Universidade
de
Évora
Departamento
de
Gestão de
Empresas
Mestrado
em
Gestiio
de Empresas
-
Especiali-ação
em
Marketing
Atendimento Bancário
e
Qualidade
de
Seruiço
Prestado.
Estudo
de
caso:
Clientes Gama
Attâ
da
Região
de
Évora
da Caixa
Geral
de
Depósitos,
Elaborado
por:
ll{aria Clara Piçarra
Fernandes
Orientado
por:
Profesor Doutor Bruno
Yalverde Cota
Universidade
de
Evora
Departamento
de
Gestiio
de
Empresas
Mestrado
em Gestão de Empresas
-
Especialização em
Marketing
Atendimento Bancário
e
Qualidade
de
Seryiço Prestado.
Estudo
de
caso:
Clientes
Gama
Alta
da Região
de
Évora da Caixa
Geral
de
Depósitos.
Elaborado
por:
Maria
Clara Piçarra
Fernandes
Orientado
por: Professor
I)outor
Bruno Valverde
Cota
Atendimento Bancário e Qualidade de Serviço hestado.
- Estudo de Caso: Clientes Gama Alta da Região de Évora da CGD
-Dedicatória
Ao
meu sobrinho1úo
Ae[ro
por todos os momentos agradiáveis
que me proporciona.
I
At@din€nto Bmcfoio e Qualldade d8 Sdviço
kdo.
- Eshrdo de Caso: C:tt€ús Gaoa Alb da Rsgião rb Évora ds CGD
-Ínaice Geral
Índice de FiguÍas Índice de Quadros Ínaice ae Gnáficos Lista de Abreviaturas Agradecime,ntos Resumo AbstratCapítulo
I
-
Introdução
l.l.
O tema 1.2. Justificação 1.3. Definição do problema 1.4. Limitações do estudo 1.5. Objectivos 1.6. Organização da dissertaçâoCapítulo
II
-
O
sector
Bancário: Enquadramento Histórico
2.1. Um
swtor
em constante mudança 2.1.1. Décadade 502.1..2.D&aÃade60
2.1.3.D&ada
de 70 2.1.4. Décadade 80 2.1.5. Décadade 90 2.2. Tendênciasmmantes
2.2.1. Tendê,ncias do lado daProcura 2.2.1.1. Sócio-demográficas
2.2.1 .2.
Compor@entais
2.2.2. Tendências do lado
daOfefta
1 2 3
4
4 5 Póginarx
x
xt
xll
xur
xv
xvr
10ll
12t3
t4
l6
t7
t7
t7
20 24t"-*uoir*ioun
deÉvoralt
Ar€ndimsnto Banc&io e Qualfulade do §€rviçoPrestado. - Eordo de Caso: Clteut€s Gama Alta da Regi§o de ÉvoÍa d8 CGD
-CapÍtulo
m-O
Cliente
3.1. Definição de cüe,lrte
3.2. Velhos consumidores venus novos consumidorm 3.3.
A
almado novo oonsumidor3.3.1. Individuatista 3.3.2.
Envolvido
3.3.3. Indepe,ndente 3.3.4.Informado 3.4. Exigências acrescidas
3.5. O cliente no csntro das ate,nções
3.5.1. Novo organograúa da e,mpresa
3.6. Ciclo de vida imprevisível 3.7.
A
satisfação do cliente3.7.1. Os factores da satisfaçáo do cliente 3.8.
A
fideüzaçâo do cüente3.9.
CRM4ustomer
Relationship Management3.9.1.OqueéoCRM?
3.9.2. Objestivos do
CRM
Capítulo
IV-
O profrssional
deatendimento
4.1. O papel do atendedor
4. l.
l.
Relação: Atendedor-Empresa4.1.2. Relação: Atendedor-Clientes 4.2. Regras de etiqueta
4.3.
Coúecimentos
pra
o exercício da fimção 4.4. Competências do af€lrdedor 4.4.1. Argume,rtaçâo 4.4.2. Persuasão 4.4.3. SabsrEsoubÍ
4.4.4. Empatia 4.4.5. Commicação 303t
33 34 34 34 34 35 36 37 38 40 45 45 48 48 49 50 52 52 53 55 56 56 57 57 58 59#
uorr.rr,*deÉvora
ul
Arrodimento Banc&io e Qualidsde d€ S€íviçoPrestado.
- Es0rdo de Caso: Clisqte§ Gama Àta da Região de Evom da CGD
-4.5. Formação
4.5.1. Em sala 4.5.2.
E-lerning
4.6.Etzq2as da ve,lrda e da negociação
4.6. 1. Abordage'm CEGOC
4.6.2. Abordage,m
DELOITTE CONSIILTING
4.7. Ateirdime,nto personalizado
a.7.1. Avtomafrz,a$o versus personalização 4.8. Reclamações 59 60 62
il
@
65 67 68 70Capítulo V
-
A
Qualidade
e os§eniços
5.l.OqueéaQualidade?
735.2. Os gurus da qualidade
-
Contibúos
fimdamentais
755.2.1.
Philip
CrosbY
755.2.2.
Edurild
D€ming
765.2.3. JosePh Moses
Juran
775.3. Qualidade do ponto de vista do
consumidor
785.4. O ciclo da
qualidade
805.5. Os dozs mandame,lrtos da
qualidade
825.6. Os
Serviços
835.6.1. CaractsrÍsticas dos
serviços
855.6.1.l.Intangibilidade
865.6.l.2.tnsspambilidade
865.6.1.3.
Perecibilidade
875.6.1.4.
Heterogeneidade
875.6.2. O conceito da qualidade nos
serviços
885.6.3. O Modelo
SERVQUAL
885.6.4. Os determinantes da qualidade percepcionada nos serviços
9t
Capítulo
YI
-
Estudo
deCaso:
A
Caixl
Geral
deDepósitos
6.1.
História
6.1.1.
Fudação
94 94
Atenrlimmo Bmcfrio e Qrmlidade de ServigoPresüado, - Boulo de C-:mo: Cllates Gma Alta da Região de Evora da CGD
-6.1.2. Autonomia de
Administaçâo
6.1.3. Dessnvolvimento do Crédito
6. 1.4. Transformação em Emprresa
Públie
6.1.5. Transformação em
Socidade
Anónima 6.2. Missâo6.3.
Liúas
de Orientação EshaÍégicas 6.4.Ediffcio
Sede6.5. EstrrÍura e Rede de Agências 6.5.1. Organograma 6.5.2. Rede de Agências 6.5.2.1. O Aleutejo 6.6. Estudo de Caso 6.6.1. ARegrão de Évora 6.6.1.1. O Serviço Caixazul 6.6.1.2, Os clientes
GamaAlta
Capítulo
YII-
Metodologia
deInvestigação
7.1. Fases do processo de amostage,m 7.1.1. Popúação alvo
7.|.2.Basr
deamostagem
7. 1.3. Técnica de amostragem 7.1.4. Dimensão daamosta
7.1.5. Elementos da
mosh:a
7.2. Fontes de dados secundfuios
7.3. Méúodo de recolho de dados primários 7.4. Questionfuio
7.4.1. Tipo de Erestionfoio
7 .4.2. F orma de admini slraçâo
7.4.3. Tipos de escala
7.4.4. Tipos de questões segundo a liberdade de resposta 7.4.5. Conteúdo das
questtu
7.4.6. Redacçâo das questões 7.4.7. Sequência das
questõs
#rrr**udeÉvora
94 95 95 95 96 96 96 97 97 98 98 99 100 102 103 108 108 109 110tt2
113 115 1161r8
120 120t2t
t24
t26
138 139v
Arenrlimqto Bmoário o Qualidade de SqYiçolrescado.
