2016
Fundação Manuel Viegas Guerreiro Povo de Querença
Relatório de Actividades, Balanço e Contas
Ilustração 1 Apresentação do Projecto Romanceiro.Pt. 20 Fev./2016
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©Foto: Sul Informação
Da esq. para a direita: Sr. Ministro da Cultura, Dr. João Soares; Sr. Presidente da FMVG, Eng.º Luís Guerreiro; Sr. Presidente da CMLLE, Dr. Vítor Aleixo; Sr.
Coordenador do Projecto, Prof. Doutor Pere Ferré.
2
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: Relatório de Actividades, Balanço e Contas de 2016 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidente – Luís Manuel Mendes Guerreiro Vice-Presidente – Gabriel Guerreiro Gonçalves Vice-Presidente – Idálio Beatriz Revez
Vogais: Manuel Viegas dos Santos Pedro Alfonso Ferré
Fundação Manuel Viegas Guerreiro Povo de Querença
8100-129 Loulé Tel.: (351) 289 422 607
website: www.fundacao-mvg.pt/
email: [email protected]
Querença, 2017
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A cultura é só uma, tudo o que aprendemos do nascer ao morrer, da nossa invenção ou alheia, sentados nos bancos da escola ou da vida.
Manuel Viegas Guerreiro, 1978
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Índice
1. CONSIDERAÇÕES EXECUTIVAS... 6
2. ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO ... 7
2.1 MISSÃO... 7
2.2 MEIOS ... 7
3. ESTRUTURA ORGÂNICA... 9
3.1 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ... 9
3.2 CONSELHO FISCAL ... 10
3.3 CONSELHO CONSULTIVO ... 10
3.4 CONSELHO DE MECENAS ... 11
3.5 APOIO ADMINISTRATIVO ... 11
4. RECURSOS HUMANOS ... 12
5. FORMAÇÃO ... 12
6. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA ... 15
6.1 GRAU DE REALIZAÇÃO ... 15
6.1 RESOLUÇÃO DE LITÍGIOS... 16
7. AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES DO PLANO DE ACTIVIDADES (PA)... 17
7.1 HEMEROTECA DIGITAL DO ALGARVE ... 17
7.2 OBSERVATÓRIO DE INOVAÇÃO AGRO-RURAL... 18
7.3 MED ENTRE LINHAS > FLIQ – FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE QUERENÇA/2016 ... 19
7.4 PROJECTO TÓSSAN ... 20
7.5 EDIÇÃO DA FOTOBIOGRAFIA DE CÂNDIDO GUERREIRO ... 21
7.6 CENTRO DE ESTUDOS ALGARVIOS ... 22
7.7 PROJECTO ROMANCEIRO.PT ... 23
7.8 CRIAÇÃO DE BASE DE DADOS CIENTÍFICA ... 23
7.9 EDIÇÃO FAC-SIMILADA DO ROMANCEIRO DE J. LEITE DE VASCONCELOS ... 24
7.10 INVENTÁRIO DO ESPÓLIO DO PATRONO ... 24
8. AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES REALIZADAS NÃO PREVISTAS NO PLANO DE ACTIVIDADES... 26
8.1 FORMAÇÃO ... 26
8.2 PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS... 26
5
8.3 CONFERÊNCIAS ... 27
8.4 CONSELHOS, COMISSÕES E CONSULTORIAS ... 27
8.5 PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL ... 28
8.6 (RE)DESCOBERTA E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL ... 29
8.7 PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL: FESTA DE SÃO LUÍS/FESTA DAS CHOURIÇAS ... 30
8.8 DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERAL: I ENCONTRO DE ARTISTAS DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE QUERENÇA, TÔR E BENAFIM ... 31
8.9 INTEGRAÇÃO SOCIAL E COMUNITÁRIA ... 31
8.10 CONSOLIDAÇÃO E ALARGAMENTO DA REDE DE PARCERIAS PÚBLICAS E PRIVADAS 32 9. FMVG NOS MEDIA ... 33
10. CONTAS, PROPOSTAS E PARECERES ... 37
10.1 CONTAS ... 38
10.2 PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ... 39
10.3 PROPOSTA DO CONSELHO FISCAL ... 40
11 ANEXOS ... 41
6 1. CONSIDERAÇÕES EXECUTIVAS
A Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) apresenta o Relatório de Actividades, Balanço e Contas referente ao exercício de 2016, em conformidade com o art.º 16.º dos seus Estatutos, dando-lhe público conhecimento.
A actividade da FMVG foi orientada pelo seu Plano de Actividades, aprovado pelo Conselho de Administração em reunião de 25 de Novembro de 2015, que é parte integrante deste documento, no anexo número 1.
O Plano de Actividades incluiu 10 iniciativas representativas das áreas de intervenção da Fundação, cujo grau de realização, afectação de recursos e objectivos atingidos são aqui avaliados.
Os objectivos fundamentais do Plano de Actividades foram alcançados e, em alguns casos, superados.
A notoriedade atingida com a realização do Festival Literário Internacional de Querença (FLIQ) – uma nova forma de exprimir e celebrar a palavra – é apenas um exemplo de como a FMVG foi capaz de expandir a rede de parcerias a novos colaboradores e instituições em torno de um projecto comum.
O estudo e divulgação da obra Fernando António dos Santos (Tossan), pintor, ilustrador, decorador e gráfico português surge como um dos destaques da FMVG tendo em conta a necessidade de aprofundar o conhecimento deste autor. O trabalho a realizar em articulação com a obra e o espólio de António Aleixo ainda não atingiu a maturidade desejada, carecendo de um plano específico de trabalho e do respectivo financiamento.
O quadro comunitário Portugal 2020 apresenta-se como um instrumento que a Fundação crê eficiente para a concretização de um plano de acção a médio e a longo prazo, tendo preparado ao longo deste ano tal planificação e instrução de candidaturas.
7 2. ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO
2.1 MISSÃO
A Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG), instituída por escritura celebrada em 11 de Abril de 2000 no Cartório Notarial de Loulé e reconhecida pelo Governo através da Portaria n.º 1334/2004 de 23 de Dezembro, é uma pessoa colectiva de direito privado, visando fins de interesse público. Tem sede em Querença, concelho de Loulé, terra natal do Patrono.
A FMVG tem como fim contribuir para o desenvolvimento cultural, ambiental e socioeconómico do Algarve, através de iniciativas culturais e artísticas, bem como dinamizar e promover a investigação. A sua acção é orientada para os seguintes objectivos concretos:
Perpetuar a memória e desenvolver os estudos do patrono da Fundação, cujo espólio e biblioteca particular estão à sua guarda, apoiando publicações e respectivos estudos;
Apoiar e incentivar os estudos científicos na área das ciências sociais e humanas;
Organizar eventos culturais e científicos;
Promover cursos de formação;
Fomentar acções de investigação quanto aos factores naturais e ao estudo do impacto das acções humanas sobre o ambiente;
Promover o desenvolvimento sustentável do território onde se insere.
2.2 MEIOS
Integrada na Paisagem Protegida Local da Fonte da Benémola, a FMVG possui uma área envolvente com cerca de 5,4 ha e o edifício sede dispõe de um auditório com capacidade de 132 lugares, sala de reuniões, biblioteca com capacidade para 30 pessoas sentadas e com ligação sem fios à internet, um centro de degustação, um bar de apoio e um átrio interior e exterior. A biblioteca possui um Centro de Estudos Algarvios, destinado a reunir toda a bibliografia respeitante ao Algarve, que está disponível para especialistas e público em geral.
