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Ata n.º 20 de 22/09/2015

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Ata n.º 20 de 22/09/2015

---ATA N.º 20--- --- Aos 22 dias do mês de setembro de 2015, pelas 09h30m, na Sala de Sessões do Edifício dos Paços do Concelho, sito na Praça do Município, nesta cidade, realizou-se uma reunião ordinária pública da Câmara Municipal de Torres Vedras, sob a presidência do Presidente da Câmara, Dr. Carlos Manuel Soares Miguel, estando presentes os Vereadores: --- --- Dr. Carlos Manuel Antunes Bernardes. --- --- Dr. Hugo Miguel Fernandes Martins --- --- Eng.ª Laura Maria Jesus Rodrigues --- --- Dr. Sérgio Paulo Matias Galvão--- --- Dra. Ana Brígida Anacleto Meireles Clímaco Umbelino --- --- Dra. Tânia Sofia Pereira Barreira Abrantes Fernandes em substituição do Eng.º Luís Filipe Barbosa Aniceto que faltou por motivos oportunamente expostos à Presidência, que a Câmara deliberou aceitar, considerando-se portanto, a falta devidamente justificada. --- --- Arqt.º Bruno Miguel Félix Ferreira --- --- Sérgio Rodrigo dos Santos Cipriano. --- --- A reunião foi secretariada pela Dra. Alexandra Sofia Carlos Mota Luís, Chefe de Divisão Administrativa. --- --- Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações: --- ATAS DAS REUNIÕES ANTERIORES: --- --- O Sr. Presidente informou que se encontram em elaboração as atas nºs 14, 15, 16, 17, 18 e 19 das reuniões de 16/06, 30/06, 14/07, 28/07, 25/08 e 8/09/2015 respetivamente. --- --- A Câmara tomou conhecimento e aguarda. --- RESUMO DIÁRIO DE TESOURARIA: --- --- Presente o documento em epígrafe, referente ao dia anterior, cujo saldo é de € 1.098.476,21. --- --- A Câmara tomou conhecimento. --- PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA:--- CONSTRUÇÃO DE PISTA DE ATLETISMO EM PAÚL – PONTO DE SITUAÇÃO: --- --- O Vereador Sérgio Cipriano questionou se houve algum desenvolvimento do processo da construção da pista de atletismo em Paúl, uma vez que no passado sábado houve mais um evento na pista de terra que está em más condições, apesar de não estar mau tempo. Assim, gostaria de perceber se este foi o último evento naquele espaço. --- --- O Sr. Presidente informou que a providência cautelar interposta por um dos concorrentes, não teve provimento, mas existe ainda a ação principal para resolver, pelo que a obra não pode ainda ser adjudicada. --- --- A Câmara tomou conhecimento ---

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PROGRAMA FLORESTA COMUM – PARCERIA ENTRE A QUERCUS, O INSTITUTO DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DAS FLORESTAS, A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES E A UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO:---O Vereador Sérgio Cipriano disse que ouviu na Antena 1 a informação de que uma Associação está a ceder plantas autóctones a parceiros institucionais e pensou que poderia ser interessante o Município de Torres Vedras aderir e criar um espaço com plantas da região de Torres Vedras. Seria, na sua opinião, um passo importante para as gerações futuras, apesar de saber que o sector de ambiente já faz esse trabalho. --- --- O Sr. Presidente disse ter registado a intervenção mas a verdade é que a reflorestação não passa apenas pela obtenção de plantas. --- --- A Câmara tomou conhecimento. --- DINAMIZAÇÃO DO COMÉRCIO TRADICIONAL – CONCURSO NA ÉPOCA DE NATAL:---O Vereador Sérgio Cipriano começou por dizer que o ano passado apresentou uma proposta para dinamizar o comércio tradicional demasiado tarde, por isso propôs que a Câmara conjuntamente com a ACIRO, promova a criação de um concurso idêntico ao que já foi feito pela Câmara em que o primeiro prémio era um carro, substituindo agora o carro por compras no comércio tradicional. Argumentou que isso iria permitir que o dinheiro fosse gasto em Torres Vedras. --- --- O Sr. Presidente referiu que não tem qualquer pejo em apresentar a sugestão à ACIRO que certamente irá desenvolver a ideia. --- --- O Vereador Dr. Hugo Martins concordou que, fruto da fiscalidade atual, a Câmara deveria optar pelo cartão de crédito como prémio. --- --- A Câmara tomou conhecimento. --- REDE DE SANEAMENTO DE ABRUNHEIRA – PONTO DE SITUAÇÃO: --- --- O Vereador Sérgio Cipriano solicitou esclarecimentos quanto à situação da rede de saneamento de Abrunheira, pois disseram-lhe que a rede está concluída, a conduta para a ETAR também, embora sem rede separativa, mas a Estação Elevatória não tem corrente elétrica, pelo que presume que os esgotos estão a ser bombeados para o rio. --- --- O Sr. Presidente informou que a Câmara está a pressionar a EDP, mas a verdade é que cada vez é mais difícil fazer as ligações elétricas, tendo em conta o que aconteceu com as novas escolas. --- --- O Vereador Sérgio Cipriano aceitou que a EDP esteja a dificultar a ligação, mas tem a certeza que a tampa do contador não está colocada e, nesse caso, a EDP não liga a corrente. --- --- O Vereador Dr. Carlos Bernardes informou que acabou de confirmar com os serviços que as tampas dos quadros já lá estiveram colocadas, mas foram roubadas, e que este assunto já estava a ser

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Ata n.º 20 de 22/09/2015

tratado.---A Câmara tomou conhecimento. --- INAUGURAÇÃO DO CENTRO EDUCATIVO DE CAMPELOS – PATRONO – CARTA EDUCATIVA:---O Vereador Dr. Hugo Martins pretendeu deixar um desafio à Câmara, ou pelo menos uma preocupação a qual está relacionada com a inauguração da escola de Campelos. --- --- Concretizando, o seu desafio, afirmou que, enquanto políticos, cabe-lhes falar da identidade e o estabelecimento chama-se Gaspar Campello e tinha um patrono, mas agora perdeu a designação. Numa altura em que as escolas pretendem concentrar alunos e que vêm crianças de outras freguesias, entende que a escola deve ter um patrono para não ferir identidades. --- --- Na sua opinião a Câmara deve pensar um pouco na questão da identidade. --- --- Prosseguiu, dizendo saber que os projetos das escolas agora inauguradas, são projetos já com alguma idade mas, embora de grande qualidade, tendem a ser demasiado grandes, uma vez que nos próximos 6 ou 7 anos haverá um menor número de alunos fruto da atual demografia. --- --- Assim, sugeriu a revisão dos projetos das escolas de São Pedro da Cadeira, Freiria, e A-dos-Cunhados a fim de verificar se ainda se justifica a sua total construção. --- --- O Sr. Presidente esclareceu que a Escola Gaspar Campello foi agregada à Escola Padre Vítor Melícias e ambas fazem parte de um Agrupamento que tem um nome tal como os outros. O critério da Câmara não tem sido dar nome às escolas, pois quem o faz é o Agrupamento. --- --- No que se refere aos projetos e à sua dimensão, informou que o redimensionamento é um trabalho que está feito e a Câmara está a preparar tudo para ver se no Portugal 2020 consegue financiamento para a construção das escolas. --- --- No caso de não haver financiamento, está a ponderar apresentar à Câmara e à Assembleia Municipal uma proposta de contração de empréstimo para a construção de mais escolas, ao ritmo de duas escolas por ano, para as 10 escolas que faltam no concelho. --- --- Esclareceu que a Vereadora Engª Laura Rodrigues estudou os projetos elaborados e concluiu que quase todas as escolas são para “encolher” e que o Vereador Dr. Sérgio Galvão está a estudar o financiamento das obras. --- --- De novo no uso da palavra, o Vereador Dr. Hugo Martins referiu que a questão do patrono lhe é sensível pois custa-lhe ver a perda de identidade. Apesar de saber que os Mega-Agrupamentos emanaram do Ministério da Educação, entende que o uso do patrono é como “uma capa que a todos assenta bem”.--- --- --- Considerou muito importante haver uma clara discussão do que será a Carta Educativa. Torres Vedras, no ano que teve mais alunos no ensino básico, teve quase 3500 alunos e perdeu quase 20% de utentes do 1º ciclo e são estes dados que o leva a pensar na necessidade de refletir sobre este

