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Conheça boas práticas de profissionais da educação como você e se inspire em quem já está transformando a educação em sua realidade!

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Academic year: 2021

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Conheça boas práticas de

profissionais da educação como

você e se inspire em quem já está

transformando a educação em

sua realidade!

(3)

Realização Conectando Saberes Fundação Lemann Projeto gráfico e diagramação Noctua Art Revisão Fundação Lemann

(4)

Sumário

Introdução

ao Conectando

Boas Práticas

1

Práticas de gestão escolar

4

Práticas de

sala de aula

2

Quem apoia o

Conectando Boas Práticas

5

Práticas de

formação continuada e

coordenação pedagógica

(5)

Introdução

A realização do Conectando Boas Práticas evidenciou algo que já era visto dentro da rede Conectando Saberes: a quantidade de professores, coordenadores pedagógicos e diretores escolares dispostos a impactar positivamente a aprendizagem de seus alunos onde quer que estejam. Foram mais de 6 mil projetos inscritos de todas as Unidades Federativas do país, mostrando que em cada canto do Brasil existem profissionais engajados com uma educação de qualidade.

Neste livro eletrônico, reunimos as melhores práticas do Rio Grande do Sul selecionadas pelos núcleos da Conectando Saberes para reconhecer o trabalho de cada educador e educadora que aplica uma boa prática em sua escola. Ao fazer isso, queremos evidenciar esses profissionais que transformam a educação diariamente, porque valorizar a educação é, antes de tudo, valorizar o trabalho de quem está no chão da escola.

Aos autores e autoras dos projetos selecionados, o nosso mais sincero agradecimento pela colaboração com o Conectando Boas Práticas. Podem ter certeza que o trabalho que realiza no Rio Grande do Sul reverbera na educação de todo o Brasil. Ao leitor ou leitora, esperamos que as práticas sirvam de inspiração para seu trabalho, afinal somos todos peças fundamentais para promover uma educação justa e de qualidade.

(6)

Práticas de sala de aula

Esta categoria reúne boas práticas realizadas

na Educação Básica por professores e

professoras em sala de aula.

(7)

Meu cabelo e eu

De uma brincadeira nascem e surgem questionamentos,

dúvidas e certezas movidos pela curiosidade de cada um e de

todos. O projeto sobre Identidade permeou todos os projetos

coletivos da escola, enquanto aprendemos sobre nós,

nossas famílias e nossos amigos através de uma brincadeira

sobre cabelos. Também aprendemos sobre as carecas: as

que nunca mais serão cabeludas, as que nasceram peladas

e com o tempo vão ganhando pelos e sobre as carecas

temporárias, aquelas que surgem depois de alguma doença.

Falamos e observamos cabelos: curtos, longos, crespos, lisos,

encaracolados e de todas as cores.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Jaqueline Correa Lemos

Informações

Disciplina Educação Infantil Etapa educacional Creche Competências gerais da BNCC trabalhadas: Comunicação, Autoconhecimento/Autocuidado

Descrição do projeto

Objetivo

Despertar o “Eu criança” através de experiências lúdicas e do imaginário infantil, colaborando desta forma para construção da identidade das crianças, como parte do mundo, da família. Auxiliá-los na construção

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de hábitos de higiene, no respeito à diversidade, garantindo seus direitos de aprendizagens e desenvolvimento através de proposição de experiências nas quais elas se comuniquem, expressem desejos, desagrados, necessidades preferências e vontades. Promover a interação e a integração entre elas, com os adultos e o mundo em que vivem.

Metodologia

Durante este trabalho aplicamos metodologias que respeitassem as características, os níveis de desenvolvimento, as capacidades e competências a serem desenvolvidas de cada criança e do grupo, mediando o processo para que cada um realizasse de forma autônoma aprendizagens verdadeiramente significativas. Acreditamos que estratégia e metodologias diferenciadas acabem por motivar o despertar, o interesse e a curiosidade dos pequenos tendo como base destas aprendizagens o brincar, a interação e a relações afetivas. Rodas de conversa, contação de histórias e outras ações foram parte deste projeto.

Recursos utilizados

Os recursos utilizados neste projeto foram: Pessoal, os espaços da escola, TV, aparelho de multimídia, músicas, filmes e clips, jogos, brinquedos. Materiais como: tintas, tecidos, lápis de cor, giz de cera, papéis diversos, cola, elementos da natureza, objetos diversos, etc. Instrumentos como: tesoura, pincéis, etc.

Avaliação

Durante todo o planejamento buscou-se trazer para as crianças experiências que lhes fossem significativas; que construíssem novos saberes a partir do brincar, das histórias, das artes, dos jogos e das vivências. Acredita-se que a movimentação das crianças sugere o quanto lhes foram significativas tais propostas, certificando que o que aprenderam vai acompanhá-los por um longo tempo. E como aprenderam? Brincando! Aprenderam de uma forma lúdica, manipularam

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Impacto

Tínhamos o propósito, de através deste projeto, trabalhar não só a identidade como possibilitar experiências, onde o cabelo fosse o fio condutor da construção de aprendizagens que envolvessem os cuidados com a higiene, a saúde e o respeito pelas diferenças. Os registros apontam que as experiências realizadas em sala transpassaram os muros da escola, principalmente no que tange às questões de cuidados e higiene. O retorno das famílias nos dá conta do quanto as experiências propostas sedimentaram conhecimentos e saberes despertados pela curiosidade e a busca por respostas.

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Cogumelos: todos são

venenosos?!

A pesquisa sobre cogumelos foi escolhida pelas crianças, por

ter ocorrido uma situação inusitada: o encontro de muitos

cogumelos no pátio da escola enquanto brincávamos, este

tema despertou a curiosidade do grupo por completo. E,

depois de analisar aquela espécie usando lupas, muitas

inquietações surgiram, pois as crianças não sabiam se aquilo

era uma planta ou animal. Dessa forma, todo o projeto de

pesquisa teve sua organização e elaboração voltada para o

interesse das crianças, ou seja, os pequenos cientistas foram

ouvidos e tiveram seu protagonismo evidenciado.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Andressa Fassbinder Dos Santos

Informações

Disciplina Educação Infantil Etapa educacional Pré-escola Competências gerais da BNCC trabalhadas: Conhecimento, Pensamento científico

Descrição do projeto

Objetivo

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comestíveis por meio de vivências lúdicas e experiências variadas sobre os diferentes tipos de cogumelos existentes no reino dos fungos.

Metodologia

O projeto surgiu da curiosidade e do interesse da turma em descobrir mais sobre os cogumelos encontrados no pátio da escola. Partimos das dúvidas e inquietações dos pequenos cientistas sobre esta espécie de fungo. Para que a pesquisa tivesse significado e as crianças compreendessem de fato o que são cogumelos, como acontece seu nascimento e como diferenciar as espécies venenosas das comestíveis, trouxemos profissionais da área das Ciências para contribuir com seu conhecimento. Além disso, construímos o caderno de campo “O livro dos Cogumelos” para registrar o dia a dia de nossa pesquisa.

Recursos utilizados

Lupas; Enciclopédias; Livros, revistas, jornais; Binóculos, lunetas; Vídeos, documentários; Laboratório de informática; Biblioteca; Plástico filme; Bandejas de isopor; Pinças; Material de desenho e pintura; Massa de modelar, argila; Galhos secos de árvores; Cogumelos secos, in natura; Sucata, Material não estruturado.

