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A acreditação no evento EnANPAD 2008
Marcelo Soares de Oliveira (FNH) [email protected] Cristiana Fernandes De Muÿlder (FNH) [email protected]
Resumo: A ferramenta Acreditação vem sendo desenvolvida nas organizações de saúde,
como uma inovação na área de gestão, padronizando procedimentos e levando as empresas a excelência. Mas como este tema é tratado pelo meio acadêmico? Qual a sua relevância nos trabalhos de pesquisa científica? Sendo ela uma ferramenta gestão inovadora, como se relaciona com o tema inovação? Pela sua relevância, o tema foi eleito como objeto de estudo do presente artigo, que por meio de uma pesquisa bibliométrica exploratória, buscou apontar a incidência do termo acreditação e do termo Inovação nos artigos publicados pelo evento EnANPAD 2008, verificando o número de ocorrências e as áreas de coincidência aos temas. Assim, partindo de um referencial teórico baseado nos conceitos de acreditação e inovação, passou-se ao levantamento dos dados a partir de todos os artigos publicados pelo evento EnANPAD 2008; para ao final, concluir que conforme o resultado obtido no estudo, os artigos publicados no EnANPAD 2008 não tratam de forma unânime, intensiva ou aprofundada, os temas acreditação e inovação.
Palavras-chave: Acreditação; Inovação; EnANPAD; Bibliometria. 1. Introdução
1.1 Contextualização
Os novos padrões de competitividade estão exigindo das empresas adequação de seus objetivos e posicionamento estratégico. As crescentes transformações configuram um novo cenário empresarial, onde a competitividade se torna cada vez mais acirrada e as empresas precisam de um diferencial onde o desenvolvimento da inovação está entre as principais fontes que sustentam a posição destas empresas no mercado.
Nas organizações, a inovação pode ser uma nova criação, um novo processo organizacional para resolução dos problemas da empresa. Entre as várias formas de caracterização e desenvolvimento, a inovação pode estar presente nos serviços prestados pela empresa, seja no tratamento com o cliente, no pós-venda ou em novos processos gerenciais.
O sistema de acreditação hospitalar é um programa de gestão que avalia e certifica os hospitais em critérios, separados por níveis “temáticos” levando os hospitais à excelência.
A acreditação hospitalar é uma certificação semelhante ao ISO, mas exclusiva para instituições de Saúde. Trata-se de um método de avaliação voluntário, periódico e reservado dos recursos institucionais de cada hospital para garantir a qualidade da assistência por meio de padrões previamente definidos. Não é uma forma de fiscalização, mas um programa de educação continuada.
A acreditação acrescenta ainda uma avaliação global dos recursos institucionais. É um processo que tende a garantir a qualidade da assistência através de padrões previamente aceitos, conforme a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), além da legislação vigente no país.
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Os termos capacitação, inovação e competitividade se tornaram cada vez mais freqüentes no ambiente acadêmico.
Entende-se também a inovação como uma atividade criativa onde estão relacionados a busca, a descoberta, a experimentação, o desenvolvimento, a imitação e adoção de novos processos e arranjos organizacionais (CAVALCANTI, 1988).
Por isto, o presente artigo tem o intuito de avançar na análise do termo inovação frente especificamente à produção do conhecimento científico/acadêmico e a sua relação com o termo acreditação (hospitalar) usando como âmbito de análise o Encontro Nacional da Associação de Programas de Pós Graduação em Administração.
1.1.1 Objetivo Geral
Este artigo visa relacionar os termos inovação e acreditação, identificando qual a aplicação do termo acreditação no ambiente acadêmico, especificamente no que tange aos artigos publicados no EnANPAD 2008.
1.1.2 Objetivos Específicos
Especificamente este artigo visa descobrir e estratificar o uso da palavra acreditação nos artigos científicos do EnANPAD 2008. O objetivo é constatar por área temática a freqüência de uso da palavra procurando identificar e quantificar áreas, além da área temática “Gestão de ciência, Tecnologia e Inovação”, que possam demonstrar tendências do uso do termo acreditação.
2. Metodologia
Segundo Andrade (2006, p.167), o trabalho científico, “precisa, acima de tudo de qualidade e exatidão” assim a “estatística é um dos principais instrumentos de pesquisa, não só como forma de apresentação dos resultados, mas principalmente para a coleta e processamento dos mesmos”.
Assim, buscou-se, após uma revisitação à bibliografia específica, identificar como o tema Inovação se relaciona com o tema acreditação e quais as áreas que contemplaram os temas.
