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Livro de ciencias 6º ano

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(1)

PROJETO CONSTRUÍDO COM O APOIO DA COMUNIDADE DE PROFESSORES.

guia do

professor

fazer ciência

Exclusivo do Professor

Sónia Marcelino / Vânia Magalhães /

Ricardo Morais-Pequeno

6.º ANO

Ciências da Natureza

(2)

guia do

professor

fazer ciência

Exclusivo do Professor

Sónia Marcelino / Vânia Magalhães /

Ricardo Morais-Pequeno

(3)

Índice

Apresentação do projeto Fazer Ciência

. . .

4

Componentes

. . .

4

Atenções especiais…

. . .

8

Enquadramento teórico

. . .

10

Sequência dos conteúdos programáticos

. . .

10

Competências gerais das Ciências Físicas e Naturais

. . .

10

Experiências de aprendizagem em Ciência

. . .

11

Os quatro temas organizadores

. . .

12

As competências específicas no projeto Fazer Ciência

. . .

13

Viver melhor na Terra

. . .

13

Terra em transformação

. . .

14

Sustentabilidade na Terra

. . .

16

Metas de aprendizagem de Ciências da Natureza – 6.º ano

. . .

17

Programa da disciplina de Ciências da Natureza – 6.º ano

. . .

19

Atividades «Ciência Simples»

. . .

23-28

Fichas

Ficha de diagnóstico

. . .

29

Fichas de avaliação de 1 a 6

. . .

31-42

Fichas de recuperação de 1 a 6

. . .

43-54

Fichas de desenvolvimento de 1 a 11

. . .

55-65

Soluções

. . .

66

Inquérito sobre alimentação

. . .

71

Inquérito sobre a água

. . .

72

Sugestões de visitas de estudo

. . .

75

Contactos úteis

. . .

78

(4)

Apresentação do projeto Fazer Ciência

Um manual escolar é um recurso pedagógico essencial a alunos e professores. É também um mate-rial que se pretende ser de referência quando se tem pela frente um ano letivo de trabalho guiado por determinados objetivos. Na construção deste projeto atendemos às competências específicas definidas para a disciplina e ao Programa oficial para a organização dos conteúdos.

Conscientes de que cada professor é autónomo na gestão do currículo e estando certos de que cada um de nós deve reorganizar a sequência do manual em função das especificidades, dos projetos culares das turmas, apresentamos, mais à frente, a sequência dos conteúdos programáticos que nos pareceu mais adequada.

Componentes

Do projeto Fazer Ciênciafazem parte:

Para o aluno

• Manual (oferta: marcador)

• Caderno de Atividades e Passatempos • Jogo da Avaliação

• Site de apoio: www.cn6.sebenta.pt

Para o professor

• Manual do Professor

• Livro de Registos das Atividades Práticas • Planos de Aula

• Guia do Professor

• Cartazes – Sistemas do Corpo Humano •

Manual

No manual, a acompanhar a apresentação dos conteúdos, surgem diferentes rubricas:

• Palavras-chave – conceitos fundamentais daquele tema, com base no programa da disciplina. Esta rubrica visa auxiliar o aluno na identificação daquilo que é essencial reter e facilita a procura de informação.

• Curiosidades– breve informação adicional, motivadora e apelativa.

• Vamos responder– pequeno conjunto de questões simples que incidem sobre a matéria apre-sentada.

• Vamos analisar – exercícios de análise de um esquema, uma notícia, um gráfico, um mapa ou uma tabela.

• Vamos explorar– atividades práticas que podem envolver, ou não, material de laboratório.

• Vamos investigar – atividades experimentais, que implicam a manipulação de variáveis. Estas rubricas surgem, normalmente, acompanhadas por um diálogo entre as personagens, representa-tivo das opiniões dos alunos.

No final de cada subunidade surge a rubrica “Vive melhor na Terra”, que promove a capacidade de intervenção humana crítica e refletida e explora a interação Ciência – Tecnologia – Sociedade – Ambiente.

(5)

Para a sistematização dos conteúdos abordados, criámos as seguintes rubricas:

• Resumindo– conjunto das ideias principais da subunidade.

• Esquema ilustrado– esquemas ou imagens principais da subunidade.

• Esquema-síntese– esquema com espaços para preencher.

• Autoavaliação– lista de verificação de objetivos alcançados que promove o estudo autónomo do aluno.

• Testa os teus conhecimentos– ficha formativa de verificação das aprendizagens da subunidade. Em complemento, o manual contém 5 anexos com informação mais detalhada sobre conteúdos das subunidades 1.1 e 1.5.

Na compra do manual é oferecido ao aluno um marcador-régua onde se chama a atenção para algumas alterações fundamentais da grafia decorrentes das novas normas ortográficas, numa linguagem simples e esclarecedora.

Manual do Professor

Manual com informação exclusiva para o professor, situada na banda lateral com: sugestões metodo-lógicas; informações complementares relativas aos conteúdos abordados; propostas de soluções das diversas atividades; articulação com os vários componentes do projeto, nomeadamente através de remissões para a 20 Aula Digital, e sugestões metodológicas específicas para o desenvolvimento da rubrica “Vamos investigar”.

Caderno de Atividades e Passatempos

Este caderno está dividido em duas partes:

• um conjunto de 22 fichas de consolidação e aplicação dos conhecimentos abordados no manual; • um conjunto de 14 passatempos que permitem ao aluno, de uma forma lúdica, consolidar os

conhecimentos e, através de jogos, ser desafiado a dar provas do que aprendeu.

Jogo da Avaliação

Inclui um conjunto de testes que permitem ao aluno avaliar as suas aprendizagens.

Site de Apoio

Em www.cn6.sebenta.pt o aluno encontra informação de apoio ao projeto, nomeadamente uma lista de links para consulta.

Livro de Registos das Atividades Práticas

Compilação das atividades práticas (“Vamos explorar”) e experimentais (“Vamos investigar”), com as respetivas sugestões metodológicas, acompanhadas de folhas de registos que o professor poderá fotocopiar e distribuir pelos alunos.

Cada folha de registos contempla a planificação da atividade, as observações e as conclusões, podendo servir como um elemento de avaliação do aluno.

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Planos de Aula

Visando ajudar o professor na planificação das suas aulas e articular todos os recursos do projeto, no livro Planos de Aula fornecemos uma planificação geral por período e um conjunto de 72 planos de aula que abrangem todos os conteúdos do Programa. Cada plano de aula contém as competências e as metas de aprendizagem envolvidas, o sumário, os conceitos, as estratégias metodológicas, os recursos, a avaliação e eventuais TPC.

Estes planos de aula também estarão disponíveis, em formato editável, em 20 Aula Digital para que o professor os possa personalizar e adequar às necessidades de cada turma.