A principal fonte de receita da FMVG provém do Programa de Apoio ao Movimento Associativo Cultural e Recreativo, promovido pela Câmara Municipal de Loulé, sendo premente a
8 diversificação das fontes de receita para garantir a concretização dos seus diferentes eixos de
intervenção e a gestão sustentável dos seus bens patrimoniais.
Ao longo do ano, a FMVG iniciou um processo de reorganização na sequência das exigências legais impostas pela Lei-Quadro das Fundações (Lei n.º 24/2012, de 9 de Julho e Lei n.º 150/2015, de 10 de Setembro) e avançou na consolidação da sua actividade, tendo em vista o quadro comunitário de apoio Portugal 2020, em particular, o programa regional CRESC Algarve 2020.
Neste sentido, consolidou e alargou a sua rede de parceiros públicos e privados e orientou a sua acção para a diversificação das fontes de financiamento, como a seguir se elenca:
• Direcção Regional de Cultura do Algarve:
o Candidatura ao Programa «Apoio à Edição»;
o Candidatura ao Programa «Apoio à Acção Cultural»
• Secretarias de Estado da Cultura e do Turismo:
o Candidatura ao Programa «365 Algarve»
• Iberarchivos:
o Candidatura ao Programa «ADAI: Apoyo al Desarrollo de los Archivos Iberoamericanos»
• Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Algarve:
o Instrução da candidatura ao Programa CRESC Algarve 2020: eixo Património Natural (Set./2016-31.1.2017)
A FMVG baseia-se em mecanismos de gestão próprios, cujos principais instrumentos são o Plano de Actividades e o Relatório de Actividades.
9 3. ESTRUTURA ORGÂNICA
A estrutura orgânica da FMVG é composta por 4 órgãos, de acordo com os Estatutos aprovados a 6 de Setembro de 2004, que se identificam no organograma seguinte (figura 1).
Figura 1 Organograma
O modelo organizacional da FMVG estabelece o necessário compromisso à viabilização das actividades aprovadas em Plano Anual de Actividades e garante a possibilidade de realizar outras de carácter circunstancial, que exigem maior flexibilidade e trabalho de conjunto.
3.1 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
O Conselho de Administração é constituído por cinco membros, cabendo-lhe os poderes de gestão da Fundação e de realização dos seus fins estatutários. A última nomeação ocorreu em 11 de Maio de 2015 (acta n.º 106), tendo sido reeleitos, nos lugares que vinham desempenhando, Luís Manuel Mendes Guerreiro, Gabriel Guerreiro Gonçalves, Idálio Beatriz Revez, Manuel Viegas dos Santos e Pere Alfonso Ferré.
Conselho de Administração
Conselho Fiscal
Conselho de Mecenas Conselho
Consultivo
10 3.2 CONSELHO FISCAL
O conselho fiscal é composto por três membros:
João Pinto Guerreiro – Presidente
Quirino Manuel Dias Nascimento Mealha – Vogal Manuel Viegas Guerreiro – Vogal
3.3 CONSELHO CONSULTIVO
O Conselho Consultivo é composto por 17 membros de reconhecida competência científica, cultural e técnica. Honram a Fundação com o seu contributo, os seguintes membros que compõem o Conselho Consultivo:
Prof. Doutor Adriano Lopes Gomes Pimpão Prof. Doutor José Adriano Rodriques Barata Moura Prof. Doutor Francisco Melo Ferreira
Prof.ª Doutora Maria Lucinda Cruz dos Santos Fonseca Prof. Doutor Pedro Miguel Pinto Prista Monteiro
Prof. Doutora Carminda Maria Mariano Cavaco Arq. Paisagista Fernando Pessoa
Prof.ª Doutora Maria Aliete Galhoz
Prof. Doutor José Carlos Vilhena Mesquita Prof. Doutor Manuel Carlos Patrício Prof. Doutor João David Pinto Correia
Prof. Doutor António Marcos Galopim de Carvalho Prof. Doutor Cláudio Torres
Prof. Doutor Joaquim Antero Romero Magalhães Dr. João Manuel da Silva Miguel
Dr. José Maria Afonso Guerreiro Prof. Doutor António Branco
11 3.4 CONSELHO DE MECENAS
O Conselho de Mecenas é composto por:
Maria da Conceição Viegas Correia Câmara Municipal de Loulé
Hélder Manuel Faria Martins Pascoal Faísca
3.5 APOIO ADMINISTRATIVO
Os diversos Conselhos são apoiados administrativamente pela técnica Fátima Marques.
12 4. RECURSOS HUMANOS
Para além do inestimável contributo dos órgãos sociais, a FUNDAÇÃO desenvolveu as suas actividades com recurso ao seguinte quadro de pessoal:
Nome Categoria Vínculo Obs.
Fátima Marques Administrativa Contrato sem Termo
Andreia Freitas Bibliotecária Contrato Estímulo Emprego – IEFP
Rescindiu em Mar./16 Filipa Pinheiro Bibliotecária Contrato Emprego Inserção –
IEFP (9 meses)
Jun.-Ago./16 (resc.) Mónica Palma Bibliotecária Contrato Estágio Emprego – IEFP
(9 meses)
Início Jun./16 Patrícia de Jesus
Palma Historiadora Contrato Estágio Emprego – IEFP
(9 meses) Início Set./16
Tabela 1 Recursos Humanos 2016
5. FORMAÇÃO
A FUNDAÇÃO, sendo um espaço de conhecimento, proporciona aos seus colaboradores, interna e externamente, períodos de formação específica e actualizada como forma de valorização e eficiência profissional.
Ao longo de 2016, foram realizadas as seguintes acções de formação, apresentadas na Tabela 2: Formação RH realizada.
13 Data e
local Nome(s) Acção Objectivos Horas Entidade
30. Jan.
Auditório FMVG
Luís Guerreiro
Porquê debater o futuro dos arquivos etnográficos
?
A discussão sobre os arquivos etnográficos em Portugal é ainda tímida. Os materiais etnográficos produzidos no presente podem ser vistos como arquivos históricos no futuro. As etnografias são registadas de várias formas e são diversas as maneiras como os registos são guardados.
Nesta sessão pretendemos reunir um conjunto de reflexões sobre a forma como os antropólogos portugueses arquivam (ou não) os seus materiais e debater as potencialidades dos registos etnográficos enquanto fontes primárias.
1h.00
Arquivo Municipal de Loulé, programa Entre Arquivos
14.Out. – Biblioteca Gambela s-UALG
Patrícia J.
Palma
Preservação e
conservação documental
Gerais:
No final do seminário, os formandos deverão ser capazes de cuidar dos fundos antigos que têm a seu cargo e saber o estado de manutenção e da eficácia dos depósitos.
Específicos:
Este seminário tem por objetivo cuidar os fundos antigos que tenham a cargo e saber o estado e de manutenção e eficácia dos depósitos.
6h00
BAD – Associação de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalista s (Biblioteca de Gambelas- UALG)
21/Out., Biblioteca Gambela s-UALG
Fátima Marques;
Mónica Palma;
Patrícia J.
Palma
Catalogação Procedimentos de catalogação no
programa Bibliobase 3h00
Bibliotecária Margarida Vargues da Biblioteca da Universidade do Algarve
27/Out., Biblioteca Nacional de Portugal
Patrícia J.
