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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

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Academic year: 2021

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Expectativas

Queda nas projeções do PIB

Fonte: Focus BCB

Fonte: Focus BCB

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

Fonte: BCB

Após a divulgação do PIB de 2018, as projeções de crescimento da atividade econômica para os próximos dois anos foram revistas. No boletim Focus, a mediana das estimativas de 2019 recuou 0,16 p.p. para 2,30% a.a. e a de 2020 caiu 0,10 p.p. para 2,70% a.a.. As projeções inflacionárias exibiram pequenas oscilações. Para fevereiro e março, houve alta de 0,01 p.p. para 0,35% e 0,36%, na ordem. Já a expectativa para o IPCA de 2019 e 2020 permanece em 3,85% e 4,00%, respectivamente. A inflação esperada para os próximos 12 meses avançou para 4,04% a.a., enquanto que a implícita nas negociações de títulos públicos subiu para 4,39% a.a.. Por fim, as projeções para a taxa Selic e a de câmbio para o final de 2019 permaneceram em Apesar do cenário desafiador em 2018, a política monetária cautelosa dos EUA viabilizou a redução da aversão ao risco das economias emergentes, porém não foi suficiente para impulsionar a demanda interna. O crescimento do PIB de apenas 1,1% em 2018 e a alta no 4T18 de 0,13% na série dessazonalizada arrefeceram as expectativas. Os números do Caged de janeiro apontam a criação líquida de 34,3 mil vagas, contudo a taxa de subutilização da força de trabalho encerrou em 24,3%, segundo a Pnad Trimestral. O mercado de trabalho e o baixo carrego estatístico sublinham as dificuldades que estão traduzidas nas projeções da pesquisa Focus que indicaram uma redução de 0,18 p.p. na estimativa da taxa de crescimento do PIB para 2019 (2,30%). A combinação da ancoragem das expectativas inflacionárias, com as surpresas positivas na inflação corrente, o elevado hiato do produto e a limitação de expansão das despesas públicas, propiciada pelo Teto dos Gastos, deverá alimentar o debate acerca da taxa real de juros necessária para intensificar a recuperação cíclica.

Inflação

4,39% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Inflação Implícita

Em 12 meses 01/03/2019 Há 1 semana Há 4 semanas fev/19 0,35 0,34 0,36 mar/19 0,36 0,35 0,34 2019 3,85 3,85 3,94 2020 4,00 4,00 4,00 IPCA (%) Mediana - agregado 2,50% 2,48% 2,30% 2,65% 2,70% 01/02/2019 22/02/2019 01/03/2019

PIB - Mediana das Projeções

Variação anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

PIB – 4T18

Na série dessazonalizada, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 0,13% no 4T18 após uma alta de 0,53% no trimestre anterior. O resultado frustrou as expectativas de mercado. Pela ótica da oferta, o resultado foi composto pelas elevações de 0,22% na agropecuária e de 0,24% em serviços, com retração de 0,27% na indústria. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 0,43%, com recuo de 0,26% da administração pública e queda expressiva de 2,54% nos investimentos. Em 2018, o PIB apresentou alta de 1,12% após 1,06% no ano anterior. Na abertura, o destaque positivo fica para a elevação de 4,13% nos investimentos (FBCF). Com maior peso, o setor de serviços cresceu 1,30% e o de consumo 1,90%. Ademais, destaca-se o fraco desempenho da indústria no ano (+0,56%). Apesar do bom comportamento, o nível dos investimentos em relação ao PIB caiu para 15,9%, após alcançar 16,9% no 3T18, mesmo patamar do 2T16.

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

0,28%

0,41%

0,05%

0,53%

0,13%

2017.IV 2018.I 2018.II 2018.III 2018.IV

PIB Trimestral

Série dessazonalizada 1,06% 12,54% -0,46% 0,52% 1,36% -0,87% -2,49% 1,12% 0,10% 0,56% 1,30% 1,90% 0,02% 4,13% PIB Agropecuária Indústria Serviços Consumo Administração Pública Investimento

Variação Anual

Acumulado em 4 trimestres 2018 2017 15,9% 14% 15% 16% 17%

2016.I 2016.II 2016.III 2016.IV 2017.I 2017.II 2017.III 2017.IV 2018.I 2018.II 2018.III 2018.IV

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Taxa de Juros

Fonte: B3 Fonte: B3

Fonte: Anbima

A taxa de juros do swap DI prefixado de 360 dias apresentou uma ligeira elevação de 0,03 p.p. na semana, encerrando em 6,40% a.a.. Com a alta da inflação esperada para os próximos 12 meses, a taxa real de juros ex-ante subiu somente 0,02 p.p. para 2,27% a.a.. Com o comportamento decepcionante do PIB em 2018 – alta de 1,1% no ano, abaixo das expectativas do mercado, retoma-se a discussão de um eventual corte na taxa básica de juros. O diferencial da taxa de juros de um e cinco anos subiu 0,09 p.p. para 2,18 p.p.. A baixa volatilidade na taxa de juros reflete a pouca movimentação com o feriado de carnaval e as indefinições quanto à aprovação da reforma da previdência.