Guia do professor

Neste Guia fornecemos ao professor:

• o enquadramento teórico do projeto Fazer Ciência; • 1 ficha de diagnóstico, para aplicar no início do ano letivo;

• 6 atividades “Ciência Simples”, que consistem em atividades práticas simples, passíveis de serem realizadas pelo aluno num clube de Ciência ou em casa, se o professor assim o entender, com materiais acessíveis. As atividades têm subjacente a compreensão de alguns dos fenómenos e pro-cessos biológicos abordados nas aulas e são acompanhadas de uma explicação científica;

• 6 fichas de avaliação (duas por período);

• 6 fichas de recuperação (duas por período). No âmbito da pedagogia diferenciada, uma das modali-dades previstas no Despacho Normativo n.º 50/2005 de 9 de novembro para os Planos de Recuperação, estas fichas serão uma mais-valia para o sucesso escolar dos alunos com dificulda-des de aprendizagem;

• 11 fichas de desenvolvimento (uma por cada subunidade). Estas são constituídas por atividades de enriquecimento que, segundo o Despacho Normativo n.º 50/2005, de 9 de novembro, se consti-tuem como uma das modalidades dos Planos de Desenvolvimento. Estas fichas poderão ser foto-copiadas e fornecidas àqueles alunos que, por norma, terminam as tarefas da aula muito rapidamente e com sucesso ou que revelem capacidades excecionais de aprendizagem;

• propostas de soluções de todas as fichas;

• 2 inquéritos – “Tens uma alimentação saudável?” e “Sabes poupar água?”– enquadrados na explo-ração dos conteúdos programáticos “Os alimentos como veículo de nutrientes” e “Poluição”, respe-tivamente. Estes inquéritos poderão ser fotocopiados e distribuídos pela comunidade escolar, no âmbito de um eventual projeto da turma;

• sugestões de visitas de estudo, contactos úteis e links.

As fichas deste Guia também são disponibilizadas em 20 Aula Digital em formato editável, para que o professor as possa personalizar e adequar às necessidades de cada turma.

Cartazes – Sistemas do Corpo Humano

O projeto é acompanhado por um conjunto de cartazes dos diferentes sistemas que poderão, de forma útil, ser afixados na sala de aula.

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Aula Digital

Todos os recursos do projeto são disponibilizados em 20 Aula Digital.

A Aula Digital possibilita a fácil exploração do projeto Fazer Ciênciaatravés da utilização das novas tecnologias em sala de aula. Esta ferramenta permitir-lhe-á tirar o melhor partido do seu projeto escolar, simplificando o seu trabalho diário.

Através da Aula Digital poderá não só projetar e explorar as páginas do manual na sala de aula, como também aceder a um vasto conjunto de conteúdos multimédia integrados no manual para tornar a aula mais dinâmica:

• Vídeos – acesso a vídeos de apoio e a demonstrações laboratoriais, selecionadas a partir dos con-teúdos programáticos da disciplina e complementadas por atividades de exploração.

• Animações – estruturadas a partir dos principais temas da matéria, facilitadoras da aprendizagem dos alunos, através da exploração clara, motivadora e interativa dos conteúdos.

• Jogos – permitem testar de forma mais apelativa os conhecimentos dos alunos sobre a matéria de todo o manual, conciliando as componentes lúdica e didática.

• Apresentações em PowerPoint – recurso didático de apoio ao professor, que sintetiza e explicita as matérias ao longo do manual.

• Testes Interativos – extenso banco de testes interativos, personalizáveis e organizados pelos diver-sos temas do manual.

• Links internet com propostas de sítios da internet com material didático complementar, cuja con-sulta enriquece o processo de aprendizagem dos alunos e constitui uma extensão do trabalho na sala de aula.

Na Aula Digital são-lhe disponibilizados planos de aula e fichas em formato editável, para que os possa personalizar à medida das suas turmas. Como apoio à exploração de aulas com recurso a um projetor ou a um quadro interativo, são-lhe ainda fornecidas sequências de recursos digitais

corres-pondentes aos planos de aula, que poderá personalizar com recursos do projeto ou outros materiais

criados por si.

Para poder avaliar facilmente os seus alunos, poderá:

• utilizar os testes pré-definidos ou criar um à medida da sua turma, a partir de uma base de mais de 200 questões;

• imprimir os testes para distribuir, projetá-los em sala de aula ou enviá-los aos seus alunos com cor-reção automática;

• acompanhar o progresso dos alunos através de relatórios de avaliação detalhados.

Para poder comunicar mais facilmente com os seus alunos, a Aula Digital permite a troca de

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Atenções especiais…

Atividades experimentais

O projeto Fazer Ciência tem inerente uma preocupação relativamente à forma como se abordam e dinamizam as atividades experimentais em sala de aula. Assim, a rubrica “Vamos investigar” foi criada tendo em conta dois aspetos:

a) as orientações constantes no Currículo Nacional;

b) o facto de a grande maioria dos alunos ter tido, no 1.º ciclo, uma formação científica. Esta foi

resul-tado da formação que os professores deste nível de ensino tiveram nos últimos anos sobre o ensino experimental das ciências. Esta formação foi lançada pelo Ministério da Educação e teve âmbito nacional.

Está de todo ultrapassada a tendência de “seguir o protocolo” para a realização de uma experiência, onde a atividade do aluno se limita a reproduzir um procedimento descrito, como se de uma receita se tratasse.

O ensino atual das ciências tem em vista a promoção de um papel ativo por parte do aluno, não só na execução da experiência, mas também na sua planificação e na interpretação dos resultados: “Sugere-se que o professor planifique com os seus alunos atividades experimentais para testarem os nutrientes nos alimentos e o modo como decorre o processo de digestão.” (Currículo Nacional, 2001).

Previamente às atividades experimentais surge, ao longo do projeto Fazer Ciência, uma ilustração onde aparecem as personagens Ana, David, João, André ou Sara, cada uma emitindo uma opinião sobre o assunto em estudo. Uma discussão em torno das opiniões permitirá identificar as ideias prévias dos alunos. É muito importante que o aluno registe as suas ideias antes da experiência para depois, no final, poder refletir e compará-las com as conclusões.

Antes da secção “PLANEAR” e logo após o registo das ideias prévias, poderá surgir uma caixa com “Informação base” que se prende, por exemplo, com a função de reagentes, uma informação essencial para planificação da experiência que se sabe ser, à partida, desconhecida (às vezes esquecida) dos alunos.

A secção ”EXPERIMENTAR” corresponde à execução daquilo que foi previamente planeado e é aqui que tem lugar o registo das observações feitas ao longo da experiência. É uma secção que, também ela, se pretende esporadicamente aberta, dando azo a que sejam os alunos, em conjunto com o professor, a criar uma tabela de registos adequada.

Da secção “CONCLUIR” constam questões pertinentes para a interpretação das observações da experiência. Não são, por isso, aqui revelados os resultados que se esperava obter – tal retiraria o caráter investigativo da atividade.

As questões colocadas incidem não só nos resultados, como também nos procedimentos. Mais uma vez está subjacente a importância de sensibilizar os alunos para os processos da Ciência. O aluno estará preparado para responder à questão de partida. É também neste espaço que ele refletirá sobre as suas ideias prévias, comparando-as com os resultados.

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Conceções alternativas

Através da criação de um conjunto de personagens que expõem as suas ideias, pretendemos criar uma oportunidade de se discutirem em grupo-turma determinados assuntos relevantes para a aprendi-zagem das ciências.

Os alunos terão oportunidade de se identificar com algumas daquelas ideias e, a partir de uma dis-cussão, o professor poderá conhecer melhor o que os alunos pensam. As ideias das personagens vão ao encontro das ideias do senso comum e, por vezes, representam mitos. Serão ainda, algumas delas, ideias erradas e conceções alternativas que costumamos detetar nos nossos alunos.

Imagem dos cientistas

Pretendemos aproximar a Ciência e os cientistas dos alunos. Por isso, preocupámo-nos em veicular uma imagem real dos cientistas, da forma como trabalham e da forma como se constrói o conhecimento científico.

Através da rubrica “Como trabalham os cientistas?”, presente nas páginas iniciais do manual, tenta-mos desmistificar a ideia de que ser cientista é algo inalcançável, reservado a mentes iluminadas. São inúmeros os estudos que apontam para esta lacuna nos alunos em geral, o que se deve à imagem vei-culada pelos filmes de ficção científica e desenhos animados. A imagem de um cientista, para a maioria dos nossos alunos, é a de uma pessoa do sexo masculino, que usa uma bata branca e trabalha fechada num laboratório, rodeada de máquinas e tubos fumegantes. Sabendo que é muito importante que o ensino das ciências contribua para contrariar esta ideia, o professor poderá avaliar as ideias pré-concebi-das dos alunos em relação aos cientistas e ao seu trabalho.

