• Nenhum resultado encontrado

Ml THESE

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Ml THESE"

Copied!
68
0
0

Texto

(1)

DISSERTACAO

K

CADEIRA DE MATERIA MEDICA E THERAPEUTICA

DO J A R O R A N Q Y

Sen fstudo physio logico e

eniprego

therapemlco era

algumas

molestias

PROPOSIQOES

TRES SOBRE GADA DMA DAS CADEIRAS DA FACULDADE

THESE

apresentEtda a Faculdade dc Medidna e tie Phanoacia do Rio de Janeiro

EM 30 DE NOVEMBRD DE 1894

K elta Bustvnfcada no dia. 4 dc

Janwtfl

dc

1893

1APPROVAL PLENAMENTE*

FELO

M l TEIXEIRA JUNIOR

m

NATURAL

OE MINAS

- GERAES

(

OURO

PRETO)

FILHO LSSHlMO r>F,

Manoel Thomaz Teixeira e D. H e n r i q u e t a F e r r e r i a d o s S a n t o s TeLxeira

TYP. ALDINA :

KUA SETH DE SETEtfBRO 79 ttto DE jAxiiiiig. 1 S 9

4

(2)

V

FACULDADE DE MEDIC 1 NA DO RIO DE JANEIRO

DTUKCt1 J )r. Albino ko'lrigues de Alvartmgau

VIClM)IKi;( IORUr

.

jnao Pizafro Gnl

^

n

.

^

i:c R\- I'ABJO

Pr

.

Anti.iiiiii de Mclto Munis Mina,

L E N T E S C A T H E D R A T I C O S

t

*

r

>«

*

*i

|U;'IQ MartinsT<ixHra

Augusts li:rrL*ijFfl do:- Santo*.. .r

foao I[uiifiiim I'i/arru*

Ernesto rfe Freitas Ctrt^iBouL.

Eduardo i hapot r revost pomiugos [use l ri-fn-.

_

[ckio Paul ' Jv 1 41vrtlho,

JOHJ Maria 'I'viieim.

f'L .irii Svvi'i'iJimi On

I]viirt'itiLr ],;:di-1:m d<: ^ H\ /.A Lopes;-

Augusu) 3 I'n u s I.mae

Marcus LL/errn =i ulcrmti

Phjrsicn nudiLJu

C-Jimlicninorgamca medicsi. Hotaniea r zoo] i mtdicas.

A5!i.Ltomin deSCripstivn.

Nist'jl'

^

ia theurica eprattqa,

Oumku tr biologica*

Pliydol- i;J-i i l u" L- - x)i -rtiut-Eit.il. Phannoculogjft c artu de formulae Pafludugia ciimgiea-

<-hhmca ft))dyiioo L- mxicoEo

^

ja.

Anatomia uta* icn-gjmrgUa e mmnnir3(lat

{ L- apjtardhon* Palliflogu KicdiCdu

iAnatomiaMateria meeDieijliysbla c ^ria p^fhol^gicaiR,

therapeutics. Obsti;lrici:i.

Mediefna Ie

^

:d

Hygiene v tntMdogii

.

Pathologla itural c historic 0a moiiiina.

Clitiicn ctrtirgtca3p cadeirfi,

Gmfca dermal

.

>lo£tea t hypliiligrapliica.

Glinted j>rti|iedruuci*

CESnic-i. rinirijie i If1 cmlcirn.

ditiicfi oU&U'trica * gynecologic^,

Clinica <>]>1niiahnolngiea

' linicfl liic

-

lien 2IL tuiluirn

| ipnira|rcydiiutriciic If- rcidvtitii Clinica pedr

.

iticn,

,i meilkvL l* L- .!!( ira.

r.i- r

I

»¥»»

m T «S B

* * * * * *

* *

m..m m i

S1 H ri #P

Cypriann dc Fm&s

Alhimi Ifodriguesdfc Alvprengrii

J

.