- Emxlo de Caso: Cli€nt€s Cama anta aa negiâo de Évom da CGD
-7.4.8. Forma e layout da questionário
7.5. Pré-Test€ e Íevisâo do questionário 7.6.
Trúalho
deemPo
7.6.1. Envio dos qumtionários 7.6.2. Recepão dos questionários
7.7. Metodologia para taÍamento e análise dos dados 7.7.1. Codificação dos dados
7.7.2.
tntoduçáo
dos dados7.7.3. Técnicas estadsticas utilizadas
7.7 .3.1. Classificação das
t&nicas
estaflsticas7 .7 .3.2. Análise Fastorial das Componentes Principais 7.7.3.3. Análise de C/nsÍers Hienárquica
capítulo
Yltr-Apticação
da
Metodotogia
de
Investigaçâo: Resultados
8.1. Esnrdo da
Simetia
e Normalidade 8.1.1. EstudodaSimetia
8. 1.2. Estudo da Normalidade 8.1.3. Identificação
ôs
Outliers8.2. Dados Estaísticos
-
Carastqização da Amosna 8.2.1. Sexo8.2.2.ldaôç
8.2.3. Estarto
Civil
8.2.4. Regiâo onde reside 8.2.5.Húilitações Lit€úÍias
E.2.6. Profissão
8.2.7. Rendimento Mensal
Ilíquido
do respondente 8.3. Qumtionário-
Resultados das Questões8.3.1. Questão
n'
I
8.3.2. Qumtilo n" 2 8.3.3. QuestÍion'3
8.3.4. Questão no 48.3.4.1. Análise de Clusters Hierárquica
8 -3 -4 -2. Estadstica
Dscritiva
t39
1,41t4
145t46
148 148t49
150l5l
152 154t57
157t6l
163t«
t@
t@
165 165 166 166 167 168 168 168 169 170t7l
177#lrr"**"deÉvora
vl
AtrflítimÊnlo Bmceio o Qualidade de SqvigoPͧüdo. - Esürdo ds CBo: Ctitmtes Cma Atta da Região rle Evora ÍlB CGD
'
8.3.4.3. Análise FactoÍial das Componentes Principais 8.3.5. Questão n" 5
8.3.6. Questão n" 6 8.3.7. Questão
n'7
8.3.8. Questâo n" 88.3.9. Questão n" 9
8.3.9.1. Anrálise de CínsÍers Hierárquica 8.3.9.2. Estaflstica Descritiva
8.3.9.3. Análise Fasüorial das Componentes Principais 8.3.10. Questão no
l0
8.3.1l.
Questão n"1I
8.3.12. Questão no 12 8.3.13. Questão n" 13 8.3.14. Questão no 14 E.3.15 Questilon'
15 8.3.16. Questão no 168.3.16.1. Análise de Clusters Hierárquica
8.3 .l 6.2. Estatística Descritiva 8.4.
Cruzmento
de Variáveis8.4.1. Sexo {' Factormais
impoú
narelaçilo de atendim. banç. 8.4.1.1 Teste de Independência do Qui-Quadrado8.4.1.2. Potência do Teste
-
Cramer'sV
8.4.2. Idadet
Tipo de atendimento preferido8.4.2.1 Tests de Independência do Qui-Quadrado 8.4.22. Potê,ncia do Teste
-
Cramer'sV
8.4.3. Idade
*
Factor mais valorizado no espaço Caixazul 8.4.3.1 Teste deIndq€ndência
do Qui-Quadmdo 8.4.3.2. Potência do Teste-
Cramer'sV
8.4.4. Idade
t
Frequência de ntitizaçao do serviço Caixazul 8.4.4.1 Teste de Independência doaui-auadmao
8.4.4.2. Potência do Teste
-
Cramer'sV
E.4.5. Idade
*
Frequência de utitizaçao de cada serviço8.4.6. Sexo
*
Factores mais valorizados na escolha de um bancot79
187 18E 188 189 191 191 197 198204
205206
206 207 208 208 209 21922t
221 221 .r.r1»2
»3
223 224 224 225 225 225226
»6
227#urr**"deÉvora
vu
Atendimmro Banc&io e Quali«lade de ServiçoPr€shdo. - E*rdo de Csso: ClitrB Gma AltE da Regiâo de Evora da CGD
-8.4.7. Sexo
*
Razões para deixaÍ de §sr cliente de umbanco
228
Capítulo D(
-
Conclusões
230
Bibtiogralia
Anexos
257240
#
uoi""oiaua. de Évora YluAteníIim€nto B@c&io e Qualidade de
S€rviçoNdo'
- Esrdo dÊ Caso: Cüefit€s G{m Alta da Regiâo «le Évora d CGD'
ÍnOice de
Figuras
O papel dosbancos na economia
A
alma do novo consumidor A nova estruhnadada empresâ Ciclo devidado
cüe,ntsEtapas do processo de comprado consumidor FactoÍes fimdame,ntais da satisfaçgo do cüe,nte
A
relação com o clie'lrteO ciclo comercial do
CRM:
os 9 CosVantagens e desvantrge,ns do atendimento automatizado e do dendimento personalizado
Modelo da qualidade Percebida O ciclo virtuoso da qualidade Pedra angular da qualidade
Modelo de qualidade nos
serviços-SERVQUAL
MODEL
ksÍminantes
da quatidade percepcionada nos serviços Organograma da CGDAs
tês
Regiões doAleirtejo
Agências do Alentejo
Região de Évora
-
localização das agências por concelhos Segmentaçâo de clientesCaixa de Bigodes
-
Questãon'
4 Caixa deBigodes-
Questão no 9Caixa de Bigodes
-
Questâon'
16 Component Plot inRotded
SPaceComponeirt Plot
inRotated
SPacePás. Figura 2.1 FiguÍa 3.1 Figura 3.2 Figura 3.3 Figura 3.4 Figura 3.5 Figura 4.1 Figura 4.2
Figua4.3
Figura 5.1 Figura 5.2 Figura 5.3 Figura 5.4 Figura 5.5 Figura 6.1 Figura 6.2 Figura 6.3 Figura 6.4 Figura 6.5 Figura 8.1 Figura 8.2 Figura 8.3 Figura 8.4 Figura 8.5l1
33 3E 394l
455l
67 69 798l
81 90 92 97 98 99 100 105 158 159 160 1872M
#
uoir.rriaoardoÉvoralx
AEtrdim€flb Baúc&io e Qualidade de S€rviçoPÍ€stado'
- Bsudo ds C6o: Clientes Gma AIa da Região de Evora da CGD
-Índice
de
Quadros
Quadro 2.1 Quadro 2.2 Quadro 2.3 Quadro 3.1 Quadro 5.1 Quadro 5.2 Quadro 6.1 Quadro 6.2 Quadro 7.1 Quadro 7.2 Quadm 7.3 QuadÍo 7.4 QuadÍo 7.5 Quadro 7.6 Quadro 8.1 Quadro 8.2 Quadro 8.3 Quadro 8.4 Qrradro 8.5 Quadro 8.6 Quadro 8.7 Quadro E.8 Quadro 8.9 Quadro 8.10 Quadro 8.11 Quadro 8.12 Quadro 8.13 Quadro 8.14 QuadÍo 8.15 Quadro 8.16 QuadroE.l7
QuadÍo 8.18QtudÍo
E.l9
QuadÍo 8.20 Quadro 8.21 Quadro 8.22 Quadro 8.23 Quadro 8.24 Quadro 8.25 Quadro 8.26 QuadÍo 8.27 Quadro 8.28 Quadro 8.29 Quadro 8.30 Quadro 8.31 Quadro 8.32Índice do poderde comprapor concelhos
PIB a preços de mercado por NUTS
tr,
2000-2001 Índice de eirvelhecimento e dependênciaCaracterísticas dos velhos versus novos con§umidores
Trilogia
da qualidadeDiferença.s eirtre sendços e
poôrtos
Agências e
gestoÍe
e,lrvolvidos Critérios deGamaAlta-Ano
2006 Número de clientes ainquirir pol
gestorElementos da amosha seleccionados
Vantagens e desvantagens do método da comrmicação Vantagens e desvant do questionfoio enüado
plo
correioVantage,ns e dewautage,ns das pergmta§ fechadas
Enüo
e recepção dos questionários Test of normality-
Questão n" 4 Test of normality-
Questão no 9Test of normality
-
QuestÍion'
16 C/rzsÍer MembershiPGroup Statistics Descriptive StaÍistics Correlation
Mahix
KMO
and Bartlett's TestTosteKMO
Anti-Image MaÊrices Total Variance
Erylainsd
Reproduced Correlations Rotated Compone,nt Matoix C/nster MembershiPGroup Statistic's Descriptive Statistics Correlation Maúrix
KMO
andBrtlett's
Test Anti-Image Matrices Total Variance Explained Re,produced Correlaúions Rotated Compone,utIvÍúix
ClnsÍer MembershiP Group Statistics Teste doaui-Amaraao
Cramer'sV
Test€ doaui-auaraao
Cramer'sV
Teste doaui-amamAo
Cramer'sV
Teste doaui-auAraao
Cmmer'sV
Pá,g,.l8
19 20 32 77 85 101 106tt4
115tt7
rzt
125 147 162r62
163 172 174 180 181 182 1,82 183 184r85
1E6 192 194 199 199 200 201 201 2U) 203 210 212»t
222 223 223 224 225226
226ffir*r**"deÉvora
x
Atsndimento Bmc&io e Qualidade de Servigolrestado.
