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Rev. adm. empres. vol.12 número4

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Academic year: 2018

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Quadro 2 - Número de anos necessários para amortizar um investimento com a taxa de juros de i %a.a., para diversas relações V/L.

I V/L = 5 V/L = 10 V/L = 15

!

L

3% a.a. 5,5 anos 12 anos 20 anos

4% a.a. 5,8 13 24

5% a.a, 6 14,5 29

8% a.a. 6,6 21 (I)

Assim, por exemplo, desejando-se um retorno de 8

%

a.a. serão necessários 21 anos para amor-tizar totalmente o investimento, ou seja, o valor de uma empresa que tenha custado 10 vezes o seu lucro anual futuro. Investimentos sujeitos a obsolescência rápida apresentam um V/L mais reduzido, exigindo elevados lucros anuais em re-lação ao investimento, a fim de justificar sua via-bilidade econômica.

6. Oonclusio

A rápida evolução conjuntural, quer do ponto de vista mercadológico, quer em virtude das constan-tes transformações da tecnologia empregada na produção, exige um estudo diferente do tradicio-nal, constituindo nova problemática da determi-nação do valor de uma empresa. Os métodos pa-trimoniais são úteis como referência inicial e para a fixação de eventuais valores residuais. Evidente-mente continuam sendo de grande relevância para a apresentação de garantias reais, junto às ins-tituições de crédito. Já, na conceituação atualizada do administrador de empresas, o valor da empresa é unicamente função de seu potencial futuro de

lucros. Em decorrência desse conceito, a empresa, sem adequadas perspectivas de rentabilidade, tem seu valor grandemente depreciado. Por outro lado, as empresas, cujo potencial de lucro tende a se concretizar num futuro previsível, têm seu valor aumentado, superando amplamente suas avaliações patrimoniais. A determinação do valor da em-presa transformou-se, assim, em um processo di-nâmico, sob a responsabilidade e o controle de

seus administradores. 1.\'\'1

A DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL -

DU

AS CORREÇÕES

Rodolfo Hoffmann João Carlos Duarte

Assinalamos, aqui, dois erros de nosso artigo pu blicado por essa revista no voI. 12, n9 2, de junho

de 1972.

li>. Ao fazermos a lista das limitações a que estão sujeitos os índices de concentração da renda em 1960 mencionamos, no iteme), p. 52, o 139salário. Uma vez que o 139salário foi estabelecido depois de

1960, ele afeta as comparações entre os índices de 1960 e 1970, mas não afeta, evidentemente, a vali-dade dos índices calculados para 1960.

2Q

, Nos cálculos que levaram aos resultados apresentados no Quadro 3 (p.53) as pessoas inativas sem rendimento foram, incorretamente, consideradas nos totais referentes ao setor urbano e à economia como um todo. Considerando-se apenas as pessoas que recebem renda e as pessoas ativas sem rendi-mento, os resultados são:

Quadro 3 (corrigido). Pessoas ativas com renda nula como fração (S) da soma do número de pessoas que recebem renda com o número de pessoas ativas com renda nula, e valor da expressão

72 S

+

T (1 - S), para o Brasil, por regiões e setores, em 1960.

Região BRASIL

Nordeste Leste Sul

S 0,144 0;182 0,125 0,135

S

+

T (1 - S) 0,457 0,635 0,485 0,352

S 0,261 0,254 0,242 0,288

S

+

T (1 - S) 0,484 0,492 0,484 0,441

S 0,014 0,028 0,009 0,013

S

+

T (1 - S) 0,332 0,605 0,367 0,239

Setor

Total

Primário

Urbano

Note-se, entretanto, que essa correção não altera nenhuma das conclusões obtidas a partir deste quadro.

Referências

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