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Quadro comparativo – Bíblia versus Maçonaria
iBíblia? Interpretação da Bíblia? Deus? Jesus Cristo? Salvação? Ética?
BÍBLIA Única no sentido de autoridade divina, inspiração e revelação da vontade de Deus para a humanidade (2Tm 3:15,16; Jo 17:17; Lc 24:27, 44).
Usa a si mesma para interpretar os próprios ensinos (Lc 24:27, 44). Exemplo: At 4:11 e 1Pe 2:4-8 afirmam que a “Pedra Angular” ou pedra principal do Cristianismo é Jesus Cristo, de modo que qualquer interpretação que vá além do que o próprio texto ensina, não é confiável e precisa ser rejeitada.
a) Um ser pessoal, separado da criação, zeloso e que não admite que Seu nome seja confundido com o de outra divindade (Gn 1:26, 27; Êx 20:4-6; Dt 6:4; Is 43:10, 11). b) Alguém que se relaciona com o ser humano desde o ventre materno, de quem não se pode esconder (Sl 139:7-10; 13, 14). É tão próximo das criaturas humanas (apesar de transcendente), que encarnou na Pessoa de Jesus Cristo (Jo 1:1-18). c) Não é simplesmente um a) Deus (encarnado) no mais pleno sentido da Palavra, e que difere do Pai apenas funcionalmente, jamais essencialmente (Is 9:6; Jo 1:1-5; Cl 2:9; Jo 14:28). b) Devemos orar em Seu nome por ser Jesus nosso mediador diante do Pai (Jo 14:13; 15:16; 1Tm 2:5).
a) Mesmo sendo o melhor da criação de Deus (Gn 1:26, 27), o ser humano se tornou o pior por causa do pecado, que corrompeu totalmente sua natureza (Rm 3; cf. Is 59:2). Por isso, necessita de Alguém Superior para ser salvo, sendo Jesus Cristo o único caminho para a salvação eterna (At 4:12; Jo 14:6). Essa salvação é um dom, e não pode ser conquistada pelas nossas obras (Ef 2:8,9), comparadas à “trapo da imundícia” (Is 64:6).
b) Além disso, a Bíblia ensina ser necessário, além da fé em Cristo (Jo 3:36), a confissão e o arrependimento dos pecados (Sl 32:5; At 2:37, 38).
a) Ética Social:
- Todos são iguais para Deus e não se deve supervalorizar os mais abastados em detrimento dos menos favorecidos (Tg 2:2-5).
b) Juramentos:
- Jesus não recomenda que juremos (Mt 5:34-37).
c) Trato para com os que buscam crescimento espiritual:
- Não existe qualquer ocultamento da parte de Deus daquilo que é importante para nossa salvação eterna. Ele faz tudo “às claras” (Am 3:7).
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“deus tribal”, dos hebreus, mas, o único e Absoluto Ser Divino (Is 43:10, 11; At 4:12; Is 45:12) a quem devemos verdadeira adoração (Ap 14:6, 7). MAÇONARIA Apenas um livro sagrado entre outros livros [exotéricos, Alcorão, Talmud, etc.], visto como “metáfora” da vontade divina (Nogueira Filho, Maçonaria, Religião e Simbolismo, p. 32, 33).
Quando a Bíblia é utilizada nas cerimônias maçônicas, vários textos são totalmente tirados do contexto para significarem aquilo que os mestres maçons desejam. Exemplo: para a maçonaria, At 4:11 e 1Pe 2:4-8 ensinam não que Jesus é a Pedra “Angular” (da Igreja), mas sim o “verdadeiro maçom”. a) Conhecido como “Grande Arquiteto do Universo” (G.A.D.U), não é visto como um Ser pessoal e absoluto. Segundo Albert Pike (33º): “O Deus de noventa e cinco por cento do mundo cristão é apenas Baal, Moloque, Zeus – ou, na melhor das hipóteses, Osíris, Mithas ou Adonai, sob outro nome, adorado através das antigas cerimônias pagãs Possui pouca relevância na filosofia maçônica, ao ponto de ser considerado não mais que um mestre moral como Buda, Maomé, (etc). Para a maçonaria, Jesus não é Deus como o ensina a Bíblia e Ele mesmo a respeito de Si (Jo 10:30). Rizzardo Camino define Cristo do seguinte modo: “É a denominação de um ‘estado de alma’ que se encontra na parte espiritual do ser humano. Jesus atingiu esse ‘grau’ na cruz e por isso foi
a) Já para a maçonaria, o homem não é visto como um grande pecador necessitado da graça de Cristo, “mas apenas como imperfeito e não iluminado” (John Ankerberg e John Weldon, Christianity and the Secret Teachings of the Masonic Lodge: What Goes On Behind Closed Door [Chattanooga, TN: John Ankerbeg Evangelistic Association, 1989], p. 139-154).
b) Os conceitos “pecado” e “arrependimento” não fazem parte dos dicionários maçônicos. Além disso, é ensinado aos aprendizes que o homem pode por si mesmo desenvolver seu próprio conceito de Deus e, assim, alcançar a salvação, pelos seus esforços.
a) Ética Socialii:
- Selecionam homens bem-sucedidos da sociedade e não os menos abastados para fazerem parte da confraria.
b) Juramentos:
- Feitos pelos iniciados antes de eles terem qualquer ideia sobre os novos segredos que aprenderão, o que contraria o princípio divino de transparência, revelado em Amós 3:7.
