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O Brasil na Evolução do Comércio Mundial

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

O Comércio Exterior Brasileiro nos

Anos 90 e as Mudanças Após a

Desvalorização Cambial de 1999

(2)

Dados

Os dados básicos utilizados no estudo são os dados de exportação (valor

FOB) e importação (valor CIF) de mercadorias reunidos pelas Nações

Unidas, desagregados em grupos setoriais (3 dígitos) de acordo com a

classificação SITC (Standard International Trade Classification) –

Revisão 3, englobando 261 grupos setoriais.

(3)

Brasil

Exportações, Importações e Saldo

Crescimento 1992/94

1994/98

1998/00

1992/00

%

Exportações Mundiais

7,0

6,5

5,2

6,3

Exportações País

10,0

4,1

4,0

5,5

Importações País

26,1

14,4

-1,5

12,9

Valores

1992

1994

1998

2000

US$ milhões

Exportações Mundiais

3.320.919 3.800.861 4.886.323 5.411.067

Exportações País

35.975

43.558

51.120

55.283

Importações País

22.346

35.510

60.793

58.931

Saldo

13.629

8.048

(9.673)

(3.649)

Exp.País/Exp. Mundiais (%)

1992

1994

1998

2000

%

1,08

1,15

1,05

1,02

O atraso das exportações brasileiras vem do período de sobrevalorização cambial

Taxa Méd ia de Crescimen to Anual - Em %

7,0 10,0 26,1 6,5 4,1 14,4 5,2 4,0 -1,5 6,3 5,5 12,9 Exportações Mundiais Exportações País Importações País 1992/94 1994/98 1998/00 1992/00

(4)

Exportações Brasileiras - % das Exportaçõ es Mundiais 1,08 1,15 1,05 1,02 1992 1994 1998 2000

Ganho e Perda de Competitividade; Demanda Mundial Crescente e Decrescente

• considera-se que em um certo período um determinado setor de exportação de um país obteve

ganho de competitividade (perda de competitividade) em relação aos demais fornecedores, se

aumentou (diminuiu) o seu “market share” no contexto do mercado considerado (no caso, o mercado mundial desse mesmo setor).

• um determinado setor é de “demanda crescente” (“demanda decrescente”) se, em um determinado período, aumentou (diminuiu) sua participação no total (todos os setores) do comércio mundial.

Setores Ótimos, Oportunidades Perdidas, Setores em Declínio e Setores em

Retrocesso

• Ganho de competitividade de um setor de um determinado país em um mercado de demanda crescente. Os setores nessa situação formam os setores “ótimos” de exportação desse país. • Perda de competitividade de um setor de um determinado país em um mercado de demanda crescente. É uma “oportunidade perdida”.

• Ganho de competitividade de um setor de um determinado país em um mercado de demanda decrescente. É um setor “em declínio”.

• Perda de competitividade de um setor de um determinado país em um mercado de demanda decrescente. É um setor “em retrocesso”.

(5)

Classificação Segundo o Critério de Setores Ótimos, Oportunidades Perdidas, etc. - Número de Setores 138 106 124 120 106 141 104 143 148 101 56 193 Ganho de Compet. Perda de Compet. Dem. Cresc. Dem. Decresc. 1992/94 1994/98 1998/00

Declinou

significativamente no

último período o

número de setores

com demanda

crescente no

comércio mundial

Efeito da

desvalorização:

maior número de

setores com ganho de

competitividade

Classificação Segundo o Critério de Setores Ótimos, Oportunidades Perdidas, etc. Número de Setores 66 72 48 58 42 64 79 62 31 117 76 25 Ótimos Setores em Declínio Setores em Retrocesso O p. Perdidas 1992/94 1994/98 1998/00

O ganho de

competitividade de

produtos brasileiros

foi majoritariamente

em setores de

demanda decrescente

do comércio mundial

(6)

Classificação Segundo o Critério de Setores Ótimos, Oportunidades Perdidas, etc. % das Exportações 57 43 55 45 54 46 43 57 67 33 28 72 Ganho de Compet. Perda de Compet. Dem. Cresc. Dem. Decresc. 1992/94 1994/98 1998/00

Declinou

significativamente no

último período o a

participação dos

setores com

demanda crescente

no comércio mundial

Efeito da desvalorização: maior participação nas exportações de setores com ganho de competitividade

Classificação Segundo o Critério de Setores Ótimos, Oportunidades Perdidas, etc. % das Exportações 31 26 19 24 23 31 27 20 15 52 21 12 Ótimos Setores em Declínio Setores em Retrocesso O p. Perdidas 1992/94 1994/98 1998/00

O ganho de

competitividade de

produtos brasileiros

foi majoritariamente

em setores de

demanda decrescente

do comércio mundial

A combinação “ótima” (ganho de competitividade de exportações do Brasil em setores de demanda crescente do comércio mundial) representa cada vez menos de nossa pauta de exportação.

