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Cargas de colapso de sistemas de alvenaria

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Academic year: 2021

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CARGAS DE COLAPSO DE SISTEMAS DE ALVENARIA 

      Por: 

Nuno André Martins Deusdado 

      Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia  da Universidade Nova de Lisboa  para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Civil  na especialidade de Estruturas              Orientador: Professor Doutor Armando Manuel Sequeira Nunes Antão     

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Agradecimentos 

Dedico este espaço a todos os que contribuíram para que esta dissertação fosse realizada. Aos  meus colegas, professores, amigos e familiares, em especial:  Ao meu avô, por transmitir os princípios da família Deusdado;  Aos meus pais, pela compreensão, carinho, apoio, paciência, orientação pessoal e pelos valores  que me transmitiram;  Ao meu irmão, por responder às inúmeras questões que lhe coloco.  À minha namorada, por todo o amor, por aturar todos os disparates que faço e por estar sempre  do meu lado;  Um agradecimento especial ao meu orientador, Professor  Doutor Armando Nunes Antão, pela  forma como orientou o meu trabalho. As notas dominantes da sua orientação foram a utilidade das  suas  recomendações  e  a  cordialidade  com  que  sempre  me  recebeu.  Estou  grato  por  ambas  e  pela  oportunidade de realizar este trabalho  sob sua orientação, que foi decisivo para que este  trabalho  contribuísse para o meu desenvolvimento pessoal. 

Agradeço também ao Professor Doutor Mário Vicente da Silva, pela paciência e disponibilidade  apresentada  para  solucionar  todas  as  propostas  que  lhe  foram  colocadas  com  o  desenvolvimento  deste trabalho. 

Agradece‐se ao projecto  de  investigação  PTDC/ECM/70368/2006, por possibilitar a plataforma  informática que tornou possível a realização de alguns cálculos desta dissertação. 

Sem todos vós, este trabalho não seria possível. 

Aqui deixo o meu agradecimento simples, mas muito sincero: Muito Obrigado!!! 

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Resumo 

Esta  dissertação  é  baseada  na  ferramenta  SUBLIM3d  que  é  fundamentada  no  teorema  cinemático da análise limite, que visa o cálculo de limites superiores estritos de cargas de colapso de  estruturas [1]. A utilização desta ferramenta deve‐se à análise limite ter vindo a demonstrar um vasto  potencial para o desenvolvimento de modelos numéricos, que permitem a determinação da máxima  carga suportada por uma estrutura caracterizada por um comportamento perfeitamente plástico.   

No  presente  documento,  pretende‐se  validar  a  ferramenta  SUBLIM3d  para  um  caso  particular  das  estruturas,  por  isso,  limita‐se  este  estudo  a  paredes  de  alvenaria  não  reforçada.  Adoptou‐se  neste estudo condições de deformação plana e considerou‐se apenas carregamentos no plano. 

O comportamento da alvenaria é controlado pelas propriedades mecânicas das unidades e das  juntas, bem como pela orientação e posição relativa destas. Por isso, trata‐se a alvenaria como um  material anisotrópico e heterogéneo. 

A modelação da alvenaria baseou‐se na modelação micro simplificada, em que resumidamente,  as  unidades  são  representadas  por  elementos  contínuos  e  o  comportamento  das  juntas  e  dos  interfaces unidade/junta são substituídos por uma única superfície que é constituída por elementos  de junta. Para cada elemento considerou‐se que se podia associar a superfície de cedência de Mohr‐ Coulomb ou  as duas superfícies de  cedência propostas (Armando Nunes Antão e  Mário Vicente  da  Silva). 

Com  o  objectivo  de  validar  e  aferir  a  capacidade  das  formulações  propostas,  a  solução  obtida  pelo SUBLIM3d para os vários exemplos numéricos é comparada com os resultados experimentais e  teóricos disponíveis na literatura. 

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Abstract 

This dissertation is based on SUBLIM3d tool which is grounded on the kinematic theorem of limit  analysis, that aims to calculate the strict upper bounds of collapse loads of structures[1]. The use of  this  tool  was  due  to  the  fact  that  the  limit  analysis  has  come  to  show  a  great  potential  for  development of numerical models, which allows the determination of the maximum load supported  by a structure characterized with a perfectly plastic behavior. 

This  document  intends  to  validate  the  SUBLIM3d  tool  for  the  particular  case  of  non‐reinforced  masonry  walls  structures.  Plane  strain  conditions  were  adopted  only  loads  in  the  plan  of  the  wall  were considered. 

The behavior of masonry is controlled by the mechanical properties of the units and joints as well  as  by  their  relative  position  and  orientation.  Due  to  these  reasons,  the  masonry  is  treated  as  an  anisotropic and heterogeneous material. 

The  shaping  of  the  masonry  was  based  on  simplified  micro  modeling,  in  which  the  units  are  represented by continuous elements and the behavior of joints and interfaces unit/joint are replaced  by a single surface  that  consists of joint  elements.  For each element was  considered that could  be  associate  the  yield  surface  of  Mohr‐Coulomb  or  the  two  yield  surfaces  proposed  (Armando  Nunes  Antão and Mário Vicente da Silva). 

In order to validate and assess the capacity of the proposed formulations the solution obtained  by SUBLIM3d for several numerical examples is compared with experimental and theoretical results  available in literature.  

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Simbologia e Notações 

Maiúsculas latinas  B Operador padrão de compatibilidade diferencial   C Matriz de amortecimento  C Carregamento tangencial  Cc Espaço auxiliar que confina a taxa do tensor da deformação plástica admissível  Cd Espaço que confina as descontinuidades do campo de velocidade  D Matriz flexibilidade  D Taxa da dissipação da energia plástica interna total por unidade de volume  E Módulo de Young  F Força aplicada no corpo  F Vector das cargas nodais  Forças de contacto entre as partículas     Forças geradas através dos elementos lineares de vínculo entre duas partículas     Acções externas     Esforços internos  F Resistência limite ao corte  Ft  Resistência limite à tracção  F Tensão principal horizontal aplicada ao painel  F2  Tensão principal vertical aplicada ao painel  G Módulo de distorção  H Carregamento normal  H Força horizontal de cedência  K Matriz de rigidez  Coeficiente de impulso activo  Coeficiente de impulso passivo  L Função Lagrangiana aumentada na cedência L Largura do corpo L Largura do tijolo  L* Função que define o problema de minimização local  M  Matriz de massa 

Ni Matriz  que  reúne as  funções  de  aproximação  da  forma  nodal  convencional  do elemento i 

O  Ponto de origem do sistema de coordenadas  OC  Distância desde a origem do sistema de coordenadas ao centro do círculo de Mohr     Conjunto genérico de carregamento     Conjunto genérico de carregamento  R  Raio do círculo de Mohr  R Raio do círculo de Mohr no estado de tensão no colapso  R Raio do círculo de Mohr no estado de tensão que origina a truncatura  T  Matriz de transformação     Truncatura à compressão     Truncatura à tracção 

  Matriz  que  reúne as  funções  de  aproximação  ao  campo  das  velocidades  relativas  na fronteira dos elementos 

Carregamento normal  Força vertical total aplicada à alvenaria    Volume considerado da viga de betão reforçado    Volume real da viga de betão reforçado  WD Taxa de dissipação da energia plástica interna  We Taxa do trabalho das forças exteriores aplicada ao sistema  W Trabalho elástico  