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assunto.---Citou o caso da Escola de Ventosa que tem 2 salas fechadas porque não tem alunos, por isso deve haver um debate sobre este assunto para saber se hoje são necessárias as 10 escolas e com que capacidade. Se o ano passado foi o pior ano demográfico, isso irá refletir-se daqui a 6 anos. No caso da Câmara construir duas escolas por ano, quando forem todas inauguradas é a altura em que o número de utilizadores será menor e são estes dados que permitem uma reflexão sobre a necessidade de mais três escolas. --- --- O Sr. Presidente declarou não partilhar da ideia do Vereador Dr. Hugo Martins quanto ao número de salas do Centro Educativo de Ventosa, pois uma sala de folga para o Jardim de Infância e uma para o primeiro ciclo, não é um erro, é uma medida cautelar. --- --- Afirmou que se tivesse um raciocínio puramente económico, não iria concretizar o que a Carta Educativa prevê, ou seja uma escola por cada Freguesia, porque a escola é um importante pólo de desenvolvimento e de vida das freguesias. --- --- Recordou que o Ministério da Educação não deu 1 euro para a Escola de Runa, mas porque a Câmara considerou que a escola naquele local era importante, construiu a escola e desse modo não “despejou” a Freguesia. --- --- Disse ainda que havendo menos população, foi reduzido o número de salas, havendo algumas escolas com menos 4 salas em relação ao que estava programado. Falta fazer algumas em sedes de Freguesia e ampliar Casalinhos de Alfaiata, Póvoa de Penafirme e Sarge e, por último, alterar as escolas de Torres Vedras. As três ampliações são em territórios que têm tido crescimento. --- --- Afirmou que não irá agregar escolas como foram agregadas Freguesias e por isso os projetos estão a ser redimensionados. --- --- A Vereadora Engª Laura Rodrigues informou que os projetos estão todos revistos e inclusivamente o projeto de Campelos foi alterado e hoje existe uma sala para exercício físico, mas que pode ser utilizada pelo 1º ciclo, se for necessário. O que existem são salas polivalentes, e todos os projetos estão redimensionados tendo em conta a realidade atual. --- --- O Vereador Dr. Hugo Martins declarou que certamente se exprimiu mal ou houve desentendimento, pois o que disse foi “temos que repensar o que vamos fazer com as 10 escolas”. Na sua opinião as escolas devem-se manter, mas a sua capacidade deve ser revista. --- --- Recordou que em 2010 concluíram que o Município não é rico e aliando esse facto à baixa demografia registada, e à baixa utilização que as escolas terão, esses dados têm influência no seu pensamento. --- --- Assim, questionou até que ponto devem ser reaproveitadas as escolas que já existem. Esta é uma questão que tem que ser repensada porque está a diminuir o número de utilizadores. --- --- Afirmou que em 2020 haverá nas escolas menos 40% de utilizadores. ---

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--- A Vereadora Engª Laura Rodrigues declarou que é por conhecer esses dados que está a ser reduzida a capacidade das escolas projetadas. --- --- Interveio novamente o Vereador Dr. Hugo Martins para reforçar a sua opinião de que em vez de construírem novas escolas, devem ser reaproveitadas as existentes. --- --- O Sr. Presidente, não concordando, argumentou que isso iria obrigar a que na mesma sala de aula houvesse mais do que um ano, como por exemplo no Turcifal onde existem salas com o primeiro e o segundo ano juntos. O objetivo da Câmara é agregar toda a freguesia e encher a sala apenas com um ano, o que se traduz, naturalmente, na melhor qualidade de ensino. --- --- Citou o caso de A-dos-Cunhados que não tem condições para ampliações e até já tem contentores, o que não permitirá juntar toda a Freguesia. --- --- Deu nota que na última viagem que fez a Villenave D’Ornon teve a oportunidade de visitar um Centro Educativo parecido com os do concelho, mas com berçário, mas o custo da escola é de €

3.000/m2. As duas escolas recentemente inauguradas custaram menos de € 700/m2. ---

--- Afirmou que a filosofia da Carta Educativa é válida, mas há que redimensionar as escolas, e esse trabalho está feito, e não há condições para deixar de as construir. --- --- Interveio novamente o Vereador Dr. Hugo Martins para reforçar que a Carta Educativa foi aprovada em 2007 e em 2020 haverá menos de 40% de alunos, por isso não pode ficar contente com a decisão da Câmara, sem fazer a reflexão que sugeriu. --- --- Por sua vez a Vereadora Engª Laura Rodrigues afirmou que o Sector de Educação já fez essa reflexão e, por isso, Santa Cruz foi ampliada, mas nos outros casos isso não é possível, até porque entre comprar terreno e fazer de novo em local equidistante entre povoações, ou comprar terreno para ampliar, o valor é quase o mesmo em termos de orçamento. --- --- O Vereador Sérgio Cipriano confirmou que de facto há menos crianças, mas há um factor que não é irrelevante que é a quantidade de crianças que vivem na aldeia e que vêm para Torres Vedras. Pensar este fenómeno é que seria um princípio interessante. --- --- A Câmara tomou conhecimento. --- PERÍODO DA ORDEM DO DIA: --- DEPARTAMENTO DE ESTRATÉGIA - ÁREA DE REGENERAÇÃO URBANA – ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS – PROPOSTA DE DECLARAÇÃO DE PRÉDIOS DEVOLUTOS, DEGRADADOS E EM RUÍNA – AUDIÊNCIA PRÉVIA DOS INTERESSADOS E DECISÃO FINAL: --- --- Informação da Área de Regeneração Urbana, datada de 11/09/2015, e que abaixo se transcreve: --- “1. Decorrido o prazo de audiência prévia de interessados quanto à proposta de declaração de prédios devolutos, degradados e em ruína para 2015, pela presente somos a comunicar as conclusões deste serviço após a análise das exposições recebidas relativas ao assunto em epígrafe. ---

