Por tal de ajudas técnicas par a educação
Equipamento e mater ial pedagógico especial par a educação,capacitação e r ecr eação da pessoa com deficiência física
R
ECURSOS
PEDAGÓGICOS
ADAPTADOS
APRESENTAÇÃO ... 1
INTRODUÇÃO... 3
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL ... 4
O PROCESSO DEDESENVOLVIMENTO DASAJUDASTÉCNICAS... 6
BANCOSDE IDÉIAS... 8
EDUCAÇÃO INFANTIL... 9
MATEMÁTICAERACIOCÍNIO LÓGICO... 25
Este trabalho é resultado do compromisso da Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação com as Secretarias de Educação dos E stados, Municípios e Distrito Federal, e com as Associações de Deficientes Físicos, no sentido de concretizar ações educacionais direcionadas aos alunos com deficiência física e a seus respectivos professores, atendendo assim, ao que orienta as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.
Foi constituído um grupo representativo de escolas, associações de deficientes físicos, universidades e técnicos da SEESP/MEC para construir o Programa N acional de A poio ao A luno com Deficiência Física. Uma das ações deste Programa, iniciada em 2002, foi a elaboração do Portal de A judas Técnicas.
O Portal tem como objetivo apoiar a escola e contribuir com o profissional de educação, no sentido de encontrar soluções para sua prática pedagógica.
A SEESP viabilizará a publicação do Portal em fascículos, e, também, em meio eletrônico, via internet.
O s fascículos conterão ajudas técnicas que facilitam a aprendizagem dos alunos com deficiência física, no que se refere a:
Espera-se que o Portal de Ajudas Técnicas possa contribuir para a melhoria da qualidade da educação de nosso país.
Marilene Ribeiro dos Santos
sentido de encontrar soluções para minimizar limitações funcionais, motoras e sensoriais do aluno com deficiência física, no que se refere a recursos pedagógicos adaptados a situações educacionais.
O objetivo deste trabalho não se encerra na apresentação desses recursos, mas serve como ponto de partida para otimizar a eficiência cooperativa entre educando e professor no processo de ensino-aprendizagem, ao valorizar a diversidade como agente de transformação de consciência social, viabilizando o exercício da cidadania na construção de uma sociedade inclusiva.
Entendemos que o fato de a pessoa ter deficiência física, não significa que o “outro” detenha o “poder” de lhe “completar ou assistir” na limitação que apresenta. Significa que o aluno com deficiência física deve participar na escolha daquilo que lhe for “assistir”.
A decisão de escolher um recurso é bilateral, deve auxiliar ao aluno e ao professor. E ssa decisão pode ser totalmente diferente em se tratando de dois alunos com a mesma deficiência, ou seja, para um a decisão sobre a ajuda técnica pode recair sobre o ato de escrever e para outro, a importância pode focalizar o ato de ler.
República Federativa do Brasil/1988, especialmente no inciso IV, do artigo 208, na Lei de Diretrizes e Bases da E ducação Nacional (9.394/96), particularmente no artigo 59, inciso I e nas Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica (Resolução número 2/2001).
Neste documento, consideram-se ajudas técnicas os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa com deficiência, com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade
.
A definição de ajudas técnicas está conceituada no Decreto número 3298 de 20 de dezembro de 1999, em seu artigo 19, parágrafo único.
Essa definição, no âmbito pedagógico, relaciona-se com a ajuda que pode ser proporcionada a alunos e professores e está contemplada no Parecer CNE/CEB número 17/2001:
[...] Todos os alunos, em determinado momento de sua vida escolar podem apresentar necessidades educacionais especiais, e seus professores em geral conhecem diferentes estratégias para dar respostas a elas. No entanto, existem necessidades educacionais que requerem, da escola, uma série de recursos e apoios de caráter mais especializados que proporcionem ao aluno meios para acesso ao currículo.
