensaio Sobre A Cegueira

(09 de fevereiro de 2013)

Curiosamente, assisti dois filmes sobre à visão e à "visão". Ensaio Sobre A Cegueira, do nosso Fernando Meirelles, adaptado da obra de Saramago, que abriu o festival de Cannes de 2008, e O Escafandro E A Borboleta, magnificamente dirigido por Julian Schnabel, em 2007. O roteiro é uma adaptação do livro homônimo autobiográfico de Jean-Dominique Bauby.

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Lincoln

(03 de fevereiro de 2013)

"Lincoln", o filme. Deveria continuar no papel. Mal transportado à tela, não parecendo ser Spielberg. Tenta emocionar, não há lágrimas; tenta ser engraçado, não há risos. E a música não ajuda. Lento, diálogos enormes, muitos nomes citados, um pouco confuso. Chato. Filme de americanos para americanos. E as interpretações não são lá essas coisas que disseram. E o velho problema persiste: LEGENDAS. Em plena Era digital, continuam na cor branca, quando deveriam ser na cor amarela, com borda preta. Quando o background é claro, mal se enxergam as legendas.

Curtiu - Cláudia Dias

Denise Belem - já tinham me falado que é muito chato...

Vina Studart - Concordo com tudoooooooooooo!! Tanto esforço para sair de casa e essa decepção!

Vina Studart - Agora, me passa a crítica dos miseráveis para eu pensar se vou mesmo ou não?? rsrsrs

Sergio Caiazzo - Vina, semana que vem vou assistir Os Miseráveis e O Lado Bom Da Vida.

Lara Guerreiro - ahhhh eu gostei. Mas já sai de casa sabendo que não era um filme para divertir. Vina Studart - Vou aguardar sua crônica!!

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De volta às telas

(25 de janeiro de 2013)

De volta às telas !!! "O Mestre", "Lincoln", "O Lado Bom da Vida", "Amour", "Django Livre"... pretendo ver todos. Cinema é a melhor diversão (desde então...) ! Depois... rumo à boemia ! Chopps e sandubas. E o mais importante: uma análise conjunta do filme que acabamos de assistir. Eu faço isso desde os meus 15 anos, desde a era do cinema Paissandu, quando imperava, Buñuel, Godard, Antonioni, Polansky, Fellini...& cia. Eu amo cinema.

Vina Studart Vou aguardar seus comentários e depois vou vendo devagarzinho!! Marilene Nery Vou guardar as dicas. Abrs Marilene

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Dr. Jivago

(20 de outubro de 2013)

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