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PREFEITURA MUNICIPAL DE TARUMÃ

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PREFEITURA MUNICIPAL DE TARUMÃ

Processo Seletivo Simplificado Nº 002/2019 Edital 020/2019

PROVA OBJETIVA ASSISTENTE SOCIAL

Você está recebendo a FOLHA DEFINITIVA DE RESPOSTAS e o CADERNO com 50 questões. Leia cuidadosamente cada questão e escolha a resposta que você considera correta.

Preencha com seu NOME e número do RG os espaços indicados na capa deste caderno. Assine a FOLHA DEFINITIVA DE RESPOSTAS com caneta de tinta azul ou p reta.

Marque, na FOLHA DEFINITIVA DE RESPOSTAS, com caneta de tinta azul ou preta, a letra corre s- pondente à alternativa que você escolheu para cada uma das questões.

A duração da prova é de 3 horas.

Você só poderá entregar a FOLHA DEFINITIVA DE RESPOSTAS e sair do prédio depois de decorrida 1 hora do início da prova.

Você poderá levar a FOLHA INTERMEDIÁRIA DE RESPOSTAS no final deste caderno.

Ao sair, NÃO será permitido levar o CADERNO DE QUESTÕES.

Nome do candidato: RG

23-03-2019 - Tarde

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LÍNGUA PORTUGUESA

Instrução: Leia o texto a seguir e responda às ques- tões de 01 a 04.

No passado, prevaleceu por longas décadas a noção de que os indivíduos constituíam o elemento básico na construção dos blocos organizacionais e da dinâmica organizacional. O tempo, a experiência e os resultados serviram para descartar essa noção míope e errônea, e as organizações mais avançadas passa- ram a redesenhar os seus processos organizacionais, construídos sobre e ao redor de indivíduos, para r e- modelá-los inteiramente no nível de grupos de traba- lho. Um grande número de organizações está cam i- nhando rápido e definitivamente nessa direção: a ideia é sair do nível do átomo ou da molécula e pas- sar a selecionar grupos e – e não mais indivíduos –, para treinar, remunerar, promover, liderar e motivar, e uma enorme extensão de atividades organizacionais no sentido de utilizar não mais as pessoas de manei- ra confinada e isolada, mas grupos de trabalho atu- ando coesa e conjuntamente. Chegou, portanto, a hora de levar os grupos a sério.

Um grupo pode ser definido como um conjunto de dois ou mais indivíduos que estabelecem contatos pessoais, significativos e propositais, uns com os outros, em uma base de continuidade, para alcançar um ou mais objetivos comuns. Nesse sentido, um grupo é muito mais que um simples conjunto de pes- soas, pois seus membros se consideram mutuamente dependentes e interagem uns com os outros regular- mente para o alcance de objetivos no decorrer do tempo. Todas as pessoas pertencem a vários grupos, dentro e fora de organizações. Por outro lado, os administradores estão participando e liderando as atividades de muitos e diferentes grupos em suas organizações.

(CHIAVENATO, Idalberto. Administração geral e pública. 4 ed.

Barueri: Manole, 2016. p. 376.)

01. Segundo o primeiro parágrafo,

(A) a importância do indivíduo isolado, atualmen- te, está sendo melhor tratado em detrimento do grupo.

(B) apenas as organizações de grande porte per- ceberam que o trabalho com grupos de pes- soas é mais relevante para as organizações.

(C) embora grupos de trabalho não possuam uma organização adequada entre indivíduos, con- seguem trabalhar conjuntamente para deter- minado fim.

(D) procura-se, no âmbito das organizações, ho- je, sair da ideia de indivíduo para a concep- ção de grupos de trabalho.

02. De acordo com o segundo parágrafo,

(A) administradores, no cotidiano das empresas, têm que lidar com variadas situações relacio- nadas aos grupos de trabalho.

(B) um grupo é basicamente um aglomerado de pessoas, sem vínculo específico.

(C) as pessoas costumam pertencer a grupos únicos e específicos, gerando conflitos nas organizações.

(D) um grupo não está caracterizado diretamente com a continuidade ou objetivo comum. Em outros termos, basta que duas ou mais pes- soas estejam juntas para ser definida uma re- lação de grupo.

03. Analise os trechos transcritos a seguir e assinale a alternativa que apresenta uma palavra destaca- da que foi empregada em sentido próprio.

(A) O tempo, a experiência e os resultados servi- ram para descartar essa noção míope e er- rônea...

(B) ...as organizações mais avançadas passaram a redesenhar os seus processos organizaci- onais...

(C) Um grupo pode ser definido como um con- junto de dois ou mais indivíduos que estabe- lecem contatos pessoais...

(D) ...a ideia é sair do nível do átomo ou da mo- lécula e passar a selecionar grupos...

04. Assinale a alternativa que apresenta um pleonas- mo.

(A) Eu que era branca e linda, eis-me medonha e escura.