Avaliação

A avaliação é realizada de forma processual e contínua por meio do registro do professor e na observação de seus alunos de forma individual e coletiva também, sempre analisando se os direitos de aprendizagem estão sendo contemplados e, se a aprendizagem construída pelas crianças está sendo evidenciada em seu protagonismo.

Impacto

O projeto sobre cogumelos oportunizou que as crianças aprendessem a respeitar a natureza em todas as suas formas, afinal, fungos também são parte dela, tendo sua importância e funcionalidade. Além disso, as crianças construíram o conhecimento teórico e prático sobre os

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diferentes tipos de cogumelos, sendo capazes de diferenciar aqueles que são comestíveis dos demais. Tais exemplos, fortalecem o protagonismo das crianças na pesquisa, seguindo etapas científicas.

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Libras e o desenvolvimento

cognitivo na Educação Infantil

Semana passada uma aluna me disse o quanto ela quer

aprender tudo o que puder da Libras. Essa semana,

após eu ensinar sinais novos para eles, chegaram em

casa felizes contando aos pais o que tinham aprendido

na escola. No campo de componentes curriculares

eu coloquei os campos de experiências que eles

puderam exercitar na educação infantil. Coloquei

todos na verdade. O eu, o outro e o nós Corpo, gestos

e movimentos traços, sons, cores e formas Escuta,

fala, pensamento e imaginação Espaços, tempos,

quantidades, relações e transformações.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Thamires Pereira da Silva Caldas

Informações

Disciplina Educação Infantil Etapa educacional Pré-escola Competências gerais da BNCC trabalhadas: Comunicação, Responsabilidade/Cidadania

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Descrição do projeto

Objetivo

Estimular o cognitivo por meio do ensino de um segundo idioma. Estimular a coordenação fina. Estimular e promover a inteligência linguística. Promover a articulação da comunicação verbal, consequentemente estimulando a futura compreensão gramatical. Estimular a memória de longo prazo ligada ao hemisfério esquerdo do cérebro ligado à inteligência linguística. Estimular o lúdico. Estimular a interação social e a inclusão.

Metodologia

Ensinar no dia a dia, em Libras: Cores, boas maneiras, cumprimentos, animais, números, vogais, músicas em Libras. OBS: O ensino é alternado com lições de bate volta, alternando com lições lúdicas, como o uso de cartões com imagens e desenhos e por vezes músicas.

Recursos utilizados

Cartões com imagens, repetição de signos da Libras, uso no cotidiano dos sinais já aprendidos, estimulação cognitiva e lúdica por meio de músicas infantis traduzidas em Libras.

Avaliação

Minha avaliação do projeto foi além de minhas expectativas. O projeto está sendo feito uma vez por semana desde o ano passado com essa turma em questão. Eles começaram no Maternal II e agora estão no Pré. Eu sabia que o ensino da Libras seria bom para o desenvolvimento cognitivo de meus alunos, mas não imaginava o quanto isso influenciaria as ações deles.

Impacto

(15)

conteúdos em sala de aula. Muitos pais me contam que vêem os filhos treinarem os sinais de Libras sozinhos em casa, mesmo sem terem a estimulação deles para isso. Alguns professores me dizem o quanto as crianças gostam da aula.

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Construindo o Futuro,

o Planeta depende de nós

Esse projeto surgiu durante a hora da novidade na

Semana do Dia Mundial da Água. Essa atividade é

realizada semanalmente e consiste em uma conversa para

levantarmos os conhecimentos prévios sobre assuntos

pontuais, para construção de novos conceitos. Assim, os

alunos demonstraram um grande interesse e devido a atual

relevância do assunto, esta temática se transformou em um

projeto, que abrangeu o Meio Ambiente como um todo. O

projeto foi desenvolvido em uma turma de Educação Infantil,

Pré B, com 27 crianças, que através da multiplicação chegou

a mais de 500 pessoas de forma direta e indireta.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Aliane Avila Vaz Alves

Informações

Disciplina Educação Infantil Etapa educacional Pré-escola Competências gerais da BNCC trabalhadas: Pensamento Científico, Trabalho/Projeto de Vida

Descrição do projeto

Objetivo

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abusivo da água nos leva a crer que futuramente não a teremos. Desta forma, precisamos transformar o planeta onde vivemos, assim sendo, quanto mais informações tivermos mais precisas serão as nossas ações, assim surgiu nosso projeto que busca formar cidadãos críticos, reflexivos e atuantes, usando para isso uma literatura adequada que nos levem a uma reflexão, construção e reconstrução de preconceitos estabelecidos, tudo isso através da experimentação e oratória.

Metodologia

Hora da novidade: discussão sobre os principais conceitos referente ao tema. Hora do Conto: o professor como mediador de leitura, explorando os diversos tipos de linguagens e usando o tema dos livros como geradores de discussão. Roda de conversa: reconto das obras trabalhadas, depoimentos e vivências dos alunos acerca dos assuntos trabalhados, registro com desenhos e composições artísticas. Fazendo arte: confecção de maquetes e composições com materiais diversos. Composição do Livro “O que é Meio Ambiente”, este foi organizado ao longo do projeto com o auxílio dos alunos.

Recursos utilizados

Utilizamos o óleo de soja usado para fabricar sabão em pedra, sendo que primeiramente realizamos um estudo detalhado sobre as consequências de seu descarte incorreto. Usamos ainda, materiais recicláveis, para as nossas oficinas de reciclagem, nas quais criamos brinquedos com estes materiais, porém antes, aprendemos a separar através do Jogo da Reciclagem, que consiste no descarte correto de lixo, utilizando a lixeira de coleta seletiva. Os livros utilizados na hora do Conto foram: O mundinho azul, de Bellinghausen.Tchibum no Mundo, de Natura Naturé, entre outros.

Avaliação

As atividades auxiliaram na construção concreta de vários conceitos, o que levou os alunos a repensarem não apenas os seus atos, mas de todos aqueles com quem convivem transformando-se em multiplicadores de

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boas prática sociais e ambientais. Por onde passaram compartilham seus conhecimentos. Atuando de forma reflexiva e ativa nas diferentes esferas da sociedade. Tais atos comprovam que os objetivos propostos foram alcançados e que estamos formando cidadãos com consciência das necessidades do planeta. É interessante mencionar que durante a leitura, os alunos criavam verdadeiros debates.

Impacto

Diariamente os pais nos trazem o retorno do trabalho realizado, através de relatos, onde afirmam que seus filhos passaram a se preocupar com as ações praticadas, tentando aplicar concretamente os conhecimentos construídos. É possível verificar, o efeito transformador nos alunos, durante as nossas rodas de conversa, pois os alunos expõem seus conhecimentos, relatando suas experiências e atos praticados, justificando sempre de forma coerente com as temáticas trabalhadas em sala de aula. Convém mencionar que durante o projeto conseguimos retirar do meio ambiente cerca de 10 litros de óleo usado.

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Projeto Conhecendo Novas

Culturas

O projeto foi desenvolvido durante o ano de dois mil e

dezenove, na cidade de Pelotas, com uma turma de 1° ano

do ensino fundamental da Escola de Ensino Médio Érico

Veríssimo, de Pelotas-RS, profª Jaqueline Correa Soares e

uma turma de 1º ano do Colégio Diocesano do município de

Crato no Ceará, profª Maria Risélia. Foram meses de trocas de

cartas e desenhos, incluindo exemplares de jornais locais, tudo

que pudesse explicar um pouco de cada cidade participante.

