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(1)

Sistemas de Informação

Prof. Ayala Borba

(2)

Segurança da Informação

• A segurança é necessária em qualquer computador

que esteja ou não acessando uma rede externa.

• A necessidade se explica pela dependência da

organização para com a estrutura de tecnologia da

informação.

• Com o aumento do uso das telecomunicações e

redes para as atividades empresariais, a segurança

tornou-se o segundo maior projeto das organizações.

(3)

Esquema de Segurança

A segurança é imposta para:

• Minimizar os prejuízos da organização por paralisações não esperadas; • Garantir a qualidade dos dados inseridos e das informações geradas; • Habilitar as informações a serem compartilhadas com proteção das

mesmas e do acesso aos Sistemas de Informações;

• Assegurar que não haja roubo ou a alteração dos dados sem

autorização;

• Prevenção de ataque externo pela rede extranet/internet; • Salvaguardar pessoas, instalações e recursos;

• Prevenir, detectar, deter e documentar ameaças; • Fornecer liberdade na criação de novos negócios;

• Implementar rastreabilidade no acesso e manutenção das

(4)

Critérios Fundamentais da Segurança

• Integridade;

• Disponibilidade;

• Confidencialidade;

“A informação certa comunicada às pessoas

certas (na hora certa) é de importância vital

para a empresa.”

(5)

Propriedades da Segurança da Informação

• Autenticidade: Atesta a origem do dado ou informação; • Não Repúdio: Não é possível negar o envio ou recepção; • Legalidade: Aderência de um sistema a legislação;

• Privacidade: Realizar ações sem que se seja identificado; • Auditoria: Transparência aos negócios;

(6)

Propriedades da Segurança da Informação

As propriedades quando combinadas de forma adequada:

• Aumenta a produtividade;

• Proporciona maior controle sobre os recursos; • Viabiliza o uso de aplicações de missão crítica;

Facilitam para que as empresas alcancem os seus objetivos:

• Ambiente padronizado; • Sistemas mais confiáveis;

(7)

Segurança – Conceitos Básicos

• Bem/recurso/ativo:

 Corresponde a entidade objeto da função segurança; • Vulnerabilidade:

 Característica de fraqueza de um bem; • Ameaças:

 Ação, atitude ou situação em que a vulnerabilidade de um bem possa

acontecer;

• Agente agressor:

 Entidade responsável, potencial ou concreta, pela realização da

(8)

Segurança – Conceitos Básicos

• Risco:

 Mensuração da intensidade, possível ou real da ocorrência de uma

ameaça;

• Medida de Segurança:

 Ação/atitude/providência operacionalizada para evitar as causas de

ameaças;

• Perímetro de Proteção:

 Ambiente ou linha imaginária em que uma ameaça possa atingir um

bem;

• Plano de Segurança:

 Conjunto de medidas de segurança adotadas para a diminuição da

(9)
(10)

A confidencialidade é dependente

da integridade, pois se a integridade

de um sistema for perdida, os

mecanismos que controlam a

confidencialidade não são mais

confiáveis.

Exemplo: Eliminação de registros

históricos (log).

(11)

Integridade x Confidencialidade

A integridade é dependente da

confidencialidade, pois se alguma

informação confidencial for perdida

os mecanismos de integridade

podem ser desativados.

Exemplo: Senha de administrador do

sistema.

(12)

Disponibilidade x Integridade/Confidencialidade

A disponibilidade é dependente da

integridade e confidencialidade,

pois:

• Se a confidencialidade for perdida

os mecanismos de disponibilidade podem ser desativados;

• Se a integridade for perdida, as

informações não podem ser consideradas confiáveis;

(13)

Auditoria x Integridade/Confidencialidade

A auditoria é dependente da

integridade e confidencialidade,

pois:

• Se a confidencialidade for perdida

os mecanismos de auditoria podem ser desativados;

• Se a integridade for perdida, as

informações não podem ser consideradas confiáveis;

(14)

Principais Ameaças para os S.I.