(B) [...] e disse que, se lhe não queríamos mais nada, que podíamos ir à nossa vida.

(C) Parece que o tempo vai piorar.

(D) Nós é que sabemos viver.

05. Marque a alternativa em que foram respeitadas as normas gramaticais vigentes em relação ao em- prego do sinal indicativo de crase.

(A) A medida que procurava resolver os proble- mas, mais se afundava neles.

(B) Todos foram pontuais: chegaram à uma hora e quinze minutos da tarde.

(C) O perito irá à casa em que ocorreu o famige- rado crime.

(D) O promotor não se referiu a sua avaliação sobre o caso, mas à minha.

06. Das alternativas que se seguem, assinale aquela que a preposição “com” em destaque exprime ideia de modo.

(A) Ele cortou o pão com a faca.

(B) Dancei com Marlit.

(C) Everaldo cortou o pão com a Rosa.

(D) Estudamos com prazer todos os dias.

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07. Foi empregado corretamente o pronome destaca- do no período:

(A) Embora o aguardasse durante muitos anos, sua chegada foi marcada por extrema felici- dade.

(B) Se referiu aos amigos com bastante indigna- ção.

(C) O homem sabia sobre o seu destino, se es- quivando dos passos errados que poderia dar.

(D) No momento da separação, a jovem ainda di- zia que nunca esqueceria-lhe aquele sorriso.

08. Assinale o par de frases que sofre alteração de sentido com a mudança da regência.

(A) O rei abdicou o trono. / O rei abdicou do tro- (B) no. A noite antecede o amanhecer. / A noite an-

tecede ao amanhecer.

(C) Ele sempre aspirou um ar limpo. / Ele sempre aspirou a um ar limpo.

(D) Acredito que Deus existe. / Acredito na exis- tência de Deus.

MATEMÁTICA

09. Sobre um círculo com diâmetro de 22 cm, foram realizadas as seguintes afirmações:

I. Se pi for igual a 3,14, então a área do círculo será superior a 200 cm2.

II. Se pi for igual a 3,14, então o comprimento da circunferência será exatamente 138,16 cm.

III. Se pi for igual a 3,14, então a área do círculo será exatamente 0,37994 dm2.

Estão corretas as afirmações (A) I e III.

(B) II e III.

(C) I e II.

(D) I, II e III.

10. Com base na figura a seguir, determine o valor de X.

(A) 41.

(B) 22.

(C) 13.

(D) 17.

11. Para vencer uma certa partida, um jogador prec i- sa obter um número maior que 3 no lançamento do dado. Sabendo-se que o dado não é tendenci-

oso, estando assim submetido ao acaso, a proba- bilidade deste jogador alcançar o seu objetivo se- rá de:

(A) 1/2.

(B) 2/3.

(C) 1/3.

(D) 4/5.

Instrução: O gráfico a seguir apresenta a quantidade alunos matriculados, conforme o grau de escolarid a- de. Analise-o para responder às questões 12 e 13.

12. Conforme o gráfico, é correto afirmar que

(A) o número de matrículas em 2017 no Ensino Fundamental ultrapassou 6.000.

(B) ocorreu um aumento de 25% de matrículas na Pré-escola no período entre 2012 e 2016.

(C) havia, em 2015, 1850 alunos matriculados no Ensino Médio.

(D) a diferença de matriculados no Ensino Fun- damental em 2012 e 2017 equivale a 10% da soma de todas as matrículas da Pré-escola nos períodos analisados.

13. Proporcionalmente, a quantidade de alunos matri- culados no Ensino Médio em relação à Pré- escola, em 2017, é de aproximadamente:

(A) 1,50.

(B) 1,42.

(C) 1,38.

(D) 1,57.

14. Um investidor A aplicou R$ 1.400,00, a juros sim- ples, com uma taxa de 2% ao mês, durante 2 me- ses. Pelo mesmo tempo, um investidor B aplicou a mesma quantia com uma taxa quadrimestral de 8,243%. Considerando-se apenas estas informa- ções, é correto afirmar que

(A) o investidor A obteve maior retorno financei- ro.

(B) o investidor B obteve menor retorno financei- ro.

(C) ambos obtiveram o mesmo retorno financeiro.

(D) o investidor B acumulou exatamente R$

1.500,00 no período.

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15. Pedro possui livros grandes (G), com 90 páginas, e livros pequenos (P), com 70 páginas. Sabendo- se que a soma de todas as páginas equivale a 1.540 e que Pedro possui 20 livros, a quantidade de cada tamanho é de:

(A) 2 G e 18 P.

(B) 9 G e 11 P.

(C) 15 G e 5 P.

(D) 7 G e 13 P.

CONHECIMENTOS DE TARUMÃ

16. Assinale a alternativa que apresenta o ano de escolha do hino oficial de Tarumã.

(A) 1983.

(B) 1996.

(C) 1994.

(D) 1998.