Interesse pela Ciência

Por último, salientamos a atenção que demos ao apelo de “Despertar a curiosidade acerca do mundo natural à sua volta e criar um sentimento de admiração, entusiasmo e interesse pela Ciência” presente no Currículo Nacional (2001). Essa atenção materializou-se num conjunto de pequenas experiências simples – “Ciências Simples” – adequadas à idade dos alunos, com ligação aos conhecimentos abordados na escola e passíveis de se realizarem num clube de Ciência ou em casa, com materiais acessíveis. Como todos sabemos, fazer experiências fascina qualquer aluno; mesmo os mais desinteressados gostam de participar quando é hora de experimentar. O prazer de experimentar e ver com os nossos próprios olhos é algo intrínseco às crianças e até aos adultos. Este é um ponto forte da nossa disciplina que não pode-mos desperdiçar, mas antes aproveitar para estimular o interesse pela Ciência.

(10)

Enquadramento teórico

Sequência dos conteúdos programáticos

Contrariamente ao que consta do Programa, optámos por abordar a Reprodução humana depois das Trocas nutricionais entre o organismo e o meio – nos animais, e não intercalada com o estudo das plan-tas. Assim, no manual apresentamos os conteúdos de acordo com a seguinte sequência:

Volume 1

Parte A – Processos vitais comuns aos seres vivos

Unidade 1 – Trocas nutricionais entre o organismo e o meio – nos animais 1.1 Os alimentos como veículo de nutrientes

1.2 Sistema digestivo do Homem e de outros animais 1.3 Circulação do ar

1.4 Transporte de nutrientes e oxigénio até às células

1.5 Utilização de nutrientes na produção de energia e eliminação de produtos da atividade celular Unidade 2 - Transmissão da vida

2.1 Reprodução humana e crescimento

Volume 2

Unidade 3 – Trocas nutricionais entre o organismo e o meio – nas plantas 3.1 Como se alimentam as plantas?

3.2 A importância das plantas para o mundo vivo Unidade 4 – Transmissão da vida

4.1 Reprodução nas plantas

Parte B – Agressões do meio e integridade do organismo

Unidade 1 – Os micróbios

Unidade 2 – Higiene e problemas sociais

Competências gerais das Ciências Físicas

e Naturais

O projeto Fazer Ciência, para além de atender ao Programa da disciplina, tem subjacente o desen-volvimento das competências gerais definidas no Currículo Nacional, que a seguir se apresentam:

1 – Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano;

2 – Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecno-lógico para se expressar;

3 – Usar corretamente a Língua Portuguesa para comunicar de forma adequada e para estrutu-rar pensamento próprio;

4 – Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação;

5 – Adotar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objetivos visados;

(11)

6 – Pesquisar, selecionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobili-zável;

7 – Adotar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; 8 – Realizar atividades de forma autónoma, responsável e criativa;

9 – Cooperar com outros em tarefas e projetos comuns;

10 – Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspetiva pessoal e interpes-soal promotora da saúde e da qualidade de vida.

Experiências de aprendizagem em Ciência

As experiências de aprendizagem que propomos no projeto Fazer Ciênciavão ao encontro das indi-cadas no Currículo. São experiências de aprendizagem que promovem uma melhor compreensão dos conhecimentos científicos, numa relação estreita com a realidade em que os alunos se inserem.

Observar o meio envolvente

Planificar saídas de campo; elaborar roteiros de observação, instrumentos simples de registo de infor-mação, diários de campo; usar instrumentos (como bússola, lupa, cronómetro, termómetro, martelo de geólogo, sensores).

Recolher e organizar material, classificando-o por categorias ou temas

Atente-se a que sempre que se trate de material natural é preciso não danificar o meio, recolhendo só uma pequena amostra ou registando apenas por decalque, fotografia ou filme. Sugere-se a construção de um portfólio onde se registam todas as etapas, da recolha à classificação.

Planificar e desenvolver pesquisas diversas

Situações de resolução de problemas, por implicarem diferentes formas de pesquisar, recolher, anali-sar e organizar a informação, são fundamentais para a compreensão da Ciência.

Conceber projetos prevendo todas as etapas, desde a definição de um problema até à comunica-ção de resultados e intervencomunica-ção no meio, se for esse o caso.

Os alunos têm de constituir parte integrante do projeto e ser envolvidos nele desde a sua conceção. Realizar atividade experimental e ter oportunidade de usar diferentes instrumentos de observação e medida.

Nos 2.º e 3.º ciclos, a atividade experimental deve ser planeada com os alunos, decorrendo de proble-mas a investigar, e não constituem a simples aplicação de um receituário. Em qualquer dos ciclos deve haver lugar a formulação de hipóteses e previsão de resultados, observação e explicação.

Analisar e criticar notícias de jornais e televisão, aplicando conhecimentos científicos na aborda-gem de situações da vida quotidiana.

Realizar debates sobre temas polémicos e atuais, onde os alunos tenham de fornecer argu-mentos e tomar decisões, o que estimula a capacidade de argumentação e incentiva ao respeito pelos pontos de vista diferentes dos seus.

Comunicar resultados de pesquisas e de projetos, expondo as suas ideias e as do seu grupo, utilizando meios audiovisuais, modelos ou as novas tecnologias da informação e comunicação.

Realizar trabalho cooperativoem diferentes situações (em projetos extracurriculares, em situação de aula, por exemplo, de resolução de problemas) e trabalho independente.

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Os quatro temas organizadores

O Currículo Nacional apresenta quatro temas organizadores para o desenvolvimento das competên-cias específicas, a serem trabalhados ao longo dos três ciclos.

Viver melhor no planeta Terra pressupõe uma intervenção humana crítica e refletida, visando um desenvolvimento sustentável que, tendo em consideração a interação Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente, se fundamente em opções de ordem social e ética e em conhecimento científico esclarecido sobre a dinâmica das relações sistémicas que caracterizam o mundo natural e sobre a influência dessas relações na saúde individual e comunitária.

Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (2001) Sujeito biológico Agente ecológico Ser humano Mundo vivo Qualidade de vida Saúde e segurança Mundo material Viver melhor na Terra Sustentabilidade na Terra Terra em transformação Terra no espaço Terra

Sociedade

T

ecnologia

Ambiente

Ciência

(13)

As competências específicas no p ojeto

Fazer Ciência

O Programa de Ciências da Natureza de 6.º ano centra-se, particularmente, no ser humano e nas questões de saúde. Dos quatro temas organizadores definidos para o desenvolvimento das competên-cias, é o Viver Melhor na Terra aquele que mais se articula com aqueles conteúdos programáticos. O tema Terra no espaço foi trabalhado essencialmente no 5.º ano de escolaridade, pelo que no 6.º ano a sua relevância será menos evidente.

Apresentamos em seguida, para os quatro temas organizadores, as competências para o 2.º ciclo, tal como estão definidas no currículo e, em destaque, as que mais se adequam ao 6.º ano e que espera-mos que se desenvolvam através do projeto Fazer Ciência.

Começamos pelo Viver melhor na Terra, pela razão já mencionada.

Viver melhor na Terra

Competências específicas:

• Explicação sobre o funcionamento do corpo humano e sua relação com problemas de saúde e sua prevenção.

