Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2 –
–
–
–
–
–
–
– Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
UEFS – Departamento de Tecnologia CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
TEC 159
TECNOLOGIA DAS
CONSTRUÇÕES I
TEC 159
TEC 159 -- TecnologiaTecnologia das das ConstruçõesConstruções I I -- Prof. Cristóvão CordeiroProf. Cristóvão Cordeiro
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2 –
–
–
–
–
–
–
– Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Histórico e processos da
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
Construção Civil: Evolução da Técnica
de Construção
de Construção
de Construção
de Construção
de Construção
de Construção
de Construção
de Construção
Cristóvão C. C. Cordeiro
Cristóvão C. C. Cordeiro
Cristóvão C. C. Cordeiro
Cristóvão C. C. Cordeiro
Tópicos principais
Tópicos principais
1.
1.
Breve Histórico
Breve Histórico
2.
2.
Evolução recente da Construção Civil
Evolução recente da Construção Civil
3.
3.
Evolução dos Subsistemas
Evolução dos Subsistemas
3.
3.
Evolução dos Subsistemas
Evolução dos Subsistemas
1.
1. Estruturas
Estruturas
2.
2. Vedação
Vedação
3.
3. Instalações
Instalações
4.
4. Fachadas
Fachadas
4.
4.
Resultados
Resultados
1
1 -- Breve Histórico da área
Breve Histórico da área
Aprendizado foi tradicionalmente intuitivo
Aprendizado foi tradicionalmente intuitivo
Separação entre técnica e projeto
Separação entre técnica e projeto
Perda de conhecimento
Perda de conhecimento
Papel do BNH como indutor de novas
Papel do BNH como indutor de novas
Papel do BNH como indutor de novas
Papel do BNH como indutor de novas
tecnologias nos anos 70
tecnologias nos anos 70
Estagnação nos anos 80
Estagnação nos anos 80
Histórico da área
Histórico da área
Última grande revolução foi feita na década de 20
Última grande revolução foi feita na década de 20
(início do uso do concreto armado).
(início do uso do concreto armado).
De 1927 a 1995 houve pequenas mudanças dos
De 1927 a 1995 houve pequenas mudanças dos
materiais:
materiais:
–
– Ferro fundido/galvanizado para PVC nas instalações.
Ferro fundido/galvanizado para PVC nas instalações.
–
– Madeira para alumínio nas esquadrias.
Madeira para alumínio nas esquadrias.
–
– Fios com recobrimento de tecido para fios com
Fios com recobrimento de tecido para fios com
recobrimento de plástico.
recobrimento de plástico.
–
– Tábuas para chapas de compensado nas formas.
Tábuas para chapas de compensado nas formas.
–
– Etc.
Etc.
Do ponto de vista sistêmico, continuamos
Do ponto de vista sistêmico, continuamos
construindo da mesma forma que há 80 anos!
construindo da mesma forma que há 80 anos!
Evolução das necessidades dos
Evolução das necessidades dos
edifícios nas últimas décadas
edifícios nas últimas décadas
Edifícios de 15 a 18 pavimentos. 1 a 2 vagas por apartamento. Poucas possibilidades de alterações de arquitetura. Edifícios de 25 a 35 pavimentos.
3 a 4 vagas por apartamento. Grande flexibilidade de
lay-out.
Grande quantidade de itens
Anos 70 a 80
Anos 90 e até hoje
alterações de arquitetura.
Poucos eletrodutos
embutidos nas paredes.
20 a 24 meses de
construção.
Juros de produção baixos. Baixa demanda por
questões ambientais.
Tolerância com produtos
artesanais.
Grande quantidade de itens
embutidos nas paredes
(eletrodutos, redes de som e computador, aspirador, etc.).
20 a 24 meses de construção. Juros de produção muito altos. Alta demanda por questões
ambientais.
Mercado altamente
competitivo.