• Catástrofe;

• Supressão de Serviços;

• Comportamento anti-social;

• Ação criminosa;

(15)

Ameaças - Catástrofes

Momentos de intensa e descontrolada destruição.

• Desabamento:

Total ou parcial;

• Explosão:

Proposital ou acidental;

• Incêndio:

Espontâneo, provocado ou acidental;

• Inundação:

(16)

Ameaças – Supressão de Serviços

Momentos em que a infra-estrutura operacional falha

ou deixa de existir.

• Falta de energia;

• Queda de comunicações;

• Falha de equipamentos;

• Interrupção no abastecimento de água;

• Problemas no abastecimento de esgotos;

(17)

Ameaças – Comportamento Anti-Social

Agressões perpetradas por profissionais do ambiente interno ou externo às organizações.

• Paralisações:

 Greves, sabotagem, displicência ou má vontade de funcionários;

• Motins populares e distúrbios:

 Potencial agressão ao patrimônio físico e intelectual da organização;

• Invasão:

 Por entidades, pessoas físicas e jurídicas, via atuação física como

ações de roubo ou furto;

• Piquetes:

 Atuação de funcionários ou elementos de sindicato no sentido de

(18)

Ameaças – Ação Criminosa

Ação com características de interesse direto de pessoa física, no sentido de fazer prevalecer seus interesses.

• Terrorismo:

 Ação de agressão ao patrimônio empresarial com a utilização de violência extrema;

• Seqüestros:

 Ação de intimidação física concretizada contra pessoas físicas ou bens de extrema

importância;

• Roubos e furtos:

 Supressão de bens materiais;

• Fraudes:

 Ações de modificação, com conseqüente obtenção de vantagem pelo agente agressor;

• Sabotagens:

 Modificação de máquinas, equipamentos, instalações das organizações;

• Espionagem industrial:

(19)

Vulnerabilidades

• Erros de software;

• Falta de pacotes de correção;

• Erros de configuração;

• Má utilização do software/hardware;

• Erros humanos;

• Subutilização de serviços;

• Metas não aplicadas;

(20)

Pontos Vulneráveis na Estrutura de T.I.

• Redes de comunicação;

• Sistemas operacionais dos equipamentos;

• Bancos de dados e aplicações;

• Servidores;

(21)

Tipos de Invasores

• Hackers;

 Hackers;  Lammers;  Crakers;  Phreakers;  Carders;

• Funcionários descontentes;

• Usuários mal treinados;

(22)

Maiores causas de problemas digitais

%

Funcionários autorizados

58%

Funcionários não autorizados

24%

Ex-funcionários

13%

Hackers e terroristas cibernéticos

13%

Concorrente

3%

(23)

Métodos de Imposição de Segurança

• Controle de acesso;

• Autenticação de usuário;

• Criptografia;

(24)

Controle de Acesso

Utiliza dispositivos de hardware e software que

permite o que pode ou não passar no perímetro

interno de comunicação da organização.

• Roteadores;

• Firewalls;

(25)

Autenticação de Usuário

• Obrigatoriedade de identificação de usuário, que

permite ou não a utilização de um computador ou

sistema;

• Uma senha (password) , devido ao seu caráter

pessoal e intransferível, serve para autenticar o

usuário, ou seja, é utilizada no processo de

verificação da identidade do usuário.

(26)

Composição de uma Senha

• Uma boa senha deve ter pelo menos oito caracteres (letras,

números e símbolos), deve ser simples de digitar e, o mais importante, deve ser fácil de lembrar.

• Normalmente os sistemas diferenciam letras maiúsculas das

minúsculas.EX. “pAraleLepiPedo” e “paRalElePipEdo” são senhas diferentes.

• Procure misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e

sinais de pontuação.