Para a elaboração e execução da pesquisa o método escolhido foi o método denominado bibliometria. A bibliometria é uma importante “ferramenta estatística básica, utilizada na gestão da informação e do conhecimento científico e tecnológico” (GUEDES; BORSCHIVER, 2005, p.1).
As principais leis que regem a bibliometria são:
a) Lei de Bradford: ligada à dispersão da literatura periódica científica, “permite estimar o grau de relevância de periódicos em dada área do conhecimento, que os periódicos que produzem o maior número de artigos sobre dado assunto formam um núcleo de periódicos, supostamente de maior qualidade ou relevância para aquela área” (GUEDES; BORSCHIVER, 2005, p.3);
b) Lei de Lotka: ligada à produtividade científica de autores, considera que “alguns pesquisadores, supostamente de maior prestígio em uma determinada área do conhecimento, produzem muito e muitos pesquisadores, supostamente de menor prestígio, produzem pouco” (GUEDES; BORSCHIVER, 2005, p.3);
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c) Leis de Zipf: “permitem estimar as freqüências de ocorrência das palavras de um determinado texto científico e tecnológico e a região de concentração de termos de indexação ou palavras-chave” (GUEDES; BORSCHIVER, 2005, p.3).
De posse de todos os artigos publicados no EnANPAD 2008, identificaram-se quais artigos continham a palavra inovação, em seguida, quais artigos apresentaram a palavra acreditação; feita essa triagem inicial cruzou-se as informações observando a relação entre os temas e por fim classificou-se cada artigo, por área de conhecimento.
Finalizando, o trabalho de pesquisa conclui que os artigos publicados no EnANPAD 2008 não apresentam um tratamento uniforme, intensivo ou aprofundado sobre os temas, e não aponta justificativas para a sua utilização, nem mesmo indica sua relevância em determinadas áreas. Para Campos (2004) os indicadores bibliométricos tem por objetivo apenas ajuizar os ímpetos científicos, sem avaliar qualidade, mas, são úteis como ferramenta para definir rumos de uma pesquisa.
3. ANPAD
A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (ANPAD) foi criada em 1976, com o objetivo de avalizar os cursos que atendem padrões de qualidade estabelecidos e a produção de conhecimento nas áreas das ciências administrativas e afins (ANPAD, 2008).
A ANPAD configura importante espaço de debates acadêmicos dando destaque à produção científica divida em subáreas das ciências da administração, sendo elas:
a) Administração da Informação;
b) Administração Pública e Gestão Social; c) Estratégia em Organizações;
d) Estudos Organizacionais; e) Finanças e Contabilidade;
f) Gestão da Ciência, Tecnologia e Inovação; g) Gestão de Pessoas e Relação de Trabalho; h) Gestão de Operações e Logística;
i) Marketing; ensino e Pesquisa em Administração e Contabilidade; j) Contabilidade.
4. Inovação
As constantes necessidades de reinvenção das organizações qualificam as novas formas de organizações, que através da flexibilização da produção e/ ou da flexibilização da estrutura, direciona um novo modelo organizacional: o da empresa flexível, da agilidade, e de poucos níveis hierárquicos (CLEGG; HARDY, 1998). Essas empresas atuam na busca de eficácia frente a um mercado globalizado, e com isso os modelos inovadores de gestão “sucedem-se num ritmo frenético” de acordo com Chanlat (1999, p. 33), e são oferecidos ao mercado como novas tecnologias de gerenciamento e muitas vezes como oportunidades revolucionárias, determinantes do sucesso das empresas e do resultado organizacional.
O processo de inovação organizacional é um termo complexo a ser definido. Para uma conceituação mais precisa do termo, Andreassi (2007) delimita os tipos de inovações
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existentes: produto, processos, gestão e modelo de negócios. O Quadro 1 apresenta os tipos de inovações e uma resumida apresentação destes modelos.
Inovação de produto Ocorre quando a empresa introduz um novo produto ou serviço em sua linha de atuação ou através de uma melhoria substancial em um produto ou serviço já existente.
Inovação de processo Diz respeito à introdução de novos processos produtivos ou alterações em processos.
Inovação de gestão Relaciona-se à introdução de novidades que modificam os processos administrativos, ligados à gestão da organização. Inovação no modelo de
negócios Permite a empresa modificar o seu “core business”, a essência de seu negócio. QUADRO 1 – Os tipos de inovação. Fonte: Adaptado de Andreassi (2007).
Os diversos enfoques teóricos relativos à inovação conferem à palavra diferentes significados, de acordo com o contexto organizacional, onde uma inovação leva à outra, proporcionando aperfeiçoamento e melhoria contínuas (ANDREASSI, 2007).