- Estudo de Csso: Climtes Gma Alta da Região de EvoÍa da CGD
-Indice
de
Gráficos
Evolução do número de bancos em Porhrgal
Canais de contacto com
o
1o banco (últimos 3 meses) Fidelidade ao bancoEvolu$o
da margem financeiraValor
gasto em serviços bancários básicos e,m Portugal em 2005 (valores por cliente em euros)Posse de computador e ügaçâo à Internet dos agregados
domfficos,20O2-200/-(W
Endiüdamento das famllias portuguesas Grau de saÍisfação com
o
lo banco Aspectos que mais agradamno
1o banco Aspectos que mais desagfadamno
lo banco Principais razões de escolhado
1o bancoAvaliaçáo média daqualidade do aÍeirdime,nto do banco
pflnclpal
Sexo Idade
Estado
Civil
Região onde reside Habilitações Literárias Profissão
Rendimento Mensal
Ilíqüdo
Factor mais importante numa relação de atendimento bancário
Facüorcs mais valorizados na escolha de um banco
hincipais
razõ€s de abandono de umbanco Gnáfico do cotoveloTempo derelacionamento com
aCGD
A
CGD como principal bancoRazões de escolha da CGD
Relacioname,nto com bancos da concorrência Relacioname,nto com
oúros
bancos da concorrênciafffico
do cotovelo Tipos de ate,udimentoFrequênciade vü,li?aqÃo do serviço caixazul
Facüor mais valorizado no sspaço caixazul
Revista caixazul
Grau de satisftção com o aúe,ndimento prestado pelo gestor Principais qualidades do
getor
de clienteGnáfico do cotovelo Pás. Gnáfico 2.1
Mfrea2.2
Gráfico 2.3 Grúfico 2.4fffico2-5
trfico2.6
Gráfico 3.1 Gráfico 3.2 Gnáfico 3.3ftfico
3.4GHfico
3.5ftfico5.l
l5
22 24 25GHfico
8.1ftfico
8.2 Gnáfico 8.3fffico
8.4ftfico
8.5ftfico
8.6ftfico
8.7ftfico
8.8 Gnáfico 8.9ftfico
8.10 Gnáfico E.l1frfico
8.12ftfico
8.13ftfco8.l4
ftfico
8.15 GráficoE.l6
ftfico
8.17 Gnáfico 8.18 Gráfico 8.19 Gráfico 8.20fffico
8.21 Gráfrço8.22 Gráfico 8.23 Gráfrgo8.24 26 29 39 43 43M
44 80t@
165 165 166t66
167 167 168 169 170 17t 188 188 189 190 190tyz
205 205206
207 207208
210#ur'**edeÉvora
xl
CGI)
CRM
SERVQUAL
MODEL
IITE
PIB
NUTStr
BASEF
P.I.C.
T.O.P.
sPss
Alcndim@to Baceio e Qualidade de Serviço"restado.
- Estrrdo de Cao: Cli€ntes Gama Âlta da RegiEo de Evom íra CGD
-Lista
de
Abreviaturas
Caixa Geral de Depósitos
Customer
Relationúip
Manage,nentModelo para a avaliação da Qualidade nos Serviços
Institúo
Nacioual de Estadstica Produto InternoBnúo
Nomencldura das Unidades Tenitoriais para
fins
Estaflsticos
Estudos sobre a Banca e Seguros Financeiros
Pontos de Interesse do Clieirte
Transformar Objecção em
Perguta
Statistical Package for the Social Sciences
Aseurlimeuto Bmc&io e Qnliilade de Seriço
redo.
- Estudo de Caso: Clieot€s Gma Alta da Regtão rb Évora da CGD
-Agradecimentos
A
construção destetabalho
jamais é
some,nteo
rssultado deum
esforçoindiüdual.
Apemr
de çm muitos mome,rúos sersolitáriq
ele representa a união de muitas forças:amizade, companheirisno, amor e profissionalismo.
AruJização
desta dissertaçãofoi
motivo
de qrescimento e e,ngrandecinento pessoal e profissional, como tal gostaria de agradecer o apoio das seguintes pessoas e instituiçâo:Á
Caixa Geral de Depósitose
aoDirector
de Pessoal (Formação)-
Dr.
JoséRodrigues por ter artorizado aÍenlizÂcÃo deste estudo; o
o
Ao
Director
de Recrrsos Humanos e Qualidade da Caixa G€ral de Depósitos -Sr. Amaro Camões por todas as ajudas prÊstadas no âmbito do@ido
de apoio financeiro solicitado para esüe estudo;o
Á
Directora deMarketing
da Caixa Geral de Depositos-
Df
Isabel Loureirçopor tsr
facultado as basesde
dadosBASEF que
s€rviramde
apoio para esüetabalho;
o
A
todos os
Gestoresde Cliente
da Regiãode
Evoru Marta
FeHcio,Camen
lopes, Ana Maria
Pinto, Manuel
Fonseca,Dulce
Fernandes,Maria
JoãoCbamb€l,
SusanaRocha Cdstina
Calhau"António Beja, Florinda
Barradas, Zilda Conde, Ana RaquelTúuleiroq
CarlaBrito,
Olímpio Craveiro, Rui Jordão,AnaPaulaFereira
e Rrüen Ribeiro,portsÍem
colaborado tão intensivamente na recolha dos questionfuiosefollowtrytelefónico
para devolução dos mesmos;o
Aos Gestores de Cross-Selling da Caixa Gsral de@sitos:
Dr.
Hugo Pacheco,Eng: Rui
Rosa, Dra PaulaCristina
Oliveirq
Drâ Isabel Gonçalves,Ih.
Adindo
Chanfana
Dr.
Jacinto Raposo,Dr.
JoãoAlvaes
eDr.
Paulo Loure,ço,
pelas ajudas prestadas no âmbito do pré-tesüe Í@lizado e revisão ffnal do questionário;o
Ao
Director
Comercial
da
Regiãode
Évora
-
Eng"
Rui
DuaÍte
Pimenta de Casho, por ter facilitadojunto
das agências arcalizaçf,o deste estudo;Universidade de Évora
o
Atendim€m B@c&io e Qualidade de Serviço?roodo.
. Estrrlo de Caso: Cli€otes Gama AltE da R%ião de Evom da CGD
-Á
D9 Lucinda Mato§,respn§ável
pelo correio da agência deÉvor4
por toda a ajudae colaboÍaÉo noenüo
dascrtas
aos clientes;o
A
tdos
osclie,lrtc
da Caixa Geml de Depósitos' que dispensarm cinco minuüos do seu tempo para meajudare' ;
Ao
meu
orientador-
ProfessorDoúor
Bnmo
Valverde
cota, pela
simpatia, disponibilidade e pelas ajudas prestadas §empre que solicitadas;Á
pmfessoraDoúora
Marta Silvério da Universidade deÉvora-
DQaÍtamento defuão,
pelas aÚudas prsstada§ na definição da amostra e téc,nicas estafi§ticasúilizadas;
o
Á
professora
Dorúora
Ana Maria
§ampaio
da
Universidade
de
Évora
-Departame,utode Matemática
plas
ajudas pÍestadasna
definição
de
alguns comandos para interpretaçiio dos outputs estaüsticos;o
Á
nr,
ana
Guerreiro, minha colega de mestrado e minha amiga. pessoal,por
tudo. Por
ter
sido uma
verdadeira
amiga
e
ulna
preciosíssimaajuda
nos momentos rnais compücados;o
Á
»r,
cristina
PalmeiÍo, taúnbém minha colega demestado
e companheira de luta, pela força, simpatia e ajuda de,monsfada;o
Á
ur
cu.ta vivas,
minha
anrigapssoal
e doce,uúe de E§tatí§ticano
Instituto Politécnico de Santarém, pela ajuda dada aonível
da revisão da Base de Dados em SPSS;o
Á
nr'
Ir4ariado
Carmotavadinho
-
professorad"
iogt6t,
que esteve sempre disponlvel para arcalizarfio das várias traduções;o Aos meus
pa§
João e Fátima pelo apoio sile,lrcioso e pela§ ausências de um ano;o
A
Deus,por
meter
concedidoa
graça deviver,
e de me amFarar §€mpre nos666snfss
maisdificeis
oo
#"1
uoir.,oioua. de ÉvoraA
tof,os,
fríuito
Ofirigolo
Atndimento Bmc&io e Qualidade de Serviçolresado.