17. “A cor ________, presente na bandeira do muni- cípio de Tarumã, representa a audácia dos pionei- ros colonizadores da região, que enfrentaram o sertão inóspito”. Completa corretamente a lacuna deixada no texto a cor:

(A) Branca.

(B) Azul.

(C) Preta.

(D) Vermelha.

18. A Lei 776/2007 dispõe sobre feriado municipal do dia do padroeiro do município de Tarumã. Portan- to, a partir daquele ano, ficou instituído feriado municipal o dia

(A) 30 de dezembro.

(B) 30 de outubro.

(C) 30 de novembro.

(D) 30 de setembro.

19. Com base em dados históricos, é correto afirmar que Tarumã alcançou a emancipação político- administrativa em

(A) 2007.

(B) 1990.

(C) 1984.

(D) 1993.

20. Sobre os dados estatísticos de Tarumã em rela- ção à Educação entre 2010 a 2017 (conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), marque a alternativa correta.

(A) Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram a pior média em re- lação a outros municípios do Estado de São Paulo no IDEB.

(B) Em 2010, foi registrada uma taxa de escola- rização de 99% para a faixa etária de 6 a 14 anos de idade.

(C) O município contava, em 2015, com mais de 200 professores de ensino fundamental atu- ando exclusivamente na rede municipal.

(D) Em 2017, os índices de evasão escolares fo- ram considerados alarmantes e institui-se uma política educacional voltada para reduzir estes números.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

21. Conforme o ECA, em seu segundo título que trata das garantias fundamentais, refere-se as garanti- as da criança e do adolescente, e faz menção de que eles têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públ i- cas que permitam o nascimento e o desenvolvi- mento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência. As ações destinadas a efetivar à proteção da criança e do adolescente são cons- tantes. Estas ações ficarão a cargo do poder pú- blico, em conjunto com organizações da socieda- de civil, e será dirigida prioritariamente ao público adolescente. Neste sentido, e visando ações efe- tivas de proteção o ECA prevê em seu texto de lei que

(A) fica instituída a Semana Nacional de Preven- ção da Gravidez na Adolescência, a ser rea- lizada anualmente na semana que incluir o dia 1º de fevereiro, com o objetivo de disse- minar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da incidência da gravidez na adolescência.

(B) os profissionais das unidades primárias de saúde desenvolverão ações sistemáticas, sempre de forma individual, visando ao pla- nejamento, à implementação e à avaliação de ações de promoção, proteção e apoio ao alei- tamento materno e à alimentação comple- mentar saudável, garantindo assim o caráter protetivo de cada criança e adolescente de forma pontual.

(C) a atenção primária à saúde não possui a obrigatoriedade de realizar a busca ativa da gestante que não iniciar ou que abandonar as consultas de pré-natal, bem como da puérpe- ra que não comparecer às consultas pós- parto.

(D) é assegurado a algumas mulheres o acesso aos programas e às políticas de saúde da mulher e de planejamento reprodutivo e, às gestantes, nutrição adequada, atenção hu- manizada à gravidez, ao parto e ao puerpério e atendimento pré-natal, perinatal e pós-natal integral no âmbito do Sistema Único de Saú- de.

22. Segundo a lei 8069/92, Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu escopo legal estabelece s o- bre a adoção, e define que

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(A) é permitida a adoção por procuração.

(B) podem adotar os maiores de 18 (dezoito) anos, desde que, devidamente casados ci- vilmente.

(C) o adotante há de ser, pelo menos, dezesseis anos mais velho do que o adotando.

(D) em se tratando de adotando maior de doze anos de idade, será dispensável o seu con- sentimento.

23. Para garantir a defesa das prerrogativas e da qualidade do exercício profissional do/a assisten- te social, é necessário que tanto as competências quanto as atribuições, previstas em lei, sejam d e- sempenhadas por profissional habilitado/a ao exercício, ou seja, graduado/a em Serviço Social, em curso oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação, e inscrito/a previamente no Cons e- lho Regional de Serviço Social da região em que pretende atuar, além das competências e atribui- ções privativas deste profissional o Código de Ét i- ca Profissional (1993) dispõe de princípios e os valores que são:

I. Defesa intransigente dos direitos humanos, do arbítrio e o autoritarismo.

II. Posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e p o- líticas sociais, bem como sua gestão democrática.

III. Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes - autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais.

IV. Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem soci- etária, sem dominação- exploração de classe, et- nia e gênero.

(A) Somente a I e III estão corretas.

(B) Somente a II e III estão corretas.