H3K 'ia Cmdia J'Lrijo Junior

Agostmho UPIU dtr Kousa Lijiia Benjamin Anrouio An ivichfl Firia

Cnrlot Rcdrigtjtfs de VagiPDCcfldfi

Jo:"io iIn i ,ostn UIIVL e Cssiro.

JnAo Pizairr Calatso FiMuiriscti dc Castro

.

CKs'ar Adijjilio tie Kulln'nts KiOc-im.

_

r ,

liricj Maiinlio

.

i.: Cilmu 1 Oi.'lllc.

' ! . «

* P » * * ap*»

* * *« * ***

t r M

i n *

» # *-* -» **m d* ** ¥

*

-

'B*-

ost- UtTueio 'ILJ A l r e u

fi ;"-! fp

afios t\ s- t:iT-I lifrndftt

CandidoNunci duBaiAnflrade

-

am Rtbeir. .T

— —

^

.

.,

. -

t e-i f c*

L E N T E S

S U B S T i T U T O S

L>«S

.

:

I- <

.

uc

^

uamAt »** Antonio Maria l

-

* »-

- -

* 1

^ixeira,

J Genuine M^rfiues Manctrbot

) Luk AHi

-

mi

-

*[A SIKM Sano^

1Pliilu

^

onio Lope

*

UtingUEts

^

j \M[/. Ribaifo dc Souza Frtntes.

Frptesi

^

do Nayciiiaento Silva

\ 3 i!v t.ioes 1 Vnsooncellos t lAuitd'

.

L" II: Paula Vniladares.

\t AntojificiBernsirda

^

ugusto\K-es tilcerdisA^iivud. - S'

.

ulrd

Aii

^

Uslo cle Si.uEiil Hr-unlao

Franciscop Sim01.5 1 nrrta,

1oa(|.Uim Wavier Pfrelru dn lunlin

[.ui,1 IIJI *\j s t n * Staves Fur1a

.

3:' * * * * * * * * w « ii ki

3lh P¥

4" *P

5" f m mM.m m f * * *

6" Rr a«'»*** a*- -a #--*-B *#* * *+»* *»^ -~# #

7' S?

SJ> 1 1

9

"

33

I«» I

ri3>

T1

12" T1 mm m m mm -I M. . m.m A J. *-ph- * *-m -4+m 'f i r m im

\ 1^!- \ nib :ip|r^v*i mux I'tjtfuvn ^piuiite^ emictldM MA- i]p I.|HF IFII %:!.

tprcaculiidiis,

(3)

1

I f

V*~

F

1

© ISSERTACAO

Do JAB 0 RA ND Y : sen estiAclo physio

U a

ico e emprego ico em

T

1/ P

4

Unethe>0 excellent? oh tout mat he ft U suit;

PPestpaj ties ces tramitX quit# caprice pi ainti;

li feint du temps, ties sotns et ce penihU ouvrage Jamais J un cin.Haiti

fht

l apprentiSsage,

EOILEAU

-

V r

,

1

;

v

1

c

(4)

* 10 3

\ J

A O L E I T O R

Com o fim dc satisfazer

uma

disposigao do Regulamento das nossas Faculdades do

Medium

a

, emprehendemos

o

prosente

tra

-

balho,

que

, devido d

cscassez

do

tempo

que tivemos

para

sua

confec

^

ao

,

nao e tao complete coino desejavamos ;

publicando

-o

,

a

nossa preten

^

ao 6 tnais do

que

modesta

,

pois

que

visa

apenas

o

cumprimento do dever.

A escolha do estudo do jaborandy para objecto da nossa these obedeceu & clous motivos : 1" o facto do ser o jaborandy um vegetal

pcrtencente a

rica flora brazileira ; 2

°

a circumstancia de terrnos por muitas

vezes

apreciado os admiraveis efteitos da prociosa planta brazileira no

tratamonto

de varias molestias, em

que

a temos empregado.