- Além disso, tais juramentos são incisivos e contêm palavras que não devem fazer parte do palavreado cristão (cf. Cl 4:6). Veja:
“Eu [...] juro e prometo, de minha livre vontade, pela minha honra e pela minha fé, em presença do Supremo
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e fórmulas ritualistas” [Albert Pike, Morals and Dogma, p. 295, 296]. Para piorar, o candidato à elevação de graus na maçonaria, em certo momento de seu progresso filosófico, tem a revelação de que o nome de Deus que havia sido perdido é JABULON. O problema é que esse nome é uma mistura de divindades que o Deus zeloso bíblico (Êx 20:7) não admite: JAH, a primeira sílaba do nome, representa Javé, Deus de Abraão, Isaque e Jacó. denominado de Jesus o Cristo. É erro dizer-se ‘Jesus Cristo’ [...] Cada cristão pode ter em si o Cristo” (Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, p. 170. Ver “Cristo”).b) Não se deve orar em nome de Jesus dentro do templo maçônico (ver J. Scott Horrell, Maçonaria e Fé Cristã [São Paulo: Mundo Cristão, 1995], p. 83).
Arquiteto do Universo, que é Deus, e perante esta assembleia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados [...] Se violar este juramento seja-me arrancada a língua [...]” (Ritual e Instruções do Aprendiz-Maçom do Rito Escocês Antigo e Aceito [São Paulo: Grande Oriente de São Paulo, 1984]. Cf. Aslan, Ritual do Aprendiz Maçom, p. 94-98.
c) Trato para com os que buscam crescimento espiritual:
- Segundo próprios autores maçons, os membros da maçonaria são iludidos muitas vezes:
“[...] O iniciado é deliberadamente enganado por interpretações falsas. A intenção não é que ele as entenda, mas, sim, que pense que as compreende” (Albert Pike, Morals and Dogma, p. 819).
Compare isso com Amós 3:7, texto que repetidamente tem sido citado nesse quadro comparativo:
“Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro
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BUL, a segunda sílaba, representa o nome Baal ou Bel, deus pagão adorado pelo ímpio casal Jezabel e Acabe (1Rs 16:29-33). ON, a terceira sílaba do nome JABULON, representa o nome do deus-sol Egípcio (de Faraó), não do Deus dos Israelitas. - Outro nome de Deus “revelado” aos maçons é ABADOM. Porém, quando lemos Apocalipse 9:11, percebemos que este nome se refere ao “anjo destruidor” (o termo grego abadom significa “destruição”), ou seja, ao Diabo.
revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas”.
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Por mais sinceros que os queridos maçons sejam em adorar a G.A.DU (Grande Arquiteto do Universo), é evidente que tais nomes atribuídos a Deus se constituem em blasfêmia. Afinal, o nome de Javé é colocado num “liquidificador espiritual” e é “batido” e misturado com nomes de divindades pagãs repugnantes para Ele. Leia Êxodo 20:7 e veja o quando o Criador é zeloso por Seu Santo nome. b) Para Henry W. Coil, erudito maçônico, é possível se esconder do Deus Javé dos hebreus.
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Além disso, Deus é um “espírito divino ilimitado [...] tão vastamente distante do pontinho chamado homem que não pode ser conhecido” (Henry Wilson Coil, Masonic Encyclopedia [Macoy Publishing: Richmond, VA: 1976], p. 65). c) É simplesmente um “deus partidário, tribal” (Ibidem). d) Gervásio de Figueiredo (33º) inclusive pressupõe a divindade inata do ser humano, apresentado assim uma visão panteísta do universo (Ver
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A metodologia adotada neste quadro comparativo é sugerida por J. Scott Horrell em seu livro Maçonaria e Fé Cristã: Fraternidade beneficente ou religião
pagã? Uma análise a partir do contexto brasileiro, publicado pela editora Mundo Cristão em 1995. Outras bibliografias consultadas (além das mencionadas no
Quadro Comparativo) que você poderá consultar se desejar são as seguintes: Desmistificando a Maçonaria, de Kennyo Ismail (São Paulo: Universo dos Livros,
2012); Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo, de George A. Mather e Larry A. Nichols (São Paulo: Vida, 2007). Ver “Maçonaria”; Maçonaria por trás da
fachada de luz, de William Schnoebelen (Brasília: Propósito Eterno, 2006); Arquivos Secretos do Vaticano e a Franco-Maçonaria: História de uma Condenação
Pontifícia, escrito por José Antônio Ferrer Benimeli (São Paulo: Madras, 2007); The Illuminati 666, de William Josiah Sutton, compilador. (Brushton, New York:
TEACH Services, Inc., 1995). Durante o programa sobre a Maçonaria veiculado em 9/4/2014, foi informado que o telespectador e ouvinte que desejasse
maiores informações sobre os rituais maçônicos, poderia encontrar diversos livros a respeito na editora Pensamento. Se quiser aprender sobre a Nova Ordem
Mundial de um ponto de vista bíblico e profético (sem a influência dos “teóricos da conspiração”), veja Rodrigo P. Silva em “A Nova Ordem Mundial”
(Programa
“Evidências”,
veiculado
na
TV
Novo
Tempo
e
disponibilizado
em
DVD).
Para
maiores
informações,
acesse
http://novotempo.com/evidencias/produtos/
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Que os maçons ajudam a milhares de pessoas, isso é inegável e digno de imitação e respeito. Porém, precisamos avaliar se, em todo seu procedimento ético,
eles adotam a mesma ética da Bíblia, que é a regra de fé e prática adotada pelo cristianismo. Isso nos ajudará a irmos mais a fundo em nossa questão essencial
abordada no programa “Na Mira da Verdade”: é possível harmonizar a Bíblia, o Cristianismo e a Maçonaria?
Joaquim Gervásio de Figueiredo, Dicionário de Maçonaria. Seus Mistérios, Ritos, Filosofia, História. [São Paulo: Pensamento, 1989], p. 124. Ver “Deus”.