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--- 2. Foram notificados os proprietários de 80 prédios/frações devolutos, 52 prédios degradados e 14 prédios em ruínas, perfazendo um total de 146 propostas. --- --- 3. Para concluir o período de audiência prévia, a Área de Regeneração Urbana apresenta, após análise cuidada de cada uma das exposições recebidas, a síntese da pronúncia dos interessados e a proposta de decisão final para cada um dos casos. No sentido de melhor esclarecer a proposta da Arurb e facilitar a fundamentação da decisão final, apresenta-se, também, um conjunto de notas para alguns dos casos, e ainda um memorando relativo à situação do quarteirão 30, edifício F (José Vitorino da Costa Bastos e Outros). --- --- 4. Foram recebidas exposições correspondentes a 36 prédios/frações. --- --- 5. A decisão final, por parte do Executivo Municipal, terá de ser tomada durante o mês de setembro de 2015, posto o que serão novamente oficiados os interessados da decisão final da Câmara e por fim, obrigatoriamente, deverão ser introduzidas no Portal das Finanças as majorações respetivas para cada um dos prédios/frações até ao final de novembro. Se estes prazos forem ultrapassados não existirão agravamentos de IMI referentes ao ano 2015. --- --- 6. A Área de Regeneração Urbana apresenta, em anexo, o documento síntese com a proposta final para cada uma das exposições recebidas quer dentro, quer fora do prazo legal bem como três dossiers, em que, para cada uma das situações referidas em cada uma das listagens são apresentados os originais de cada uma das exposições recebidas e seus anexos. --- --- 7. Sobre as 36 exposições recebidas a Área de Regeneração Urbana entende que:--- --- Serão de manter as propostas de prédio em ruína para as exposições recebidas (5) e não manter a proposta de prédio em ruína para uma exposição; --- --- Serão de manter todas as propostas de prédios degradados para as exposições recebidas (5); --- Serão de manter 14 propostas de prédios/fracções devolutos para as 25 exposições recebidas e não manter a proposta de prédios/fracções devolutas para 11 propostas.” --- --- Usou da palavra o Vereador Sérgio Cipriano para dizer que, genericamente, está de acordo com o teor da informação dos serviços técnicos. --- ---Reportando-se às exposições apresentadas, citou um caso em que o proprietário de 4 edifícios diz que os edifícios não estão devolutos e que devem ser considerados degradados ou em ruína mas na sua opinião é mais gravoso para o proprietário se os edifícios incluírem a lista de degradados ou em ruína. --- --- Citou também o caso de uma situação que considera complexa e que se arrasta há 9 ou 10 anos em que o proprietário diz que recuperou o telhado duas vezes e continua a ser considerado um edifício degradado. O proprietário diz que é habitável e os técnicos da autarquia não o consideram como tal, pelo que gostaria de saber qual a fronteira entre degradados, em ruína ou devolutos, e até que ponto é verdadeira a afirmação que o proprietário faz. ---

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--- O Arquiteto José Manuel Lopes esclareceu que do ponto de vista técnico, o edifício da Riberalves a que o Vereador Sérgio Cipriano se referiu em primeiro lugar, é devoluto, se fosse degradado, a taxa de majoração seria inferior. O edifício está de facto degradado, mas devoluto. Neste caso a majoração é de 200%. Assim, a Câmara está a dizer-lhe que é mais importante que esse edifício avance para obras e deixe de estar degradado. --- --- Relativamente à segunda situação, referiu que do ponto de vista técnico, a cobertura do edifício continua a estar degradada. Foi feito trabalho de substituição de algumas telhas e não de recuperação de telhado, mas o proprietário afirma que o prédio está em bom estado. --- --- Prosseguiu referindo que são transversais a todo o Centro Histórico situações em que os proprietários, depois de notificados, optaram por limpar o interior dos imóveis e entaiparem os vãos e, nesse caso, são devolutos. --- --- Citou o caso de um edifício na Rua Dr. Carlos França que foi todo limpo, não tem telhado, não é degradado porque as paredes confinantes com a rua estão em bom estado e tem contador de água, para lavagem da viatura do proprietário. --- --- Referiu ainda o caso do edifício conhecido como Serpa Pinto Plaza em que o proprietário colocou contadores de água e, por isso, não foi considerado devoluto. --- --- Concluiu, dizendo que quase todos os edifícios que não têm telhado e estão limpos não são degradados, mas devolutos. --- --- O Vereador Dr. Hugo Martins disse que ao ler o relatório verificou que, por diversas vezes, os técnicos chamam a atenção da Câmara para majorar os devolutos com 200%, mas alguns proprietários tentam arrendar e não conseguem como é o caso do prédio na Rua 1º de Dezembro em frente à futura loja do Cidadão, apesar de se verificar a redução das rendas. --- --- O Sr. Presidente disse que os preços que estão a ser propostos para aquisição no Centro Histórico são proibitivos para quem pretender construir uma habitação e, desta forma, não se resolve o problema da degradação. --- --- Não havendo mais intervenções, a Câmara passou à análise de cada uma das exposições apresentadas e deliberou o seguinte: --- --- Prédios em Ruína: --- --- Situação1 - Cabeça de casal da herança de Margarida do Rosário Santos Gomes Leal – Quarteirão 07 – Edifício E – Rua Guilherme Gomes Fernandes, nº 11, 11-A, 11-B e 11-C – Torres Vedras. --- --- A proprietária informa que a degradação do prédio deve-se a razões que lhe são alheias, concretamente, pelo congelamento das rendas durante dezenas de anos que eram tão baixas que não permitiam fazer obras de manutenção. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a

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declaração de prédio em ruína, uma vez que não foram apresentados novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 2 – Maria da Conceição Gomes Leal e José Gomes Leal – Cabeça de Casal da herança de Margarida do Rosário Santos Gomes Leal – Quarteirão 07 – Edifício F – Rua Guilherme Gomes Fernandes nº 9, 9-A – Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. A proprietária informa que a degradação do prédio deve-se a razões que lhe são alheias, concretamente pelo congelamento das rendas durante dezenas de anos que eram tão baixas que não permitiam fazer obras de manutenção. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio em ruína, fundamentando esta decisão no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 3 – Auzenda de Carvalho Caetano Paulino Pereira, cabeça de casal da herança de José Paulino Pereira – Quarteirão 12 – Edifício C – Largo de Santo António, nº 22 – Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. A representante da proprietária reclama contra a declaração de ruína por estar a decorrer o processo de venda do imóvel a um interessado que se compromete a proceder às obras necessárias para reabilitar o imóvel. Indica que deu entrada de pedido para início de obras. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio em ruína dado que o imóvel tem a decorrer nos serviços do Município um processo de obras de reabilitação. --- --- Situação 4 – Riberalves Imobiliária – Quarteirão 32 – Edifício K – Praça Machado Santos nº 6 em Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários não concordam com a declaração de prédio em ruína por planearem proceder à sua demolição e promover a construção de raiz em ligação com outros prédios de sua propriedade no mesmo quarteirão. Em tempos submeteram ao Município projeto conjunto que foi indeferido. Discordam da classificação de prédio em ruína dado o avançado estado de degradação e irrecuperabilidade dos imóveis. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio em ruína, com fundamento no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 5 – Riberalves Imobiliária – Quarteirão 32 – Edifício L – Praça Machado Santos, nº 5, Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários não concordam com a declaração de prédio em ruína por planearem proceder à sua demolição e promover a construção de raiz em ligação com outros prédios de sua propriedade no mesmo quarteirão. Em tempos submeteram ao