Palma
Colóquio
«António Ribeiro dos Santos, 1745- 1818: um bibliotecário, duas bibliotecas»
António Ribeiro dos Santos reorganizava a biblioteca quinhentista em Coimbra, quando é chamado a Lisboa pela rainha D.
Maria I e depois nomeado director da Real Biblioteca Pública da Corte, que dirigirá desde a sua fundação em 1796 até 1816.
Duzentos anos depois revê-se a sua intervenção nas duas bibliotecas setecentistas mais carismáticas em Portugal:
Programa 09h15 Receção
09h45 Abertura | Maria Inês Cordeiro 1ª Sessão | Moderação de Maria Luísa Cabral
10h00 António Ribeiro dos Santos (1745- 1818). As paisagens do reino, os poderes do rei, os saberes dos vassalos | António Camões Gouveia
10h45 O "enciclopedismo" de António Ribeiro dos Santos | José Esteves Pereira
8h00
Biblioteca Nacional de Portugal e CHAM-NOVA
14 11h15 Pausa para café
2ª Sessão | Moderação de João Luís Lisboa
11h45 Sociabilidade e ilustração. A liberdade de escrita na correspondência de António Ribeiro dos Santos | Ana Cristina Araújo
12h15 No crepúsculo das Luzes: revisitar o pensamento de António Ribeiro dos Santos, discutindo os "conceitos" "Luzes",
"Ilustração", "Iluminismo" | Zulmira Santos 12h45 Debate
3ª Sessão | Moderação de João Luís Lisboa
14h30 O saber de António Ribeiro dos Santos na arrumação dos saberes da Real Biblioteca Pública da Corte: da teoria à prática | Fernanda Maria Campos 15h00 Os códices de Ribeiro dos Santos:
uma leitura atenta | Maria Luísa Cabral 15h30 Pausa para café
4ª Sessão | Moderação de Zulmira Santos 16h00 Ribeiro dos Santos, primeiro bibliotecário da Universidade de Coimbra | Maia do Amaral
16h30 A Real Biblioteca Pública da Corte e o estado moderno | João Luís Lisboa e Maria Luísa Cabral
17h00 Debate
17h45 Encerramento | Maria Inês Cordeiro 18h00 Abertura da Mostra Bibliográfica | Maria Luísa Cabral
28/Out., CHAM/N OVA-UAc
Patrícia J.
Palma
Leitura e formas de escrita:
grupo de trabalho universitário
Estudar as formas da escrita, nos seus diversos suportes e meios de registo, do manuscrito ao impresso, incluindo a problematização das transformações que os meios digitais têm vindo a introduzir, bem como as relações entre essas formas, os seus significados e os seus usos.
2h. CHAM/NOVA- UAc
25/Nov.
CHAM/N OVA-UAc
Patrícia J.
Palma
Leitura e formas de escrita:
grupo de trabalho universitário
“Um museu da imprensa no Algarve: que desafios?”, por Patrícia de Jesus Palma.
Discussão e contributos para o projecto que tem como um dos produtos previstos a Hemeroteca Digital do Algarve. Academia das Ciências, representada pelo seu presidente, Sr. Prof. Dr. Artur Anselmo disponível para apoiar projecto «Museu da Imprensa» nos mesmos termos em que apoia o «Museu da Língua Portuguesa», em Bragança.
2h. CHAM/NOVA- UAc
Tabela 2: Formação RH realizada
15 6. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA
6.1 GRAU DE REALIZAÇÃO
O Plano de Actividades aprovado para 2016 incluiu 10 actividades relevantes para o cumprimento da missão e objectivos da FUNDAÇÃO. Destas, 6 são actividades de continuação (Hemeroteca Digital, Projecto Tóssan, Centro de Estudos Algarvios, Base de Dados, Projecto Romanceiro e Inventário do Espólio Documental de MVG) encontrando-se em estados distintos de concretização, que a seguir se especificam. Uma actividade planificada não foi realizada.
ACTIVIDADES GRAU DE REALIZAÇÃO
1. Hemeroteca Digital do Algarve 1
2. Observatório de Inovação Agro-Rural
do Algarve 1
3. Med entre linhas 2
4. Projecto Tóssan 1
5. Edição de Fotobiografia de Cândido
Guerreiro 2
6. Centro de Estudos Algarvios 1
7. Criação de Base de Dados Científica 1
8. Projecto Romanceiro.pt 2
9. Edição fac-similada do Romanceiro
de J. Leite de Vasconcelos 0
10. Inventário do espólio do Patrono 1
Legenda: 0 – Não se realizou; 1 – Actividade de continuação; 2 – Actividade realizada Tabela 3 Grau de Realização do PA 2016
16
Gráfico 1 Grau de Realização do PA 2016
Salienta-se que o incumprimento da actividade mencionada não pôs em causa os objectivos fundamentais da FMVG, cuja taxa global de execução foi de 90%. A sua inviabilidade ficou a dever-se ao adiamento de financiamento previsto.
6.1 RESOLUÇÃO DE LITÍGIOS
A 27 de Abril, ficou resolvido o litígio que opôs a FMVG, na qualidade de Ré, a Procontrol – Projectos e Fiscalização de Empreendimentos de Construção, Lda., na qualidade de Autora do processo judicial n.º 4189/15.6T8LLE, tendo a sentença absolvido a FMVG da instância, conforme Sentença, que se junta em anexo n.º 2.
0 0,5 1 1,5 2 2,5
GRAU DE REALIZAÇÃO DO PA
17 7. AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES DO PLANO DE ACTIVIDADES (PA)
7.1 HEMEROTECA DIGITAL DO ALGARVE
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património e Desenvolvimento Cultural FINS:
a. Preservação, valorização e acessibilidade universal ao património cultural, especificamente impresso;
b. Promoção da cidadania e identidade;
c. Promoção da cultura escrita;
d. Promoção da investigação.
e. Este projecto visa criar e disponibilizar a hemeroteca digital de todos os jornais e revistas que o Algarve produziu de 1833 até aos nossos dias, em formato digital e de fácil consulta pública. As principais razões prendem-se com aspectos de natureza cultural, patrimonial e de investigação científica. O Algarve possui centenas de títulos de publicações periódicas de âmbito público, desportivo, turístico, religioso, de associações de classe, de feição comercial, que abrangem os últimos anos da monarquia, a primeira república, o Estado Novo e a democracia. A história do Algarve destes últimos 180 anos está plasmada nestas publicações e elas próprias fizeram, não raro, a própria história da região.
Daí o seu inestimável interesse e importância decisiva para a elaboração de trabalhos de investigação sobre a região e das relações desta com as demais realidades nacional e internacional. Actualmente, a maioria destas colecções encontra-se na Biblioteca Nacional, muitas delas em elevado estado de degradação, e noutras bibliotecas e arquivos do país, o que acarreta enormes dificuldades de acesso para quem tem de recorrer com frequência a estas valiosas fontes. A ideia da criação da Hemeroteca Digital do Algarve permitirá reunir e salvaguardar este valiosíssimo património que servirá a memória de todos e apresenta um investimento previsível de 200 000,00€.
