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UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA

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Academic year: 2019

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(1)

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO

MESTRADO EM GESTÃO

BENEFICIOS OPERACIONAIS E ESTRATÉGICOS DAS INICIATIVAS DE

CRM NA BANCA DE RETALHO PORTUGUESA: A IMPORTÂNCIA DA

GESTÃO DE TOPO, DAS COMPETÊNCIAS DE CONHECIMENTO E DAS

COMPETÊNCIAS TECNOLÓGICAS

JORGE ANTÓNIO BATISTA DE SOUSA

ORIENTAÇÃO: PROF. DOUTOR JOSÉ MANUEL CRISTÓVÃO

VERÍSSIMO

JÚRI:

PRESIDENTE: PROF. DOUTORA, MARIA MARGARIDA DE MELO

COELHO DUARTE, Professora Auxiliar, do Instituto

Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de

Lisboa.

VOGAIS:

PROF. DOUTOR FILIPE JORGE FERNANDES COELHO,

Professor Auxiliar, da Faculdade de Economia da Universidade

de Coimbra.

PROF. DOUTOR JOSÉ MANUEL CRISTÓVÃO

VERÍSSIMO, Professor Auxiliar, do Instituto Superior de

Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa.

(2)

RESUMO

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Palavras chave:

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1

ABSTRACT

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Key Words:

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6

(4)

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INDÍCE

1 INTRODUÇÃO ...7

1.1 Introdução...7

1.2 A Importância do CRM nas empresas ...7

1.3 Objectivos ...8

1.4 Metodologia ...9

1.5 Organização da tese ...10

2 REVISÃO DA LITERATURA ...11

2.1 Introdução...11

2.2 Vantagens competitivas ...11

2.2.1 Definição de Vantagem Competitiva...11

2.2.2 Origens das Vantagens Competitivas ...14

2.2.3 Características das vantagens competitivas ...15

2.2.4 Fontes das Vantagens Competitivas...18

2.2.5 Sustentabilidade de Vantagens Competitivas ...21

2.2.6 Teorias sobre as vantagens competitivas ...22

2.2.6.1 Industry Based View – IBV...22

2.2.6.2 Resource Based View – RBV...22

2.3 Customer Relationship Management ...24

2.3.1 Definição de CRM ...24

2.3.2 Origens de CRM ...25

2.3.3 Iniciativas de CRM...25

2.3.4 Falhas frequentes nas iniciativas de CRM...27

2.3.5 Factores de sucesso nas iniciativas de CRM...28

2.3.6 Benefícios associados ás iniciativas de CRM ...29

2.4 Caracterização do sector da banca de retalho em Portugal ...30

2.5 Conclusão...33

3 MODELO DE PESQUISA ...35

3.1 Introdução...35

3.2 Modelo teórico adoptado ...35

3.3 Definição do problema e dos objectivos ...35

3.4 Hipóteses de Estudo ...36

3.5 Conclusão...39

4 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO...41

4.1 Introdução...41

4.2 Paradigmas de pesquisa em ciências sociais ...41

4.3 Metodologia ...43

4.3.1 Metodologia quantitativa escolhida ...44

4.3.2 Caracterização da amostra ...44

(5)

<

4.3.4 Testes estatísticos ...49

4.3.5 Refinamento da Escala e Composição Final das Variáveis...50

4.4 Aspectos éticos na recolha de informação ...52

4.5 Conclusão...52

5 ANALISE EMPIRICA ...54

5.1 Introdução...54

5.2 Questionários recebidos...54

5.3 Análise Descritiva...54

5.4 Correlação...57

5.5 Regressão Linear Múltipla ...59

5.6 Conclusão...63

6 CONCLUSÃO ...65

6.1 Introdução...65

6.2 Contributo das competências tecnológicas, competências do conhecimento e do apoio da gestão de topo, no sucesso da implementação das iniciativas CRM ...65

6.2.1 Objectivo 1: Impacto do apoio dos gestores de topo ás iniciativas de CRM...65

6.2.2 Objectivo 2: Impacto das competências tecnológicas às iniciativas de CRM ...67

6.2.3 Objectivo 2: Impacto das competências do conhecimento às iniciativas de CRM ...67

6.3 Contribuições para a Teoria...68

6.4 Contribuições para a Gestão ...69

6.5 Limitações ...70

6.6 Recomendações para futuras pesquisas ...70

6.7 Conclusão...71

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...72

(6)

