Abstrato Abstrato A interven
A intervenção dietética como uma ferramenta para manter e ção dietética como uma ferramenta para manter e melhorar a saúde física emelhorar a saúde física e bem-estar é um tópico amplamente estudadas e discutidas. Especulações de que a bem-estar é um tópico amplamente estudadas e discutidas. Especulações de que a dieta pode afetar de forma semelhante a saúde mental eo bem-estar particularmente dieta pode afetar de forma semelhante a saúde mental eo bem-estar particularmente em casos de sintomatoloia psiqui!trica e comportamental abre v!rias avenidas para em casos de sintomatoloia psiqui!trica e comportamental abre v!rias avenidas para potencialmen
potencialmente melhorar a te melhorar a qualidade de vida. qualidade de vida. "ós e#aminamos evid$ncias suestivas"ós e#aminamos evid$ncias suestivas de que um livre de lúten %&'() livre de caseína %*'() ou lúten e caseína dieta livre de de que um livre de lúten %&'() livre de caseína %*'() ou lúten e caseína dieta livre de %'+*'( pode melhorar centrais e periféricas sintomas e melhorar os resultados do %'+*'( pode melhorar centrais e periféricas sintomas e melhorar os resultados do desenvolvimento em aluns casos de condições do espectro do autismo. Embora não desenvolvimento em aluns casos de condições do espectro do autismo. Embora não se,a totalmen
se,a totalmente te afirafirmatimativa) va) a a maiomaioria ria dos dos estuestudos dos publpublicadicados os indiindicam cam mudamudançasnças positivas estatisticamente sinificativas para a apresentação dos sintomas seuintes positivas estatisticamente sinificativas para a apresentação dos sintomas seuintes inte
intervençrvenção ão dietédietética. tica. Em Em partiparticulacular) r) a a modimodificaçficação ão das das reireiões ões de de comucomunicanicação)ção) atenção e hiperactividade são detalhados) apesar da presença de v!rias defici$ncias atenção e hiperactividade são detalhados) apesar da presença de v!rias defici$ncias me
metotododolólóiicacas. s. *a*araractctererísístiticacas s esespepecícífificacas s de de nãnão-o-rerespsponondededodoreres s bebestst- - e e intervenção não foram completamente elucidados nem tem o modo de acção preciso intervenção não foram completamente elucidados nem tem o modo de acção preciso par
para a ququalqalqueuer r efeefeito ito uniuniverversal sal forfora a de de conconhechecidoidos s os os cascasos os indindiviividuaduais is de de co- co-morbidade relacionada com os alimentos. *om a publicação dos estudos de médio e morbidade relacionada com os alimentos. *om a publicação dos estudos de médio e lono pra/o do rupo controladas de um lúten e caseína dieta livre de ao lado de lono pra/o do rupo controladas de um lúten e caseína dieta livre de ao lado de ach
achadados os bibiolóolóiicos cos maimais s conconsolsolidaidadadas s popotentenciacialmelmente nte liliadadas as inintertervenvençãoção) ) oo aparecimen
aparecimento de to de uma possível autismo fenótipo relacionados com a dieta parece estar uma possível autismo fenótipo relacionados com a dieta parece estar emerindo de um suporte positivo efeito dietético em aluns casos. 0e ,ustifica um emerindo de um suporte positivo efeito dietético em aluns casos. 0e ,ustifica um deb
debate ate maimais s apaprofrofunundaddado o sobsobre re se se tal tal intintervervenenção ção diedietéttética ica devdeve e fa/fa/er er parparte te dede orientações sobre melhores pr!ticas para as condições do espectro do autismo %A0*( orientações sobre melhores pr!ticas para as condições do espectro do autismo %A0*( e representante diante de um autismo dieta
e representante diante de um autismo dieta sensível enteropatiasensível enteropatia..
1alavras-chave2 autismo) cérebro) astrointestinal) lúten) caseína) dieta) intervenção) 1alavras-chave2 autismo) cérebro) astrointestinal) lúten) caseína) dieta) intervenção) permeabilidade intestinal permeabilidade intestinal 3amos para2 3amos para2 4ntrodução 4ntrodução
5ranstornos lobais do desenvolvimento ao lono da vida são um rupo comple#o) 5ranstornos lobais do desenvolvimento ao lono da vida são um rupo comple#o) hetero$neo de condições que afetam variavelmente a maneira como uma pessoa se hetero$neo de condições que afetam variavelmente a maneira como uma pessoa se comunica e interae com
comunica e interae com as pessoas eo as pessoas eo ambiente ao seu ambiente ao seu redorredor. Autismo) síndrome de. Autismo) síndrome de Asperer %A0( e
Asperer %A0( e 5rans5ranstorno 4nvasivo dtorno 4nvasivo do-"ão 6evelo-"ão 6evelopmental 7utra Espopmental 7utra Especificação %maecificação %maisis comumente conhecido como transtorno do espectro do autismo) A06( refletem as comumente conhecido como transtorno do espectro do autismo) A06( refletem as
atuais classificações dianósticas prim!rias do estado %7rani/ação 8undial de 0aúde) 9::;() embora provavelmente mudar! em descrições de dianóstico revistos %8attila et al.) ;<99(.