• Por exemplo, usando a frase “batatinha quando nasce se

(27)

Criptografia

Criptografia é a ciência e arte de escrever mensagens em forma cifrada ou em código. É parte de um campo de estudos que trata das comunicações secretas, usadas, dentre outras finalidades, para:

• Autenticar a identidade de usuários;

• Autenticar e proteger o sigilo de comunicações pessoais e de transações comerciais e bancárias;

• Proteger a integridade de transferências eletrônicas de fundos.

Uma mensagem codificada por um método de criptografia deve ser:

• privada, ou seja, somente aquele que enviou e aquele que recebeu devem ter acesso ao conteúdo da mensagem.;

• Além disso, uma mensagem deve poder ser assinada, ou seja, a pessoa que a recebeu deve poder verificar se o remetente é mesmo a pessoa que diz ser e ter a capacidade de identificar se uma mensagem pode ter sido modificada;

(28)

Criptografia de Chave Única

• A criptografia de chave única utiliza a mesma chave

tanto para codificar quanto para decodificar

mensagens.

• é método ser bastante eficiente em relação ao

tempo de processamento, ou seja, o tempo gasto

para codificar e decodificar mensagens.

• tem como principal desvantagem a necessidade de

utilização de um meio seguro para que a chave possa

ser compartilhada entre pessoas ou entidades que

desejem trocar informações criptografadas.

(29)

Criptografia de Chaves Pública e Privada

• A criptografia de chaves pública e privada utiliza

duas chaves distintas, uma para codificar e outra

para decodificar mensagens.

• Neste método cada pessoa ou entidade mantém

duas chaves: uma pública, que pode ser divulgada

livremente, e outra privada, que deve ser mantida

em segredo pelo seu dono.

• As mensagens codificadas com a chave pública só

podem ser decodificadas com a chave privada

correspondente.

(30)

Protocolo SSL

• O protocolo SSL provê a privacidade e a integridade de dados entre duas aplicações que estejam se

comunicando pela Internet;

• Isto ocorre através da autenticação das partes envolvidas e da criptografia dos dados transmitidos

entre as partes;

• Esse protocolo ajuda a prevenir que intermediários entre as duas pontas da comunicação tenham

acesso indevido ou falsifiquem os dados sendo transmitidos;

• É um método de segurança das transações efetuadas via Internet;

• O standard SSL foi criado pela Netscape, em colaboração com Mastercard, Bank of América, MCI e

Silicon Graphics;

• Utiliza um método de criptografia por chave pública a fim de garantir a segurança da transmissão

de dados na Internet. O seu princípio consiste a estabelecer um canal de comunicação protegido (calculado) entre duas máquinas (um cliente e um servidor) após uma etapa de autenticação.;

• O sistema SSL é independente do protocolo utilizado, que significa que pode igualmente proteger

transações feitas sobre o Web pelo protocolo HTTP que conexões via o protocolo FTP, POP ou IMAP.

(31)

Protocolo TLS

• O protocolo TLS (Transport Layer Security) é

um protocolo de segurança de rede usado

para criptografar e transmitir dados HTTP e

IPP (Internet Printing Protocol) por uma rede

TCP/IP.

• Ele é baseado e similar ao protocolo SSL

(Secure Sockets Layer) desenvolvido pela

Netscape.

(32)

Protocolo SSH

• Trata-se de um protocolo que permite um

cliente (um utilizador ou mesmo uma

máquina) abrir uma sessão interativa sobre

uma máquina distante (servidor) a fim de

enviar pacotes ou arquivos de maneira

protegida.

• Os dados que circulam entre o cliente e o

servidor são calculados, que garante a sua

confidencialidade.

(33)

Protocolo PGP

• PGP (tm) utiliza a encriptação de chave

pública para proteger e-mail e arquivos de

dados.

• Pretty Good Privacy (PGP) é uma aplicação do

software criptográfico de alta segurança para

MS-DOS, Unix, VAX / VMS, e outros

computadores.

