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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL

DER315 - Tópicos especiais II:

ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL Plano de ensino – 2019/I

Professor responsável: Catia Grisa Caráter: Eletiva

Créditos: 03 (45 horas/ aula) Nível: mestrado e doutorado

Horário: Quinta-feira - 18h00min às 21h00min Local: Sala Celso Furtado/CISADE

Ementa: A definição de política pública; ciclo de política pública; a construção da agenda pública; as ideias, as crenças e as interpretações de mundo na construção das políticas públicas; os atores e seus interesses na intervenção do Estado; as instituições e suas oportunidades e resistências; as redes de política pública; capacidades estatais; a transferência de políticas públicas e suas problemáticas; a ação pública e seus instrumentos; a construção de políticas baseadas em evidências.

Objetivos: problematizar a concepção e construção das políticas públicas; proporcionar fundamentos teóricos e metodológicos para análise de políticas públicas; discutir os processos de concepção, formulação, implementação, avaliação e análise de políticas públicas; analisar os instrumentos de intervenção do Estado no meio rural.

Conteúdo programático:

Aula 01 – 21-03: Apresentação e discussão do plano de ensino, expectativa dos alunos, metodologia de ensino; Introdução às políticas públicas. Definição de política. Ciclo de política pública. Análise e avaliação de política pública.

Bibliografia recomendada para a 1º aula:

JANN, Werner; WEGRICH, K. Theories of the Policy Cycle. In.: FISCHER, F.; MILLER, G. J.; SIDNEY, M. S. (eds.). Handbook of Public Analysis: theory, politics and methods. USA: 2007.

Leitura complementar:

CORTES, S.V. Contribuições teóricas e à pesquisa empírica da sociologia às políticas públicas. Revista Brasileira de Sociologia, v. 01, n. 01, 2013.

COSTA, V. Políticas públicas no Brasil: uma agenda de pesquisa. Ideias, v. 6, n. 2, p. 135-166, 2016.

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DYE, T. R.. Mapeamento os modelos de análise de políticas públicas. In Heidemann, F. G.; Salm, J. F. Políticas Públicas e Desenvolvimento. Brasília: Editora UnB, 2005.

FARAH, M.F.S. Análise de políticas públicas no Brasil: de uma prática não nomeada à institucionalização do “campo de públicas”. Revista de Administração pública, v. 50, n.6, p. 959-979, 2016.

FLEXOR, G. LEITE, S. Análise de Políticas Públicas: breves considerações teórico-metodológicas. 2007.

FREY, K. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e políticas públicas, Brasília, IPEA, n. 21, jun., 2000.

LAISNER, R. Entrevista com Marta Arrteche. Ideias, v. 6, n. 2, p. 311-331, 2016. MARQUES, E. Notas críticas a literatura sobre Estado, políticas estatais e atores políticos. BIB. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, v. 43, 1997.

MULLER, P. Les politiques publiques. Paris: PUF, 2004.

RAMOS, M.P.; SCHABBACH, L. O Estado da arte da avaliação de políticas públicas: conceituação e exemplos de avaliação no Brasil. Revista de Administração Pública, v. 46, n.5, p. 1271-1294, 2012.

RUA, M. G. Para aprender políticas públicas. Vol. 1 conceitos e teorias. IGPEP. SOUZA, C. Estado do campo da pesquisa em políticas públicas no Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 18, n, 51, 2003.

SOUZA, C. Políticas públicas: uma revisão da literatura. Sociologias, Porto Alegre, v.8, n.16, p. 20-45, jul./dez., 2006.

WESZ Jr., V. As políticas públicas de agroindustrialização na agricultura familiar: análise e avaliação da experiência brasileira. Rio de Janeiro: CPDA/UFRRJ, 2009. (Diss. Mestrado).

WU, X. et al. Guia de políticas públicas: gerenciando processos. Brasília: ENAP, 2014.

Aula 02 –28-03: O processo de formulação de Políticas Públicas: Múltiplos fluxos e Equilíbrio pontuado

Leitura obrigatória:

1.KINGDON, J. Juntando as coisas. In: SARAIVA, E.; FERRAREZI, E. Políticas públicas. Brasília: ENAP, 2006, p. 225-247.

2.KINGDON, J.W. Como chega a hora de uma ideia? In: SARAVIA, Enrique e FERRAREZI, Elisabete (org.). Políticas públicas: coletânea. Brasília: ENAP, 2006. V. 1. p. 219-225.

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3.BAUMGARTNER, F.; JONES, B. Agenda dynamics and policy subsystmens. The Journal of Politcs. V. 53, n. 4, 1991.

4.CAPELLA, A.C.N. Perspectivas teóricas sobre o processo de formulação de políticas públicas. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, Rio de Janeiro, n. 61, 2006.

Apresentação de textos:

BARCELOS, M. Uma Política Social na Área de Biocombustíveis? A Trajetória do Programa Nacional de Produção de Biodiesel (PNPB). 39º ENCONTRO ANUAL DA ANPOCS, 2015.

CASADO, D.D. Análise da definição da agenda do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) no governo FHC. São Paulo: UNIFESP, 2014 (dissertação de mestrado).

Leitura complementar:

BAUMGARTNER, F. R.; PEDERSEN, C. G.; JONES, B. D. Comparative Studies of Policy Agendas. Journal of European Public Policy, Vol. 13, Nº 07, 2006, pp. 959-974.

BARCELOS, M. Atores, interações e escolhas: a política de silvicultura na área ambiental no Rio Grande do Sul – 2004-2009. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós Graduação em Sociologia – UFRGS. 2010.

CAPELLA, A.C.N.; Análise de políticas públicas: da técnica às ideias. Ideias, v.6, n.2, p. 13-34, 2015.

CAPELLA, A.C.N.; BRASIL, F. G. A Trajetória dos Estudos sobre a Agenda de Políticas Públicas. Teoria & Pesquisa, v. 24, p. 04-17, 2015.