• Reconhecimento de que o organismo humano está sujeito a fatores nocivos que podem colocar em risco a sua saúde física e mental.

Sistemas Identidade do corpo Função Estrutura Eletricidade Eletrónica Controlo e regulação

Viver melhor

na Terra

Organismo humano

Saúde e segurança Materiais

Propriedades Comunitária Individual Prevenção Riscos Estrutura Novos materiais Equilíbrio

(14)

• Compreensão de que o bom funcionamento do organismo decorre da interação de dife-rentes sistemas de órgãos que asseguram a realização das funções essenciais à vida. • Compreensão da importância da alimentação para o funcionamento equilibrado do

organismo.

• Discussão sobre a influência da publicidade e da comunicação social nos hábitos de consumo e na tomada de decisões que tenham em conta a defesa da saúde e a quali-dade de vida.

Propõe-se a utilização de programas de simulação em computador, a fim de que os alunos se aperce-bam da interação dos sistemas do organismo. Sugere-se que o professor planifique com os seus alunos atividades experimentais para testarem os nutrientes nos alimentos e o modo como decorre o processo de digestão. Poderão realizar um jogo de tabuleiro para reverem os conhecimentos sobre a morfologia e a fisiologia do aparelho digestivo. Propõe-se o levantamento da dieta alimentar constante da ementa do programa semanal de almoços do refeitório escolar para comparar com informação sobre alimentação equilibrada em fontes diversas. A análise de anúncios sobre alimentos – apresentada em folhetos de supermercado, em jornais e na televisão – permite discutir a influência da publicidade nos hábitos de consumo e nas tomadas de decisão que tenham em conta a defesa da saúde e a qualidade de vida.

Poderão pesquisar o valor energético dos respetivos alimentos em rótulos de embalagens alimentares ou listas dietéticas e interpretar dados que relacionem despesas energéticas do organismo em diferentes condições físicas. Outra atividade de pesquisa consiste no estudo de situações de risco para a saúde, devido a fatores nocivos como droga, tabaco e álcool, a partir da qual os alunos têm ocasião de procurar influências no organismo, na degradação das relações familiares e sociais e propor campanhas de sensi-bilização na escola e no meio local.

Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (2001)

Terra em transformação

Mundo vivo Energia

Mundo material

Mundo natural

O que existe na Terra

Diversidade Complexidade Fenómenos

Terra

em transformação

Dinâmica Dinâmica externa Dinâmica interna Equilíbrio dinâmico

(15)

Competências específicas:

• Identificação de relações entre a diversidade de seres vivos, seus comportamentos e a diversidade ambiental.

• Reconhecimento que, dadas as dimensões das células, há necessidade de utilizar instrumentos adequados à sua observação.

• Utilização de critérios de classificação de materiais e de seres vivos.

• Explicação da dinâmica da Terra com base em fenómenos e transformações que ocorrem.

• Planificação e realização de investigação envolvendo a relação entre duas variáveis, mantendo outras constantes.

• Compreensão da importância de se questionar sobre transformações que ocorrem na Terra e de analisar as explicações dadas pela Ciência.

A propósito da diversidade nas plantas sugere-se, por exemplo, a organização de um herbário que os alunos completem progressivamente. A influência de alterações do meio sobre os seres vivos pode ser constatada por observação direta, por exemplo, da modificação das folhas das árvores ao longo do ano ou por investigação bibliográfica sobre a migração ou a hibernação.

Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (2001)

Para o desenvolvimento da primeira competência destacada para este tema – Planificação e realiza-ção de investigarealiza-ção envolvendo a relarealiza-ção entre duas variáveis, mantendo outras constantes – o projeto Fazer Ciênciacontribui especialmente com a rubrica “Vamos investigar”, que compreende as atividades de caráter experimental.

Embora nas primeiras atividades sejam apresentadas todas as indicações para a realização da expe-riência (“material”, “o que vamos mudar”, “o que vamos manter”, “o que vamos observar/medir” e “pro-cedimento”), estamos cientes e defendemos que é de extrema importância o desenvolvimento de

competências de planificação. Cabe, aqui, ao professor um papel determinante. Como tal, a rubrica

contempla sugestões para o professor na margem. Salientando a importância do desenvolvimento daquelas competências, é sugerido ao professor que, antes de chamar a atenção da turma para a sec-ção ”PLANEAR”, solicite aos alunos uma explicitasec-ção da forma como procederiam e que material utiliza-riam para levar a cabo uma experiência que permita chegar a conclusões acerca da questão em causa. Este incitamento junto dos alunos irá ajudá-los a estruturar formas de pensar. A longo prazo, o objetivo é que dominem uma metodologia científica na abordagem de uma determinada questão. Acreditamos que, tão ou mais importante do que conhecer a resposta a essa questão, é saber como proceder para chegar à resposta.

É nesta perspetiva que se apresenta a rubrica “Vamos investigar” que, de forma progressiva, se vai tornando mais “aberta”. No início são fornecidas todas as informações necessárias para levar a cabo a atividade investigativa, mas, tendo em vista o desenvolvimento das competências atrás referidas, essas informações vão deixando de ser inteiramente fornecidas para passarem progressivamente a ser mais pensadas, exploradas e registadas pelo aluno com o apoio do professor.

(16)

Sustentabilidade na Terra

Competências específicas:

• Reconhecimento de que a intervenção humana na Terra é fundamental para a obtenção dos alimentos e da energia necessária à vida.

• Compreensão de como a intervenção humana na Terra pode afetar a qualidade da água, do solo e do ar, com implicações para a vida das pessoas.

• Discussão da necessidade de utilização dos recursos hídricos e geológicos de uma forma sustentável.

• Identificação de medidas a tomar para a exploração sustentável dos recursos.

• Planificação e implementação de ações visando a proteção do ambiente, a preservação do património e o equilíbrio entre a natureza e a sociedade.

Sugere-se que os professores envolvam os alunos em tarefas como a análise de processos indus-triais, quer de purificação de águas (visitas a estações de tratamento), quer ligados à alimentação (visita a fábricas de produtos alimentares). Os alunos têm oportunidade de efetuar atividades experimentais sobre as características dos diferentes solos e sobre as propriedades físicas e químicas da água da sua região. Os alunos poderão analisar informação sobre a existência de pedreiras e minas, discutindo o impacte na região. Discussão de questões e problemas relativos à importância das zonas verdes e da sua preser-vação constitui outro aspeto a explorar.

Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (2001) Recursos

Científico--tecnológica Económica

Ética

Política Ecossistemas Sociedade

Custos, benefícios e riscos Intervenção com implicação

Sustentabilidade

na Terra

Mudança global

Tempo atmosférico

Exploração Transformação Aplicação

Música

Telecomunicações

Novos materiais Diagnóstico médico Gestão sustentável

(17)

Metas de aprendizagem de Ciências

da Natureza – 6.

o

ano

O Ensino Básico constitui o segmento do sistema educativo responsável por garantir a todos os cida-dãos uma educação de base sólida e de qualidade que lhes permita integrar-se na vida social de forma equitativa, quer na prossecução de estudos quer na futura inserção no tecido socioprofissional.

No 2.º Ciclo, numa lógica de articulação vertical, estabelecem-se no currículo áreas do saber já mais específicas mas, no geral, integradoras de mais do que um saber disciplinar. Pretende-se neste Ciclo promover nos alunos a gradual especialização dos conhecimentos, mas acentuando a sua integração em unidades curriculares que visibilizem a construção complementar do conhecimento.