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; ; ;   Tax Tax Tax Yi Ma   Mi a Alt b Lar b For b Lar bj Com For c Coe d Vec d Gra d Vec di Vec Gra con ; Com ;   Com ; Com con e Esp ei Vecplá Vec def   Sol ; … ;   Can f Fun ass f Res g Fun não h Alt i Dir i Nú i Nú rígi i Nú j Dir k Con k Nú k Rig l Lar m Nú m Par do  m Bas n Ver n Com n Nú nE   Vec r Par xa do trabalho xa do trabalho xa do trabalho atriz formada  núsculas latin ura dos tijolos rgura dos tijol rças de massa rgura da pared mponente na  rças de massa esão do mate ctor dos deslo aus de liberda ctor das veloc ctor que agru aus  de  liberd nstituem o co mponentes da mponentes da mponentes da nstituem o co pessura da jun

ctor  que  junt stica 

ctor  que  guar formação  ução sem res ndidatos que  nção que defi sociadas  sistência méd nção que defi o associadas  ura da parede recção  mero do elem mero  do  nó  ido  mero do inter recção  nstante  mero da itera gidez  rgura da pared mero de ciclo râmetro adim tijolo  se do leque  rsor da norma mponente no mero de cand mero da malh ctor que agru râmetro de pe o das forças fi o elástico  o plástico  pelos valores  nas  s  os  a constantes p de  direcção j do a constantes p rial  ocamentos no ade de um nó  cidades nodais pa a velocidad dade  de  um 

rpo rígido  a velocidade d a velocidade a a velocidade d rpo rígido  nta 

ta  os  valores  rda  as  compo trições para a minimizam a  ne o critério/ ia à compress ne o critério/ e de alvenaria mento finito  genérico  que r – elemento ação  de de alvenar os de relaxaçã mensional que  al exterior à fr rmal  didatos que m ha dos elemen pa a velocidad enalidade par xas  próprios norm por unidade de  vector das fo por unidade de odais virtual  s  de nodal do e nó  genérico do nó virtual angular do nó de um nó gen aproximados onentes  princ a qual a função função object superfície de  são dos tijolos superfície de  a 

e  pertence  a 

ia  o interior  corresponde  ronteira  minimizam a fu ntos  de relativa no a os elemento malizados da  e volume (afe orças de massa e volume não elemento i  o  que  perten

ó virtual  nérico que per

s  das  compon cipais  da  apro o objectivo at tivo 

cedência, no  s 

cedência, no 

um  dos  elem

a duas vezes unção objectiv odal do inter – os regulares  matriz Si   ectadas pelo m a  o afectadas pe

nce  a  um  do

rtence a um d

nentes  da  tax oximação  do  tinge o seu va caso das regr caso das regr mentos  que  co  o rácio entre vo – elemento i  multiplicador)  elo multiplicad os  elementos dos elementos

xa  de  deform tensor  da  tax lor mínimo  ras de escoam ras de escoam onstituem  o  c e a altura e la dor    que  s que  mação  xa  de  mento  mento  corpo  rgura 

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rp Parâmetro de penalidade para os elementos degenerados  r0 Parâmetro de penalidade inicial    Vector que contem as componentes do tensor Si  Vector que reúne os valores próprios do tensor Si  t Forças de superfície externas (afectadas pelo multiplicador)  t Componente tangencial t Espessura da parede t0 Forças de superfície externas iniciais  Forças de superfície externas não afectadas pelo multiplicador  u Campo de deslocamentos   Campo de deslocamentos inicial  Tensor da taxa dos deslocamentos    Campo das velocidades  ;     Campo das velocidades das duas regiões delimitadas pela fronteira Γ   Campo das acelerações  x  Ponto de tensão  x  Ponto do interior do corpo      Maiúsculas gregas  Ω Domínio do corpo  Ω Volume do corpo  Γ  Superfície do corpo   Γd Região da superfície Γ onde ocorrem as descontinuidades do campo de velocidade  Γu Região da superfície Γ, representada pelas condições de fronteira cinemática   Γσ Região da superfície Γ, representada pelas condições de fronteira estáticas  Δp Volume do elemento degenerado  Ψ  Ângulo que a superfície de deslizamento faz com a horizontal  Ψ Ângulo que relaciona a F2 com a F1    Minúsculas gregas  λ Multiplicador  λ Parâmetro de carregamento não dimensional  λc Mínimo valor da região superior do multiplicador da carga de colapso (cedência)  Valor experimental do λ no colapso    Ultimo valor de λ    Valor da região superior de    ε  (Campo das) Deformação  εe Deformação elástica  εp Deformação plástica  εT Deformação total plástica  Componentes contínuas da deformação plástica    Taxa das deformações   Tensor de deformação plástica   Campos da taxa de deformação plástica   Tensor da taxa de deformação elástica    Taxa de deformação plástica  , , Tensores principais da taxa de deformação (elástica)  , , Tensores principais da taxa de deformação plástica  μ Vectores colectores dos multiplicadores de Lagrange  μk Valor do vector μ na iteração K  μλ Vectores colectores dos multiplicadores de Lagrange na cedência  α Multiplicador plástico   σ Tensão (normal)  σ Estado de tensão final

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, Collap mu Con CP σi Pon σt Pon σAVg Ten   Ten Ten Ten σn Ten σt Ten   Ten Ten Ten σx Ten σy Ten σy Ten , Ten σ Ten σ2  Ten Est , Ten τ Ten τ  Ten á    Ten á   Tentru τxy Ten υ Coe Com   Cam γ Dis γ  Pes γB.R. Pes γE.B.R. Pes γ1 Pla γ2 Pla Vel ρ  Par φ Âng θ Âng θ Âng θ Âng Âng δ Esp     Ab ACI Am alt Alt CEN Com pse load ultiplier Mu comp Lar nvert -n Pro CPU Cen PU Time Tem DEC De Un nto de tensão nto de tensão nsão média (c nsão horizont nsão horizont nsão horizont nsão normal n nsão de tracçã nsão vertical t nsão vertical f nsão vertical v nsão na direcç nsão de cedên nsão na direcç nsores princip nsão principal nsão principal tado de tensão nsores princip nsão de corte  nsão de corte  nsão de corte  nsão  de  cort

ncatura ao co nsão de corte  eficiente de P mponentes de mpo das veloc storção  so específico d so específico d so específico e no de carrega no de carrega locidade do p râmetro adim gulo de atrito gulo de inclina gulo de inclina gulo entre a ju gulo θ limite e pessura do ele reviaturas/Tr merican Concre ura dos tijolos mité Europeu ultiplicador de rgura dos tijol ograma que pe ntral Processi mpo de cálcul partamento  iversidade No o principal no  o principal no  centro do círcu al total equiva al fixa equiva al variável eq na junta;  ão aplicada à  total equivale fixa equivalen variável equiv ção x  ncia  ção y  pais da tensão l vertical aplic l horizontal ap o inicial  pais da tensão (na junta)  total equivale máxima do c e  máxima  do orte  Poisson  escontínuas d cidades relativ dos blocos  do betão refo equivalente d amento vertic amento horizo onto O  ensional que   interno do m ação do plano ação da gravid unta horizont em que o cola emento degen raduções  ete Institute ( s   de Normaliza e colapso  os  ermite a conv ng Unit (Unid lo despendido de  Engenhar ova de Lisboa estado inicial estado que or ulo de Mohr) alente aplicad lente aplicada uivalente apli alvenaria  nte aplicada n te aplicada na valente aplicad o  cada ao painel plicada ao pai o no estado de ente aplicada  ritério de Már o  círculo de 

da deformação vas na frontei orçado  o betão refor cal  ontal  corresponde  material  o de suporte d dade  tal e a tensão  apso da pared nerado  Instituto de B ação  versão do form ade de proces o pelo CPU 

ria  Civil,  da  (http://www. rigina a trunca da na estrutur a na estrutura cada na estru na estrutura d a estrutura da da na estrutur l  nel  e colapso  na estrutura  rio Vicente da Mohr  no  est

o plástica  ira dos eleme rçado  ao rácio entre da parede vertical  e foi observad Betão America mato Ansys pa ssamento cen Faculdade  .dec.fct.unl.pt atura  ra da alvenaria a da alvenaria  utura da alven da alvenaria co a alvenaria co ra da alvenari da alvenaria c a Silva 

tado  de  tens

ntos  e a altura e a  do  ano)  ara o formato ntral)  de  Ciências  t/)  a com θ=90°  com θ=90°  naria com θ=90 om θ=90°  m θ=90°  a com θ=90°  com θ=90°  são  que  origi

largura da par  SUBLIM3d  e  Tecnologi 0°  ina  a  rede  a  da 

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Dismesh Programa que permite a criação da malha das juntas no formato Ansys  DOF  Degrees of freedom (Graus de liberdade) 