- Estrdo de Caso: Clieútes Gama Alta da Regiâo de Evom da CGD
-Rsumo
Tema:
Atendimento Bancário
e
Qualidade
de
Serviço
prestado.Esturlo
de
caso: Clientes GamaAlta
da Região de Évora da Caixa G€ral de Depósitos.O
sector bancário ao longo dos últimos anos temsoftido
mudanças profirndas,frúo
deuma maior
concorrência,
e
da
alteração
do
comportamento
dos
consumidores qractsrrzaÃopor
uÍna maior
exigênciaem
t€rmosde
serviçobanc&io
prrestado. Os prodrrros e servigos astualmetÍs oferecidos são extremame,rte vulgarizados e facilme,ne copiáveis,pelo
quea
qualidade do aÍeirdimeutoe do
serviço prestado ao cliente será sem dúvida o principal diferencial competitivo das instituições.Tendo çm atenção este contexüo, e aFavés de um estudo de caso
-
clientes gama alta da região de Évora da Caixa Geral deDepósitoq
com estetabalho
procuÍou-se perceberde
uma forma
sistemáticae
acessível:se
essesclientes estão satisfeitos
com
o alendimento prestadopelo
seu gestoractual, se
úilizam
com freqúncia
o
espaço caixazul, saber quetipo
de atendime,ntoprefere,
e que qualidades deverá terum
bom atendedor.Seguiu-se
rrma metodologia
de
inquérito para
recolha
de
informação,
atavés
da renlizarÃade
questionários oominício
em
Juúo
de 2006.As
principais
conclusõesdesúe estudo revelam que todos os clieutes estão satisfeitos oom o atendime,nto prestado pelo seu gestor, que
o
espaço caixazul éúilizado
pelos cüentm gamaal6
pelo me,nosurravez
por mês, o a[endime,nto personalizado é otipo
de atendimenúo preferido, sendo queo
principal
úibúo
de
nm
gestor passapor
informar os
cüentescom
clareza edetalhe-Apesar de um
estúo
de caso nãopermitir
generalizações, pretende-se com este Írabalho sistematizar algumas orientaçõesque
ajúem
as instituições bancáriasa
melhoraÍ
a qualidade do serviço prestado,Palavras Chave:
Atendimexúo banuário, fideüzaçâodo
cliente, qualidade de serviço, gestâo bancária, segmentaçâo e Cusüomer Relationship Management(CRM).
AtendimmÍo Bmcftio e QualiÍlads de S€Íviço Pr€shdo.
- Estrdo de Caso: Clieutes C@a Altr da R%iâo de Évora «ta CGD
-Abstrat
Theme: §anking
Attendance andQuality of
Rendered Semice. Case Study:High
Scale Cusüomers of the Area of Évora of Caixa Geral deDeSsitos.
Along the last years the banking sector has
sutrerd
deep changes as a resultofa
bigger competition andúe
changeof
cusúomer's behaviour which is characterized by a bigger exigencein
terms
of
the
banking
rendersd serrrice.The products and
the
serrrices offered ar the present are extremely vulgarising and easilycopyúle,
aud due to this fact the attendanceSuallty
and the rendered serviceto
the
customerwill
doubtless beúe
main compeütive differential of the institutions.Having in mind this context and through a case study
-
high scale customers of the areaof
Évora
of
Caixa
Geralde
Depósitos,with this work
we
aimedto
rmdeÍstandin
a systematic and accessible way:if
those custom€,rs are satisfiedwith
the service rendered bytheir
pÍssent manager,if
they use the space blue box very often, andto
know what kindof
serviçs they prefer and whar qualities must have a good attend€r.It
wasfollowed
ametlodology
of inquiry in
order úo gatherinformation,
through therealization
of
inquiries
startiug
in
Jrme2006.
The main
conclusionsof
this
study revealedthat
all
the
customersare satisfied
with
the
atteirdance rçnderedby
their
manager, that the space blue box is used by high scale customers at least once a montb,
the
personalized attendanceis
úeir
preferredkind
of
attendance, and asa
result the mainqualitf
of a manager is toinform
the customerswith
clarity and detail.Though
this
casestudy
dm't
allow
generalizations,with this work we
aimedto
syste.matize some guidances which help the banking institutions
to
improve thequality
of the rendered service.
Key words:
Banking atenAmce,
customer's
loyatty, quality
of
senrice, banking management, segmentation and cusüomerrelationúip
management(CRM).
Atendimento Bmc&io e Quali«lade de Serviço Presado - Estrdo de Caso: Clieutes Gma Alb tla Região de Évora da CGD
-CAPITIILO I
-
Introdução
"Nofu
lui
somo
começqr
pça
ver
como
é
bduo
concluir"
Yítor
Hugo1.1. O tema
O
Sector Bancário
Portuguêsao
longo dos últimos
anos
tem sofrido
mudanças constantese
p,rofirndas,fruto de uma
concorrência
cadavez mais
aguerrida
e
da alteração do comportamento dos consumidores caraútrt"Àdo por *ma maior iuformaçãoe exigência ein termos de serviço banc&io prestado.
Tendo em aüenção esüe enquadrameirto, o principal objectivo desüs trabalho consiste em perceber se os clientes gama
altal
estão satisfeitos qomo
aÍendimento actual prestadopelo
seu gestoÍ,se
utilium
com
frequêuciao
cspaço caixazrrt,
saberque
tipo
de atendime,nto preferem e conhecer os factores que os podeÍãofslasÍ
mais fidelizados à Caixa Geral de Depósitos (CGD), e assíduos ao s€rviço caixazul.Dessa
formq
atoavés de um questionrário realizado foram recolhidos elementos aorível
do ateirdimento bancário e da qualidade de serviço prestado aos clientes gama alta da regiao3 de Évorada CGD.Os
prodrÍos
e
serviços
actualme,nteoferecidos
pela
banca
sâo
extremamente vulgarizadose
rão
difere,nciados,pelo
quea
qualidade do ate,ndimento prestada aos clientes seú seinúiúda
o principal diferencial competitivo.Para além do capital, dos
podrúos
e dos colabomdorcs, um dos activos mais valiosos das empresas são as relações que se estóelecem oom os seus cüentes. É ovalor
dessasrelações actuais e fiúuras que determinao sucsso/fracasso da
emprma
I Clients gama ala, são os
cüentes de maior valor acüral e potencial pra a CGD.
2
O espaço caixaanl é o espaço destinado ao aÍendimenÍo personalizado dos cüences gama alta da CGD.
3
Uma região é um conjrmúo de agências boncáÍias.
Ateúdim€ofo Bmc&io e Qualidldp de Strviço---_- do.