CAPELLA, A. C. N. Transformando Idéias em Ação: O Papel dos Empreendedores de PolíticasPúblicas. In: 34 Encontro Anual da ANPOCS, 2010, Caxambu. Anais do 34o. Encontro Anual da ANPOCS, 2010.

SILVA, E.R. A organização e a influência da elite empresarial rural no processo deconstrução da agenda de governo: uma análise a partir da percepção de atores sociais de uma cidade do agronegócio da fronteira agrícola do Brasil. Tese de doutorado. Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas/Fundação Getúlio Vargas, 2009.

TRUE, J.L.; JONES, B.; BAUMGARTNER, P. Punctuated-Equilibrium Theory: explaining stability and change in public policymaking. In: SABATIER, P.A. Theories of the policy process. California: Westview Press, 2007.

ZAHARIADIS, N. The multiple streams framework: structure, limitations, prospects. In: SABATIER, P.A. Theories of the policy process. California: Westview Press, 2007.

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Aula 03 – 04-04: Abordagem dos referenciais e abordagem dos fóruns e arenas de políticas públicas

Leitura obrigatória

1.MULLER, P. Les politiques publiques. Paris: PUF, 2004. Cap. III/ Versão em espanhol Las políticas públicas. Universidade Externado de Colombia, Cap. 2 e 3. 2.GRISA, C. As ideias na produção de políticas públicas: contribuições da abordagem cognitiva. In: BONNAL, P.; LEITE, S.P. Análise comparada de políticas agrícolas. Rio de Janeiro: Mauad X, 2011, p. 93-110 (só uma parte do capítulo). 3.FOUILLEUX, E. Entre production et institutionnalisation des idées : la réforme de la Politique Agricole Commune. Revue Française de Science Politique, Paris, v.50, n.2, abr., 2000.

4. FOUILLEUX, E. Analisar a mudança: políticas públicas e debates num sistema em diferentes níveis de governança. Estudos, Sociedade e Agricultura, v. 19, n.1, abr., 2011.

Apresentação de Textos

FRANÇA, D.M.C. Políticas públicas de educação para a população do campo: uma análise do Pronacampo a partir da abordagem cognitiva. Tese de doutorado em Educação-UFRGS, 2016. Cap. 06

Leitura complementar

FARIA, C. A. P. de. Ideias, Conhecimento e Políticas Públicas: um inventário sucinto das principais vertentes analíticas recentes. Revista Brasileira de Ciências Sociais, volume 18, número 51.

FOUILLEUX, E.; JOBERT, B. Le cheminement des controverses dans la globalisation néo-libérale. Gouvernement et action publique, v. 6, n. 3, 2017. FRONZAGLIA, M.L. Ferrovia transnordestina – da retomada ao impasse: um estudo da sua construção a partir da interação dos atores segundo a sociologia política da ação pública. In: LUKIC, M.R.; TOMAZINI, C. As ideias também importam: abordagem cognitive e políticas públicas no Brasil. Curitiba: Juruá, 2013.

GRISA, C. Políticas públicas para a agricultura familiar no Brasil: produção e institucionalização das ideias. Rio de Janeiro: CPDA/UFRRJ, 2012. (Tese de Doutorado).

GRISA, C. As políticas públicas para a agricultura familiar no Brasil: um ensaio a partir da abordagem cognitiva. Desenvolvimento em Debate, v. 1, n. 2, p. 83-109, 2010.

LUKIC, M.R.; TOMAZINI, C. As ideias também importam: abordagem cognitiva e políticas públicas no Brasil. Curitiba: Juruá, 2013.

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LUKIC, M.R. ; TOMAZINI, C. Abordagens cognitivas na análise de políticas públicas na América Latina: um novo olhar sobre velhas questões? In: IX Encontro da ABCP, 2014.

JOBERT, B.; MULLER, P. L’etat en action. Paris: PUF, 1987.

MASSARDIER, G. Cognição, políticas e ações públicas. Entre coerência, fragmentação e aprendizados. In: Bonnal, P.; Leite, S.P. (orgs.). Análise comparada de políticas agrícolas: uma agenda em transformação. Rio de Janeiro: Mauad, 2011.

MULLER, P. L'analyse cognitive des politiques publiques : vers une sociologie politique de l'action publique. Revue française de science politique, Année 2000, Volume 50, Numéro 2.

MULLER, P.; SUREL, Y. A análise de políticas públicas. Pelotas: Educat, 2004. NASCIMENTO, R.C. O papel do Consea na construção da política e do sistema nacional de segurança alimentar e nutricional. Rio De Janeiro: CPDA/UFRRJ, 2012 (Tese de Doutorado).

NONATO, R.S. Compras Públicas Sustentáveis no Brasil: análise da produção e circulação das ideias a partir da ressignificação dos atores. Fundação Getúlio Vargas. Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Dissertação de Mestrado, 2015.

PAHUN, J.; FOUILLEUX, E; DAVIRON, B. De quoi la bioéconomie est-elle le nom? Genèse d’um nouveau reférentiel d’action publique. Natures, sciences et société, 2018.

SOLDERA, D. A instabilidade do referencial de políticas públicas para a agricultura familiar no Brasil: uma análise das narrativas dualistas. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural. Dissertação Mestrado, 2017.

Aula 04 – 11/04: Coalizões de interesse e paradigmas de política pública

Leitura obrigatória

1. WEIBLE, C. M. SABATIER, P. A. A Guide to the Advocacy Coalition Framework. In.: FISCHER, F.; MILLER, G. J.; SIDNEY, M. S. (eds.). Handbook of Public Analysis: theory, politics and methods. USA: 2007.

2. HALL, P.A. Policy paradigms, social learning end the State. Comparative Politics, v.25, n.3, 1993.

3. SUREL, Yves. Las politicas públicas como paradigmas. Estudios Políticos, n. 33, 2008.

Apresentação de Textos

VIEIRA, D.M. Mudança institucional gradual e transformativa: uma construção de stkeholders e coalizões políticas. Brasília: UnB (Tese de Doutorado) pg. 93-132.