• PGP permite que as pessoas para trocar

arquivos ou mensagens com privacidade,

autenticação e conveniência.

(34)

Protocolo SET

• O padrão SET (Secure Eletronic Transactions) surgiu

da iniciativa de um consórcio de empresas formado

pela Visa, MasterCard, Netscape, IBM, Microsoft,

GTE, SAIC, Terisa Systems e Verisign como uma

alternativa para resolver os principais problemas

relacionados ao comércio eletrônico.

• O SET é um protocolo de segurança desenvolvido

para garantir a transmissão segura de informações

financeiras em redes públicas.

(35)

Certificado Digital

O Certificado Digital funciona como uma carteira de identidade virtual.

• Um documento eletrônico que contém dados do titular como nome, e-mail,

CPF, dois números denominados chave pública e privada, além do nome e da assinatura da AC (Autoridade Certificadora) que o emitiu.

ACs são órgãos autorizados a emitir Certificados Digitais.

• Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados);

• CertiSign, empresa privada especializada em certificação digital; • Serasa;

• IMESP (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo);

• PRODEMG, empresa de tecnologia de informação do Governo de Minas Gerais; • Caixa Econômica Federal;

(36)

Tipos de Ataque

Engenharia Social:

• Nos ataques de engenharia social, normalmente, o atacante

se faz passar por outra pessoa e utiliza meios, como uma ligação telefônica ou e-mail, para persuadir o usuário a fornecer informações ou realizar determinadas ações.

• Exemplos destas ações são: executar um programa, acessar

uma página falsa de comércio eletrônico ou Internet

Banking através de um link em um e-mail ou em uma

(37)

Tipos de Ataque

Cavalo de Tróia:

• O cavalo-de-tróia, ou trojan-horse, é um programa

disfarçado que executa alguma tarefa maligna.

• Exemplo: o usuário roda um jogo que conseguiu na Internet.

O jogo secretamente instala o cavalo de tróia, que abre uma porta TCP do micro para invasão. Alguns trojans populares são NetBus, Back Orifice e SubSeven. Há também cavalos-de-tróias dedicados a roubar senhas e outros dados sigilosos.

(38)

Tipos de Ataque

Quebra de Senha

• O quebrador, ou cracker, de senha é um programa usado

pelo hacker para descobrir uma senha do sistema. O método mais comum consiste em testar sucessivamente as palavras de um dicionário até encontrar a senha correta.

(39)

Tipos de Ataque

Denial Of Service (DOS):

• Ataque que consiste em sobrecarregar um servidor com

uma quantidade excessiva de solicitações de serviços.

• É uma tentativa em tornar os recursos de um sistema

indisponíveis para seus utilizadores. Alvos típicos são servidores web, e o ataque tenta tornar as páginas hospedadas indisponíveis na WWW.

• Não se trata de uma invasão do sistema, mas sim da sua

(40)

Tipos de Ataque

Mail Bomb:

• É a técnica de inundar um computador com mensagens

eletrônicas. Em geral, o agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a caixa postal de alguém. A sobrecarga tende a provocar negação de serviço no servidor de e-mail.

(41)

Tipos de Ataque

Phreaking:

• É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No

passado, os phreakers empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir sinais de controle e enganar o sistema de telefonia.

(42)

Tipos de Ataque

Scanners de Portas:

• Os scanners de portas são programas que buscam portas

TCP abertas por onde pode ser feita uma invasão. Para que a varredura não seja percebida pela vítima, alguns scanners testam as portas de um computador durante muitos dias, em horários aleatórios.

(43)

Tipos de Ataque

Spoofing:

• É a técnica de se fazer passar por outro computador da rede

para conseguir acesso a um sistema. Há muitas variantes, como o spoofing de IP. Para executá-lo, o invasor usa um programa que altera o cabeçalho dos pacotes IP de modo que pareçam estar vindo de outra máquina.

