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Circular 0022/2000 São Paulo, 11 de Janeiro de 2000.

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Circular 0022/2000

São Paulo, 11 de Janeiro de 2000.

 

Provedor(a)

Administrador(a)

 

Assunto: Republicação da Portaria GM/MS nº. 1480 ­ FIDEPS

Prezado(a) Senhor(a),

Devido à incorreções, a Portaria GM/MS nº.1.480, que trata do FIDEPS em sua nova modalidade, foi

republicada no Diário Oficial da União nº.6­E, de 10­01­2000.

Segue em anexo, cópia da republicação.

Atenciosamente,

 

Maria Fátima da Conceição

Superintendente Técnica

mms

 Diário Oficial nº. 6­E, de 10­01­2000

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.480, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1999 (*) O Ministro de Estado da Saúde, no uso de sua atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 1.127, de 31 de agosto de 1999, que estabelece nova forma e condições de pagamento do Fator de Incentivo ao Desenvolvimento do Ensino e Pesquisa FIDEPS, e

Considerando  a  necessidade  de  implementar  já  na  competência  janeiro/2000,  conforme  previsto  na  Portaria supracitada, a nova forma de pagamento do FIDEPS, resolve:

Art. 1º Alterar na redação do § 2º do artigo 5º, do Artigo 6º e seus §§ 1º, 2º, 3º e 4º e do Artigo 7º da Portaria GM/MS nº 1.127, de 31 de agosto de 1999, a denominação Contrato de Gestão para Contrato de Metas.

Parágrafo Único. A Secretaria de Assistência à Saúde, com o objetivo de padronizar a forma e o conteúdo dos Contratos  de  Metas  a  serem  assinados,  publicará  minuta  de  Contrato  de  Metas  estabelecendo compromissos/metas mínimos a serem requeridos, que poderá ser adaptada à realidade de cada gestor/hospital. Art.  2º  Estabelecer  para  cada  hospital  habilitado  ao  recebimento  do  FIDEPS,  de  acordo  com  sua  atual classificação  e  situação  de  gestão,  um  montante  de  recursos  mensais  destinados  ao  pagamento  do  incentivo, conforme estabelecido no Anexo desta Portaria.

§  1º  Os  valores  de  que  trata  este  Artigo  são  resultantes  da  média  dos  valores  pagos  ao  Hospital,  a  título  de incentivo  nos  processamentos  realizados  no  período  de  janeiro  a  agosto  de  1999,  conforme  sua  atual

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classificação,  não  computado  o  incentivo  incidente  sobre  procedimentos  custeados  pelo  Fundo  de  Ações Estratégicas e Compensação ­ FAEC.

§  2º  Para  que  os  gestores  do  SUS,  estados,  Distrito  Federal  e  municípios  em  Gestão  Plena  do  Sistema Municipal realizem o pagamento do FIDEPS aos hospitais habilitados que estejam sob sua gestão, o Ministério da Saúde fará o repasse dos recursos relativos a estes hospitais a seus respectivos gestores, fundo a fundo ou para conta específica.

§  3º  Para  os  estados  em  gestão  plena,  o  Distrito  Federal  e  os  municípios  em  Gestão  Plena  do  Sistema Municipal, o repasse fundo a fundo de que trata o § 2° desta Portaria já vem sendo realizado e os valores já se encontram incluídos em seus respectivos tetos financeiros.

§  4º  Os  valores  destinados  ao  FIDEPS  de  hospitais  próprios  do  Ministério  da  Educação,  assinalados  com  um asterisco  na  relação  constante  do  Anexo  desta  Portaria,  cujo  pagamento  será  realizado  diretamente  pelo Ministério  da  Saúde,  não  serão  repassados  fundo  a  fundo  ou  para  conta  específica  de  seus  respectivos gestores.

Art. 3º Estabelecer que, uma vez realizadas as vistorias "in loco", determinadas pela Portaria GM/MS nº 1.127, de  31  de  agosto  de  1999,  a  nova  classificação,  maior  ou  menor,  deverá  nortear  o  cálculo  do  novo  valor  de incentivo a ser repassado.

§  1º  O  valor  calculado  pela  nova  classificação  definirá  o  valor  mínimo  de  incentivo  a  ser  repassado mensalmente,  podendo  ser  maior  do  que  este  por  decisão  do  gestor,  sendo  as  condições  de  repasse estabelecidas no Contrato de Metas.

§  2º  Na  hipótese  de  estabelecimento  de  valor  maior  pelo  gestor,  este  incremento  deverá  ser  suportado  pelo montante de recursos mensais destinado ao pagamento de FIDEPS do estado, Distrito Federal ou município em Gestão  Plena  do  Sistema  Municipal,  sendo  que  a  diferença  que  ultrapassar  este  montante  deverá  ser  coberta por recursos do respectivo Teto Livre.