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VASCONCELLOS, F.C.F. As narrativas da FAO sobre Segurança Alimentar: uma análise sobre a convivência de paradigmas políticos conflitantes. Dissertação. Mestrado em Desenvolvimento Rural –PGDR/UFRGS, Porto Alegre, 2018.

Leitura complementar

ARAÚJO, S.M.V.G. Coalizões de advocacia na formulação da Política Nacional de Biodiversidade e Florestas. Brasília: IPOL/UnB, 2007.

BARCELOS, M. Atores, interações e escolhas: a política de silvicultura na área ambiental no Rio Grande do sul – 2004/2009. Porto Alegre: PPGS/UFRGS, 2010. (Dissertação de Mestrado).

FULGÊNCIO, R.F. O Paradigma racista da política de imigração brasileira e os debates sobre a “questão chinesa” nos primeiros anos da República. Revista de Informação Legislativa, ano 51, n. 202, 2014.

GODOY, L.R.C. Proposta de análise de políticas públicas a partir das tipologias de Surela e de Kuhn: o caso da compensação ambiental no Brasil. Revista Gestão e políticas públicas, v. 2, n. 2, p. 408-440, 2012.

SABATIER, P. A.; JENKINS-SMITH, Hank C. The advocacy coalition framework: an assessment. In: SABATIER, P.A. Theories of the policy process. Westview Press, 1999, p. 117-166.

SABATIER, P.; WEIBLE, C. The Advocacy Coalition Framework: Innovations and Clarifications. In.: SABATIER, P. A. Theories of the Policy Process. Westview Press, 2007.

SANTOS, F.P. Coalizões de interesses e a configuração política da agricultura familiar no Brasil. São Paulo : EAESP/FGV, 2011. (Tese Doutorado). Pg. 68-135. SUREL, Y. Quand la politique change lês politiques. La loi Lang du août 1981 et les politiques du livre. Revue française de science politique, n. 2, 1997, p. 147-172. Aula 05 – 18/04: Narrativas e discursos nas políticas públicas

Leitura obrigatória

1. SCHMIDT, V. Discursive institutionalism: the explanatory Power of ideas and discourse. Annual Review of Political Science, v. 26, p. 303-26, 2008.

2. JONES, M.; MCBETH, K. A narrative policy framework: clear enough to be wrong? The policy studies journal, v. 38, n. 2, 2010.

3. BOSWELL, C.; GEDDES, A.; SCHOLTENBJPI, P. The Role of Narratives in Migration Policy-Making: A Research Framework. British Journal of Politics and International Relations, v, 13, p. 1-11, 2011.

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Apresentação de Textos

FERRAZ, M.I.M. Construindo a América do Sul: identidades e interesses na formação discursiva da Unasul. Dissertação em Ciência Política. UFPE, 2012, p. 51-110.

RADAELLI, C. Logiques de pouvoir et recits dans les politiques publiques de l’únion européenne. Revue française de science politique, v. 5, n. 2, 2000.

Ou

ARNOLD, A. Narratives of Climate Change. Outline of a systematic approach to narrative analysis in cultural sociology. Dissertação. 2015, p. 133-173.

Leitura complementar

BITTENCOURT, L.N. ; FONTENELLE, I.A. Estudo de políticas públicas a partir de narrativas : o caso do processo de elaboração do programa de revitalização e desenvolvimento da região central histórica de Santos. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, v.19, n.62, 2013.

CABRAL, L.; SCOONES, I. Narratives of Agricultural Policy in Africa: What Role for Ministries of Agriculture. Future Agricultures Consortium workshop, Institute of Development Studies, 2006.

FUKS, M. Arenas de Ação e Debates públicos: conflitos ambientais e a emergência do Meio Ambiente enquanto Problema Social no Rio de Janeiro. Dados, v. 41, Rio de Janeiro, 1998.

GARCÉ, A. El institucionalismo discursivo como oportunidad: la ciencia política latinoamericana y el estado del arte en la literatura sobre el poder político de las ideias. Politica y gobierno, v. XXII, n. 1, 2015.

MOCKSHELL, J.; BIRNER, R. Agricultural development policy debates: who has the better story? 5th International Conference of the African Association of Agricultural Economists, 2016.

ORTIZ PEDRAZA, E. Polorization and controversy: effects of narrative strategies in peacebuilding policy (Colombia). International Political Science Association (IPSA) Singapore, 2017.

SCHMITT, V.; RADAELLI, C.M. Policy Change and Discourse in Europe: conceptual and methodological issues. West European Politics, v. 27, n. 2, p. 183-210, 2004. STONE, D. Public policy analysis and think thanks. FISCHER, F.; MILLER, G.J.; SIDNEY, M.S. Handbook of public policy analysis: theory, politics, and methodos. 2007.

STONE, D. Causal stories and the formation of policy agendas. Political Science Quarterly, v. 104, n. 2, 1989, p. 281-300.

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Aula 06 – 25/04: Comunidades epistêmicas e políticas baseadas em evidências

Leitura obrigatória

1. HAAS, P.M. Introduction: Epistemic Communities and International Policy Coordination. International Organization, v. 46, n. 1, p. 1-35, 1992.

2. HAAS, P.M. Introduction. Reconstructing epistemic communities. In: HAAS, P.M. Epistemic communities, constructivism and international environmental politics. Routledge, 2016.

3. DAVIES, H.T.; NUTLEY, S.M. Evidence-based policy and practice moving from rhetoric to reality. Third Internacional, Inter-disciplinary Evidence-Based policies and Indicator Systems Conference, 2001.

Apresentação de Textos

COSTA, N.R. Comunidade epistêmica e a formação da reforma sanitária no Brasil. Physis. Revista de Saúde Coletiva, v. 24, n. 3, p. 809-829, 2014.

CARNEIRO, M.J.; DANTON, T. Agricultura e biodiversidade nas Ciências Sociais brasileiras: alimentando a comunicação entre ciência e políticas públicas. Sociologias, ano 14, n. 50, p. 252-289, 2012.

Bibliografia complementar

ADLER, E.; HAAS, P.M. Conclusion: epistemic communities, world order, and the creation of reflective research program. International Organization, v. 46, n. 1, p. 367-390, 1992.