(7)

Setores de Demanda Crescente no Comércio Mundial 124 55 55 48 104 58 43 54 56 48 27 51

No. Setores % da Exportação % da Exportação % da Importação

Mundo Mundo Brasil Brasil

1992/94 1994/98 1998/00

As exportações

brasileiras estão

distantes do

padrão mundial;

as importações,

não...

Setores Com Ganho e Perda de Competitividade

138 106 148 106 141 101 54 67 57 46 33 43 1992/94 1994/98 1998/00 1992/94 1994/98 1998/00

Ganho de Competitividade Perda de Competitividade

(8)

Dinamismo das Exportações e Importações

As exportações e importações foram classificadas de acordo com o critério de setores “muito

dinâmicos”, “dinâmicos”, “intermediários”, “em regressão” e “em decadência”. Os setores foram

classificados nessas categorias segundo o crescimento (para cada período considerado) das exportações (importações) compreendido nas seguintes faixas:

Muito Dinâmicos MD 10% e mais

Dinâmicos D 7% a menos de 10% Intermediários I 4% a menos de 7% Em Regressão R 1% a menos 4% Em Decadência DE Menos de 1%

Média do Período 6,3%

O objetivo desta classificação é observar o desempenho de setores considerando os casos limites de crescimento “muito acima da média” e os de crescimento “bem inferior” à média

Setores Classificados Segundo o Dinamismo - % da Exportação M undo e País

28 27 25 8 26 11 27 28 27 26 12 6 22 17 25 29 21 18 11 16 14 31 10 9 13 12 9 7 32 55

Mundo Brasil Mundo Brasil Mundo Brasil

1992/94 1994/98 1998/00

MD D I R DE

Na entrada dos anos 90 tínhamos um

perfil de exportação muito semelhante

ao padrão mundial em termos de

dinamismo. Nos distanciamos entre

1994/98. Um abismo abriu-se nos dois

últimos anos da década passada.

(9)

Setores Classificados Segundo o Dinamismo - % da Exportação M undo e País 54 55 51 34 38 17 24 28 23 37 41 64

1992/94 Mundo Brasil 1994/98 Mundo Brasil 1998/00 Mundo Brasil

MD/D R/DE

Na entrada dos anos 90 tínhamos um perfil de exportação muito semelhante ao

padrão mundial em grau de dinamismo. Nos distanciamos entre 94/98. Um abismo

abriu-se nos dois últimos anos da década passada.

Setores Classificados Segundo o Dinamismo - % da Exportação País / Mundo

1,13 1,19 0,89 1,05 1,16 1,36 1,15 1,00 1,18 2,35 0,75 0,69 1,69 1,05 0,44 0,51 0,90 0,99 1,78 0,46 1,60 1,72 0,35 1,02 MD D I R DE MD/D R/DE Total 1992/94 1994/98 1998/00

O Brasil declinou

mais sua

participação nas

exportações

mundiais nos setores

mais dinâmicos

(10)

Vantagem (V) e Desvantagem (D) Comparativa

Os setores com vantagem comparativa (V) e setores com desvantagem comparativa

(D) são definidos a partir da “Contribuição ao Saldo” (CS). Para um determinado país, os

setores com vantagem comparativa (V) são aqueles com indicador CS positivo (CS>0). Caso

contrário, acusando CS negativo, são setores com desvantagem comparativa (D).

Na versão mais simples aqui utilizada, o indicador CS, calculado para cada grupo setorial de

um determinado país, resulta da diferença entre dois termos (ambos normalizados pelo PIB

do país em questão):



o saldo efetivo do setor; e



um “saldo neutro” ou “saldo teórico”, este definido como o saldo que ocorreria caso a

participação de cada grupo setorial no saldo comercial do país fosse equivalente à sua

participação no fluxo do comércio desse país (suas exportações mais importações).

O valor de CS será positivo (negativo) se o saldo efetivo for maior (menor) do que o “saldo

neutro”.