5. Acreditação
A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é responsável pelo processo de certificação. Seu objetivo geral é promover a implantação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção de forma a garantir a qualidade na assistência aos cidadãos brasileiros, em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde do País.
A acreditação hospitalar promove a educação para a qualidade, que incorpora conceitos e técnicas para a prática do trabalho em equipe, promovendo a cooperação, as comunicações, priorizando o gerenciamento de risco e da rotina, os indicadores de qualidade e de desempenho. O processo para a melhoria da qualidade leva a educação necessária a todos os colaboradores e os compromete na melhoria contínua dos processos de trabalho, o que permite que cada colaborador examine situações de seu trabalho que afetam as relações internas e os clientes.
Na acreditação, a comissão avaliadora é composta por médicos, enfermeiros e administradores hospitalares, entre outros, numa equipe multidisciplinar que permite a avaliação global. Tudo isso resulta numa busca da satisfação no trabalho, em um menor nível de confusões, de risco ao paciente e a própria instituição, e no desenvolvimento das habilidades pessoais dos colaboradores, tornando-os mais úteis para a organização.
O Quadro 2 apresenta os níveis de certificação da acreditação, cada padrão deve ser plenamente atendido, sempre através de evidências objetivas, para ser considerado como satisfatório em cada serviço ou seção avaliada.
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Nível I Acreditação As exigências do padrão têm o foco exclusivo na segurança, gerenciamento do risco da prestação de serviços e desempenho dos recursos humanos
Nível II Acreditação Plena O foco é na organização do trabalho, suas normas, rotinas e protocolos atualizados e aplicados.
Nível III Acreditação em Nível de Excelência As exigências possuem foco na gestão da qualidade e de seus resultados. QUADRO 2 – Os níveis da Acreditação. Fonte: Adaptado ONA.
A lógica do Sistema Brasileiro de Acreditação não permite que se avalie um setor ou departamento isoladamente, entende-se que um hospital só pode ser acreditado se todos os seus serviços atingirem os níveis de qualidade desejados.
6. Pesquisa 6.1 Elaboração
Foram realizadas pesquisa em 1.001 artigos publicados no EnANPAD 2008. Estes artigos foram divididos em 11 áreas. Os artigos foram agrupados por suas respectivas áreas temáticas e a partir do programa Adobe Acrobat Reader foram identificados os que possuíam as palavras “inovação” e a palavra “acreditação” (não foram consideradas as variações da palavra). Através deste programa foram identificadas as ocorrências das palavras e a frequência de sua aparição. A Tabela 1 mostra o número de artigos que possuem citações das palavras e o percentual em relação ao total de sua área.
TABELA 1 – Número de citações por área
Área Número total de artigos por área Número de Artigos com Citações de Inovação Número de Artigos com Citações de Acreditação % Artigos com citações Inovação % Artigos com citações Acreditação Estratégia em Organizações 111 88 0 79,28% 0,00% Gestão de ciência, Tecnologia e Inovação 68 60 1 88,24% 1,47% Adm. Pública e Gestão Social 159 57 1 35,85% 0,63% Estudos Organizacionais 116 47 0 40,52% 0,00% Ensino e Pesquisa em Administração e
Contabilidade 100 37 2 37,00% 2,00% Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho 87 33 1 37,93% 1,15% Administração da Informação 62 31 1 50,00% 1,61% Gestão de Operações e Logística 50 29 1 58,00% 2,00%
Marketing 118 27 0 22,88% 0,00%
Contabilidade 70 16 0 22,86% 0,00%
Finanças 60 11 0 18,33% 0,00%
Total 1001 436 7 43,56% 0,70%
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Analisando o número de ocorrências das citações por artigo, na Tabela 2, encontramos nas citações do tema inovação em somente 04 (36%) das 11 áreas mantiveram as mesmas posições das da Tabela 1, enquanto que os artigos de acreditação mantiveram as posições.
Conforme apresentado pela “lei de Bradford” as áreas da Tabela 1 poderiam ser tidas como as que mais tratam de inovação ou de acreditação, mas analisando o resultado da Tabela 2 sob a ótica das “leis de Zipf” vê-se que a quantidade de aparições da palavra “inovação” é mais determinante que o número de artigos da Tabela 1. Isso seria esperado pelo fato da área “Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação” possuir o maior número de citações e artigos como o próprio nome da área sugere. O fator surpreendente é que o maior número de citações sobre acreditação está em outra área, a de Ensino e Pesquisa em administração e contabilidade.