Conhecemos lugares, culturas, pessoas e linguagens.

Aprendemos muito, envolvemos familiares e comunidade

escolar, que participaram ativamente do projeto.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria:

Jaqueline Correa Soares

Informações

Disciplina

Outras

Etapa educacional

1º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Repertório cultural, Comunicação

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Descrição do projeto

Objetivo

Ampliar, conhecer outra cultura, formar uma rede de comunicação, fazer amigos, explorar a leitura e a escrita - objetivo principal na alfabetização.

Metodologia

Pesquisa sobre o gênero textual cartas, pesquisa sobre as cidades participantes do projeto, produção de cartas, leitura das cartas dos novos amigos, sempre com discussões a partir das informações coletadas. Divulgação do projeto nas redes sociais.

Recursos utilizados

Cartas, recursos digitais, mapas, jornais, folders, guias explicativos e fotos.

Avaliação

A avaliação do projeto se deu através de uma videoconferência, onde os alunos irão se conhecer.

Impacto

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A arte de reciclar

O projeto surgiu pois os meus alunos do 2º ano do Ensino

Fundamental demonstravam uma curiosidade e potencial

criativo muito grandes, e pretendia criar um trabalho

colaborativo e interessante para toda a turma, abordando um

problema encontrado no início do ano letivo: o desperdício

ou mau uso do papel em sala de aula, a importância do

consumo consciente e da reciclagem do lixo. Era comum

que as crianças misturassem os dois tipos de lixo e não

percebessem a importância da separação adequada e a

relação com a coleta seletiva.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria: Alessandra Bremm

Informações

Disciplina Arte Etapa educacional

2º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Pensamento Científico, Responsabilidade/Cidadania

Descrição do projeto

Objetivo

Reconhecer na Arte uma forma de comunicar ideias e de chamar atenção para problemas enfrentados no dia-a-dia. Experimentar diversas linguagens da Arte (produção de vídeos, pintura, colagem, uso sustentável de materiais) ao longo do projeto.

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Metodologia

Levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos. Leitura e estudo de infográficos sobre produção de papel. Apresentação de parte da obra do artista Vik Muniz. Entrevista com recicladora de materiais. Elaboração de roteiro para vídeos. Criação de canal no YouTube. Reciclagem artesanal de papel em sala de aula. Criação de arte no papel reciclado com materiais alternativos. Distribuição da arte produzida no bairro da escola e na cidade.

Recursos utilizados

Criação de vídeos, apreciação de arte, reciclagem de papel, criação de arte com materiais alternativos, entrevistas e pesquisas.

Avaliação

Tudo começou com a constatação de que as crianças não estavam atentas quanto ao uso excessivo de papel em sala de aula: desperdiçavam folhas destinadas aos desenhos, rasgavam folhas dos cadernos. Também percebi que, mesmo a sala de aula dispondo de duas lixeiras, uma para o lixo orgânico e outra para o reciclável, os alunos sempre misturavam os materiais. Passei a questionar essas atitudes deles, e então perguntei se sabiam qual era a origem do papel. Obtive algumas respostas, como “das árvores, da madeira”. Mas como ele é feito? Pedi que as crianças desenhassem como imaginavam esse processo.

Impacto

Acredito que o trabalho realizado proporcionou diversas e importantes aprendizagens para a turma. Entre elas, destaco o contato com diversas formas de Arte, ou linguagens artísticas. Ou seja, saber que há pessoas que criam imagens incríveis utilizando fotografias, alimentos e materiais que iriam para o lixo, como o artista estudado, Vik Muniz, é uma grande descoberta para os alunos. Mais do que isso, que eles próprios eram capazes de produzir algo semelhante, e com o objetivo de colaborar para intervir na realidade da escola e da comunidade para melhorá-la.

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Projeto É tudo família!

Os alunos em processo de alfabetização precisam

ter experiências de leitura e escrita estimulantes, que

proporcionem o avanço no aprendizado. Tendo em vista

as diferentes configurações familiares da atualidade e

considerando que essa realidade é percebida na sala de aula,

constituindo também um conteúdo a ser trabalho durante o

2º ano, buscou-se realizar o projeto para promover o respeito

e a valorização das famílias, trazendo também o aspecto

histórico envolvido no tema.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria: Alessandra Bremm

Informações

Disciplina Linguagens Etapa educacional

2º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Conhecimento, Pensamento científico

Descrição do projeto

Objetivo

Estimular a leitura e a escrita dentro de um contexto lúdico e significativo. Conhecer e valorizar as diferentes configurações familiares atuais. Promover um debate a respeito das famílias tendo como instrumento a literatura infantil. Comparar as famílias do passado com as famílias atuais, conhecendo as diferenças e semelhanças e os motivos para que as modificações tenham ocorrido (fatores sociais, econômicos e culturais).

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Metodologia

Leitura de obras literárias sobre diferentes configurações familiares. Pesquisa, investigação histórica e comparação de famílias do passado com famílias atuais, através do estudo de fontes diversas (fotografias, entrevistas, relatos orais). Escrita de livro coletivo sobre histórias das famílias. Leitura lúdica, compartilhada, em sala de aula e em casa.

Recursos utilizados

Leitura de obras sobre o tema estudado. Pesquisa, entrevistas e depoimentos orais. Investigação de fontes (fotografias). Elaboração de livro coletivo, em forma de TV de leitura.

Avaliação

Tendo em vista as diferentes configurações familiares da atualidade e considerando que essa realidade é percebida na sala de aula, constituindo também um conteúdo a ser trabalho durante o 2º ano, buscou-se realizar o projeto para promover o respeito e a valorização das famílias, trazendo também o aspecto histórico envolvido no tema. A literatura teve um papel essencial no mesmo, proporcionou experiências de leitura e escrita estimulantes. Para responder à questão- Como eram as famílias no passado? - os alunos recorreram a diferentes fontes históricas (fotografias, relatos orais e entrevistas).

Impacto

Acredito que o interesse dos alunos pela leitura aumentou bastante durante e após a realização do projeto. Ao perceberem nos livros situações reais, parecidas com aquelas vivenciadas por elas, as crianças concebem o livro como algo que dialoga com o seu mundo. Talvez por isso o livro Super tenha sido o mais apreciado, pois discute os papéis sociais da mãe e do pai dentro da família, o que gerou debates interessantes em aula. Além disso, as crianças se viram capazes de também produzir a escrita e ao registrarem os relatos sobre a família.

(25)

Com-Vida em Ação

O projeto é no contra turno escolar, com alunos do 3º ao 5º

ano do Ensino Fundamental. Procura sensibilizar e mobilizar

todos os indivíduos da escola, para desenvolver ações de

conscientização e práticas, voltadas para a conservação do

meio. São elas: redução e reaproveitamento do papel branco

e embalagens plásticas provenientes da cozinha, economia

de água e combate ao desperdício, economia de energia,

separação correta dos resíduos, compostagem, palestras e

formações para alunos e professores, construção de espaços

verdes e horta escolar e economia solidária.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Denise de Santana Rodrigues

Informações

Disciplina

Ciências

Etapa educacional

4º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Pensamento científico, Responsabilidade/Cidadania

Descrição do projeto

Objetivo

Contribuir para que a escola se torne um espaço educador mais sustentável, democrático e saudável, que estimule a inovação e a aprendizagem. Proporcionar momentos de debate e formação. Valorizar o contato com a natureza, respeitando todos os seres vivos e recursos

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naturais. Conscientizar sobre a importância da separação de resíduos, destino correto e reaproveitamento. Incentivar a alimentação saudável. Revitalizar o pátio escolar. Repensar o consumo de água, energia e materiais. Incentivar a pesquisa, procurando respostas e soluções para os problemas da comunidade.