- Eshrdo de Caso: Clietrtss GmB AIta da Regiâo de Evora da CGD
-Hoje
em
dig
oferecerpÍodutos
de qualidadea
preços competitivose
de umaforma
imediatajá
não
é
suficiente paÍa
conquistaÍa
preferênciados
clientes,isso
é
umacondição
básica
Aquilo
qts
faz
a
diferença
são
factores
como:
pr&actividade, competênciaprofissional,r$tdezeficiênciq
cortesia esimptia
de qu€m ate,nde.A
maneiracomo
se atendeo
cliente
@e
fazet
a
diferença entreobter
succsso ou fracassono
mrmdo dos uegócios.A
excelârciano
atendimexÍo é frmdamental para osucesso das
instituiçh
bancárias e para a satisfação dos seus clientes.A
qualidadedo
arendimento está fortemente ligada ao conceito de fidelização, sendo condição essencial na rete,lrção e conquista de novos clientes.Deüdo
à importância s necessidade de ap,rofimdar o t€,ma do aÍendime,nto banc&io e da qualidadede
serviço prestado, dsfitriu-secomo
qucstlio depesquisq
entre ouhas, a satisfação dos cüentes tendo em conta o atendimenúo prestado pelo seu gesúor no espaço caixazule
identificação dos factores que podemtomar
esses clientss mais assíduos ae§§s §sPaço.
1.2.
Justifica@o
Num
mercado extemamente concorre'ncial, as instituições bancárias estiio preocupadas em ampliar o seu mercado de actuaçâo, retendo e couquistando novos clientes.Assnn,
é
fimdamentalque os
bancos des€xrvolvam estratégiasde
fideüzação pwa, a manutençâodos
seus cüentesopois
ú
assim@erão
atingir
6s
objectivosa
que
sopropus€,Íam.
Uma
dessas estratégias de fidelização passapor
uma melhoria contínua na qualidade dosprdúos
e serviços ofeÍecidos e sem d{rvida, no procssi{lo de atçndimento prestado.Assim sendo, este estudo pÍrocrra
identifictr
os frptores que os cüentes mais valorizam numa relação de atendimento-
intsrfaceetÍre
at€,ndedor e cüe,lrte, e também atuibuüosque os clientm mais lsconhe€€m na escolha de um banco.
2
Alendineuto Bmsfoio e Qualidade de Servigo PÍEshdo. - Esúrdo de Caso: C:lientes Gms Alta da Rogião tle Évora ata CGD
-Esta
proposta
de
dissertaçiio
constitui
um
esforyo teórico-prático
no
sentido
deidentificar
factores
e atibúos
em Íelação
ao
tema
do
atendimento. Pretende-sefortalecer
o
elo de
ligagâo Universidade/Empresa procuÍandosist€matia
algumas orientaçõesque
dúgm
as instituigões bancáriasa
melhoÍaÍ
a
qualidadede
serviço prestado.Em
paralelo,o
int€resse especialpoÍ
este assuntoadvéu
dofacto
de açtualments ser empregada bancária (naCGD)
e ter necessidade de aprofrmdarcoúwime,lrto§
qu€ me irão auxiliar nilo só em termos académicos, mas também profissionais.13. Definiçâo
doproblema
Algnns
fenómenostais
como
a
desregUlamentaçâo, globali?zl§Ãoe
desintermediação trouxeram profirndas alteraçõesno
sectorfinanceiro. Os
bancos tÊÍtnde
encontraÍ asmelhores alternativas que lhe
psmitam
seÍem competitivos num msrcado cada vez mais globalizado.O
principat
desafio,
a
nosso vef,,resids
ao nível
do
aumentoda
competitividade, conquista de uovos mercados, penefiação em novo§ §§ggr§ntos e retenção de clientes.Tendo
em
conta esüe contexüo,a e$afégia
frmdme,ntal deixou
de
sera
procura de novos clientes, mac sim a fidelização dos actuais, dado que a aúracção de novos clientestem cusüos mais elevados do que a sua rete'lrção.
A
fidelização
passapela
qualidadedo
atendimeuúo presüadoque dwerá
supemr asexpectativas do cü€nte, cujo assrmto é o
temapdncipal
deste estudo.o
Mas
como podem
os
atend€doÍesdos
bancos efegtuaÍum
atendimento de qualidade?o
Que qualidadesdwerá
tsr um bom atendedor?r
Quais osafibúos
que os clie,lrtes mais valorizam numa relação de al§ndimento?3
Atendimento Bmc&io e Qualftlade do Serviço Presado.
- Esnülo de Caso: Cü@tss Gama Alta da Regiâo de Évom da CGD
-Para responder
a
sstas questõeso
presente estudoé
desenvolvidocom
base numinquérito
a
clientes
eamaalta da CGD
-
Região
de
Evora,
que
pÍocura
recolher informação que nos parece frmdamexúal paÍa os objectivos propostos(üde
1.5.).1.4.
Limitações
do estudoComo
foi
referido
anteriormsnte, para recolher informação sobreo
tema em
estudo, serãoefuuados
inquéritos aos clientes gama alta (pertencoutes à carteira de dezasssüegestores de cliente) daRegi,Io de Évora da CGD.
A
primeira limitação à
Í@liza&o
deste estudo prende-secom
o
facto da
recolha de dados serralizadaao
nível
dos clientes gama alta da Região de Évora em detrimentos das restantes duas regiõesdo Alentejo (ReSão
deBeja
e Região de Portalegre).No
€lÍanto,
dois factores estiveram na origem desta decisão: falta de tempo e escassez de Íecul§os.Outra
limitação
está relacionada como
facto
dos resultados obtidosnão
se@erem
generaliuÍ
aosclientss
gamaalta
das ouhas duas regiões, dadoque
setrata
de um estudo de caso dos clientes carteirizadosa nas várias agârcias da região deEvora
1.5.
Objectivos
Os
objetivos primários
do presentetalralho
consistem em:- Recolher informação ao nível do aÍendimento bancário e qualidade de serviço prestado aos cüe,núes Cama alta carteirizados nas
váÍias
agências da regiãode Évora
da CGD, através das seguintes questões:r
S€rá que aCGD
éo principal
banco dos clientes? ou paralelame,te
existe um relacionamento com ouhas instituições bancárias?r
Quais os factores mais valorizadosnrma
relação de atendim€,!úo bancário?r
Com que@uência úilizam
os cüelrtes os vários canais de contactos?.
Quetipo
de atendimentoprefere,
os clisntss?a
Um clienúe cateirizado é
''rn cliente gama alta que pertence à caÍteira de um gestor
4
t#
Atendimeúo Bmc&io e Qualidado de S«viço kesilro. - Eshrdo de Caso: Cliertss Gama Alb ala Região de Évora da CGD
-Com que
assiduidadefrequentm
os clientes
o
serviço caixazul?e
quais
os factores que mais valorizam nesse espaço?Qual ssrá o
grar
de satisfrção dos clientes com o atendim€,nto prestadoplo
seugesüor de clie,nte
achnl?
Quais deverão
ser as
qualidadesque
um
bom
gestor
deverápossuir
paramelhoraÍ o seu desempeúo?
Qual ssrá
o
grÍü
de concordlincia dos clie,ntes, relativoa
cada'rn
dos factoÍesque
poderãotorná-los
mais
fidelizados
à
CGD
e mais
assíduosao
espaço caixazul?- Com este estudo pretende-se tambd,m
atingr
os seguintes objectivos secundários:.
Identificar o tempo de relacioname,nto destes clientÊs com a CGD;.
Identificar os factores mais valorizados na escolha de um banco;r
Ideúificar
as principais razões para deixar de ser cliente de um banco;r
Conhecera
opinião dos
clientes
(nivel de
concordlincia)relativamente
aos seguinês pontos: concorrê,ncia actual nabanc4
qualidadedo
senriço prestado,fomação
dos
colaboradores,atendimento
como factor
dediferenciação, taxas oferecidas pelo banco e reclamações;
r
Coúecer
a opinião dos clientes relativame,nte à revisüa caixazuls. 1.6. Organização da dissertaçâoEsta dissertaçâo está organizada em nove capltulos.