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Município projeto conjunto que foi indeferido. Discordam da classificação de prédio em ruína dado o avançado estado de degradação e irrecuperabilidade dos imóveis. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio em ruína, com fundamento no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 6 – Lusoemp – Empreendimentos Imobiliários, S.A., - Quarteirão 40 – Edifício K – Travessa de Santo António nº 3, Torres Vedras: --- --- O representante do proprietário solicitou informações sobre a reabilitação do imóvel questionando o município sobre a maior necessidade de procura (comércio, habitação, serviços), de forma a que possam desenvolver projeto para o mesmo. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio em ruína, com fundamento no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Prédios Degradados: --- --- Situação 1 – Ália Maria Henriques dos Santos Sebastião – Quarteirão 22 – Edifício F – Rua Miguel Bombarda, nº 7 e 7-A – Torres Vedras. --- --- A proprietária informa que pretende habitar este imóvel dentro de pouco tempo. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio degradado, com fundamento no facto da proposta apresentada não revelar novos elementos que permita, fundamentar uma alteração à declaração de prédio degradado proposta. --- --- Situação 2 – Lancequilíbrio – Construções, Lda. – Quarteirão 22 – Edifício N – Rua Almirante Gago Coutinho, nº 8 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários contestam a proposta de declaração de prédio degradado, afigurando-se-lhes discricionária essa classificação por o mesmo não fazer perigar a segurança de pessoas e bens. Para além de discricionário, a declaração parece-lhes desligada da realidade do prédio porque se baseia numa fórmula legal abstrata sem conteúdo concreto. Estando o prédio arrendado, o inquilino nunca contestou qualquer degradação, nem solicitou quaisquer obras de conservação. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio degradado apesar do estado de degradação do imóvel ser considerado ligeiro, pelo que a situação do imóvel degradado será alterada quando a proprietária proceder aos necessários trabalhos de conservação nos anexos no tardoz do edifício e respetivas coberturas, bem como no alçado posterior do prédio e respetiva cobertura. --- --- Situação 3 – José Vitorino da Costa Bastos e Outros – Quarteirão 30 – Edifício F – Rua Serpa

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Pinto nº 21 e Rua do Terreirinho nº 1 – Torres Vedras: --- --- O Representante dos proprietários, na sequência de exposições de anos anteriores, nomeadamente 2014 e 2013, contesta nunca terem sido dados a conhecer os critérios que determinam o estado de conservação dos edifícios e se existe deliberação da Câmara que ratifique esses mesmos critérios. Invoca ser surpreendente que existam na área histórica de Torres Vedras edifícios sem telhado que não são considerados em ruína, nem degradados, nem devolutos. Assim, uma vez que em anos anteriores os pedidos foram negados pela Câmara apresentam, este ano, várias perguntas concretas para as quais agradecem respostas objetivas. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio degradado, com os seguintes fundamentos: --- --- i) A pronúncia apresentada não revela novos elementos que permitam fundamentar uma alteração à declaração de prédio degradado proposta; --- --- ii) De forma a ultrapassar a situação de prédio degradado, poderão os proprietários, tal como anteriormente foi por mais de uma vez referido, proceder a trabalhos de reabilitação profunda da cobertura, nomeadamente levantamento integral das telhas, substituição de madeiramentos degradados, introdução de subtelha de caraterísticas moldáveis ao tipo e modulação do telhado e, por fim, recolocação das telhas existentes ou a colocação de novas telhas se essa for a opção. --- --- Relativamente às restantes questões colocadas, a Câmara considerou ter sido dada resposta adequada em anteriores ofícios às questões pertinentes para o presente processo de declaração de prédio degradado, de acordo com memorando constante do processo. --- --- Situação 4 – Mundiopen – Investimentos Imobiliários e Turísticos, S.A., - Quarteirão 42 – Edifício G – Rua da Várzea nº 5 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. O proprietário evoca ter procedido a trabalhos de reparação de cobertura e está interessado na obtenção de crédito através de programa de reabilitação urbana de forma a colocar o imóvel no mercado de arrendamento. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio degradado, com fundamento no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar uma alteração à declaração de prédio degradado proposta. --- --- Situação 5 – Luis António da Costa Lopes Rodrigues, Luís António Maldonado Rodrigues e Vasco Luís da Costa Lopes Rodrigues: --- --- Os proprietários informam ter procedido a trabalhos de conservação nos últimos meses no edifício. Após visita ao local, acompanhada por técnicos da CMTV, os proprietários propõem-se executar o tratamento do muro das traseiras e a substituição da janela das águas furtadas da fachada principal a efetuar pelo inquilino. Relativamente aos trabalhos de requalificação da cobertura, a

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aplicação de subtelha e substituição de caixilharia, por representar um esforço financeiro manifestamente desajustado, não será executada. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e nessa sequência, manter a declaração de prédio degradado, com o fundamento no facto de a mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar uma alteração à declaração de prédio degradado proposta. ---- --- Prédios Devolutos: --- --- Situação 1 – Cabeça de casal da herança de José Augusto Belchior – Quarteirão 11 – Edifício B – Rua de Carcavelos nº 11 – Torres Vedras: --- --- Os proprietários informam que o edifício deixou de estar arrendado e só recentemente tiveram acesso às chaves. Manifestam interesse em brevemente proceder a obras de valorização do edifício, transformando-o em espaço habitacional. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto com fundamento no seguinte: --- --- i) A pronúncia apresentada não revela novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão; --- --- ii) O prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- Situação 2 – Irene do Carmo Miranda Antunes Rodrigues, Cabeça de casal da herança de Manuel da Silva Antunes – Quarteirão 11 – I – Largo de Santo António nº 11, 12, 13 14 e 15 Torres Vedras. --- --- Os proprietários informam que o edifício se encontra em processo de venda, estando prevista a escritura para final de novembro de 2015. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da pronúncia apresentada não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 3 – Maria de Lurdes Miranda Dimas – Quarteirão 12 – Edifício P – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada nº 29 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. A requerente comunica ter conhecimento de que o edifício necessita de obras com alguma amplitude e necessariamente com custos significativos. --- --- Demonstra vontade de o fazer mas antevê necessidade de prazo mais dilatado (3 ou 4 anos) para levar a cabo as obras. A degradação do imóvel resulta da incúria do inquilino que não dava uso ao imóvel e que só recentemente o libertou. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 4 – Cabeça de casal da herança de Henrique dos Santos – Quarteirão 24 – Edifício E –

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Rua 1º de Dezembro nº 25, Torres Vedras: --- --- A proprietária informa que tal como em 2015, continua a anunciar o imóvel para arrendamento mas não tem aparecido interessados e que a edificação fronteira (futura loja do cidadão), retira importância comercial ao imóvel. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 5 – Riberalves Imobiliária, Lda., Quarteirão 25 – Edifício G – Fração AC – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada nº 15 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia é efetuada fora do prazo legal. O requerente informa que a fração AC se encontra arrendada/ocupada e informou que envia em anexo cópia do contrato. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto de não ter sido entregue cópia do contrato aludido para a fração AC do artigo 5358º da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães. --- --- Situação 6 – Luftecinv – Investimentos Imobiliários, Lda., - FMSDO – Investimentos Imobiliários, S.A., - Quarteirão 25 – Edifício G – Fração AD – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada nº 15 – Torres Vedras: --- --- Os proprietários informam que a fração se encontra arrendada e juntam cópia do contrato. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da fração AD do artigo 5358º da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 7 - Riberalves Imobiliária, Lda., Quarteirão 25 – Edifício G – Fração C – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada nº 15 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal, no entanto o proprietário informou que a fração se encontra arrendada e juntou cópia do respetivo contrato de arrendamento. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da fração C do artigo 5358º da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento apresentada. --- --- Situação 8 - Riberalves Imobiliária, Lda., Quarteirão 25 – Edifício G – Fração N – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada nº 15 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários contestam a declaração de prédio devoluto por dois motivos. O primeiro por se tratar de declaração de prédio devoluto e a audiência prévia indicar prédio degradado, o que do seu ponto de vista é suficiente para anular o projeto de

