ABNT NBR NORMA BRASILEIRA

Texto

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BRASILEIRA

17505-7

Primeira edição 03.07.2006 Válida a partir de 03.08.2006 Versão corrigida 23.10.2006

Armazenamento de líquidos inflamáveis e

combustíveis

Parte 7: Proteção contra incêndio para

parques de armazenamento com tanques

estacionários

Storage of flammable and combustible liquids Part 7: Fire protection

Palavras-chave: Líquido inflamável e combustível. Armazenamento.

Descriptors: Flammable and combustible liquid. Storage.

ICS 75.200

Número de referência ABNT NBR 17505-7:2006

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ABNT NBR 17505-7:2006

© ABNT 2006

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Sumário

Página Prefácio ... iv 1 Objetivo ... 1 2 Referências normativas ... 1 3 Definições ... 2 4 Requisitos gerais ... 2 4.1 Tanques subterrâneos ... 2

4.2 Tanques de superfície e elevados ... 2

4.3 Projeto de “sistemas de proteção contra incêndio” ... 2

4.4 Tipo e qualidade da água ... 2

4.5 Suprimento de água ... 2

5 Cálculo da vazão ... 3

6 Resfriamento ... 3

6.1 Critérios para cálculo ... 3

6.2 Tanques verticais ... 4 6.3 Tanques horizontais ... 5 7 Rede de hidrantes ... 5 7.1 Bloqueio ... 5 7.2 Pressão ... 5 7.3 Interligação ... 5 7.4 Hidrantes e canhões-monitores ... 5 8 Sistemas de espuma ... 6 8.1 Condições gerais ... 6

8.2 Líquido gerador de espuma (LGE) ... 6

8.3 Tanque de teto fixo ... 6

8.3.1 Tanques verticais ... 6

8.3.2 Número mínimo de câmaras de espuma em tanques de teto fixo ... 7

8.3.3 Taxa e tempo de aplicação de solução de espuma ... 7

8.4 Tanques de teto fixo com teto interno ou selo flutuante ... 7

8.4.1 A proteção por espuma destes tanques deve atender aos seguintes critérios: ... 7

8.5 Tanques de teto flutuante (externo) ... 7

8.6 Tanques horizontais ... 7

8.6.1 Condições gerais ... 7

8.7 Plataformas de carregamento de caminhões-tanques e/ou vagões-tanques ... 8

8.7.1 Aspersores de espuma ... 8

8.7.2 Canhões-monitores ... 8

8.7.3 Aplicadores manuais ... 9

8.7.4 Taxa e tempo de aplicação de solução de espuma ... 9

8.7.5 Áreas a serem protegidas por canhões-monitores, aspersores ou aplicadores manuais ... 9

8.8 Proteção da bacia de contenção de tanques verticais ... 9

8.9 Proteção de outras áreas ... 9

9 Bombas de água do sistema de combate a incêndio ... 11

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ABNT NBR 17505-7:2006

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

A ABNT NBR 17505-7 foi elaborada no Organismo de Normalização Setorial de Petróleo (ABNT/ONS-34), pela Comissão de Estudo de Distribuição e Armazenamento de Combustíveis (CE-34:000.04). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 10, de 31.10.2005, com o número de Projeto 34:000.04-030/7.

A ABNT NBR 17505, sob o título geral “Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis”, tem previsão de conter as seguintes partes:

 Parte 1: Disposições gerais;

 Parte 2: Armazenamento em tanques e em vasos;  Parte 3: Sistemas de tubulações;

 Parte 4: Armazenamento em recipientes e em tanques portáteis;  Parte 5: Operações;

 Parte 6: Instalações e equipamentos elétricos;

 Parte 7: Proteção contra incêndio para parques de armazenamento com tanques estacionários. Esta Norma é baseada na NFPA 30:2003

Esta Norma cancela e substitui as NB 98:1966; ABNT NBR 7505-1:2000 e ABNT NBR 7505-4:2000. Esta versão corrigida da ABNT NBR 17505-7:2006 incorpora a Errata 1 de 23.10.2006.

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Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis

Parte 7: Proteção contra incêndio para parques de armazenamento com

tanques estacionários

1 Objetivo

1.1 Esta parte da ABNT NBR 17505 fixa as exigências mínimas para os projetos de sistemas de combate a incêndios com água e com espuma, destinados a instalações de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis, contidos em tanques estacionários com capacidade superior a 450 L, à pressão igual ou inferior a 103,9 kPa (15 psig), medida no topo dos tanques.

1.2 Esta parte da ABNT NBR 17505 se aplica a todas as demais partes da ABNT NBR 17505, com exceção da parte da ABNT NBR 17505-4.