Elapsed Time Duração total do cálculo  

Elem_altura Número de elementos existentes na altura de cada tijolo  Elem_comp Número de elementos existentes na largura de cada tijolo  erro Erro de compatibilidade  esp Espessura dos tijolos  FASE 1  Minimização global  FASE 2  Minimização local  FRP Fiber‐Reinforced Polymer (Polímero reforçado por fibras)  Geocluster Sistema de processamento em paralelo  máx. Máximo  Max. Compatibility error Maximum compatibility error (Erro de compatibilidade máximo)  MED Método de Elementos Discretos ou Método de Elementos Distintos  MEF Método de Elementos Finitos  nº fiadas Número de fiadas 

nº tijolos por fiada Número de tijolos que constituem cada fiada  nrblocosi Número de tijolos inteiros existentes em cada fiada  nrlinhasi Número de fiadas ímpar 

nrlinhasp Número de fiadas par 

nr. of total iter. Number of total iteration (Número total de iterações)  offseti Largura do primeiro tijolo da fiada ímpar 

offsetp Largura do primeiro tijolo da fiada par 

p.e.e.d.v.b.r Peso específico equivalente e distribuído da viga de betão reforçado  Prep_calc3d Comando final que permite a conclusão do ficheiro gerador de malhas  Script_masonry_2d Programa que permite a criação da malha dos tijolos no formato Ansys 

SUBLIM3d Strict Upper Bound Limit analysis code

 (http://www.dec.fct.unl.pt/projectos/SUBLIM3d/)  SW Shear Wall (Parede de corte)  TOL Tolerância  2D Bidimensional  3D Tridimensional    Símbolos matemáticos    Domínio real de uma função com duas variáveis    Reais positivos    Reais positivos incluindo o zero  · Produto contraído (ou contracção dupla) entre dois tensores da mesma ordem : Produto interno  : Que verifique  : Resulta    A equação A simplifica‐se na equação B, através da condição C  Congruente  |…|  Módulo    Mínimo da função A  tr(…) Traço  {-} Vector  [-] Matriz  -T Transposta de uma matriz  --1 Inverso de uma matriz  A(x,…,y) Função A que depende das variáveis x, …, y  …,  Derivada parcial da componente i de um vector em função da j‐ésima variável 

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  ,   Na Inte Som   Sist bla ‐ Gradient egral no corpo matório de i a tema de equa te da função e o i em ordem  até f  ações, formad escalar A:  A a x  o pelas equaç x, y ções A e B  ,   

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Índice 

Agradecimentos ... i  Resumo ... iii  Abstract ... v  Simbologia e Notações ... vii  Índice de Figuras ... xvii  Índice de Tabelas ... xxi  Introdução ... 1  1.1  Motivação ... 1  1.2  Objectivo ... 2  1.3  Metodologia ... 3  1.4  Organização do documento ... 6  Definição do Problema ... 7  2.1  Considerações iniciais ... 7  2.2  Caracterização dos Sistemas de alvenaria ... 7  2.3  Comportamento do Material ... 12  2.3.1  Fundamentos da teoria da elasto‐plasticidade ... 12  2.3.1.1  Parcela elástica ... 12  2.3.1.1.1  Definição/Solução do tipo de problema ... 13  2.3.1.2  Parcela plástica ... 15  2.3.2  Leis constitutivas ... 20  2.3.2.1  Definição/Considerações do tipo de problema ... 20  2.3.3  Estados planos ... 21  2.4  Métodos de Resolução do problema ... 22  2.4.1  Análise Limite ... 24  2.4.1.1  Teorema da região inferior (Teorema Estático) ... 25  2.4.1.2  Teorema da região superior (Teorema Cinemático) ... 26  2.5  Funções de dissipação ... 27  2.5.1  Critério de Mohr‐Coulomb ... 28  2.5.2  Critério de Armando Nunes Antão ... 29  2.5.3  Critério de Mário Vicente da Silva ... 31  Ferramenta de cálculo ... 35  3.1  Formulação numérica ... 35 

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3.1.2  3.2  A 3.2.1  3.2.2  3.2.2.1  3.2.2.2  3.2.2.3  Valida 4.1  Cr 4.2  Cr Aplicaç 5.1  Pr 5.1.1  5.1.2  5.1.3  5.2  Ex 5.2.1  5.2.1.1  5.2.1.1.1  5.2.1.1.2  5.2.1.1.3  5.2.1.1.4  5.2.1.1.5  5.2.1.2  5.2.1.2.1  5.2.1.2.2  5.2.1.2.3  5.2.1.2.4  5.2.1.2.5  5.2.2  5.2.2.1  5.2.2.2  5.2.2.3  5.2.2.4  5.2.2.5  Elementos  lgoritmo de  Minimizaçã Minimizaçã Critério de  Critério de  Critério de  ção ... ritério de Ar ritério de Má ções Numér rogramas ... Bases SUBL Desenvolvim Criação do  xemplos ... Exemplos d Exemplo 1 . Definição Resultad Simplifica Resultad Discussão Exemplo 2 . Definição Resultad Simplifica Resultad Discussão Exemplo de Definição ... Resultados  Simplificaçõ Resultados  Discussão d de Corpo Ríg programaçã ão global (FA ão local (FASE Mohr – Coul Armando Nu Mário Vicen ... mando Nune ário Vicente  icas ... ... LIM3d ... mento do pr ficheiro de c ... de aplicação  ... o ... os experime ações/Consi os SUBLIM3 o dos resulta ... o ... os experime ações/Consi os SUBLIM3 o dos resulta e aplicação d ... experiment ões/Conside SUBLIM3d .. dos resultado gido ... o matemátic SE 1) ... E 2) ... lomb [25] .... unes Antão .. te da Silva ... ... es Antão ... da Silva ... ... ... ... rograma gera comandos po ... de critérios s ... ... entais/Propo derações ... d ... ados ... ... ... entais/Propo derações ... d ... ados ... de critérios co ... ais/Proposta rações ... ... os ... ... co ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ador da malh ossibilitando ... sem truncatu ... ... stas ... ... ... ... ... ... stas ... ... ... ... om truncatu ... as ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ha ...  a geração d ... ura ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ura (Exemplo ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... e malhas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... o 3) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 39  ... 40  ... 41  ... 43  ... 44  ... 45  ... 47  ... 51  ... 53  ... 58  ... 63  ... 63  ... 63  ... 64  ... 66  ... 67  ... 67  ... 68  ... 68  ... 69  ... 71  ... 75  ... 78  ... 80  ... 80  ... 82  ... 85  ... 88  ... 93  ... 96  ... 96  ... 98  ... 101  ... 105  ... 118 

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5.2.3  Considerações finais ... 121  Conclusões e Desenvolvimentos futuros ... 123  6.1  Conclusão ... 123  6.2  Desenvolvimentos futuros ... 124  Bibliografia ... 125     

