• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
24
0
0

Texto

(1)

TÍTULO: ARTE INTEGRATIVA NO AUXILIO À QUALIDADE DE VIDA E AUTOESTIMA DE JOVEN ADOLESCENTE PARTICIPANTES DO PROJETO TERÇA ROSA NO HOSPITAL PÉROLA BYINGTON

TÍTULO:

CATEGORIA: EM ANDAMENTO

CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

ÁREA:

SUBÁREA: MEDICINA

SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): VINICIUS ARAÚJO DA SILVA

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): CAIO FÁBIO SCHLECHTA PORTELLA

(2)

Universidade Anhembi Morumbi

Naturologia

Vinícius Araújo da Silva

Arte Integrativa no auxilio às jovens adolescentes participantes do projeto Terça Rosa realizado no Hospital Pérola Byington

São Paulo- SP 2017

(3)

Vinícius Araújo da Silva

Arte Integrativa no auxilio às jovens adolescentes participantes do projeto Terça Rosa realizado no Hospital Pérola Byington

São Paulo- SP 2017

(4)

3 RESUMO

A arte moderna ocidental vem utilizando o corpo feminino sob um olhar masculino, este olhar muitas vezes o inferioriza tornando este corpo objeto de deleite do homem auxiliando assim a propagar a objetificação do corpo da mulher. Estas representações muito pouco falam sobre o feminino e seus corpos, mas sim da sexualidade masculina estereotipada do homem viril que subjuga a mulher e a faz sua. A crescente tensão social acerca dos papeis sociais da mulher e as diferenças de oportunidade decorrentes da desigualdade de gênero justificam pesquisas na área. Trabalhos que explorem o papel do contexto simbólico-cultural a respeito do feminino, seu impacto na noção de corporeidade e saúde, bem como explorar tecnologias leves de cuidado que acolham esse contexto e impactem positivamente na saúde e qualidade de vida das mulheres, são necessidades reais ligadas a uma visão ampliada de saúde. Este projeto visa avaliar a contribuição da Arte Integrativa na qualidade de vida e autoestima de adolescentes do sexo feminino.

(5)

4 SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ... 5

1.2. QUESTÕES DE GÊNERO E SAÚDE ... 6

1.3. PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE ... 7

3. OBJETIVOS... 10 3.1 OBJETIVO GERAL: ... 10 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ... 10 4. METODOLOGIA ... 11 6. CRONOGRAMA ... 12 8. REFERÊNCIAS: ... 14 ANEXO A ... 16 ANEXO B ...17 ANEXO C ... 18

(6)

5 1. INTRODUÇÃO

A arte sempre teve profunda conexão com o ser humano e o desenvolvimento cultural, tendo sempre definições estabelecidas pelos povos antigos, ou seja, o sentimento em questão não era apenas a “arte pela arte”, mas sim uma profunda conexão da arte com o divino (GOMBRICH, 1993).

Observa-se que a arte e a vida estão intimamente conectadas, sendo então a mesma uma linguagem simbólica construída por uma determinada sociedade em um determinado tempo, tendo a função de expressar os sentimentos e as vivencias dos povos na época em questão (HORN, 2006).

As culturas antigas produziram diversas esculturas dos corpos femininos que ficaram mundialmente conhecidas como Vênus, estudos acerca destas imagens descrevem estas obras de arte com um olhar sobre o corpo feminino diferenciado do qual temos hoje. (POLLACK,1998).

Estes estudos descrevem um culto antigo a uma divindade feminina e com isso uma atitude cultural e social de respeito para com os próprios corpos (tendo em vista a relação com a nudez), a natureza e principalmente com a mulher (POLLACK,1998).

A arte moderna ocidental vem utilizando o corpo feminino sob um olhar masculino, este olhar muitas vezes o inferioriza tornando este corpo objeto de deleite do homem auxiliando assim a propagar a objetificação do corpo da mulher. (LOPONTE, 2002)

Estas representações muito pouco falam sobre o feminino e seus corpos, mas sim tratam de uma sexualidade masculina estereotipada de homem viril que subjuga a mulher e a faz sua (LOPONTE, 2002).

As mulheres na arte ocidental aparecem frequentemente subjugadas e são lembradas como a: “mulher de”, “amante de”, “filha ou mãe de”, e nunca por suas próprias ações, ou seja, seu sucesso era justificado pelo homem que ela tinha ao lado desvalorizando então sua singularidade como mulher e artista. (LOPONTE, 2002; VILHENA; MEDEIROS; NOVAES, 2005).