O
Capítulo
I,
decrácter
intodtfório
começa porexplica
o te,ma e,m análise através da enrmciação dos objectivos de investigaçáo ejusificação
dotqna
escolhido.Delimita
o problema emwtudo e
sistemaúizao
plano de trabalho.E feita
também runa pequena descrigão da metodologia adaptada-
estudo de caso.O
Capítulo
II,
wactsriza
o
contexto
de
mudançado
sectorbancário
e
desçre\/e algumas das alterações que este t€,m sofrido ao logo de várias décadas fiuüo de uma'A
revista caixazul é ,,ma revisa que é enyiada grmftâmente pela CGD aos seus cüemes gama alta"I
ÂÍ€ndim€,Eto B@c&io e Qualidade de SewiçoPÍeshdo. - Egulo de Caso: Clientts Gma Alta da Região de Evom da CGD
-economia com
um novo
enquadrame,rto baseadana
globalização, de§intermediação e desregulamentação.Neste capítulo, são também f@adas as tendê,ncias mais
mrcaoÍes
qu€r do ladodaoferta
quer do lado da proc15a, que impücam a alteração da estratégia de actuação dos bancos no contexto astual se quis€re[n ser competitivos e sobreviverne§t€ §ector.
Esta parte
da
t€seprocuÍa
contextualizaro
sectoÍbmcário,
e
permitiu-nos
t€r
uma perceeçao dos desafiosimpstos
aosbancos ne§te contexto de mudança.O
Capítulo
III,
destaca a relevância que o cliente tÉm pam aory;mizacfia. É feita uma pequena abordagem às diferençasentr
o novo e
o
velho
consumidore
ás principais características que definem o çüetrte actual.Acfualmente,
os
clientes estâo mars informados
e
exigentes.hendem
um
bomserviço,
preçosjustos
e
ofertas
mais
inovadoras.O
clie,lrtebancário pÍillsou
a
ter
consciênçiado
seu
poder
de
escolbae
deixou
de
ser tão
ingénuo
face
a
falsa.sexp€ctativas.
É
com
base nestas carâsterísticasque as
instituigõe§têm
que
astuar, pÍocurando a garanüa da saÍisfação de rrmaclientel4
cada vez mais, eúg§,rte.Paralelamente, é abordado o tema da satisfação do clie,nte e os
factoÍw
que contribue,m paÍa essa mesma satisfação. Estes factores estão relacionados com ascmcterísticas
dos produtos, actividades devend4
serviços pós-venda e cultura da empresa As instituiçõestêm
de estar cadavez mais
aúe,ntasa
estes factores que constituem desafios qrrc os bancosterão de melhorar ss quis€rem sermaiscomptitivos.
No
capítuloIII,
étambém focada a questâo da fidelização do clie,nte como consequência da sua satisfrçao. De modo a aÍrair o interesse desüe novo cliente, que é"bombrdedo"
regularme,nte com ofertas aliciantes, os bancos necessitam de apostar
qÃavezmais
na qualidade do serviço p,restado, pois é este o factor que faz a üfere,nça.6
Atendimrúo Bmcftio e Qualftlade de Serviço PresEdo - Esnrdo de Caso: Climtes Gma Alta da Região rb Évora da CGD
-Nesúe
oapítulo
é
também abordadaa
questãodo
marketing relacional
(CRM),
que aposta essencialmente numa relaçãomais
individualizadacom
cadaum
dos
clientesatavés de
uma
maior
interactiüdade
de
modo
a
obter
informaçâo necessfuira para oferecer o prodúo/serviço maisajutado.
Com
o
pÍesentecapítulo
procunímos descrevera
evoluçio
do
cüente em termos dep€rfil
de
consÍumo, atravésda
compaação
do velho
veÍsusnovo
consumidor. Isto permite-nos umamelhor
prc.epção das novas estratégias de actuação que os bancos terão que seguir paramtidazer
os seus clieutes e sup€mr as suas eresú:tativas.O
Capítulo
W,
está
relacionado
com
o
profissional
de
aúendimento-
o atendedor/gestor de cliente. É feita referência ao papel do atsndedor e às relações que seestabelecem
e,nte
esúe,a
empresae
os
clie,ntes.De frcto,
o
atendedor assume ssm dúvidaum
papelprivilegiado
e decisivo e,ntea
org;anizarfioe
os sslui clientes.O
seumodo
de
actuaçãoinfluência
a
imagem
da
organizaçãoe
pode
comprometer
o relacionamento com aclientela
Os
coúecimentos, comptências
e regras de etiqueta que o atendedor deve seguir paraefectuar
um
bom
atendimento
também
estão
desqitos neste capítulo.
Algrmas
competências tais como:
rgumentação,
saber escutar e empatia são fuudamentais para que o aÍendedor desempeúe be'm o seu papel na comunicaçâo com os clientes.Ainda
de,ntro deste capítulo, destaca-seo
p4el
da formação, e,m sala e plataformae-leaming como factor
frmdamentalna
qualificação dos recursoshmmos.
Devido
à informâção e exigência dos agtuais clie,lrtes, a formaçÍlo assume um papel exEemamente importante te,ndo como objectivo pÍrepaÍaÍ os colaboradores do ponto ds vista técnico, come,rcial e até comportame,ntal.Paralelamente,
é
tambémfeita
referêxrciaao
aÍendimento personalizado, considerado por alguns autores oomo um dos argumentos mais fortes para a fidelização dos clieirtes.Do ponto
devista
comsrcial deum
banco, há cüentes que meresemum
afrendimento mais personalizado, são os clientes mais r€rÍáveis e aqueles que tem um maion'pote,ncial7
Almdimúto Bmc&io e Qualidade ds S€rviçohado.
- Estudo de Caso: Clientes Gama AIta da Região de Evora da CGD
-de
negócio.O
objectivo pnnclpat é
tatar
cada clienúe comoum
clienteúnico,
com necessidades e ambições diferentes.O presente capítulo,
fazrcferêrcia
ao tema das reclamações apreentadas pelos cüentes. Para alguns arÍotes, as reclamações apresentadas sâo consideradasuna
b€nção e somotal deve,m ser alvo de uma aÍenção especial.
O
Capítulo
V
desta OssqtaçAofaz
referênciaà
qualidadee
aos serviços. Começa-sepor
destacar os contributos firudame,rtais de algrmsa[tores: Crosbn Deming e
Juran para o conceito de qualidade, que é fimdamental nos nostlos dias e semdúüda
um factorde diferenciação.
Um
ponto esssncial para os bancos é a prestaçÍio de serviços de elevada qualidade. O objectivo é exceder as exp€ctarivas dos clientss numa p€Npoctiva de fidelização. Tendo em conta este objectivo, neste capítulo éfsito
referência à qualidade do ponto de vistado
consumidor
atravésda
apresentaçãode um
modelo
de
qualidadepercebida
A
qualidade
é
percebidapelos
clie,ntesafavés
da
comparaçâoque
€st€sfazem
eirüe experiências (serviço recebido) e expectativas (serviço espsrado).De'nto do capítulo
V
é feitarma
pequena abordagem ao ciclo da qualidade. Esúe ciclo éum
processocontÍnuo que
começae tsrmina na
satisfaçãodos
cüe,ntes.De
fasüo,clientes satisfeitos promovem a instituição, o que permite o aum€,rto da auto-estima dos colaboradores que
poÍ
sua vez se traduz na prestaçâo de um melhor serviço.Ainda no
capítuloV,
são analisadosos
semriçose
as suasgincipais
características:iúangibilidade,
inseparabilidade,
perecibilidade
e
heterogeneidade.O
ModeloSERVQUAL desenvolüdo
por
Prasuraman,
Zsiúaml
e L.
Berry
e,m 1985,
éapresentado
como
se,ndoum
dos instrume,ntos de medição da qualidadedo ponto
de vista do clienúe. Neste modelo são apresentadas e descritas as cinco lacmas que podem originar problemas na preshção de serviços.8
Âtendimeúo Bmc&io e Qualidade de S€rviçoPreshdo. - Esürdo de Cam: Cli€ntes Gma Alra da Região tle Évon da CGD
-O Capítulo
VI,
apresentarÍn
eshrdo de caso no âmbito da temática desta disseÍação. Trata-se deum
estudo queincidiu
em doze agências daCGD e
qge tevepor
ba§e a recolha de elementosjrmto
de uma amosta de 384clie,lrtes-Este capítulo
iniciou-se
oomum
enquadramentoda
in§tituiçãoCGD
atravésds
umareseúa
histórica, desde a sua fimdação aÍé aos no§sio§ dias passando pela definição da suamissâo e linhaq estrategicas.E feita referência ao organograma da instituição, e à decomposição em agências das
tês
regiôes que compõem o Alentejo.