Década
Década
Capacidade
Capacidade
(Passageiro
(Passageiro
s)
s)
Velocidad
Velocidad
e
e
(Km/h)
(Km/h)
Materiais Materiais 20 20 0202 100100 Madeira/sedaMadeira/sedaEvolução das aeronaves de transporte de
passageiros
30 30 10 a 1510 a 15 200200 MadeiraMadeira 40 40 30 30 300300 Aço/telaAço/tela 50 50 100100 600600 AlumínioAlumínio 2000 2000 500500 950950 CompósitosCompósitosO desenvolvimento da aviação
O desenvolvimento da aviação
foi homogêneo, em todos os
foi homogêneo, em todos os
aspectos!!!
aspectos!!!
aspectos!!!
aspectos!!!
E na construção de edifícios?
E na construção de edifícios?
E na construção de edifícios?
E na construção de edifícios?
Evolução das necessidades dos
Evolução das necessidades dos
edifícios nas últimas décadas
edifícios nas últimas décadas
Edifícios de 15 a 18 pavimentos. 1 a 2 vagas por apartamento. Poucas possibilidades de alterações de arquitetura. Edifícios de 25 a 35 pavimentos.
3 a 4 vagas por apartamento. Grande flexibilidade de
lay-out.
Grande quantidade de itens
Anos 70 a 80
Anos 90 e até hoje
alterações de arquitetura.
Poucos eletrodutos
embutidos nas paredes.
20 a 24 meses de
construção.
Juros de produção baixos. Baixa demanda por
questões ambientais.
Tolerância com produtos
artesanais.
Grande quantidade de itens
embutidos nas paredes
(eletrodutos, redes de som e computador, aspirador, etc.).
20 a 24 meses de construção. Juros de produção muito altos. Alta demanda por questões
ambientais.
Mercado altamente
competitivo.
2
2 -- Evolução Recente da
Evolução Recente da
Construção Civil
Construção Civil
Evoluímos na construção das
Evoluímos na construção das
estruturas!!!
Evolução das estruturas dos
Evolução das estruturas dos
edifícios nas últimas décadas
edifícios nas últimas décadas
Estruturas aporticadas. Vigas abaixo das
paredes.
Vãos de 4 a 5 metros. Fck entre 150 e 180
Estruturas com grandes
lajes e poucas vigas.
Paredes sobre lajes com
vãos de 6 a 8 metros. Fck entre 30 e 50 Mpa.
Anos 70 a 80
Anos 90 até hoje
Fck entre 150 e 180 Kgf/cm2. Formas e escoramento de madeira. Eletrodutos embutidos no concreto.
Tolerância com baixa
produtividade.
Cimento e concreto com
baixa aditivação (fração clinquer alta}.
Fck entre 30 e 50 Mpa. Formas em paineis
estruturados e
escoramento metálicos.
Demanda por alta
produtividade.
Cimento e concreto com
alta aditivação (fração clinquer baixa).
Com a evolução as estruturas
Com a evolução as estruturas
ficaram mais deformáveis e
ficaram mais deformáveis e
menos porosas!!!!
menos porosas!!!!
O que evoluímos nas demais
O que evoluímos nas demais
partes da obra?
partes da obra?
Como vamos permitir a
Como vamos permitir a
estrutura se deformar mais?
estrutura se deformar mais?
Mas as necessidades não
Mas as necessidades não
mudaram?
mudaram?
As estruturas não precisaram
As estruturas não precisaram
ficar mais deformáveis?
ficar mais deformáveis?
ficar mais deformáveis?
ficar mais deformáveis?
Porque insistimos nas mesmas
Porque insistimos nas mesmas
soluções nas demais partes?
soluções nas demais partes?