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Índice de Figuras 

Figura 2.1 – Sistemas de alvenaria: Exemplos de alvenaria (a) Simples (b) Armada (c) Pré‐esforçada  (d) Confinada (adaptada de [20]) ... 8  Figura 2.2 – Classificação das unidades em relação às características geométricas da respectiva  furação: Unidades (a) Maciças; (b) com Furação Horizontal; (c) com Furação Vertical [20] ... 9  Figura 2.3 – Tipos de alvenaria de pedra: Alvenaria de (a) Cascalho; (b) Blocos sem alinhamento;       (c) Blocos com alinhamento [21] ... 10  Figura 2.4 – Tipos de disposição da alvenaria de tijolos/blocos: Ligação (a) Americana;        (b) Inglesa (ou cruzada); (c) Flamengo; (d) Tipo monte; (e) Alternada (ou comum) [21] ... 10  Figura 2.5 – Tipos de secção transversal da alvenaria [21] ... 10  Figura 2.6 – Estratégias de modelação para alvenarias simples:       (a) Amostra de alvenaria; (b) Modelação micro detalhada; (c) Modelação micro simplificada;       (d) Modelação macro (adaptada de [6]) ... 11  Figura 2.7 – Diagrama tensão‐deformação típico em condições uniaxiais ... 12  Figura 2.8 – Domínio elástico definido pela superfície de Coulomb – Hipótese de tensão plana ... 13  Figura 2.9 – Definição do tipo de problema ... 14  Figura 2.10 – Fase de descarregamento, no regime plástico ... 16  Figura 2.11 – Domínio plástico definido pela superfície de cedência de Coulomb – Hipótese       de tensão plana ... 17  Figura 2.12 – Caso particular da normalidade (superfície de Cedência de Coulomb) – Hipótese        de tensão plana ... 17  Figura 2.13 – Consequência do trabalho plástico máximo: Convexidade [1] ... 18  Figura 2.14 – Dissipação numa superfície de cedência não estritamente convexa [1] ... 19  Figura 2.15 – Diagrama tensão‐deformação de um corpo rígido perfeitamente plástico ... 20  Figura 2.16 – Domínio dos carregamentos admissíveis [1] ... 25  Figura 2.17 – Critério de cedência de Mohr ‐ Coulomb ... 28  Figura 2.18 – Representação gráfica da superfície de cedência de Mohr‐Coulomb [1] ... 28  Figura 2.19 – Superfície de cedência de Mohr‐Coulomb em duas dimensões – Hipótese        de tensão plana ... 29  Figura 2.20 – Critério de cedência proposto em [4] ... 30  Figura 2.21 – Comparação do modelo de interface composto[6] com o critério de       Armando Nunes Antão[4] ... 31  Figura 2.22 – Critério de cedência proposto em [5] ... 32  Figura 2.23 – Comparação do critério de Armando Nunes Antão com o critério de        Mário Vicente da Silva ... 33  Figura 3.1 – Interface de dois elementos 2D formado por elementos degenerados [1] ... 37  Figura 3.2 – Fronteira com descontinuidades entre dois elementos adjacentes [1] ... 38  Figura 3.3 – Graus de liberdade de um corpo rígido [1] ... 39  Figura 3.4 – Implementação do algoritmo de minimização de Uzawa [1] ... 41  Figura 3.5 – Zonas que definem o espaço auxiliar, Cc, no critério de Armando Nunes Antão ... 46  Figura 3.6 – Zonas que definem o espaço auxiliar, Cc, no critério de Mário Vicente da Silva ... 48  Figura 4.1 – Exemplo de validação nº1: Corpo sujeito a cargas uniformemente distribuídas normais à  superfície (H e V) ... 51  Figura 4.2 – Exemplo de validação nº2: Corpo sujeito a cargas normais (H e V) e tangenciais (C) 

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Figura 4.3 – aplicadas no Figura 4.4 – Figura 4.5 – Figura 4.6 – Figura 4.7 – Figura 4.8 – Figura 4.9 – Figura 4.10  Figura 4.11  Figura 4.12  Figura 4.13  Figura 5.1 – uma parede Figura 5.2 – Figura 5.3 – Figura 5.4 – Figura 5.5 – Figura 5.6 – Figura 5.7 – Figura 5.8 – Figura 5.9 – pelos result Figura 5.10  Figura 5.11  Figura 5.12  por [12] e p Figura 5.13  por [12] e p Figura 5.14  m=0.4375 n Figura 5.15  m=0.875 no Figura 5.16  Figura 5.17  Figura 5.18  a) Análise li Figura 5.19  Figura 5.20  cedência [3 Figura 5.21  Figura 5.22  Figura 5.23  carregamen Figura 5.24  carregamen – Exemplo de o tijolo supe – Discretizaçã – Resultado o – Resultados  – Representa – Representa – Discretizaçã – Resultado – Resultado – Represent – Represent – Tipo de elem e de alvenari – Ficheiro de  – Etapas que  – Dados nece – Estrutura d – Tipo de car – Domínio de – Proposta ap – Representa tados experim – Represent – Determina – Comparaç pelos ensaios – Comparaç pelos ensaios – Dissipação nos pontos ρ – Dissipação os pontos ρ= – Geometria – Mecanism – Modos de mite 1 b) An – Modo de r – Modelo pr 0] ... – Superfície  – Parâmetro – Comparaç nto ‐deslocam – Comparaç nto – desloca e validação n rior (V e C) .. ão do corpo  obtido pelo S complemen ação do exem ação gráfica d ão do corpo   obtido pelo s compleme tação do exe tação gráfica mentos que  ia ... leitura do p definem o fi essários pela  a alvenaria d regamento d e estabilidade presenta no  ação gráfica d mentais, par tação gráfica ação do núm ção dos mult s experiment ção dos mult s experiment o plástica e m =0.25 e 2.8 d o plástica e m 0.25 e 2.8 do a da alvenari mos de rotura  rotura obtid nálise limite 2 rotura obtido roposto pelo ... de cedência os do critério ção dos resul mento exper ção dos resul amento expe nº3: Provete  ... ... SUBLIM3d .... tares obtido mplo no diag do critério de ...  SUBLIM3d .. ntares obtid emplo no dia a do critério d definem os t ... rograma ger icheiro de co 1º etapa do do exemplo 1 do exemplo 1 e do exempl artigo (adap dos resultado ra o caso de ρ a da tendênc mero de proc iplicadores d tais, para o c iplicadores d tais, para o c malha deform do exemplo  malha deform o exemplo 1 ia de pedra e a experiment dos para par 2 [17] ... o para a pare o método sim ... a hiperbólica o de cedência ltados obtido rimentais da  ltados obtido erimentais da de dois tijolo ... ... ... os pelo SUBLI rama de Mo e cedência d ... ... dos pelo SUB grama de M de cedência  tijolos, as jun ... rador de mal omandos que o processo de 1 [12] ... 1 (adaptado  o 1 no plano ptado de [12] os obtidos p ρ=1 e m=0.8 ia do multip essadores m de cedência o caso de m=0. de cedência o caso de m=0. mada obtidas 1 ... mada obtidas ... e esquema d tal [27] ... ede SW200 p ... ede SW30 pe mplificado de ...  ... a de Mohr ‐ os pelas estim parede de c os pelas estim a parede SW os com junta ... ... ... IM3d ... hr ... do exemplo .. ... ... LIM3d ... ohr ... do exemplo ntas e o linte ... has ... e permite a g e criação de  ... de [12]) ... o de carregam ]) ... elo SUBLIM3 875 ... licador de co mais eficiente obtidos pelo .4375 ... obtidos pelo .875 ... s pelo SUBLI ... s pelo SUBLI ... e carregame ... pela:         ... ela Análise M e análise des ... ... Coulomb ... mativas teór corte SW30 .. mativas teór W100 ... a sujeito a ca ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... el do modelo ... ... geração de m malhas ... ... ... mento (γ1,γ2) ... 3d, pela prop ... olapso ... e para o exem o SUBLIM3d c ... o SUBLIM3d c ... M3d, para o ... M3d, para o ... ento (adapta ...         ... MEF [31] ... crevendo o e ... ... ... ricas com as  ... ricas com as  ... argas          ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... o de       ... ... malhas ... ... ... ... ) [12] ... ... posta [12] e   ... ... mplo 1 ... com os obtid ... com os obtid ...  caso de  ...  caso de    ... ado de [27])  ...        ... ... equilíbrio na ... ... ... curvas de  ... curvas de  ... ... 52  ... 53  ... 54  ... 54  ... 55  ... 57  ... 58  ... 58  ... 59  ... 60  ... 61     ... 64  ... 65  ... 66  ... 66  ... 68  ... 69  ... 69  ... 70     ... 73  ... 74  ... 75  dos  ... 75  dos  ... 76  ... 77  ... 78  ... 81  ... 82          ... 83  ... 84  a  ... 84  ... 85  ... 86  ... 88  ... 89 