Conforme a Resolução número 2/2001, os alunos com necessidades educacionais especiais aqui referidos são aqueles que durante o processo educacional, apresentam:
b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;
II- dificuldades de comunicação e sinalização diferenciada dos demais alunos demandando a utilização de linguagens e códigos aplicados;
III- altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os levam a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
Para o auxílio a esses alunos, algumas ações estarão relacionadas ao trabalho realizado por profissionais da educação, que necessitam estar preparados para atuar em classes comuns com alunos que apresentam alguma deficiência. Nesse sentido, o artigo 18 da Resolução número 2/2001 aponta algumas competências necessárias ao professor:
√
perceber as necessidades educacionais especiais dos alunos;√
flexibilizar a ação pedagógica nas diferentes áreas de conhecimento;√
avaliar, continuamente, a eficácia do processo educativo;√
atuar em equipe, inclusive com professores especializados em educação especial.para os profissionais da educação, no sentido de encontrarem soluções de objetos que auxiliem o aprendizado de pessoas com necessidades especiais.
Cada necessidade é única e, portanto, cada caso deve ser estudado com muita atenção. A experimentação deve ser muito utilizada, pois permite observar como a ajuda técnica desenvolvida está contemplando as necessidades percebidas.
1 E ntender a situação que envolve o estudante
!
Escutar seus desejos.!
Identificar características físicas/psicomotoras. FIGURA 1 – fluxograma para desenvolvimento de ajudas técnicas.1 Entender a situação
2 Gerar I déias
3 Escolher alt ernativa
4 Represent ar a idéia 5 Construir
o objet o 6 Avaliar
o uso 7 Acom panhar
2
Gerar idéias
!
Conversar com usuários (estudante/família/colegas).!
Buscar soluções existentes (família/catálogo).!
Pesquisar materiais que podem ser utilizados.!
Pesquisar alternativas para confecção do objeto.3
E scolher a alternativa viável
!
Considerar as necessidades a serem atendidas (questões do educador/ aluno).!
Considerar a disponibilidade de recursos materiais para a construção do objeto – materiais, processo para confecção, custos.4
Representar a idéia
(por meio de desenhos, modelos, ilustrações.).
!
Definir materiais.!
Definir as dimensões do objeto – formas, medidas, peso, textura, cor, etc.5
Construir o objeto para experimentação
!
Experimentar na situação real de uso.DOMI N Ó DAS CORES
Descrição:
Est e m at erial é feito em m adeira,
m edindo 4 cm de com prim ento, 9 cm de largura e 1 cm de espessura. Cada peça possui duas cores. A pint ura é feit a com t int a lavável
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Facilit a a nom eação das cores, a discrim inação visual e a correspondência um a um . As peças am pliadas perm it em m elhor m anuseio aos alunos com dificuldade de preensão. O m at erial pode ser higienizado devido a t int a lavável.
DOMI N Ó DE QUAN TI DADES, EM RELEVO
Auxilia na discrim inação visual das quant idades. Sua espessura foi aum entada para que as crianças que possuem preensão prej udicada possam
m anuseá- lo. A ident ificação da quant idade, em felt ro, perm it e ut ilizar a sensibilidade t át il– sinestésica. A cor verm elha sobre o m arrom perm it e um bom cont rast e visual.
Descrição:
Dom inó de m adeira, m edindo 9 cm de com prim ento, 4 cm de largura e 0,5 cm de espessura. A
ident ificação da
quant idade é feit a com felt ro verm elho.
DOMI N Ó DE FI GURAS GEOMÉTRI CAS
Perm it e a discrim inação visual e t át il das figuras geom ét ricas. O j ogo pode ser m anuseado sob a ca r t ei r a o u n a p o si çã o “ em p é”, p er m i t i n d o m ovim ent os de flexão e ext ensão de braços. As peças com im ãs facilitam a fixação sobre o tabuleiro, pr incipalm ent e, aos alunos com dificuldade no m anuseio.
Descrição:
Este dom inó é de m adeira e possui as figuras geom ét ricas ( círculo, quadrado, t riângulo) em relevo, pint adas nas cores azul, verm elho, am arelo e verde. Sob cada peça foi colada um im ã. As peças são ut ilizadas sobre um t abuleiro de lat ão
revest ido com papel cont act .