Patologias
Patologias
Patologias
Patologias
Medição de deformação lenta em pilares de edifícios 0,30 0,35 0,40 Deformação (mm/m) 25 30 35 Temperatura (o C)
DEFORMAÇÃO EM PILARES DO 1
oPAVIMENTO APÓS
FIXAÇÃO DA ALVENARIA
0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 23/1/2003 17/4/2003 10/7/2003 2/10/2003 25/12/2003 18/3/2004 10/6/2004 2/9/2004 -5 0 5 10 15 20Personal Home - Extensômetro 1 Projeto Viver - Extensômetro 1 Projeto Viver - Extensômetro 2 Temperatura ambiente
TENSÕES DE UMA ALVENARIA DE
TENSÕES DE UMA ALVENARIA DE
VEDAÇÃO
VEDAÇÃO
TIJOLO CERÂMICO
3 a 4 vezes maior!!!
3 a 4 vezes maior!!!
3 a 4 vezes maior!!!
3 a 4 vezes maior!!!
TIJOLO DE CONCRETO
Fissuras,
BALANÇO DA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS
BALANÇO DA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS
ÚLTIMOS 20 ANOS
ÚLTIMOS 20 ANOS
Fase da Racionalização
Fase da Inovação
Industrialização Sutil
Fase da Inovação
Industrialização
Incentivada
Fases anteriores: 1928 a 1970Fases anteriores: 1928 a 1970 –– Marasmo total Marasmo total 1970 a 1983
1970 a 1983 –– Inovação Irresponsável Inovação Irresponsável 1983 a 1990
1983 a 1990 –– Racionalização DesarticuladaRacionalização Desarticulada
2000
FASE DA RACIONALIZAÇÃO (1990 a 1996)
FASE DA RACIONALIZAÇÃO (1990 a 1996)
Racionalização com visão sistêmica.
Racionalização com visão sistêmica.
Integração entre sub
Integração entre sub--sistemas.
sistemas.
Início da valorização dos projetos executivos.
Início da valorização dos projetos executivos.
Padronização como instrumento de volume para
Padronização como instrumento de volume para
viabilizar a pré
viabilizar a pré--fabricação.
fabricação.
viabilizar a pré
viabilizar a pré--fabricação.
fabricação.
Fazer melhor o que já era feito.
Fazer melhor o que já era feito.
Canteiro como unidade de fabricação.
Canteiro como unidade de fabricação.
Canteiros “central de obras”
Canteiros “central de obras” –
– foco na empresa.
foco na empresa.
Qualidade voltada para inspeção do serviço pronto.
Qualidade voltada para inspeção do serviço pronto.
Feita por empresas de grande porte.
Feita por empresas de grande porte.
FASE DA INOVAÇÃO Ind. Sutil
FASE DA INOVAÇÃO Ind. Sutil
(1997 até 2007)
(1997 até 2007)
Inovação com visão sistêmica.Inovação com visão sistêmica.
Eliminação das interferências entre as partes da obra.Eliminação das interferências entre as partes da obra.
Visão da montagem (parafuso e cola).Visão da montagem (parafuso e cola).
Construção seca. Industrialização de componentes leves e Construção seca. Industrialização de componentes leves e
intercambiáveis “Industrialização Sutil”. intercambiáveis “Industrialização Sutil”.
Valorização dos projetos executivos de engenharia com Valorização dos projetos executivos de engenharia com
solução de interferências entre sub
solução de interferências entre sub--sistemas. sistemas. solução de interferências entre sub
solução de interferências entre sub--sistemas. sistemas.
Padronização da tecnologia, modularização.Padronização da tecnologia, modularização.
Homogeneidade da qualidade.Homogeneidade da qualidade.
Canteiro como unidade de montagem. Componentes Canteiro como unidade de montagem. Componentes
industrializados e pré
industrializados e pré--engenheirados.engenheirados.
Qualidade voltada para inspeção do processo.Qualidade voltada para inspeção do processo.
Aberta a empresas de qualquer porte.Aberta a empresas de qualquer porte.