§ 3º No caso de impasse entre o gestor do SUS e o hospital, na definição do montante do valor do incentivo a ser repassado e na negociação dos termos do Contrato de Metas, a situação será mediada e definida por uma comissão  constituída  por  um  representante  da  Secretaria  de  Assistência  à  Saúde/Ministério  da  Saúde,  um representante  da  Secretaria  de  Ensino  Superior/Ministério  da  Educação,  um  representante  do  Conselho  de Secretários Estaduais de Saúde ou Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (conforme o caso) e um representante da Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de Ensino.

§  4º  Ocorrendo  a  situação  prevista  no  §  3º,  o  gestor  do  SUS  e  o  hospital  envolvido  tomarão  a  iniciativa  de comunicar  formalmente  o  fato  à  Secretaria  de  Assistência  à  Saúde,  relatando  brevemente  o  ocorrido  e solicitando a interveniência da comissão constante do § 3° deste Artigo.

Art. 4º Estabelecer que para iniciar o pagamento do FIDEPS, de acordo com a nova modalidade de repasse, as Secretarias  de  Saúde,  sob  cuja  gestão  estejam  os  hospitais  habilitados  ao  recebimento  do  FIDEPS,  deverão informar  à  Secretaria  de  Assistência  à  Saúde,  do  Ministério  da  Saúde,  para  fins  de  publicação,  o  montante  do valor do incentivo a ser repassado a cada hospital e apresentar os respectivos Contratos de Metas devidamente assinados, até 10 (dez) dias antes do término da competência a que se referir o primeiro pagamento.

Parágrafo  único.  Para  fins  de  cálculo  do  valor  do  incentivo  a  ser  repassado,  poderão  ser  utilizados,  como referência, os valores constantes do Anexo, considerando ainda o estabelecido no Artigo 3º desta Portaria. Art.  5º  Estabelecer,  como  regra  de  transição,  que,  não  cumprido  o  prazo  estabelecido  no  Artigo  4º,  nas competências janeiro, fevereiro e março/2000, o pagamento do FIDEPS será realizado no montante constante do Anexo desta Portaria.

§  1º  Na  situação  de  transição,  os  recursos  destinados  ao  pagamento  do  FIDEPS  não  serão  repassados  aos gestores, mas pagos ao hospital diretamente pelo Ministério da Saúde.

§  2º  O  FIDEPS  dos  hospitais  que  estejam  sob  gestão  de  estados  em  Gestão  Plena,  do  Distrito  Federal  e  de municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal, nesta situação de transição, será pago diretamente a estes hospitais pelo Ministério da Saúde, sendo o valor correspondente descontado das transferências aos respectivos gestores.

Art.  6º  Estabelecer  que,  a  contar  da  competência  abril/2000,  inclusive,  permanecendo  o  não  cumprimento  do prazo  estabelecido  no  Artigo  4º,  será  cancelado  o  pagamento  do  FIDEPS  daqueles  hospitais  cujo  valor  de

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repasse e o respectivo Contrato de Metas não tenham sido informados à Secretaria de Assistência à Saúde. §  1º  Os  valores  que  seriam  destinados  ao  pagamento  do  FIDEPS  dos  hospitais  cujo  pagamento  for  suspenso em  virtude  do  estabelecido  neste  Artigo,  no  montante  mensal  definido  no  Anexo  desta  Portaria  e  incluídos  no Teto  Livre  dos  estados,  Distrito  Federal  ou  municípios  em  Gestão  Plena  do  Sistema  Municipal,  ficarão indisponíveis para utilização em outras finalidades, até a regularização da situação.

§  2º  Os  valores  que  seriam  destinados  ao  pagamento  do  FIDEPS  dos  hospitais  cuja  habilitação  tenha  sido suspensa  e  informada  à  Secretaria  de  Assistência  à  Saúde,  em  virtude  do  parecer  conjunto  decorrente  da "vistoria  in  loco"  realizada  no  hospital,  conforme  estabelecido  no  Artigo  1º  e  no  §  1º  do  Artigo  2º  da  Portaria GM/MS  nº  1.127,  de  31  de  agosto  de  1999,  permanecerão  disponíveis  no  Teto  Livre  de  seus  respectivos gestores.

Art.  7º  Estabelecer  que  os  hospitais  próprios  do  estado,  sob  gestão  estadual,  que  estejam  habilitados  ao recebimento do FIDEPS, estarão sujeitos às mesmas normas e prazos estabelecidos nesta Portaria, até que os valores correspondentes a este Fator de Incentivo sejam incluídos na modalidade de co­financiamento, conforme estabelecido no § 4º do Artigo 4º da Portaria GM/MS nº 1.127 e na Portaria GM/MS nº 1.125, ambas de 31 de agosto de 1999. Art. 8º Estabelecer que o pagamento do FIDEPS aos hospitais próprios do Ministério da Educação, devidamente habilitados, será realizado diretamente pelo Ministério da Saúde.