1.3 Para as restrições ao emprego desta parte da ABNT NBR 17505, ver 1.2 da ABNT NBR 17505-1:2006 desta Norma.

1.4 As disposições desta parte da ABNT NBR 17505 não se aplicam às edificações, equipamentos, estruturas ou instalações já existentes ou aprovadas para a construção ou instalação antes da data da publicação desta parte da ABNT NBR 17505. Contudo, as reformas que alterem as características do projeto e/ou equipamentos, e as ampliações de instalações, iniciadas a partir da data da publicação desta parte da ABNT NBR 17505 devem atender às suas disposições

2 Referências

normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta parte da ABNT NBR 17505. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

ABNT NBR 7821:1983 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados ABNT NBR 13714:2000 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio

ABNT NBR 17505-1:2006 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 1: Disposições gerais ABNT NBR 17505-4:2006 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 4: Armazenamento em recipientes e em tanques portáveis

API STD 620:2002 – Design and construction of large, welded, low-pressure storage tanks API STD 650:1998 – Welded steel tanks for oil storage

NFPA 11:2005 – Standard for low, medium and high expansion foam

NFPA 16:2003 – Standard for the installation of foam-water sprinkler and foam-water spray systems

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ABNT NBR 17505-7:2006

3 Definições

Para os efeitos desta parte da ABNT NBR 17505, aplicam-se as definições da ABNT NBR 17505-1.

4 Requisitos

gerais

4.1 Tanques subterrâneos

Não é requerido um “sistema fixo de proteção contra incêndio” para tanques subterrâneos.

4.2 Tanques de superfície e elevados

Não é requerido um “sistema fixo de proteção contra incêndio” para instalações com maior risco predominante correspondente a um volume igual ou inferior a 60 m³, quando armazenando líquidos de classe I, ou a um volume igual ou inferior a 120 m³, quando armazenando líquidos de classe II e/ou de classe III. Entretanto, na adoção de tanques que possuam diâmetro superior a 9 m ou altura superior a 6 m, é requerida a adoção de um “sistema fixo de proteção contra incêndio”, independentemente da classe e/ ou do volume da instalação.

4.3 Projeto de “sistemas de proteção contra incêndio”

Para o projeto dos sistemas de proteção contra incêndio, devem ser considerados dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco predominante;

b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito com base na ocorrência de apenas um evento.

4.4 Tipo e qualidade da água

4.4.1 A água usada no “sistema de combate a incêndio” pode ser doce ou salgada, sem tratamento, desde que isenta de óleo ou outras substâncias incompatíveis com a produção de espuma.

4.4.2 Sempre que possível, a rede de hidrantes deve ficar pressurizada com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. Quando não houver alternativa e a rede necessitar ficar permanentemente com água salgada, toda a tubulação deve ser especificada para esta condição.

4.4.3 Quando a água contiver considerável quantidade de material sólido em suspensão que possa obstruir os aspersores ou outros equipamentos, devem ser previstos dispositivos para retenção de impurezas e limpeza das linhas, sem interrupção do “sistema de combate a incêndio”.

4.5 Suprimento de água

4.5.1 O suprimento de água deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio etc.), o qual deve ser capaz de atender à demanda de 100% da vazão de projeto, em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto, durante o período de tempo descrito em 4.5.2e na tabela 1.

4.5.2 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenagem do maior risco predominante.

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reservatório seja superior àquele necessário ao combate por 2 h e haja reposição simultânea do reservatório, este volume de reposição pode ser deduzido proporcionalmente às condições deste abastecimento.

No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais do “sistema de combate a incêndio”.

Tabela 1 — Capacidade de armazenagem versus tempo de combate a incêndio Capacidade de armazenagem m3 Tempo1) h t 40 000 6 t 10 000  40 000 4 t 1 000  10 000 2 t 120  1 000 1 t 50  120 0,75 t 20  50 0,5

1)Para cálculo da vazão e volume, ver 6.2 e 6.3.

4.5.4 O suprimento de água pode ser compartilhado por instalações vizinhas, desde que atenda à demanda necessária a cada instalação.

5 Cálculo da vazão

O cálculo da vazão de água deve ser feito para cada situação abaixo descrita, devendo ser adotado o maior valor de vazão que corresponda ao maior risco isolado predominante (conforme definido na ABNT NBR 17505-1): a) resfriamento de um tanque atmosférico vertical em chamas e dos tanques vizinhos (horizontais ou verticais); b) aplicação de espuma a um tanque vertical atmosférico, acrescida da necessidade de aplicação de espuma

para a bacia de contenção e resfriamento dos tanques vizinhos (horizontais ou verticais);

c) aplicação de espuma na bacia de contenção de tanques horizontais e resfriamento dos tanques da bacia de contenção vizinha (tanques horizontais ou verticais).

6 Resfriamento

6.1 Critérios para cálculo

Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque em chamas for vertical e a distância entre o seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for maior;

b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 15 m.

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ABNT NBR 17505-7:2006

6.2 Tanques verticais

6.2.1 Quando forem utilizados aspersores, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água contínua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitida sua instalação no costado do tanque, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre o costado e o teto (conforme API STD 650 ou ABNT NBR 7821).

NOTA Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um aspersor (chuveiro) no centro do teto do tanque.

6.2.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos, devem ser adotados os seguintes critérios:

a) tanque em chamas: 2 L/min/m2 da área do costado, utilizando aspersores ou canhões-monitores; b) tanques vizinhos:

 utilizando aspersores: 2 L/min/m2 da área determinada na tabela 2; ou

 utilizando canhões-monitores (fixos ou móveis) ou mangueiras a partir de hidrantes, conforme tabela 3. Tabela 2 — Área a ser resfriada por aspersores

N1) Área a ser resfriada2)

1 Área do costado

> 1 ¦ de parte das áreas dos costados

1)N é o número de tanques verticais vizinhos.