FASE DA INOVAÇÃO Ind. Incentivada
FASE DA INOVAÇÃO Ind. Incentivada
(2007 até hoje)
(2007 até hoje)
Aumento do Horizonte de FinanciamentoAumento do Horizonte de Financiamento
Programas Governamentais de incentivo ao MacroProgramas Governamentais de incentivo ao Macro--setor da Construção setor da Construção
Civil (PAC, MCMV) Civil (PAC, MCMV)
Linhas de Crédito para modernização tecnológica e gerencial (BNDES).Linhas de Crédito para modernização tecnológica e gerencial (BNDES).
Aumento da mecanização nos canteiros, com aquisição de máquinas e Aumento da mecanização nos canteiros, com aquisição de máquinas e
equipamentos. equipamentos.
Alta demanda de mão de obra, encarecendo o recurso.Alta demanda de mão de obra, encarecendo o recurso.
Alta demanda de mão de obra, encarecendo o recurso.Alta demanda de mão de obra, encarecendo o recurso.
Aumento da busca por novos processos/sistemas construtivos passíveis Aumento da busca por novos processos/sistemas construtivos passíveis
de industrialização . de industrialização .
Valorização dos projetos executivos de engenharia com solução de Valorização dos projetos executivos de engenharia com solução de
interferências entre sub
interferências entre sub--sistemas. sistemas.
Intensificação do uso de componentes industrializados.Intensificação do uso de componentes industrializados.
Qualidade deixada em segundo plano com problemas futuros na Qualidade deixada em segundo plano com problemas futuros na
assistência técnica. assistência técnica.
Industrialização aberta a empresas de qualquer porte.Industrialização aberta a empresas de qualquer porte.
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
-- PREMISSAS
PREMISSAS
Redução do custo.
Redução do custo.
Melhoria da qualidade (desempenho).
Melhoria da qualidade (desempenho).
Aumento da produtividade:
Aumento da produtividade:
Aumento da produtividade:
Aumento da produtividade:
–
– Eliminação de interferências.
Eliminação de interferências.
–
– Padronização.
Padronização.
–
– Fabricação na indústria.
Fabricação na indústria.
–
– Montagem no canteiro.
Montagem no canteiro.
–
– Terminalidade.
Terminalidade.
Foco no Sistema X Foco no
Foco no Sistema X Foco no
Componente.
3
3 -- EVOLUÇÃO DOS SUB
EVOLUÇÃO DOS
SUB--SISTEMAS
SISTEMAS
Estruturas
Estruturas
Vedações
Vedações
UMA BREVE
Vedações
Vedações
Instalações Elétricas
Instalações Elétricas
Instalações
Instalações
Hidráulicas
Hidráulicas
Fachadas
Fachadas
UMA BREVE
HISTÓRIA DO
DESENVOLVIMENTO
NOS ÚLTIMOS 15
ANOS
EVOLUÇÃO DAS ESTRUTURAS
EVOLUÇÃO DAS ESTRUTURAS
EVOLUÇÃO DAS ESTRUTURAS
EVOLUÇÃO DAS ESTRUTURAS
ESTRUTURAS
ESTRUTURAS
FORMA EM MADEIRA
FORMA EM MADEIRA
Gravata de
1”x4”
Barra de
ancoragem
Pontalete
(3,5x7)cm
Sarrafo
(1”x3”)cm
Barra de ancoragem GravataGastalho
PROJETO DE FORMAS
PROJETO DE FORMAS
RACIONALIZAÇÃO DE FORMAS
RACIONALIZAÇÃO DE FORMAS
Guia
Painel
Travessão
Pé-direito
Travessas
de apoio
Tala
Pontaletes
Fundo
da viga
Lateral
da viga
da viga
UTILIZAÇÃO DE PEÇAS E
UTILIZAÇÃO DE PEÇAS E
REFORÇOS METÁLICOS
REFORÇOS METÁLICOS
LAJES PLANAS NERVURADAS COM BLOCOS DE CONCRETO
LAJES PLANAS NERVURADAS COM BLOCOS DE CONCRETO
Sistema GETHAL
Sistema GETHAL
Sistema
Sistema
MEVA
MEVA
SISTEMA SH
SISTEMA SH
SISTEMA ULMA
SISTEMA ULMA
MOLDES PLÁSTICOS
MOLDES PLÁSTICOS
ULMA
ULMA
FORMA DE
PLÁSTICO
PASTILHAS DE PLÁSTICO PASTILHAS DE PLÁSTICO
Vista geral da obra 03/04/00.