(C) Somente a II, III e IV estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

24. As atribuições e competências dos/as assistentes sociais, sejam aquelas realizadas na educação ou em qualquer outro espaço sócio ocupacional, são orientadas e norteadas pelos princípios, direitos e deveres inscritos no Código de Ética Profissional de 1993 (CEP), na Lei de Regulamentação da Profissão (Lei 8.662/1993), bem como nas Diretri- zes Curriculares da ABEPSS (1996). Tais compe- tências e atribuições nessa direção e com base na Lei de Regulamentação da Profissão requisitam do/a profissional algumas competências gerais que são fundamentais à compreensão do contexto sócio histórico em que se situa sua intervenção, a saber:

(A) Investigação das demandas presentes na so- ciedade, visando formular respostas profissi- onais para o enfrentamento da questão soci- al, independentemente de se tratar do setor público e ou privado.

(B) Apreensão crítica dos processos sociais de produção e reprodução das relações sociais numa perspectiva de totalidade.

(C) Compreensão do significado social da profis- são e de seu desenvolvimento sócio históri- co, no cenário regional, desvelando as pos- sibilidades de ação independente da realidade.

(D) Analise enfática de cada caso em sua totali- dade buscando soluções para problemas pessoais e familiares de cada usuário.

25. O estudo Social, a perícia social, o laudo social e o parecer social fazem parte de uma metodologia de trabalho de domínio especifico e exclusivo do Assistente Social. Neste sentido quando o docu- mento a ser elaborado por este profissional, diz respeito a esclarecimentos e analises com base em conhecimento especifico do Serviço Social a uma questão ou questões relacionadas a decisões a serem tomadas. Trata-se de exposição e mani- festação sucinta, enfocando-se objetivamente a questão ou situação social analisada, e os objeti- vos do trabalho solicitado e apresentado, a análi- se da situação, referenciada em fundamentos teó- ricos, éticos, e técnicos, inerentes ao Serviço Social; trata-se de um:

(A) Laudo Social.

(B) Estudo de caso.

(C) Relatório social.

(D) Parecer social.

26. Segundo o PNAS/04 A Política Pública de Assis- tência Social realiza-se de forma integrada às po- líticas setoriais, considerando as desigualdades socioterritoriais, visando seu enfrentamento, à g a- rantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender contingências sociais e à universalização dos direitos sociais. Sob essa perspectiva, objetiva:

(A) Prover serviços, programas, projetos e bene- fícios de proteção social básica e, ou, espe- cial para famílias, indivíduos e grupos espe- cíficos.

(B) Contribuir com a inclusão e a equidade dos usuários e grupos específicos, proporcionan- do o acesso aos bens e serviços socioassis- tenciais básicos e especiais, preferencial- mente nas áreas urbanas.

(C) Assegurar que as ações no âmbito da assis- tência social tenham centralidade na família, e que garantam a convivência familiar e co- munitária.

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(D) Promover ações voltadas exclusivamente pa- ra as classes subalternas.

27. A proteção social especial é a modalidade de atendimento assistencial destinada a famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social, por ocorrência de abandono, maus tratos físicos e, ou, psíquicos, abuso sexu- al, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de medidas socioeducativas, situação de rua, s i- tuação de trabalho infantil, entre outras. A prot e- ção social especial se divide em duas vertentes sendo elas a alta e a média complexidade. Os serviços de proteção social especial de alta co m- plexidade são aqueles que garantem proteção in- tegral, tais como:

(A) Família Substituta e Casa de Passagem.

(B) Plantão Social e Abordagem de Rua.

(C) Medidas socioeducativas em meio-aberto (Prestação de Serviços à Comunidade – PSC e Liberdade Assistida – LA).

(D) Centros de Convivência para Idosos.

28. De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, em consonância com os serv i- ços prestados no âmbito do SUAS, o serviço de proteção e atendimento especializado a famílias e indivíduos (PAEFI) é definido como:

(A) O serviço que tem por finalidade a prevenção de agravos que possam provocar o rompi- mento de vínculos familiares e sociais dos usuários.

(B) Serviço de apoio, orientação e acompanha- mento a famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos.

(C) Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aqui- sições progressivas aos seus usuários, de acordo com o seu ciclo de vida, a fim de complementar o trabalho social com famílias e prevenir a ocorrência de situações de risco social.

(D) Consiste no trabalho social com famílias, de caráter continuado, com a finalidade de forta- lecer a função protetiva das famílias, preve- nir a ruptura dos seus vínculos, promover seu acesso e usufruto de direitos e contribuir na melhoria de sua qualidade de vida.

29. Apesar de a escola ser um dos principais equipa- mentos sociais, podemos identificar ainda um nú- mero pequeno de profissionais do Serviço Social atuando. No entanto se identifica que a área da Educação tem se constituído em mais um impor- tante espaço de atuação do Assistente Social.

Sendo assim, o Serviço Social no âmbito educaci- onal tem a possibilidade de contribuir com:

I. Identificação dos fatores sociais.

II. Identificação dos fatores culturais.

III. Identificação dos fatores econômicos.

IV. Identificação dos fatores escolares.

(A) Somente a I e II estão corretas.

(B) Somente a I e III estão corretas.

