Planejamento de Experimentos
Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha
Universidade Estadual de Londrina Departamento de Estat´ıstica
27 de agosto de 2016
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Introdu¸c˜ ao
A experimenta¸c˜ao se difundiu como t´ecnica sistem´atica de pes- quisa no s´eculo XX, quando foi formalizada atrav´es da es- tat´ıstica;
O objetivo da experimenta¸c˜ao ´e o estudo dos experimentos, isto ´e, seuplanejamento, execu¸c˜ao, an´alise dos dados obtidos e interpreta¸c˜ao dos resultados.
Introdu¸c˜ ao
A experimenta¸c˜ao se difundiu como t´ecnica sistem´atica de pes- quisa no s´eculo XX, quando foi formalizada atrav´es da es- tat´ıstica;
O objetivo da experimenta¸c˜ao ´e o estudo dos experimentos, isto ´e, seuplanejamento, execu¸c˜ao, an´alise dos dados obtidos e interpreta¸c˜ao dos resultados.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
A metodologia de an´alise estat´ıstica a ser utilizada no estudo depende da maneira como os dados foram obtidos;
Assim, o planejamento e a an´alise estat´ıstica de experimentos est˜ao extremamente associados.
A metodologia de an´alise estat´ıstica a ser utilizada no estudo depende da maneira como os dados foram obtidos;
Assim, o planejamento e a an´alise estat´ıstica de experimentos est˜ao extremamente associados.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Conceitos B´ asicos
Experimento ou ensaio
´E um trabalho previamente planejado para estudar os efeitos dos tratamentos que se quer comparar.
Fator (tratamento)
´E o m´etodo, elemento ou material cujo efeito se deseja medir ou comparar em um experimento.
Exemplos: ra¸c˜oes, doses de medicamentos, variedades de milho, inseticidas, ra¸cas, etc.
Conceitos B´ asicos
Experimento ou ensaio
´E um trabalho previamente planejado para estudar os efeitos dos tratamentos que se quer comparar.
Fator (tratamento)
´E o m´etodo, elemento ou material cujo efeito se deseja medir ou comparar em um experimento.
Exemplos: ra¸c˜oes, doses de medicamentos, variedades de milho, inseticidas, ra¸cas, etc.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Vari´avel resposta
´E a vari´avel mensurada usada para avaliar o efeito de tratamentos.
Exemplos: Altura, peso, diˆametro, etc.
Unidade experimental ou parcela
´E a unidade que vai receber o tratamento e fornecer os dados que dever˜ao refletir seu efeito.
Exemplos: um animal, um grupo de animais, uma planta, uma placa de Petri com um meio de cultura, etc.
Vari´avel resposta
´E a vari´avel mensurada usada para avaliar o efeito de tratamentos.
Exemplos: Altura, peso, diˆametro, etc.
Unidade experimental ou parcela
´E a unidade que vai receber o tratamento e fornecer os dados que dever˜ao refletir seu efeito.
Exemplos: um animal, um grupo de animais, uma planta, uma placa de Petri com um meio de cultura, etc.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Delineamento experimental
´E o plano utilizado na experimenta¸c˜ao e implica na forma como os tratamentos ser˜ao designados `as unidades experimentais.
Exemplos: Delineamento inteiramente casualizado, blocos casuali- zados, quadrado latino, etc.
Esquema
´E a maneira utilizada pelo pesquisador ao combinar os n´ıveis de dois ou mais fatores para se obter os tratamentos.
Exemplos: Esquema Fatorial e Esquema em Parcelas subdivididas.
Delineamento experimental
´E o plano utilizado na experimenta¸c˜ao e implica na forma como os tratamentos ser˜ao designados `as unidades experimentais.
Exemplos: Delineamento inteiramente casualizado, blocos casuali- zados, quadrado latino, etc.
Esquema
´E a maneira utilizada pelo pesquisador ao combinar os n´ıveis de dois ou mais fatores para se obter os tratamentos.
Exemplos: Esquema Fatorial e Esquema em Parcelas subdivididas.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Erro experimental
´E o efeito de fatores que atuam de forma aleat´oria e que n˜ao s˜ao pass´ıveis de controle pelo experimentador.
Princ´ıpios b´ asicos da experimenta¸c˜ ao
Para realizar experimentos s˜ao necess´arios alguns princ´ıpios b´asicos para que as conclus˜oes que venham ser obtidas se tornem v´alidas.
Estes princ´ıpios s˜ao:
Repeti¸c˜ao;
Casualiza¸c˜ao;
Controle local.
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Repeti¸c˜ ao
O princ´ıpio da repeti¸c˜ao consiste na reprodu¸c˜ao do experimento b´asico e tem por finalidade propiciar a obten¸c˜ao de uma estima- tivado erro experimental.
A B Ex. b´asico
=⇒ A B
A B
A B
A B
A B Repeti¸c˜oes
Como regra pr´atica, aplic´avel a uma grande maioria de casos, Pi- mentel Gomes (1990) destaca que os experimentos devem ter pelo menos vinte parcelas ou dez graus de liberdade para o res´ıduo.
