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INTRODUÇÃO: FASES DA TRANSIÇÃO

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Academic year: 2021

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INTRODUÇÃO:

 O pioneiro do contra ataque Ward Lambert –Purdue-1915  1937- alteração á regra que eliminou a bola ao ar no circulo

central após cada cesto convertido , o basquetebol... fica mais rápido e mais intenso

 O basquetebol actual é um jogo sem grandes pausas e que se desenvolve á base das transições rápidas

 Transição : acção e efeito de passar de um modo a outro, acção de passar de um estado a outro, passo mais ou menos rápido de um lugar a outro, passo de um estilo a outro, troca repentina, etc.

No basquetebol , utilizamos este termo para descrever a

passagem de uma situação de jogo (como a defesa), a outra bem distinta ( o ataque ) a que chamamos transição ofensiva e no campo oposto (do ataque para a defesa), utilizamos o termo recuperação defensiva ou transição defensiva.

 O jogo em transição ofensiva é um sistema organizado e

dinâmico cujo objectivo e passar da defesa ao ataque de uma maneira ligada e fluida, com a máxima rapidez , eficácia e

segurança. Nele participam os cinco jogadores, que actuam com rapidez, antes que a defesa se organize, com o objectivo de a surpreender e obter vantagem .

 Quem joga neste sistema procurar marcar o maior número de pontos enquanto a defesa não se organiza.

 FASES DA TRANSIÇÃO

1.Posse da bola.

2.Contra ataque primário

3.Contra ataque secundário (“Secondary break”) 4.Ataque de posição ( continuidade)

5.Ressalto ofensivo e balanço defensivo

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CONTRA ATAQUE...VANTAGEM NUMÉRICA

Situações óptimas são aquelas em que nos encontramos com superioridade numérica sobre a defesa . O contra ataque procura sempre essa superioridade (1x0,2x1, 3x2, 3x1).

 um tiro vantajoso para os seus jogadores e qual o não é. Lançar sem oposição e com garantia de ressalto ofensivo e recuperação defensiva é uma regra de ouro a implementar.

 Hoje as equipas fazem contra ataque depois de cesto sofrido, cesto falhado, roubos de bola ,to, etc

 Um bom contra ataque impede que qualquer cenário defensivo pré-planeado tenha sucesso, já que obriga a defesa a reagir em vez de agir.

 O domínio dos fundamentos elementares do jogo é factor

determinante para o sucesso desta acção. Assim por exemplo dificilmente conseguiremos jogar rápido se não soubermos passar

Para executar a fase de transição com eficácia e rapidez é necessário

reagir ás mudanças da posse de bola que constitui factor decisivo para a melhoria da capacidade ofensiva dos jogadores.

O treino terá como objectivo que os jogadores aprendam a decidir bem e depressa.

 os “coach” vão abandonando a velha escola de exercícios do contra ataque e aparecem com ideias inovadoras

“ONZE”

 NORMAL: LAY UPS..LC  TRIPLOS

 IN/OUT

 TODOS LANÇAM TRIPLOS…TREINAR

 Os movimentos dos postes são argumento fundamental a que se junta o jogo do perímetro (alternância in/out)

(3)

# ONZE...3X2 SEM TRAILER...NORMAL / TRIPLOS

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“TRAILERS”

Se os defesas trocam é bom para o RO

No basquetebol actual também não fazem mais sentido as verdades absolutas

-“Não passes a bola aos jogadores grandes”

“Os jogadores altos não lançam nem penetra a partir do perímetro”

 Entrada dos “trailers” 4 e 5

 Se 1–2-3 não resolvem entramos no “Secondary Break”

 4 corre no corredor central,,,ver a bola e com caminho livre para correr.

 “Four around” ….isolar o poste 4.  Ler a defesa: marcado por

trás...3/4..pela frente

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IGUALDADE NUMÉRICA …VANTAGEM OFENSIVA...3x3x3

Penetração de 1. 2 vai para o canto 4 abre no perímetro

Na penetração de 1 o poste 4 sobe (aclara) dando vantagem ao driblador liberta uma área e dá linha de passe 2 vai para o canto.

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Com penetração de 2 4 vai para a área pintada.

1 vai para o canto

Também temos "vantagem " numa situação ofensiva em que conseguimos deixar o defensor suficientemente

longe do lançador ,o que pode

acontecer a partir de uma situação de

igualdade numérica (1x1,2x2 ou 3x3)

com o recurso ao drible e assistência ou ao passe interior seguido do “Skip” passe para lançamento.