ALVARENGA, A.C. O Pronaf na produção bibliográfica: uma revisão sistemática de artigos publicados de 2007 a 2014. Dissertação de Mestrado, CPDA/UFRRJ, 2015.

BERRIET-SOLLIEC, M.; BAUDRY, J.; LABARTHE, P. A avaliação de políticas à prova dos fatos: as contribuições dos métodos “evidence based policies”. Estudos Sociedade e Agricultura, v. 17, n. 2, p. 227-253, 2009.

CARNEIRO, M.J; ROSA, T.S. The use of scientific knowledge in the decision making processo f environmental public policies in Brazil. Journal of Science Communication, v. 10, n. 1, 2011.

CARNEIRO, M.J.; GUEDES-BRUNI, R.R.; LEITE, S.P. Conhecimento científico e políticas públicas: mobilização e apropriação do saber em medidas de conservação da Mata Atlântica. Revista Estudos Sociedade e Agricultura, v.17, n. 2, p. 254-303, 2009.

CARNEIRO, M.J.; SANDRONI, L.T. Ciência e política pública na perspectiva dos gestores: clivagens e confluências, Sociedade e Estado, v. 33, n. 1, 2018.

CARVALHEIRO, J.R. Os desafios para a Saúde. Estudos avançados, v. 13, n. 35, 1999.

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DAVIER, H.; NUTLEY, S.M.; SMITH, P. What works? Evidence-based policy and practice in public service. British Library, 2009.

FENNER, A.L.D. Política Nacional sobre Mudanças do Clima – PNMC: implementação e principais desafios. Dissertação mestrado. Escola Nacional de Saúde Pública. Fiocruz, 2011.

LAURENT, C.; BERRIET-SOLLIEC, M.; LABARTHE, P. Evidence-based policy: de la medicine aux politiques agricoles? Les enjeux d’une approche méconnue en France.

LAURENT, C.; TROUVÉ, A.; PERRAUD, D. O debate sobre as abordagens Evidence-based ou Evidence-aware policy no campo da agricultura. Estudos Sociedade e Agricultura, v. 17, n. 2, p. 193-226, 2009.

LAURENT, C. Et al. Pourquoi s’interesser à la notion d’evidence based policy? Revue Tiers Monde, n. 200, 2009.

LEVITT, R. GM crops and foods. Evidence, policy and practice in the UK : a case study. ESRC UK Centre for Evidence Based policy and practice : Woarking paper 20, 2003.

MINIUCI, G. A Organização mundial do comércio e as comunidades epistêmicas. Univ. Relações Internacionais, v. 9, n. 2, p. 55-90, 2011.

PALM, J. L.; ALVARENGA, A.C.; CARNEIRO, M.J. Pronaf e qualidade de vida das famílias beneficiárias: um estudo bibliográfico. 28 Encontro Anual da ANPOCS, 2014.

WESSLINK, A.; COLEBATCH, H; PEARCE, W. Evidence and policy: discourses, meanings and practices. Policy Sci, v. 47, p. 339-344, 2014.

Aula 07 – 02/05: Políticas públicas e interesses em jogo: a abordagem da escolha racional, seus modelos e aperfeiçoamentos

Leitura obrigatória

1. GRIGGS. S. Rational Choice in Public Policy: the theory in Critical Perspective. In.: FISCHER, F.; MILLER, G. J.; SIDNEY, M. S. (eds.). Handbook of Public Analysis: theory, politics and methods. USA: 2007.

2. ALSTON, L. et al. How interest groups with limited resources can influence political outcomes: information control and the landless peasant movement in Brazil. ICER, Working Paper n. 15, 2005.

3. OSTROM, E. Institutional Rational Choice: an assessment of the Institutional Analysis and Development Framework. In: SABATIER, P. A. Theories of the Policy Process. Westview Press, 2007.

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Apresentação de textos

PEREIRA, D.A.; ZIERO, J.G.; MUELLER, B.P.M. Como as ONG’s ambientais influenciam a política ambiental brasileira? Revista Brasileira de Economia, v. 66, n. 1, 2012.

MENDES PINTO, D. O uso de recursos de propriedade comum em áreas de propriedade estatal por populações tradicionais e assentamentos de reforma agrária. Doutorado em Administração. UnB, 2014, p.68-168.

Leitura complementar

ALSTON, L.; MUELLER, B. P. M. . Pork for Policy: Executive and Legislative Exchange in Brazil. Journal of Law, Economics & Organization (Online), v. 22, n.1, p. 87-114, 2005.

ALSTON, L. et al. Interest Groups, Information Manipulation in the Media, and Public Policy: The Case of the Landless Peasants Movement in Brazil. Working Paper, 2012.

ALSTON, L. et al. Political institutions, policymaking processes and policy outcomes in Brazil. Washington: BID, 2006.

EISENBERG, M.F.G.A. Governança de paisagens florestais: impactos sociais da bricolagem institucional em São Félix do Xingu. Doutorado em Instituições, Mergados e Regulação no CPDA/UFRRJ, 2015.

GRABHER, C. A governança e a sustentabilidade do extrativismo do Jaborandi na Amazônia e Transição para o cerrado e a caatinga. Dissertação em Desenvolvimento Rural (PGDR/UFRGS), 2015.

MIGUEZ, G.C. Economía de las instituciones: de Coase y North a Williamson y Ostrom.Ekonomiaz, n. 77, 2011.

MONSMA, K. Repensando a escolha racional e a teoria da agência: fazendeiros de gado e capatazes no século XIX. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 15, n. 43, 2000.

OSTROM, E. Background on the Institutional Analysis and Development Framework. The Policy Studies Journal, v. 39, n. 1, 2011.

SABOURIN, E. Manejo dos recursos comuns e reciprocidade: os aportes de Elinor Ostrom ao Debate. Sustentabilidade em Debate, 2010.