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Figura 5.25 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas com as curvas de  carregamento – deslocamento experimentais da parede de corte SW200 ... 89  Figura 5.26 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas com a curva de  carregamento – deslocamento experimental da parede de corte SW250 ... 90  Figura 5.27 – Dissipação plástica e malha deformada obtida pelo SUBLIM3d para a parede de corte  SW30 do exemplo2 ... 91  Figura 5.28 – Dissipação plástica e malha deformada obtida pelo SUBLIM3d para a parede de corte  SW100 do exemplo2 ... 92  Figura 5.29 – Dissipação plástica e malha deformada obtida pelo SUBLIM3d para a parede de corte  SW200 do exemplo2 ... 92  Figura 5.30 – Dissipação plástica e malha deformada obtida pelo SUBLIM3d para a parede de corte  SW250 do exemplo2 ... 93  Figura 5.31 – Estrutura da alvenaria do exemplo 3 (adaptado de [10]) ... 96  Figura 5.32 – Critério de cedência dos elementos de junta (adaptado de [10]) ... 97  Figura 5.33 – Critério de cedência da junta para o caso de tracção uniaxial (adaptado de [10]) ... 98  Figura 5.34 – Mecanismos de rotura experimentais típicos para os ensaios de compressão biaxial:  Compressão (a) uniaxial; (b) biaxial (adaptado de [36]) ... 99  Figura 5.35 – Resumo dos modos de rotura para a tracção‐compressão biaxial (adaptado de [37])  100  Figura 5.36 – Estado de tensão aplicado à alvenaria (círculo de Mohr) ... 102  Figura 5.37 – Carregamento equivalente aplicado na estrutura da alvenaria com θ=90°... 103  Figura 5.38 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas (SUBLIM3d e [10]) para o  painel com θ=90° no ensaio de tracção biaxial ... 105  Figura 5.39 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas (SUBLIM3d e [10]) para o  painel com θ=67.5° no ensaio de tracção biaxial ... 105  Figura 5.40 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas (SUBLIM3d e [10]) para o  painel com θ=45° no ensaio de tracção biaxial ... 106  Figura 5.41 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas (SUBLIM3d e [10]) para o  painel com θ=22.5° no ensaio de tracção biaxial ... 106  Figura 5.42 – Comparação dos resultados obtidos pelas estimativas teóricas (SUBLIM3d e [10]) para o  painel com θ=0° no ensaio de tracção biaxial ... 107  Figura 5.43 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [36] para o  painel com θ=90° no ensaio de compressão biaxial ... 108  Figura 5.44 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [36] para o  painel com θ=67.5° no ensaio de compressão biaxial ... 108  Figura 5.45 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [36] para o  painel com θ=45° no ensaio de compressão biaxial ... 109  Figura 5.46 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [36] para o  painel com θ=22.5° no ensaio de compressão biaxial ... 109  Figura 5.47 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [36] para o  painel com θ=0° no ensaio de compressão biaxial ... 110  Figura 5.48 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [37] para o  painel com θ=90° no ensaio de tracção – compressão biaxial ... 111  Figura 5.49 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [37] para o  painel com θ=67.5° no ensaio de tracção – compressão biaxial ... 111  Figura 5.50 – Comparação dos resultados obtidos pelo SUBLIM3d com os experimentais [37] para o 

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Figura 5.51  painel com  Figura 5.52  painel com  Figura 5.53  do exemplo Figura 5.54  do exemplo Figura 5.55  do exemplo Figura 5.56  do exemplo Figura 5.57  do exemplo Figura 5.58  do exemplo Figura 5.59  exemplo 3 c Figura 5.60  exemplo 3 c Figura 5.61  exemplo 3 c Figura 5.62  exemplo 3 c Figura 5.63  exemplo 3 c Figura 5.64    – Comparaç θ=22.5° no e – Comparaç θ=0° no ensa – Dissipação o 3, referente – Dissipação o 3, referente – Dissipação o 3, referente – Dissipação o 3 com θ=0° – Dissipação o 3 com θ=22 – Dissipação o 3 com θ=90 – Dissipação com θ=0°, re – Dissipação com θ=22.5° – Dissipação com θ=45°, r – Dissipação com θ=67.5° – Dissipação com θ=90°, r – Ensaio de  ção dos resul ensaio de tra ção dos resul aio de tracçã o plástica e m e ao ensaio d o plástica e m e ao ensaio d o plástica e m e ao ensaio d o plástica e m  e σ2=0, refe o plástica e m 2.5° e σ2=0, r o plástica e m 0° e σ2=0, ref o plástica e m eferente ao e o plástica e m , referente a o plástica e m referente ao  o plástica e m , referente a o plástica e m referente ao  compressão ltados obtido acção – comp ltados obtido ão ‐ compres malha deform de tracção bi malha deform de tracção bi malha deform de tracção bi malha deform erente ao ens malha deform referente ao  malha deform ferente ao en malha deform ensaio de tra malha deform ao ensaio de  malha deform ensaio de tr malha deform ao ensaio de  malha deform ensaio de tr o sob provete os pelos SUB pressão biax os pelo SUBL ssão biaxial .. mada típicas  iaxial – Parte mada típicas  iaxial – Parte mada típicas  iaxial – Parte mada típicas  saio de comp mada típicas  ensaio de co mada típicas  nsaio de com mada obtidas acção – comp mada obtidas tracção – co mada obtidas racção – com mada obtidas tracção – co mada obtido racção ‐ com es de alvena BLIM3d com  ial ... LIM3d com o ... obtidas pelo e I ... obtidas pelo e II ... obtidas pelo e III ... obtidas pelo pressão biax obtidas pelo ompressão b obtidas pelo mpressão bia s pelo SUBLI pressão biaxi s pelo SUBLI ompressão b s pelo SUBLI mpressão biax s pelo SUBLI ompressão b s pelo SUBLI pressão biax ria e suas co os experime ... os experimen ... o SUBLIM3d  ... o SUBLIM3d  ... o SUBLIM3d  ... o SUBLIM3d  xial ... o SUBLIM3d  biaxial ... o SUBLIM3d  axial ... M3d para os ial ... M3d para os iaxial ... M3d para os xial ... M3d para os iaxial ... M3d para os xial ... nsequências entais [37] pa ... ntais [37] par ... para os pain ... para os pain ... para os pain ... para os pain ... para os pain ... para os pain ... s painéis do  ... s painéis do  ... s painéis do  ... s painéis do  ... s painéis do  ... s ... ara o  ... 112  ra o  ... 113  néis  ... 114  néis  ... 114  néis  ... 115  néis  ... 115  néis  ... 116  néis  ... 116  ... 117  ... 117  ... 117  ... 118  ... 118  ... 122 

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Índice de Tabelas 

Tabela 2.1 – Função da taxa de dissipação da energia plástica para o critério de Mohr ‐ Coulomb .... 29  Tabela 2.2 – Função da taxa de dissipação da energia plástica para o critério [4] ... 30  Tabela 2.3 – Função da taxa de dissipação da energia plástica para o critério [5] ... 32  Tabela 4.1 – Principais características da malha ... 54  Tabela 4.2 – Tensões aplicadas no corpo e propriedades do círculo de Mohr ... 55  Tabela 4.3 – Principais características da malha ... 58  Tabela 4.4 – Tensões principais aplicadas no corpo e propriedade do círculo de Mohr ... 59  Tabela 5.1 – Multiplicador de colapso para as várias proporções da alvenaria dos       cálculos efectuados ... 73  Tabela 5.2 – Erro obtido ao considerar cada multiplicador de colapso ... 74  Tabela 5.3 –Principais características da malha do exemplo 1 para os casos de m=0.4375 e 0.875     nos pontos ρ=0.25 e 2.8 ... 76  Tabela 5.4 – Multiplicadores de cedência obtidos pelo SUBLIM3d para os casos de m=0.4375 e 0.875  nos pontos ρ=0.25 e 2.8 do exemplo 1 ... 76  Tabela 5.5 – Carregamento vertical aplicado a cada parede modelo do exemplo 2 ... 81  Tabela 5.6 – Comparação da carga de colapso[KN] obtida experimentalmente com a obtida pelas  estimativas teóricas... 90  Tabela 5.7 – Principais características da malha de cada parede do exemplo 2 ... 91  Tabela 5.8 – Principais características das malhas utilizados no exemplo 3 ... 114   

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Capítulo 1 

1

Introdução 

1.1 Motivação 

A  motivação  para  realizar  a  presente  dissertação  pode  ser  enquadrada  em  duas  vertentes  distintas: a pessoal e a científica. 