PÚBLICO-ALVO: Comunidade científica, municípios, público em geral ESTADO: Em execução
ACÇÕES:
a. A Fundação Manuel Viegas Guerreiro desenvolveu acções de sensibilização para o projecto, em reuniões presenciais e através da rede social do facebook, tendo obtido adesão.
b. Foi apresentado o memorando descritivo à Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR), tendo em vista perscrutar o enquadramento adequado ao seu financiamento, assim como ao Ministério da Cultura, na pessoa do Sr. Ministro, Dr. João Soares, por ocasião da
18 apresentação pública do projecto Romanceiro.pt, que decorreu no auditório da
FUNDAÇÃO no dia 20 de Fevereiro de 2016 (anexo n.º 3).
c. O projecto foi integrado no âmbito do projecto Museu da Imprensa no Algarve, coordenado cientificamente pela colaboradora Patrícia de Jesus Palma, investigadora integrada do CHAM da Universidade Nova de Lisboa, em parceria com a Diocese do Algarve, Município de Faro e Direcção Regional de Cultura do Algarve, constituindo-se em Outubro uma parceria interinstitucional para a viabilização destas actividades.
d. A Fundação continuou a aumentar a sua colecção de periódicos algarvios.
7.2 OBSERVATÓRIO DE INOVAÇÃO AGRO-RURAL ÁREA DE INTERVENÇÃO:
FINS:
a. Preservação e valorização do território interior e rural;
b. Educação e Formação Profissional;
c. Conhecimento actualizado das necessidades de inovação nas zonas rurais e sector agrícola;
d. Reunir e capitalizar informação e resultados dos projectos em curso;
e. Transferir conhecimento técnico ao sector;
f. Fomentar a constituição de redes entre parceiros;
g. Valorização da criatividade e inovação na actividade.
PÚBLICO-ALVO: Agentes (individuais e empresas) dos sectores agrícola, agro- alimentar, florestas e rural.
ESTADO: Em preparação ACÇÕES:
a. Projecto mapeado no Plano de Acção de Desenvolvimento de Recursos Endógenos do CRESC Algarve 2020, Aviso ALG-28-2016-16, quadro de prioridades número 2, no que respeita ao contributo para as Estratégias de Desenvolvimento Local (DLBC Rurais), com o montante previsto de 150 000,00€
(anexo n.º 4).
19 7.3 MED ENTRE LINHAS > FLIQ – FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE
QUERENÇA/2016 FINS:
a. A designação Med Entre Linhas foi alterada para Festival Literário Internacional de Querença (FLIQ). O FLIQ é uma actividade cultural, de cariz especificamente literária, concebida e desenvolvida pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro, cuja 1.ª edição decorreu nos dias 5, 6 e 7 de Agosto/2016.
Tratou-se de uma iniciativa que visou fortalecer e celebrar a dimensão comunicativa da Literatura e promover, sem restrições, o interesse e o gosto pela leitura e pela escrita, contribuindo para a formação de um ambiente literário estimulante no Algarve. Neste primeira edição, proporcionou um ambiente poético de cariz ibérico. Foram três dias de poesia, arte, animação cultural, petiscos, apresentação de livros, mercadinhos de poesia, com a presença de escritores nacionais e estrangeiros. O primeiro dia foi dedicado aos Poetas Andaluzes, o segundo foi uma homenagem ao poeta Casimiro de Brito, de origem algarvia e raízes em Querença, com uma vasta obra publicada e traduzida em mais de trinta línguas, e o domingo foi dedicado aos Poetas Algarvios – os de berço ou de coração. O objectivo principal foi o de celebrar a PALAVRA em todas as suas formas - dita, lembrada, escrita, cantada, subvertida, dançada, repetida, encenada, discutida e os seus protagonistas.
b. O FLIQ pretendeu viabilizar o encontro entre os que protagonizam ou se sentem atraídos pelo universo literário nas suas múltiplas dimensões;
visibilizar o contributo da região para o vigor da produção literária contemporânea e, por conseguinte, valorizar simbolicamente a região enquanto lugar «identitário, relacional e histórico» (Marc Augé), capaz de produzir sentidos locais e globais (glocais) através da Literatura, surpreendentes e atractivos face às precedentes ofertas e representações culturais da região.
c. Celebrar a PALAVRA em todas as suas formas – dita, lembrada, escrita, cantada, subvertida, dançada, repetida, encenada, discutida e os seus protagonistas. No sentido em que a Palavra é essencialmente comunicação – pôr em comum – o FLIQ propôs uma programação capaz de contribuir para o esbater de fronteiras, desde logo literárias (genológicas, erudita/tradicional, etc), mas também sociais, culturais e geográficas.
d. Do ponto de vista do ordenamento (cultural), valorização e percepção hierárquica do território, o FLIQ pretende assumir um papel interveniente na recomposição das relações geoculturais. Ao realizar-se em Querença, aldeia situada entre a serra e o barrocal, em pleno mundo rural com baixa densidade populacional e com baixa concentração de infra-estruturas turísticas, a Fundação Manuel Viegas Guerreiro reelabora as tradicionais dicotomias (urbano/rural; centro/periferia; cultura escrita/cultura oral), colocando em relevo o capital humano e relacional, assim como uma visão não determinista das paisagens culturais.
e. A paisagem que o FLIQ pretendeu desenhar, caracteriza-se por uma ampla e interdependente espacialidade sociocultural. Traça-se recorrendo ao envolvimento da população local, de uma equipa científica multidisciplinar e interinstitucional e à participação de autores, editores, ilustradores, leitores,
20 actores e músicos nacionais e estrangeiros, que durante dois dias reunir-se-ão
em Querença para tomar a palavra em diferentes espaços públicos da aldeia, conduzindo e sendo conduzidos por conversas em torno de questões centrais para a Literatura e para a Sociedade Contemporâneas.
f. Fortalecer a rede colaborativa da Fundação, cujos parceiros – pessoas e instituições – estão devidamente assinaladas no programa do FLIQ/16, que constitui o anexo número 3, assim como no site institucional da FMVG:
http://www.fundacao-mvg.pt/iniciativas/fliq/apresentacao ESTADO: REALIZADA | 5, 6 e 7 de Agosto de 2016 ACÇÕES:
a. Concepção, preparação, produção de conteúdos, divulgação, realização e pós-produção do FLIQ (Mai.-Dez./16);
b. Incluiu, entre 6 de Agosto e 30 de Setembro de 2016, a Exposição Entre Mil Águas: Vida Literária de Casimiro de Brito, 60 anos de escrita édita, cujo encerramento com a convidada Ilídia Honorato Sério, autora da colecção A Palavra dirigida por Casimiro de Brito em Faro na década de 1950, inaugurou o ciclo Conversas ENTRE Livros no espaço da biblioteca da FMVG.
c. Concepção, produção e distribuição da exposição itinerante Entre Mil Águas: Vida Literária de Casimiro de Brito, 60 anos de escrita édita e contou com o apoio da BAD – Associação de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, Câmara Municipal de Loulé e Direcção Regional de Cultura do Algarve.
d. Apresentação disponível no anexo n.º 5 e em:
http://www.fundacao-mvg.pt/iniciativas/exposicao-itinerante-casimiro-de-brito.
e. Concepção e preparação do Catálogo da 1.ª edição do FLIQ a ser lançado na próxima edição, que se realizará a 12, 13 e 14 de Maio/2017.
PÚBLICO-ALVO:
a. O público-alvo desta proposta foi abrangente, permitindo conciliar público em geral nacional e internacional interessado nas diversas manifestações estéticas que têm a palavra como matéria e com gosto pela fruição de momentos, espaços e ambientes culturais únicos; o público especialista e público universitário nas áreas da Educação, Literatura, Arte e Cultura nacional e internacional; as instituições e agentes ligados à divulgação e promoção cultural; o público infanto-juvenil, através da dinamização de ateliers vocacionados. Estiveram presentes cerca 300 pessoas no evento.