Adaptação: Mônica Gerdullo e Marilãine Bonaldo.
Perm it e o desenvolvim ent o da discrim inação visual de padrões e discrim inação t át il, requisit os
im port ant es para alunos que t enham alt erações sensoriais e dificuldades para discrim inar,
percept ualm ent e, est ím ulos visuais. Pode ser utilizado para viabilizar a alfabetização, que exige discrim inação apurada de sím bolos na form a
gráfica.
Descrição:
Confeccionado em m adeira com aplicação de diferent es t ecidos: lã, veludo, m alha, brim e seda.
DOMI N Ó DE TEXTURAS
DOMI N Ó DE QUAN TI DADES E N UMERAI S
EM RELEVO
Perm it e o desenvolvim ent o da discrim inação visual e discrim inação t át il. Auxilia no desenvolvim ent o da relação ent re quant idade e num eral.
Descrição:
Dom inó confeccionado em m adeira com aplicação de
m aterial em borrachado ( E V A) .
Adaptação: Cláudia Cristina da Silva
DOMI N Ó TEMÁTI CO: MEI OS DE
TRAN SPORTE
Perm it e o desenvolvim ent o da discrim inação visual. Auxilia o professor a t rabalhar com tem as
desenvolvidos em aula, no caso, m eios de
t ransport e. Os assunt os podem variar de acordo com o t em a da aula. Já foram const ruídos dom inós t em át icos sobre anim ais, frut as e vest uário.
Adaptação: Eduardo José Manzini e Elaine Cristina de Morais.
Descrição:
Confeccionado em m adeira com
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Adaptação: Elizabete Monteiro da Silva
Perm ite trabalhar com a percepção visual, preensão e discrim inação de figuras ( part e/ t odo) . Cada part e do cubo apresenta um a figura, sendo possível m ontar 6 desenhos diferent es. O m anuseio do cubo foi idealizado para a coordenação com am bas as m ãos ( bim anual) . I ndicado para alunos que apresentam dist rofia m uscular. Por ser um m aterial leve, não é recom endado para alunos com paralisia cerebral do t i p o a t e t ó i d e , q u e a p r e se n t a m m o v i m e n t o s i n v o l u n t á r i o s. No ca so d e sse s a l u n o s, se r i a recom endado cubos m ais pesados.
Descrição:
Est e quebra- cabeça é feit o de caixa de papelão, em form at o de cubo, plast ificado e com aplicação de figuras.
Auxilia no ensino de cores, na aquisição de
conceitos com o dentro e fora, abrir e fechar, tirar e colocar. Auxilia, t am bém , no t reino da
coordenação viso- m ot ora. Pode ser ut ilizado na posição sobre a cart eira ou na posição “ em pé”.
Descrição:
Est e recurso é com post o por um a caixa, dividida em quat ro com part im ent os e cada um com um a porta. Cada porta é pint ada de um a cor e cada um a possui um a fechadura diferent e. Dentro dos
com part im ent os é possível colocar obj et os.
CAI XA DE ESTÍ MULOS
Descrição:
Recurso com post o por um a ciaxa de m adeira, com um a abertura na lateral, em form a de círculo, onde é fixado um pé de m eia de j ogador de fut ebol. No fundo da caixa é colada um a tira de câm ara de ar de biciclet a, que serve com o ant iderrapant e e que aj uda a fixar a caixa sobre a m esa.
JOGO DE ADVI N HAÇÃO
Perm it e t rabalhar com percepção t át il sinest ésica, discrim inação e ident ificação de form as e t ext uras. Dentro da caixa coloca- se um m aterial com
determ inada textura ou form a e a criança deverá reconhecê- lo e procurar o correspondent e fora da caixa.
Adaptação: Elaine Cristina de Moraes
Descrição:
Jogo feit o com t am pas de m aionese e com pares de figuras coladas sobre a tam pa.