As razões pessoais pelas quais aceitei a proposta de realizar a presente dissertação foram: 

• O  interesse  e  a  vontade  em  continuar  a  contribuir  para  o  desenvolvimento  do  SUBLIM3d,  nomeadamente no tema cargas de colapso de sistemas de alvenaria; 

• A transversalidade do tema, da determinação das cargas de colapso, em relação a diferentes  áreas da Engenharia Civil (por exemplo: Estruturas, Geotecnia e Construção); 

• O  gosto  e  interesse  pela  programação  associada  à  utilização  de  métodos  de  elementos  finitos. 

No  que  concerne  à  vertente  científica,  o  tema  apresenta  ainda  alguns  pontos  por  esclarecer,  apresentando  assim  a  possibilidade  de  conduzir  a  trabalho  inovador  e  aliciante.  Destacam‐se,  nomeadamente: 

• A dificuldade em simular numericamente a alvenaria, devido a este tipo de estrutura ser um  material  complexo  (composto  por  unidades,  juntas  e  interfaces  unidade/junta)  que  exibe  diferentes  propriedades  direccionais  (resistência  e  rigidez).  Estas  propriedades  são  influenciadas  principalmente  pelas  propriedades  dos  materiais  (unidades  e  juntas),  pela  resistência dos interfaces unidade/junta (que assume normalmente um valor muito inferior  quando  comparado  com  as  unidades  e  as  juntas,  assim  a  presença  destes  interfaces  cria  planos  de  fragilidade  ao  longo  do  qual  a  falha  pode  iniciar‐se  e  propagar‐se)  e  da  sua  orientação e pelo modo de execução da alvenaria; 

• O  insucesso  dos  métodos  existentes  para  estimar  a  carga  de  colapso  dos  sistemas  de  alvenaria, revelando que se trata de uma área de investigação não concluída, havendo ainda  possibilidade  para  explorar  soluções  alternativas  que  permitam  ultrapassar  as  limitações  observadas actualmente. Em particular, a utilização dos teoremas da análise limite permitem  obter  métodos  com  elevadas  potencialidades,  mas  que  têm  sido  até  agora  razoavelmente  negligenciados; 

• A  consideração  da  resistência  à  compressão  da  alvenaria  na  direcção  normal  à  junta  horizontal como sendo a única propriedade relevante do material, conduzindo a um estado  de compressão triaxial na junta e a um estado de compressão biaxial na unidade. Por isso as  estruturas de alvenaria ainda nos dias de hoje, apenas são usadas em compressão, a menos  que se use alvenarias reforçadas ou pré‐esforçadas;  • O desprezo da capacidade resistente das paredes não estruturais no cálculo estrutural;  • A inexistência de novas aplicações da alvenaria estrutural, que se deve: 

o Às  razões  económicas  ‐  Em  países  desenvolvidos,  a  alvenaria  parece  ter  perdido  quase completamente a sua função estrutural, para serem usados como um sistema  de  revestimento  ou  para  preencher  paredes  não  resistentes.  Em  países  em 

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Apr hoje sísm

1.2 Obje

De  form proposto  vi DEC,  SUBLI alvenaria”.  determinaç Para se  • A fe que • O S se  mo pod roc ond • Os  refo dire con • O e das             o À falta  em rela dimens confirm aceitar  o À educa o À falta d resentam‐se  e são compe micas e do ve  

ectivo 

ma  sucinta  o isa  o  desenv M3d,  com  v Assim,  nes ção das carga compreende erramenta n e visa o cálcu UBLIM3d já  pretende  co delos  propo dendo  resolv hosos,  dos  c de a ligação,  sistemas  de orçada que s ecção  consi nforme a dire estudo ficou‐  paredes no  de desenvol ação às regra ionamento d mada  pelo  fa qualquer teo ação dos eng de conhecim agora as ap etitivas: as pa ento, os núcl o  objectivo  volvimento  d vista  à  sua  a ste  trabalho as de colapso er melhor o  umérica SUB ulo de limites permitia o c om  este  tra stos  apresen ver  também contactos  en a coesão e o e  alvenaria  são um meio derada)  e  ecção consid ‐se pelos cas plano, sujeit lvimento das as do betão  da alvenaria  acto  que  có oria simplific genheiros Civ mento do com plicações da  aredes resist leos de alven deste  traba de  uma  ferr aplicação  na  o  pretende‐ o de sistema objectivo ap BLIM3d é fun s superiores  álculo de lim balho  é  des ntam  uma  m m  problemas ntre  corpos,  o atrito entre em  que  se  o não homog anisotrópico erada);  sos bidimens tando‐as a ca s regras de d e do aço ‐ A conduz a um digos  mode cativa;  vis;  mportamento alvenaria es tentes, os pa naria pré‐esf lho  encontr ramenta  num determinaç ‐se  contribu s de alvenar presentado s ndamentada precisos de c mites superio senvolver  fu maior  aplicab s  nas  áreas: isto  é,  todo e os constitu foca  este  e géneo (apres o  (apresent sionais, logo argas estátic dimensionam A falta de de ma necessida rnos,  CEN  [ o deste tipo  strutural exis ainéis de enc forçada e os 

ra‐se  na  des mérica  de  el ção  de  carga uir  para  a 

ia.  erão feitos a a no teorema cargas de co ores para sist unções  de  d bilidade  do  q   dos  adesiv o  o  tipo  de  intes formem estudo  são  a senta diferen ta  diferente o apenas se c cas de peque mento deste  esenvolvime ade de nova [2]  e  ACI  [3 de estrutura stentes que  chimento par edifícios de  scrição  do  te lementos  fin as  de  colaps

resolução  alguns esclar a cinemático olapso de est temas de alv issipação  m que  os  siste vos,  das  jun comportam m acções me as  paredes  ntes propried es  caracterí considerou o ena duração. tipo de estr nto das regr as pesquisas  ]  se  recusar a.   ainda nos d ra resistir a c pequena altu

ema:  “O  tra nitos  existen so  de  sistem do  problem recimentos:  o da análise l truturas;  venaria, mas  mais  eficiente

mas  de  alve tas  em  mat ento  de  inte ecânicas bási de  alvenaria dades confo ísticas  mecâ o comportam   rutura  ras de  que é  rem  a  ias de  cargas  ura.   abalho  nte  no  mas  de  ma  da  imite,  o que  es  (os  enaria,  teriais  erface  icas);  a  não  rme a  ânicas  mento 

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Capítulo 1. Introdução

 

Para  se  alcançar  o  objectivo  global,  é  necessário  atingir  os  seguintes  sub‐objectivos  que  o  constituem: 

• Desenvolvimento da ferramenta numérica, através da introdução de duas novas superfícies  de  cedência  propostas  pelos  professores  Armando  Nunes  Antão[4]  e  Mário  Vicente  da  Silva[5]  que  tentaram  incorporar  os  diferentes  mecanismos  de  rotura,  nomeadamente,  rotura  por  tracção,  por  corte  e  por  compressão.  A  superfície  de  cedência  proposta  pelo  professor  Armando  Nunes  Antão  é  baseada  na  superfície  de  cedência  considerada  por  Lourenço[6], em que a recta vertical apresentada na truncatura em tracção é substituída por  um círculo. Por outro lado, a superfície de cedência proposta pelo professor Mário Vicente 

da Silva é também uma superfície de cedência composta, mas neste caso é constituída pelo  critério de Mohr‐Coulomb e por uma truncatura horizontal na zona de compressão. Através  da  utilização  destes  dois  critérios  pretende‐se  obter  melhores  resultados  do  que  os  apresentados  na  literatura,  porque  os  critérios  existentes  não  consideram  na  sua  maioria  truncatura em compressão e em tracção, e os que consideram apresentam uma forma que  não é mecanicamente possível; 

• Implementar  numericamente  as  duas  funções  na  ferramenta  numérica  SUBLIM3d,  permitindo assim o cálculo da dissipação de energia das alvenarias; 

• Validar a correcta programação dos critérios, através de exemplos simples em que a carga de  colapso real seja de fácil determinação; 

• Uma vez dispondo da ferramenta de cálculo totalmente operacional, torna‐se imprescindível  proceder à análise de um número variado de exemplos numéricos, que permitem avaliar a  robustez  (garantir  a  convergência  para  a  maioria  das  situações),  precisão  (apresentar  o  menor desvio possível à solução real), eficiência (apresentar um tempo de cálculo reduzido),  desempenho  (obter  pelo  menos  tão  bons  resultados  quanto  os  existentes  na  literatura)  e  capacidade dos modelos propostos. Os resultados previstos pelos modelos são comparados  com  os  resultados  obtidos  numericamente  por  outros  autores  e  com  os  resultados  experimentais.   