(C) Somente a I, II e III estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

30. Pensar a educação como dimensão da vida social significa compreendê-la em sua relação com o trabalho, seguindo uma tradição de análise inau- gurada por Marx, que toma o trabalho como fun- damento ontológico do ser social. Desta forma, para pensar a educação é preciso tomar a reali- dade na perspectiva de:

(A) Singularidade.

(B) Totalidade.

(C) Peculiaridade.

(D) Especificidade.

31. A Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, deno- minada LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCI- AL (LOAS), que dispõe sobre a organização da assistência social, institui que a gestão das ações na área de assistência social fica organizada sob a forma de sistema descentralizado e participati- vo, denominado Sistema Único de Assistência S o- cial (Suas), com os seguintes objetivos:

I. Afiançar a vigilância socioassistencial e a garan- tia de direitos.

II. Implementar a gestão do trabalho e a educação permanente na assistência social.

III. Estabelecer a gestão integrada de serviços e be- nefícios.

IV. Consolidar a gestão compartilhada, o cofinancia- mento e a cooperação técnica entre os entes fe- derativos que, de modo articulado, operam a pro- teção social não contributiva.

(A) Nenhuma das alternativas está correta.

(B) Apenas uma das alternativas está correta.

(C) Apenas três alternativas estão corretas.

(D) Todas alternativas estão corretas.

32. A NOB, juntamente com a Resolução no 17 do CNAS consolidam a direção de profissionalização da política de assistência social, indicando parâ- metros para a seleção de profissionais, a partir das especificidades locais, do conhecimento das necessidades de seus usuários e da disponibili- dade de profissionais na região. Considerando que as equipes de referência são compostas por diferentes categorias profissionais, do ponto de vista da gestão do trabalho, a coordenação do CRAS fomenta o trabalho articulado entre os pro-

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fissionais, estimulando a troca de conhecimentos e a produção de novos saberes. As equipes de re- ferência para os Centros de Referência da Assi s- tência Social - CRAS devem contar sempre com um coordenador, devendo o mesmo, independen- temente do porte do município, ter o seguinte pe r- fil profissional:

(A) Ser um técnico de nível superior, concursado ou comissionado, com experiência em traba- lhos comunitários e gestão de programas, projetos, serviços e benefícios socioassis- tenciais.

(B) Ser um técnico de nível superior, contratado para exercer a função de coordenador, com experiência em trabalhos comunitários e ges- tão de programas, projetos, serviços e bene- fícios socioassistenciais.

(C) Ser um técnico de nível médio ou superior, concursado, com experiência em trabalhos comunitários e gestão de programas, proje- tos, serviços e benefícios socioassistenciais.

(D) Ser um técnico de nível superior, concursa- do, com experiência em trabalhos comunitá- rios e gestão de programas, projetos, servi- ços e benefícios socioassistenciais.

33. As ações das três esferas de governo na área de assistência social realizam-se de forma articula- da, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e execução dos programas, em suas respectivas esferas, aos e s- tados, ao Distrito Federal e aos municípios. Com- pete aos municípios:

(A) Efetuar o pagamento dos auxílios natalidade e funeral.

(B) Responder pela concessão e manutenção dos benefícios de prestação continuada defi- nidos no art. 203 da Constituição Federal.

(C) Cofinanciar, por meio de transferência auto- mática, o aprimoramento da gestão, os servi- ços, os programas e os projetos de assistên- cia social em âmbito regional ou local.

(D) estimular e apoiar técnica e financeiramente as associações e consórcios municipais na prestação de serviços de assistência social.

34. “O BPC constitui uma garantia de renda básica, no valor de um salário mínimo, tendo sido um d i- reito estabelecido diretamente na Constituição Federal e posteriormente regulamentado a partir da LOAS, dirigido às pessoas com deficiência e ao idoso com sessenta e cinco anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.

O critério de renda previsto na Lei, considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou idosa a família cuja renda mensal seja inferior a 1/4 (um quarto) do salário mínimo

per capita. Sobre este o Benefício de Prestação Continuada é correto afirmar que

(A) a concessão do benefício independe de exa- me médico pericial e laudos realizados pelos serviços de perícia médica do Instituto Nac i- onal do Seguro Social - INSS.

(B) o benefício é de caráter permanente e não será cancelado, mesmo quando se constatar irregularidade na sua concessão ou utiliza- ção.

(C) o benefício de prestação continuada deve ser revisto a cada 5 (cinco) anos para avaliação da continuidade das condições que lhe deram origem.

(D) o benefício de que trata este artigo não pode ser acumulado pelo beneficiário com qual- quer outro no âmbito da seguridade social ou de outro regime, salvo o da assistência médi- ca.

35. A questão social que se apresenta como base fundante do Serviço Social enquanto trabalho es- pecializado possui inúmeras conceituações, entre- tanto todas se fundam num entendimento unifica- do, podendo ser entendida como:

(A) “...um conjunto das expressões das desi- gualdades que aparecem com a sociedade capitalista e que tem raiz comum: a produção social é cada vez mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social, enquanto a apropriação do seu produto mantém-se pri- vada, monopolizada por uma parte da socie- dade”.