As Metas de Aprendizagem de Ciências pretendem traduzir e enunciar as aprendizagens que os alu-nos devem ser capazes de alcançar e de evidenciar, de forma explícita, no final de cada um dos três Ciclos da Escolaridade Básica. Na construção dos enunciados das Metas teve-se em conta a caracteri-zação das disciplinas curriculares envolvidas, bem como os princípios organizadores do Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (ME-DEB, 2001) e ainda os Programas das res-petivas áreas disciplinares e disciplinas.

Em www.metasdeaprendizagem.min-edu.pt

As Metas de Aprendizagem não são vinculati-vas, mas pretende-se que sejam referências orientadoras para o trabalho dos professores, em cada disciplina e nível de ensino, e que ajudem a informar alunos, pais e sociedade em geral acerca daquilo que o Ministério da Educação espera que seja aprendido pelos alunos. É assumido que as Metas podem ser ajustadas por cada escola, de acordo com as suas especificidades e no con-texto da sua autonomia pedagógica.

Mantêm-se os quatro temas organizadores do Currículo Nacional do Ensino (CNEB) – “Terra no Espaço”, “Terra em Transformação”, “Sustentabilidade na Terra” e “Viver melhor na Terra”. No CNEB, cada um destes temas incluía subtemas e cada subtema continha vários tópicos. No contexto das Metas de Aprendizagem, cada tema do CNEB corresponde a um domínio e cada subtema do CNEB corresponde a um subdomínio. Para cada subdomínio existe uma meta final de ciclo. Para cada tópico existe uma meta intermédia.

(18)

Na tabela seguinte apresentam-se as 11 metas finais relativas ao 2.º Ciclo, enquadradas nos respeti-vos domínios e subdomínios, bem como o ano de escolaridade em que se espera que sejam atingidas. (As metas intermédias, por serem numerosas, não foram aqui incluídas. Poderão ser consultadas no sítio do Ministério da Educação, www.metasdeaprendizagem.min-edu.pt.)

Domínio Subdomínio Meta fina Ano

T

e

rra no

Espaço

Terra no Sistema Solar

1. O aluno estabelece relações entre diferentes componentes e ambientes do Planeta e explicita os seus contributos para a vida e o equilíbrio dinâmico da Terra.

5.º

T

erra em

T

ransformação

O que existe na Terra

2. O aluno reconhece e interpreta a diversidade de ambientes, seres vivos, materiais e fenómenos existentes na Terra, alguns deles essenciais para a vida.

5.º

Dinâmica da Terra

3. O aluno explica a dinâmica da Terra com base na multiplicidade de transformações que ocorrem no seu interior e exterior, especialmente na litosfera. 5.º Sustentabilidade na T e rra

Mudança Global 4. O aluno relaciona ocorrências e catástrofes naturais com

mudanças no estado do tempo. 5.º

Custos, Benefícios e Riscos

5. O aluno explica os principais fatores de poluição da água, do ar e do solo, os impactes dessa poluição e a

necessidade da preservação dos ecossistemas.

6.º

Intervenção com Implicação

6. O aluno reconhece e divulga medidas e ações tomadas e a

tomar na defesa de ecossistemas. 5.º

Recursos e Gestão Sustentável

7. O aluno reconhece e sistematiza o papel da Ciência e da Tecnologia na exploração e transformação dos recursos hídricos e geológicos, os impactes dessa exploração e transformação e lista medidas para a preservação desses recursos. 6.º V iver melhor na T e rra Organismo Humano

8. O aluno identifica os carateres sexuais (primários e secundários) e explica as funções principais dos órgãos bem como as funções vitais de sistemas humanos.

6.º

Saúde e Segurança

9. O aluno identifica agressões do meio e explica a sua influência no equilíbrio natural e na integridade dos organismos.

6.º

Qualidade de Vida

10. O aluno relaciona uma alimentação equilibrada com qualidade de vida e explica o papel das plantas para a vida no Planeta.

6.º

Materiais

11. O aluno sistematiza propriedades do solo, do ar e da água, verificadas por via experimental e manipula dispositivos em projetos e investigações.

(19)

C ont eúdos Objetiv os Númer o de aulas previs tas Observ ões/ Suges tões met odológicas Termos/ C onc eit osPROCESSOS VIT

AIS COMUNS AOS

SERES VIVOS

TROCAS NUTRICIONAIS ENTRE O ORGANISMO E O MEIO:

Nos Animais: • Os alimentos como veículo de nutrientes. – Como escolher os nossos alimentos?

Órgãos do sistema digestivo do Homem – digestão como pr

ocesso

de obtenção de nutrientes.

Características do sistema digestivo em função do r

egime alimentar dos

animais. • Cir culação do ar: – Movimentos r espiratórios – ar inspirado e ar expirado. – Sistema r espiratório – pulmões e vias r espiratórias. – Sistema r espiratório de um peixe. • T

ransporte de nutrientes e oxigénio até às células: O sangue – importância dos seus constituintes. A cir

culação do sangue – coração e

vasos sanguíneos.

Compr

eender que a vida dos

ser

es é assegurada pela

realização de funções específicas.

• Compr eender que as funções vitais r equer em energia. •

Reconhecer a interação dos difer

entes sistemas na

unidade do organismo.

Compr

eender conceitos de

morfologia e fisiologia humana necessários à abor

dagem de pr

oblemas de

saúde.

12 6 6 9

Salientar a importância de fazer escolhas face à alimentação. Listar publicidade sobr

e este assunto. Pr

opor “jogos de publicidade” no qual

as equipas organizadas r

efer

em vantagens ou desvantagens de

praticar uma boa escolha de alimentos.

Elaboração de uma lista de alimentos de que mais gosta ou que mais lhe desagrada, verificando se gosta de algum alimento de cada um dos grupos da “Roda dos Alimentos”.

Pr

opor a análise dos rótulos de embalagens de alimentos, atendendo

ao período de validade, existência de corantes, conservantes, ...

Num conjunto de ementas, identificar as que são equilibradas.

Através da consulta de tabelas de composição de alimentos r

eferir

alguns de origem animal/vegetal particularmente ricos em vitaminas.

Referir características do sistema digestivo dos animais r

elacionadas

com o r

espetivo r

egime alimentar (características do estômago dos

ruminantes, comprimento do intestino, tubo digestivo das aves).

Através de atividades experimentais e consulta de tabelas adequadas, comparar a composição do ar inspirado com a do ar expirado.

Observação dos órgãos do sistema r

espiratório de um mamífer o e de um peixe. • Pode r ecorr er

-se à utilização de alguns diapositivos da coleção “Estudo

do sangue — Série I” pr

oduzida pelo Serviço de Hemoterapia do

Centr

o do Porto do IPO.

Suger

e-se a r

ealização de uma banda desenhada r

elacionando os

constituintes do sangue com as r

espetivas funções.

Observar análises de sangue: númer

o de glóbulos vermelhos e

glóbulos brancos.

Dissecação do coração de um mamífer

o (utilizar órgãos de animais

mortos para consumo alimentar).

• Observação micr oscópica de capilar es na membrana inter digital da rã. • Suger e-se a interpr etação de r esultados de experiências r ealizadas

com porções de órgãos colhidos em animais r

ecentemente mortos.

• Alimento. • V

itamina.

• Alimentação equilibrada. • Nutrientes. • T

ubo digestivo.

• Sucos digestivos. • Glândulas. • Digestão. • Bolo alimentar

.

• Quimo. • Quilo. • Absorção. • Papo. • Estômago

composto

(ex.: ruminantes).

• Inspiração. • Expiração. • Hematose. • V

ias r

espiratórias.

• Opér

culo.

• Câmara branquial. • Sangue. • Hemácias. • Leucócitos. • Plaquetas. • Plasma. • Sangue venoso. • Sangue arterial. • Artéria. • V

eia. • Capilar . • Cir culação. • Respiração.