Assim a arte é um instrumento que atua nos meio comunicacionais, sociais, culturais e também terapêuticos, sendo então uma ferramenta que abrange diversos aspectos do desenvolvimento humano (HOTIMSKY, 2002;Leite, Katia Arantes; Braga, Giane Honorato, et al 2007).

(7)

6

As chamadas CATs – Creative Artistic Therapies (terapias artísticas criativas), em suas diversas expressões, auxiliam na regulação das emoções, processo este essencial para a manutenção da saúde e consequentemente a melhora da autoestima (SHAFIR,2016).

A arte integrativa visa integrar diversas escolas do pensamento analíticas, psicanalíticas e até mesmo a gestalt proporcionando uma abordagem que consiga ser mais flexível para o profissional, podendo ele então atuar de diversas maneiras de acordo com o caso em questão ou até mesmo dependendo da situação presente (LEITE, KATIA ARANTES; BRAGA, GIANE HONORATO, 2007).

É essencial em uma abordagem artística aonde profissional se abstenha de seus conceitos pré-concebidos no momento de avaliar as informações que o interagente lhe traz, podendo assim observar se aquilo que é transmitido através dos trabalhos realizados condiz com o que é falado e se não averiguar o porquê disto, se há uma falta de sintonia entre emoção e fala ou se a fala omite o que os trabalhos lhe mostram (BIAZZI, 2010).

1.2. QUESTÕES DE GÊNERO E SAÚDE

As relações baseadas no conceito de gênero é uma das dimensões que caracterizam as desigualdades sociais, visto que estas relações possuem uma forte influencia no meio cultural, econômico, político e religioso. (FERRAZ; KRAICZYK, 2010)

O pensamento machista-patriarcal-capitalista utiliza da separação e individualização para enfraquecer os movimentos sociais assim diminuindo a capacidade da população de lutarem pelos direitos de todos e das minorias. (COELHO, 2016) Quando uma determinada sociedade em um dado momento estabelece padrões estereotipados de masculinidade e feminilidade gera desigualdades sociais que irão influenciar em todas as ações humanas. (FERRAZ; KRAICZYK, 2010)

Alguns movimentos sociais surgiram em prol das discussões de igualdade de gênero e sexos tais como o movimento feminista e uma das suas vertentes, a Teoria Queer. O movimento feminista por sua vez discute as relações étnicas, sociais e políticas que abrangem as questões de gênero heteronormativas, a vertente Queer agrega as situações vividas pela população LGBT e negra tendo em vista suas especificidades. (COELHO, 2016)

(8)

7

Os primeiros movimentos feministas discutiam as questões de gênero baseadas no chamado “sistema sexo-gênero” entendendo-se que a sexualidade norteava a construção cultural do gênero. As vertentes mais atuais trabalham com um conceito de desconstrução de gênero, ou seja, o sexo biológico não possui influencia sobre as expressões do gênero, sendo o mesmo baseado em conceitos políticos, culturais e relações de poder, portanto uma invenção. (NARVAZ; KOLLER, 2006)

Do ponto de vista da saúde a dimensão de gênero foi introduzida por meio das Políticas de Saúde Integral da Mulher em 1983, este programa visou ir além das questões do parto e pós-parto, levando em consideração o contexto sócio-histórico e cultural em que vive a mulher. (COELHO et al., 2009)

O principio da integralidade permeia a saúde da mulher através de um acolhimento das necessidades reprodutivas e sexuais levando em consideração as especificidades de geração, raça, classe e cor exercendo também uma escuta sensível e sem julgamentos proporcionando assim um ambiente que possa auxiliar a mulher e o profissional da saúde em compreender o processo saúde-doença da mesma. (COELHO et al., 2009)

É preciso deixar claro então que as questões de gênero envolvem não somente o meio social, mas também possuem influencia no processo de adoecimento da mulher e, portanto devem ser levadas em consideração pelo profissional de saúde, podendo assim promover e exercer os princípios de equidade. (FERRAZ; KRAICZYK, 2010)

1.3. PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE

Tendo em vista que a adolescência é um processo que traz consigo muitas características heterogêneas se fez necessário um Programa que visasse este população e foi por isso que ocorreu o surgimento do PROSAD – Programa Saúde do Adolescente em 1989. (DAVIM; GERMANO; CARLOS, 2009)