Estrutura metálica - Stell Deck - 12/04/00.
Vista geral da obra 09/05/00.
EVOLUÇÃO DAS VEDAÇÕES
EVOLUÇÃO DAS VEDAÇÕES
PASSAGEM DE ELETRODUTOS SEM RASGAR PAREDES VERGAS PRE-FABRICADAS
EXECUÇÃO DA ALVENARIA COM
INTERFERÊNCIA COM
ELETRODUTOS JUNTO AO QDL ELETRODUTOS JUNTO AO QDL
EVOLUÇÃO DAS
EVOLUÇÃO DAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
EMBUTIMENTO NA LAJE EMBUTIMENTO NA LAJE
EMBUTIMENTO NA LAJE EMBUTIMENTO NA LAJE
EMBUTIMENTO NA LAJE
EMBUTIMENTO NA LAJE
CHICOTE ELÉTRICO
CHICOTE ELÉTRICO
EVOLUÇÃO DAS
EVOLUÇÃO DAS
INSTALAÇÕES HIDRAULICAS
INSTALAÇÕES HIDRAULICAS
HIDRÁULICA
PAREDE HIDRÁULICA PAREDE HIDRÁULICA
PAREDE HIDRAULICA EM CONCRETO PAREDE HIDRAULICA EM CONCRETO
PAREDE HIDRAULICA EM CONCRETO
PAREDE HIDRAULICA EM CONCRETO
SHAFT VISITÁVEL PARA SHAFT VISITÁVEL PARA EMBUTIMENTO DE
EMBUTIMENTO DE PRUMADAS
FACHADAS E
REVESTIMENTOS
REVESTIMENTOS
FACHADA EM ALVENARIA REVESTIDA EM ARGAMASSA
INTERFERÊNCIA DA ESTRUTURA COM O REVESTIMENTO
BALANCIM BALANCIM
FACHADAS EM ALVENARIA REVESTIDA EM ARGAMASSA - ELEVADO DESPERDÍCIO
FACHADA PRE-FABRICADA
NOVOS MATERIAIS
NOVOS MATERIAIS
CONCRETO AUTO
CONCRETO AUTO--ADENSÁVEL
ADENSÁVEL
–
– DISPENSA A VIBRAÇÃO;
DISPENSA A VIBRAÇÃO;
–
– DESENVOLVIDO NO JAPÃO NA DECADA DE 80;
DESENVOLVIDO NO JAPÃO NA DECADA DE 80;
–
– AUMENTA A PRODUTIVIDADE
AUMENTA A PRODUTIVIDADE
CUSTO R$7,18/M2 CONCRETO NORMALCUSTO R$7,18/M2 CONCRETO NORMAL
CUSTO R$0,70/M2 CONCRETO AUTOCUSTO R$0,70/M2 CONCRETO AUTO--ADENSÁVELADENSÁVEL
CONCRETO AUTO ADENSÁVEL
CONCRETO AUTO ADENSÁVEL
–
– USADO INCIALMENTE
USADO INCIALMENTE
EM FÁBRICAS DE PRÉ
EM FÁBRICAS DE
PRÉ--MOLDADOS;
MOLDADOS;
–
– ÚTIL PARA LOCAIS COM
ÚTIL PARA LOCAIS COM
–
– ÚTIL PARA LOCAIS COM
ÚTIL PARA LOCAIS COM
ALTA DENSIDADE DE
ALTA DENSIDADE DE
ARMADURAS;
ARMADURAS;
–
– ELIMINA ETAPAS;
ELIMINA ETAPAS;
–
– REDUZ O TEMPO DE
REDUZ O TEMPO DE
CONCRTAGEM EM ATÉ
CONCRTAGEM EM ATÉ
50%.