Pr

ogr

ama da disciplina de Ciências da Natur

eza – 6.

(20)

C ont eúdos Objetiv os Númer o de aulas previs tas Observ ões/ Suges tões met odológicas Termos/ C onc eit os • Utilização de nutrientes na pr odução de energia. – Evidências da r espiração celular . – Relação entr e atividade física e consumo de nutrientes. • Eliminação de pr odutos da atividade celular . – Principais pr odutos de excr eção. – Br eve r

eferência à pele e aos órgãos

do sistema urinário.

Nas Plantas: • Como se alimentam? –

Captação de água e sais minerais.

– A água e os sais minerais na planta. – As plantas elaboram o seu alimento. – Fotossíntese.

Fator es intervenientes na atividade fotossintética. Produtos r esultantes. – Acumulação de r eservas. •

Importância das plantas para o mundo vivo. – As tr

ocas gasosas nas plantas –

qualidade do ar

.

As plantas, fonte de alimento e de matérias-primas.

• Assumir

-se

como

consumidor informado na escolha de alimentos e outr

os pr

odutos.

Reconhecer a importância das plantas na manutenção da vida.

13

Interpr

etar dados que r

elacionam despesas energéticas do organismo

em difer

entes condições físicas.

Pesquisar em rótulos de embalagens alimentar

es ou listas dietéticas o

valor energético dos r

espetivos alimentos.

Atividades experimentais r

elativas à captação da água e sais minerais

e cir

culação da seiva.

Realização de experiências r

elativas à fotossíntese, por exemplo testar

a pr

esença de amido em folhas de plantas colocadas r

espetivamente à

luz e na obscuridade.

Fazer uma listagem de órgãos de plantas que se costumam utilizar na nossa alimentação por ter

em substâncias de r

eserva e pesquisar neles

a pr

esença de amido (por exemplo na batata, na água do arr

oz...).

• Pesquisar a importância das zonas ver

des.

Referência às tr

ocas gasosas com o ambiente no que r

espeita à

respiração e fotossíntese nas plantas.

Recolher informação, por exemplo das várias fases do fabrico da pasta de papel desde o derrube da árvor

e até à fase final.

• Suor

.

• Urina. • Seiva bruta. • Seiva elaborada. • Fotossíntese. • T

ranspiração.

(21)

C ont eúdos Objetiv os Númer o de aulas previs tas Observ ões/ Suges tões met odológicas Termos/ C onc eit os

• TRANSMISSÃO DA VIDA: • Repr

odução humana e cr escimento. – Carater es sexuais. – Sistema r epr odutor . –

Fecundação e desenvolvimento do feto.

O nascimento e os primeir

os anos

de vida – sua importância.

• Repr

odução nas plantas.

Repr

odução por sementes.

Polinização, frutificação e disseminação.

Germinação das sementes.

Repr

odução das plantas sem flor

repr

odução por espor

os.

AGRESSÕES DO MEIO E INTEGRIDADE DO ORGANISMO.

• OS

MICRÓBIOS:

• Micróbios causador

es de doenças.

Meios de defesa contra as agr

essões micr obianas – a pr evenção da doença. • Compr eender que a repr

odução, função comum

aos ser es vivos, assegura a continuidade da V ida. • Identificar transformações que ocorr em no organismo durante a puber dade. •

Reconhecer que a sexualidade humana envolve sentimentos de r

espeito por

si próprio e pelos outr

os. Compr eender a importância do conhecimento de micr organismos causador es de doenças de modo a pr evenir os seus efeitos. 12 10 9 • Abor dar

, com prudência, os assuntos r

elacionados com este tema

lendo em atenção aspetos éticos e afetivos, pois a sexualidade é uma realidade global e multifacetada que envolve toda a personalidade humana ao longo da vida.

É importante que a informação científica seja simples, pr

ecisa e

coer

ente para constituir o apoio necessário à interpr

etação de

fenómenos ligados à transmissão da vida.

Observação de videogramas/fotografias, r

elativos à fecundação em

diversos animais. Se possível, observar a fecundação em ouriços-do

--mar com material natural.

A pr

oblemática da influência de vários fator

es nos primeir

os anos de

vida poderá ser abor

dada em mesa r

edonda com a pr

esença de pais,

alunos e técnicos de saúde. As conclusões poderão ser divulgadas em jor

nal de par

ede ou jor

nal da escola.

Poderão ser feitas observações ao micr

oscópio de grãos de pólen.

Salientar a importância dos insetos e do vento na polinização e na disseminação das sementes.

Investigar

, experimentalmente, fator

es indispensáveis à germinação.

Organizar um painel com alguns tipos de plantas em difer

entes

estados de desenvolvimento.

Suger

e-se a observação de espor

os como, por exemplo, os dos fetos

e os do bolor de pão.

O estudo deste tema criará novas situações para se desenvolver o amor e o r

espeito pelo ambiente e pelos ser

es vivos.

Observação de micróbios causador

es de doenças em diapositivos ou

material fotográfico.

Com base em dados for

necidos (textos, diapositivos, notícias de

jor

nais, entr

evistas,...) concluir os malefícios pr

ovocados por micróbios

patogénicos em animais e plantas.

Referindo exemplos, r

elacionar a integridade do organismo com a

existência de micróbios úteis.

Salientar o papel das vacinas e os cuidados a ter quando existe perigo de contágio.

• Carater es sexuais primários e secundários. • Órgãos sexuais masculinos. •

Órgãos sexuais femininos.

• Óvulo. • Espermatozoide. • Fecundação. • Filete, antera, grão de pólen. • Estilete, estigma. • Polinização. • Disseminação. • Espor

os.

• Micróbio patogénico. • V

acina.

(22)

C ont eúdos Objetiv os Númer o de aulas previs tas Observ ões/ Suges tões met odológicas Termos/ C onc eit os

• HIGIENE E PROBLEMAS SOCIAIS: • Higiene pessoal. • O tabagismo. O alcoolismo. Outras dr

ogas.

• A poluição.

A

valiar a coerência entr

e o

conhecimento e a prática no que r

espeita a r egras de higiene. • Compr eender a importância de estar em r elação

harmoniosa consigo próprio e com o meio que o r

odeia.

Compr

eender que o uso de

dr ogas afeta os pr ocessos vitais e as r elações sociais. •

Conhecer as principais manifestações de poluição tendo em vista pr

oteger a

saúde e a integridade do meio.

Assumir uma atitude responsável pelo equilíbrio de que depende a saúde do agr

egado humano.

8

É importante considerar certas r

egras de higiene apesar de já

anteriormente abor

dadas (higiene dentária, horas de sono, atividade

física, etc.). Os jovens pr

eocupam-se com a mudança que neles se

opera — novas r

egras de higiene são condicionadas pelas mudanças

fisiológicas. O pr

ofessor deve ser um animador

, sobr

etudo um

facilitador de um clima de confiança e r

espeito sobr

e certos aspetos

de higiene corporal. Poderá ser abor

dado o pr

oblema da SIDA.

A partir da observação e r

ealização de entr

evistas, colher informações

sobr

e as condições de higiene dos lugar

es habitados, (escolas, casas,

fábricas, bibliotecas, bar

es,...) determinando a sua adequação às

recomendações sanitárias e r

equisitos legais.

Elaboração de quadr

os com normas fundamentais de higiene.

Sempr

e que seja oportuno, fazer r

eferência à possibilidade de

pr

evenção do cancr

o.

Por um "jogo de associação de ideias", convidar os alunos à elaboração de um quadr

o coletivo, escr

evendo ou desenhando tudo o

que, para eles, evoca a palavra "Dr

oga".