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declaração. Em segundo lugar porque a fração referida tem estado disponível para arrendamento e não surgirem interessados. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão e ainda porque o prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- Situação 9 – Riberalves Imobiliária, Lda. – Quarteirão 25 – Edifício G – Fração O – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada – Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários contestam a declaração de prédio devoluto por dois motivos. O primeiro por se tratar de declaração de prédio devoluto e a audiência prévia indicar prédio degradado, o que do seu ponto de vista é suficiente para anular o projeto de declaração. Em segundo lugar porque a fração referida tem estado disponível para arrendamento e não surgirem interessados. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão e ainda porque o prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- Situação 10 - Riberalves Imobiliária, Lda. – Quarteirão 25 – Edifício G – Fração T – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada, n.º 15 – Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. O proprietário informa que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da fração T do artigo 5358 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 11 - Riberalves Imobiliária, Lda. – Quarteirão 25 – Edifício G – Fração U – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada, n.º 15 – Torres Vedras. --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. O proprietário informa que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, fundamentando essa decisão no facto da fração U do artigo 5358 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 12 - Riberalves Imobiliária, Lda. – Quarteirão 25 – Edifício G – Fração V – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada, n.º 15 – Torres Vedras. ---

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--- A pronúncia é efetuada fora do prazo legal. O proprietário informa que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, fundamentando essa decisão no facto da fração V do artigo 5358 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 13 - Riberalves Imobiliária, Lda. – Quarteirão 25 – Edifício G – Fração Z – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada, n.º 15 – Torres Vedras. --- --- A pronúncia é efetuada fora do prazo legal. O proprietário informa que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, fundamentando essa decisão no facto da fração Z do artigo 5358 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 14 – João Francisco Silvestre – Quarteirão 28 – Edifício B – Fração B – Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada, nº 10 – Torres Vedras: --- --- O proprietário não concorda que se queira duplicar a taxa de IMI numa fração que, desde há vários anos, se encontra para arrendamento. Na perspetiva de facilitar esse arrendamento, tem à data, em licenciamento, uma proposta de alteração de utilização de comércio para comércio e serviços. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com os seguintes fundamentos: --- --- i) O prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- ii) A pronúncia apresentada não revela novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 15 – Leonel Miranda – Quarteirão 32-A – Fração D – Rua Paiva de Andrada, nº 26 – Torres Vedras: --- --- O proprietário informou que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato. --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da fração D do artigo 6346 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto junta ao processo. --- --- Situação 16 - Leonel Miranda – Quarteirão 32 – Edifício A - Fração E – Rua Paiva de Andrada, nº 26 – Torres Vedras: --- --- O proprietário informou que a fração se encontra arrendada e junta cópia do respetivo contrato de arrendamento. ---

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--- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da fração E do artigo 6346 da Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães se encontrar arrendada, conforme cópia do contrato de arrendamento entretanto anexa ao processo. --- --- Situação 17 – Riberalves Imobiliária, Lda., Quarteirão 32 – Edifício B – Rua Paiva de Andrada, nº 10 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários não concordam com a declaração de prédio devoluto por planear proceder à sua demolição e promover a construção de raiz em ligação com outros prédios de sua propriedade no mesmo quarteirão. Em tempos submeteram ao Município projeto conjunto que foi indeferido. Discordam da classificação de devoluto dado o avançado estado de degradação e irrecuperabilidade dos imóveis. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 18 – Riberalves Imobiliária, Lda., Quarteirão 32 – Edifício M – Travessa José Eduardo César nº 3 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. Os proprietários não concordam com a declaração de prédio devoluto por planear proceder à sua demolição e promover a construção de raiz em ligação com outros prédios de sua propriedade no mesmo quarteirão. Em tempos submeteram ao Município projeto conjunto que foi indeferido. Discordam da classificação de devoluto dado o avançado estado de degradação e irrecuperabilidade dos imóveis. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 19 – José Paulo Santos Duarte e Maria Helena Santos Duarte – Quarteirão 33 – Edifício A – Fração I – Rua Paiva de Andrada nº 16, Torres Vedras: --- --- Os proprietários informam que a fração encontra-se por arrendar por não haver interessados. ---- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com os seguintes fundamentos: --- --- i) O prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- ii) A pronúncia apresentada não revela novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 20 – Cabeça de casal da herança de Amâncio Faria Nunes da Cunha – Quarteirão 33 – Edifício C – Travessa do Furtado, nº 3 – Torres Vedras: --- --- A pronúncia foi efetuada fora do prazo legal. A proprietária invoca ter tido a casa arrendada até

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julho de 2015. O estado de degradação é significativo após este último arrendamento. Não concorda com o projeto de declaração de prédio devoluto por ser desproporcionado porque a casa está sem inquilino há menos de um ano. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com fundamento no facto da requerente não apresentar prova do que alega, nomeadamente contrato e último recibo de renda. --- --- Situação 21 – Rui Alberto Franco Morgado – Quarteirão 35 – Edifício D – Fração Q – Rua José Eduardo César nº 4, Torres Vedras: --- --- O proprietário informa que a fração se encontra arrendada ao abrigo do programa TORRES-INOVE pelo período de 33 meses com início a 1 de março de 2015. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto dado que a fração tem contrato de arrendamento. --- --- Situação 22 – Rui Alberto Franco Morgado – Quarteirão 35 – Edifício D – Fração R – Rua José Eduardo César nº 4, Torres Vedras: --- --- O proprietário informa que a fração se encontra arrendada ao abrigo do programa TORRES-INOVE pelo período de 60 meses com início a 1 de março de 2015. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto dado que a fração tem contrato de arrendamento. --- --- Situação 23 – Zélia Maria Canoa Ferreira – Quarteirão 36 – Edifício G – Rua António França Borges, Torres Vedras: --- --- A proprietária informa que o edifício foi totalmente demolido pelo interior, ficando apenas com a fachada, de acordo com o exigido pelo município. Considera que o que resta não está degradado mas que também não é devoluto porque já não existe. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto, com os seguintes fundamentos: --- --- i) O prédio não possui contrato de fornecimento de água há mais de um ano. --- --- ii) A pronúncia apresentada não revela novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- --- Situação 24 – Cabeça de casal da herança de Ângelo da Silva Valentim – Quarteirão 37, Edifício B, Fração H (Loja 8) – Rua 1º de dezembro nº 17 – Torres Vedras: --- --- O proprietário contesta a declaração de devoluto por estar a usar o espaço como arrecadação para uso próprio. Informa que tem contrato de seguro e condomínio em dia. --- --- A Câmara deliberou dar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, não manter a declaração de prédio devoluto, com o fundamento no facto do espaço se encontrar com utilização do próprio. ---