=

INDICE DE TABELAS

Tabela 2.1: Contributos para a definição das vantagens competitivas...11

Tabela 2.2: Características das vantagens competitivas ...16

Tabela 2.3: Definições de CRM ...24

Tabela 2.4: Iniciativas de CRM...26

Tabela 2.5: Falhas frequentes nas iniciativas de CRM ...27

Tabela 2.6: Indicadores de bancarização ...31

Tabela 2.7: Indicadores Financeiros sectoriais ...31

Tabela 2.8: Alterações no Modelo de Negócio...32

Tabela 2.9: Estratégias adoptadas pelos bancos nacionais ...33

Tabela 4.1: Abordagem quantitativa e qualitativa...42

Tabela 4.2: Vantagens e desvantagens do método quantitativo ...43

Tabela 4.3: Tabela de quotas de capitais próprios por banco ...44

Tabela 4.4: Bancos seleccionados e inquéritos remetidos/respondidos...45

Tabela 4.5: Respostas recebidas em termos de dimensão das instituições...46

Tabela 4.6: Respostas recebidas em termos de cargo...46

Tabela 4.7: Questões incluídas nos questionários ...47

Tabela 4.8: Composição final das variáveis: ...51

Tabela 5.1: Respostas recebidas em termos de Iniciativas de CRM ...54

Tabela 5.2: Estatística Descritiva ...55

Tabela 5.3: Coeficientes de correlação de Pearson e Alfas de Cronbach ...58

Tabela 5.4 Regressão Linear Múltipla – modelo global ...60

(7)

>

INDICE DE FIGURAS

(8)

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1

INTRODUÇÃO

1.1

Introdução

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1.2

A Importância do CRM nas empresas

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(12)

2

REVISÃO DA LITERATURA

2.1

Introdução

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2.2

Vantagens competitivas

2.2.1

Definição de Vantagem Competitiva

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Tabela 2.1: Contributos para a definição das vantagens competitivas

Autores e

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Artigo/

Título do Livro

Principais

Contributos

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(13)

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Tabela 2.1 (Cont.): Contributos para a definição das vantagens competitivas

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Contributos

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Tabela 2.1 (Cont.): Contributos para a definição das vantagens competitivas

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Tabela 2.1 (Cont.): Contributos para a definição das vantagens competitivas

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2.2.3 Características das vantagens competitivas

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2.2.4 Fontes das Vantagens Competitivas

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2.2.6 Teorias sobre as vantagens competitivas

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(32)

;

Tabela 2.6: Indicadores de bancarização

Características

Indicadores

FF IK + ? = %*

?=> 1<C ! %* * 1CCC < >F? >F1 1CC;

E #

@ 1 FK

II1 1> FK 1CC1 9 ) %

-J :! 6 1CC1 9879' HE0 1CC; 7 0 1CC1

Tabela 2.7: Indicadores Financeiros sectoriais

Indicadores

1999

2000

2001

2002

! [ 1 <= 1 1 1 1< 1 1

0 - [ ; ?? ; = ; < ; 1>

A /ED [ < ? = < I ?

) A %* D 1 F I < ; = CC = ><<

J G 7 0 X 1CC1 F?

[E )

&

+

'

+

A9 34

7 3

II?D

+

AN

1CCCD 0

6

A!

%

IFFP 2

1CCCD @

(33)

;1

Tabela 2.8: Alterações no Modelo de Negócio

Características

Modelo Antigo

Modelo Novo

/ . Q \

@# * E

B + 0 - / +

0 & + +

@$ . $ (

H 0 (

& H

+

0

J + E

8 X ! R +

E & * ! 6 R +

8 * +

9 & * E

8 - 9

* 8

A 87!X7 0 7E9X7E9

9 D

& E

J G ) ( H

7@RX H&X77Q X7E9X7 ! ! 7 0 A II> 1CC1D

E

*

%

+

)

%

"

A

(34)

;;

Tabela 2.9: Estratégias adoptadas pelos bancos nacionais

Estratégias

Objectivos

& ! % .

8 - *

* A $ D !" #

2 +

! $

7 88

! *

) 0

* *

&

M T1

J G 9 1CC1

E

)

+

%

' %

(

%

+

)

!