A apresentação clínica das condições do espectro do autismo %A0*() como eles estão se tornando conhecidas inclui a perturbação prim!ria em !reas de2 comunicação verbal e = ou não-verbal) o uso de interação recíproca sociais %cumulativamente conhecido como sociais afetam( ea presença de repetitivo ou comportamentos estereotipados. 3!rios outros comportamentos podem também estar presentes como recursos periféricos) incluindo problemas sensoriais-perceptual %5omche> e 6unn) ;<<?( e da marcha e problemas de coordenação motora %@hatt e *rai) ;<9;(.
7s sintomas da A0* são pensados para resultar de uma interação comple#a) vari!vel entre enética e ambiente %&rafodats>aa et al.) ;<9<() embora não h! atualmente nenhum teste enético ou biolóico para dianosticar a doença. A apreciação do A0* é reali/ado pela observação detalhada dos sintomas evidentes combinadas com uma an!lise da história de desenvolvimento de acordo com os critérios estabelecidos.
Esforços de pesquisa contemporBneos estão sendo direcionados para lone da busca de um fator enético específico-condição para abraçar um modelo mais cumulativa com base no risco elevado em função do ponto de mutações enéticas menor %Clei et al.) ;<9;( dada a heteroeneidade presente. 4ncluído em tal modelo é a crescente percepção de que o rótulo de autismo não é representativo de apenas uma condição) mas sim a apresentação de sintomas semelhantes em v!rias condições %"ovarino et al.) ;<9;(. As recentes tentativas de estabelecer endophenotpes específicas de A0*) com base em combinações de sintomas e apresentação história) influ$ncia de co-morbidade) a efic!cia de v!rias estratéias de estão) etc.) também est! anhando popularidade %"ordahl et al.) ;<99(.
A0* são cateori/ados como condições ao lono da vida) embora ha,a evid$ncia para suerir padrões diferenciais de desenvolvimento pode estar presente entre os casos refle#ivos de aluma instabilidade dianóstico %'ountain et al.) ;<9;(. D! uma disparidade de $nero na A0* %@hitele et al.) ;<9<c(. Ao lado de outras condições de
desenvolvimento %*entros de *ontrole e 1revenção de ;<9< 6oença() o número de casos que estão sendo dianosticados tem aumentado nos últimos anos %Autismo e 6efici$ncias de 6esenvolvimento 8onitoramento de ede de 3iilBncia Ano ;<<F 4nvestiadores 1rincipais) *entros para *ontrole e 1revenção de 6oenças) ;<9;() o pensamento principalmente para ser o resultado da mudança de critérios dianósticos e melhor caso apuração. 7 papel do ambiente como parte de qualquer aumento real nos casos entanto) não foi descartada %utter) ;<<G @eintraub) ;<99( e) na verdade continua a anariar apoio.
A0* transportar risco elevado para v!rias outras comorbidades) incluindo epilepsia e dificuldades de aprendi/aem %0teffenbur et al.) ;<<H(. Essas co-morbidades destacar a importBncia das funções cerebrais e neuronais para A0*. Estudo dessas !reas dominou ambas as teorias psicolóicas e neuropsicolóicas da etioloia e patoloia com foco em ambas as alterações estruturais e funcionais para estar presente.
3!rias outras co-morbidades foram detalhados como sendo sobre-representados em casos de A0*. &astrintestinal %&4( co-morbidades que e#pressam tanto como sintomas funcionais e sintomas sub,acentes crInicas) incluindo doença celíaca %*6( %+arcia et al) ;<<F. &enuis e +ouchard) ;<9<( e indicações de inflamatórias intestinais condições-tipo da doença %AshJood et al. ) ;<<H( também t$m sido relatados v!rios indicadores nutricionais ao lado de) por e#emplo) defici$ncia de ferro funcional %Katif et ai.) ;<<;( em aluns casos. Embora e#ista aluma orientação para a inspeção sistem!tica de tais distúrbios &4 em casos de autismo %+uie et al.) ;<9<() prosseuir os debates sobre a nature/a da comorbidade &4 presente ,untamente com preocupações éticas sobre o uso de procedimentos médicos invasivos em casos de A0* sinifica não h! estimativas confi!veis sobre comorbidade população atualmente e#iste. 4mportante um dianóstico de A0* não est! actualmente que se pensa conferirem protecção contra o desenvolvimento de qualquer outra condição de saúde ou psiqui!trica ao lono da vida.