Nosso trabalho

comprehenderd

quatro

partes

: na

primeira parte procuraremos expor

as diversus phases

por quo tem

passado o estudo do jaborandy ; na segunda estudaremos a

pharmacologia

d'

esse

vegetal ; na terceira apreciaremos

os

seus effeitos physiolo

-

gieos ; e finalmento na quarta e ultima parte

trataremos

de suas

indicates

therapeuticas nas diversas molestias

,

em que o mesmo tem sido empregado coin

reaes vantagens

e

de que

temos side

testemunhas

.

Rio

,

3 de Outubro de 18114.

i

(5)

\ ) Id i 204

PRIMEIBA PARTE

H i s t o r i c o

Enlre us plantUS medicinacs tie nossu flora

occupa

logar

proemi

&

cute o ptecio

&o vegetal conhecido sob o

nome

dc jabomndy,

que

e o unico a verdadciro diaphoretics que

possue

a Thera-

peutiea,

Como

tern

aconteeido a tanlas

extras

plantas

medicinal

de

nossa exuberant

^

flora

,

foi das miles dos indigenas

quo

a Thera

-

rapcutica recebeu

o )

ahvrandyt o mais

poderoso

diaphoretics que

possum

EtTectivamente jft os iridigenas empregavao o jaboraudy no

iratamcnto das

mordcSuras

dos animuos

venenosos

,

aproveitando

&asim suns admiravels propriedades therapeutical, quando esla planta veio ter is maos dos praticos

brazflJeir

^

h

Appsur de

Pison

,

no

decimo

septimo scculo, jd ter

descrip to

mtnuc.iosamtmte o jaborandy em sua

Historic

Natural Medico

,

ptt

-

blieada oui Hi48, foi sdmente na segutida metade de nesso seculo, que os medicos brazileiros

come

^

arao a

emprugar

a preoiosa pianta no tratamento de varies molestias

,

ainda que empiricamente

.

Ao que nos cocste

,

foi o Dr. Jouquim Josd Silva, (

pae

), o prb

meiro medico brazilciro quo aprovcitou as adrmraveis

proprledades

therapeutical do jaborandy m>

tratamento

de

cems

molestian,

JA em 1852

come

^

arad tambem a

empregabo

no tratamento

de

seus doeutes. no Hospital MiUtar de Pernambuco, o Dr.

Hozendo

Aprigio Guimaraes

,

depots professor da Faculdade de Medicina

da Bahia

,

, e o Dr. Pitanga, distincto elmico em Pernambuco,

que

obtiver&O brilhaute resultado com o

emprego

do jaborandy todas

as yezes

que

desejavao

abundante

diaphorese

.

Eutuu grande numoro de medicos brasiileiros comegarao a fazer largo emprego do jaborandy

,

sem eomtudo conhecer

sua composing chimica

; o

que InfeUzmente

acontece d

multus

outras

r

y

L

(6)

4

pianlas medieinaes da nossa flora, quo sao emprcgadas grandr

numoro

de annos sem o

competente

estudo

,

sem quo

possam per

conseguinte fazer

parte

official da

Therapeutiea .

Foe

sdmeute no fim do anno de 1873

quo

o Dr. Coutinho

,

dis

-

tincto clinico em Pernambuco

,

levou A

Franca

a preciosa

planta

corn o fim cxolusivo da

mesrna

so* conhecidu e con venientemente estudada pelos sabios mestres da culta

Europa

.

E pois justo que so ronda homenagem d memoria do Dr. Cou

-

tinlio, que teve a gloria de fazer com quo o jaborandy entrasse

para

o dominio da Therupeutica ; sem o que, talvcz ate hoje a

preciosa

planta brazileira estives

.

se ainda sob o dominio do ctnpirismo

.

Data de 1873, poisT a t'poea de

glorias para

o jaborandy

que ,

desde essa occasiao, <:ome<jou a ser esturiado polos mais sabios phy

-

siologistas

,

cblmicos e medicos da velhu

Europa .

O primeiro foi o professor Gubler que ju

em

Man;.o de 1874, publlcvaa um estudo circumstanciado das propriedades do novo me

-

dicamento ; em segundo logar vein o

professor

Rahuteau quo

,

uni

Inez

mats

tarde

,

common ica i\\ Sociedade do Biologia a resultado do experient ias feitas sobre si proj)rio com a preciosa planta

.