Aula 08 – 09/05: Abordagens neoinstitucionalistas: neoinstitucionalismo histórico (path dependence e mudanças graduais) e neoinstitucionalismo sociológico

Leitura obrigatória

1. TAYLOR, P., HALL, R. As três versões do neo-institucionalismo. Lua Nova, São Paulo, n.58, 2003.

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2. PIERSON, P. Retornos crescentes, dependência da trajetória (Path Dependence) e o estudo da política. Ideias, v. 6, n. 2, p. 335-392, 2016.

3. MAHONEY, J.; THELEN, K. A Theory of Gradual Institutional Change. In: MAHONEY, J.; THELEN, K. Explaining Institutional Change: Ambiguity, Agency, and Power. Cambridge University, 2010, p. 1-37.

3. DIMAGGIO, P.; POWELL, W. A Gaiola de ferro revisitada: isomorfismo institucional e racionalidade coletiva nos campos organizacionais. RAE, v. 45, n. 2, 2005.

Apresentação de textos

FALLETI, T.G. Infiltrating the State: The Evolution of Health Care Reforms in Brazil, 1964–1988. In: MAHONEY, J.; THELEN, K. Explaining Institutional Change: Ambiguity, Agency, and Power. Cambridge University, 2010, p. 38-62.

BEZERRA, D.M.; FERNANDES, A.S.A. A conjuntura isomórfica das reformas administrativas nos Estado brasileiros. Revista de Pesquisa em Políticas Públicas. Edição n. 1, 2013.

Leitura complementar

BASTOS, F. Ambiente institucional no financiamento da agricultura familiar. 2006. CERQUEIRA, K.C. A economia política do desenvolvimentismo no Brasil: dependência da trajetória, mudança institucional e capacidades estatais. Tese de Doutorado. Instituto de Ciência Política, UNB, 2015.

CERQUEIRA, K.C. A economia política do novo desenvolvimentismo: dependência da trajetória e variedade de capitalismo. 8º Encontro da Associação Brasileira de Ciência Política. Gramado, 2012.

CONCEIÇÃO, O. O conceito de instituições nas modernas abordagens institucionalistas. Revista de Economia Contemporânea, v.6, n. 2, p. 119-146, 2002.

COUSSY, J. As políticas públicas francesas: entre dependência do caminho e a competição internacional. In: Bonnal, P.; Leite, S.P. (orgs.). Análise comparada de políticas agrícolas: uma agenda em transformação. Rio de Janeiro: Mauad, 2011. DIMAGGIO, P.; POWELL, W. Le neo-institutionnalisme dans l’analyse des organizations. Politix, v. 10, n. 40, 1997.

ESTEVES, R.R. Caráter estratégico e construção institucional do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel. Dissertação em Políticas públicas, Estratégias e Desenvolvimento (PPED-UFRJ), 2011.

FLEXOR, G. Políticas públicas, atores e regras: uma perspectiva neoinstitucionalista da dinâmica do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel. Desenvolvimento em Debate, v. 1, n.2, p. 25-45, 2010.

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GOMEZ. A. Enfoques recientes para el análisis del cambio institucional: la teoría distribucional del cambio gradual. Política y gobierno. V. XXII, n.2, 2015, p. 391-415.

IMMERGUT, E.M. The theoretical core of the new institutionalism. Politics and society, v.26, n.1, 1998.

LEONARD, E. Et al. A construção normativa do desenvolvimento sustentável nos contextos de sua tradução em políticas: análise pelas dependências de trajetória no Brasil e no México. Raízes, v. 28, n. 1, 2010.

MAHONEY, J. Path-dependent explanations of regime change: Central America in comparative perspective. Studies in Comparative International Development, v.36, n.1, 2001.

MARCH, J.; OLSEN, J. Neo-institucionalismo: fatores organizacionais na vida política. Revista Sociologia e Política, v. 16, n. 31, p. 121-142, 2008.

OUTEIRO, G.M.; GÓES, D.S.; NASCIMENTO, D.M. Neoinstitucionalismo, regularização fundiária urbana e o Programa Terra Legal. Novos Cadernos NAEA, v. 19, n.2, p. 115-137, 2016.

ROCHA, C.V. Neoinstitucionalismo como modelo de análise para as políticas públicas: algumas observações. Civitas, v. 5, n. 1, p. 11-28, 2005.

THÉRET, B. As instituições entre as estruturas e as ações. Lua nova, n. 58, 2003. TOMAZINI, C.G. A evolução dos programas de transferência condicionadas de renda e a coalizão de causa “capital humano”: um olhar sobre os casos do Brasil e do México. 37 Encontro da ANPOCS, 2013;

Aula 09 – 16/05: Os três i’s na ação pública/abordagem de redes de política pública

Leitura obrigatória

1.PALIER, B., SUREL, Y. Les ‘trois i’ et l’analyse de l’État en action. Revue Française de Science Politique. Paris, v.55, n.1, p. 7-32, 2005. (1º metade da aula) 2.ADAM, S. ; KRIESI, H. The network approach. In : SABATIER, P. A. Theories of the Policy Process. Westview Press, 2007. (2º metade da aula)

Apresentação de textos três i’s

CAPELESSO, A. Crédito e seguro da agricultura familiar : políticas públicas de apoio à sustentabilidade ou de subsídios a sistemas produtivos de baixa eficiência. Tese em Agroecossistemas (PPGA/UFFSC), 2016. Cap. 4 e 5.

(13)

Apresentação de textos rede de política pública

CALDERÓN, P.E.G. Alimentación escolar y compras públicas en perspectiva comparada: um análisis Colombia-Brasil, Dissertação, Mestrado em Desenvolvimento Rural (PGDR/UFRGS), 2018, Cap. 3, 4 e 5, p. 47-140.

Leitura complementar três is

DRI, C. La construction du parlement du mersocur: Le poids dês institutions, dês interets et dês idées. Revue Etudes internactionales, v. 54, n. 2, 2013.

FONTAINE, G. Lecciones de América Latina sobre las dimensiones racionales, cognitivas e institucionales del cambio de políticas. Iconos, n. 53, p. 11-30, 2015. GAVIRIA, G.A.M. Ideas, intereses e instituciones en el aálisis de políticas públicas. Cambio en la política ambiental colombiana con la Ley 99 de 1993. Maestria en Gobierno. Universidad de Medellín, 2011.