JOGO DA MEMÓRI A I
Auxilia o desenvolvim ent o da m em ória visual dent ro de um espaço delim it ado e perm it e
t rabalhar com a at enção concent rada. Quando o j ogo é realizado em grupo, pode- se t rabalhar com regras sociais com o, por exem plo, “ um aluno de cada vez”. O m at erial sim ples, produz um visual est im ulador e perm it e a higienização. A form a de cada peça possibilit a ao aluno m anuseá- la com pinça lat eral, com pinça em dois ou m ais dedos ou m esm o utilizar am bas as m ãos para em purrar e virar as peças.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
JOGO DA MEMÓRI A I I
Auxilia o desenvolvim ent o da m em ória visual dent ro de um espaço delim it ado e perm it e
t rabalhar com a at enção concent rada. O m aterial é sim ples e resist ent e. A form a das peças possibilit a ao aluno m anuseá- las com pinça lat eral, em dois ou m ais dedos ou m esm o utilizar am bas as m ãos para em purrar e virar as peças.
Adaptação: Ariane Cibele Evangelista de Carvalho
Descrição:
Descrição:
A boneca é confeccionada com lâm ina de lat ão e revest ida com papelão plast ificado. As peças de roupas possuem im ãs. As peças são m anuseadas sobre um a placa de lat ão revest ida com papel cont act colorido.
VAMOS VESTI R A BON ECA?
Possibilit a a discrim inação part e/ t odo. Pelo fat o do m at erial possuir um im ã na part e det rás perm it e ao aluno acom et ido por deficiência física, com o
paralisia cerebral, do t ipo espást ica ou at et óide, um m elhor m anuseio.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
O quebra- cabeça é
confeccionado em m adeira com aplicação de figuras de anim ais. Cada anim al represent a um a let ra do alfabet o. Por exem plo,
Macaco, Zebra. As figuras estão
secionadas por um corte diagonal e coladas em um t abuleiro de lat ão. A out ra
m et ade possui um im ã na part e det rás que gruda no t abuleiro.
QUEBRA - CABEÇA I MAN TADO
Auxilia na discrim inação de figuras part e/ t odo. Foi confeccionado para um aluno com necessidade de m elhorar a flexão e ext ensão de m em bros
superiores. Pode ser ut ilizado com o aluno na post ura em pé ou sent ada.
Descrição: O recurso é
confeccionado com câm ara de pneus e sobre ele é colado o num eral. Os desenhos correspondem ao form ato de um a
pegada e de um a luva.
PÉS E MÃOS DE BORRACHA
Auxilia na discrim inação de dist âncias ent re um passo e out ro e possibilit a t reinar a posição de engat inhar. Facilit a ao aluno t rabalhar com o próprio corpo, e adquirir noções de espaço e t em po. Várias at ividades podem ser desenvolvidas com grupos de alunos em m om ent os de recreação e lazer.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
Est e j ogo é com post o por um a caixa
m edindo 1 m e 30 cm de com prim ent o, 60cm de largura e 15 cm de alt ura. A caixa possui um a divisória que pode ser ret irada. Fazem part e do j ogo peças coloridas em form a de esferas e cubos, de diversos tam anhos, confeccionadas com m adeira, isopor ou borracha. Esses m at eriais conferem diferent es text uras e diferent es pesos. Facilit a a discrim inação de peso, t am anho, cor, form a, dentre outros. Confeccionado para um grupo de alunos da pré- escola que apresent ava deficiência física. Propicia um a grande variedade de at ividades t ais com o: separação de form as,
ident ificação de cores, aquisição de noções de peso, m assa e volum e.
JOGO PARA AQUI SI ÇÃO DE CON CEI TOS
PRÉ- ESCOLARES
M
ATEMÁTICA
E
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
O jogo é utilizado sobre u m a placa im an t ada r ev est ida com papel co n t a ct . As p e ça s possuem im ãs na parte post erior e são feit as e m m a d e i r a co m espessura de 1,5 cm e p i n t a d a s co m t i n t a lavável. As peças foram am pliadas perm itindo a p r e e n sã o e m p i n ça co m d o i s o u m a i s dedos.