Metodologia

O trabalho realizado procura desenvolver, junto aos alunos, três capacidades principais: refletir, encontrar soluções e multiplicar. O processo ocorreu, através da metodologia ativa, no sentido de transformar as realidades observadas, a partir da compreensão, conhecimentos e compromissos assumido com a autonomia do aluno. A ação foi desenvolvida junto à COM-VIDA, um grupo formado pela professora, alunos e comunidade que se organizam para pensar, planejar e efetivar ações que qualifiquem o meio ambiente e promovam a qualidade de vida, a partir dos princípios da Carta da Terra (1992).

Recursos utilizados

Os recursos humanos provém de uma parceria entre a professora, corpo docente da escola, alunos, funcionários e comunidade. Os recursos materiais foram alcançados através do programa PDDE Sustentabilidade.

Avaliação

A avaliação parte de uma prática pedagógica reflexiva e transformadora, exigindo do professor um protagonismo para transformar os conhecimentos prévios e científicos em saberes escolares contextualizados, a fim de provocar mudanças de postura. É um processo que exige: observar (registrar), analisar e tomar decisões de forma a promover aprendizagens e deve ser construída com o olhar observador do professor sobre o desenvolvimento do aluno conforme suas habilidades e suas potencialidades.

(27)

Impacto

Este projeto defende uma prática de reflexão, debate, compreensão de causa e consequência, procurando uma mudança de postura, ressignificando as próprias ações do aluno, ao mesmo tempo que busca a construção de uma identidade coletiva. A reflexão complementada com atividades de campo podem levar o aluno a autoconfiança e ao protagonismo, consolidando atitudes que levem a uma busca constante da valorização do meio ambiente. Neste contexto, o aluno se torna o principal multiplicador de ideias. De acordo com este pensamento, o projeto de ação realizado na escola vem cumprindo seu objetivo.

(28)

Memórias, lendo histórias

e escrevendo nossa(s)

própria(s) história(s)

Será possível educar para o pensar através do brincar?

Reconhecendo o livro como brinquedo busquei na literatura

lobatiana ferramenta para responder a inquietação. A

partir da leitura autônoma/mediação de títulos do acervo

“Sítio do Picapau Amarelo”, especialmente “Memórias de

Emília”, permiti que as crianças identificassem, produzissem

hipóteses e dialogassem frente aos seguintes conceitos

filosóficos: Memórias, verdade/mentira, diálogo, nome e

apelido, valores humanos, paz, infância, sonho e diferenças.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Mislaine De Santi Ferrari

Informações

Disciplina

Filosofia

Etapa educacional

4º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Pensamento Científico, Repertório Cultural

Descrição do projeto

Objetivo

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cenários, personagens e respectivas características, perceber o enredo em seu contexto histórico e sua aproximação a fatos reais e/ou cotidianos; sensibilizar para a leitura destes e outros livros. Fortalecer o hábito de ouvir, questionar, pesquisar, argumentar e produzir conceitos a partir dos diferentes temas, estabelecendo pontes com suas próprias histórias de vida.

Metodologia

Segundo Lipman há algo em comum entre as crianças e os filósofos: a capacidade de se maravilhar com o mundo. Ainda “se a principal contribuição da criança ao processo educacional é seu caráter questionador, e se a filosofia é caracteristicamente uma disciplina que levanta questões, então a filosofia e a criança parecem ser aliadas naturais.” (Lipman, 1998, p.50). Partindo desta premissa, dividi as atividades em etapas: Primeiro a personagem que norteia projeto: A boneca Emília, depois Narizinho, Dom Quixote, Dona Benta, Pedrinho, Tia Nastácia de Monteiro Lobato.

Recursos utilizados

Além do livro, minha ferramenta principal, utilizei no desenvolvimento da proposta: rádio, cesta de costura, em menção àquela de Dona Benta, uma boneca de pano, a nossa mascote Emília, e um grande livro de tecido, que serviria como portfólio da turma. Aos alunos, um caderno pessoal de mesma intenção. Também fizemos uso de fantasias, tecidos, projetor e computador para digitação das memórias.

Avaliação

Os alunos puderam fruir, experimentar sensações: rir, espantar, divertir, admirar, ouvir, discordar, partilhar, e acima de tudo pensar; enfim sentir tudo aquilo que o livro brinquedo foi capaz de permitir. Se tive como meta principal este pensar traduzido em hipótese e diálogo, posso afirmar com clareza que isso se fez visível na escrita dos alunos. Pois só se escreve sobre aquilo que realmente se conhece, ou se investiga, e produzir a sua própria história a partir das lembranças de temas

(30)

filosóficos refletidos é um exemplo disso. LI, OUVI, FALEI, PENSEI, CRESCI e APRENDI com meus alunos.

Impacto

Desejar a leitura foi uma alta conquista, mas o que mais marcou foi a vontade de escrever. Esse escrever que quebra o paradigma da cópia e serve como instrumento de manifestação de sentimentos, de histórias, de um pensar refletido. Por isso, o lançamento “artesanal” das memórias foi tão significativo. Um dos temas impactantes foi sugerido através de Dona Benta: A paz. Ao serem questionados, “Nossa escola é um lugar de paz?” muitas foram as negativas, o que culminou numa pesquisa aprofundada, resgate de outras obras e o apontamento de possíveis soluções à inquietação.

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Libras: Nossa segunda língua

O projeto partiu de um problema real “a dificuldade de

comunicação entre a turma e a colega deficiente auditiva”.

Sendo assim, começamos o estudo da língua brasileira de

sinais e os problemas enfrentados pela aluna que não ouve

em um ambiente escolar ouvinte. O projeto veio a facilitar

essa interação entre todos e o acolhimento maior por parte

do grupo de alunos.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Aline de Oliveira Garcia

Informações

Disciplina

Linguagens

Etapa educacional

5º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Comunicação, Empatia/cooperação

Descrição do projeto

Objetivo

Reconhecer a Libras como segunda língua oficial do Brasil, adquirindo conhecimentos para facilitar a comunicação com a colega deficiente auditiva. Compreender a história da Libras no Brasil e seu principal papel na sociedade. Reconhecer os principais sinais da língua brasileira de sinais proporcionando a comunicação entre os colegas da turma. Identificar a diferença entre surdo e deficiente auditivo reconhecendo a importância da comunidade surda. Entender como funciona o implante

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coclear, usado pela colega e os motivos pelo qual ela não escuta mesmo com o uso do mesmo.

Metodologia

Através de vídeos, entrevistas com profissionais da área, como intérprete, visitas em locais relacionados à inclusão, filmes, pesquisas e leituras em diferentes instrumentos. Os alunos vão construindo seu conhecimento com a mediação da professora. Além de aulas adaptadas que favoreça a inclusão.

Recursos utilizados

Vídeos, aplicativo Hand Talk no celular, computadores, projetor, quadro, caneta, folhas informativas, livros, etc.