Segundo o Ministério da Saúde a adolescência é um período de vulnerabilidade, aonde há maiores riscos de se contrair HIV entre outras DSTs, além da gestação precoce que acarretará em profundas mudanças na vida da adolescente. (GOMES, 2010)

Neste período de crises e profundas mudanças torna-se necessário o acompanhamento de todo este processo para que ele tenha um impacto positivo na

(9)

8

vida dos adolescentes evitando assim o máximo possível de prejuízos e traumas. (GOMES, 2010)

O PROSAD organizou diretrizes que pudessem atender todas as especificidades dos adolescentes tendo em vista a saúde sexual, reprodução, saúde bucal, mental, o planejamento familiar entre outras áreas que possam contribuir com a qualidade de vida dos mesmos. (DAVIM; GERMANO; CARLOS, 2009)

As diretrizes do programa foram baseadas nos princípios do SUS: equidade, resolubilidade, acessibilidade e integralidade. Estas premissas conseguiram auxiliar o programa a enxergar às mudanças necessárias a estrutura da saúde no que condiz os adolescentes, proporcionando então maior espaço para o adolescente expor suas opiniões. (JAGER et al., 2014)

Através da relação horizontal que os funcionários do programa visam ter com os adolescentes acaba por promover um ambiente acolhedor, com este olhar livre do autoritarismo cientifico o resgate de uma relação baseada no respeito e liberdade se tornam possíveis. (MINISTÉRIO DA SAÚDE; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE; DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS, 2008)

(10)

9 2. JUSTIFICATIVA

A crescente tensão social acerca dos papeis sociais da mulher e as diferenças de oportunidade decorrentes da desigualdade de gênero justificam pesquisas na área. Trabalhos que explorem o papel do contexto simbólico-cultural a respeito do feminino, seu impacto na noção de corporeidade e saúde, bem como explorar tecnologias leves de cuidado que acolham esse contexto e impactem positivamente na saúde e qualidade de vida das mulheres, são necessidades reais ligadas a uma visão ampliada de saúde.

(11)

10 3. OBJETIVOS

3.1 Objetivo geral:

Avaliar a contribuição da Arte Integrativa na qualidade de vida e autoestima de adolescentes do sexo feminino.

3.2 Objetivos específicos:

1. Promover espaço de reflexão sobre o feminino, investigando a contribuição das danças circulares, desenhos, pinturas e colagens na autoestima das adolescentes.

2. Traçar um perfil das adolescentes participantes e relacionar os dados qualitativos acerca do feminino à fatores de qualidade de vida e autoestima.

3. Aferir o impacto das intervenções artisticas na autoestima das jovens que buscam pelo projeto por meio de medidores quantitativos e qualitativos

(12)

11 4. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo experimental prospectivo de metodologia qualitativa e quantitativa. Serão utilizadas técnicas de Grupo Focal e Creative Artistic Therapies em um grupo de adolescentes de 15 a 21 anos, que concordarem em participar da pesquisa e assinarem o TCLE, frequentadoras do Ambulatório Terça Rosa no Hospital Pérola Byington.

No primeiro mês subsequente à aprovação do projeto será iniciada a apresentação da pesquisa e captação de adolescentes interessadas em participar da intervenção, todas as interessadas irão preencher o TCLE, um questionário utilizando a Escala de Rosenberg (EAR) e outro KIDSCREEN (ANEXOS A, C)

As intervenções irão ocorrer na sala de reuniões disponível no espaço antes do grupo de sala de espera já realizado no fluxo ambulatorial, todas as terças feiras com a duração de uma hora e meia durante três meses. Serão abordados por meio de discussões em grupo temas como: “empoderamento”, “feminismo”, “fisiologia do corpo feminino” e “o que é ser mulher”. Os temas serão disparadores apoiados por atividades artísticas realizadas com o intuito de promover o bem estar, a integração entre as adolescentes e melhora da autoestima.

Serão levantados durante as atividades depoimentos referentes às mesmas e os temas propostos, os dados qualitativos serão posteriormente tratados segundo análise de conteúdo de Bardin. Após os três meses de intervenção serão reaplicados os questionários para assim completar o levantamento de dados quantitativos acerca das adolescentes no antes e depois da intervenção.