Realizar pequenos trabalhos de investigação sobr

e as difer

entes

dr

ogas (tipos, efeitos). Recolha de questões r

elativas ao uso de

dr

ogas. Convite a um técnico para abor

dar este assunto.

Salientar que cada indivíduo pode ser um agente poluidor nas suas atividades quotidianas. Identificar os agentes poluidor

es do meio e

enunciar formas de o melhorar no seu comportamento de todos os dias, tendo em vista o possível esgotamento dos r

ecursos da T

erra.

• Higiene. • Dr

(23)

Ciência Simples

Há ferro nos teus cereais?

Material necessário:

Cereais de pequeno-almoço enriquecidos com ferro (quanto mais elevado o conteúdo, melhor)

Uma taça de plástico

Colher, ou pilão, para esmagar os cereais (ou, me -lhor, um liquidificador)

Água quente

Um íman muito forte

Papel branco limpo

Um saco de plástico transparente e que possa vedar-se

Procedimento:

1.Enche cerca de dois terços da taça com cereais e, com a colher ou o pilão, reduz os cereais a pó fino (quanto mais fino o pó, melhores serão os resultados).

2.Despeja os cereais em pó para o saco de plástico e junta água quente até que o saco fique cheio.

3.Deixa a mistura repousar durante 15 a 20 mi -nutos.

4.Inclina suavemente o saco, para que os cereais se acumulem num dos lados, e encosta o íman ao exterior do saco, perto dos cereais, deslocando-o até à base (pois o ferro tende a afundar-se).

5.Inclina o saco para o outro lado, para que os cereais saiam da zona onde está o íman.

6.Observa a zona onde está o íman.

7. Se usares um liquidificador, fá-lo com a super-visão de um adulto. Coloca os cereais no copo misturador e junta água quente. Aguarda 15 a 20 minutos, para que os cereais amole-çam, e depois mistura tudo. Enquanto o liqui-dificador estiver a funcionar, coloca o íman no exterior do copo e mantém-no aí quando des-ligares o aparelho.

A ciência dos cereais com ferro…

Verás que o íman vai, realmente, atrair pequenas partículas de ferro, o mesmo metal que é usado para fazer pontes, facas, arames e tantos outros objetos! O ferro é um dos minerais essenciais ao nosso organismo e é por isso que é adicionado a muitos alimentos. Ele entra na constituição de uma proteína muito importante para nós, a hemoglobina, que existe nos glóbulos vermelhos. O san-gue é vermelho porque contém hemoglobina.

Se a nossa dieta for pobre em ferro, o número de glóbulos vermelhos baixa. Como a sua função é transportar oxigénio, e como o oxigénio é responsável pela obtenção de energia, a falta de ferro causa uma doença que provoca grande fraqueza muscular e que pode ser muito grave: a anemia.

(24)

Ciência Simples

Qual é a tua capacidade pulmonar?

Material necessário:

Um recipiente grande de plástico transparente (um garrafão de 5L de água, por exemplo)

Um tubo de borracha ou de plástico, com cerca de 90 cm de comprimento

Um marcador que escreva no plástico

Um copo graduado de cozinha

Um lápis e um bloco de apontamentos

Um lavatório de casa de banho

Procedimento:

1.Utiliza o copo graduado para encher o reci-piente com água. Cada vez que deitares 500 mL faz uma marca no recipiente. Repete isto até encheres o recipiente.

2.Tapa o ralo do lavatório e enche-o de água até cerca de dois terços da sua capacidade.

3.Tapa bem com a mão a abertura do recipiente (para que a água não caia), inverte-o e coloca-o dentro do lavatório, apoiado no fundo. Retira a mão (a água mantém-se den-tro do recipiente).

Nota – Se o recipiente for demasiado pesado

para ti, pede ajuda a uma pessoa mais velha.

4.Pede a alguém que segure no recipiente. Introduz uma extremidade do tubo no reci-piente (este deve continuar apoiado no fundo do lavatório) e mantém o tubo nessa posição.

5.Coloca a outra extremidade do tubo na boca e expira. O ar que expiras vai formar bolhas dentro do recipiente, forçando a saída de um volume igual de água.

A ciência da capacidade pulmonar…

O volume máximo que um adulto consegue expirar é de 4 a 5 litros. No entanto, na respiração calma ele não ultrapassa meio litro. Como é natural, essa capacidade depende também do tamanho da pes-soa. Assim, as crianças têm uma menor capacidade do que os adultos.

O volume total de ar contido no sistema respiratório é de 6 a 7 litros, mas não é possível expulsar todo esse ar ao expirar, pois existe sempre uma quantidade de ar que permanece dentro dos alvéolos pulmonares e das vias respiratórias.

6. Olha para as marcas que fizeste no recipiente e vê que volume de ar expiraste. Anota esse valor.

7. Torna a encher o recipiente e repete a expe-riência, mas, desta vez, inspira fundo antes de expirares e expira até ao máximo da tua cidade. Anota o novo volume de ar expirado. Repete esta operação três vezes, anota os valores obtidos e calcula a média entre eles.

8. Repete a experiência, pedindo agora ao teu companheiro ou a outra pessoa que expire. Repete a experiência três vezes, anota os valores obtidos e calcula a média entre eles. Por fim, compara os valores médios e as duas capacidades pulmonares.

(25)

Ciência Simples

O balão impossível de encher!

Material necessário: Um balão de borracha

Uma garrafa vazia

Procedimento:

1.Introduz o balão dentro da garrafa, deixando de fora a sua abertura.

2.Cobre o gargalo da garrafa com a abertura do balão.

3.Sopra para dentro do balão, tentando enchê-lo.

A ciência da pressão do ar…

Surpreendentemente, verificas que não consegues encher o balão, o mesmo balão que seria tão fácil de encher fora da garrafa… Porque será?

Se o balão não se enche é porque alguma força o impede. Essa força é exercida pelo ar que se encontra dentro da garrafa. Como este ar ocupa todo o espaço da garrafa, ele oferece resistência à entrada de mais ar que se tente introduzir. E esta resistência é bastante grande, pois consegue ter mais força do que nós quando sopramos no balão!

Isto não acontece quando um balão é cheio normalmente, porque, nesse caso, o ar que envolve o balão é empurrado quando o balão começa a inchar, já que não existe uma garrafa que o obrigue a ficar no mesmo sítio. Este fenómeno está relacionado com uma propriedade dos gases: tendem a ocupar todo o espaço disponível.

Esta pequena experiência mostra um aspeto fundamental do funcionamento do sistema respiratório: para que o ar entre nos pulmões é necessário que se aumente o volume destes, permitindo que ar vá ocupar o espaço criado. Esse aumento de volume dos pulmões é conseguido pela contração dos mús-culos que delimitam a caixa torácica: o diafragma e os músmús-culos intercostais. Quando estes músmús-culos se contraem, o volume da caixa aumenta e o dos pulmões aumenta também. O ar contido nos pulmões fica assim com uma pressão menor do que a pressão atmosférica (a pressão do ar exterior). Então, o ar exterior move-se para dentro dos pulmões, devido à diferença de pressões: ocorre uma inspiração!

(26)

Ciência Simples

Ovos sem casca!

Material necessário: Duas taças pequenas

Dois ovos

Água

Vinagre

Procedimento:

1.Enche uma das taças com água e coloca lá dentro um dos ovos.

2.Enche a outra taça com vinagre e coloca lá dentro o outro ovo.

A ciência das cascas dissolvidas…

O resultado esperado desta experiência é o desaparecimento da casca do ovo colocado em vinagre, mas não da casca do ovo colocado em água. Que terá acontecido à casca?