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--- Situação 25 – José Pinheiro Diogo Foutinho – Quarteirão 37, Edifício B, Fração J (Loja 10) – Rua 1º de dezembro nº 17 – Torres Vedras: --- --- O representante do proprietário informa que a fração foi adquirida em janeiro de 2015 com o intuito de ser colocada no mercado de arrendamento, embora tenha um valor de renda abaixo do legalmente possível e de ter contratado três imobiliárias não conseguiu arrendar o imóvel. --- --- A Câmara deliberou negar provimento à pronúncia apresentada e, nessa sequência, manter a declaração de prédio devoluto com fundamento no facto da mesma não revelar novos elementos que permitam fundamentar a mudança de decisão. --- SMAS – ALTERAÇÃO AOS DOCUMENTOS PREVISIONAIS – 4ª ALTERAÇÃO AO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS E 4ª ALTERAÇÃO AO ORÇAMENTO DA RECEITA/DESPESA PARA O ANO DE 2015: --- --- Ofício nº 1341/15/DFP, de 15/09/2015, dos SMAS, através do qual remete, para aprovação do Executivo, a 4ª alteração ao plano plurianual de investimentos e 4ª alteração ao orçamento da receita/despesa para o ano de 2015, submetida a reunião do Conselho de Administração de 15 de setembro de 2015.---O Vereador Sérgio Cipriano referiu que umas opções estão mais esclarecidas do que outras, mas é favorável à alteração. Chamou a atenção para o que considerou tratar-se de um lapso, pois encontra uma diferença de € 100,00. --- --- O Vereador Dr. Sérgio Galvão, após contacto com os Serviços Municipalizados confirmou a existência do lapso que foi de imediato corrigido. --- --- A Câmara, após correção do lapso verificado, deliberou aprovar a 4ª Alteração ao Plano Plurianual de Investimentos e a 4ª Alteração ao Orçamento da Receita/Despesa para o ano de 2015, submetida a reunião do Conselho de Administração dos SMAS de 15/09/2015. --- SECÇÃO DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA – FORNECIMENTO CONTÍNUO DE TOUT-VENANT E PÓ DE PEDRA PARA STOCK – CONCURSO PÚBLICO, AO ABRIGO DO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS, APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 18/2008, DE 29 DE JANEIRO, CONJUGADO COM O DECRETO-LEI N°. 197/99, DE 8 DE JUNHO – RATIFICAÇÃO:--- --- --- Submete-se ao Executivo, para efeitos de ratificação, nos termos do nº 3 do artigo 35º da Lei 75/2013, de 12/09, o despacho do Presidente da Câmara, datado de 16/09/2015, que aprovou as propostas contidas no relatório final a que se refere o fornecimento em título, no qual é proposta a adjudicação ao concorrente Calbrita – Sociedade de Britas, S.A., pelo valor global de € 173.818,00, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor, bem como a minuta do contrato a celebrar nos termos da lei, com a seguinte repartição de encargos: --- --- Ano 2015 - € 86.909,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor ---

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--- Ano 2016 - € 86.909,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor --- --- A Câmara deliberou ratificar o despacho do Presidente da Câmara, datado de 16/09/2015, que aprovou as propostas contidas no relatório final a que se refere o fornecimento em título, no qual é proposta a adjudicação ao concorrente Calbrita – Sociedade de Britas, S.A., pelo valor global de € 173.818,00, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor, bem como a minuta do contrato a celebrar nos termos da lei, com a seguinte repartição de encargos: --- --- Ano 2015 - € 86.909,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor --- --- Ano 2016 - € 86.909,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor --- SECÇÃO DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA - AQUISIÇÃO DE BETUMINOSOS A QUENTE, AO ABRIGO DO ACORDO QUADRO, CELEBRADO PELA CENTRAL DE COMPRAS DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO OESTE AJUSTE DIRETO (ALÍNEA E) DO N°. 1 DO ART°. 26°) DO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS - PROC° NO --- Informação n.º 294/2015, da Secção de Contratação Pública, datada de 16/09, a qual refere que a Câmara em sua reunião de 25/08/2015, deliberou aprovar na íntegra, o relatório final apresentado e adjudicar o fornecimento em título ao concorrente Constradas – Estradas e Construção Civil, SA, pelo valor global de € 348.920,00, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor. --- --- Sequencialmente foram solicitados ao adjudicatário os documentos de habilitação e caução, tendo a entrega dos mesmos sido concluída a 11 de setembro de 2015. --- --- Consequentemente e nos termos do art° 98° do CCP, dado que há lugar a contrato escrito, deverá o órgão competente para a decisão de contratar aprovar a respetiva minuta. --- Face ao exposto, submete-se ao Executivo, para efeitos de aprovação, a minuta do Contrato e notificação nos termos do art° 85° do CCP. --- --- A Câmara deliberou aprovar a minuta do Contrato e notificação da aquisição de serviços em título, a efetuar aos concorrentes, nos termos do artigo 85º do CCP. --- SECÇÃO DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA – LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO APROVADO PARA 2015 – CONTRATOS DE AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS – EMISSÃO DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO REFERENTE À AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE UM MOTORISTA DE PESADOS PARA A ÁREA DE GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS: ---- --- Informação nº 289/2015, de 14/09/2015, que dá conhecimento que através da requisição interna 2492/2015, a Área Agroflorestal e Espaços Verdes solicita a abertura de procedimento concursal para a aquisição de serviços de um motorista de pesados para a Área de Gestão de Resíduos Urbanos.--- --- A Lei 82-B/2014, de 31 de Dezembro (LOE 2015), nos n.ºs 5 e 12 do artigo 75º, determinam a exigência de parecer prévio vinculativo do órgão executivo para a celebração ou renovação de

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contratos de aquisição de serviços. --- --- O n.º 5 do artigo 75º da LOE 2015 estabelece ainda que o parecer do órgão executivo depende da:--- --- Verificação do disposto no n.º 2 do artigo 32.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, e no Decreto-Lei n.º 47/2013, de 05 de abril, alterado pela Lei n.º 66/2013, de 27 de Agosto e da inexistência de pessoal em situação de requalificação apto para o desempenho das funções subjacentes à contratação em causa, cujo procedimento é definido por portaria prevista nos termos do diploma que institui e regula o sistema de requalificação de trabalhadores em funções públicas; --- --- Da confirmação da existência de cabimento orçamental; --- --- Da verificação do cumprimento da redução remuneratória prevista no n.º 1 do artigo 2º e no artigo 4º da Lei 75/2014. --- --- Tendo em conta o supracitado, os elementos necessários para a instrução do parecer são os seguintes:--- --- a) O contrato reveste a forma de prestação de serviços e tem por objeto a aquisição de serviços de um motorista de pesados para a Área de Gestão de Resíduos Urbanos. --- --- Ainda em relação à alínea a) do n.º 6 do artigo 75º da LOE 2015, a portaria n.º 48/2014, de 26 de fevereiro, que regulamenta os termos e tramitação do procedimento prévio de recrutamento de trabalhadores em situação de requalificação, prevê a consulta à entidade gestora do sistema de requalificação – INA. Esta consulta tem por fim aferir, previamente a qualquer outro procedimento, a existência de trabalhadores em funções públicas em situação de requalificação apto às funções necessárias, mesmo quando se trate de celebração de contrato de prestação de serviços. --- --- No entanto, conclui-se através do despacho n.º 2556/2014 do Secretário de Estado da Administração Pública que a administração local encontra-se abrangida pela aplicabilidade da Portaria n.º48/2014 mas está dispensada de consultar o INA, assumindo cada entidade elencadas no n.º1 do artigo 15º do Decreto-Lei n.º 209/2009 a posição de EGRA (Entidade Gestora da Requalificação nas Autarquias), enquanto essa não esteja constituída, nos termos do artigo 16º-A do mesmo diploma. O Município de Torres Vedras integra a Comunidade Intermunicipal do Oeste, que ainda não constituiu uma EGRA. --- --- Mais se informa que o Município de Torres Vedras não tem nenhuma lista nominativa de trabalhadores em situação de requalificação. --- --- b) A despesa está devidamente cabimentada na rubrica 12/02022599, com o cabimento n.º 8461. --- c) De acordo com o exposto torna-se necessário proceder à aquisição dos serviços supracitados, pelo período de 12 meses, cujo valor base proposto é de € 11.400,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor. ---