TAN GRAM I MAN TADO
Visa desenvolver o raciocínio lógico e a discrim inação de form as e cores, dentre outras. Confeccionado para aluno com dificuldade de preensão. A colocação do im ã facilit a ao aluno o m anuseio e a fixação das p e ça s. Au x i l i a e m d i f i cu l d a d e s a d v i n d a s d a espast icidade e de m ovim ent os involunt ários de m em bros superiores, caract eríst icas com uns em alunos com paralisia cerebral do t ipo espást ica ou atetóide.
Descrição:
O recurso é com post o de núm eros confeccionados em m a d e i r a g r o ssa . Ca d a num eral possui pequenos buracos, onde deverão ser encaixados pinos em igual proporção à represent ação do num eral. Por exem plo: para o num eral seis deverão ser encaixados seis pinos.
JOGOS DOS N UMERAI S
Auxilia a identificação de num erais e de quantidade. Co n f ecci o n a d o p a r a a l u n o s q u e a p r esen t a m dificuldade no m anuseio de lápis e papel, m as pode ser ut ilizado por qualquer aluno da classe com um ou da educação infant il. O m anuseio das peças perm ite a estim ulação da preensão e da coordenação m otora.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
Const ruído com argolas de papelão, placa de m adeira e cabos de vassouras. As argolas são pint adas de diferent es cores.
ÁBACO DE ARGOLAS
Auxilia na com preensão do sist em a de unidades, na aquisição da noção de cores e perm it e t rabalhar com m ovim entos de flexão e extensão de m em bros superiores. Foi confeccionado para um aluno com dificuldade de preensão, que, ao invés de fazer preensão em pinça, enfiava os dedos dent ro das argolas e as colocava no suporte de m adeira.
Descrição: Jogo de encaixe, confeccionado em m adeira,
com post o por duas caixas com um a abertura lat eral para
facilitar a retirada das fichas de m adeira. As fichas do lado direit o apresent am
figuras e as fichas do lado esquerdo apresent am os num erais, que correspondem à
CORRESPON DÊN CI A UM A UM
Perm it e relacionar o num eral com a quant idade. Confeccionado para alunos com dificuldade de m anuseio de lápis e papel, em exercícios de “ ligar”, fazendo a correspondência ent re o num eral e sua respect iva quant idade.
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Material pedagógico: manual de utilização. Rio de Janeiro: MEC / CENESP / FENAME / APAE de São Paulo, 1980.
Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília.
Descrição:
O recurso é com post o p o r u m a r é g u a d e m adeira com um com um suport e, t am bém d e m ad eir a, colad o b e m a o m e i o p a r a facilitar à preensão da criança.
RÉGUA DE MADEI RA ADAPTADA
Facilita o uso da régua ao aluno que possui dificuldade de preensão.
Descrição:
Co n f e cci o n a d o e m m adeira de form a circular, com diâm et ro de 35 cm e espessura de 2 cm . No m eio possui um a abertura t am b ém em f or m a d e cír cu l o , n a q u a l o s m u lt iplicador es podem ser t rocados. O recurso é a co m p a n h a d o d e t o q u i n h o s d e m ad ei r a co m o s n u m e r a i s i n scr i t o s, q u e se r ã o
MULTI PLI CAÇÃO EM PI ZZA
Perm ite dem onstrar a m ult iplicação entre núm eros apenas t r ocando o m ult iplicador cent ral. Assim , possibilita m ontar operações sem que seja necessário a o a l u n o a r m á - l a s e co p i á - l a s e m p a p e l . Con f eccion ado para alu n os com dif icu ldade de m anuseio de lápis e papel. Evit a que os alunos se cansem dem asiadam ente.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
O recurso é
confeccionado em m adeira com um a t ira de borracha colada na part e inferior, que funciona com o
ant iderrapant e. Os dois divisores fixos dividem a caixa em três
com part im ent os. Possui um espaço para um divisor cent ral m óvel, que possibilit a um a variação dest e
exercício ao dividir a caixa em seis
com partim entos.