Se observaste com atenção o que acontecia ao ovo colocado em vinagre, pudeste verificar que se foram formando pequenas bolhas de gás na sua casca, que depois se libertaram e subiram até alcançar o ar. Essas bolhas revelam aquilo que aconteceu…

A casca do ovo é formada por carbonato de cálcio, uma substância presente em muitas partes duras dos animais, como as conchas das amêijoas e dos caracóis e as carapaças dos camarões. O carbonato de cálcio, apesar de ser duro, é vulnerável à ação dos ácidos, que o conseguem transformar. Como o vina-gre contém ácido acético, a casca do ovo começa a ser atacada por ele e vai-se dissolvendo. As bolhas que se formam são de dióxido de carbono, que se forma e liberta sempre nesta transformação química.

No nosso corpo esta transformação do carbonato de cálcio por ação de ácidos também pode ocor-rer. Os nossos dentes são ricos em carbonato de cálcio. Quando não lavamos os dentes depois das refeições, permitimos que as bactérias que vivem sobre eles se alimentem dos resíduos alimentares que não retirámos. Acontece que essas bactérias, ao alimentarem-se, libertam ácidos. Estes ácidos, ao toca-rem nos dentes, começam a desgastá-los (tal como acontece com a casca de ovo no vinagre), criando pequenos buracos, que são as cáries.

Se te lembrares da casca de ovo que desapareceu, nunca terás dúvidas sobre a necessidade de lavares sempre os dentes após as refeições!

3. Está atento a alguma alteração que, daí para a frente, se observe na superfície dos ovos.

(27)

Ciência Simples

Um labirinto para plantas

Material necessário:

Uma caixa de cartão (de sapatos, por exemplo)

Dois pedaços de cartão (com a mesma largura e altura da caixa)

Feijões (colocados de molho 24 horas antes)

Tesoura

Recipiente com terra

Água

Procedimento:

1.Faz uma janela grande numa das extremida-des da caixa.

2.Faz uma janela em cada pedaço de cartão, mais próximo de um dos topos.

3.Coloca algumas sementes no recipiente com terra e rega-a.

4.Adapta um dos pedaços de cartão à caixa, a um terço do seu comprimento.

5.Coloca a caixa na vertical e põe o recipiente com as sementes na sua base.

6.Põe a tampa na caixa e coloca-a num local iluminado.

7.Quando as plantas tiverem crescido até ao primeiro pedaço de cartão, coloca o segundo mais acima (a dois terços de altura), com a janela no lado oposto ao da primeira.

8.Acompanha o crescimento das plantas e obser -va a forma como cresce.

A ciência das plantas inclinadas…

Esta experiência mostra que as plantas conseguem encontrar o seu caminho num “labirinto” quando o seu objetivo é chegar à luz!

A luz é essencial para que as plantas realizem a fotossíntese. Se as plantas não realizam adequada-mente a fotossíntese, deixam de fabricar matéria orgânica (o seu alimento) e não sobrevivem. Por essa razão, muitas delas têm a capacidade de se inclinarem na direção da luz. A este comportamento chama-se

fototropismo positivo.

Na caixa de sapatos, a planta foi contornando os obstáculos que se situavam entre ela e a luz, para conseguir escapar à escuridão em que se encontrava!

(28)

Ciência Simples

Uma caneca de… bolo!

Material necessário: Uma caneca Uma colher Um garfo Um forno micro-ondas Um avental Ingredientes necessários:

4 colheres de farinha com fermento 4 colheres de açúcar

2 colheres de chocolate em pó 2 colheres de leite

1 ovo

Antes de começares, não te esqueças de colocar um avental!

Procedimento:

1.Deita na caneca a farinha, o açúcar e o cho-colate em pó. Mistura bem com a ajuda de um garfo.

2.Adiciona o ovo e o leite. Mistura tudo muito bem com a ajuda do garfo.

3. Põe a caneca no micro-ondas (a 600 W), liga-o durante três minutos e espera um pouco. Tem cuidado, pois está muito quente e podes queimar-te! Tens de aguardar que arrefeça. Observa o resultado.

A ciência do bolo instantâneo…

Como pudeste constatar, a mistura cresceu dentro da caneca e transformou-se num apetitoso bolo! Porque é que aconteceu isto? O responsável é o fermento contido na farinha. Ao ser aquecido, o fer-mento liberta dióxido de carbono, um gás que, ocupando espaço no meio da massa, faz o bolo crescer. Por outro lado, o bolo ficou sólido. O responsável por essa transformação é o ovo. Sempre que um ovo é aquecido (cozido, frito, etc.), a sua clara passa ao estado sólido. O micro-ondas aqueceu o ovo e ele, solidificando, fez com que toda a massa solidificasse também.

(29)

1.Quais são as origens naturais dos alimentos? Seleciona a opção correta.

2.A figura representa um modelo anatómico do corpo humano.

2.1Faz corresponder cada número da figura ao respetivo órgão.

2.2Indica o nome de um órgão pertencente ao sistema digestivo.

______________________________________________________________________________________________

2.3A que sistema pertencem os pulmões?

______________________________________________________________________________________________

2.4Qual é o órgão que trabalha sem parar impulsionando o sangue para todas as partes do corpo?

______________________________________________________________________________________________

2.5Onde é produzida a urina?________________________________________________________________________

3.A pele é o maior órgão do nosso corpo e tem de ser protegido da radiação solar intensa. Indica dois cuidados a ter com a pele.________________________________________________________________________________________

4.Indica se o animal da figura é um animal ovíparo ou vivíparo. Justifica.

__________________________________________________________________________________________________

4.1Na reprodução sexuada intervêm… (seleciona a opção correta)

Nome ________________________________________ N.o______ Turma ______ Avaliação _________________________

Data ___ / ___ / ___ Prof. ___________________________________ Enc. Educ. ____________________________________

FICHA DE DIAGNÓSTICO

Intestino grosso Pulmão Intestino delgado Coração Estômago Fígado

Origem vegetal e animal Origem vegetal e mineral

Origem vegetal, animal e mineral

… dois indivíduos diferentes: masculino e feminino. … dois indivíduos iguais.

… dois indivíduos de espécies diferentes.

1 3 2 4 5 6

(30)

FICHA DE DIAGNÓSTICO

5.As plantas são indispensáveis à vida na Terra! Quais são as funções da raiz das plantas?

__________________________________________________________________________________________________

6.Foi realizada uma experiência que está ilustrada ao lado.

6.1Por que razão a vela se apagou em B?

__________________________________ __________________________________ __________________________________

6.2Podemos afirmar que o oxigénio alimenta as combustões? Justifica a tua resposta com base na experiência.

______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________

7.Muitos dos materiais que utilizamos no dia a dia são produzidos a partir de matérias-primas vindas das plantas. Indica para cada caso a planta de origem.

7.1Reciclar papel é importante? Porquê?

______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________

8.Uma vez caídas no solo, as sementes podem dar origem a novas plantas.

8.1Que nome se dá ao aparecimento de uma nova planta a partir do embrião de uma semente?

____________________________________________________________

9.Explica porque foi útil a invenção do microscópio para a Ciência.

________________________________________________________________ ________________________________________________________________

10.Completa os espaços da seguinte frase com os termos corretos.

Os seres _____________________são formados por uma única célula e os seres pluricelulares são formados por

_________________________.

11.Indica dois exemplos de higiene pessoal praticados no teu dia a dia.

___________________________________________________________________________________

12.Refere dois efeitos negativos provocados pelo tabaco.

___________________________________________________________________________________

A B C

Referências

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