INTERAÇÕES
Interação
Espécie X
Espécie Y
Comensalismo
+
0
Mutualismo
+
+
Competição
-
-Predação
+
-Herbivoria
+
-Parasitismo
+
EQUAÇÕES
PREDADOR-PRESA
MODELO LOTKA-VOLTERRA
“While not the very first to write mathematical models in ecology, they were early pioneers, and Lotka in particular was effective, through his many articles and books, at spreading the idea that
mathematical models could help ecologists understand the patterns we see in nature. The Lotka-Volterra model is still a staple of undergraduate ecology courses” Bruce Kendall Alfred J. Lotka (1880-1949) Vito Volterra (1860-1940)
Embora não seja o primeiro a escrever modelos matemáticos em ecologia, eles foram pioneiros e Lotka, em particular foi efetivo, através de seus muitos artigos e livros, a difundir a idéia de que os modelos matemáticos poderiam ajudar ecólogos a entender os padrões que vemos na natureza. O modelo de Lotka-Volterra ainda é um marco de cursos de graduação ecologia “
CRESC. POP. DAS PRESAS
dV= rV-
αVP
dt
P= predador V= vítimadV= rV
dt
Crescimento exponencial da vítima:
Crescimento na presença do predador:
α = Eficiência de captura
CRESC. POP. DAS VÍTIMAS
dV= rV-
αVP
dt
P= predador V= vítimadV= rV
dt
Crescimento exponencial da vítima:
Crescimento na presença do predador:
q= tx de mortalidade
V= vítima
dP= -qP
dt
“Crescimento” exponencial do predador:
dN = (b-d)N
dt
Crescimento exponencial
dP= βVP- qP
dt
q= tx de mortalidade
V= vítima
dP= -qP
dt
“Crescimento” exponencial do predador:
Crescimento na presença da vítima:
β = Eficiência de conversão
dP= βVP- qP
dt
q= tx de mortalidade
V= vítima
dP= -qP
dt
“Crescimento” exponencial do predador:
Crescimento na presença da vítima:
β = Eficiência de conversão
CRESC. POP. DOS PREDADORES
PRESSUPOSTOS
Na ausência do predador, a população de vítimas cresce exponencialmente
O cresc. pop do predador é limitada apenas pela disponibilidade de presa
Tanto predador e vítima se reproduzem continuamente, não tem estrutura etária e todos os indivíduos são idênticos
A taxa de predação é proporcional à taxa de encontro entre predadores e vítimas, predadores e vítimas se movem ao
acaso
O predador tem uma mortalidade independente de densidade e constante
PREDAÇÃO
A taxa de predação (n° de animais mortos por unidade de área em determinado período de tempo) é dependente da resposta numérica da população do predador e da resposta funcional dos indivíduos predadores.
PREDAÇÃO
A taxa de predação (n° de animais mortos por unidade de área em determinado período de tempo) é dependente da resposta numérica da população do predador e da resposta funcional dos indivíduos predadores.
dV= rV-
αVP
dt
Vítima:
dP=
βVP- qP
dt
Predador:
Resposta funcional do predador αV
Taxa de captura de vítimas por um predador em função da abundância das vítimas
Resposta numérica do predador βV
Taxa de crescimento per capita da população de predadores em função da abundância de vítimas
Densidade de presa
Aumento no n° de predadores/área como resposta da imigração e reprodução
Aumento no n° de presas consumidas por unidade de tempo por cada indivíduo predador
Resposta numérica:
Presas
Predadores
Daphnia magna Ro ck w oo d , L L. In tr odu ctio n to Po pu latio n Ec ol ogy .2 00 9.
Resposta funcional
Em baixas densidades de
presas:
taxa de predação é
influenciada pela qtd de
tempo/energia para
procura e captura da
vítima
Em altas densidades de
presas:
taxa de predação limitada
por pelo menos um de dois
componentes: manuseio e
digestão das presas
Taxa de filtração de 4 para 1 cm3 /hora
Taxa de ingestão máxima atingida com menos esforço: energia revertida para aumento da reprodução!
Taxa de filtração de 4 para 1 cm3 /hora
RESPOSTA FUNCIONAL TIPO I
Resposta funcional do modelo de LV:
Predadores podem aumentar seu consumo indefinidamente a medida que a população de vítimas aumenta...
N ° p resa s consu mida s/ Preda d or * te mpo Abundância de vítimas Tipo I Taxa de alimentação = αN
Daphnia magna Ro ck w oo d , L L. In tr odu ctio n to Po pu latio n Ec ol ogy .2 00 9.