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

6,40% 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar /19 a.a.

Swap DI Pré - 360

2,27% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% se t/18 o u t/18 no v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19 a.a.

Taxa Real de Juros

Ex- ante 2,18 1,95 2,45 2,95 3,45 3,95 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Spread da Taxa de Juros

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

Câmbio

Fonte: Bloomberg

Fonte: J.P. Morgan

Com uma apreciação de 0,83% na semana, o dólar fechou cotado a R$ 3,78. O índice que calcula a variação das moedas de países emergentes em relação ao dólar caiu 0,55% para 63,35 pts., enquanto que o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa norte americana em relação a uma cesta de moedas de países desenvolvidos subiu somente 0,02% para 96,53 pts.. O Banco Central mantém sua estratégia de rolagem dos swaps cambiais, permanecendo com uma exposição de US$ 68,86 bilhões. Destaque para o leilão de linha no montante de USD 3,0 bilhões realizado em 25/2.

*Cesta de Moedas:

Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

3,78 3,50 3,60 3,70 3,80 3,90 4,00 4,10 4,20 4,30 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Real/US$

96,527 93 94 95 96 97 98 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Dollar Index

63,347 60 61 62 63 64 65 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar /19

Índice Emergentes*

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg Fonte: Bloomberg

Fonte: Bloomberg

Aversão ao Risco

A semana foi de sinais mistos com relação ao apetite ao risco. Por um lado, o adiamento da sobretaxa nas importações chinesas pelos EUA favoreceu, por outro, pesaram os riscos geopolíticos entre os EUA e a Coreia do Norte, assim como entre a Índia e o Paquistão. Com isso, o prêmio ao risco soberano brasileiro, apurado pelo CDS de cinco anos, aumentou um ponto para 164 pts.. Após a divulgação do PIB dos EUA no

4T18 com alta de 2,9% a.a., acima das

expectativas, os retornos das T-notes de 10 anos subiram 0,11 p.p. para 2,76% a.a.. Ainda, o mercado levou em consideração a declaração do presidente do Fed, Jeremy Powell, reforçando a abordagem paciente com a política monetária. Por fim, a cotação do petróleo tipo Brent recuou 3,05% na semana, encerrando a US$ 65,07. O baixo

crescimento da economia mundial segue

pressionando o preço da commodity.

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

157,78 140 160 180 200 220 240 260 280 300 320 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Credit Default Swap (CDS)

Pontos-base 2,76 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3,0 3,1 3,2 3,3 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

T-Note 10 anos

(a.a.%)

65,07 45,0 50,0 55,0 60,0 65,0 70,0 75,0 80,0 85,0 90,0 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19 mar/19

Petróleo

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: FGV

Fonte: FGV Fonte: FGV

IGP-M – fev/19

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou seu ritmo de crescimento de 0,01% em janeiro para 0,88% em fevereiro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) exibiu alta de 1,22% após recuar 0,26% no mês passado. Dentre os componentes, as matérias primas brutas avançaram 3,23% após registrar deflação de 0,30% um mês antes. Neste caso, pesaram as altas nos preços de minério de ferro (11,98%) e leite in natura (8,63%). Já os preços dos bens finais subiram 1,19% na margem e dos bens intermediários registraram deflação de 0,35%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de 0,58% para 0,26% e o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) saiu de 0,40% para 0,19% neste mês. Em 12 meses, o IGP-M encerrou com uma alta de 7,60% contra 6,74% em janeiro. Na mesma base comparativa, o IPA cresceu 9,50%, o IPC teve alta de 4,13% e o INCC aumentou 4,14%. 7,60% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 14% fev/16 ago /16 fev/17 ago /17 fev/18 ago /18 fev/19

IGP-M

Evolução anual -0,26% 0,52% -0,99% -0,30% 1,22% 1,19% -0,35% 3,23% IPA - EP BENS FINAIS BENS INTERMEDIÁRIOS MATÉRIAS PRIMAS BRUTAS

Abertura IPA

Variação mensal fev/19 jan/19 0,07% 0,64% 0,57% 1,38% 1,87% 0,51% 0,70% 1,52% 0,89% -0,49% -1,08% 0,01% 0,88% fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19