COMPARATIVO
COMPARATIVO
COMPARATIVO
COMPARATIVO
CONCRETOS COM FIBRAS
CONCRETOS COM FIBRAS
FIBRAS DE
FIBRAS DE
POLIPROPILENO
POLIPROPILENO
COMPARATIVO DE
COMPARATIVO DE
TENSÕES
TENSÕES
4
4 -- RESULTADOS
RESULTADOS
PRODUTIVIDADE
PRODUTIVIDADE
CUSTOS
CUSTOS
TEMPO
TEMPO
COMPARANDO A PRODUTIVIDADE BRASILEIRA
COMPARANDO A PRODUTIVIDADE BRASILEIRA
COM A AMERICANA
COM A AMERICANA
100 120 140 160MÉDIA GERAL EUA 100
BRASIL 32
Comparativo da produtividade
humana (EUA X BRASIL)
0 20 40 60 80 100 P E S A D A C O M E R C . R E S ID . M E D IA EUA BRASIL
Pesquisa McKinsey Global Institute (mar/98)
BRASIL 32 PESADA EUA 135 BRASIL 69 RESIDENCIAL EUA 78 BRASIL 27 COMERCIAL EUA 115 BRASIL 45
PRODUTIVIDADE APURADA
PRODUTIVIDADE APURADA
Brasileira em obras residenciais:
Brasileira em obras residenciais:
45 a 60
45 a 60
hh/m2
hh/m2
..
hh/m2
hh/m2
..
Americana em obras residenciais
Americana em obras residenciais
15 a
15 a
19 hh/m2
19 hh/m2
..
Americana em obras comerciais:
Americana em obras comerciais:
10 a 15
10 a 15
hh/m2.
hh/m2.
RESULTADO
RESULTADO
Hotel Aeroporto Internacional de
Hotel Aeroporto Internacional de
Guarulhos
Guarulhos
Hotel de 5 e 4 estrelas com 400 quartos.
Hotel de 5 e 4 estrelas com 400 quartos.
Área de construção: 33.000 m2.
Área de construção: 33.000 m2.
Prazo de obra: 12 meses.
Prazo de obra: 12 meses.
26.500 m2 de pavimentos em estrutura metálica em
26.500 m2 de pavimentos em estrutura metálica em
26.500 m2 de pavimentos em estrutura metálica em
26.500 m2 de pavimentos em estrutura metálica em
13 pavimentos sobrepostos.
13 pavimentos sobrepostos.
1.120 toneladas de aço (42,3 Kg/m2).
1.120 toneladas de aço (42,3 Kg/m2).
Montagem: 47 dias (torre principal). Total: 62 dias.
Montagem: 47 dias (torre principal). Total: 62 dias.
Processo Construtivo:
Processo Construtivo:
–
– Estrutura MetálicaEstrutura Metálica
–
– Laje em SteelLaje em Steel--DeckDeck
–
– Fachada Prémoldada de concretoFachada Prémoldada de concreto
–
– Banheiro ProntoBanheiro Pronto
–
Vista geral da obra 09/05/00.
CARACTERÍSTICAS DA
CARACTERÍSTICAS DA
ESTRUTURA
ESTRUTURA
Dimensionada para ventos de 45 m/s.
Dimensionada para ventos de 45 m/s.
Proteção ao fogo de 2 horas (NFPA).
Proteção ao fogo de 2 horas (NFPA).
26.500 m2 de pavimento em estrutura
26.500 m2 de pavimento em estrutura
26.500 m2 de pavimento em estrutura
26.500 m2 de pavimento em estrutura
metálica em 13 pavimentos sobrepostos.
metálica em 13 pavimentos sobrepostos.