7.4 PROJECTO TÓSSAN / ANTÓNIO ALEIXO
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património e Desenvolvimento Cultural
21 FINS:
a. Reunir, estudar, valorizar e divulgar local, regional, nacional e internacionalmente a obra de António Fernando dos Santos (Vila Real de Santo António, 1918 -Lisboa, Agosto de 1991), mais conhecido por TÓSSAN, pintor, ilustrador, decorador e gráfico português, um dos primeiros que considerou e contribuiu para a fixação da obra de António Aleixo;
b. Articular o estudo e divulgação desta obra com o estudo e divulgação do espólio de António Aleixo, que por protocolo firmado com a Fundação António Aleixo a 16 de Novembro deste ano no auditório da FMVG se tornou sua depositária (anexo n.º 6).
PÚBLICO-ALVO:
ESTADO: Em desenvolvimento
ACÇÕES: Elaboração de fichas descritivas relativas aos desenhos já inventariados.
7.5 EDIÇÃO DA FOTOBIOGRAFIA DE CÂNDIDO GUERREIRO
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Edição e divulgação cultural FINS:
a. Apoiar acções que visam o estudo de espólios inéditos relativos a figuras de grande relevo regional e contribuir para a actualização e divulgação do conhecimento acerca destas personalidades e respectivas obras, tanto sincrónica quanto diacronicamente;
b. Valorizar as imagens que falam da vida do poeta e as que remetem para outras vidas partilhadas com o poeta, outras paisagens que nos falam da antiga aldeia de Alte, de espaços urbanos da então vila de Loulé, ou da paisagem que circundava a casa do poeta, em Faro, a partir da qual se viam os campos que terminavam junto da Ria Formosa. As palavras servem assim de moldura ao que a imagem pretende revelar.
c. O conjunto documental reunido permitiu definir o percurso de vida de Cândido Guerreiro em quatro etapas principais, a partir das quais a fotobiografia foi organizada: a vida até Coimbra – onde cabem a juventude, o Seminário, a amizade com os poetas algarvios Bernardo de Passos e João Lúcio, os amores com Maria Veleda, a opção por continuar os estudos; a vida em Coimbra – na qualidade do que hoje designaríamos de trabalhador-estudante, o contacto com os ideais republicanos, a construção de amizades sólidas, a produção poética, o curso de Direito, a paixão por Margarida; a vida em Loulé – muito activa e interventiva, a participação na Comissão Executiva e na Presidência da Câmara Municipal, polémica e de significativo contributo para o progresso da vila; a última etapa - que inicia com a ida para Faro, as ligações ao grupo literário farense e a divulgação da
22 sua obra para lá das fronteiras nacionais, a partilha literária com muitos amigos, até
aos últimos momentos.
d. Homenagear o poeta algarvio e os seus descendentes e um contributo para que se mantenha reconhecido o seu importante legado intelectual.
PÚBLICO-ALVO:
a. Inclui o público interessado na figura de Cândido Guerreiro e na sua época; inclui o público interessado no tema Algarve Contemporâneo;
inclui o público ligado às actividades de ensino e valorização cultural;
inclui a comunidade de investigadores em estudos literários e históricos; e pretende alcançar um público tendencialmente mais amplo, para cuja formação esta publicação também pretende concorrer, interessando-o pelos valores culturais/literários da região.
ESTADO: REALIZADA ACÇÕES:
a. Estabelecimento de parceria com a doutora Luísa Martins, autora da Fotobiografia, para concepção e edição do livro, apoiado pela Câmara Municipal de Loulé e pela Direcção Regional de Cultura do Algarve (Programa Apoio à Edição);
b. Edição da Fotobiografia de Cândido Guerreiro;
c. Sessão de lançamento do novo título da série de fotobiografias iniciada em 2006 pela FMVG, que já editou a Fotobiografia de Manuel Viegas Guerreiro e a de Manuel Gomes Guerreiro, tendo reunido cerca de 60 pessoas na sessão de lançamento (anexo n.º 7).
7.6 CENTRO DE ESTUDOS ALGARVIOS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património Bibliográfico
FINS: Preservação, acesso e divulgação do património bibliográfico algarvio, contribuindo para o conhecimento sobre a região.
PÚBLICO-ALVO: leitores em geral de todas as faixas etárias, investigadores e interessados na cultura escrita produzida na e sobre a região.
ESTADO: Em desenvolvimento ACÇÕES:
a. Actividade «Da Floresta à Biblioteca»: dinamizada com os alunos do Jardim de Infância e Escola Básica 1 de Querença, com o objectivo de dar a conhecer o ciclo do papel, desde a plantação das árvores até à produção e conservação dos livros. Os
23 alunos foram os leitores-fundadores da nova secção bibliográfica «biblioteca infantil»
(anexo n.º 8).
b. Aquisição por compra e doações de publicações para enriquecimento da colecção.
c. Processamento, catalogação, preservação e acesso da colecção, garantindo a pesquisa bibliográfica em linha na base de dados colectiva que é disponibilizada pela Biblioteca Municipal de Loulé, parceira deste projecto, a partir de qualquer lugar no mundo, em https://goo.gl/em41Cb.
d. Serviço ao público, através de apoio presencial, telefónico e digital.
7.7 PROJECTO ROMANCEIRO.PT
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Literatura Patrimonial Portuguesa FINS:
a. Salvaguarda e promoção do Arquivo do Romanceiro Português.
b. Tornar acessível tanto ao público especialista como ao grande público um conjunto de grande valor cultural, que alberga perto de 14.000 imagens de documentos de grande relevo no âmbito da literatura patrimonial portuguesa.
PÚBLICO-ALVO: Público especialista e público em geral.
ESTADO: REALIZADA ACÇÕES:
a. Conclusão e apresentação dos resultados do projecto «O Arquivo do Romanceiro Português da Tradição Oral Moderna (1828-2010): sua preservação e difusão», coordenado pelo Senhor Professor Doutor Pere Ferré, e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do concurso de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais (2013).
b. Apresentação pública da plataforma digital http://romanceiro.pt/, realizada a 20 de Fevereiro de 2016 no auditório da FMVG, pelo coordenador do projecto, Sr. Professor Doutor Pere Ferré, em cerimónia presidida pelo Sr. Ministro da Cultura, Dr. João Soares.
c. Preservação do acervo documental na biblioteca da FUNDAÇÃO: colecção Romanceiro Português (anexo n.º 9).
7.8 CRIAÇÃO DE BASE DE DADOS CIENTÍFICA
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património bibliográfico científico
FINS: Salvaguarda e acesso a base de dados da vegetação e flora mediterrânicas.
24 PÚBLICO-ALVO: Público especialista e público em geral.
ESTADO: Em desenvolvimento ACÇÕES:
Preparação e submissão da candidatura Percurso Eco-Botânico Manuel Gomes Guerreiro que tem como um dos produtos previstos a desenvolvimento desta base de dados que tem vindo a ser construída pelo Sr. Arquitecto Fernando Pessoa, distinto membro do conselho consultivo da FUNDAÇÂO, e do Sr. Coronel Rosa Pinto.
7.9 EDIÇÃO FAC-SIMILADA DO ROMANCEIRO DE J. LEITE DE VASCONCELOS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Edição | Literatura Patrimonial Portuguesa
ESTADO: Não Realizada, devido a falta de fonte de financiamento e a concentração de esforços na actividade 7.7 Projecto Romanceiro.PT.