SEPARADOR PARA MATERI AL DOURADO
Auxilia na separação do m at erial dourado. Os com part im ent os facilit am um a m elhor visualização das unidades, dezenas e cent enas, m elhorando a concent ração do aluno na at ividade de m at em át ica. Foi confeccionado para um aluno que ent endia as operações arit m ét icas, porém m ist urava as peças cont adas com as não cont adas. O separador pode ser utilizado em situações que exigem separação de est ím ulos gráficos, visuais e obj et os pequenos.
CORRESPON DÊN CI A
Fa ci l i t a t r a b a l h a r co n t e ú d o s d e m a t e m á t i ca principlam ent e conceit os com o m ais/ m enos, igual/ m aior/ m enor que são base para a aquisição de outros conhecim ent os. É um a didát ica ut ilizada com alunos que t êm paralisia cerebral do t ipo at et óide ou m ist o e em alguns casos espást ico.
Descrição:
1) O aluno com deficiência física precisa de m ais espaço. O chão é um a grande página que aceit a e possibilit a um “ cem
núm ero” de aprendizagens. 2) O t rabalho no chão facilit a ao aluno execut ar os exercícios propost os no livro didát ico.
Descrição:
O recurso é const it uído de um a caixa de m adeira com canaletas, onde os peixes são colocados na posição “ em pé”. Cada peixe possui um nom e com ilustração. A vara de pescar pode ser feit a de m adeira ou bam bu e revest ida em veludo ou lixa. Para pescar, a criança deverá grudar o im ã ( que fica na pont a da
PESCARI A
Trabalha a sensibilidade sinest ésica e a
coordenação viso- m ot ora. Confeccionado para auxiliar alunos e crianças com deficiência física que ainda não conseguem fazer a “ pesca” por m eio de ganchos e, dessa form a, cria a
oport unidade para part icipação em brincadeiras, em gincanas ou em festas j uninas. Auxilia em m ovim entos de extensão e flexão de m em bros superiores. As ilust rações e os nom es escrit os nos peixes podem ser utilizados para a leitura.
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
Est e livro apresent a ilust rações que fornecem est ím ulos com diferent es t ext uras, feit as em alt o relevo, com lã, papéis lisos, bolinhas de papel e palit os de fósforo. A part e inferior de cada folha possui um palit o colado de form a que facilit e ao aluno, virar a página.
LI VRO DE TEXTURAS
Trabalha a sensibilidade t át il e sinest ésica, a
discrim inação de cores e t ext uras. A cada página o aluno encont ra um a nova hist ória com t ext o e ilust ração. Na ilust ração, os m at eriais utilizados perm it em ao aluno vivenciar várias sensações t át eis, o que serve com o est ím ulo para m anusear o livro. A hist ória apresent ada na página da direit a é escrit a em font e am pliada. Sabem os que vários alunos com deficiência física t êm dificuldade em virar as páginas de livros e revist as e, pensando nisso, foi adapt ado um virador de páginas para at ender a essa necessidade.
Descrição:
Caderno confeccionado em m adeira resistente, m edindo 40 cm de largura por 60 cm com prim ento. Contém canalet as que
represent am as linhas do caderno. O espaço ent re as canalet as pode ser variável dependendo da necessidade de cada aluno. O caderno é acom panhado por um abecedário de m adeira possuindo let ras
m aiúsculas de um lado
CADERN O DE MADEI RA
Adaptação: Material advindo da Cenp – SP.
Auxilia na coordenação viso- m ot ora, na noção de parágrafo, espaço delim it ado e na seqüenciação. É um recurso que t am bém pode ser ut ilizado na alfabet ização, por alunos que não possuem a coordenação m otora fina para trabalhar com lápis e papel. Facilit a os m ovim ent os de flexão e
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Material pedagógico: manual de utilização. Rio de Janeiro: MEC / CENESP / FENAME / APAE de São Paulo, 1980.
Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília - SP
Descrição:
Caderno
confeccionado em m adeira, possuindo furos nas duas lat erais por onde é passado um elást ico de um lado a out ro, form ando as linhas.