Resposta funcional TIPO I
Consumo de presa cresce linearmente com a densidade de presas
Predador presa
RESPOSTA FUNCIONAL TIPO II
Com o aumento da densidade de presa, o aumento do consumo de presas cresce mais rápido do que na resposta funcional do tipo I (não-linear)
N ° p resa s consu mida d a s/ Preda d or * te mpo Abundância de vítimas Tipo II Taxa de alimentação = αN 1- αhN
RESPOSTA FUNCIONAL TIPO II
Ro ck w oo d , L L. In tr odu ctio n to Po pu latio n Ec ol ogy .2 00 9. Predador presa Daphnia magnaRESPOSTA FUNCIONAL TIPO III
Quantidade de predador se mantém baixa até que uma quantidade
mínima de presas seja atingida
N ° p resa s consu mida d a s/ Preda d or * te mpo Abundância de vítimas Tipo III
RESPOSTA FUNCIONAL TIPO III
Quando predadores:
se concentram em determinada presa apenas quando em altas densidades,
desenvolvem uma imagem de busca que aumenta a eficiência de captura à medida que a abundância da vítima aumenta
ou se existem custos de forrageio fixos e variáveis
N ° p resa s consu mida d a s/ Preda d or * te mpo Abundância de vítimas Tipo III Taxa de alimentação = cN2 d2 + N2 c= h -1 d= (αh)-1
RESPOSTA FUNCIONAL TIPO III
Ro ck w oo d , L L. In tr odu ctio n to Po pu latio n Ec ol ogy .2 00 9.TIPOS DE RESPOSTA FUNCIONAL
Proporçã o das vít imas consum ida sTIPOS DE RESPOSTA FUNCIONAL
Proporçã o das vít imas consum ida sdV= rV-
αVP
dt
Vítima:
dP= βVP- qP
dt
Predador:
0= rV-
αVP
rV=
αVP
r=αP
P=r/α
=0
P = r
α
=0
0= βVP- qP
βVP=qP
βV=q
V=q/ β
V = q
β
SOLUÇÕES EQUILÍBRIO
ESPAÇO DE FASE
Begon , T ow ns en d & H ar per 20 06 Vítima Predador r α q βBegon , T ow ns en d & H ar per 20 06
Begon , T ow ns en d & H ar per 20 06 r ? especialista ?
LEBRES E LINCES
LEBRES E LINCES
Begon , T ow ns en d & H ar per 20 06EQUILÍBRIO
Ponto?
População cíclica na qual há um padrão regular, identificável de tamanhos populacionais ao longo do tempo: stable limit
Predador e presa obedecem um ciclo regular e previsível
Predador e presa ficam estáveis em um número fixo
dN = rN (1- N ) – α N P
dt
K
OUTRAS SOLUÇÕES
GRÁFICAS
MODELO DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Insere dois novos componentes na equação de
Lotka-Volterra
1. modela a presa, sem a presença do predador
seria autolimitada por um componente densidade dependente (p.ex: recurso limitante).
2. predador apresenta uma saturação no consumo per capita com o aumento da densidade da presa
Ou seja, com o aumento da quantidade de presa o predador aumenta o seu consumo por presa até um certo limite onde o aumento de presa não causa mais aumento de consumo per capita
MODELO DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Vítima:
MODELO DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Vítima: PredadordN = rN (1- N ) – α N P
dt
K
1+ahN
dP=
βVP - qP
dt
1+ahN
ANÁLISES GRÁFICAS DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Densidade da presa no qual ocrescimento populacional do predador é zero
ANÁLISES GRÁFICAS DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Combinações de valores da presa e do predador que resultam em crescimento zero da
Isoclina da presa é geralmente apresentada
com efeito de Allee
EFEITO DE ALEE
Necessidade de um número mínimo de indivíduos
Comportamento de defesa
Alimentação cooperativa
ANÁLISES GRÁFICAS DE ROSEWEIG &
MACARTHUR
Isoclina do predador exatamente em K/2
Predador ineficiente
Convergem em um ponto estável, sem ciclos • q relativamente alto ou β baixo
dP= βVP- qP
dt
Predador altamente eficiente
Exclusão mútua do predador e da presa q relativamente baixo ou β alto
dP= βVP- qP
dt
PARADOXO DO ENRIQUECIMENTO
Presa
PARADOXO DO ENRIQUECIMENTO
Sistema agrícola artificialmente enriquecido com fertilizantes
Presa
MAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
dN/dt N Logístico K K/2MAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
dN/dt N Logístico K K/2Cota fixa
MAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
dN/dt N Logístico K K/2Cota fixa
Esforço fixo
H=aENH= n° presas coletadas numa sessão a= eficiência da coleta
MAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
Esforço fixo
H=aEN
H= n° presas coletadas numa estação a= eficiência da coleta E= esforço de coleta dN/dt N K Esforço 1 Esforço 2 Esforço 3 Esforço 4
MAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
dN/dt N K Esforço 1 Esforço 2 Esforço 3 Esforço 4 rend iment o por estaç ão 1 2 3 4 EsforçoMAXIMUM SUSTAINED YIELD (MSY)
Problemas:
Saber a real abundância das populações Sobreexploração
... Tragédia dos comuns
EXERCÍCIOS NO
Predação
Simulação de encontro de presa por predador