%

%

A9 9

H

1CC;D

2.5

Conclusão

E

$

*

-

%

(

+

'

'

$

E

-

*

)

+

"

)

0

A IF=D

87Q

,

1

: 1K FK 1CCC 1CC ' J 7 0

(35)

;<

,

'

0 )

'

%

*

E

-A 7QD

(

0

-

7Q )

J

!

$

(

'

$

0

#

+

-

'

%

0

G

P

P

P

%

(

P

(36)

;=

3 MODELO DE PESQUISA

3.1

Introdução

@

B

$

-.

@

%

(

-

G

!

%

0

3.2

Modelo teórico adoptado

/

%

$

-+

-A7

4

II P H

II D /

7Q

)

"

A7

4

II D

A&

6

IF>D

A7

4

II D

)

-"

*

B

(

87Q

"

$

%

%

! )

*

-6

#

-

AJ

1CCCP 7

1CCCP 7 3

1CCCD

3.3

Definição do problema e dos objectivos

+

+

(37)

;>

$

A7%

IF>D 5

'

+

(

+

+

A2

1CC;D &

+

%

!

E

"

#

*

!

+

AJ

1CCCD J

)

G

:

(

%

!

7

%

0

/

.

%

E

'

G

Objectivo 1

,

!

Objectivo 2

,

(

!

Objectivo 3

, &

(

%

!

3.4

Hipóteses de Estudo

! (

.

$

)

/

%

(

)

+

%

0

(38)

;?

!

%

$

+

%

A2

1CC;D

$

A

B 1CC;D @

%

(

'

A9

1CCCD 0

)

!

H

$

)

B

'

%

G

Hipótese 1:

/

H

5

!

-

)

$

Hipótese 2:

/

H

5

!

-

)

$

)

"

!

A8

II=P V

2 6

%

II?D 0

AU

1CC D

E

-

%

%

-)

A9

1CC1D

(

!

(39)

;F

Hipótese 3

:

(

!

)

$

Hipótese 4:

(

!

)

$

)

@

!

0

(

%

$

+

$

-

+

$

A

B

IIID

+

%

%

A

B

IIID 9 -

)

%

%

-$

+

A

B 1CC;D

@

%

(

A9

1CC1D

(

%

!G

Hipótese 5

:

$

!

-(

(

(40)

;I

Hipótese 6

:

$

)

!

-(

(

%

J

.

%

'

G

Figura 3V1: Modelo de pesquisa

E

$

)

!

(

%

3.5

Conclusão

@

'

)

A 7QD

A

87QD &

-

.

%

! A

D

$

(

%

(

5

5

8

!

7

$

/

7

$

E

)

2

21

2;

2<

2=

(41)

<C

%

%

+

$

)

%

&

'

%

(42)

<

4 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

4.1

Introdução

@

$

)

E

'

(

-

%

$

0

#

-

$

--

)

4.2

Paradigmas de pesquisa em ciências sociais

@

"

(

'

G

A

D

A

D A

3

1CC1D

+

"

%

-

'

.

A&

H

3 6

IIID 0

)

.-

-$

%

0

'

+

)

$

(43)

<1

Tabela 4.1: Abordagem quantitativa e qualitativa

Itens

Qualitativa

Quantitativa

5 & ,

%

E ,

%

% %

/ . A D

' $

A D

' + *

Q ) ) .

5 - 9 . @ $ ' G *

)

" $

0

X 0

8

J &

0 % H $

" $

E E :

-Fontes:7 6 1CCCP 2 6 IF?P & H 3 6 III

.

.

%

-A

3

1CC1D

.

#

)

-

A

1CC;D

R

)

)

0

#

)

$

#

0

'

$

(44)

<;

(

(

)

A

1CC;D

0

)

)

*

%

A

1CC;D

4.3

Metodologia

5

%

-

'

E

%

%

G

"

)

+ *

-

-+

E

( ,

)

%

G

Tabela 4.2: Vantagens e desvantagens do método quantitativo

Desvantagens

Vantagens

& - ! ( .

0 +

X

& / %

- (

5 $

+ *

(45)

<<

4.3.1 Metodologia quantitativa escolhida

&

)

%

AH

U

%

II?D

-

AU 3

6

V %

1CCCP !

!

+

1CCCD

'

.

%

*

4.3.2 Caracterização da amostra

E

AU 3

6

V %

1CCCP !

!