N

essa

occasiilo Foi

porem

importada cm

Franca

um grande

uumero de

plantas

quo,

apes

ar de designadas sob o nome commum de jaborandy

,

pertenciao & familias differentos p

goaavao

de acti

vidade bem desigual, O profossor Gubler nssignalou osta confusao,

e pediuau professor Baillou

para

fazer oestudo botanico da planta

.

Este distiiu'to professor, estudando as plantas fornccidas

pelo

pro

-

fessor Gubler

,

determiuou os earaebres peculiares a espeeie do verdadciro jaborandy,

que

reconheceu pertencer ar> genero pilo

-

carpu$t da familia das Rutaccas.

Uma serle uumerosa de experiencias foi einpreUeudida

entuu por

grande uumero de medicos francczes

,

desejosos do conhecer as admiraveis propriedades da planta brazileira, Eutre estes encon-

trao

- se Galippe

e Hochefontaine

,

Dali e Hardy

,

Vulpian e Carville, e finalmonte Robin que escreveu uma memoria tan coinplcta quanto estudada sobre a nova planta,

Desde o comedo de 1875 que a physionomia do jaborandy es- tava desenhnda cm quasi todos seus

detalhes

polos medicos Fran-

ceses

, cujos nomes acabamos de eitar.

N’

essa

oceasiuo, com efTeito, Vulpian e Carville tinhao des

-

soberto o ant

agon

ismo do jaborandy com a atropin

a

; e

Galippe ,

(7)

\ ) lo | zo 5

5

Hardy o TJoehefontaine

cstudavao

sua ac<£ao sobre o cora

^

ao e a

pupjlla

.

Finalmonte

Robin

,

que cstudou magistralmcntc os

efteitos

da nova planta sobre as

secre

^

oGS e sens produotos

,

assim

como

sobre a

temperatura

; denials

suppoz

suas propriedades galactogas

,

que forao depoU confirmadas na Inglaterra

por Sydney

Ringer

,

Gould c Pearl em numernsas

observances .

Com

os

estudos de Gublor

eVulpian

o jaborandy

entrava

no

dominio da

Tlierapeutiea

, que

come

^

ou desde logo a aprovcitar

suas propriedades sialagogas e diaphorcticas no Iratamento de varias molestias.

Forem

era necessario saber si estas

propriedades

tao admi- raveis do jaborandy pertetudao realmente a planta

,

ou si erao

devidas em parte A quantidade e A

temperature

do vehieulo em-

pregado

? Comeqou ontao o esludo pharmacologico da planta.

JA as injechoes intra

-

venosas da soluyfio eoneentrada de folhas da planta, praticadas sobre animaes

,

tinhao provado o uontrario, quando ;t deseoberta da

pilocarpina

feita siinultaneamente

por Byasson

c Hardy cm 1875 veio cstabelecer de um motlo definitive o valor do medicamento

.

A dcscoberta da

pilocarpi

na vein eolloear o jaborandy A f rente do todos os sudorificos ate ontao conhocidos

,

confirman do

-

se a&sini

o

quo

dissomos no principle deste historico

, que

o jaborandy era o unico e verdadeiro

diaphoretico

que

possue

a Therapeutics

.

Com o novo alcaloide e as

prepa razees

das folhas comedoa

entao a ser feita lima serie numerosa de

expcriencias

pelos medicos

de varies paizes do

velho

Continente

,

que cada vex mais coudr

-

mavao as precio&as

propriedades

da esthnada planta brazileira

.

Sao na Inglaterra as expcriencias de Sydney Ringer

,

Gould e Murrel quo estudlio em

particular

as

vanities

thermicas e a ac

^

ao

eomparativa

do jaborandy na crcan

^

a e noadulto ; e fimiimente

Martinwald

e

Tweedy

que insistent sobre

eert

-

as parlicularidades

produzidas

para

o 1ado da visao. Na Italia sao os professores Ca- tam

.

Cassagrandi cRovida que com sens trabalhos vem enriquecer

os estudos sobre o jaborandy

.