(44)

Tipos de Ataque

Smurf:

• O Smurf é outro tipo de ataque de negação de serviço. O

agressor envia uma rápida seqüência de solicitações de Ping (um teste para verificar se um servidor da Internet está acessível) para um endereço de broadcast.

• Usando spoofing, o cracker faz com que o servidor de

broadcast encaminhe as respostas não para o seu endereço, mas para o da vítima. Assim, o computador-alvo é inundado pelo Ping.

(45)

Tipos de Ataque

Sniffing:

• O sniffer é um programa ou dispositivo que analisa o tráfego

da rede. Sniffers são úteis para gerenciamento de redes.

• Nas nas mãos de hackers, permitem roubar senhas e outras

(46)

Tipos de Ataque

Phishing:

• É uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por

tentativas de adquirir informações sensíveis, tais como senhas e números de cartão de crédito, ao se fazer passar como uma pessoa confiável ou uma empresa enviando uma comunicação eletrônica oficial, como um correio ou uma mensagem instantânea.

• Na prática do Phishing surgem artimanhas cada vez mais

sofisticadas para "pescar" (do inglês fish) as informações sensíveis dos usuários.

(47)

Tipos de Ataque

Scamming:

• Técnica que visa roubar senhas e números de contas de

clientes bancários enviando um e-mail falso oferecendo um serviço na página do banco.

(48)

Tipos de Ataque

Ataque de força bruta:

• Consiste em tentar todas os possíveis código, combinação,

ou a senha até encontrar o caminho certo.

• A dificuldade de um ataque de força bruta depende de

vários fatores, tais como:

Quanto tempo pode ser a chave?

Quantos possíveis valores de cada componente pode ter a chave? Quanto tempo vai demorar para tentar cada chave?

Existe um mecanismo que irá bloquear o atacante, após uma série

(49)

Tipos de Ataque

Ping Of Death:

• Consiste em se enviar um pacote IP com tamanho maior que

o máximo permitido (65535 bytes), para a máquina que se deseja atacar.

• O pacote é enviado na forma de fragmentos (a razão é que

nenhum tipo de rede permite o tráfego de pacotes deste tamanho) e quando a máquina destino tenta montar estes fragmentos, inúmeras situações podem ocorrer: a maioria das máquinas trava, algumas reinicializam, outras abortam e mostram mensagens no console, etc.

(50)

Tipos de Ataque

Ataque de replay:

• Forma particular de ataque em que parte de uma

transmissão de rede é gravada e reproduzida posteriormente.

• Normalmente, esse tipo de ataque está associado a uma

criptografia mal-estruturada.

• Exemplo: um mecanismo de autenticação transmite pela

rede uma credencial para um usuário.

Se a credencial for codificada sempre da mesma maneira, o

atacante poderá gravar a sequência criptografada e incorporá-la em uma transmissão realizada por ele mesmo.

(51)

Concepções Erradas sobre Segurança da Informação

• “Uma vez implantada a segurança, as informações

estão seguras.”

• “A implantação da segurança é um processo

simples.”

• “A segurança é um assunto de exclusiva

responsabilidade da área de segurança.”

• “A estrutura da segurança é relativamente

(52)

Morais da Segurança

“As portas dos fundos são tão boas

quanto às portas da frente.”

(53)

Morais da Segurança

“Uma corrente é tão forte quanto o

seu elo mais fraco.”

(54)

Morais da Segurança

“Um invasor não tenta transpor as

barreiras encontradas, ele vai ao

redor delas buscando o ponto mais

(55)

Morais da Segurança

“Um invasor sempre se utiliza de

uma imagem confiável para atingir

(56)

Conclusão

Um sistema somente pode ser considerado

“seguro”

se

todos

os

mecanismos

funcionem:

• Adequadamente;

• Da forma como foram projetados;

• De acordo com o ambiente;

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