Avaliação

O projeto foi bem desenvolvido, os estudantes alcançaram os objetivos e facilitaram a sua comunicação com a colega que possui deficiência auditiva. Foi eficaz ao momento em que todos compreenderam a importância dessa comunicação e foram construindo seu conhecimento sobre os principais sinais da língua, inclusive a menina deficiente auditiva, que não possui fluência em Libras. Os alunos integraram a colega na turma em todos os momentos do desenvolvimento do trabalho e compreenderam a importância da inclusão escolar e favorecendo.

Impacto

Os estudantes da turma conseguiram ter empatia com a colega que não escuta, ao mesmo tempo compreenderam a importância de incluir a todos no ambiente escolar. O resultado superou as expectativas, pois conseguiram entrar em um universo ao qual eles não tinham acesso que é a comunidade surda.

(33)

Tutorial sobre maquiagem

natural: a outra face da

maquiagem

O PDG sobre tutorial de maquiagem natural: a outra face

da maquiagem surgiu a partir da curiosidade dos alunos

a respeito do caso de um colega de aula que teve uma

intoxicação química, devido ao uso de tintura de cabelo,

então os alunos se interessaram sobre o tema e fizeram

uma pesquisa para a Feira de Iniciação Científica. A partir

disso sentiram a necessidade de ampliarem a divulgação

do assunto, através de um tutorial de vídeo. O projeto foi

desenvolvido com a turma do 5ºA, num total de 25 alunos,

sendo 13 meninas e 12 meninos.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Iara Iochims da Rosa Fleck

Informações

Disciplina

Linguagens

Etapa educacional

5º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Conhecimento, Comunicação

Descrição do projeto

Objetivo

O Projeto Didático de Gênero desenvolvido foi sobre o gênero ”tutorial em vídeo” e tinha a intenção de demonstrar que era possível produzir

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maquiagens com ingredientes naturais, os quais não eram agressivos para saúde humana. Por meio dele pretendíamos instruir a comunidade escolar da Escola Adolfina (alunos, professores, funcionários e familiares) a respeito de como fazer alguns tipos de maquiagens, como batom, base, sombra e lápis de olhos.

Metodologia

Foi utilizada a metodologia ativa, na qual o aluno é protagonista do processo de aprendizagem. O Projeto Didático de Gênero foi desenvolvido através de oficinas, sendo abordando oralidade, leitura, escrita e análise linguística. Iniciei com uma produção inicial verificando, assim, o que era necessário para desenvolver no projeto. Foram realizadas oficinas trabalhando a diferença entre planejamento e roteiro, com exercícios de descrição, com dicas de filmagem, com jogo do improviso e encenação, conceitualização de tutorial, elaboração da grade de avaliação e filmagem.

Recursos utilizados

Os recursos utilizados para o desenvolvimento do Projeto Didático de Gênero foram os seguintes: Chromebook, aparelhos celulares, aplicativo para edição (Viva Vídeo). Jogo feito com material reciclado. Materiais para a confecção das maquiagens naturais, como: óleo de coco, carvão vegetal, açafrão, canela, araruta, etc. Utensílios para fazer as maquiagens e recipientes para acondicionar as maquiagens feitas. Os recursos foram utilizados no desenvolvimento das oficinas conforme o planejamento feito a partir da produção inicial.

Avaliação

O processo avaliativo foi contínuo e progressivo e para compor a avaliação. Para realizar esse estudo optei por investigar os conhecimentos prévios dos alunos e utilizá-los como ponto de partida para a construção de novos conhecimentos. A cada oficina os alunos eram incentivados a

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Impacto

O projeto gerou reflexões a respeito do uso das maquiagens convencionais e de que há alternativas que não prejudicam a saúde, pois os produtos utilizados para fazerem as maquiagens não continham produtos químicos. Os alunos perceberam-se capazes de produzirem produtos que influenciaram na vida deles, das famílias, dos colegas e da comunidade em geral, pois a maioria das pessoas não tinham conhecimento de que os produtos químicos das maquiagens podem causar prejuízos à saúde e tão pouco que existe alternativa para isso de baixo custo e fácil de fazer.

(36)

Estufas agrícolas para sala

de aula: recursos didáticos

lúdicos-experimentais numa

horta Socioambiental

O trabalho na horta é muito significativo para jovens alunos.

A horta escolar é um laboratório com múltiplas ferramentas

e inúmeras possibilidades, considerando ainda que os alunos

adoram atividades práticas e que apontam significados aos

conteúdos apresentados. Esse recurso pode ser de grande

valia ao processo ensino-aprendizagem. Os alunos não

tem horta em casa. Seu baixo poder aquisitivo não permite

que comprem mudas. Daí um dos grandes motivos para

criar estufas práticas e sustentáveis, pois se as sementes

germinam aceleradamente em sala de aula o resultado será

o mesmo em suas casas.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Débora Cristina schilling Machry

Informações

Disciplina

Ciências

Etapa educacional

6º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Conhecimento,

Pensamento científico, Trabalho/Projeto de vida,

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Descrição do projeto

Objetivo

Despertar o pensamento crítico no aluno para que ele se reconheça enquanto parte do meio ambiente, e também por isso, é necessário preservá-lo. Utilizar o espaço e os alimentos cultivados para ministrar aulas multidisciplinares a respeito de conteúdos de Ciências, Biologia, Geografia e outras matérias pertinentes. Estimular a adoção de bons hábitos alimentares. Produzir insumos que podem complementar a merenda escolar. Valorizar o trabalho em equipe. Conscientizar a respeito da importância dos alimentos.

Metodologia

Em horário de aula de Ciências, os alunos cultivam alimentos, fazem composteiras, acompanharam a pesquisa nos minhocários de garrafa pet, acompanham a pesquisa sobre a germinação e crescimento de sementes, mantém os canteiros, elaboraram a espiral de chás e limpam o pátio (juntam folhas para fazerem a compostagem). Buracos são abertos para as composteiras. Os alunos recolhem os resíduos sólidos orgânicos da cozinha e colocam terra por cima, a fim de que o adubo seja produzido no local. Viramos a terra, enterramos resíduos orgânicos para fazermos canteiros ricos em sais minerais.

Recursos utilizados

Blog diário de ciências Débora Machry, livro didático, estufas de sucata, pás, ancinhos, carrinho de mão, vassouras, enxadas, regadores e cisterna de água de chuva.

Avaliação

O presente estudo fez com que os alunos, de três turmas do 6º ano, duas de 7º ano, duas de 8º ano e uma de 9º ano do Ensino Fundamental, a partir do processo de construção da horta, manutenção, cuidados, organização do espaço, preparo do solo, compostagem, semeadura, plantio e cuidado com o desenvolvimento das plantas compreendessem

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de maneira dinâmica os conteúdos da disciplina de Ciências. “Conseguiram comprovar com suas observações e pesquisas que as minhocas são ‘arados vivos’, que buscam seu alimento orgânico na superfície do solo, levam o mesmo para seu interior, lá reciclam o resíduo”.

Impacto

Foi possível colher alimentos orgânicos sem agrotóxico e utilizá-los na alimentação de lanche saudável na sala de aula. Em relação ao assunto, Pimenta e Rodrigues (2011, p. 6) afirmaram que “É fundamental que se lance mão da educação ambiental na promoção de uma nova cultura alimentar nas escolas, fazendo-os conhecer a importância dos alimentos, da higienização desses alimentos, do valor nutritivo, sobretudo despertando gestores escolares, pais e alunos para a análise crítica sobre propagandas de produtos alimentícios pouco nutritivos, levando-os a consumir aqueles mais nutritivos”.