(B) “...Uma parcela da sociedade composta por uma população restrita que sobrevive com di- ficuldades no que tange as necessidades bá- sicas como alimentação, vestuário, habitação e lazer”.

(C) “...diz respeito aas aptidões práticas e atitu- des, consideradas necessárias à intervenção, diretamente relacionadas ao agir e sentir do profissional frente ao usuário”.

(D) “... a compreensão da inter-relação da di- mensão espacial e da dimensão temporal, a dinâmica da personalidade e as forças do meio que atuam conjuntamente na situação social”.

36. Na construção do estudo social, não se pode per- der de vista que mesmo quando se trabalha com apenas um usuário, ele é um indivíduo social, e a realidade social que condicionou a sua história, bem como o fato que motivou a realização do es- tudo, devem ser analisados. Esse sujeito tem uma história social de vida-passada e presente: viveu e vive numa sociedade em que ele, e ou os famil i- ares, teve ou tem alguma forma de relação com o trabalho, seja inserido, seja excluído, seja so-

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brante no mundo do trabalho: ele viveu ou vive em algum grupo familiar, com o qual manteve ou mantém relações fundantes e determinantes de sua forma de vida, neste contexto ele teve ou não acesso a bens sociais, provenientes das políticas de corte social. Essas entre outras peculiaridades sociais econômicas e culturais cabem ao assiste n- te social trazer à tona através de um Estudo Soci- al. Deste modo a definição de Estudo Social se faz como:

(A) Diz respeito a uma avaliação, exame, ou vis- toria, solicitada ou determinada sempre que a situação exigir um parecer técnico ou cienti- fico de uma determinada área do conheci- mento que contribua para o juiz formar a sua convicção para a tomada de decisão.

(B) É um processo metodológico especifico do Serviço Social, que tem por finalidade conhe- cer com profundidade, e de forma crítica, uma determinada situação ou expressão da questão social, objeto da intervenção profis- sional – especialmente nos seus aspectos socioeconômicos culturais.

(C) Um documento específico elaborado por as- sistente social se traduz na apresentação descritiva, e interpretativa de uma situação ou expressão da questão social, enquanto objeto da intervenção desse profissional, no seu cotidiano laborativo.

(D) É um documento requisitado pelo poder judi- ciário como mais um elemento de prova, com a finalidade de dar suporte a decisão judicial, a partir de uma determinada área de conhe- cimento, no caso o Serviço Social.

37. Questão social, que sendo desigualdade é tam- bém rebeldia, por envolver sujeitos que vivenciam as desigualdades e a ela resiste e se opõem. É nesta tensão entre produção da desigualdade e produção da rebeldia e da resistência que traba- lham os assistentes sociais, situados nesse terr e- no movidos por interesses sociais distintos, aos quais não é possível abstrair ou deles fugir por- que tecem a vida em sociedade. Exatamente por isso tecer as novas mediações por meio das quais se expressa a questão social hoje, é de funda- mental importância para o serviço social. Deste modo aprender as questões sociais é senão:

(A) Captar as múltiplas formas de pressão social, de invenção e de reinvenção da vida constru- ídas no cotidiano.

(B) Aprender a lidar com as diferenças sociais do pobre e do rico.

(C) Exaltar as condições do mundo de trabalho, reduzindo o cidadão desempregado apenas a condição de consumidor.

(D) É o conjunto das expressões que manifestam a igualdade social vivida há décadas no país, decorrente do capitalismo.

38. De acordo com lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 em seu Art. 7º - A, ao aluno regularmente matriculado em instituição de ensino pública ou privada, de qualquer nível, é assegurado, no exercício da liberdade de consciência e de cren- ça, o direito de, mediante prévio e motivado re- querimento, ausentar-se de prova ou de aula mar- cada para dia em que, segundo os preceitos de sua religião, seja vedado o exercício de tais ativ i- dades, devendo-se-lhe atribuir, a critério da insti- tuição e sem custos para o aluno, uma das se- guintes prestações alternativas, nos termos do inciso VIII do caput do art. 5º da Constituição Fe- deral:

I. Prova ou aula de reposição, conforme o caso, a ser realizada em data alternativa, no turno de es- tudo do aluno ou em outro horário agendado com sua anuência expressa.

II. Trabalho oral, com tema subjetivo e data de en- trega definidos pela instituição de ensino.

III. Trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.

IV. Prova de reposição em turno alternativo de estudo do aluno definidos pela instituição de ensino.

(A) Apenas as alternativas I e II estão corretas.

(B) Apenas as alternativas II e III estão corretas.