7.10 INVENTÁRIO DO ESPÓLIO DO PATRONO
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património arquivístico e bibliográfico FINS:
a. Preservar física e digitalmente o espólio documental (documentos escritos, fotográficos e áudio);
b. Organizar o respectivo inventário da colecção a ser disponibilizado no sítio da internet da Fundação Manuel Viegas Guerreiro (http://www.fundacao-mvg.pt/) em acesso universal;
c. Tornar acessível a consulta da colecção pela comunidade em geral e pela comunidade científica em particular.
d. Promover a investigação e o conhecimento a partir deste património.
PÚBLICO-ALVO: Comunidade científica e público em geral ESTADO: Em desenvolvimento
ACÇÕES:
a. Início da actividade da organização e catalogação da bibliografia activa de Manuel Viegas Guerreiro;
25 b. Preparação e submissão da candidatura ao Programa Internacional ADAI –
Iberoarquivos: linha de apoio Povos Indígenas: esta acção enquadra-se no trabalho de inventário, preservação, acessibilidade e comunicação do referido espólio, que teve início no ano de 2012 através do estabelecimento de uma parceria com o Arquivo Municipal de Loulé. Na sequência desta parceria conseguiu-se recensear e descrever cerca de 2200 documentos avulsos, concernentes aos temas «”usura”, “Inquisição”, “agricultura”, “direito”,
“comércio”, “lendas”, “costumes”, “toponímia”, “psicologia”, “grupos étnicos”,
“religião”, etc., ligados aos judeus (predominante), mouros, árabes e ciganos» e que terão resultado do trabalho conjunto que Manuel Viegas Guerreiro desenvolveu com José Leite de Vasconcellos entre os anos de 1940 e 1941, enquanto esteve equiparado a bolseiro para auxiliar o Mestre Leite (Cf. João David Pinto-Correia, http://cvc.instituto-camoes.pt/seculo-xx/manuel-viegas- guerreiro-dp1.html#.V-rp7fkrLIU). (In Recenseamento documentação proveniente da Fundação Manuel Viegas Guerreiro: memória descritiva / Luísa Martins). Com esta candidatura pretende-se avançar para a segunda fase do tratamento do amplo espólio, concentrando-nos nos materiais relativos aos povos indígenas – Bochimanes (Angola), Bantos (Angola), Macondes (Moçambique), grupo Vakankala (Angola) e tribos Macahais, Chiveio e Cuvelai (Sudoeste Africano) – que constituíram longo e profundo objecto de interesse e estudo científico por parte do Professor Manuel Viegas Guerreiro, tendo reunido numeroso material fotográfico e áudio durante as suas missões científicas (1948-1969), algum utilizado em estudos de referência1, e outro (a maior parte) inédito. DIMENSÃO: de acordo com uma primeira avaliação, esta colecção é constituída maioritariamente por acervo fotográfico, integrando cerca de 2017 fotografias, das quais cerca de 135 dizem respeito a pinturas rupestres existentes no Sudoeste Africano, 373 a Bochimanes, 293 a Macondes, 9 ao grupo Vakankala e 489 a temática africana diversa. O acervo conta com 953 diapositivos (5x5) e 84 (7x7) de semelhantes temáticas e ainda 13 fitas magnéticas de 8cm relativas à literatura Maconde e à língua Bochimane, registando as recolhas e gravações in loco. Inclui ainda documentos de campo manuscritos, tal como o caderno de campo e outra documentação avulsa ainda não contabilizada, assim como a bibliografia científica temática (Anexo n.º 10).
26
8. AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES REALIZADAS NÃO PREVISTAS NO PLANO DE ACTIVIDADES
8.1 FORMAÇÃO
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Formação Profissional +65:
FINS/JUSTIFICAÇÃO: Proporcionar à população sénior local o acesso à certificação de Aplicador de Produtos Fitofarmacêuticos para uma utilização sustentável dos pesticidas, através da redução dos riscos e efeitos da sua utilização na saúde humana e no ambiente, promovendo o recurso à protecção integrada e a técnicas alternativas, designadamente não químicas.
PÚBLICO-ALVO: cidadãos com mais de 65 anos
ACÇÕES: Acção de Formação de Aplicador de Produtos Fitofarmacêuticos para pessoas com mais de 65 anos, em parceria com a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (anexo n.º 11).
8.2 PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Investigação e desenvolvimento sociocultural FINS/JUSTIFICAÇÃO: reunião e divulgação do conhecimento
PÚBLICO-ALVO: Comunidade de investigadores interessados na história do Algarve ACÇÕES:
Co-coordenação: PALMA, Patrícia de Jesus, co-coord. n.º 3 da Revista Promontoria Monográfica da Universidade do Algarve / História do Algarve: Apontamentos para a história das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital.
Artigo: GUERREIRO, Luís – «O laicismo na capital algarvia nos finais de Oitocentos: o célebre processo de Francisco Pereira Salles». Promontoria Monográfica História do Algarve 03.
Apontamentos para a História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital. Faro:
CEPAC/FCHS-UALG, 2016, pp.183-203.
Artigo: PALMA, Patrícia de Jesus – «Contributo para a história da edição contemporânea em Portugal: a emergência da edição impressa na periferia, o caso do Algarve (1808-1910).
Promontoria Monográfica História do Algarve 03. Apontamentos para a História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital. Faro: CEPAC/FCHS-UALG, 2016, pp.155-181.
27 8.3 CONFERÊNCIAS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Investigação e desenvolvimento sociocultural FINS/JUSTIFICAÇÃO: divulgação do conhecimento
PÚBLICO-ALVO: público em geral ACÇÕES: CONFERÊNCIA:
8 de Out.: PALMA, Patrícia de Jesus – «Os clubes de leitura em perspectiva história: a promoção da leitura pública em Loulé, desde 1835». Comunicação apresentada no 10.º aniversário do Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Loulé, realizado no Cineteatro (anexo n.º 13).
8.4 CONSELHOS, COMISSÕES E CONSULTORIAS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Preservação Ambiental FINS:
• A FUNDAÇÃO é membro do Conselho Consultivo das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte da Benémola, criadas por deliberação da Assembleia Municipal de Loulé (Aviso-Regulamento n.º 20717/2010, de 18 de outubro, DR 2.ª série), fazendo representar-se pelo seu vice-presidente, Eng.º Gabriel Guerreiro Gonçalves.
• Integram o Conselho Consultivo:
o Representante da União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim;
o Representante da Junta de Freguesia de Salir;
o Representante das Organizações Não Governamentais com intervenção na área das Paisagens Protegidas, em regime de rotatividade anual – Associação Almargem;
o Representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRAlgarve);
o Representante da Administração de Região Hidrográfica do Algarve (ARHAlgarve)/Agência Portuguesa do Ambiente;
o Representante da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPAlg);
o Representante da Direcção Regional de Florestas do Algarve (DRFAlg o Representante da Entidade Regional de Turismo do Algarve (ERTA);
o Dois representantes das instituições representativas ou figura similar, dos interesses socio-económicos intervenientes, um por cada uma das áreas protegidas – Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, Associação de Agricultores Tradicionais do Vale da Benémola;
28 o Dois representantes das instituições representativas dos interesses
culturais, desportivos e recreativos, com intervenção nas áreas das Paisagens Protegidas – Fundação Manuel Viegas Guerreiro e Associação Cultural de Salir;
o Representante da Guarda Nacional Republicana;
o Representante do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade.