+

1CCCD

+

$

A

(

D A2

6

IIFP

IIID

>C 7

<

E

;

$

;

0

1CC;

; 8

*

FCK

<

A

D

(

%

*

A7 0

H& 75

708 7E9

!/@5E08/ HE BD

A77Q

7 B Z9D

Tabela 4.3: Tabela de quotas de capitais próprios por banco

Banco

Quota *

5

7 0 FK

H& 1 K

75 ;K

708 CK

7E9 IK

!/@5E08/ HE B <K

7@ K

7 B Z9 1K

J8@87 @ / 1K

7 @ / E5EBE! C 1K &ER5 2 7 @V C =K

77Q 1K

9879 '

Total da amostra 83%

;7 0 X 1CC;

<

7 0 X 1CC;

=J G A % * 1CC;D X )

(46)

<=

/

-

+ *

%

/

%

%

!

E

)

%

$

)

0

+

+

'

#

$

+

-&

'

!

#

-

E

'

)

.

-

6

%

/

-%

A

1D

J

=

-

'

'

=1K

>CK

Tabela 4.4: Bancos seleccionados e inquéritos remetidos/respondidos

Banco

Inquéritos

Remetidos

N.º de

respostas

%

7 0 = ?;K

H& = I >CK

75 = C >?K

708 = C >?K

7E9 = < 1?K

!/@5E08/ HE B = ; >CK

7@ = 1CK

7 B Z9 = ; >CK

J8@87 @ / = ; >CK

7 @ / E5EBE! = ; >CK

&ER5 2 7 @V = C CK

77Q = C CK

9879 = ; >CK

(47)

<>

(

=CK

.

Tabela 4.5: Respostas recebidas em termos de dimensão das instituições

ACTIVOS

% Respostas

]>C CCC!^ =C F1K

];C CCC!^ >C CCC!^ 1< =IK

] C CCC!^ ;C CCC!^ I F<K

_ C CCC!^ < ?=K

/

-

%

)

!

1= K

.

Tabela 4.6

G

Respostas recebidas em termos de cargo

CARGO

% Respostas

& X ; 11K

& 1 ; K

5) ?; F<K

/ >;K

Total 100%

4.3.3 Desenvolvimento do questionário

/

-

A

D

-

C

*

!

$

9

-

)

G

$

)

(

%

! 0

#

)

+

+

(48)

-<?

/

%

B A1CC;D

$

!

Tabela 4.7: Questões incluídas nos questionários

D E

9 A8 %

% D

+ A8 %

-D

+ 6 A8

6 3

/ G ``````````````````````````````````````````````````````````````

1 E ! S ```````````````` A G II?D

7D 7 $ 8 ! +

;D 8 E )

; +

; 1 +

; ;

; < 0 )

; = J + )

; > % +

; ? & ; F / G <D 8

< ! (

< 1 &

< ; & * 6

< <

< = + )

< >

< ? 5 +

< F ! % % $

< I / G ``````````````````````````````````````````````````` D E

= E !

= 1 / ! )

= ; ( !

= < ! + +

= = # +

= > / ) !

(49)

<F

Tabela 4.7 (Cont.): Questões incluídas nos questionários

&D ( 5

> + ) '

> 1 + ) ' *

> ; / + -

-> < + ) '

-> = + %

> > / G

ED ( %

? + - %

-

-? 1 + * - %

? ; + (

-? < +

-? = + (

? > / G

F

+

+

F : + S

& H X &

J * )