IGP-M

Variação mensal

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Pnad Trimestral

Fonte: Caged Fonte: Caged

Emprego – jan/19

Os dados do Caged para o mês de janeiro apontaram a criação líquida de 34,3 mil vagas de trabalho, decorrente de 1.325,1 mil contratações e 1.290,8 mil demissões. No mês, quase todos os setores tiveram crescimento no número de vagas, com destaque para serviços com o aumento de 43,4 mil postos de trabalho. Por sua vez, o comércio registrou contração de 65,9 mil postos. Contudo, os números contrapõem-se aos resultados da PNAD Trimestral encerrada em jan/19, que mostraram uma deterioração no mercado de trabalho. A taxa de subutilização da força de trabalho, que leva em consideração, além da população desocupada, a quantidade de pessoas que trabalham menos de quarenta horas por semana e gostariam de trabalhar mais, atingiu 24,3% da força de trabalho, o que representa uma alta de 0,4 p.p. em relação ao trimestre findo em dez/18. Em outras palavras, quase um quarto da força de trabalho está subutilizada. 78 61 56 116 34 -1 47 110137 58 59 -334 34 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 m ai /18 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Evolução do Emprego

Em milhares 24,3% 15% 17% 19% 21% 23% 25% 27% d e z/15 mar/16 ju n /16 se t/16 d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18

Subutilização da Força de Trabalho

-154,91 -230 -220 -210 -200 -190 -180 -170 -160 -150 -140 -130 jan -15 ju l-15 jan -16 ju l-16 jan -17 ju l-17 jan -18 ju l-18 jan -19

Diferença entre Salários

Admissão e Demissão em termos reais - MM6M (R$ mil)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: BCB

Fonte: BCB Fonte: BCB

Em janeiro, o resultado do setor público consolidado voltou a registrar saldo positivo, após acumular déficit por dois meses consecutivos. O superávit primário ficou em R$ 46,8 bilhões ante déficit de R$ 41,1 bilhões em dez/18. O déficit total acumulado em 12 meses foi de R$ 108,3 bilhões, situando-se bem abaixo da meta do governo de R$ 139,0 bilhões. Em relação ao PIB, o déficit primário ficou estável em 1,57%. A conta de juros nominal mostrou uma queda mensal de 0,14 p.p. para 5,38%, reduzindo o déficit nominal para 6,95% (-0,14 p.p. na margem). Com o avanço marginal de 1,5 p.p. nas operações compromissadas do Banco Central, o equivalente a 17,9% do PIB, a dívida líquida do setor público apresentou alta de 0,26 p.p. na margem e fechou em 54,03% do PIB em janeiro. Já a dívida bruta do governo geral subiu 0,04 p.p. no mês para 76,74% do PIB.

Estatísticas Fiscais – jan/19

108 jan /17 mar/17 mai/17 ju l/17 se t/17 n o v/17 jan /18 mar/18 mai/18 ju l/18 se t/18 n o v/18 jan /19

Necessidades do Setor Público

Acumulada em 12 meses (R$ bilhões)

-47 17 25 -3 8 13 3 17 25 -8 16 41 -47 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Déficit Primário

Mensal - Em R$ Bilhões 54,03% 76,74% 28% 38% 48% 58% 68% 78% 88% jan /12 ju l/12 jan /13 ju l/13 jan /14 ju l/14 jan /15 ju l/15 jan /16 ju l/16 jan /17 ju l/17 jan /18 ju l/18 jan /19

Evolução da Dívida

Em relação ao PIB DLSP DBGG

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: BCB

Fonte: BCB Fonte: BCB

Em janeiro, o saldo em transações correntes foi negativo em US$ 6,54 bilhões. Em dez/18, o déficit foi de US$ 815 milhões. A redução do saldo na balança comercial e o aumento do déficit na conta de renda primária contribuíram para tal desempenho. No período, o resultado das contas de bens e de serviços foi deficitário em US$ 928 milhões (US$ 19,09 bilhões no acumulado em 12 meses). Vale destacar que ajustes contábeis em operações no âmbito da Repetro (Regime Aduaneiro Especial de incentivo aos investimentos no setor de óleo e gás) tiveram impacto significativo nos números do comércio exterior. Considerando-se o acumulado em 12 meConsiderando-ses, o déficit em transações correntes cresceu 1,76% na margem para US$ 14,76 bilhões. As contas externas permanecem em níveis confortáveis. Os Investimentos Diretos no País (IDP) fecharam janeiro com uma entrada de US$ 5,86 milhões, totalizando US$ 85,822 bilhões no acumulado em 12 meses.