Na Allcxnanha silo Bardenhewer

,

Curschmann

,

Lobirchs

,

Fiiegei e Weber

que ,

depois de

numerosas exporiencias ,

chegarao a<> niesnm resultado

que

os medicos frau

-

eezes que jft tinliao sc occupado do

assumpto.

Final

men

te em

Franca

um trabalbo dominmi todos os outros: 6 aquelle do pro.

lessor Vulpian

que

magislralinente e do um modo claro e interes k

(8)

0

saute estuda a physiologist do mcdicamento, o mocanismo physio

-

logies de sua ac

^

So ca incompatibi

'

Ulade do mesmo coin a atrophia

. Afc&

fins do 1ST5 esUiva eompletamefite ft:ito

o

estudo physio

-

logieo do jaborandy. D'estu data era riiante

como

^

itrao os mestres

do quasi todas

as

undoes da Euro

pa a

fazcr cxpencncius mais

completes

com os proparados do jaborandy no

tratamcnta

de varias

molcstiaSt

nas quaes podia scr util sou

emprego

cm vista de sua

aec;ao physiologies

-

Quasi todas as publications

que

apparecetn entao siio de ordem therapeutics.

No eorrer do

nosso

modcsto

trabaTho

tercraos oocasiao dc citar

ns

nomes

de varies medicos que fizerao publicities sobre

esse assumptn

, quando nos occupations das di

vers

as

moles

tias cm quo tern sidn empregado o

jaborandy

.

Fksaomos

agora

a v6

r

o que tie tern Foito no

Brasil

sobre o jaborandy*

Sem

fallar no

emprego

da

prectosa

pianta que desde 18&W

era

feito cmpiricamentc

,

forao sdmente os artigoS do Dr. Coutinho n do professor Gabler

public

ados no Jomal de Thmtpmtica era 1874 que ehamaruo a

atten

^

ao do itossos patricios

para essa

planta,

Em 187ti comcQ&run os medicos brazileirbs a Fazer publicities iltiportantes sobre

o

jaborandy

e

applical

- o

ao tralamento de varias

moiestvas. Eutre estes medicos citaromos os segutntes :

Dr, CaminhoA

,

onLao professor de

botanic

a dc tiossa Faeuldade

,

quo

tratou profieientemento do jaborandy cm nma

memom

lida

per

ante a

Academia

do Modieina cm 187G e publioada noa Anna&t Brazilienscs de Medicma

.

Dr Mencorvo de Figuciredo. que foi o primeiro medico brazi

-

leiro a ensaiar o jaborandy no tratamento do croup

.

fteu trabalho aeha

-

sc oonsignado cm uma

memoria por clle

pubHeada cm 1S7 SJ

sob a

.

litulo

Notas sob dous

casos

de

croup

.

TfL cm 187ti o distincto din Leo e illustrado lento de nnssa Fa

-

culdade ,

Dp* Remcio de Abreu, cm sou sorvi

^

o

clinico

da Miseri

-

cerdiiq assim como o Dr, Julio de Moura cm seu

service clinico

da

Casa de ESaude de S

.

Sebastian

^ empregavao

o

jaborandy

no train

-

mentinctosto daclinicosfebre

occupou araarella

* Dos r

^ sultados

obtidos

por

ostes dis

.-

se

o Dr

. Gonsalves

Ramos cm um artigo

\

(9)

\ } lojlo < o

7

publfcado

na RevUta

MeSica

} cm IS76, sob o

titulo

motria DO

tratamento

da fcbrc amarella.

No

tratamento

do nml do

Bright

o lllustrado Dr. Torres

Honieni

,

lauroado

lente de

clinica

medica dc nossa FaruIdado,

em - pregava

o jaborandy com brilhante

resultado -

A

reap

CL

to

d'esie

vegetal assim sc exprimiu qlle ora

uma

do suns notavois

conferen -

ce

elinicas : i ( No

tratamento

da

nephrite parenchimatosauguda

nao Vos esquegaes arnica de

recorror

li iufusSo do laboraiidy on ds Mijocgoes

hypodermieas

do

chlurhydrafco

dc sou alouUudo/

Os

dlstinctos ophthalmolog

Istag Drs,

HUario

do

GouvOa

e

Mouru

Brazil

dos preparados

de jaborandy ocular

.