PINHEIRO, A.R.O. Análise histórica do processo de formulação da política nacional de segurança alimentar e nutricional (2003-2006): atores, ideias, interesses e instituições na construção do consenso político. Brasília: PPGPS, 2009 (tese de Doutorado).

SUREL, Y. Idees, intérêts, institutions dans l’analyse dês politiques publiques. Pouvoirs, n. 87, 1998.

TECCHIO, A. et al. Ideas, interesses e instituições en la política de desarollo territorial brasilena. Iconos, n. 53, p. 105-125, 2015.

Leitura complementar rede de política pública

ABERS, R.; SERAFIM, L.; TATAGIBA, L. Repertórios de interação Estado-sociedade em um Estado heterogêneo: a experiência na Era Lula. Dados, v. 57, n. 2, p. 325-357, 2014.

BURLANDY, L. ; LABRA, M.E. Redes de política no combate à fome e à pobreza : a estratégia Comunidade Solidária no Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, v. 12, n.6, 2007.

CAPELLA, A.C.; BRASIL, F.G. Subsistemas, comunidades e redes: articulando ideias e interesses na formulação de políticas públicas. Revista do Serviço Público, v. 66, n. 3, p. 449-474, 2015.

CORTES, S.V. Policy community defensora de direitos e a transformação do Conselho Nacional de Assistência Social. Sociologias, n. 58, p. 122-54, 2015.

ESCOBAR, C.M.S. Governança estratégica em redes de política pública: a experiência do Programa Bolsa Família. Dissertação em Ciência Política- IPL/UnB, 2008.

JACAUNA, T.S. Política ambiental em rede: governança e difusão da política pública em unidades de conservação. Doutorado em Ciência Sociais, Unicamp, 2015.

(14)

MARQUES, E.C. Redes sociais e instituições na construção do Estado e da sua permeabilidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 14, n. 14, 1999.

MASSARDIER, G. Redes de Políticas Públicas. In: SARAVIA, E.; FERRAREZI, E. (org.). Políticas públicas: coletânea – Volume 2. Brasília: ENAP, 2006.

MULLER, A.L. A construção das políticas públicas para a agricultura familiar no Brasil: o caso do Programa de Aquisição de Alimentos. Porto Alegre: PGDR/UFRGS, 2007. (dissertação de mestrado).

RHODES, R.A.W., Policy network analysis. In: Moran, M. et al. (eds.) The Oxford Handbook of public policy. Oxford: Oxford Univ. Press, 2006.

ROMANO, J. Redes de política pública na trajetória do setor público agrícola brasileiro. In: Bonnal, P.; Leite, S.P. (orgs.). Análise comparada de políticas agrícolas: uma agenda em transformação. Rio de Janeiro: Mauad, 2011.

Aula 10 –23/05: Capacidades estatais: recolocando o Estado de volta.

Leitura obrigatória:

1.CINGOLANI, L. The state of State Capacity: a review of concepts, evidence and measures, 2013.

2.EVANS, P. O Estado como problema e solução. Lua nova: revista de cultura e política, n. 28-29, 1993.

3.PEREIRA, A.K. A construção de capacidade estatal por redes transversais: o caso de Belo Monte. Tese de doutorado em Ciência Política/UNB, 2014. Cap.1.

Apresentação de textos

PEREIRA, A.K. A construção de capacidade estatal por redes transversais: o caso de Belo Monte. Tese de doutorado em Ciência Política/UNB, 2014. Cap. 4 e 5. BENTANCUR, N.; BUSQUETS, J.M. Capacidades estatales y cambio en las políticas públicas: el caso de Uruguay bajo los gobiernos del Frente Amplio (2005-2015). Sociedade e cultura, v. 20, n. 1, p. 127-146, 2017.

Leitura complementar

BICHIR, R.M. Capacidades estatais para a implementação de programas de transferência de renda: os casos de Brasil, Argentina e Africa do Sul. IPEA Textos para discussão 2032, 2015.

CARDENAS, M. State capacity in Latin America. Global Economy and Development. 2010.

CASTRO, A.C. Políticas de inovação e capacidades estatais comparadas: Brasil, China e Argentina. IPEA Texto para discussão 2106, 2015.

(15)

ENRIQUEZ, E.; CENTENO, M.A. State capacity: utilization, durability and the role of wealth vs history. International and Multidisciplinary Journal os Social Science, v. 01, n. 2, p. 130-162, 2012.

GOMIDE, A.A.; PEREIRA, A.K.; MACHADO, R. Apresentação. O conceito de capacidade estatal e a pesquisa científica. Sociedade e cultura, v. 20, n. 1, p. 3-12, 2017.

GOMIDE, A.A.; PIRES, R.R. Capacidades estatais e democracia: arranjos institucionais de políticas públicas. Brasília: IPEA, 2014.

GRISA, C.; KATO, K.Y.M.; FLEXOR, G.G.; ZIMMERMANN, S.A. Capacidades estatais para o desenvolvimento rural no Brasil: análise das políticas públicas para a agricultura familiar. Sociedade e cultura, v. 20, n. 1, p. 13-38, 2017.

HUERTA, A.R. Uma ruta metodológica para evaluar la capacidad institucional. Politica y cultura, n. 30, p. 119-134, 2008.

LOTTA, G.; FAVARETO, A. Desafios da integração nos novos arranjos institucionais de políticas públicas no Brasil. Revista de Sociologia e Política, v. 24, n. 57, p. 49-65, 2016.

O’DONNELL, G. ET AL. Capacidades estatales: diez textos fundamentales.

Disponível em:

http://scioteca.caf.com/bitstream/handle/123456789/715/Libro_1_CAF_Capacidades _version%20WEB-RGB%20%28protect%29.pdf?sequence=6&isAllowed=y

SKOCPOL, T. FINEGOLD, K. State capacity and economic intervention in early New Deal. Political Science Quarterly, v. 97, n. 2, p. 225-278, 1982.