1.3 Metodologia 

Neste subcapítulo apresentam‐se os métodos existentes para as ferramentas de cálculo e para as  suas características: modelação da alvenaria, comportamento do material, resolução do problema da  simulação numérica da alvenaria e superfície de cedência. 

No  que  refere  às  estratégias  de  modelação  da  alvenaria,  são  conhecidos  a  modelação  micro  detalhada,  onde  as  unidades  e  as  juntas  são  representadas  por  elementos  contínuos  e  onde  os  interfaces  unidade/junta  são  representados  por  elementos  descontínuos,  a  modelação  micro  simplificada,  onde  as  unidades  são  expandidas,  mas  continuam  a  ser  representadas  por  elementos  contínuos, enquanto que o comportamento das juntas e dos interfaces é substituído por uma única  superfície  que  é  constituída  por  elementos  de  junta  e  a  modelação  macro  ou  homogeneização  ou  modelação contínua (para se obter esta modelação existem dois processos: a homogeneização xy ou  a homogeneização yx, que conduzem à obtenção de diferentes resultados), em que o conjunto das  unidades, das juntas e dos interfaces é substituído por um compósito [6]. 

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Os  mat externas  o  externas,  d primeira  fa comportam Os mét em análises tais como:  • O m cine • A a exig • O m A. C Por  últi cedência de critério de c superfície  d critério de M proposta  po Mohr‐Coulo W. Page [10 superfície d cedência  pr Antão[4]  e  critérios  de Coulomb.    As f alvenaria sã • A  p cine num unid mo mu crít • A p exe incr junt   teriais  podem corpo  volta  deforma‐se  e ase,  até  at mento plástic odos de reso s lineares e n método  da  a emático e da nálise elasto ge um custo  método de e Cundall [7], q

imo,  as  supe e Drucker ‐ P cedência de  de  cedência Mohr‐Coulom or  W.  F.  Che omb com um 0] que corre de cedência h ropostas  ne a  superfície e  cedência  ferramentas  ão:  proposta  ap emático  do  mérica  da  a dades  são  to delar as junt ltiplicadores icas) e é mai roposta apre ecuta a resolu remental no  tas e os inter m  exibir  um à  forma  ori e  não  retor tingir  a  ced

o até atingir olução do pr não lineares.  análise  limite a unicidade)  o‐plástica inc computacio lementos dis que exige um erfícies  de  c Prager propo Mohr‐Coulo   composta  mb e um ram en  e  D.  C.  D ma pequena  sponde a um hiperbólica p sta  dissertaç e  de  cedênc compostos  de cálculo m resentada  p método  de lvenaria,  mo omadas  com tas. Esta pro   limite,  os  m is eficiente n esentada po ução do prob qual as unid rfaces aprese m  comportam iginal,  ou  ine rna  mais  ao

dência,  exib  a rotura.  roblema da s

Neste traba

e,  que  é  bas e utiliza técn cremental, q nal significat scretos ou m m elevado esf cedência  exis sto por D. C. omb, o mode por  três  ra mo vertical p rucker  [9]  co truncatura e ma superfície proposta po ção  são  a  su cia  proposta

e  apresenta

mais actuais 

por  P.  DeBu e  análise  lim

odelando  a  mo  rígidas  e  posta permi mecanismos  na análise de or A. W. Page blema da sim dades apres entam um co mento  elásti elástico,  em   estágio  ini be  comport simulação nu lho evidenci seado  nos  te nicas de opti que apresent tivo;  método de e forço compu stentes  com . Drucker et  elo de trunca mos:  uma  t para a trunca orresponde  em tracção,  e de cedênci r H. R. Lotfi  uperfície  de a  por  Mário  am  como  b

descritas na

uhan  e  G.  D mite  para  a alvenaria  c usa  a  super te obter info de  colapso   alvenarias d e (análise de mulação num entam um c omportamen

ico,  em  que   que  o  corp cial  e  ou  el tamento  elá umérica da a ia‐se a utiliza eoremas  fun mização par ta um proble lementos dis utacional.  m  relevância  al.[8], o crité atura do inte truncatura  e atura em tra

a  um  critéri a superfície a composta  e P. B. Shing   cedência  p Vicente  da  ase  a  super

a literatura p

DeFelice  [12 a  resolução  omo  um  m fície  de  cedê ormações im

e  a  distribu de grande es e elementos  mérica da alv comportame nto plástico;

e  após  a  rem po  ao  ser  su

lasto‐plástico ástico,  e  d alvenaria po ação de méto damentais  ( a a sua imple ema de acum stintos (MED nesta  área  ério de cedên erface [6] co esférica  em  cção, a supe io  de  cedênc e de cedênci por dois ram g [11]. As no proposta  por Silva[5],  em rfície  de  ce ara a análise 2],  que  cons do  problem aterial  hom ência  de  Mo mportantes n

uição  de  ten cala [13];  finitos não l enaria atrav ento elástico moção  das  f bmetido  a  a o,  em  que  depois  exibe odem ser div odos não line teorema  est ementação;  mulação de e D) proposto 

são,  o  critér ncia de Rank nstituído po compressão erfície de ced cia  modifica a proposta p mos inclinad vas superfíc r  Armando  N m  que  amba dência  de  M e de estrutur

sidera  o  teo ma  da  simu mogéneo,  on ohr‐Coulomb a rotura (com nsões  nas  se ineares) [14 vés de uma a  enquanto q forças  acções  numa  e  um  ididos  eares,  tático,  erro e  por P.  rio  de  kine, o  r uma  o,  um  dência  do  de  por A.  os e a  ies de  Nunes  as  são  Mohr‐ ras de  orema  ulação  de  as  b  para  mo os  ecções  ], que  nálise  que as 

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Capítulo 1. Introdução

 

• A proposta apresentada por D. J. Sutcliffe et al. [15], que considera a superfície de cedência  de Mohr‐Coulomb para as unidades e o modelo de truncatura do interface para as juntas e  para os interfaces unidade/junta, sendo que a resolução do problema da simulação numérica  da alvenaria é baseada no teorema estático do método de análise limite;  

• A  proposta  apresentada  por  G.  Milani  et  al.  [16],  que  considera  como  estratégia  de  modelação  a  homogeneização  onde  o  comportamento  do  corpo  é  admitido  como  rígido  plástico  e  o  método  de  resolução  do  problema  da  simulação  numérica  da  alvenaria  foi  a  análise limite tanto recorrendo ao teorema cinemático como ao teorema estático; 

• A proposta apresentada por A. Orduna e P. B. Lourenço [17], que considera como método de  resolução  do  problema  da  simulação  numérica  da  alvenaria  a  análise  limite  e  opta  por  considerar as unidades como rígidas e as juntas como plásticas sendo que para os interfaces  unidade/junta o critério de cedência escolhido foi o de Mohr‐Coulomb; 

• A proposta apresentada por A. Zucchini e P. B. Lourenço [18], que escolhe a homogeneização  como a estratégia  de  modelação, executa a resolução do problema da simulação numérica  da alvenaria através de uma análise não linear, considerando o material como elástico e os  modelos de cedências adoptados foram o de Rankine em tracção e o de Drucker ‐ Prager em  compressão; 

• A  proposta  apresentada  por  P.  B.  Lourenço  [6],  que  considera  a  modelação  micro  simplificada  e  a  homogeneização  (com  diferentes  propriedades  direccionais)  como  as  estratégias de modelação da alvenaria, propõe uma superfície de cedência para os interfaces  e considera que os materiais apresentam um comportamento plástico; 

A  ferramenta  de  cálculo  considerada  no  presente  trabalho  é  o  SUBLIM3d  [1]  que  considera  a  modelação micro simplificada para a modelação da alvenaria, que opta por considerar os materiais  como  rígido‐plásticos,  que  se  baseia  no  teorema  cinemático  do  método  da  análise  limite  para  a  resolução do problema da simulação numérica da alvenaria e que considera as seguintes superfícies  de  cedência:  Mohr‐Coulomb,  a  proposta  apresentada  por  Armando  Nunes  Antão  e  a  proposta  apresentada por Mário Vicente da Silva. 