/ G

````````````````````````````

F 1 Q

9 >C CCC CCC CCC^ ;C CCC CCC CCC^ >C CCC CCC CCC^

C CCC CCC CCC^ ;C CCC CCC CCC^ 8 C CCC CCC CCC ^

F ; @#

! ? CCC

= CC ? CCC CCC = CCC CCC

I E

+

G

I B$

I 1 8 A /8D

I ; 5 I < : I = I >

E

-

B A1CC;D

+

%

+

(50)

<I

-

-

'

M=T

T IT /

-

)

AJ 3

V

II;D .

-

!

! 6

7 0

H&

J

+

*

*

#

.

-

&

)

-

#

*

4.3.4 Testes estatísticos

5

%

.

)

'

-

E

+

$

! H

6

A II;D

%

)

$

$

$

+ -

"

+

%

-

'

-

A

D

%

9099

J

%

,

-

*

-)

V

'9

'

)

$

"

C C= 5

)

-(

A

D

%

A

D

+

a'

b c

E

)

)

-

9 -

$

+

(

A

D

(51)

=C

4.3.5 Refinamento da Escala e Composição Final das Variáveis

/

(

-X

-

0

+

'

(

%

)

.

C

H

C >

(

R

C ?

(

-C F

(

A! %

7 6 1CC;P

9 6

1CC;D

0

+

#

-$

'

-0

-

)

'

V

'! 4 '/ 6

AV!/D

-Q

A

C =

D

-

)

Q

C =

-0

-

%

'

)

#

$

-

"

-

)

-

--

@

*

--

"

A0

1CC1D R

$

--

.

)

-*

A0

1CC1D

#

$

'

-

+

)

%

)

'

-)

&

! %

7 6 A1CC;D

'

A

D

C =

(52)

=

Tabela 4.8: Composição final das variáveis:

Alfa

Variável

Impacto estratégico

+ + C I<=

7 $ )

Alfa

Variável

Impacto operacional

+ )

& C I=

7 $

& * 6

Alfa

Variável

Gestão de Topo

E

! / ! ) / )

!

C F<F H 5

! + +

Alfa

Variável

Competências Tecnológicas

+ ) ' + ) ' * / + - -+ ) '

-C F 1 ( 5

+ %

Alfa

Variável

Competências Conhecimento

+ -% -+ * -% + ( -+

-C I?1 ( %

+ (

E

$

#

--

.

(53)

=1

4.4

Aspectos éticos na recolha de informação

&

)

%

%

$

*

*

.

%

-)

*

+

%

)

)

$

)

$

)

%

*

%

)

"

%

$

)

$

*

.

+

A0

II= D

4.5

Conclusão

@

$

'

-

*

'

+

)

-

.

9

'

$

"

/

)

.

-

)

@

+

%

%

!

'

#

$

+

(54)

=;

-

'

#

$

-

"

(55)

=<

5 ANALISE EMPIRICA

5.1

Introdução

E

%

%

$

%

@

$

-

0

%

5.2

Questionários recebidos

)

$

-

G

Tabela 5.1: Respostas recebidas em termos de Iniciativas de CRM

Iniciativa de CRM

% Respostas

9 11 I=K

+ ;1 ?FK

+ 6 << 1?K

/ C

Total 100.00%

5

-

6

<<K

5.3

Análise Descritiva

5

-

(56)

==

Tabela 5.2: Estatística Descritiva

Variáveis

Média

Mínimo

Max

Variância

Desvio

Padrão

Benefícios estratégicos 4.72 3.98 5.62

+ < ?= < 1C = >= C 1 C <=

+

< >? ; FC = >= C ;? C >C < ?< ; I= = =F C 1< C <I

Benefícios operacionais 4.73 4.05 5.61

+ ) < FF < F = >C C I C <<

& < ?C < C = FC C ;> C >C

& *

6

< >; ; I= = <= C 11 C <?

Gestão de Topo 4.75 4.19 5.61

E

!

< >F < = >I C 1> C =

/ ! ) < F < = = <= C 1 C <>

/ )

!

< >= < ;; = <F C = C ;I

! + +

< F< < = = FC C F C <1

Competências Tecnológicas 4.84 4.31 5.62

+ ) ' < I? < >< = IC C 1 C <>

+ ) '

*

< ?I < ;; = =; C 1 C ;=

/ +

-

-< ?F < C = >F C 11 C <?

+ ) '

-< F= < F = >? C 1 C <=

+ %

< F1 < < = ;; C C? C 1?

Competências Conhecimento 4.89 4.19 5.67

+

-% -

-< IC < 1; = >? C 1> C =

+ *

-%

< I= < 11 = FI C ;> C >C

+ (

-< F1 < 1= = >; C 11 C <?

+

-< I; < = = >? C ;= C =I

(57)

=>

9

B 6

?

A '?D

$

-

)

&

'

"

-E

)

(

&

"

)

%

#

!

A8

II=P

B 1CC;D @

)

"

)

A& 4

N

4

IFFP 0 %

2

IICP 2

II;D

(

%

$

A

B

IIID

%

#

)

A9

1CC1D

$

(

'

$

,

M

)

T A< FFD

+

M

T A< ?CD

*

6

A> >;D

@

$

)

'

M

M

A< ?=D

M

T

A< ?<D

"

$

$

@ M

+

T

A< >ID

-

.

) -

'

A

& J

IICD 0

(58)

=?

/

%

! A

9 %

6

II;D

%

-

G

M/

! )

M

M

!

+

+

T

)

M< FT 0

ME

!T

M/

)

!T

M< ?T /

.

"

!

'

)

J

-

'

%

0

'