(13)

12 6. CRONOGRAMA

Data

Atividades

Descrição

06/17

Captação e apresentação da pesquisa

Descrição dos objetivos da pesquisa, entrega dos primeiros questionários e do TCLE.

08/17

O ser criança, sua relação com os pais e familiares.

Desenho autorretrato e imaginação criativa, Consciência corporal

08/17

Sua relação com o meio ambiente, os outros seres que habitam o planeta e sua relação com seu interior.

Consciência corporal, dança circular e desenho de uma arvore.

08/17

Escola, experiências adquiridas, sua relação com os colegas de classe e os professores.

Dança circular e lista dos desejos.

08/17

Menstruação, suas experiências e expectativas, O corpo, suas marcas e feridas internas e externas, sua visão sobre sua aparência.

Danças circulares, imaginação criativa, colar dos desejos, recorte e colagem

09/17

O prazer, conhecendo minha anatomia e suas respectivas funções, Minha relação com outras garotas e minha relação com os garotos.

Desenho do grupo, Brincadeira do olho no olho, meditação “hahaha”.

09/17

O casamento, minhas

expectativas, minha visão sobre o assunto, maternidade, o que é? Filhos, responsabilidade dos pais.

Desenho e mosaico, dança circular

09/17

Amadurecimento, a sabedoria de ser mulher e encerramento do grupo terapêutico.

Imaginação criativa, desenho do grupo, reaplicação dos questionários.

10/17 Tabulação dos dados,

Discussão do artigo, analise de dados

(14)

13 7. RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se com este projeto desenvolver a autoestima e qualidade de vida das jovens participantes do Projeto Terça Rosa, contribuir com a naturologia e sua atuação com grupos terapêuticos, além de identificar os perfis socioeconômicos das adolescentes que buscam por auxilio no projeto.

(15)

14 8. REFERÊNCIAS:

BIAZZI, G. O Estudo Da Arte Integrativa Como Possível Bullying Infantil. Universidade Anhembi Morumbi, v. 1, n. 1, p. 1–135, 2010.

COELHO, E. D. A. C. et al. Integralidade do cuidado à saúde da mulher: limites da prática profissional. Escola Anna Nery, v. 13, n. 1, p. 154–160, 2009.

COELHO, M. P. Vozes que ecoam : Feminismo e Mídias Sociais Voices that echo : Feminism and Social Media Voces que se hacen eco : Feminismo y los médios sociales. Pesquisas e Práticas Psicossociais, v. 11, n. 1, p. 214–224, 2016. DAVIM, R. M. B.; GERMANO, R. M.; CARLOS, R. M. V. M. D. J. D. Adolescente / Adolescência : Revisão Teórica Sobre Uma Fase Crítica Adolescent / Adolescence : Theoretic Review About a Critical Stage of Life. p. 131–140, 2009.

FERRAZ, D.; KRAICZYK, J. Gênero e políticas públicas de saúde - construindo respostas para o enfrentamento das desigualdades no âmbito do SUS. Rev. psicol. UNESP, v. 9, n. 1, p. 70–82, 2010.

GOMBRICH, E. A historia da arte. LTC, v. 1, n. 16, p. 688, 1993.

GOMES, C. D. M. Promoção de saúde do adolescente em âmbito escolar. p. 486– 499, 2010.

HORN, M. L. H. Arte e Mulher: Algumas leituras de contexto. II Encontro de História da Arte - IFCH/Unicamp, v. 1, n. 1, p. 1–7, 2006.

HOTIMSKY, S. N. et al. O parto como eu vejo... ou como eu o desejo? Expectativas de gestantes, usuárias do SUS, acerca do parto e da assistência obstétrica

Childbirth as I see it.... or the way I wish it was? Expectations of pregnant women towards. Cadernos de Saúde Pública, v. 18, n. 5, p. 1303–1311, 2002.

Leite, Katia Arantes; Braga, Giane Honorato. Universidade Anhembi Morumbi, v. 1, n. 1, p. 118, 2007.

LOPONTE, L. G. Sexualidades, artes visuais e poder: pedagogias visuais do feminino. Revista Estudos Feministas, v. 10, n. 2, p. 283–300, 2002. MINISTÉRIO DA SAÚDE; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE;

(16)

15

DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS. Saúde do Adolescente : Competências e Habilidades. [s.l: s.n.].