Parágrafo  único.  Os  valores  relativos  ao  pagamento  do  incentivo  aos  hospitais  de  que  trata  este  Artigo  não serão,  portanto,  incluídos  no  repasse  fundo  a  fundo  ou  para  conta  específica,  a  estados,  Distrito  Federal  e municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal.

Art. 9º Estabelecer que os valores de FIDEPS, relativos a procedimentos custeados com recursos do Fundo de Ações  Estratégicas  e  Compensação  FAEC,  serão  repassados  diretamente  pelo  Ministério  da  Saúde  aos hospitais  habilitados,  obedecendo  à  sistemática  de  incremento  percentual  sobre  o  valor  do  procedimento realizado, de acordo com a classificação do hospital.

Art. 10º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. JOSÉ SERRA

ANEXO

Estado Gestão CGC Nome do Hospital FIDEPS

mensal (R$) % incentivo São Paulo Estadual 33495870000138 CASA N S PAZ ACAO S FRANCISCANA HOSP UNIV MEC MPAS 147.244 50% São Paulo Estadual 44896827000109 ASSOC HOSPITAL DE

COTIA HOSP UNIVERSITARIO

MECIMPAS

101.758 50%

São Paulo Estadual 45176153000122 HOSPITAL ESCOLA DA UNIVERSIDADE DE TAUBATE HOSP

UNIV (MEC/MP

174.775 75%

São Paulo Plena Municipal 46020301000269 SOC CAMPINEIRA EDUC INSTRUCAO HOSP UNIVER CONV MEC MPAS 376.578 75% São Paulo Plena Municipal­ Campinas 46044368000152 SANATORIO DR CANDIDO FERREIRA 50.390 50% São Paulo Estadual 46068425000133 UNIVES EST

CAMPINAS UNICAMP HOSPITAL UNIVER

MEC MPAS

852.037 75%

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HOSPITALAR DE SOROCABA HOSP UNIVERSITARIO MEC

MPAS São Paulo Estadual 47074851000819 FUNDACAO PADRE

ALBINO HOSPITAL UNIVER MEC MPAS

201.028 50%

São Paulo Estadual 47074851000908 FUNDACAO PADRE ALBINO HOSPITAL UNIVERSITARIO MEC

MPAS

68.371 50%

São Paulo Estadual 48031918001953 HOSPITAL DAS CLINICAS UNESP

BOTUCATU

337.884 75%

São Paulo Estadual 50644053000113 FUNDACAO E J ZERBINI 760.767 75% São Paulo Plena Municipal­ Jundiaí 50965219000101 HOSPITAL E MATERNIDADE JUNDIAI S/A 247.459 50%

São Paulo Estadual 52052420000115 FUND MUNICIPAL ENSINO MARILIA

HOSP

UNIVERSITARIO MEC MPAS

121.212 50%

São Paulo Estadual 53725560000170 FUNDACAO ADIB JATENE­INSTIT. DANTE PAZZANESE

DE CARDIOLOGIA

419.900 75%

São Paulo Estadual 56577059000100 FUNDACAO FACULDADE DE MEDICINA MEC/MPAS 1.775.206 75% São Paulo Plena Municipal­ Santo André 57571275000283 FUNDACAO DO ABC HOSPITAL UNIVERSITARIO MEC MPAS 72.165 50%

São Paulo Estadual 57722118000140 FUND. DE APOIO AO ENSINO/PESQUISA E

ASSIST. DO HCFMRPUSP

924.371 75%

São Paulo Estadual 60003761000129 FUND FAC REG MEDICINA DE SJRP

HOSP UNIVERSITARIO

MEC/MAPS

934.903 75%

São Paulo Estadual* 60453032000174 ESC PTA MEDICINA HOSP S PAULO HOSP UNIVER MEC

MPAS

1.264.758 75%

São Paulo Estadual 60742616000160 CASA DE SAUDE SANTA MARCELINA

819.566 50% São Paulo Estadual 62277207000165 ORG

SANTAMARENSE DE ED E CULTURA HOSPITAL ESCOLA DA FMSA 45.246 50%

 

São Paulo Estadual 62779145000190 IRM STA CASA MIS S PAULO FAC C MED S

CASA HOSP UNIV MEC MPAS

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São Paulo Estadual 63025530008270 HOSPITAL DE PESQUISA E REABILITACAO DE LESOES LABIO PALATAIS 166.218 75%

 

São Paulo Estadual 63025530008512 UNIV DE S PAULO HOSP UNIVERSITARIO HOSP UNIV MEC MPAS 190.360 75% *Hospitais do MEC ** Não constam os valores por terem sido habilitados após agosto de 1999 (*)Republicada por ter saído com incorreção, do original, no D.O. nº 249­E, de 29/12/99, Seção 1, pág. 21.

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