(39)

Em busca de uma escola mais

sustentável

O Projeto de EA na Arnaldo Grin tem como objetivo

proporcionar o conhecimento e a conscientização dos

alunos acerca dos temas que envolvam meio ambiente,

desenvolvendo a construção de atitudes para a preservação

e com o desenvolvimento sustentável. Estabelecer os

conceitos e planejar junto aos alunos ações ambientais que

promovam a preservação, desenvolvendo práticas ambientais

mais sustentáveis no contexto escolar.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Muriel Menegáz Portal

Informações

Disciplina

Ciências

Etapa educacional

7º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Conhecimento, Pensamento científico

Descrição do projeto

Objetivo

Proporcionar o conhecimento e a conscientização dos alunos da escola Arnaldo Grin acerca dos temas que envolvam meio ambiente, desenvolvendo a construção de atitudes para a preservação e com o desenvolvimento sustentável. Estabelecer os conceitos de meio

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ambiente, preservação e desenvolvimento sustentável. Planejar junto aos alunos ações ambientais que promovam a preservação. Desenvolver práticas ambientais mais sustentáveis no contexto escolar.

Metodologia

Trabalho desenvolvido na EMEF Arnaldo Grin com alunos dos agentes ambientais no contraturno. Com a observação e levantamento de problemas ambientais. A primeira ação foi na separação dos resíduos que não existia na escola, com a confecção e posterior compra de lixeiras identificadas e divulgação para os alunos. Formação e parceria com funcionárias para a produção da composteira. Plantio de chás e hortaliças, com mudas recebidas de doação, composto e biofertilizante próprio da composteira. Plantio de árvores frutíferas de 20 mudas nativas, de médio e pequeno porte.

Recursos utilizados

Palestrante Thais Miranda, grupo de alunos agentes ambientais. Latas e lixeiras plásticas, composto próprio, chorume, ferramentas de plantio, caixas de compostagem, mudas de chás, hortaliças e árvores e paletes.

Avaliação

O projeto está em andamento e já conta com muitos resultados positivos. Implementação de lixeiras identificadas e ações de divulgação para a correta separação do lixo. Cultivo de hortaliças e chás que são consumidos na escola, com a utilização de composto e fertilizante próprio. Plantio de 20 mudas de árvores frutíferas. Foram arrecadadas cerca de 689 mil sacolas e a escola já ganhou seis bancos, uma floreira e uma lixeira. Arrecadação de 90kg de tampinhas e embalagens plásticas e troca por brinquedos. O projeto está resgatando o zelo pelo meio ambiente que a muito tempo se perdeu.

(41)

a comunidade escolar da Arnaldo Grin, que a muito tempo não tinha um olhar para as questões ambientais. Além de adquirir conhecimentos importantes, os alunos têm oportunidade repensar suas atitudes aumentando o seu senso crítico. Percebe-se um envolvimento muito grande dos alunos, possibilitando que o olhar pelas questões ambientais saiam da sala de aula e se torne parte do cotidiano deles.

(42)

Matemática Saudável

A Matemática deve estar presente na vida dos alunos através

de análises de dados, fazendo a diferença na opinião crítica

do ser.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria: Carla Kruger

Informações

Disciplina Matemática Etapa educacional

7º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Conhecimento, Pensamento científico

Descrição do projeto

Objetivo

Conhecer o IMC, índice de massa corporal. Conhecer e relacionar peso e altura com variáveis x e y. Conhecer a importância de uma alimentação saudável.

Metodologia

Primeiramente levei os alunos para um posto de saúde local para verificar seu peso e altura, logo com esses dados voltaram para sala e em seus grupos calcularam o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e relacionaram os resultados com a tabela dada. Em outro momento levei

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natural. Em uma outra aula realizamos uma pesquisa sobre alimentos ultraprocessados, refrigerante, biscoitos recheados, salgadinhos.

Recursos utilizados

Balança, fita métrica, calculadora, utensílios de cozinha, internet, jornal, revistas, embalagens de produtos, sementes e utensílios para horta.

Avaliação

O projeto foi desenvolvido com intuito de relacionar conteúdos matemáticos com uma alimentação saudável, levar conhecimentos ao aluno sobre os malefícios que alguns produtos industrializados trazem para nossa saúde. Desse modo podemos formar alunos críticos capazes de fazer escolhas corretas para seu bem-estar.

Impacto

Os alunos se tornaram mais críticos, além de conhecedores da importância de uma alimentação saudável e concluíram que a Matemática está presente na vida deles.

(44)

Reciclar é o caminho

O presente projeto resulta da observação do trabalho

realizado por este professor, na Prefeitura Municipal de

Santa Maria, no período de seis meses, como Chefe de

Pátio da Secretaria de Infraestrutura. Na referida tarefa

por várias vezes fomos solicitados a resolver problemas

de entupimentos diversos em decorrência das chuvas, e

pudemos constatar que em 90% dos casos de entupimentos

na rede pluvial advinham no descarte inapropriado de lixos

variados, garrafas pet, sacolas plásticas, equipamentos

eletrônicos, roupas usadas, entre outros.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Carlos Augusto Calage Silveira

Informações

Disciplina

Matemática

Etapa educacional

8º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Pensamento Científico, Trabalho/Projeto de Vida

Descrição do projeto

Objetivo

(45)

Metodologia

Segundo Andrade (2001), a pesquisa exploratória trata do primeiro passo de todo trabalho científico realizado que tem por finalidade proporcionar maiores informações sobre determinado assunto, facilitar a delimitação de um tema de trabalho, definir os objetivos ou formular as hipóteses de uma pesquisa ou descobrir novo tipo de enfoque para o trabalho. Por meio das pesquisas exploratórias avalia-se a possibilidade de desenvolver uma boa pesquisa sobre determinado assunto. Nesse sentido, a pesquisa não se aprofunda em aspectos metodológicos constituindo um projeto piloto sobre a temática.

Recursos utilizados

Triturador de papéis. Argamassa utilizada em pisos de confecção de pisos.

Avaliação

Diversas finalidades podem ser dadas ao destino de garrafas pet, além das já adotadas atualmente, entretanto muito mais precisa ser feito. Com o trabalho realizado e com o apoio da comunidade escolar podemos formar cidadãos críticos e conscientes em seu papel para preservação do meio ambiente através da reciclagem para a redução do impacto ambiental, considerando que estas garrafas são resíduos que mais poluem o meio ambiente, rios, lagos e mares.

Impacto

(46)

O Celular como recurso

pedagógico para transformar

as informações livres da Web

em saberes úteis

O projeto aconteceu na turma do 9º ano, das séries finais

do Ensino Fundamental, da Escola Municipal de Ensino

Fundamental Oldenburgo, de Rolante/RS, e devido aos bons

resultados, dou sequência do projeto em outras turmas.

O meu primeiro obstáculo foi a mobilização para atrair a

participação dos alunos que não gostavam das aulas. Eu

acredito que a aprendizagem acontece na participação, no

envolvimento e na troca, assim a abordagem passa ter um

protagonismo dialógico e com recursos interativos. Deixei os

alunos escolherem o tema que eles gostariam de estudar e o

celular como recurso pedagógico.