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--- O tipo de procedimento a adotar será o ajuste direto, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 20.º do CCP, convidando-se para tal ao Sr. Carlos Manuel Duarte Elisiário, tendo-se verificado a inexistência de impedimentos conforme nº 2 do artº 113º do Código dos Contratos Públicos. --- --- d) O disposto no n.º 1 do artigo 2.º, e no artigo 4.º da Lei n.º 75/2014, de 12 de setembro, é aplicável aos valores pagos por contratos de aquisição de serviços que, em 2015,venham a renovar-se ou a celebrar-renovar-se com idêntico objeto e ou contraparte de contrato vigente em 2014. --- --- O termo de referência para a redução remuneratória é o ano de 2014, sendo que o município de Torres Vedras não teve, durante o ano transato, qualquer procedimento com o mesmo tipo de objeto, nem com a entidade supramencionada. --- --- Deste modo e em conformidade com o previsto no n.º 1 do art.º 75.º da Lei n.º 82-B/2014 de 31 de dezembro (LOE para 2015), o procedimento não está sujeito a redução remuneratória. --- --- Submete-se ao Executivo para que emita o parecer prévio, nos termos do artigo 75º da LOE 2015.--- --- --- A Câmara deliberou emitir parecer prévio vinculativo favorável à celebração do contrato de aquisição de serviços em título, nos termos do artigo 75º da Lei do Orçamento de Estado 2015. --- SECÇÃO DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA – LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO APROVADO PARA 2015 - CONTRATOS DE AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS - EMISSÃO DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO REFERENTE À AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE TÉCNICOS DE DESPORTO NO ÂMBITO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE FÍSICA NA 3.ª IDADE - DESPORTO SÉNIOR “MEXA-SE PARA A VIDA”: -- --- Informação nº 291/2015, datada de 15/09/2015, da Secção de Contratação Pública, a qual dá conhecimento que através das requisições internas n.º 2689 a 2695 de 2015, a Área da Atividade Física solicita a abertura de procedimento concursal para a aquisição de serviços de técnicos de deporto no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Atividade Física na 3.ª Idade - Desporto Sénior “Mexa-se para a Vida”. --- --- A Lei 82-B/2014, de 31 de dezembro (LOE 2015), nos n.ºs 5 e 12 do artigo 75°, determina a exigência de parecer prévio vinculativo do órgão executivo para a celebração ou renovação de contratos de aquisição de serviços. --- --- O n.º 5 do artigo 75° da LOE 2015 estabelece ainda que o parecer do órgão executivo depende da:---Verificação do disposto nº 2 do artigo 32º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, e no Decreto-Lei n.º 47/2013, de 5 de abril, alterado pela Lei n.º 66/2013, de 27 de agosto e da inexistência de pessoal em situação de requalificação apto para o desempenho das funções subjacentes à contratação em causa, cujo procedimento é definido por portaria prevista nos termos do diploma que institui e regula o sistema

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Ata n.º 20 de 22/09/2015

de requalificação de trabalhadores em funções públicas; --- --- Da confirmação da existência de cabimento orçamental; --- --- Da verificação do cumprimento da redução remuneratória prevista no n.º 1 do artigo 2° e no artigo 4° da Lei 75/2014. --- --- Ainda, a portaria 149/2015, de 26 de maio, que regulamenta os termos e a tramitação do parecer prévio favorável e da autorização previstos no artigo 6° do Decreto Lei n° 209/2009, de 3 de setembro, prevê que a emissão de parecer favorável depende da verificação dos seguintes requisitos: - Se trate da execução de trabalho não subordinado, para a qual se revele inconveniente o recurso a qualquer modalidade da relação jurídica de emprego público. --- --- Existência de cabimento orçamental; --- --- Inexistência de impedimento à celebração ou renovação do contrato quando a eventual contraparte seja determinável; --- --- Demonstração do cumprimento e aplicação da redução remuneratória prevista no n. 1 do artigo 2° e artigo 4.° da Lei n.º 75/2014, de 12 de setembro, e nos n.ºs 1, 2, 3, 4, 9 e 10 do artigo 75,° da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro, juntando, para o efeito, os elementos e cálculos relevantes, face ao contrato em renovação ou anteriormente celebrado sempre que a prestação de serviços tenha idêntico objeto e, ou, contraparte. --- --- Ainda em relação à alínea a) do n.º 6 do artigo 75° da LOE 2015, a portaria n.º 48/2014, de 26 de fevereiro, que regulamenta os termos e tramitação do procedimento prévio de recrutamento de trabalhadores em situação de requalificação, prevê a consulta à entidade gestora do sistema de requalificação - INA. Esta consulta tem por fim aferir, previamente a qualquer outro procedimento, a existência de trabalhadores em funções públicas em situação de requalificação apto às funções necessárias, mesmo quando se trate de celebração de contrato de prestação de serviços. --- --- No entanto, conclui-se através do despacho n.º 2556/2014 do Secretário de Estado da Administração Pública que a administração local encontra-se abrangida pela aplicabilidade da Portaria n.º 48/2014 mas está dispensada de consultar o INA, assumindo cada entidade elencadas no n.º 1 do artigo 15° do Decreto-Lei n.º 209/2009 a posição de EGRA (Entidade Gestora da Requalificação nas Autarquias), enquanto essa não esteja constituída, nos termos do artigo 16°-A do mesmo diploma. O Município de Torres Vedras integra a Comunidade Intermunicipal do Oeste, que ainda não constituiu uma EGRA. --- --- Mais informam que o Município de Torres Vedras não tem nenhuma lista nominativa de trabalhadores em situação de requalificação. --- --- b) A despesa prevista para 2014 com esta aquisição de serviços, no montante de 7.605,00 euros, isentos de IVA e 14,220,00 euros, acrescido de IVA, que perfaz o montante de 17.490,60 euros, encontra-se devidamente cabimentada na rubrica 06/0602030551 - Departamento de Educação,

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Desporto e Desenvolvimento Social - Outras Despesa Correntes - Diversas - Outras - Outras - Plano Desenvolvimento da Actividade Física na 3.ª Idade. --- --- c) De acordo com o exposto torna-se necessário proceder à aquisição de serviços supracitada, cujo valor base proposto é de 22.815,00 euros, valor isento de IVA e 42.660,00 euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor que perfaz o montante de 52.471,80 euros e um prazo de execução de 9 meses. O tipo de procedimento a adotar será o ajuste direto nos termos da alínea a) do n° 1 do artigo 20° do CCP, convidando-se para tal os seguintes técnicos tendo-se verificado a inexistência de impedimentos conforme n° 2 do artigo 113° do Código dos Contratos Públicos: --- --- Ana Carolina Silva Baptista, Carla Brígida Clímaco Domingues Umbelino, Catarina Teles; Diana Sofia Gonçalves Gomes Anacleto, Joana Antunes Santos, Nádia da Conceição Ezequiel do Santos e Tânia Gomes. --- --- d) No preço base referido já está refletida a redução remuneratória sobre o valor total do contrato, de acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 75° da LOE 2015, conjugado com o n.º 1 do artigo 2°, e no artigo 4° da Lei n.º 75/2014, de 12 de setembro. --- --- No caso em apreço, o valor de referência é 17 euros / hora, que corresponde ao valor pago antes da entrada em vigor da Lei 55-A/2010, de 31 de dezembro (LOE 2011 - Lei que determina a redução remuneratória relativa a prestação de serviços). --- --- O valor atual da aquisição dos serviços em título é de 15 euros / hora, correspondendo a uma redução de 12%.--- --- Submete-se o assunto ao Executivo para que emissão de parecer prévio, nos termos do artigo 75° da LOE 2015.--- --- O Vereador Dr. Hugo Martins questionou se a Câmara não deveria fazer concurso para este serviço, pois trata-se de pessoas que já trabalham há alguns anos para a Câmara. --- --- A Vereadora Engª Laura Rodrigues informou que a maior parte dos técnicos estão neste Programa desde o seu início, havendo apenas um elemento que colabora no projeto há 1 ano. --- --- Disse que estes técnicos desenvolvem atividades em vários núcleos no concelho, uma vez que já existem 72 e a tendência é a de crescimento, mas com todas as condicionantes que o Município tem na admissão de pessoal, este é o melhor caminho. --- --- Por sua vez o Vereador Dr. Hugo Martins perguntou por que razão é feita a diferença de valor isento de IVA e com IVA, descrito na alínea c) da informação. --- --- A Vereadora Engª Laura Rodrigues explicou que os técnicos não farão o mesmo número de horas e por outro lado alguns têm outras atividades e por isso estão sujeitos a IVA. --- --- Concluiu dizendo que estas pessoas são idolatradas pelos seniores. --- --- A Câmara deliberou, por maioria, com 2 abstenções dos eleitos pelo PSD e 7 votos a favor dos eleitos pelo PS e CDU, emitir parecer prévio vinculativo favorável à celebração do contrato de