Setores Com Vantagem Comparativa

114 44 82 108 37 79 95 32 77 106 36 76

No. Setores % da Exportação % da Exportação

Brasil Mundo Brasil

1992 1994 1998 2000

Após a “maxi” de 1999,

aumentou o número de setores

com vantagem comparativa. O

comércio mundial desses

setores representa, no entanto,

apenas 36% do total.

(11)

Setores Com Desvantagem Comparativa 142 56 18 152 63 21 162 68 23 152 64 24

No. Setores % da Exportação % da Exportação

Brasil Mundo Brasil

1992 1994 1998 2000

Alta (A) e Média-Alta (MA) Intensidade Tecnológica

A metodologia foi desenvolvida pela OCDE. Os setores são hierarquizados em setores

de produtos de baixa, média-baixa, média-alta e alta intensidade tecnológica. Para efeito

desse trabalho, foram destacados os grupos setoriais classificados como de intensidade

tecnológica Alta (A) e Média-Alta (MA). Os setores foram também agregados na

categoria intensidade tecnológica Alta e Média-Alta (A/MA). A agregação intensidade

tecnológica Não Alta e Média-Alta (Não A/MA), corresponde, naturalmente, aos demais

setores não classificados como de alta e média-alta intensidade tecnológica

(12)

Setores de Alta e M édia-Alta Intensidade Tecnológica - % da Exportação e da Importação 13 14 16 18 3 3 5 11 10 12 13 17 26 26 26 26 17 16 19 17 27 31 33 30 38 39 42 43 20 19 24 28 37 43 46 47 Mun do 1992 1994 1998 2000 1992 1994 1998 2000 1992 1994 1998 2000 A MA A/MA Considerando as exportações e importações totais, proporcionalmente, exportamos muito menos produtos de alta e média-alta intensidade tecnológica do que o mundo; importamos,

proporcionalmente, mais.

Setores de Manufaturas (Cap. 5 a 8) de Alta e Média-Alta Intensidade Tecnológica % da Exportação e da Importação 17 18 20 23 6 5 9 18 17 17 17 22 33 33 32 33 27 27 33 28 44 45 42 40 50 51 52 55 33 32 42 46 61 62 59 62 Mun do 1992 1994 1998 2000 1992 1994 1998 2000 1992 1994 1998 2000 A MA A/MA

Para as exportações e importações

dos setores de manufaturas, o

mesmo é válido

(13)

Setores de Alta e Média-Alta Intensidade Tecnológica - % da Exportação 20 33 19 32 24 42 28 4 6

Tod os os Setores Manufaturas (Cap. 5 a 8)

1992 1994 1998 2000

Na década de 90, houve um

aumento significativo das

exportações de produtos de alta e

média-alta tecnologia. Quem foi

responsável por esse aumento?

Setores de Alta e M édia-Alta Intensidade Tecnológica - % da Exportação de M anufaturas

5 6 2 13 20 33 5 5 1 11 21 32 6 9 5 19 23 42 9 7 11 27 19 46

Eletrônica Automobolística Aeronaves Sub-Total Demais itens Total Manufaturas 1992 1994 1998 2000

Três setores explicam todas as

variações: automobilística e

aeronaves (aumento de 1994-98);

eletrônica e aeronaves (1998-00).

(14)

Mundo - % Sobre Exportações de Setores em Regressão (R) e em Decadência (DE) e Setores Muito Dinâmicos (MD) e Dinâmicos (D) 45 55 17 83 57 43 13 87 56 44 22 78 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 MD/D e A/MA MD/D e Não A/MA R/DE e A/MA R/DE e Não A/MA

1992/94 1994/98 1998/00

Majoritariamente, os setores de

mais baixo dinamismo não são

setores de alta e média-alta

intensidade tecnológica

Mundo - % Sobre Exportações de Setores de Manufaturas em Regressão (R) e em Decadência (DE) e Setores Muito Dinâmicos (MD) e Dinâmicos (D)

53 47 31 69 65 35 25 75 83 17 28 72 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 MD/D e A/MA MD/D e Não A/MA R/DE e A/MA R/DE e Não A/MA

1992/94 1994/98 1998/00

Por que é importante desenvolver setores de alta e média-alta intensidade tecnológica? Considerando somente a exportação de manufaturas, os setores mais dinâmicos são os setores de alta e média-alta intensidade tecnológica

(15)

Mundo - % Sobre Exportações de Setores de Intensidade Tecnológica Alta (A) ou Média-Alta (MA) 10 28 62 7 22 70 21 30 49 0 10 20 30 40 50 60 70 80 R/DE I D/MD 1992/94 1994/98 1998/00

Só uma fração pequena (21% em 1998-00) das exportações mundiais de setores de alta e média-alta intensidade tecnológica são de produtos de baixo dinamismo. Considerando a década de 90, exportar produtos de alta e média-alta intensidade tecnológica foi o passaporte para o dinamismo das exportações de um país.