Paralelame,rte, ueste
capítulo e
dento
da
apresentaçãodo
estudode
ca§o,o
serviço caixazulé definido e
aprese,ntado comoum
conceito de prestação de serviçode
altonível, com
aconselhamentoe
aÍendimento personalizado
a
alguns cüentes
(os denominadosclientes gama alta). Este
espaço dedicadoa
estesclientss,
incorpora valorss próprios baseados na p€rsonaliução, disponibilidade eatitudg
susteirtando um relacionamento financeirc de confiança.O
Capítulo
VII
deste ssitudo, desoreve a.s metodologias e técnisas estafisticasúilizadas
nas diversas fases deste estudo de investigaçiio.
O
Capítulo
VIII,
apresenta os principais resultados deste estudo combse
naúilização
do programa
estalstico
SPSS. Foi feita uma análiseindiüdual
a cada questão tendo e,n conta a tésnica estadstica escolhidaO
Capítulo
D[
apresenta as principais conclusões deste estudo de caso.9
Atendim€nto Bmcário e Qualidade de Seoiçolreshdo.
- Eqrdo de Caso: Cüeút€s GaDa Alh da Reeião de Evora da CGD
-CAPITULO
II
-
O
§ector
Bancário: Enquadramento
Histórico
"Não há rcoda perrnrnerúe a não ser a
rrudwtça"
Hemclito
"O sector
bancbio
é, recotthecidamente, um dos poucosque,
rus
dnos
túltimos
décqfus,
ten
adoptadoconsistenteüunte umo estralégia
pro-activa
acelerqndo q §uareestrufisaçõo,
e a
modernízaçãode
métodose
de instrumentos"
(Salgueiro, 2002, p.48),2.1.
Um
sector em constante mudançaO
SectorBancário
Portuguêsao longo
dasúltimas
década§tem sofrido
mudançasconsüantes e profrrndas a um
rifuo
alucinante.Essas
transformaç&s são
ftÍo
de uma
concorr€,ncia caÁavez
-tais
aguerrida" da alteração do comportamento dos consumidores e da introdução de novas características no enquadramento do negocio.Assim,
e
de
acordo
com
JoséVitória
Fernandes"o
sistemabmcbio
constitui
oprincipol
segmenÍo
da
sector
finmtceiro
da
eanpmis,
cobendo-lhe
an
pqel
predominante nafirunciamento
das
actividadps económicosnscionsis"
(Fernandes,1994,
p.ll).
Para
Manuel
Gomes*o
papel
dos boncosnq
ecorwmia
consisteem boa
medida na captaçãode
meios depaganento dos
agenÍes económicos detentores de potryançq, depósitos, e noflta
corullzaçãopara
os agentes econárnicos, que não possuinda essesmeios de
pagmrerrÍo,
osprocurqm
ra
mercadobancário (crédito),
designodomentepuafins
&
prodrryão, investimentoí.J
" (Gomes,l99l,p.l2).
Atendimento Bancário e Qualidadê de S€rviço Prestado. - Estudo de Caso: Clientes Gama Alta da Região de Évora da CGD
-São os bancos que
por
intermédio da recolha das poupanças dos agentes económicos excedont{írios e da distribuição do crédito aos que procuftIm meios de pagamento, vão proporcionaÍo
equilíbrio
entre a ofertae
a procura, bem comoo
desenvolvimento da economia através das transfel€ncias de frrndos (Gomes, 1991,p.l3).
Esta ideia pode ser sintetizada na figura seguinte.
Figura
2.1-
O papel dos bancos na economiaÀgentes Económicos Remune ra os Remunerada pelo crédito concedido depósitos Fonte: Gomes, 1991,
p.l3
2.1.1. Década de 50Durante esta
décadq
a
actividade bancáriaem
Portugal resumia-se essencialmente àcompra e venda de dinheiro.
As principais características a enumeftu são
-Os
balcõestinham um
ambiente pesado caracterizadopor uma
imagem
bastante diferente da actual. Em termos de layout predominavam as cores escuÍaÍi,o
mobilirírio era inadequado e obsoleto e os meios informáticos inexistentes;INVE§'TIDORE§ AFORNAIX)RETI CTE§CIMENTO f, DE§EII.VOLVIMENTO I}AECONOMIA la'inancie a Economia Depositam poupençâs
BAI\ICA
#
unir".ri,lu,le dc Évorall
Atrndine,nto Bmc&io e Qualidade de S€niço"Íestado.
- Eordo de Cro: CliÊúÍEs Gma Alta da Região de Evma da CGD
--Devido
à
ausênciade
meios
infomáÍicos,
o
papel era
o
meio privilegiado
de divulgpçâo de informação.A
informação demoÍava mais tempo a chegaÍ às agências, e a tomada ds decisão era mais morosra;-Drrante
o ate,ndimentohaüa um
oerto distanciam€Íntoeute
empregados e público em geral, em alguns balcões existiaumgradeamento que separavaradicalmente o cliente do aÍendedoq-A
concorrência era prraticamente inexistente, pois o nú.mero de instituições a op€raÍ erabaixo;
-A
rede de balcões €ra pequ€,oa, por isso estes actuavam em zonas geográficas bastante limitadas;-A
relaçãoente
banco e cliente era t'ma relação duradoura baseada na fidelidade;-Não
existia diferenciação de serviço prestado. Os produtos e sewiços ofereçidos eramiguais
para todos os clie,ntes. Predominava a massificaçáo e não a peÍsonalização sm função de uma segmentaçâo de cüentes;-As
margens praticadas pelos bancos erammuito
elevadas,dado
o
difere,cial
entre tanas activas e passivas ser grande.2.12.
Década de 60Segmdo
o
antor PedÍoBaçâo
"àrante
a
segunda metade das anos60,
assistiu-seà
intensificação da concorrência entre os bwtcos instalados emPorfiryal" (Ba&o,
199'1, p.s).O
sector bancfuiofoi
então obrigado a modemizar-see
a tomar-se maisatasnto
aos olhos do público qus corn§gava a tornaf,-se mais eúgente.Atendimento Bmc&io e Qualidade de Servigo.redo. - Esnrdo de Caso: ClieútÊs Gma Alta da Região de Evma da CGD
-Ainda
para estsautoÍ
"a
relaçãofus
bancos coma
sociedade qlterou-seno
sentido dummaior
erwolvimento entreqs
duaspartes
tradwida
num acentuado crescimento dos depósitosbstcbios
entreofinal
daücado
de 60 e&ruue
1973".Para
o
crescimento
dos
depósitos,
terão contribúdo
as
elevadas
rsmessas dos emigrantes,o
qrescimento das receitasdo
turismo
e
a
elevaçâo das ta;ras dejuro
passivas (Bação, 1997, p.5\.A
partir
dssta década "começou-seq
qssistirao
xn§mmto
de
vbios
organismosbancfuios e
para-baruárlos:
bancosfu
poupan4a,
orgqnisrnosde crédito
agrícola
mútuo, sociedades de construção, compothias de
segro
dsvida (.J
"
(Gomes, 1991, p.27).Tiúa
assim iniciado a segme,ntação do negócio bancário em Portugal.2.13.
Década de 70"Em
1974
e
1975,
na
sequênciasdas
tronsformoçõessócio-políticas
ocorrifus
em Portugal,foi
nacionalbada a actividade bancfuia:primeiro,
ainda em 1974, os barlcos emissorese,
em 1975, qs restqntes instituíções decrédito
com sedeno
Continente eRegiões
A*ónontas
"
(Fernandes, 199,4,p.l?).
De facto, som
o
golpe de
Estadode
25
de
Abril
de
1974,
e
na
sequência dos asontecimentos que transformaram completamente a face daüda
politica,
wonómica e social, profundas modificações são operadas na Banca Porhrguesa"A
13 de
Setembro desseano
são
rucionolizodos os
Bqncos emissores:Banco
de Portugal, Banco de Angola e o BoncoNacional
Utramqino;
ea
14 deMwço
de 1975 as restanles instituições decréüto,
comucepção
dos Cdúas Económicas, dssCabos
de Crédíto Agrícola
M{tun
e dos BancosEstrangeirosftncionmdo
emPorfirgal
(Crédít Frarrco-Portugats,Bank of
London andSoúh Amérlca e o
Bancodo
Brastl)"
(Í*al,
1991,p.22).