CADERN O DE ELÁSTI CO
Proporciona ao aluno, que possui m ovim ent os involunt ários, a escrit a ent re paut as, sendo indicado para o port ador de paralisia cerebral do t ipo at et óide. As linhas feit as com elást ico auxiliam e seguram os m ovim entos involuntários da m ão do aluno ao utilizar lápis ou giz de cera sobre o papel.
Descrição: Material
confeccionado com papel cart ão e, posteriorm ente, plastificado.
ABECEDÁRI O LAVÁVEL
Perm ite ao aluno execut ar exercícios de
alfabet ização. O m at erial plast ificado aum ent a a “ vida út il” do recurso e perm it e a higienização decorrent e de sialorréia ( baba) .
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
O m aterial com preende um t abuleiro com
let ras, que é usado pelo professor, para saber quais as let ras que foram sorteadas. Possui, t am bém , um conj unt o de cart elas, dest inadas aos alunos, com palavras de fácil vocabulário. Sob cada let ra das palavras escrit as na cart ela são desenhados quadros para sinalizar aos alunos o local para m arcar as letras sorteadas.
BI N GO DE PALAVRAS E LETRAS
Leva o aluno a reconhecer e m em orizar as letras do alfabet o e as fam ílias silábicas. Favorece o t reino de at enção. É ut ilizado com o alt ernat iva para escrit a quando o obj et ivo é a fixação de sím bolos gráficos. O dispêndio de energia para o bingo é m enor do que para o at o de escrever que, m uit as vezes, provoca o cansaço do aluno com paralisia cerebral, quer devido a espast icidade, quer devido aos
m ovim ent os involunt ários.
Descrição:
O j ogo é const it uído de cart ões que apresent am um m odelo de t rês figuras passíveis de rot ação ou inversão. A criança recebe as m esm as figuras
desenhadas em círculos, feitas com m adeira. Atrás de cada peça é colado um im ã. As peças são im ant adas e o j ogo é execut ado sobre um a pequena lousa
JOGO DE I N VERSÃO E ROTAÇÃO
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Descrição:
Caderno confeccionado em m adeira resistente, m edindo 40 cm de largura por 60 cm de
com prim ento. Contém canalet as que
represent am as linhas do caderno. O espaço entre as canaletas pode ser variável dependendo da necessidade de cada aluno. Sob as canaletas é colocada um a placa de lat ão. O caderno é acom panhado por um abecedário de m adeira e sob cada peça é colado um im ã.
CADERN O DE MADEI RA I MAN TADO
Auxilia na coordenação viso- m ot ora, na noção de parágrafo e espaço delim it ado e na seqüenciação. Auxilia t am bém na alfabet ização e é ut ilizado por alunos que não possuem a coordenação m otora fina para t rabalhar com lápis e papel. Facilit a
m ovim ent os de flexão e ext ensão de braços
podendo ser ut ilizado na posição em pé, inclinada ou deit ada sobre a carteira. Confeccionado para um aluno que não conseguia pegar as peças, m as conseguia em purrá- las. Ao cair nas canalet as o im ã gruda na placa de latão.
QUADRO AGARRADINHO
Disponibiliza para o aluno um a alt ernat iva de
com unicação. Foi confeccionado para um aluno que não falava e est ava em processo de alfabet ização. Esse m at erial t em sido ut ilizado por out ros alunos com paralisia cerebral, em fase escolar.
Descrição:
O Recurso é confeccionado com lâm ina de com pensado, forrado com placas de espum a fina e encapado com t ecido
em borrachado. Um a faixa de velcron perm it e grudar
SUPORTE PARA LÁPI S
Possibilit a um a m elhor preensão, caso o aluno dem ande vont ade e/ ou possibilidade para usar o lápis. O t am anho da hast e do t ubo foi
confeccionado para at ender a necessidade do aluno. Este recurso facilita a escrita do aluno com paralisia cerebral.
Descrição:
O recurso foi confeccionado com um t ubo de PVC, um a rolha de cort iça e lápis com um ou de cera.
Fonte: Sala de Estudo, Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiência Obras Sociais Irmã Dulce, Salvador, Bahia.