Da

thermo

-

empregao

com vantagem, c aconsclliao o SrnprcgO cm muitas alTecgocs do

globo

O Dr.

Ataliba

de

Gomeiisoro

quo

, deppis

de fa

^

er

largo

eat

-

prego

dos preparados dc jaborandy cm varias afTccgoes ocularcs,

leu

perauto a

Sociedade

dc Medici na de

Paris ,

cm sua scssao de 11 de

Dezemhro

do 1880,

importantes consider

ago

os sobre

a

pilo

^

carpina

apresent

&

ndo

tvo

mesmo tempo

0bscry#g6

es de sen omprego

nas referidas molestias.

Dr,

Epimacho

, depois dc vcrificar cm innumcros eases a

Incompatlbi 11

dade do

jaborandy com

o

aconite , qnando associados , publics

o rcsultado de

suas observances

na liemsta

dos

Hoftpiktcs

de 1883.

O Dr,

Anjo Coutinho

,

que apresenta

d Academia de

Mediema

cm 1883 observagbes sobre o

emprego

do jaborandy

como

emme-

nagogo e

derivative,

Depois

de citar o que de mais important

^

temos

encon

trade

sobre o jaborandyt e

que

conheccmos^ terminamos aqui o historico da prociosa

planta

brazdeira.

W

I

(10)

SEGUHDA PARTE

P h a r m a e o l o g i a 4

NATUREZA E

CARACTERES DOJABORAJTDY — No

nflssd

pai.z dii-sc vulgarnaente o

nome

de jaborandy A varias plantast pm

-

tencentes ft Tamil ias divcrsas, quo gosao todas

porftm

dc propnedadcs muis ou

menos estimultuites ,

siala

gagas

o #udonlicas.

O professor BaiUou estudando a planta leyada, a Franga pclo Dr. Coutinho eslabeleecu os caractereB do VUrdadeiro jaborandy*

qua

elle reoonheceu pertcncfcr ao gcuero pilocarpus,

da

familia

das

Rutaceas

,

Ojoilocarpuia pinnatuSj tambem coahecidosob as

dcnomma

^

Qes

pilocarpus peniiatifoiius (Leandro), jahorandy do Dr. Coutiaho, ifyira

-

taht/y ttrrudu brttm ou arntda da maito (Marunhun), ft urn

nrbusto

de l(11

,

oOft 2 ou mosma mais dc ultuni, quo sc j&neortlra

em rnmtos Estados do Brazil. *

E' no Ceaift

.

Maranhuo, Pernambuco, Minas o S. Paulo, que

se

encontra

o jaboraudy

cm

maior ubundancia,

Vegeta or

dinaria

-

mente

nos terrenes seeeosc

arenosos,

e espedetocnte Lias

fraidas

das

montanbas

,

O jaborandy 0 um arbusto dc raiz cyli&drica

,

de

uma

efir amarella pallida. s exfoliundcs e.msua superffeie cm delgadas

placas papvraceas

; ramos maia ou menus pubeseentes cm sua parte mala

nova ; folhas compostas: imparipennadas, com 7

9 o mais rara

-

monte II foltolos ; fibres

em

pequeiios caches delga

^ os ,

ora na

extremidade dos ramos,

ora

eobre a baste, O fructo ft fonnado de cinco carpeSlaS) de que duns ou ties sdmente chcg&oft maturldadc

.

As partes mais empregadas da planta sao as folhas, quo

sao

fomiadas de

7 - 9 - 11

fobolos firmes, coriaoeos

,

cm geral ellipsoid

* ^

ou oblongos

.

obtusos ou mesmo xaufrados no verliee ; sao inteiros nos

BARDOS c

ligeiramente desiguaes

nas

bases

,

e aprcsontao uma eXtensfo) de 8 ft 12 ceuthiu e uma Uvrgura de li ft a eenUmclros,

* 4

4

m

B

(11)

\ ) toTtf

10

A face iiifoi'ior <los foliolos

<

5 crivada do

poquenos pantos

escuros

,

que indicuo vacuoles

cheios

tie uui exudato liquido

,

oleo

-

rcsinoso

.