At€nílimeoto Bmcfoio e Qualidade de Savigo Prestado
- Estudo de Cõo: CüGüt€s Gma AIE da Rogiâo da Évom da CGD
-De
acordo comCaÍlos
YidtÍa
"todo
o
sistems éagora
controlado directumentepelo
Estada, efrremomente
aúninistrado,
e üssenÍe nos grcndes honcos ptúblicos resultantes deftsões efechudas logoryós
osrucionalizações"
(Vieira, 1990,p.l5).
Ainda nesta decada, teve
inicio
a evolução tecnológica, queveio "revolucionsr
todos qs técnicasbancbias
aliviando
as
organizaçõesdo
enpapelamerúoe
ütorosidade que tradicionolnunte se revestiam" (Gomes, 1991, p.27).Nos finais
da
décadade
?0, a
redede
balcões tomou-semais
alargadaem
termosgeográficos
e
incnernentou-sea
desce,ntalizaçãodas
decisõesde
crédito
e
dos respectivos serviços prestados (Fernandes, 1994,p.l3),
2.1.4. Década de E0
"Passados os períodos
pós-revolucionhios, algo
confurbados,o
slstemaMonetfuio
-Ftnanceiro Português
foi
objecto deprofwtdos
alteraçõesestruttrqis,
tendoem vista
torruÍ-lo
mais eficienÍe
e
mais
competitivo,podenda
dizer-seque
este pracesso seiniciou,
em Ágostode
1983, comq abertwq
da
SistemoBancffio
à
iniciattvaprtvada
nacional eestrangeira"
(Calixúo, 1989, p.35).De acordo oom um estudo feito pelo autor PedÍo Baçâo, no período exrtre 1983
a
1989,entaram
no
sector
12
novos
bancos, quaseduplicando
o
número
de
instituições existentes em Pornryal (BaçÍlo, 1997,p.27).No
início
dadeada
de 90existim
oerca de 34 bancos a op€mrno
mercado oomo sepode
visualizarno
gráfico $ryuintc.tffi
Atendimento Bancário e Qualidade de Serviço
hado.
- Estudo de Caso: Clientes Cama Alta da Região de Évora dâ CGD-GráÍico
2.1-
Evolução do número de bancos em PortugalEvolução do número
de Bancosem Portugal
""s
s+
eú
.r&,."ó
e-+ n"e
p§
."+
"""
.r+
""+
sú
§r#
Anos
Fonte: Bação, 1997, p.27
Segundo
a
opinião
de
Artur
SantosSilva
"as
privatizaçõesfuncionmam
em
cheio porque houve grande inovação no comportamento dos novos bsncos, o que obrigou osvelhos a modernizqrem-se
"
(Silv4
2005, p.l9).
Tendo por base um estudo realizado pelo
Ministério
das Finanças "os bsncos decapital
público
mantiveram o controlo sobre a maiorparte
da actividade bancária atéfinal
da década de 80, o qualfoi facilitado
pela subsistência de limites à expansão douédito
decuda banco, restrições
à
abertura de
balcões eà
utilizaçdodas
lncas deiuro
como instrumento competitivo"(Ministério
das Finanças, 2002, p.169).Apesar
do
controlo exercido pelos bancos de capitalpúblico,
segundoMarilene
Leal"com
a
entrada dos
bancosprivados
na
actividade
bancária, surge uma
nova vitalidade no sector, desfrutando essesdeforte
vantagem - o desencanto dopúblico
(emgeral)
em relação à bancapírblica"
(l,eal,
1991,p.23).Durante esta década,
e com a
entradados novos
bancos,a
concorrência começo a intensificar-se, alguns serviços prestados aos clientes passarama
ser cobradose
asmargens dos bancos começaram a
diminúr
progressivamente.a o (, c o @
z
60 50 40 30 20 10 0At€ndimento Bmc&io e Qualidade de Servigo"resado.
- Es[rdo de Cmo: Cü€úos Gama Afta da Região de Evom da CGD
-2.15.
Década de 90Para
António
I-eite
'ho§
(mos noventao ritmo da
liberalização
acentuou-§e,cont a
etimturação dos rúltimas restrições afuninistrattvas
àfuação
de preços(tuas deiuro),
e etimiração dos restrições ao estsbelecimerúo de novos balcões(.)"
Q-eitE,2OO2,p.2).Drrante
esta década foram introduzidas importantes alterações naesfitÍura
do mercado bancário no sentido do aumsnto da concentação donegócio-De acordo oom um estudo
mtizado
peloMinistério
das Finanças,"a
quota demsrcafu
fus
cíncos maiores gruPos
boncbios
-
CGD,
BCP,
BES'Sqnlqnder
e
BPI
tps
mercdos
de
c,réditoe dc
depósítosera
de cercq
de
67%em
1992para
ambos os mercados, possondopara
79,896e
85%
re§pecttvamenteem
1997" (Ministério
dasFinanças, 2002,
p.l
69\.Esúa década
foi
caracterizadapela
internacionalizaçãoda
actividade bancáriae
pela intensifi cação da concorr€nciaSegundo
o
autor PedÍo Bação,um
dos facúores Qua maiscontribúu
para o aumento daconcorrêuciafoi
aintodução
dafigura
doBwo
Untversal@af§o,l99'i,,p.27).
Assim,as instituiçôes
de
crédito
tiveram
liberdadede se
especializaremem
determinados segmentosde
mercado, alargandoas
suasactiüdades
àsnovas
áreasde
actuação reforçando a concorrênciaNo
final
da década de 90 o segtor bancáÍio deparava-se com as seguintes situações:-Diminúção
das marge,ns devido à maior aproximação e,nte taxas activas e passivas"a
ruügem
de intermedioção re&tziu-se rubstmcialmente, de 4.6por
cenlo em 1991para
2
por
cento em 1997"(Ministério
das Finanças, 2002,p.170);-Maior
leque de produúose
serviços à disponibilidade dos clieirtes, nointrito
deir
ao enconúo das suas necessidades ee)rptativa§;
-Incrementação de uma politica de redução de custos 6s5 mais variados níveis;
tffi
urrir.**ia"a" de Évora
Atendimenlo Baac&io e Qualfulads de S€rviço
hdo.
- Esürdo de Caso: Cti@tÊs Gaoa Alta da Região d,e Évom dâ CGD
--Recurso
ao
outsoarcing
como
opçâode
contatação
de
entidades el<terna§para
aratiza*ao
de tarefas;-Surgime,uto de novas tecnologias de informa@o que
possibititram:
auüomatização dastarefas adminis@tivas, taúamento de grandes volumes de dados, obter
infomaçâo
mais detathada sobre a clientela,libertr
os rssunios humanos paÍaum
relacionamento mais directo com o client€ e existê,ncia de novos canais de dishibuição.A
paxtir daqui surgiuum
novo
padrão de clie,ntewactrrlzado por
senmais
seguro, mais exigente, mais informado e menosfiel
ao seu banco.22.
Tendências marcantes"Em
menosde
duos
décadasos
bancos portuguesestornsrqm-se
ineconfucíveis"
(Silvq
2005,p.l8).
O
ambiente pesado quecamstsizava
as agências deu lugar a lojas modemas, funcionais, acolhedoras e decoradas com coresüvas.
A
evolução tecnológicapermitiu
uma ofeúa mais diversificada
de pro&Íos,
maior rapidez na resposta ao clientc e reduçâo açentuada do número de cola,hradores.No
futuro,o
sector bancário será semdÍnida
maiscomptitivo,
ffimÃo
por tnna maior aproximação ao slie,nte na tentativa de oconquista
efidelizr.
Para Joaquim Goes, as principais tendências para o sector bancário
@em
ser divididase,m dois grandes grupos (Go€s, 20O5,p.2):
- Tendências do lado daProcura - Tendências do lado da Oferta
2.2.1. Tendências do lado da
Procura
2