1) Associação Obras Sociais Irmã Dulce
Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiência
Av. Bonfim, nº 161 – Largo de Roma Salvador – BA
CEP: 40.420-000
Tel: (71) 310- 1179 - Fax: (71) 310- 1180 E-mail: [email protected]
2) Escola de Educação Especial Nabil Tacla
Rua dos Funcionários, nº 805 – Cabral Curitiba – PR
CEP: 80.035-050 Tel: (41) 352- 3044
3) Complexo Educacional Juril Carnasciali
Rua Alarico Vieira de Alencar, nº 10 – Bacachiri Curitiba – PR
CEP: 82.520-760 Tel: (41) 362- 5245
4) Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná
Av. Sete de Setembro, nº 3165 – Rebouças Curitiba – PR
CEP: 80.230-901
Tel: (41) 310- 4545 / 310- 4423 - Fax: (41)310- 4432 E-mail: [email protected] / [email protected]
Home page: www.cefetpr.br
5) Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina
Av. Mauro Ramos, nº 950 – Centro Florianópolis – SC
CEP: 88.020-300
Tel: (48) 221- 0500 / 221- 0502 - Fax: (48) 224- 0727 E-mail: [email protected]
6) Instituto Helena Antipoff
Rua Mata Machado, nº 15 – Maracanã Rio de Janeiro – RJ
CEP: 20.271-260
Tel: (21) 2569- 6806 / 2569- 0378 [email protected]
7) Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro – CVI/RJ
Rua Marquês de São Vicente, nº 225 – Gávea Estacionamento da PUC
Rio de Janeiro – RJ CEP: 20.271-260 Tel: (21) 2512- 1088
E-mail: [email protected]
8) Associação de Assistência à Criança com Deficiência – AACD
Rua Professor Ascendino Reis, nº 724 – Vila Clementino São Paulo – SP
CEP: 04027-000 Tel: (11) 5576- 0935
E-mail: [email protected] Home page: www.aacd.org.br
9) UNESP – Marília - SP
FICHA TÉCNICA
Coordenação SEESP/MEC
Luzimar Camões Peixoto
Maria Cristina Dümpel de Oliveira Martha Marilene de Freitas Sousa Vânia Loureiro Macedo Carvalho
Estruturação, organização e descrição do banco de idéias do fascículo número I
Eduardo José Manzini
Maria Carmen Fidalgo Santos
Concepção do Portal e elaboração do texto
Aurélio Charão- CEFET-PR
Conceição Garcia Martins- CEFET-SC Eduardo José Manzini – UNESP-Marília
Fernando Augusto Machado- Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Maria Carmen Fidalgo Santos- Obras Sociais Irmã Dulce/BA. Renata Matos Eyer de Araújo- CVI/RJ
Sheila Bastos Salgado- CVI/RJ
Revisão de Texto
Maria Cristina Dümpel de Oliveira Marlene de Oliveira Gotti
Maria de Fátima Cardoso Telles Eduardo José Manzini
Martha Marilene de Freitas Sousa Vânia Loureiro Macedo Carvalho
Editoração eletrônica e arte final
Fotos
Eduardo José Manzini e Maria Carmen Fidalgo Santos
Desenvolvimento dos recursos fotografados
Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiência(CRPD), Salvador, Bahia.
Curso de Pedagogia, Habilitação em Educação Especial,- área de deficiência física – na Disciplina Métodos, Técnicas e Recurso para o ensino do aluno com deficiência física, sob a supervisão e orientação dos professores Eduardo José Manzini e Rita de Cássia Tibério Araújo.
Agradecimentos:
• Instituto Helena Antipoff/RJ
• Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD/SP • Centro de Vida Independente – CVI/RJ
• Escola de Educação Especial Nabil Tacla/PR • Complexo Educacional Juril Carnasciali/PR • Escola Especial Vivian Marçal/PR
• Obras Sociais Irmã Dulce/BA- Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiência(CRPD)
• Laboratório de Educação Especial – Prof. Ernani Vidon – UNESP/Marília
• Direção da Escola Estadual de primeiro grau “Bento de Abreu Sampaio Vidal” – Marília e aos alunos e professores da classe especial para deficientes físicos.