Casualiza¸c˜ ao
Consiste em se distribuir os tratamentos pelas parcelas por meio de sorteios. Com isso todos os tratamentos ter˜ao a mesma probabili- dade de serem designados a qualquer parcela, e tem por finalidade proporcionar umaestimativa v´alidapara o erro experimental.
A B Ex. b´asico
=⇒ B B
A A
B A
B B
A A Repeti¸c˜oes + Casualiza¸c˜ao
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Controle Local
´E uma t´ecnica usada para melhorar a precis˜ao do experimento, cuja finalidade ´e dividir um ambiente heterogˆeneo em sub-ambientes ho- mogˆeneos e tornar o delineamento experimental mais eficiente, pela redu¸c˜aodo erro experimental.
A B Ex. b´asico
=⇒
⇓ ⇓ ⇓ ⇓ ⇓ bl.1 bl.2 bl.3 bl.4 bl.5
A B
B A
B A
A B
B A Rep. + Cas. + Controle local
Delineamentos Inteiramente ao Acaso
E o mais simples dos experimentos e deve ser implantado em´ uma ´area experimental totalmente homogˆenea.
Leva em conta apenas o princ´ıpio da repeti¸c˜ao e da casua- liza¸c˜ao.
Mais utilizados em laborat´orios, casas de vegeta¸c˜ao, viveiros, etc.
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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Delineamentos em blocos casualizados
Quando a ´area experimental ´e heterogˆenea, ser´a necess´ario sub- dividir esta ´area em partes homogˆeneas pelo princ´ıpio do con- trole local.
,→ Ex: Diferentes materiais, indiv´ıduos, dias, etc.
Na sua forma mais simples, todos os blocos recebe todos os tratamentos, constituindo o bloco completo.
Quando n˜ao for poss´ıvel colocar todos os tratamentos num mesmo bloco, podemos caracterizar os blocos incompletos.
Delineamentos em Quadrados Latinos
Tamb´em ´e implantado em ´area heterogˆenea, mas diferente dos experimentos em blocos casualizados, o controle ´e realizado em dois sentidos.
Neste caso os blocos em um sentido s˜ao chamados de linhas e no outro sentido de colunas.
O n´umero de linhas ´e igual ao n´umero de colunas e igual ao n´umero de tratamentos.
Portanto, cada tratamento ´e implantado uma s´o vez em cada linha e uma s´o vez em cada coluna.
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Etapas do planejamento
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;
2 Area e unidade experimental;´
3 O n´umero de repeti¸c˜oes;
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;
5 O delineamento experimental;
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Etapas do planejamento
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;
2 Area e unidade experimental;´
5 O delineamento experimental;
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Etapas do planejamento
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;
2 Area e unidade experimental;´
3 O n´umero de repeti¸c˜oes;
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;
5 O delineamento experimental;
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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Etapas do planejamento
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;
2 Area e unidade experimental;´
3 O n´umero de repeti¸c˜oes;
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;
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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Etapas do planejamento
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;
2 Area e unidade experimental;´
3 O n´umero de repeti¸c˜oes;
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;
5 O delineamento experimental;
Exemplo
Considere um experimento cujo objetivo ´e verificar se a adminis- tra¸c˜ao de ra´ızes e tub´erculos, como suplementa¸c˜ao de inverno na alimenta¸c˜ao de vacas em lacta¸c˜ao, aumenta a produ¸c˜ao de leite.
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Uma das formas de planejar esse experimento seria:
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de suplementos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.
2 Area e unidade experimental:´ Na fazenda escola UEL sendo a unidade experimental uma vaca.
3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os valores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.
5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao acaso.
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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Uma das formas de planejar esse experimento seria:
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de suplementos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.
2 Area e unidade experimental:´ Na fazenda escola UEL sendo a unidade experimental uma vaca.
balan¸ca.
5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao acaso.
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Uma das formas de planejar esse experimento seria:
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de suplementos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.
2 Area e unidade experimental:´ Na fazenda escola UEL sendo a unidade experimental uma vaca.
3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os valores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.
5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao acaso.
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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Uma das formas de planejar esse experimento seria:
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de suplementos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.
2 Area e unidade experimental:´ Na fazenda escola UEL sendo a unidade experimental uma vaca.
3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os valores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Uma das formas de planejar esse experimento seria:
1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de suplementos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.
2 Area e unidade experimental:´ Na fazenda escola UEL sendo a unidade experimental uma vaca.
3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).
4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os valores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.
5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao acaso.