Compete ao Conselho Consultivo desenvolver as seguintes actividades:
a) Eleger o respectivo presidente e aprovar o regulamento interno de funcionamento;
b) Apreciar as propostas de planos e os programas anuais e plurianuais de gestão e investimento;
c) Apreciar os relatórios anuais e plurianuais de actividades;
d) Apreciar os relatórios científicos e culturais sobre o estado das áreas de Paisagem Protegida;
e) Emitir parecer, sempre que solicitado, sobre assuntos relevantes para as áreas de Paisagem Protegida, nomeadamente pelo seu impacte sobre as mesmas.
ACÇÕES:
Na reunião do dia 24 de Fevereiro, foi o Presidente do Conselho Consultivo, representante da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, Eng.º Gabriel Gonçalves, reconduzido no cargo, por via de eleições, tendo conduzido os trabalhos da respectiva sessão.
8.5 PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património Natural – Instrução da candidatura interinstitucional e multidisciplinar Percurso Eco-Botânico Manuel Gomes Guerreiro:
Património, Investigação e Desenvolvimento, para submeter ao programa CRESC Algarve, Prioridade de Investimento 6.3 – Conservação, protecção, promoção e desenvolvimento do património natural e cultural.
FINS:
i. Criar um jardim botânico de sítio e percurso eco-botânico na encosta Sul da propriedade da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, denominado Percurso Eco-Botânico Manuel Gomes Guerreiro
ii. Valorizar e promover o território de forma sustentada e ancorada em avançada metodologia científica e tecnológica;
iii. Identificar, estudar, preservar e valorizar o património florístico da zona de transição entre o barrocal e a serra do Algarve, com alta densidade e diversidade de formações mediterrânicas;
29 iv. Qualificar a oferta através da Promoção de actividades pedagógicas, culturais, científicas
e recreativas em articulação com os demais espaços e actividades da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, proporcionando ao público frequentador ou visitante desta região uma experiência holística, genuína e qualitativamente diferenciada;
v. Produzir suportes documentais e digitais em várias línguas para a informação, comunicação e sensibilização ambientais aumentando a sua visibilidade.
vi. Homenagear a obra de Manuel Gomes Guerreiro, protagonista do desenvolvimento das ciências da Ecologia;
vii. Contribuir para o desenvolvimento de um turismo sustentável, capaz de coadunar as vertentes social, económica e ambiental, proporcionando uma melhor compreensão da diversidade cultural das comunidades, contribuindo para o fortalecimento das relações internacionais, para o diálogo e para a paz;
viii. Contribuir para a reorganização das relações territoriais, aumentado a atractividade do território do interior e diminuindo as assimetrias entre rural/urbano, interior/litoral, turismo balnear/turismo da Natureza.
ix. Celebrar 2017 como Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, conforme determinação das Nações Unidas.
PÚBLICO-ALVO: Público escolar e universitário, investigadores, público em geral nacional e estrangeiro
ACÇÕES:
8.6 Realização de reuniões de trabalho com os parceiros do projecto: CMLLE e UALG.
8.7 Instrução da candidatura de acordo com o respectivo Aviso (anexo n.º 14).
8.6 (RE)DESCOBERTA E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património Natural - projecto para o desenvolvimento da Grande Rota Excursão à Serra do Algarve, um percurso que reproduz a viagem de dois dias feita por Manuel Viegas Guerreiro, em 29 e 30 de Agosto de 1959.
FINS:
a. Dotar o Município de Loulé de mais um percurso pedestre de Grande Rota, um instrumento para o Turismo, Ambiente e Cultura;
30 b. Elaborar uma rota temática autoguiada de (re)descoberta do território e
do património;
c. Dignificar a obra e a memória de uma personalidade relevante para a localidade;
d. Implantar percursos pedestres com qualidade e segundo as normas (art.º 40 do Regulamento de Homologação de Percursos Pedestres:
i. Marcação segundo as normas;
ii. Disponibilização de informação adequada e actualizada;
iii. Garantia de condições de segurança, acessibilidade a todo o público, circulação durante todo o ano e conservação do meio;
iv. Compatibilidade com as especificidades ambientais e culturais;
v. Respeito pelos Planos de Ordenamento e Objectivos Ambientais Municipais;
e. Garantir a qualidades dos percursos, a segurança e orientação dos utilizadores, a conservação dos ecossistemas e do património construído e a produção de material informativo adequado e actualizado.
PÚBLICO-ALVO: Caminhantes.
ACÇÕES:
• Reuniões de preparação com os parceiros do projecto (Out./17): Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e CMLLE: estabelecimento dos requisitos para homologação pela Federação de Campismo e Montanhismo (anexo n.º 15:
proposta em avaliação).
8.7 PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL: FESTA DE SÃO LUÍS/FESTA DAS CHOURIÇAS
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Património Cultural Imaterial
FINS/JUSTIFICAÇÃO: Pedido de Inventariação da Festa das Chouriças em honra de São Luís de Anjou (Querença, Loulé), efectuado pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG), nos termos e para os fins do disposto no Artigo 12.º do Anexo ao Decreto-Lei n.º 149/2015.
Pretende-se com este documento propor uma nova fase de trabalho, de investigação histórico- bibliográfica e antropológica, com uma forte componente etnográfica, por forma a colmatar qualquer falta de informação e de “enquadramento teórico-metodológico” da prévia Candidatura da Festa das Chouriças em honra de São Luís a Património Cultural Imaterial (PCI), de acordo com o Parecer Oficial (Informação n.º MNE/2016/008).
Com este plano de trabalho a FMVG intenta a aprovação da candidatura, pela Direcção-Geral do Património Cultural, envolvendo toda a comunidade no sentido da salvaguarda da emblemática festa, práticas e rituais.
31 PÚBLICO-ALVO: público em geral
ACÇÕES: reactivação da candidatura e reuniões com parceiros do projecto: União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim; Paróquia de Querença; Universidade do Algarve e Direcção Regional de Cultura do Algarve
8.8 DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERAL: I ENCONTRO DE ARTISTAS DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE QUERENÇA, TÔR E BENAFIM
ÁREA DE INTERVENÇÃO: PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL FINS/JUSTIFICAÇÃO:
• No âmbito da recolha nacional de património imaterial que a Associação Música Portuguesa a Gostar dela Própria vem levando a cabo no sentido de promover a consciencialização para o conhecimento e importância de um património vivo e muitas vezes esquecido da tradição oral, tais como cantigas, romances, contos, práticas sacro-profanas, músicas, danças e também gastronomia, foi a União de Freguesias contactada para a identificação de artistas da freguesia que pudessem ser informantes. Desta recolha resultou a consciência da riqueza artística e patrimonial existente, tendo a Senhora Presidente da União de Freguesias, Margarida Correia, idealizado uma sessão de divulgação deste património, nomeadamente, do musical, que foi dinamizado no auditório da FUNDAÇÃO, reunindo o apoio da Câmara Municipal de Loulé e da Casa do Povo de Querença PÚBLICO-ALVO: Comunidade local e nacional
ACÇÕES:
a. Apoio na realização do I Encontro de Artistas da União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim, através da cedência de espaço e de condições técnicas (anexo n.º 16).
8.9 INTEGRAÇÃO SOCIAL E COMUNITÁRIA
ÁREA DE INTERVENÇÃO: Integração Social
FINS: Promover a integração de pessoas a cumprir penas judiciais.
ACÇÕES: A FUNDAÇÃO deu continuidade à colaboração com o Instituto de Reinserção Social, através da integração de pessoas a cumprir penas traduzidas em trabalho comunitário, designadamente, na função de jardineiro.