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1.4 Org

O prese onde foram ‐se os capít Capítulo em primeiro em seguida uma  revisã métodos de trabalhos  m abordagem Capítulo estudo  (SU matemático cálculo.  Ex cedência pr Capítulo exemplos n Capítulo neste capítu de  cedência numérico  e truncatura  e  teóricos  malhadores Capítulo juntamente  

anização 

ente docume m apresentad ulos centrais o 2. Neste ca o lugar proc  são revistos o  bibliográf e resolução d mais  relevan ). 

o  3.  O  capít UBLIM3d),  in o escolhido e põe‐se  tam ropostas. 

o  4.  Com  o  uméricos sim o  5.  Com  o ulo três exem a  de  Mohr‐C em  que  se 

no resultado disponíveis  s criados par

o  6.  O  capí e com algum

 do docum

ento encontr dos a motiva s da dissertaç apítulo apres ede‐se à car s alguns conc fica,  na  qua

do problema tes  no  cont

tulo  apresen ncluindo  a  f e o modo de bém  neste  intuito  de  v mples em qu o  intuito  de  mplos numé Coulomb,  po considera  o o) em que as na  literatu ra gerar o fich ítulo  aprese as sugestões

mento 

ra‐se estrutu ação, o objec ção, cujo con senta‐se um racterização  ceitos sobre l  se  preten a da simulaç texto  deste  nta  resumid formulação   incorporar c capítulo,  a  validar  os  mo ue a determin aferir  a  cap ricos (dois e orque  a  influ

s  dois  crité s soluções o ura.  Inclui‐s heiro de dad enta  por  fim s de desenvo urado em 6 c ctivo e a met nteúdo é sum a definição r da alvenaria o comporta de  enquadr ção numérica tema,  desta amente  a  fe numérica  a corpos rígido implementa odelos  prop nação da car pacidade  da xemplos num uência  da  tr

rios  de  ced btidas são co e  também  dos necessár m  as  princip olvimentos fu capítulos. Ap todologia ad marizado em rigorosa do p a (estratégias amento do m ar  o  leitor  a da alvenar acando‐se  os erramenta  d adoptada,  o os e element ação  numér ostos,  apres rga de colaps s  formulaçõ méricos, em uncatura  nã ência  propo omparadas c neste  tópic io pelo SUBL ais  conclusõ uturos.  pós este capí doptada no t m seguida:  problema em s de modela material e po sobre  o  est ria (sendo ap s  aspectos  p

de  cálculo  us o  algoritmo 

tos de junta  rica  das  dua

sentam‐se  ne so é fácil.  ões  proposta  que se cons ão  é  relevan ostos,  devido com resultad co,  a  estrut LIM3d.  ões  retirada ítulo introdu trabalho, seg m análise. Pa ção da alven r último, seg tado  da  art penas referid principais  de

sada  no  pre de  program na ferramen as  superfície este  capítulo as,  apresenta sidera a supe te  e  um  exe o  à  influênc dos experime turação  dos s  deste  trab utório,  guem‐   ra tal,  naria),  gue‐se  e  dos  dos os  e  cada  esente  mação  nta de  es  de  o  dois  am‐se  erfície  emplo  cia  da  entais  s  dois  balho, 

(31)

 

Capítulo 2 

2

Definição do Problema 

 

2.1 Considerações iniciais 

A  convenção  de  sinais  geralmente  adoptada  ao  longo  deste  documento,  tanto  para  as  tensões  como para as deformações, será a da geomecânica. Esta convenção considera que a compressão é  positiva  e  que  os  esforços  de  corte  (tangenciais)  são  positivos  quando  provocam  a  rotação  do  elemento no sentido horário (para ver as implicações desta convenção consultar [19]). Considerou‐se  por  outro  lado  a  convenção  de  sinais  da  mecânica  dos  sólidos  no  capítulo  3,  devido  a  se  tratar  da  convenção utilizada na formulação do SUBLIM3d. 

O  presente  trabalho  focou‐se  na  análise  do  problema  em  duas  dimensões  (2D),  por  isso  as  informações  contidas  em  todos  os  capítulos  restringem‐se  quase  na  totalidade  ao  caso  bidimensional. 

 

2.2 Caracterização dos Sistemas de alvenaria 

Os  principais  sistemas  de  alvenaria  existentes  são:  Alvenaria  simples  (ou  não  reforçada),  Alvenaria armada (ou reforçada), Alvenaria pré‐esforçada e Alvenaria confinada (ver Figura 2.1). Nos  países desenvolvidos, os sistemas de alvenaria perderam quase totalmente a sua função estrutural,  porque o betão reforçado e as estruturas de aço tornaram‐se mais competitivas, sendo a resistência  o principal factor de concorrência. Assim, nos dias de hoje, o sistema de alvenaria mais usado é o da  alvenaria simples aplicada tanto aos sistemas de revestimento, como ao preenchimento de paredes  não resistentes. Excepções são os painéis de enchimento para resistir às cargas sísmicas e do vento,  os núcleos de alvenaria pré‐esforçada e a alvenaria estrutural usada em edifícios de reduzida altura. 

(32)

FIGURA 2. A  alven existindo se são: as unid ou  blocos,  unidades ir com furaçã unidades  c agregados  natural, ped as juntas po argamassa‐ etc.  Por  últ unidade/un plano  de  fr outros com rotura da al .1 – Sistemas d naria  simples empre um in dades, as jun estas  podem regulares), e o horizontal om  reduzida correntes,  b dra artificial, odem ser cla cola e argam timo,  neste  nidade, conso aqueza  na  a postos. É ao lvenaria.   (a)  (c)  e alvenaria: Ex s  correspond terface entr ntas e os inte m  ser  classi em relação à , de unidade a  furação,  v betão  de  ag , argamassa, assificadas em massa leve), 

tipo  de  alve oante as uni alvenaria,  de o longo deste

xemplos de alve (adap

de  a  uma  so e estes com erfaces. No c ificadas  em  às característ es com furaç ver  Figura  2 gregados  lev  argila, silica m relação ao argila, betum enaria  os  int

dades sejam evido  à  muit es planos qu enaria (a) Simp ptada de [20]) obreposição postos, assim caso das unid relação  à  s ticas geomé ção vertical  2.2)  e  em  re ves,  betão  c ato de cálcio, os seus const me, cal, rela terfaces  pod m ou não liga

o  menor  res e se podem  (b) (d ples (b) Armada   de  unidade m os materia dades corren sua  forma  (d tricas da res ou de unida elação  aos  celular  autoc , produtos ce tituintes: arg ção volumét dem  ser  de  das por junt sistência  que iniciar e pro ) a (c) Pré‐esforç es  ligadas  ou ais que const ntemente ch de  unidades spectiva fura des maciças seus  constit clavado,  ado erâmicos e e gamassa (arg trica cimento dois  tipos,  as, mas actu e  apresentam opagar as falh   ada (d) Confina

u  não  por  ju tituem a alve hamadas de t s  regulares  o ação (de uni s onde se inc tuintes  (betã obe,  vidro,  etc.). Por seu gamassa cor o/cal/areia,  unidade/jun uam sempre  m  em  relaçã has, conduzi   ada  untas,  enaria  tijolos  ou  de  dades  clui as  ão  de  pedra  u lado,  rente,  cola e  nta  ou  como  ão  aos  indo à 

Imagem

FIGURA 2. A  alven existindo se são: as unid ou  blocos,  unidades ir com furaçã unidades  c agregados  natural, ped as juntas po argamassa‐ etc.  Por  últ unidade/un plano de fr outros com rotura da al .1 – Sistemas dnaria  simplesempre um indades, as jun
FIGURA 2.11 – Domínio plástico definido pela superfície de cedência de Coulomb – Hipótese de tensão plana 
FIGURA 2.16 – Domínio dos carregamentos admissíveis [1] 
FIGURA 2.23 – Comparação do critério de Armando Nunes Antão com o critério de Mário Vicente da Silva 
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Referências

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