Não importa quantos defesas são, mesmo nas situações de dois contra dois ou três contra três, os “coach” ensinam a atacar o cesto e a passar para o lançador no perímetro. Se o defesa ajuda para parar a penetração em drible, o passe deve ser rápido para o lançador . Se for uma situação de 1x1 , vai para o cesto.

com penetração de 1 o jogador do canto fica e 3 vai ao canto

Com penetração de 1 pelo meio, 3 vai ao canto e 2 ajusta.

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3x3x3

“SECONDARY BREAK”

# 4x3...CONTÍNUO....TRIPLOS E RESSALTO

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 Outra parte da nova estratégia consiste na participação de todos os jogadores nesta acção. Os homens grandes são fundamentais  Todos e cada um dos jogadores devem constituir uma ameaça

para a defesa. É por aqui que passa muito do sucesso da transição.

 Na finalização queremos lançar com eficácia. Um lançamento do perímetro sem oposição , com ressalto e recuperação defensiva é como um lançamento na passada e nós queremos que os

jogadores acreditem nisso. Fica pois claro que ensinar os jogadores a jogarem na transição não significa o mesmo que lancem de qualquer maneira. Não queremos jogar o “Run and gun”.

 O aparecimento dos três pontos ,a proliferação dos ataque “Motion” e a versatilidade dos jogadores grandes , levam os treinadores a ensinarem o contra ataque de maneira diferente.  Cada vez mais o “tiro” de 3 pontos é usado.

 Era considerado uma heresia. Agora não só é aceite, como

encorajado. Os jogadores devem saber que um lançamento triplo sem oposição e com ressalto pode ser efectuado.

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“TRAILERS”

 4 E e 5 são permutáveis

 CRISS CROSS 5...”FOUR AROUND”…”FOUR AROUND”…4 CESTOS  Linhas de passe: 1-4…2-4…5-4…3-4

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2 ou 1 mudam o lado da bola se não comunicam com 4.

Obrigar a defesa a movimentar-se e a defender ima área maior.

5 se não recebe em “LOB” continua e bloqueia para 4. Obriga a justes defensivos. Favorável o RO.

 Kansas Break..todos conhecem

 Roy Williams aprendeu com Dean Smith(N.C.), aplicou em Kansas...agora vai para NC e leva a transição.

 Tira vantagens do poste baixo.

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4 continua “flash” Outro movimento no perímetro jogadores

5 devolve a 1 sem bola.

2 bloqueia para 5

M/ CAMPO 5XO

OU CRISS CROSS 5...”COACH” SOBREMARCA 3

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Se procuramos um Tiro Triplo ou se não temos linha passe para 5...1 passa a 2 e corta..

LER A DEFESA “STAGERED SCREEN”: SAI A 45º

CURL FLARE

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Os bloqueios cegos perto da linha de 6,25 dão espaços para lançamentos , tanto para o jogador que desfruta do bloqueio como do que continua Depois de 4 cortar para o lado da bola o jogador 2 corta na direcção do cesto e depois muda de direcção para bloquear 5 (”screen the screener”).

# “CHOLET”

AxB

MEIO CAMPO....#MUDA LADO BOLA...#MESMO LADO...#PASSA E CORTA...# PICK AND ROLL QUEM LANÇA TOCA NA TABELA...E RECUPERA Á DEFESA..5X4...5X5..BOILA NO CANTO...BOLA EM 4...MUDA O LADO DA BOLA

# RECONHECER

C.ATAQUE ?

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Muito do sucesso da transição passa pelas mãos do base. Compete aos treinadores “perdem” muitas horas a ensiná-los a tomarem boas decisões .

C.ATAQUE ?

SECONDARY BREAK ?

DECIDIR BEM E DEPRESSA VIDEO

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E SE O C. ATAQUE NÃO RESULTA ? E SE O S.BREAK NÃO RESULTA ?

ENTRAMOS NA 3 º ETAPA ...CONTINUAÇÃO QUANDO ACABA O S.B ?

QUANDO A BOLA REGRESSA AO BASE TRÊS POR FORA E DOIS POR DENTRO. 24 SEGUNDO EUROPA 35 SEGUNDOS NCAA MESSINA...C.ATAQUE...SET PLAYS LIGA…SET PLAYS # SIDE SCREEN+ “STAGERED” # SCREENING GAME

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SAÍDA PRESS

E SE PRESSIONAM A ENTRADA DA BOLA ?

MANTER AS POSIÇÕES...LER A DEFESA E ADAPTAR A TRANSIÇÃO

E SE PRESSIONAM 1 E 4 ?

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TRANSIÇÃO VS ZONA 2.3.

E SE DEFENDEM ZONA 2.3. ?

CORRER PARA O C.ATAQUE...”SECONDARY BREAK”

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Referências

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