32 Ao longo do ano, sob supervisão do vice-presidente Idálio Revez, foram integrados duas
pessoas do sexo masculino em totais de: 210 horas (23/11/2015-18/12/2016 e 100 horas de trabalho comunitário (11/11/2016-23/12/2016).
8.10 CONSOLIDAÇÃO E ALARGAMENTO DA REDE DE PARCERIAS PÚBLICAS E PRIVADAS
INSTITUIÇÕES / PESSOAS ACÇÕES
Agrupamento de Escolas Padre Cabanita
(EJ1 e EB1 de Querença) - Festas de final de período lectivo - Serviço de biblioteca
Antena 1 - Gravação da rubrica de Natal
Associação de Plantas e Jardins
Mediterrânicos - Palestra temática por Timothy Walker Câmara Municipal de Loulé - Acções várias ao longo do ano
CHAM-Universidade Nova de Lisboa - Colaboração da investigadora Patrícia de Jesus Palma em projectos da FMVG
Diocese do Algarve / Paróquia de
Querença - Acções várias ao longo do ano
Direcção Regional de Agricultura e
Pescas do Algarve - Projecto Percurso Eco-Botânico (IST) Direcção Regional de Cultura do Algarve - Apoio à Edição
- Apoio à Acção Cultural
EDP - 3.º Encontro Algarve
European Turfgrass Society
- 5.ª Conferência European Turfgrass Society, org.
Prof. Carlos Guerreiro e apres. de Santana da Silva Fundação António Aleixo
- Protocolo de cooperação para preservação e divulgação do espólio de António Aleixo Gumo Studio Choir - Produção de CD «Classa Viva»
Jardim de Infância de Clareanes Festa de final de período lectivo Junta de Freguesia de Alte Apoio à edição
Leocádia Quaresma Apresentação do livro Sou Eu.
União de Freguesias de Querença, Tôr e
Benafim Acções várias ao longo do ano
Universidade do Algarve
Projecto Romanceiro (CIAC)
Projecto Percurso Eco-Botânico (IST)
Tabela 4 Rede de Parcerias
33 9. A FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO NOS MEDIA
Data Meio de
Comunicação Título Disponível em
Alcance nos media digitais Fev./2016 Universidade do
Algarve-FCHS Apresentação do Projecto Romanceiro.PT
https://fchs.ualg.pt/pt/content/
apresentacao-do-projeto- romanceiropt
N.I.
Fev./2016 CIAC-UALG Plataforma romanceiro.pt é
apresentada no Algarve ciac.pt/en/romanceiro/546 N.I.
Fev./2016 Algarve Informativo Ministro da Cultura esteve em Querença na apresentação do Romanceiro.pt
http://algarveinformativo.blogs pot.pt/2016/02/ministro-da- cultura-esteve-em- querenca.html
N.I.
15/02/2016 Algarve Primeiro
Investigadores do Centro de Investigação em Artes e Comunicação da UAlg apresentam romanceiro.pt com ministro da Cultura
http://www.algarveprimeiro.co m/d/investigadores-do-centro- de-investigacao-em-artes-e- comunicacao-da-ualg- apresentam-romanceiropt- com-ministro-da-cultura- /11521-1
N.I.
19/02/2016 Público Universidade do Algarve revela o Portugal profundo, contado pela tradição oral
https://www.publico.pt/2016/0 2/19/local/noticia/universidad e-do-algarve-revela-o- portugal-profundo-contado- pela-tradicao-oral-1723838
614 partilhas
20/02/2016 TSF
Romanceiro.pt, tradição imortalizada em plataforma digital
http://www.tsf.pt/cultura/interi or/romanceiropt-tradicao- imortalizada-em-plataforma- digital-5039540.html
N.I.
20/02/2016 IELT-FCSH/NOVA Lançamento: Romanceiro.pt https://ielt.fcsh.unl.pt/pt/acont ecendo/1974
N.I.
23/02/2016 PlanetAlgarve Ministro da Cultura esteve em Querença para apresentar projeto romanceiro.pt
https://planetalgarve.com/201 6/02/23/ministro-da-cultura- esteve-em-querenca-para- apresentar-projeto- romanceiro-pt/
N.I,
23/02/2016 Sul Informação Site “made in Algarve” com textos do Romanceiro Português já foi lançado
http://www.sulinformacao.pt/2 016/02/site-made-in-algarve- com-textos-do-romanceiro- portugues-ja-foi-lancado/
38 gostos
31/07/2016 Público-Caderno
Extra Literatura / Fundação Manuel
Viegas Guerreiro Papel
01/08/2016 Sul Informação Querença acolhe o seu
primeiro Festival Literário http://www.sulinformacao.pt/2 016/08/querenca-acolhe-o- seu-primeiro-festival-literario/
104 gostos
34 Data
Meio de
Comunicação Título Disponível em
Alcance nos media digitais 01/08/2016 A Voz do Algarve I Festival Literário de
Querença http://www.avozdoalgarve.pt/
detalhe.php?id=18169
709 visualizaç ões Ago./2016 Centro Nacional de
Cultura Algarve, rico culturalmente… http://www.cnc.pt/artigo/3635 18 gostos Ago./2016 Jornal de Letras n.º
1197 O Algarve por Descobrir Papel
Ago./2016 Revista
InComunidade A Evocação de Deus na
Poesia http://www.incomunidade.com
/v48/art.php?art=155 298 gostos
01/08/2016 Jornal HardMusica Escritores ibéricos participam no I Festival Literário de Querença
https://www.hardmusica.pt/cul tura/outros/33599-escritores- ibericos-participam-no-i- festival-literario-de- querenca.html
N.I.
01/08/2016 AlgarveVivo Festival Literário de Querença com escritores ibéricos
http://algarvevivo.pt/festival- literario-de-querenca-com- escritores-ibericos/
N.I.
01/08/2016 C. Municipal de Loulé
I Festival Literário de Querença conta com a participação de escritores ibéricos
http://www.cm-
loule.pt/pt/noticias/10399/i- festival-literario-de-querenca- conta-com-a-participacao-de- escritores-ibericos.aspx
N.I.
02/08/2016 Postal Querença lança festival literário que homenageia Casimiro de Brito
http://www.postal.pt/2016/08/
querenca-lanca-festival- literario-homenageia- casimiro-de-brito-2/
210 visualizaç ões; 31 gostos
05/08/2016 Cultura ao Minuto (LUSA)
Casimiro de Brito homenageado no Festival Literário de Querença
https://www.noticiasaominuto.
com/cultura/634057/casimiro- de-brito-homenageado-no- festival-literario-de-querenca
N.i.
05/08/2016 Barlavento Festival Literário de Querença arranca hoje
http://barlavento.pt/cultura/fes tival-literario-de-querenca- arranca-hoje
N.I.
05/08/2016 Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
Festival literário ibérico reflete sobre “A evocação de Deus na poesia”
http://www.snpcultura.org/fest ival_literario_reflete_sobre_ev ocacao_de_Deus_na_poesia.
html
22 gostos
05/08/2016 TSF A poesia anda à solta em Querença
http://www.tsf.pt/cultura/interi or/a-poesia-anda-a-solta-em- querenca-5322878.html
N.I.
05/08/2016 Diário de Notícias Casimiro de Brito homenageado no Festival Literário de Querença
http://www.dn.pt/artes/interior/
casimiro-de-brito- homenageado-no-festival- literario-de-querenca-
69 partilhas