(C) Apenas as alternativas I e III estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

39. Considerando que a prática profissional do assis- tente social está relacionada às condições objeti- vas de trabalho e às relações sociais inscritas n a- quele determinado espaço sócio ocupacional, articulando um conjunto de mediações que interfe- rem no processamento das ações, a análise da política de educação e o rebatimento dessa nas instituições educacionais apontaram as seguintes peculiaridades:

I. A possibilidade do contato sistemático com gra n- de parcela da classe subalterna.

II. A posição geográfica que as unidades educacio- nais ocupam no cenário municipal.

III. O tempo de permanência das crianças/ adolescen- tes na escola.

IV. A importância que a escola ocupa na efetivação de ações/ projetos/ programas relacionados ao aspecto educativo.

(A) Apenas as alternativas I, II e IV estão corre- tas.

(9)

(B) Apenas as alternativas II, III e IV estão corr e- tas.

(C) Apenas as alternativas I e II estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

40. Ao considerar a liberdade como valor ético cen- tral, a diversidade humana como elemento ontoló- gico do ser social e a emancipação como finalida- de teleológica do projeto profissional, o trabalho do/a assistente social na Política de Educação pressupõe:

(A) Concepção de educação emancipadora, que possibilite aos indivíduos sociais o desenvol- vimento de suas potencialidades e capacida- des como gênero humano.

(B) Conduta que reproduz censura e policiamen- to dos comportamentos, incutindo dominação ideológica e alienação moral.

(C) A política educacional como estrutura da forma de assegurar modos autônomos de pensar e agir, não se revestindo hoje, sob a marca das inversões que são necessárias à reprodução do sistema metabólico do capital, em um processo de ampliação das formas de acesso e permanência em diferentes níveis e modalidades educacionais.

(D) A não perspectiva de democratização está na base de construção dos processos de eman- cipação humana e uma educação fundada nesta compreensão pode deixar de fortalecer os processos de socialização da política, de socialização do poder como condição central de superação da ordem burguesa.

41. Segundo preconiza o estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/92), no que tange a guarda e poder familiar faz referência que

(A) a condenação criminal do pai ou da mãe não implicará a destituição do poder familiar, ex- ceto na hipótese de condenação por crime doloso sujeito à pena de reclusão contra ou- trem igualmente titular do mesmo poder fami- liar ou contra filho, filha ou outro descenden- te.

(B) a perda do poder familiar só ocorrera contra os genitores da criança em caso de hipossu- ficiência e ou negligencia de ambos.

(C) os pais em hipótese alguma perderão a guar- da dos filhos, somente se estes assim mani- festarem seu desejo.

(D) a condenação do pai ou da mãe implicará imediatamente na destituição do poder fami- liar, quando esta condenação se tratar de crime hediondo indiferente de quem for à ví- tima.

42. De acordo com o Art. 2 do Código de Ética do Assistente Social constituem direitos do/a assi s- tente social.

I. Desagravo público por ofensa que atinja a sua honra pessoal.

II. Aprimoramento profissional de forma contínua, colocando-o a serviço dos princípios deste Códi- go.

III. Ampla autonomia no exercício da Profissão, entre- tanto, sendo obrigado a prestar serviços profiss i- onais distintos das suas atribuições, cargos ou funções, quando determinado por superior hierár- quico.

IV. Liberdade na realização de seus estudos e pes- quisas, resguardados os direitos de participaç ão de indivíduos ou grupos envolvidos em seus tra- balhos.

(A) Somente a I e III estão corretas.

(B) Somente a II e III estão corretas.

(C) Somente a II e IV estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

43. O serviço especializado para pessoas em situação de rua é um serviço ofertado para pessoas que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência. Tem a finalidade de assegurar atendimento e atividades direcionadas para o de- senvolvimento de sociabilidades, na perspectiva de fortalecimento de vínculos interpessoais e/ou familiares que oportunizem a construção de novos projetos de vida. Neste sentido, a atuação do pro- fissional está pautada na tentativa de:

I. Possibilitar condições de acolhida na rede socio- assistencial.

II. Contribuir para a construção de novos projetos de vida, respeitando as escolhas dos usuários e as especificidades do atendimento.

III. Contribuir para restaurar e preservar a integridade e a autonomia da população em situação de rua.

IV. Promover ações para a reinserção familiar e/ou comunitária.

(A) Somente a III e IV estão corretas.

(B) Somente a I, II e IV estão corretas.

(C) Somente a II e IV estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

44. O PNAS, em consonância com o disposto na LO- AS, capítulo II, seção I, artigo 4º, A assistência social rege-se pelos seguintes princípios:

I. Supremacia do atendimento às necessidades so- ciais sobre as exigências de rentabilidade econô- mica.

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II. Universalização dos direitos sociais, a fim de to r- nar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas públicas.

III. Respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qual i- dade, bem como à convivência familiar e comun i- tária, vedando-se qualquer comprovação vexatória de necessidade.

IV. Igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, ressal- vadas as diferenciações das populações urbanas e rurais.