1.120 toneladas de aço (42,3 Kg/m2).
1.120 toneladas de aço (42,3 Kg/m2).
Montagem em 47 dias (torre principal).
Montagem em 47 dias (torre principal).
Montagem total em 62 dias.
Montagem total em 62 dias.
Edifício de múltiplos andares de
Edifício de múltiplos andares de
maior nível de industrialização já
maior nível de industrialização já
feito no Brasil até aquela data.
feito no Brasil até aquela data.
feito no Brasil até aquela data.
feito no Brasil até aquela data.
Produtividade atingida
Produtividade atingida
14,92
14,92
hh/m2
hh/m2
..
Produtividade alcançada na
Produtividade alcançada na
estrutura metálica: 0,76 hh/m2
estrutura metálica: 0,76 hh/m2
(inclusive colocação, armação e
(inclusive colocação, armação e
concretagem do steel
PRODUTIVIDADE MÉDIA DAS
PRODUTIVIDADE MÉDIA DAS
OBRAS
OBRAS
Obras residenciais:
Obras residenciais:
–
– com fachada de concreto: com fachada de concreto: 18,10 a 19,71 18,10 a 19,71 hhhh/m2/m2
–
– Com fachada convencional: Com fachada convencional: 22,50 a 25,05 22,50 a 25,05 hhhh/m2/m2
Hotéis:
Hotéis:
–
– Em estrutura metálica: Em estrutura metálica: 14,92 a 16,31 14,92 a 16,31 hhhh/m2/m2
–
– Em estruturas de concreto: Em estruturas de concreto: 22,98 a 24,70 22,98 a 24,70 hhhh/m2/m2
Escritórios:
Escritórios:
–
– Em estrutura metálica: Em estrutura metálica: 12,70 a 13,55 12,70 a 13,55 hhhh/m2/m2
–
Decisão Tecnológica X Estratégia
Decisão Tecnológica X Estratégia
de Produção na Construção Civil
de Produção na Construção Civil
Critérios Competitivos identificados
Critérios Competitivos identificados
para ICC:
para ICC:
–
– Custo;
Custo;
–
– Custo;
Custo;
–
– Desempenho na entrega;
Desempenho na entrega;
–
– Flexibilidade;
Flexibilidade;
–
– Qualidade;
Qualidade;
–
– Inovação;
Inovação;
–
– Serviços;
Serviços;
Tecnologia X Desejos dos Clientes
DESEJOS DOS CLIENTES CRITÉRIOS COMPETITIVOS DA PRODUÇÃO
Preço
Menor Preço
Condições de pagamento
Custo
Menor custo (aumento da
produtividade)
Adequação ao fluxo de caixa Prazo
Prazo de entrega
Garantia de entrega no prazo
Desempenho na entrega Velocidade de produção Confiabilidade de entrega Produto
Desempenho do produto Qualidade
Desempenho do produto
Possibilidade de alterações
Introdução de novos produtos
Qualidade
Conformação com os contratos Conformação com os projetos
Qualidade do processo (boa execução) Flexibilidade Flexibilidade do produto Inovação Serviços associados Durante a construção Após a construção Serviços Atendimento Assistência Técnica
Como Avaliar a Tecnologia?
Como Avaliar a Tecnologia?
Quais aspectos devem ser considerados no
Quais aspectos devem ser considerados no
processo de decisão tecnológica?
processo de decisão tecnológica?
Escolher um processo (Estrutura
Escolher um processo (Estrutura -- Forma,
Forma,
Estrutura
Estrutura –
– Lajes e Fachadas, Vedações) e
Lajes e Fachadas, Vedações) e
Estrutura
Estrutura –
– Lajes e Fachadas, Vedações) e
Lajes e Fachadas, Vedações) e
efetuar a análise de vantagens e
efetuar a análise de vantagens e
desvantagens das inovações tecnológicas
desvantagens das inovações tecnológicas