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GQ Unid1 2 Cabanas 2015

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Gestão da Qualidade

Profa. Ms. Ana Cabanas

Aula 1

-Plano de Ensino e Aprendizagem (PEA)

Unidade1

História da Qualidade

Unidade 2

Perspectivas da Qualidade

1854 = FLORENCE NIGHTINGALE

 Guerra da Crimeia = Grã Bretanha  Feridas eram atendidos sem

nenhuma higiene e critério

GEORGE, J. B. et al. Teorias de Enfermagem. Os fundamentos para a prática profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. p.38-48.

DAMA DA LÂMPADA

 Definiu critérios de qualidade  Melhor atendimento ao pacientes

GEORGE, J. B. et al. Teorias de Enfermagem. Os fundamentos para a prática profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. p.38-48.

FLORENCE

 Heroína da Guerra de Crimeia  Resultados de melhoria dos pacientes

 Físicos = Higiene do local, ar (ventilação), Água Potável, Drenagem adequada, Iluminação adequada, calor suficiente, controle de ruído, Controle de eflúvios (odores nocivos), alimentação

 Sociais = respeito mútuo

 Psicológicos = Stress físico = Medicamentos originados de plantas, animais e minerais

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Conceito de Qualidade

 Roupa

– firmeza do tecido, suportável ao uso e lavagem constante, não deforma, não desbota, acabamentabilidade, etc.

 Eletrodoméstico

– praticidade, facilidade de manuseio, servibilidade, durabilidade, economiabilidade, segurabilidade, etc.

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Conceito de Qualidade

 Roupa

– firmeza do tecido, suportável ao uso e lavagem constante, não deforma, não desbota, acabamentabilidade, etc.

 Eletrodoméstico

– praticidade, facilidade de manuseio, servibilidade, durabilidade, economiabilidade, segurabilidade, etc.

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Conceito de Qualidade

 Cinema

– Fotografia do filme agradável, trilha sonora, emocionante, atores convincentes, história, enredo, continuísmo, edição, áudio, imagem, etc.

 Restaurante

– Higiene, sabor, atendimento, agilidade, polidez, prontidão, estética, alinhamento do uniforme, flexibilidade de pagamento, pedido a contento\b,

etc.

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Pós II Guerra Mundial  Fatores da Qualidade – Redução de custos - Aumento de produtividade - Satisfação dos clientes  Aspectos da Qualidade

– Logística Integrada (Input + manufatura + Output) - Meio ambiente

- Sociedade

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Qualidade diminui custos – Evita desperdício - Reduz tempo de produção

- Gera menos estresse e mais satisfação ao colaborador

 Planejamento da Qualidade – Preocupação

- Processo produtivo

- Controle e Inspeção só apontam erros - Recall

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30 PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Premissas da Qualidade Implica Ética Começa antes da Produção Não gera custos

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FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE (FNQ). Programa Nacional da

Qualidade (PNQ). 2010.

A Excelência em uma organização depende fundamentalmente da capacidade de perseguir os propósitos em completa harmonia com o ecossistema. FNQ = organizações como sistemas vivos, integrantes de ecossistemas complexos, com os quais interagem e dos quais dependem.

FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE (FNQ). Programa Nacional da

Qualidade (PNQ). 2010.

 Inspeções de produtos acabados

– Manufatura = manufacere = fazer com as mãos - Taylor = Departamentalização = Fragmentalização

- Economia de tempo

- Trabalho manual / trabalho intelectual

- Ford = linha de montagem

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Controle estatístico de qualidade

– Quanto mais sistemas de produção se demonstram eficazes quantitativamente

- Mais difícil a inspeção de todos os produtos - Walter A. SHEWART = Controle Estatístico de

Qualidade (CEQ) – 1930 – sem investigação das causas dos defeitos

- Qualidade– responsabilidade de um departamento

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Garantia da Qualidade

– 1950 – Indústria Norte americana – mais desenvolvida no mundo

- Produtos bélicos– durante Guerra - Priorizaram a quantidade e não a qualidade - Japão– Qualidade Total de Joseph M. JURAN - Criação de sistemas de qualidade integrada

Inspeção -Conformidade do produto ao padrão - Inspeção do produto acabado, sem análise do processo Controle Estatístico - Inspeção por amostragem - Setores responsáveis pela qualidade - Ferramentas estatísticas para detecção de variações no processo produtivo Garantia da Qualidade - Foco na prevenção de defeitos - Envolvimento de todos os setores da empresa - Criação de sistemas de qualidade - Conceito de qualidade total TQM - Foco na gestão - Envolvimento integral - Superação das expectativas do cliente - Surgimento das normas ISO - 1980

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PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30 DEMING - Japão - Uso de controles estatísticos de qualidade - 14 pontos de Deming

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Os 14 Pontos:

1 Estabelecer a constância de finalidade para melhorar o produto e o serviço

2 Adotar a nova filosofia

3 Acabar com a dependência da inspeção em massa 4 Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos

preços

5 Ir melhorando sempre o sistema de produção e serviço 6 Instituir o treinamento

7 Instituir a liderança 8 Afastar o medo

9 Eliminar as barreiras entre as áreas e o meio 10 Eliminar slogans, exortações e metas para os empregados 11 Eliminar as cotas numéricas

12 Remover as barreiras ao orgulho da execução

13 Instituir um sólido programa de educação e desenvolvimento 14 Agir no sentido de concretizar a transformação

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

DEMING - Japão - Uso de controles estatísticos de qualidade - 14 pontos de Deming JURAN - 1979 - Instituto (EUA) - Gestão Empresarial

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Trilogia

1 Planejamento

- Considerar qualidade desejada - projetar meios para alcançá-la

2 Controle de Qualidade

- Diagnosticar erros ou boas práticas no processo

3 Aperfeiçoamento

- Propor patamares de qualidade cada vez mais altos

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

DEMING - Japão - Uso de controles estatísticos de qualidade - 14 pontos de Deming JURAN - 1979 - Instituto (EUA) - Gestão Empresarial CROSBY - Qualidade é investimento - 1979 - Consultoria e Treinamento

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Máximas

1 Programa Zero Defeito

- Fazer o trabalho direito logo da primeira vez

2 Quebrar crença generalizada

- Erros são inevitáveis

- Erros acontecem por fata de conhecimento ou atenção

3 Problemas

- Todos sabem contornar os erros

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PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Armand V. FEIGENBAUM

- 1951 - Total quality control

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Sistema efetivo

- Integra esforços de desenvolvimento, manutenção e aperfeiçoamento - Marketing, Engenharia, Produção e Serviço econômicos e que

permitam satisfação do cliente

Dez Princípios do TQM

-Processo extensivo a toda empresa - Julgamento do cliente - Custo é soma e não diferença - Zelo individual e coletivo - Modo de gerenciamento

- Qualidade e inovação mutuamente dependentes - Ética

- Exige aperfeiçoamento contínuo

- Caminho mais efetivo em custo e menos intensivo em capital = produtividade

- Implementada com sistema total associado a clientes e fornecedores

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Custos da Qualidade

-Prevenção

- Avaliação - Falhas internas - Falhas externas

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Armand V. FEIGENBAUM - 1951 - Total quality control Kaoru ISHIKAWA -Tradução da teoria norte americana à cultura japonesa

Círculos de Controle de Qualidade (CCQ)

-Pequenos grupos de colaboradores

- Conduzem, de forma voluntária, procedimentos - Democratização do controle de qualidade - Deixa fluir criatividade para resolução de problemas

- Diagrama de Causas e Efeitos

Armand V. FEIGENBAUM - 1951 - Total quality control Kaoru ISHIKAWA -Tradução da teoria norte americana à cultura japonesa Genichi TAGUCHI - Perda do produto à sociedade

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PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Interfaces de perda e custo

-Qualidade e Custos = perda que um produto causa à sociedade = quando colocado à venda

Projeto Robusto

- Concepção do produto

- Prevê variáveis que têm mais probabilidade de causar defeitos

- Trabalhá-las na produção - Evitar esses defeitos

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Vicente Falconi CAMPOS

- Gestão da Qualidade

- produto/serviço de qualidade é aquele que atende perfeitamente, de forma confiável, acessível, segura e no tempo certo às necessidades dos clientes

- Preço embutido na Qualidade

- Quanto mais atender às expectativas do cliente, maior será o valor e a competitividade

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

Oito Princípios

1) Foco no cliente 2) Liderança 3) Envolvimento de pessoas 4) Abordagem de processo 5) Abordagem sistêmica 6) Melhoria contínua

7) Abordagem factual para tomada de decisão 8) Benefício mútuo nas relações com fornecedores;

 Philip B. CROSBY

– Gerência de qualidade é meio sistemático

- Garante que as atividades organizadas aconteçam como planejado

- Previne problemas - Criam-se atitudes e controles  William Edward DEMING

– Melhora o desempenho de homens e máquinas - Melhora qualidade

- Aumenta produtividade - Propicia orgulho do que se faz

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Rose Longo – TQM

- Valoriza o homem e a capacidade de resolver problemas na hora em que acontece

- Descentraliza o controle - Equipe mais responsável e criativa

PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 1-30

 Alicerces

– Pensamento sistêmico - Aprendizado organizacional - Cultura de inovação

- Liderança e constância de propósitos - Orientação por processos e informações - Visão de futuro

- Geração de valor - Valorização das pessoas

- Conhecimento sobre o cliente e o mercado - Desenvolvimento de parcerias

- Responsabilidade social

FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE (FNQ). Programa Nacional da

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Boa noite!

Comprometimento é o segredo!

Faça a diferença você também!

Ana Cabanas

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