Transações Correntes – jan/19

-15 -120 -100 -80 -60 -40 -20 0 jan /15 ab r/ 15 ju l/15 o u t/15 jan /16 ab r/ 16 ju l/16 o u t/16 jan /17 ab r/ 17 ju l/17 o u t/17 jan /18 ab r/ 18 ju l/18 o u t/18 jan /19

Saldo em Transações Correntes

Acumulado em 12 meses - US$ bi

-6.293 -2.043 -666-61 900 160 -4.039 -1.193 145 188 -795-815 -6.548 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Saldo em Transações Correntes

Mensal - em US$ milhões

86 60 65 70 75 80 85 90 ja n/16 ab r/ 16 ju l/16 o u t/16 ja n/17 ab r/ 17 ju l/17 o u t/17 ja n/18 ab r/ 18 ju l/18 o u t/18 ja n/19

Investimento Direto no País

Acumulado em 12 meses - US$ bi

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: MDIC

Fonte: MDIC Fonte: MDIC

O saldo da balança comercial encerrou fevereiro superavitário em US$ 3,67 bilhões ante US$ 2,19 bilhões do mês anterior. O resultado é fruto de US$ 16,29 bilhões em exportações e de US$ 12,62 bilhões em importações. Em fev/18, observou-se um superávit comercial de US$ 3,0 bilhões. No acumulado em 12 meses, a balança somou US$ 58,70 bilhões, o que representa uma elevação marginal de 1,2%. Na mesma base comparativa, as exportações terminaram o período em US$ 240,3 bilhões, sendo uma alta de 8,3% em relação a fev/18. Por sua vez, as importações crescem em ritmo mais acelerado, de 16,2% a.a., totalizando US$ 181,6 bilhões. A perspectiva é de que com a retomada do crescimento econômico, tende a acelerar o aumento das importações, reduzindo o saldo da balança comercial e deteriorando as contas transações correntes. Contudo o ritmo lento de expansão, sinalizado pelos dados do PIB 4T18, mitiga essa possibilidade.

Balança Comercial – fev/19

Informativo Assessoria Econômica 22 de fevereiro a 01 de março de 2019 | www.abbc.org.br

3,0 6,4 5,9 6,1 5,8 3,9 2,8 5,1 5,9 4,2 6,6 2,2 3,7 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ago /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 fev/19

Saldo Comercial Mensal

Em (US$ bilhões) 58,70 0 10 20 30 40 50 60 70 fe v/16 mai/16 ago /16 n o v/16

fev/17 mai/17 ago

/17

n

o

v/17

fev/18 mai/18 ago

/18 n o v/18 fev/19

Balança Comercial

Acumulada em 12 meses - em US$ bilhões

16,24% 8,35% -35% -25% -15% -5% 5% 15% 25% fev/15 ago /15 fev/16 ago /16 fev/17 ago /17 fev/18 ago /18 fev/19

Balança Comercial

Acumulada em 12 meses Importações Exportações

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: FGV Fonte: FGV

Fonte: FGV

Os indicadores de confiança elaborados pela FGV apresentaram quedas, em fevereiro, com exceção à indústria de transformação, que subiu 0,8 pts. na margem para 99,0 pts.. A maior contração foi no índice do comércio, caindo 3,8 pts. para 100,0 pts., seguido por: consumidor com retração de 2,6 pts. para 96,1 pts. e serviços com baixa de 1,7 pts. para 96,5 pts. O comportamento dos índices reflete a piora do sentimento quanto às Expectativas Futuras (EF) em detrimento às Condições Atuais (CA). Destaque para as quedas nas diferenças entre EF e CA dos consumidores (29,1 pts.), comércio (13,6 pts.), serviços (12,0 pts.) e indústria (0,4 pts.). Finalizando, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou alta de 1,4 pts. na margem para a indústria de transformação. Em menor proporção, o NUCI dos serviços aumentou 0,3 pts. na margem.

Sondagens FGV – fev/19

90,6 102,6 96,5 70 75 80 85 90 95 100 105 fe v/17 mai /17 ag o /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18 fev/19

Índice de Confiança - Serviços

Situação Atual Expectativas IC 74,1 82,4 70 72 74 76 78 80 82 84 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fe v/18 mai/18 ago /18 n o v/18 fev/19

NUCI

Ind. Transf. Serviços 99,0 96,1 70 73 76 79 82 85 88 91 94 97 100 103 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18 fev/19

Índices de Confiança

Dessazonalizados Consumidor Comércio Ind. Transf.

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