NARVAZ, M. G.; KOLLER, S. H. Metodologias feministas e estudos de gênero: Articulando pesquisa, clínica e política. Psicologia em Estudo, v. 11, n. 3, p. 647– 654, 2006.

SHAFIR, T. Using movement to regulate emotion: Neurophysiological findings and their application in psychotherapy. Frontiers in Psychology, v. 7, n. SEP, p. 1–6, 2016.

VILHENA, J. DE; MEDEIROS, S.; NOVAES, J. DE V. A violência da imagem:

estética, feminino e contemporaneidade. Revista Mal Estar e Subjetividade, v. 5, n. 1, p. 109–144, 2005.

BARROS e LEITE-MOR Naturologia e a emergência de novas perspectivas na saúde In: Naturologia: Diálogos e Perspectivas. 21. ed. Palhoça: Ed. Unisul, 2012.

HELLMANN, FERNANDO ET AL (Org.). Naturologia: Diálogos e Perspectivas. 21. ed. Palhoça: Ed. Unisul, 2012. 227 p.

POLLACK, RACHEL. O corpo da Deusa: no mito, na cultura e nas artes. 5. Ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1998. 301 p. 1

(17)

16 ANEXO A

(18)

17 ANEXO B

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Título do Projeto: Arte Integrativa no auxilio às jovens adolescentes participantes do projeto Terça Rosa realizado no Hospital Pérola

Byington Instituição: Universidade Anhembi Morumbi

Professor Responsável: Caio Fábio Schlechta Portella Estudante Pesquisador: Vinícius Araújo da Silva

Celular: (11) 9.4456-5289 e-mail: [email protected] Celular: (11) 9.9456-3022 email: [email protected]

Eu,________________________________________________________________, RG ________________________, CPF___________________________,

responsável pelo adolescente

_____________________________________________________________,

permito que o mesmo participe desta pesquisa de trabalho de conclusão de curso. Estou ciente que:

1. A pesquisa é de risco mínimo, sendo possível apenas algum desconforto pessoal relacionado a prática da arte integrativa e dos debates;

2. Não será realizado nenhum tipo de procedimento invasivo, que cause danos físicos ou que ofereçam riscos à saúde;

3. Todas as minhas informações pessoais da adolescente terão caráter sigiloso e que ela não será identificada na pesquisa;

4. A adolescente possui o direito a desistir de participar da pesquisa quando desejar, sem nenhum tipo de prejuízo;

5. A adolescente irá responder aos questionários em 2 (dois) momentos, no início da pesquisa e após o termino da mesma.

Este projeto tem como objetivo verificar os possíveis benefícios da arte integrativa sobre a qualidade de vida e autoestima das adolescentes. Para tal serão realizadas sessões de grupo durante 13 (treze) semanas todas as terças feiras com duração de aproximadamente 1h30 (uma hora e meia). Os grupos irão iniciar a partir do mês de maio e serão realizadas antes dos grupos de espera do projeto Terça Rosa.

São Paulo, ___de_____________ de ______.

Assinatura: ______________________________________________________ Assinatura Pesquisador: _________________________________________ Assinatura do Orientador da Pesquisa:

(19)

18 ANEXO C

KIDSCREEN-27

Health Questionnaire for Children and Young

People

(20)

19

Dia:

Mês Ano

Oi,

Como você está? Como você se sente? Gostaríamos que você nos contasse algumas coisas.

Leia todas as questões com atenção. Nos conte qual a resposta que primeiro vem a sua cabeça? Escolha a resposta mais parecida e marque-a.

Lembre-se: isto não é um teste, portanto não há resposta errada. É importante que você responda a todas a questões e que possamos ver as suas marcas claramente. Quando pensar na sua resposta,lembre-se da semana passada.

Você não terá que mostrar suas respostas para ninguém. Além disso, ninguém que lhe conhece, verá seu questionário após você ter terminado.

Você é homem ou mulher?

 mulher

 homem

Quantos anos você tem?

(21)

20 ATIVIDADES FÍSICAS E SAÚDE

Pensando sobre a semana passada...

nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

2. Você tem se sentido bem e disposto? nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

3.

Você tem praticado atividades físicas (por exemplo: correr, andar de bicicleta, escalar)?

nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

4. Você tem sido capaz de correr bem? nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

5. Você tem se sentido com energia? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

Você tem alguma doença crônica, necessidade especial ou enfermidade grave?