Ver também número especial da Revista Sociedade e Cultura:

https://www.revistas.ufg.br/fchf/issue/view/1944/showToc

Aula 11 – 30/05: Transferência de políticas públicas: difusão, convergência e transferência

Leitura obrigatória:

1.DOLOWITZ, D. P. MARSH, D. Learning from Abroad: the role od policy transfer in contemporary policy-making. Governance: an International Journal of Policy and Administration, volume 13, numero 1. 2000.

2. KNILL, C. Introduction: cross-national policy convergence: concepts, approaches and explanatory factors. Journal of European Public Policy, v.12, 2005.

3. COELHO, D.B. Mecanismos políticos e institucionais da difusão de políticas. In: FARIA, C.A.P.; COELHO, D.B.; SILVA, S;J. Difusão de políticas públicas. Editora UFABC: São Bernardo do Campo, 2016, p. 35-64.

Apresentação de textos:

OLIVEIRA, O.P. O Brasil como exportador de políticas públicas: o caso da difusão internacional do orçamento participativo. In: FARIA, C.A.P.; COELHO, D.B.; SILVA,

(16)

S;J. Difusão de políticas públicas. Editora UFABC: São Bernardo do Campo, 2016, p. 237-280.

GONNET, C.O. Mecanismos y actores en los procesos de difusión. Discusión a partir de los casos de los programas de transferencia condicionada en América Latina. In: FARIA, C.A.P.; COELHO, D.B.; SILVA, S;J. Difusão de políticas públicas. Editora UFABC: São Bernardo do Campo, 2016, p. 65-101.

Leitura complementar:

ANCELOVICI, M. JENSON, J, La standardisation et les mecanismes du transfert transnational. Gouvernement et action publique, n. 1, p. 37-58, 2012.

BENSON, D. JORDAN, A. What have we Learned from Policy Transfer Research? Dolowitz and Marsh revisited. Political Studies Review, volume 9. 2011. DOLOWITZ, D.P. A policy-maker’s guide to policy transfer. The political quarterly publisch, 2003.

CAMACHO, T.S. Teorias de transferência de políticas públicas: um estudo crítico e ilustrado com o caso da transferência do Bolsa Escola para o Equador. Curitiba: PPGDesenvolvimento Econômico/UFPR, 201. (Dissertação de mestrado).

FARIA, C. A.P. A difusão de políticas sociais como estratégia de inserção internacional: Brasil e Venezuela comparados. Interseções, v. 14, n. 2, p. 335-371, 2012.

GHESTI, J.P. A Disseminação de Políticas de Desenvolvimento Territorial Rural na América Latina: um estudo comparado entre Brasil e Argentina. Brasília: CEPPAC/ UnB, 2014 (dissertação de mestrado).

MARIN, P.L. Mercosul e a disseminação internacional de políticas públicas. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, v. 16, n. 58, 2011.

MILHORANCE, C. A política de cooperação do Brasil com a África Subsaariana no setor rural: transferência e inovação na difusão de políticas públicas. Revista Brasileira de Política Internacional, v. 56, n.2, p. 5-23, 2013.

SCOONES, I.; AMANOR, K.; FAVARETO, A.; GUBO, Q. A new politics of development cooperation? Chinese and Brazilian Engagements in Africa Agriculture. World Development, 2016.

SABOURIN, E.; SAMPER, M., MASSARDIER. G As políticas de desenvolvimento rural na América Latina em perspectiva. GRISA, C.; SCHNEIDER, S. Políticas públicas de Desenvolvimento Rural no Brasil. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2015.

Aula 12 – 06/06: Instrumentação da ação pública e tecnologias de governo: a não neutralidade dos instrumentos

(17)

Leitura obrigatória

1. LASCOUMES, P.; LE GALÉS, P. Ação pública abordada pelos seus instrumentos. Revista da Pós em Ciências Sociais, v. 9, n. 18, 2012.

2. LASCOUMES, P.; LE GALÉS, P. Introduction: understanding public policy through its instruments – from the nature of instruments to the sociology of public policy instrumentation. Governance. An International Journal of Policy, Administration and Institutions, v. 20, n.1, 2007.

3. FONSECA, C. et al. Apresentação. Horizontes Antropológicos, v. 22, n.46, 2016.

Apresentação de textos

MANTOVANELLI, T. Os Xikrin da Terra Indigena Trincheira-Bacajá e os estudos complementares do Rio Bacajá: reflexões sobre a elaboração de um laudo de impacto ambiental. Horizontes Antropológicos, v. 22, n.46, p. 159-188, 2016. FONSECA, C.; SCALCO, L. A biografia dos documentos: uma antropologia das tecnologias de identificação. In: FONSECA, C.; MACHADO H. Ciência, identificação e tecnologias de governo. Porto Alegre: Editora da UFRGS/CEGOV, 2015, p. 20-37.

Bibliografia complementar

ABREU, C.R.; CAMARA, L.M. O orçamento publico como instrumento de ação governamental: uma análise de suas redefinições no contexto da formulação de políticas públicas de infraestrutura. Revista de Administração Pública, v.49, n.1, 2015.

ANDRADE, J.A.; VALADÃO, J.A.D. Análise da instrumentação da ação pública a partir da teoria do ator-rede: tecnologia social e a educação no campo em Rondônia. Revista de Adminsitração Pública, 2017.

ARCHIPAVAS, J.A.N. Instrumentos de ação pública: um estudo no Vale do Ribeira a partir do CONSAD e do Codivar. Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da USP, 2016. Cap. 7, 8 e 9.

CAMPOS, M.V.L. Ferramentas de governo: instrumentação e governança urbana nos services de ônibus em São Paulo. Dissertação em Ciência Política, USP, 2016. LASCOUMES, P.; LE GALES, P. Sociologie de l’action publique. Armand Colin, 2007.

LASCOUMES, P.; SIMARD, L. L’action publique au prisme de sés instrumentos. Introduction. Revue française de science politique, v.61. n. 1, 2011.

LE GALÉS, P. Policy instruments and governance. BEVIR, M. The sage Handbook of governance. Sage publications, 2011.