Classificação Tecnológica

Na classificação de produtos/setores com base em parâmetros tecnológicos adotou-se como

critério de agregação dos dados a tipologia elaborada e desenvolvida originariamente por

Pavitt, K. (1984). Sectoral patterns of technical change: towards a taxonomy and a theory,

Research Policy.

(16)

"Produtos primários": agrícolas, minerais e energéticos

"indústria intensiva em recursos naturais": indústria agroalimentar, indústria

intensiva em outros recursos agrícolas, indústria intensiva em recursos minerais e

indústria intensiva em recursos energéticos.

"indústria intensiva em trabalho" (ou "tradicionais") - os quais estão

concentrados os mais tradicionais bens industriais de consumo não-duráveis

como têxteis, confecções, couro e calçados, cerâmica, editorial e gráfico, produtos

básicos de metais, entre outros;

"indústria intensiva em escala": inclui a indústria automobilística, a indústria

siderúrgica e os bens eletrônicos de consumo;

"fornecedores especializados": inclui bens de capital sob encomenda e

equipamentos de engenharia;

"indústria intensiva em P&D": faz parte deste grupo os setores de química fina

(produtos farmacêuticos, entre outros), componentes eletrônicos, telecomunicações

e indústria aeroespacial.

Setores Segundo Classificação Tecnológica - % da Exportação Mundo e País

12 17 17 20 28 13 26 9 4 11 16 16 21 26 11 21 9 12 23 17 13 23 20 19 0 5 10 15 20 25 30

Mundo Primários Rec. Naturais

Trabalho Escala Fornec. Espec.

P&D Brasil Primários Rec. Naturais

Trabalho Escala Fornec. Espec.

P&D

1992 1994 1998 2000

Com relação ao padrão mundial, nossas exportações são maiores em produtos primários e intensivos em recursos naturais.

Estamos muito abaixo em setores intensivos em trabalho, fornec.

(17)

Setores Segundo Classificação Tecnológica - % da Exportação e Importação do País 20 32 20 6 12 18 13 21 17 20 8 20 28 13 4 9 26 26 11 12 9 21 20 15 0 5 10 15 20 25 30 35

Export. Prim ários Rec. Naturais

Trabalho Escala Fornec. Espec.

P&D Import. Primários Rec. Naturais

Trabalho Escala Fornec. Espec.

P&D

1992 1994 1998 2000

Índice de Comércio Intra-Setorial

O índice avalia a participação relativa (em %) do intercâmbio do tipo intra-setorial (ou seja,

de produtos da mesma classificação setorial) no fluxo de comércio de um determinado

setor de um determinado país.

Foi utilizado o índice de Grubel-Lloyd (Ver Baumann, 1998), definido como:

CII = [1 – ( | Xki – Mki | ) / (Xki + Mki)] * 100

Onde:

| Xki – Mki | é o módulo do valor do saldo comercial do setor “k” do país “i”.

(Xki + Mki) é o fluxo total (exportação mais importação) de comércio do setor “k” do

país “i”.

(18)

Índice de Comércio Intra-Setorial 62 30 56 28 34 45 46 47 57 38 40 51 5 - Produtos Q uímicos 6 - Manufat. por Tipo de Material 7 - Máq. e Material de Transporte 8 - Artigos Manufat. Diversos Todos os Setores Total Manufaturas - 5 a 8

(19)

Brasil

Radiografia das Exportações

Valores em US$ milhões

1992/94 1994/98 1998/00 Demanda Comércio Mundial:

Demanda Crescente 24.009 21.767 15.184 Demanda Decrescente 19.549 29.353 40.099

Dinamismo Comércio Mundial:

Set. Muito Dinâmicos - MD 11.808 4.254 6.283 Set. Dinâmicos - D 12.095 13.148 3.201 Set. Intermediários - I 7.408 14.579 10.162 Set. em Regressão - R 7.179 15.684 5.179 Set. em Decadência - DE 5.068 3.455 30.457 Set. Muito Dinâmicos ou Dinâm. - MD/D 23.902 17.403 9.484 Set. em Reg. ou em Decadência - R/DE 12.247 19.138 35.636