(A) Somente a I e II estão corretas.

(B) Somente a III e IV estão corretas.

(C) Somente a I, II, III estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

45. Para o profissional que atuar com o Serviço Soci- al Escolar caberá desenvolver atividades técnicas profissionais, dentre outras as seguintes funções:

(A) Elaboração e execução de programas de ori- entação sócio familiar, visando prevenir a evasão escolar e melhorar o desempenho e rendimento do aluno e sua formação para o exercício da cidadania.

(B) Pesquisa de natureza cultural para caracteri- zação da população escolar.

(C) Realização de visitas sociais com o objetivo de investigar a realidade familiar do aluno.

(D) Participação em equipes interdisciplinar para elaboração de programas que visão a impre- vidência da violência e o uso de drogas.

46. A educação, dever da família e do Estado, inspi- rada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Desta forma, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I. Igualdade de condições para o acesso e perma- nência na escola.

II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e di- vulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.

III. Pluralismo de ideias e de concepções pedagógi- cas.

IV. Respeito à liberdade e apreço à tolerância.

(A) Somente I, II e III estão corretas.

(B) Somente I, III e IV estão corretas.

(C) Somente II, III e IV estão corretas.

(D) Todas estão corretas.

47. Podemos vincular o surgimento da questão social com:

(A) Eclosão dos movimentos sociais, vinculados ao modo de produção.

(B) Eclosão da classe trabalhadora e sua inser- ção no cenário político e identificá-la no mo- mento em que a contradição fundamental do capitalismo, como modo de produção social se desenvolve e se revela.

(C) Eclosão do fordismo a fim de reduzir ao má- ximo os custos de produção e assim baratear o produto, podendo vender para o maior nú- mero possível de consumidores.

(D) Eclosão do movimento de reconceituação do serviço social, através do questionamento global da profissão.

48. A institucionalização do serviço social como pro- fissão, assim como as demais profissões, surge visando atender:

(A) Às necessidades sociais desencadeados pela forma genérica de organização da sociedade capitalista, na fase monopolista, de acordo com as estratégias políticas e econômicas desenhadas naquela nova dinâmica social que se impunha.

(B) Às necessidades sociais desencadeados pela forma genérica de organização da sociedade capitalista, na fase de livre concorrência, de acordo com as estratégias políticas e econô- micas desenhadas naquela nova dinâmica social que se impunha.

(C) Às necessidades sociais desencadeados pela forma singular de organização da sociedade capitalista, na fase monopolista, de acordo com as estratégias políticas e econômicas desenhadas naquela nova dinâmica social que se impunha.

(D) Às necessidades sociais desencadeados pela forma singular de organização da sociedade capitalista, na fase de livre concorrência, de acordo com as estratégias políticas e econô- micas desenhadas naquela nova dinâmica social que se impunha.

49. É direito da criança e do adolescente ser criado e educado no seio de sua família e, excepcional- mente, em família substituta, assegurada a conv i- vência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu desenvolvimento integral, entretanto, caso como medida excepcional esta criança ou adolescente seja inserido em programa de aco- lhimento familiar ou institucional terá sua situação reavaliada, a cada três meses, não podendo ex- ceder o prazo máximo estabelecido pelo ECA que refere que

(A) a permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 18 (dezoito meses), desde que comprovada necessidade

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que atenda ao seu mínimo interesse, devi- damente fundamentada pela equipe técnica do poder judiciário.

(B) a permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 2 (dois anos), salvo comprovada necessidade que atenda ao seu superior interesse, devidamente fun- damentada pela autoridade judiciária.

(C) a permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 18 (dezoito meses), salvo comprovada necessidade que atenda ao seu superior interesse, devidamen- te fundamentada pela autoridade judiciária.

(D) a permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 2 (dois anos), independente de interesses, mesmo que de- vidamente fundamentada pela equipe técnica judiciária.

50. Para o SUAS, a concepção de gestão é composta pela associação entre o domínio de conhecimen- tos técnicos e a capacidade de inovação, alinhada aos princípios democráticos da gestão pública.

Desse modo, “pensar as dimensões __A__/__B__/__C__/__D__ como movimentos ab- solutamente interligados e interdependentes, que se imbricam e inter-relacionam, numa dinâmica estratégica e não linear. Tais dimensões não po- dem mais serem vistas como etapas somente ou fases que se sucedem, mas sim como uma totali- dade dinâmica.” Em se tratando que essa totali- dade dinâmica se faz na interligação das dimen- sões (A, B, C e D), para que se faça efetiva, será corretamente preenchida pela alternativa:

(A) Monitoramento / planejamento/ programação/

execução / avaliação.

(B) Diagnóstico/ planejamento / execução / moni- toramento/ avaliação.

(C) Planejamento/ diagnóstico/ monitoramento/

execução/ avaliação.

(D) Avaliação/ planejamento/ execução/ monito- ramento/ diagnóstico.

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