OLLAIK, L.G.; MEDEIROS, J.J. Instrumentos governamentais na implementação da política nacional de museus. Revista Organizações & Sociedade, v.19, n.63, p.661-678, 2012.

(18)

OLLAIK, L.G.; MEDEIROS, J.J. Instrumentos governamentais: reflexões para uma agenda de pesquisas sobre implementação de políticas públicas no Brasil. Revista de Administração Pública, v.45, n.6, p. 1943-67, 2011.

PACIFICO, D.A. A territorialização da ação pública: de traduções e de controvérsias na análise do Plano Brasil Sem Miséria Rural no norte do Estado de Minas Gerais. Tese de doutorado CPDA/UFRRJ, 2016. Cap. 4

PIRES, R.R. Intersetorialidade, arranjos institucionais e instrumentos da ação pública. In: MACEDO, J.M.; XEREZ, F.H.S.; LOFRANO, R. Intersetorialidade nas políticas sociais: perspectivas a partir do Programa Bolsa Família, n. 26, MDS, 2016.

SALAMON, L.M. The new governance and the tools of public action: an introduction. Fordham urban law journal, v. 28, n. 5, 2000.

Aula 13: 13/06: Implementação de Políticas Públicas e burocratas de nível de rua

Leitura obrigatória

1.BARRET, S.M. Implementation studies: time for a revival? Personal reflections on 20 years of implementation studies. Public administration, v. 82, n.2, 2004.

2. LIMA, L.L.; D’ASCENZI, L. Implementação de políticas públicas: perspectivas analíticas. Revista de Sociologia e Política, v. 21, n. 48, 2013.

3. PIRES, R.R.C. Sociologia do guichê e implementação de políticas públicas, BIB, n.81, 2016.

Apresentação de textos

PEREIRA, M.F. O combate à pobreza do Programa Bolsa Família ao Brasil Sem Miséria: a pobreza institucionalizada na prática de técnicos e gestores públicos. Doutorado em Ciências Sociais, IFCH-Unicamp, 2016. Cap. 4, p. 183-213.

LOTTA, G. Desvendando o papel dos burocratas de nível de rua no processo de implementação: o caso dos agentes comunitários de saúde. In: FARIA, C. A (org). Implementação de Políticas Públicas. Teoria e Prática. Editora PUCMINAS, Belo Horizonte, 2012.

Bibliografia complementar

HAM, C.; HILL, M. O processo de elaboração de políticas no estado capitalista moderno. S.d Cap. 6 e 8.

LIMA, L.L.; D’ASCENZI, L. O papel da burocracia de nível de rua na implementação e (re)formulação da Política Nacional de Humanização dos services de saúde de Porto Alegre (RS). Revista de Administração Pública, 2017.

(19)

LIMA, L.L. et al. Burocracia e políticas públicas: a implementação da Política Nacional de Humanização dos Serviços de Saúde em Porto Alegre/RS. Revista do Serviço Público, v.65, n.4, 2014.

LIPSKY, M. Toward a teory os street-level bureaucracy. Universisty of Wisconsin, 1969.

LOTTA, G.S. Saberes locais, mediação e cidadania: o caso dos agentes comunitários de saúde. Saúde e sociedade, v.21. p.210-222, 2012.

LOTTA, G.S. Implementação de políticas públicas: o impacto dos fatores relacionais e organizacionais sobre a atuação dos burocratas de nível de rua no Programa Saúde da Família. Doutorado em Ciência Política, USP, 2010.

LOTTA, G.S.; PIRES, R.R.C: OLIVEIRA, V.E. Burocratas de médio escalão: novos olhares sobre velhos atores da produção de políticas públicas. Revista do Serviço Público, v. 65, n.4, 2014.

OLIVEIRA, A. Burocratas da linha de frente: executores e fazedores das políticas públicas. Revista de Administração Pública, v. 46, n.6, p.1551-73, 2012.

OLIVEIRA, B.R. A implementação do Programa Bolsa Família sob a perspectiva da condicionalidade educacional: uma análise a partir dos agentes públicos de base. Revista do Serviços Público, v. 65, n.4, 2014.

RODRIGUES, L.P.D. Análise de políticas públicas: a influência dos street level bureaucrats (burocratas de nível de rural) no processo de implementação da política habitacional no estado de Minas Gerais. Dissertação em Administração, UFMG, 2016.

SIMAN, A.M. Políticas públicas: a implementação como objeto de reflexão teórica e como desafio prático. Tese de doutorado em Ciências Sociais. FAFCH/UFMG, 2005.

Aula 14 e 15: Delineamentos para a elaboração do artigo final.

Outras referências bibliográficas:

FISCHER, F.; MILLER, G. J.; SIDNEY, M. S. (eds.). Handbook of Public Analysis: theory, politics and methods. USA: 2007.

MORAN, M.; REIN, M. GOODIN, R. The oxford handbook of public policy. 2006. SABATIER, P. A. Theories of the Policy Process. Westview Press, 2007.

SARAIVA, E.; FERRAREZI, E. Políticas públicas. Brasília: ENAP, 2006, V.1 e V.2. Introdução às políticas públicas (Coleção para aprender políticas públicas).

Procedimentos didáticos: indicação de leituras aos alunos e apresentação de textos por estes; aulas expositivo-dialogadas (seguidas ou intercaladas de discussão com introdução e fechamento do tema); e trabalho final.

(20)

Avaliação: observação do desempenho individual dos alunos com base em critérios de participação (presença física e ativa em sala de aula), interesse, apresentação de textos, capacidade de síntese e aprofundamento na discussão dos temas propostos para os encontros, trabalho final.

Trabalho: elaboração de um texto (entre 15 e 20 páginas) que contemple e problematize (aprofunde) um dos temas tratados e, preferencialmente, vinculando-o ao tema de pesquisa do aluno.

Os conceitos obedecerão a seguinte distribuição: Conceito A: de 9,0 a 10.0

Conceito B: de 8.0 a 8.9 Conceito C: de 7.0 a 7.9 Conceito D: menos de 7.0

Referências

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