TABELA 2 – Média de citações por áreas
Área Número de Artigos com Citações Número de Citações Média de citações por artigo Número de Artigos com Citações Número de Citações Média de Citações por artigo Estratégia em Organizações 88 601 6,83 0 0 0 Gestão de ciência, Tecnologia e Inovação 60 2248 37,47 1 1 1 Adm. Pública e Gestão
Social 57 351 6,16 1 1 1 Estudos Organizacionais 47 433 9,21 0 0 0 Ensino e Pesquisa em Administração e Contabilidade 37 132 3,57 2 5 2,5 Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho 33 166 5,03 1 1 1 Administração da Informação 31 149 4,81 1 1 1 Gestão de Operações e Logística 29 185 6,38 1 3 3 Marketing 27 187 6,93 0 0 0 Contabilidade 16 44 2,75 0 0 0 Finanças 11 16 1,45 0 0 0 Total 436 4512 10,35 7 12 1,71
Fonte: Dados da pesquisa
Quando buscamos a aproximação da teoria à própria inovação, conforme Tabela 3, percebemos a pouca atenção dada à acreditação no meio acadêmico, mais ainda, sendo a área “Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação” a que obviamente deveria possuir maior número de ocorrências, a falta de posicionamento enquanto inovação fica clara. Mesmo não sedo uma relação direta, como argumentaram Kranzberg e Purcell (1984).
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TABELA 3 – Número de artigos que se relacionam por área
Área Área Temática Artigos Nº. de Nº. Citações “inovação” “Acreditação” Nº. Citações
Adm. Pública e Gestão Social Gestão Social e Ambiental 1 57 1 Ensino e Pesquisa em Administração e
Contabilidade Ensino e Pesquisa em Administração 2 37 5 Gestão de ciência, Tecnologia e Inovação Agregação de Valor e Agronegócios 1 60 1 Fonte: Dados da pesquisa
7. Considerações Finais
O objetivo desse estudo foi identificar a aplicação dos termos acreditação, inovação e a relação entre os temas dento do ambiente acadêmico, especificamente no que tange aos artigos publicados no EnANPAD 2008.
Analisando as informações coletadas nos 1001 artigos publicados e suportado pelos critérios das “leis de Zipf” conclui-se que os artigos publicados no EnANPAD 2008 não tratam de forma intensiva o tema inovação, muito menos os termo acreditação que se mostra de forma quase insignificante.
A divergência da concentração dos temas indica o pouco interesse dado ao tema acreditação ou mesmo a não percepção do tema como um modelo inovado de gestão.
Aponta-se como limitações do estudo a unidade de análise adotada, pois o EnANPAD, evento eleito para a pesquisa, é o maior e mais conceituado da área, contudo ainda se trata de um evento específico, num período determinado, não sendo capaz de traduzir como o tema inovação é aplicado no ambiente acadêmico.
Como sugestão para novos estudos indica-se a ampliação dos estudos sobre o tema acreditação e a sua posição inovadora para a gestão das organizações de saúde, verificando a eficácia do trabalho gerencial pela adoção da ferramenta.
Referências
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006. ANDREASSI, T. Gestão da inovação tecnológica. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
ANPAD, site. Disponível em: www.anpad.org.br. Acesso em: 15 dez. 2008.
CAMPOS, M. Conceitos atuais em bibliometria. Disponível em: <http://www.abonet.com.br/abo/666s/edit07.pdf.> Acesso em: 12 dez. 2007.
CAVALCANTE, L. R. M. T. Maturidade tecnológica e intensidade em Pesquisa e Desenvolvimento: o caso da
indústria petroquímica no Brasil. Salvador: FIEB/IEL, 1998.
CHANLAT, J. F. Ciências sociais e management. São Paulo: Atlas, 1999.
CLEGG, S. R.; HARDY, C. Organização e estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 1998.
GUEDES, V.L.S.; BORSCHIVER, S. Bibliometria: uma ferramenta estatística para a gestão da informação e
do conhecimento, em sistemas de informação, de comunicação e de avaliação científica e tecnológica. 2005. Disponível em: http://dici.ibict.br/archive/00000508/. Acesso em: 15 nov. 2007.
ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO – ONA, site. Disponível em: <http://www.ona.org.br/site/index_institucional.jsp>. Acesso em: 15 nov. 2008.
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KRANZBERG, M.; PURCELL, C. W. Jr. La importancia de la tecnologia en las cuestiones humanas. In:
História de la Tecnología. La técnica en Occidente de la Prehistória a 1900. Trad. Esteve Riambani Lampí. Barcelenona, Editorial Gustavo Gili S.A., 1981. 1 v