2)Considerar a área como sendo no mínimo 1/3 do ¦ das áreas dos costados dos

tanques vizinhos.

Tabela 3 — Taxa de resfriamento por canhões-monitores (fixos ou móveis) ou mangueiras a partir de hidrantes

Distância entre costados m Taxa 1), 2) L/min/m² d 8 8 ! 8 d 12 5 ! 12 3

1)Para até dois tanques vizinhos:

Taxa por metro quadrado de metade do somatório das áreas do teto e costado dos tanques vizinhos. Para tanques de teto flutuante, não deve ser considerada a área do teto.

2) Para mais de dois tanques vizinhos:

Taxa por metro quadrado de um terço do somatório das áreas dos tetos e costados dos tanques vizinhos. Para tanques de teto flutuante, não devem ser consideradas as áreas dos tetos.

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6.3 Tanques horizontais

6.3.1 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 L/min/m2 da área da

sua projeção horizontal.

6.3.2 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical;

b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque horizontal em chamas.

7 Rede de hidrantes

7.1 Bloqueio

Devem existir válvulas de bloqueio localizadas de tal forma que pelo menos dois lados de uma malha retangular de rede de hidrantes que envolva a área de armazenamento possam ficar em operação, no caso de rompimento ou bloqueio de um dos outros dois lados. As válvulas devem ficar em condições de fácil acesso para sua operação, inspeção e manutenção.

7.2 Pressão

Quando fora de uso, a rede de hidrantes deve ser mantida permanentemente cheia e pressurizada. Com o sistema em operação, a pressão, nos hidrantes, inclusive no situado na posição mais desfavorável, deve estar entre 520 kPa (75 psig) e 862 kPa (125 psig).

7.3 Interligação

A rede de hidrantes de uma instalação pode ser interligada à outra instalação, desde que as características do projeto assim o permitam e haja acordo entre as empresas envolvidas e aprovação da Corporação de Bombeiros local.

7.4 Hidrantes e canhões-monitores

7.4.1 Devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal.

7.4.2 A quantidade mínima de hidrantes deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para o dimensionamento da quantidade de hidrantes. Cada tanque deve ser protegido por no mínimo dois hidrantes.

7.4.3 Em bacias de contenção com capacidade de armazenamento não superior a 35 000 m3, a distância

máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m.

7.4.4 Em bacias de contenção com capacidade de armazenamento superior a 35 000 m3, a distância máxima

entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m.

7.4.5 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido tipo Storz. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m.

7.4.6 Os canhões-monitores podem ser fixos ou portáteis para água, para espuma ou, ainda, para ambos os fluidos.

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7.4.7 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ficar afastados no mínimo 15 m do costado ou parede externa do tanque a ser protegido.

7.4.8 Atendidas as necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões-monitores usados para o resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de:

a) resfriar teto e costado ou

b) atingir a superfície do líquido quando em chamas (no caso de aplicação de espuma).

8 Sistemas de espuma

8.1 Condições gerais

Todos os locais sujeitos a derramamento ou vazamento de produto ou onde o produto possa ficar exposto à atmosfera em condições de operação (como, por exemplo, separador de água e óleo) devem estar protegidos pelo sistema de lançamento de espuma.

8.2 Líquido gerador de espuma (LGE)

8.2.1 A dosagem do “líquido gerador de espuma” (LGE) para hidrocarbonetos ou solventes polares deve ser a recomendada pelo fabricante do LGE.

8.2.2 Havendo mais de um fornecedor de LGE, deve-se observar a compatibilidade entre eles (proteínico ou sintético) no seu armazenamento.

8.2.3 O reservatório de LGE deve ser protegido contra a irradiação direta do sol.

8.2.4 Devido à característica de alguns LGE, os tanques, tubos, válvulas e conexões devem ter as partes em contato com este produto fabricadas em material compatível com o LGE.

8.2.5 Para efeito de cálculo, a referência “vazão de solução de espuma” não considera o ar na mistura, isto é, deve ser apenas a da água mais o LGE.

8.3 Tanque de teto fixo

8.3.1 Tanques verticais

8.3.1.1 Os tanques com produtos armazenados à temperatura igual ou superior a 100°C não devem possuir

sistema fixo de aplicação de espuma.

8.3.1.2 Todos os tanques atmosféricos de teto fixo que contenham produtos de classe I ou de classe II e que

possuam diâmetro superior a 9 m ou altura superior a 6 m devem possuir um “sistema fixo de aplicação de espuma” (câmara de espuma ou injeção subsuperficial ou semi-superficial) para proteção e combate a incêndio.

NOTA Os critérios para utilização de injeção subsuperficial ou semi-superficial encontram-se na NFPA 11.

8.3.1.3 Os tanques destinados aos produtos que possam ser armazenados a temperaturas iguais ou

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Referências