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Ata n.º 20 de 22/09/2015

aquisição de serviços em título, nos termos do artigo 75º da Lei do Orçamento de Estado 2015. --- EMPREITADA PARA CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA JUDIARIA DE TORRES VEDRAS “STORY CENTER” - CASA DA CERCA DA JOSEFA CONCURSO PÚBLICO - CCP, APROVADO PELO DL N°. 18/08, DE 29/01, CONJUGADO COM O DL Nº 197/99, DE 8/6 PROC° N° 45/E/CP/2015 - RELATÓRIO FINAL: --- --- Presente ao Executivo o Relatório Final do Júri, a que se refere o concurso em título, datado de 19/05/2015, no qual o Júri sugere manter as conclusões do 1° relatório final, propondo a adjudicação ao concorrente Habitâmega - Construções, S.A, pelo valor global de 286.510,17 € (duzentos e oitenta e seis mil e quinhentos e dez euros e dezassete cêntimos), acrescidos de IVA à taxa legal em vigor. --- --- Tendo em conta que se trata de uma empreitada que ocorrerá por um período de 182 dias e cujo início da execução se prevê para novembro de 2015, ficará a despesa repartida do seguinte modo: --- 2015 - 54.306,91€ + IVA--- --- 2016 - 232.203,26 € + IVA --- --- Atendendo que a actual repartição de encargos implica uma alteração considerável nos valores previstos inicialmente, será necessário que a mesma seja sujeita à autorização pela Assembleia Municipal, nos termos do disposto no n° 1 do artigo 22° do DL ° 197/99, de 8 de junho, e ainda porque nos termos do disposto na alínea c) do n° 1 do art. 6° da Lei n° 8/2012, de 21 de fevereiro, a assunção de compromissos plurianuais, independentemente da sua forma jurídica, incluindo novos projetos de investimento ou a sua reprogramação, contratos de locação, acordos de cooperação técnica e financeira com os municípios e parcerias público-privadas, está sujeita a autorização prévia da Assembleia Municipal, quando envolvam entidades da administração local, deverá este assunto ser presente à Assembleia Municipal para aprovação da nova repartição de encargos nos termos anteriormente expostos. --- --- Submete o presente Relatório Final ao Executivo, enquanto entidade competente para a decisão de contratar, nos termos da alínea b) do n°1 do artigo 18° do Decreto-Lei n.º 197/99 de 8 de junho, na sua a atual redação, para aprovação do 2° Relatório Final e todas as suas propostas, nomeadamente para efeitos de adjudicação e exclusão. --- --- A produção de efeitos da adjudicação fica condicionada às autorizações prévias da Assembleia Municipal para a repartição de encargos e assunção do compromisso plurianual, nos termos da alínea b) do artigo 157° do CPA. --- --- A Câmara deliberou, nos termos da alínea b) do nº 1 do artigo 18º do DL 197/99, de 8/06, na sua atual redação, aprovar o 2° Relatório Final e todas as suas propostas referentes à empreitada em título, nomeadamente para efeitos de adjudicação e exclusão. --- DIVISÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL — ÁREA DE HABITAÇÃO - PROGRAMA

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DE APOIO AO ARRENDAMENTO 2015/2016 — PROPOSTA DE CESSAÇÃO DE SUBSÍDIO E RESPETIVA ATRIBUIÇÃO DE APOIO EXCECIONAL: --- --- Informação DDS/AHAB/014, da Divisão de Desenvolvimento Social – Área de Habitação, datada de 14/09/2015, a qual dá conhecimento que no seguimento do início do acompanhamento efetuado às novas famílias beneficiárias do Programa de Apoio ao Arrendamento, foi confirmada uma situação que deixou de cumprir os requisitos necessários: --- --- Proc. n.º 12/15 - Leonel Ramos Alves: No decorrer do presente mês o beneficiário solicitou, à Área de Habitação, junção de novo documento ao seu processo, no qual informa acerca da atribuição de pensão de invalidez relativa, nomeadamente a sua acumulação com rendimentos de trabalho. Pelo exposto, foram efetuados novos cálculos de rendimentos tendo-se constatado que, de acordo com o regulamento em vigor, a candidatura passa a apresentar rendimentos superiores ao permitido. --- --- Neste sentido, propõem a cessação imediata e definitiva do subsídio concedido, com efeitos a contar da primeira transferência relativa ao mês de setembro (inclusive). --- --- Ainda no âmbito do Programa em análise, e considerando o processamento da referida cessação definitiva, propõem a instauração da seguinte candidatura excecional: --- --- Proc. n.º 159/15 - Valentyna Dzhut - Agregado familiar constituído por avó e neto menor de idade, residentes em Torres Vedras há cerca de 14 anos, e que se encontra em processo de regularização das responsabilidades parentais do neto, por ausência de competências sócio económicas por parte dos progenitores. --- --- Como rendimentos apresentam apenas uma pequena pensão de invalidez, no valor de 283,79€ mensais, acrescido de abono de família de 1.º escalão. --- --- Referem que a candidatura cumpre todos os requisitos necessários à aprovação, totalizando 19,5 pontos na grelha de prioridades. --- --- Valor do subsídio a atribuir = 180,00€ --- --- Neste sentido, e atendendo à situação social exposta, a equipa técnica sugere que a presente candidatura possa ser alvo de aprovação extraordinária (n.º 4, art.º 6.º do Regulamento - Edital 24/2009, alterado pelo Edital 286/2010). --- --- Referem ainda que o valor total do novo apoio terá a duração de 12 meses (com início em setembro de 2015 e término em agosto de 2016 - € 2.160,00). --- --- O compromisso respeitante à despesa, foi registado no fundo disponível, em cumprimento da Lei nº 8/2012, de 21/02, sob o nº 43145. --- --- A Câmara deliberou aprovar a cessação imediata e definitiva do subsídio concedido a Leonel Ramos Alves (Procº n.º 12/15), com efeitos a contar da primeira transferência relativa ao mês de setembro (inclusive) e aprovar a seguinte candidatura excecional: - Proc. n.º 159/15 - Valentyna Dzhut, sendo o valor do subsídio a atribuir de € 180,00 com a duração de 12 meses (com início em

Referências

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