 Não

 Sim

Qual?

1.

De uma forma geral, como está sua saúde? excelente muito boa boa ruim muito ruim

(22)

21 SENSAÇÕES

moderada-

HUMOR EM GERAL

SOBRE VOCE

Pensando sobre a semana passada...

nunca raramente raramente algumas vezes algumas vezes frequente- mente frequente- mente sempre

2. Você tem estado de bom humor? nunca sempre

3. Você tem se divertido? nunca

algumas

frequente-raramente vezes mente sempre

Pensando sobre a semana passada...

nunca raramente nunca algumas vezes algumas raramente vezes frequente- mente frequente- mente sempre

4. Você tem se sentido triste? sempre

5. Você tem se sentido tão mal que não tem vontade de fazer nada?

nunca

algumas

frequente-raramente vezes mente sempre

6. Você tem se sentido sozinho? nunca

algumas

frequente-raramente vezes mente sempre

Pensando sobre a semana passada...

nunca raramente nunca algumas vezes algumas raramente vezes frequente- mente frequente- mente sempre

7. Você se sente feliz do jeito que você é?

sempre

Pensando sobre a semana passada...

nada pouco mente muito totalmente

1. A sua vida tem sido agradável? nada pouco

moderada-

(23)

22

Pensando sobre a semana passada...

Pensando sobre a semana passada... TEMPO LIVRE nunca raramente algumas vezes frequente- mente sempre

1. Você tem tido tempo suficiente para você mesmo? nunca raramente algumas vezes frequente- mente sempre

2. Você tem feito as coisas que quer no

seu tempo livre? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

FAMÍLIA E VIDA EM CASA

nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

3. Seus pais têm tempo suficiente para

você? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

4. Seus pais te tratam com justiça? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

5. Seus pais estão disponíveis para falar

quando você deseja? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

DINHEIRO

Pensando sobre a semana passada...

nunca raramente algumas vezes frequente- mente sempre 6.

Você tem tido dinheiro suficiente para

fazer as mesmas coisas que seus amigos? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

7. Você tem dinheiro suficiente para

suas despesas? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

(24)

1

Pensando sobre a semana passada... AMIGOS

Pensando sobre a semana passada...

nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

1. Você tem passado tempo com seus

amigos? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

2. Você se diverte com seus amigos? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

3. Você e seus amigos se ajudam? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

4. Você confia em seus amigos? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

ESCOLA E APRENDIZADO

Pensando sobre a semana passada...

nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

1. Você se sente feliz na escola? nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

2. Você está indo bem na escola? nada pouco

moderada-

mente muito totalmente

nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

3. Você tem se sentido capaz de prestar

atenção na escola? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

mente sempre

4. Você se dá bem com os seus professores? nunca raramente

algumas vezes

frequente-

Referências

Documentos relacionados

b) Execução dos serviços em período a ser combinado com equipe técnica. c) Orientação para alocação do equipamento no local de instalação. d) Serviço de ligação das

5.2 Importante, então, salientar que a Egrégia Comissão Disciplinar, por maioria, considerou pela aplicação de penalidade disciplinar em desfavor do supramencionado Chefe

BraB-1480 Zezé Di Camargo e Luciano 3590 POR AMOR TE DEIXO IR Pode ir, não impeço sua viagem BraB-1480 Zezé Di Camargo e Luciano 3539 SEM MEDO DE SER FELIZ Tira essa paixão da

A história da APS em Curitiba se inicia em 1963 com a criação do Departamento de Educação, Recreação Orientada e Saúde. No ano seguinte ocorre a inauguração do Centro de

Dentre as principais conclusões tiradas deste trabalho, destacam-se: a seqüência de mobilidade obtida para os metais pesados estudados: Mn2+>Zn2+>Cd2+>Cu2+>Pb2+>Cr3+; apesar dos

É preciso alterar as rotas e os procedimentos de controle de tráfego para reduzir o tempo médio de voo, diminuindo custos e favorecendo o crescimento do mercado – além de

[2.0] Através de um teste de hipóteses adequado verifique, utilizando o valor p, para um nível de significância de 0.05, se a proporção de profissionais de saúde da Barilândia

O modelo característico da interação se dá em nível simbólico, quando se procura entender e interpretar o significado da ação do outro (11). Assim, os seres