Núcleo Conectando Saberes: Novo Hamburgo

Rio Grande do Sul

Autoria:

Ana Teresinha Elicker

Informações

Disciplina

Linguagens

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Cultura Digital,

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Descrição do projeto

Objetivo

As atividades aconteceram com o uso de celulares e internet. A escrita que acontece nos dispositivos móveis é rápida, concisa, abreviada e com uma gama enorme de imagens, os emojis, que são utilizadas para a comunicação dos usuários, inclusive substituindo palavras. Aplicativos, geralmente gratuitos, são instalados nos celulares e facilitam as pesquisas, apresentando informações disponíveis em links, páginas, site em textos midiáticos que abrem num leque de (multi)leituras que necessitam multiletramentos. A abordagens é interativa e o aluno é o autor do processo.

Metodologia

A abordagens é interativa e o aluno é o autor do processo. O professor precisa saber quem são seus alunos e quais recursos é possível utilizar. Eu fiz um levantamento dos recursos que tínhamos, internet, e-mail do gmail, e abrimos uma página no documento do google. Com auxílio do meu notebook e um data show aprendemos a utilizar a página do google documentos e baixar o word nos celulares. E falamos sobre os diferentes tipos de escritas e de textos e onde podemos buscar informações e como saber pesquisar de forma ética, na web.

Recursos utilizados

Essa prática contempla a interação com saberes que estão além das portas da escola e o uso de aparelhos celulares que são minicomputadores, que fazem as vezes de janelas abertas para informações mundiais e instantânea, os quais se transformam, por meio dessa abordagem, em recurso de estudo que, em alguns momentos, substituem os livros didáticos e os cadernos de registros dos alunos. A inovação pedagógica está na escolha da inserção do celular como recurso utilitário em sala de aula, em situação formal de aprendizagem.

(48)

Avaliação

Aprendizado observados de várias formas através da presença regular em aula, do gosto pelas aulas e a participação de pais e comunidade. Os alunos tiveram noções de cibercultura, de direitos autorais, de Fake News, de se conduzirem com respeito ao outro. Um dos textos produzidos foi “há um ser humano atrás dos cliques, respeite-o”. A minha maior preocupação era o isolamento e as falsas postagens, por exemplo, as fotos alegres e ricas do facebook, não correspondia ao meu aluno em sala. Os alunos aprenderam muito mais do que usar o celular para ler e escrever cooperativamente.

Impacto

O tema de estudos que foi “Ciências da Terra” teve o objetivo de pesquisar sustentabilidade e mudança de vida através da agricultura agroecológica. O celular é um recurso para solucionar os problemas de pesquisa e compartilhar os resultados, com textos, fotos, gravações e para saber utilizar o celular é importante conduzir portarem de forma ética e com respeito às propriedades na web. Foram feitas muitas parcerias com a comunidade, saídas de campo, os saberes fora das salas e com interação social, com agricultores e palestras de moradores locais (biólogos/naturalistas/agricultores).

(49)

I Concurso de fotografias

e vídeos. Tema: Um olhar

para o entorno da minha

comunidade

O projeto busca abordar a Educação Ambiental, como

uma forma de conscientização e consequentemente uma

mudança de valores e atitudes, dentro e fora do ambiente

escolar. Através de uma metodologia crítico-reflexiva,

elegemos como instrumento de trabalho, a fotografia e a

produção de vídeos sobre o tema.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria:

Claudenir Bunilha Caetano

Informações

Disciplina

Ciências

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Responsabilidade/Cidadania

Descrição do projeto

Objetivo

Trazer as percepções dos alunos sobre sua comunidade e o ambiente onde vivem, para a discussão na escola de problemas ambientais e soluções comuns para todos. Valorizar os olhares dos alunos, através do concurso e da exposição das imagens, captadas por eles, que representem o tema: “O Meio Ambiente na Minha Comunidade”.

(50)

Metodologia

Capacitação sobre noções básicas de fotografia. Organização da I Mostra e seleção das dez fotografias e dos três vídeos. Participação das turmas do 6º ao 9º ano. Cada escola seleciona dez fotografias e três vídeos. Seleção de oito fotografias e dois vídeos de cada escola, feita por uma comissão organizadora. Exposição e exibição dos 12 vídeos e 48 fotografias para os jurados selecionarem.

Recursos utilizados

Câmera fotográfica, aparelho celular, Laboratório de informática, orientador (fotógrafo), Centro de Cultura Basílio Conceição.

Avaliação

O projeto possibilitou que os alunos de diversas escolas, no meio urbano e no rural, capturassem imagens positivas e negativas do ambiente que os cercavam e editassem seus vídeos no laboratório de informática de sua escola, aprendendo assim de forma conjunta o domínio das tecnologias e ao mesmo tempo refletindo de forma crítica a problemática ambiental.

Impacto

O concurso serviu para valorizar as percepções dos alunos sobre o ambiente em suas comunidades, possibilitando outra metodologia para a discussão de problemas ambientais dentro da sala de aula.

(51)

Resgate do processo

histórico e cultural das

raízes da Comunidade de

Assentados do Município de

Arroio Grande

O presente trabalho investigativo é resultado de uma

pesquisa de campo desenvolvida no município de Arroio

Grande-RS, na Escola Municipal Onze de Setembro

1ª Conquista, escola rural, situada no Assentamento

Chasqueiro, acolhendo alunos de quatro assentamentos

situados dentro do município. O trabalho desenvolvido

nestas comunidades foi subsidiado pelos anseios destas

em querer documentar a história e trajetória de luta e

conquista da terra, para que seus filhos e netos de posse

deste conhecimento valorizem no presente e no futuro as

conquistas sociais obtidas através da luta organizada.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria:

Claudenir Bunilha Caetano

Informações

Disciplina

Ciências

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas:

Conhecimento, Repertório cultural

(52)

Descrição do projeto

Objetivo

Resgatar a historicidade e a cultura da Comunidade de Assentados do Município de Arroio Grande.

Metodologia

A pesquisa de campo desenvolveu-se com o uso de um questionário aberto. Foram escolhidos aleatoriamente 30 sujeitos residentes em ambos os assentamentos para entrevista, conversas com anotações em caderneta de campo e pesquisa documental.

Recursos utilizados

Trabalho realizado com crianças do 6º ao 9º ano através de pesquisa com uso de questionário aberto aplicado aleatoriamente a comunidade; documentos da escola Emater-RS, Incra entre outros. Referente a comunidade de quatro assentamentos no Município (Assentamento Chasqueiro, fundado 1997 com 83 famílias; Assentamento da Estiva, fundado 1999 com sete famílias; Assentamento Potreiro da Torre, fundado 1999 com 12 famílias ; Assentamento Santana, fundado 2000 com 38 famílias).

Avaliação

Importante destacar que neste trabalho o amor a ciência histórica e a consciência de que “sem registro, sem documento não há história” moveu os autores/sujeitos, no sentido de “registrarem” suas lutas, suas conquistas e consequentemente registrarem sua história. Afirma-se assim a concepção de que história é vida, é luta, é esperança, é movimento, portanto é possibilidade! Os registros aqui feitos são registros de pessoas, que viveram suas vidas e nesse viver produziram história que vale a pena ser contada.

(53)

Impacto

Os alunos e professores aprenderam a trabalhar em conjunto, compreenderam o que é uma pesquisa, como fazê-la e a satisfação de estarem construindo a própria história e de suas famílias para que no futuro essa historicidade não seja perdida. Ao mesmo tempo encorajando alunos e professores de outras realidades que é possível serem protagonistas da sua própria história.