Para se definir o tipo de suplemento que ser´a dado a cada animal, realiza-se umsorteioenumerando cada um dos 24 animais (parcelas) que participar˜ao do estudo (1 a 24) e, em seguida, colocam-se os tratamentos em uma sequˆencia, como a dada a seguir:
S1S2S3S4S5S6 M1M2M3M4M5M6 A1A2A3A4A5A6 B1B2B3B4B5B6
e, a partir da´ı, sorteia-se a aloca¸c˜ao do tipo de suplemento a cada animal. Suponha a seguinte sequˆencia de n´umeros aleat´orios:
24 23 22 14 1 13 6 20 8 7 9 4 21 15 17 16 19 2 11 5 10 3 18 12
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Assim, ter-se-ia a seguinte configura¸c˜ao do experimento:
CROQUI DO EXPERIMENTO
Animais 1 2 3 4 5 6
Tratamentos S5 A6 B4 M6 B2 M1
Animais 7 8 9 10 11 12
Tratamentos M4 M3 M5 B3 B1 B6
Animais 13 14 15 16 17 18
Tratamentos S6 S4 A2 A3 A4 B5
Animais 19 20 21 22 23 24
Tratamentos A5 M2 A1 S3 S2 S1
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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Condu¸c˜ ao do Experimento
N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelo tamanho do erro experimental.
Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Condu¸c˜ ao do Experimento
N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelo tamanho do erro experimental.
Deve-se pesar o material, calibrar o equipamento ou tirar as medidas necess´arias, com om´aximo de precis˜ao poss´ıvel.
Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.
Condu¸c˜ ao do Experimento
N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelo tamanho do erro experimental.
Deve-se pesar o material, calibrar o equipamento ou tirar as medidas necess´arias, com om´aximo de precis˜ao poss´ıvel.
Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos
Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento Condu¸c˜ao do Experimento
Exemplos
# quando n˜ao se cuida da limpeza do equipamento utilizado para fornecer ra¸c˜oes aos animais, podem ocorrer diferen¸cas que n˜ao s˜ao devidas `as ra¸c˜oes e sim, `a quantidade de ra¸c˜ao que cada animal recebeu.
# semais de uma pessoa est´a aplicando os tratamentos, deve-se cuidar para que as varia¸c˜oes entre elas n˜ao sejam confundidas com varia¸c˜oes entre tratamentos.
Exemplos
# quando n˜ao se cuida da limpeza do equipamento utilizado para fornecer ra¸c˜oes aos animais, podem ocorrer diferen¸cas que n˜ao s˜ao devidas `as ra¸c˜oes e sim, `a quantidade de ra¸c˜ao que cada animal recebeu.
# semais de uma pessoa est´a aplicando os tratamentos, deve-se cuidar para que as varia¸c˜oes entre elas n˜ao sejam confundidas com varia¸c˜oes entre tratamentos.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Pressuposi¸c˜oes Teste F
An´ alise de Variˆ ancia
A an´alise de variˆancia ´e uma t´ecnica de an´alise estat´ıstica que permite decompor a variabilidade total, ou seja, a varia¸c˜ao existente entre todas as observa¸c˜oes, em partes atribu´ıdas a causas conhecidas e independentes e a uma parte residual de origem desconhecida e de natureza aleat´oria (erro experimental ou res´ıduo).
E o procedimento apropriado para para comparar´ trˆes ou mais tratamentos.
An´ alise de Variˆ ancia
A an´alise de variˆancia ´e uma t´ecnica de an´alise estat´ıstica que permite decompor a variabilidade total, ou seja, a varia¸c˜ao existente entre todas as observa¸c˜oes, em partes atribu´ıdas a causas conhecidas e independentes e a uma parte residual de origem desconhecida e de natureza aleat´oria (erro experimental ou res´ıduo).
E o procedimento apropriado para para comparar´ trˆes ou mais tratamentos.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Pressuposi¸c˜oes Teste F
No entanto, para que esta t´ecnica seja empregada ´e necess´ario que sejam satisfeitas as seguintes pressuposi¸c˜oes:
1) aditividade: os efeitos devem se somar (n˜ao h´a intera¸c˜ao);
2) independˆencia: os erros devem ser independentes;
3) normalidade: os erros devem possuir uma distribui¸c˜ao normal;
4) homocedasticidade ou homogeneidade de variˆancias: os erros devem possuir uma variˆancia comumσ2;
Teste F
O teste F, obtido por Snedecor, tem por finalidade comparar estimativas de variˆancias.
As estimativas das variˆancias s˜ao dadas pelosquadrados m´edios (Q.M.) para cada causa de varia¸c˜ao.
Planejamento de Exprimentos An´alise de Variˆancia
Introdu¸c˜ao Pressuposi¸c˜oes Teste F
No teste F, utiliza-se no denominador o Q.M do res´ıduo, ou seja, compara-se a variˆancia devida aos efeitos do fator controlado (trat, blocos, linhas, colunas, etc.) com a variˆancia devida aos efeitos dos fatores n˜ao controlados ou acaso.
Ftrat= Q.M.trat
Q.M.Res Fblocos = Q.M.blocos Q.M.Res .
H0: Efeitos de tratamentos s˜ao equivalentes
H1: Pelo menos um dos tratamentos est´a diferindo dos demais
P(F)
Região de aceitação
Região de rejeição de Ho no nível de 5%
Região de rejeição de Ho no nível de 1%