1992 1994 1998 2000 Total 35.975 43.558 51.120 55.283

Intensidade Tecnológica:

Set. de Alta - A 1.243 1.194 2.557 6.135 Set. de Média-Alta - M/A 6.044 6.884 9.592 9.537 Set. de Não Alta ou Méd.-Alta - Não A/MA 28.689 35.481 38.971 39.610 Set. de Alta ou Média-Alta - A/MA 7.287 8.077 12.149 15.672

Setores - CTP

Produtos Primários 7.136 9.198 11.770 11.352 Agrícolas 4.418 6.491 7.877 7.324 Minerais 2.717 2.707 3.883 3.867 Energéticos 1 1 10 161 Indústria Intensiva em Recursos Naturais 10.075 12.707 13.952 14.177 Indústria Agroalimentar 4.697 6.103 6.282 6.178 Ind. Intens. em Outros Rec. Agrícolas 2.235 3.047 4.299 3.535 Ind. Intens. em Rec. Minerais 2.559 2.749 2.991 3.695 Ind. Intens. em Rec. Energéticos 585 808 380 768 Indústria Intensiva em Trabalho 4.573 5.299 5.044 5.928 Indústria Intensiva em Escala 9.303 10.182 11.869 11.378 Fornecedores Especializados 3.162 4.114 4.720 4.811 Indústria Intensiva em P&D 1.426 1.609 3.131 6.557

Setores - Capítulos SITC:

0 - Alimentos 6.865 9.205 10.359 9.233 1 - Bebidas e Fumo 1.046 1.124 1.624 912

(20)

Brasil

Radiografia das Importações

Valores em US$ milhões

1992/94 1994/98 1998/00 Demanda Comércio Mundial:

Demanda Crescente 17.101 32.919 30.251 Demanda Decrescente 18.410 27.874 28.680

Dinamismo Comércio Mundial:

Set. Muito Dinâmicos - MD 9.072 12.410 17.162 Set. Dinâmicos - D 7.704 15.461 6.382 Set. Intermediários - I 8.391 18.843 10.598 Set. em Regressão - R 3.854 7.303 5.215 Set. em Decadência - DE 6.490 6.776 19.575 Set. Muito Dinâmicos ou Dinâm. - MD/D 16.776 27.871 23.543 Set. em Reg. ou em Decadência - R/DE 10.343 14.079 24.790

1992 1994 1998 2000 Total 22.346 35.510 60.793 58.931

Intensidade Tecnológica:

Set. de Alta - A 2.324 4.108 7.897 9.841 Set. de Média-Alta - M/A 5.948 11.162 20.172 17.760 Set. de Não Alta ou Méd.-Alta - Não A/MA 14.074 20.241 32.724 31.330 Set. de Alta ou Média-Alta - A/MA 8.272 15.270 28.069 27.601

Setores - CTP

Produtos Primários 7.187 6.920 8.639 9.768 Agrícolas 1.486 1.974 3.621 2.633 Minerais 1.082 1.340 1.567 2.039 Energéticos 4.619 3.607 3.450 5.096 Indústria Intensiva em Recursos Naturais 4.378 7.987 11.542 11.895 Indústria Agroalimentar 1.036 2.675 3.046 1.980 Ind. Intens. em Outros Rec. Agrícolas 376 639 1.283 1.131 Ind. Intens. em Rec. Minerais 2.004 2.916 4.913 4.900 Ind. Intens. em Rec. Energéticos 962 1.757 2.300 3.885 Indústria Intensiva em Trabalho 1.295 2.652 5.360 4.886 Indústria Intensiva em Escala 2.604 5.893 11.862 8.821 Fornecedores Especializados 3.983 6.915 13.356 11.563 Indústria Intensiva em P&D 2.899 5.142 10.026 11.992

Setores - Capítulos SITC:

0 - Alimentos 1.803 3.199 5.098 3.446 1 - Bebidas e Fumo 78 141 242 163

(21)

Brasil

Radiografia do Resultado Comercial

Valores em US$ milhões

1992/94 1994/98 1998/00 Demanda Comércio Mundial:

Demanda Crescente 6.908 (10.939) (15.068) Demanda Decrescente 1.139 1.266 11.419

Dinamismo Comércio Mundial:

Set. Muito Dinâmicos - MD 2.735 (8.156) (10.878) Set. Dinâmicos - D 4.391 (2.313) (3.181) Set. Intermediários - I (983) (4.264) (435) Set. em Regressão - R 3.325 8.381 (36) Set. em Decadência - DE (1.421) (3.321) 10.882 Set. Muito Dinâmicos ou Dinâm. - MD/D 7.126 (10.469) (14.059) Set. em Reg. ou em Decadência - R/DE 1.904 5.059 10.846

1992 1994 1998 2000 Total 13.629 8.048 (9.673) (3.649)

Intensidade Tecnológica:

Set. de Alta - A (1.079) (2.911) (5.341) (3.706) Set. de Média-Alta - M/A 97 (4.274) (10.580) (8.224) Set. de Não Alta ou Méd.-Alta - Não A/MA 14.611 15.233 6.247 8.281 Set. de Alta ou Média-Alta - A/MA (982) (7.186) (15.920) (11.929)

Setores - CTP

Produtos Primários (51) 2.278 3.132 1.584 Agrícolas 2.931 4.517 4.256 4.691 Minerais 1.635 1.367 2.316 1.828 Energéticos (4.618) (3.606) (3.440) (4.935) Indústria Intensiva em Recursos Naturais 5.698 4.720 2.409 2.281 Indústria Agroalimentar 3.661 3.428 3.236 4.198 Ind. Intens. em Outros Rec. Agrícolas 1.859 2.408 3.016 2.404 Ind. Intens. em Rec. Minerais 554 (167) (1.922) (1.205) Ind. Intens. em Rec. Energéticos (377) (949) (1.920) (3.116) Indústria Intensiva em Trabalho 3.277 2.647 (316) 1.042 Indústria Intensiva em Escala 6.699 4.289 8 2.558 Fornecedores Especializados (821) (2.801) (8.636) (6.752) Indústria Intensiva em P&D (1.472) (3.534) (6.895) (5.436)

Setores - Capítulos SITC:

0 - Alimentos 5.063 6.006 5.261 5.787 1 - Bebidas e Fumo 968 983 1.383 749

(22)

Brasil

Variação do Resultado Comercial entre 1998 e 2000

Valores em US$ milhões

Res. em 2000 Var. Resultado Var. Export. Var. Import. Demanda Comércio Mundial:

Demanda Crescente (15.068) (4.129) (6.583) (2.668) Demanda Decrescente 11.419 10.153 10.746 806

Dinamismo Comércio Mundial:

-Set. Muito Dinâmicos - MD (10.878) (2.723) 2.029 4.752 Set. Dinâmicos - D (3.181) (868) (9.948) (9.080) Set. Intermediários - I (435) 3.828 (4.416) (8.245) Set. em Regressão - R (36) (8.417) (10.504) (2.088) Set. em Decadência - DE 10.882 14.203 27.002 12.799 Set. Muito Dinâmicos ou Dinâm. - MD/D (14.059) (3.591) (7.919) (4.328) Set. em Reg. ou em Decadência - R/DE 10.846 5.787 16.498 10.711

Res. em 2000 Var. Resultado Var. Export. Var. Import. Total (3.649) 6.024 4.163 (1.862)

Intensidade Tecnológica:

Set. de Alta - A (3.706) 1.635 3.579 1.944 Set. de Média-Alta - M/A (8.224) 2.356 (56) (2.412) Set. de Não Alta ou Méd.-Alta - Não A/MA 8.281 2.033 639 (1.394) Set. de Alta ou Média-Alta - A/MA (11.929) 3.991 3.523 (468)

Setores - CTP

Produtos Primários 1.584 (1.548) (418) 1.130 Agrícolas 4.691 435 (553) (988) Minerais 1.828 (488) (16) 472 Energéticos (4.935) (1.496) 151 1.647 Indústria Intensiva em Recursos Naturais 2.281 (128) 225 353 Indústria Agroalimentar 4.198 963 (104) (1.066) Ind. Intens. em Outros Rec. Agrícolas 2.404 (611) (763) (152) Ind. Intens. em Rec. Minerais (1.205) 716 704 (13) Ind. Intens. em Rec. Energéticos (3.116) (1.196) 389 1.584 Indústria Intensiva em Trabalho 1.042 1.358 884 (474) Indústria Intensiva em Escala 2.558 2.550 (491) (3.041) Fornecedores Especializados (6.752) 1.883 91 (1.792) Indústria Intensiva em P&D (5.436) 1.459 3.426 1.967

Setores - Capítulos SITC:

0 - Alimentos 5.787 527 (1.126) (1.652) 1 - Bebidas e Fumo 749 (634) (713) (79)

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