)

$

*

"

1

A

-

D

*

A! %

7 6 1CC;D

5.4

Correlação

-

*

.

-

E

'

1

-+

1

-'

%

)

.

H

A IFCD

1

-A!

9

1CC<D 0

+

*

)

$

(59)

=F

Tabela 5.3: Coeficientes de correlação de Pearson e Alfas de Cronbach

Pearson

Correlation EstratégicosBeneficios operacionaisBenefícios

Gestão de Topo

Competências Tecnológicas

Competências do Conhecimento Benefícios

Estratégicos 0,945

Benefícios

operacionais C IC=A[[D 0,951

Gestão de Topo C ?F=A[[D C >I<A[D 0,848 Competências

Tecnológicas C ?C>A[D C ?=FA[[D C ?I1A[[D 0,812 Competências do

Conhecimento C F>;A[[D C ?C A[D C =?? C ;=F 0,972

B G @ G

[ $ >C C= A1' D

[[ $ C C A1' D

' %

/

$

)

--

A

B

1CC;D

/

$

%

-&

%

'

%

$

)

*

$

)

(

5

"

'

%

,

*

(

%

$

)

(60)

=I

0

#

(

%

(

E

$

A

B 1CC;D

5.5

Regressão Linear Múltipla

-

*

)

--

)

-

-A

D

-"

A

D

#

)

)

.

)

-

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A

-

D

-

A

-

D

-

)

+

-(

-

/

.

@

'

$

)

(

(

%

!

$

-

)

)

#

-"

A

-

D

(61)

>C

Tabela 5.4 Regressão Linear Múltipla – modelo global

Variável dependente Coeficiente Determinação R2 R2 ajustado N.º variáveis

independ. DependenteVariável EstatísticaF Coeficientes Sig.

Potência(a)

7 $

E ) C I1? C ICF 1 =C >11 C CCC CCC

=C >11 I 1>F C CCC

(

I ?IF F C CC1

(

%

<> ? I < 1?? C CCC

7 $

/ C ?F? C ?;; 1 < ?<? C CC1 C IFF

< ?<? ? F>>

C CC1

(

C>? 1 I=1 C C C

(

%

I ?FI 1 ?

C C1;

A D 7

$

I=K

$

J

)

$

C C=

.

-

/

A

1

D

-

)

-@

#

-

)

1

.

E

( '

1

C ICF

C ?;;

$

)

&

"

*

-

)

$

-

'

+

(62)

>

Figura 5V1: Modelo Regressão Linear Múltipla V Equação

Constante

Parâmetro

Parâmetro

7

$

E

)

e

I 1>F

b

F

(

b < 1??

(

%

7

$

/

e

? F>>

b 1 I=1

(

b 1

?

(

%

/

+

=K

CK

Figura 5V2: Modelo de antecedentes dos Benefícios das iniciativas de CRM

)

$

$

)

!

G

(

(

%

(

.

%

%

G

1

.

?; ;K

2;

(

%

(

5

8

!

7

$

/

7

$

E

)

2=

2>

1

.

IC FK

(63)

>1

Tabela 5.5 Resultados do teste de hipóteses – comparação entre técnicas

Hipóteses: relações positivas entre:

Correlações

Análise de

linear Múltipla

Regressão

2 G/ H 5

! - )

$ S

9 $

21G/ H 5

! - )

$ ) S

9 $

2;G (

! )

$ S

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5.6

Conclusão

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CONCLUSÃO

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Introdução

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-6.2

Contributo das competências tecnológicas, competências do conhecimento e

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-6.3

Contribuições para a Teoria

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6.4

Contribuições para a Gestão

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6.5

Limitações

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6.6

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6.7

Conclusão

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Tabela 2.1 (Cont.): Contributos para a definição das vantagens competitivas Autores e Data Artigo/ Título do Livro Principais Contributos U 3 6 V % 9 % 4O A1CCCD L! 6 '&amp; Q&amp;! 6L ' % V U 4 A1CC1D M9 % 7 4 T &amp; )%) % + J G 2 1CCC J  -+ % * E - / A
Tabela 2.2: Características das vantagens competitivas
Tabela 2.7: Indicadores Financeiros sectoriais
+7

Referências

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