As folhas quanilo esmagadas entre os dedos

apresnntuo

um

aroma

semelhante ao das folhas de laraneetra ou dos fenos aroma

-

ticos ; quaudo

mastigadas apresentao

um sabor acre, porem sem

amargor , quo

6 um

pouco

nauscoso

.

A infusao

aquosa

das folhas do jaborandy tom uma

Colorado

escuro -

esverdeada

, possue

a eheiro da planta < um sabor

amargo

.

A solu

^ ao

sendo

evaporada

d seectira deixa um residue escuro e

amargo

na

propor

^

ao de uma

grm

, do residue para eineo

gr

, do

folhas* O extraeto dissolve

-

se DO alcool em parte

,

fieando uma parte completamente dissolvida e outra cornpletamente

insoluvel

jdestas

,

a segunda nao tem sabor tiem possue aegao

physiologica

notavel

,

a solugSo alcoolica

por

6m 6 muito

amarga

e contem o

principio

aromatico e

as

substaneias activas do jaborandy

.

Segundo Hardy

,

sua

com

post

00 ehimica

0

a

seguinte:

1° Um oleo essential muito semolhanto A essencia do limim

.

2° Um oleo

-

resina

.

3° Saes mineraes,

4

° Principios extract

!

vos

de

natureza

indeterminada.

5° Uma materia corante vcrde

- csmeralda .

G° Um

principio

activo com todos os

caracteres

dos alcaloidcs

.

7ftUm alcaloide

incompIetameDtoe

estudado extrahido com a

pilocarpina ,

quo sc chama jaboraudina

.

8° Uma substancia amorpha* amarcllada* que sc forma pela transformagao da pilocarpina* chamada jaborina

.

t

Principio activo ; extraegao da pilocarpina ;

sens saes

A pilocarpina

,

principio activo do jaborandy

,

foi isolada annultan

oamente por Byasson

c Hardy* As circumstancias que acompanhuo a dcscoberta deste alcalokle

por

Hardy san particu

-

Jarmante interessantes e instructivas*

Hardy

,

conhecedor dos etTeitos

produzidos

sobre o

organ

ismo pela muscarina

, principio

activo da amanita

-

muscaria}

quo

san

muito

semelhantes

aos

produzidos pelo

jaborandy

,

entendeu que A

4

Referências

Documentos relacionados

Este trabalho buscou, através de pesquisa de campo, estudar o efeito de diferentes alternativas de adubações de cobertura, quanto ao tipo de adubo e época de

Nas últimas décadas, os estudos sobre a fortificação alimentar com ferro no país têm sido conduzidos na tentativa de encontrar uma maneira viável para controle da anemia

A prova do ENADE/2011, aplicada aos estudantes da Área de Tecnologia em Redes de Computadores, com duração total de 4 horas, apresentou questões discursivas e de múltipla

O enfermeiro, como integrante da equipe multidisciplinar em saúde, possui respaldo ético legal e técnico cientifico para atuar junto ao paciente portador de feridas, da avaliação

Apothéloz (2003) também aponta concepção semelhante ao afirmar que a anáfora associativa é constituída, em geral, por sintagmas nominais definidos dotados de certa

A abertura de inscrições para o Processo Seletivo de provas e títulos para contratação e/ou formação de cadastro de reserva para PROFESSORES DE ENSINO SUPERIOR

O desenvolvimento desta pesquisa está alicerçado ao método Dialético Crítico fundamentado no Materialismo Histórico, que segundo Triviños (1987)permite que se aproxime de

Como já destacado anteriormente, o campus Viamão (campus da última fase de expansão da instituição), possui o mesmo número de grupos de pesquisa que alguns dos campi