(54)

Gameficação:

Uma abordagem alternativa

ao ensino de História

Ao findar da atividade avaliativa, entendemos - professor

e alunos- que deveríamos ir um pouco mais além. Nossa

experiência, gratificante, deveria ser compartilhada. Desta

forma, cada uma das três turmas que participaram da

atividade, escolheram uma escola da rede pública (Estadual

ou municipal) e doaram seus jogos. Na sequência, um

workshop, promovido pelos alunos, foi realizado em cada

escola em que os jogos foram destinados. Possibilitando a

troca de conhecimento e experiência.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria:

Airton Munhoz Vieira

Informações

Disciplina

História

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Conhecimento, Pensamento científico

Descrição do projeto

Objetivo

(55)

criativo; Incentivar a pesquisa e o saber histórico; Propiciar meios alternativos para a obtenção do conhecimento. Estabelecer o diálogo entre a comunidade escola e a comunidade local. Estimular valores humanos. Desenvolver o senso crítico.

Metodologia

Reunidos em grupos, os alunos foram provocados a construir jogos de tabuleiro “board games” a partir de um tema da história (livremente escolhido), trabalhado até o 9º ano do Ensino Fundamental. Utilizando de materiais reciclados, de modo criativo e diverso, os grupos se apropriaram, por intermédio da pesquisa, orientação e cooperação, do conhecimento histórico. Através de um olhar autêntico e particular, passaram a se relacionar com o saber teórico. Dinamicamente, compuseram, por meio do lúdico, formas pedagógicas diferenciadas de compartilhar o conhecimento.

Recursos utilizados

Materiais reciclados diversos, tesoura, cola, impressora. Pesquisa teórica, internet, livros didáticos, físicos, revistas e meios digitais variados YouTube e sites.

Avaliação

Após a apresentação da proposta de trabalho, ainda em sala de aula, os alunos formaram grupos, em seguida, escolheram uma temática histórica, estudada ao longo do Ensino Fundamental. O primeiro passo foi a pesquisa teórica acerca do conteúdo escolhido, mecanismos aplicados em jogos de tabuleiro e tipos de materiais utilizados. Na sequência, reunidos em turno inverso, supervisionados pelo professor, passaram a confecção dos jogos. Entre os critérios avaliativos previstos estão: Criatividade, estrutura e apresentação do jogo, manual de regras e o ganho pedagógico.

(56)

Impacto

Os alunos ficaram muito empolgados e interessados pela atividade. De modo dinâmico e criativo, instituíram sua própria visão acerca do conteúdo histórico. Pelo lúdico expressaram seus interesses e curiosidades. Através de um olhar particular, compartilharam suas impressões, assim como conhecimentos adquiridos. Entusiasmados, ensinaram os demais colegas a jogarem. Trocaram saberes e experiências. Por fim revindicaram por novas atividades diferenciadas.

(57)

Empreendedorismo

O desenvolvimento do projeto promoveu a pesquisa, senso

crítico, empatia e conhecimentos financeiros de uma forma

prática, promovendo a busca de saberes extracurriculares,

além de proporcionar o uso da tecnologia (redes sociais

e software Excel) como parte do trabalho, tanto no

desenvolvimento quanto na divulgação dos produtos.

O projeto desenvolveu o senso crítico dos alunos e o

amadurecimento de conceitos básicos de matemática,

criatividade e empreendedorismo.

Núcleo Conectando Saberes: Pelotas

Rio Grande do Sul

Autoria:

Jorge Luis Braga Ribes

Informações

Disciplina

Matemática

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Cultura Digital, Empatia/Cooperação

Descrição do projeto

Objetivo

O projeto tem como objetivo geral proporcionar aos alunos o conhecimento sobre o funcionamento de uma empresa, bem como desenvolver suas habilidades no que diz respeito da organização, finanças, marketing, produção e vendas. Como objetivos específicos visou-se instigar os alunos à pesquisa, ao trabalho em equipe, à comunicação e ao desenvolvimento prático de conhecimentos financeiros.

(58)

Metodologia

Foi lançada a proposta, indicando cada turma como uma empresa, de que os alunos escolhessem um produto, preferencialmente alimentício para que os mesmos fizessem a produção experimental e a partir dessa produção que fosse feita uma pesquisa de preços seguida do cálculo do custo e cálculo de preço unitário de venda, levando em conta todos os gastos envolvidos, tais como luz elétrica, gás, tempo de trabalho e produtos utilizados. Em um segundo momento foi proposto o uso do software Excel para a construção de gráficos e conferência de cálculos.

Recursos utilizados

Planilhas de Excel, lousa digital e materiais impressos.

Avaliação

A avaliação foi feita por etapas. Pesquisa de preços - Produção - Finanças - Marketing - Vendas - Apresentação em Banners.

Impacto

O trabalho mobilizou cada turma como uma empresa e causou um impacto positivo na rotina escolar no período de divulgação e vendas, além de ter instigado o espírito empreendedor na maioria dos alunos.

(59)

Recreio cultural

Nossa escola é situada em uma área de risco social de Porto

Alegre, bairro parque dos Maias, e sofre com a violência nos

arredores. Nossos alunos por vezes vivenciam situações que

não deveriam ser vivenciadas por crianças e adolescentes em

formação. Além disso, percebemos que nossos alunos têm

pouco acesso a cultura e sentem-se por vezes desvalorizados

em suas potencialidades. Então pensamos em possibilitar

um espaço de protagonismo e cultura nos recreios da nossa

escola, fomentando a arte, a poesia tornando a escola um

espaço de potencialização dos talentos e valorização da vida.

Núcleo Conectando Saberes: Porto Alegre

Rio Grande do Sul

Autoria:

Aline Russo do Silva

Informações

Disciplina

Outras

Etapa educacional

9º ano do Ensino Fundamental

Competências gerais da BNCC trabalhadas: Repertório Cultural, Responsabilidade/Cidadania

Descrição do projeto

Objetivo

Proporcionar momentos culturais para nossos alunos, sendo estes momentos protagonizados pelos educadores, comunidade escolar, convidados e alunos. Tornando o recreio um momento de lazer, cultura, reconhecimento, protagonismo, respeito, empatia, etc.

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Metodologia

O recreio cultural acontece no horário do recreio todas as quintas-feiras, sob a supervisão dos professores responsáveis. O projeto é divulgado nas turmas do turno da tarde e todos poderão se apresentar obedecendo aos seguintes critérios: O que pode apresentar: músicas, dança, poesia, histórias, humor, desenhos, teatro, etc. Não é aceito apresentações com os seguintes conteúdos: palavrões, ofensas, bullying, discriminação de todas as ordens, etc.

Recursos utilizados

Caixa de som, instrumentos, microfone e diversas músicas.

Avaliação

O projeto está acontecendo durante o ano de 2019 e ao final do ano letivo será realizado um festival cultural com mix de apresentações que foram realizadas durante o ano podendo ser convidado artistas locais. O projeto Recreio Cultural pretende ter continuidade no ano de 2020.

Impacto

Recebemos relatos tanto de alunos que já apresentaram tanto dos alunos que participam prestigiando a importância do projeto na escola. Sempre que me veem no pátio os alunos pequenos perguntam se é dia de recreio cultural, demonstram muito prazer e envolvimento com as atividades e percebemos que os jovens têm protagonizado com muito entusiasmo.

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