"ão e#iste actualmente nenhuma intervenção universal para redu/ir = minimi/ar os sintomas evidentes mais incapacitantes da A0* e melhorar os resultados de desenvolvimento e indicadores de qualidade de vida. A sociedade tem um papel
importante na prestação de saúde adequados) educação e oportunidades de empreo em tal processo. 7rientações sobre melhores pr!ticas e#istentes para estratéias de intervenção e de estão visam a melhoria ou a estão do núcleo e sintomas periféricos com base em educação especiali/ada e treinamento comportamental %3ol>mar et al.) ;<<L(. 7 indivíduo) e suas forças e fraque/as) é um foco importante. A $nfase est! na aplicação de anos intervenção precoce com vista a melhorar os resultados do desenvolvimento em que os resultados óptimos foram) em aluns casos) sido suerido para impacto no funcionamento neuronal) tais como activação cortical %6aJson et al.) ;<9;(. 5al pesquisa é refle#o da plasticidade percebido de desenvolvimento precoce e função do cérebro.
A utili/ação de v!rios medicamentos) como parte de farmacoterapia também é relativamente comum para A0* %'rancis) ;<<G(. 5al intervenção médica fornece um serviço importante onde os recursos de comorbidade como a epilepsia estão presentes) mas com compostos mais novos também cada ve/ mais olhando para lidar com características mais fundamentais também %7berman) ;<9;(. "o momento actual) não é) contudo) nenhuma droa ou medicamento estratéia universal para tratar a doença e toda a sua ama de sintomas.
5al como acontece com muitas outras condições conitivas e = ou developmentall-definidos) rupos específicos de pessoas com A0* parecem estar em maior risco de v!rios problemas associados com a alimentação e dieta %Calva) ;<<:(. 0e,a em conseqM$ncia de sintomas nucleares com base na apresentação vari!vel de padrões infle#íveis de comportamento) problemas com habilidades motoras finas e rossas) ou como resultado de intolerBncia a diferentes éneros alimentícios sub,acente) v!rias questões nutricionais relacionadas com pode ser aparente %8artins et al.) ;<<F(. *orrespondente medidas antropométricas de crescimento de pessoas com A0* ainda não determinou qualquer tend$ncia consistente como estando presente como resultado de tais questões de alimentação. 5em sido relatado que as medidas de peso e índice de massa corporal calculado %48*( pode apresentar como aberrante em casos de autismo %@hitele et al) ;<<L.. *urtin et al) ;<9<( aparentemente ecoando eino Nnido e outras tend$ncias populacionais.
Alumas pessoas com A0* foram relatados para mostrar uma melhora no núcleo e sintomas periféricos na sequ$ncia da adopção de dietas de e#clusão específicos e = ou o uso vari!vel de suplementos nutricionais) como vitaminas %Adams et al.) ;<99() minerais e !cidos ra#os. Nma dieta destituída de lúten %a principal proteína do trio) cevada e centeio( e = ou caseína %derivado do produto de mamífero di!rio( tem sido uma das intervenções mais populares sueridas para mostrar alum efeito. Este documento tem como ob,etivos2 %9( resumir a principal pesquisa e#perimental reali/ada no uso de um %'+*'( dieta de lúten e = ou livre de caseína para A0*) %;( resumir os principais efeitos reveladas na sequ$ncia da e#clusão dietética) %H( destacar as v!rias questões de seurança associadas com o uso dietético) e %L( discutir as teorias mais atuais potencialmente e#plicativos de um efeito dietético. Embora este,a além do escopo deste documento para e#aminar toda a pesquisa reali/ada sobre o uso de dietas '+*' para A0*) estudos específicos serão destacados com base em sua importBncia para a linha do tempo de pesquisa) metodoloia empreada e contribuição lobal para o conhecimento.
3amos para2
Estudos de dieta2 qual é a evid$ncia para o efeitoO
"oções sobre o potencial de uma dieta livre de lúten %&'6() livre de caseína dieta %*'6() ou combinado sem lúten e sem caseína dieta %'+*'( para afetar os sintomas da A0* persistiram por muitos anos. &rande parte do ímpeto e fundamentação científica para a utili/ação de tais intervenções dietéticas oriinalmente resultou de2 %9( os modelos que apro#imam uma relação entre alimentação e A0* com a de dieta relacionados in-nascido condições metabólicas) tais como fenilcetonúria %1CN( e %;( na dieta investiações suestivos de melhoria dos sintomas evidentes em condições tais como a esqui/ofrenia %previamente liado ao autismo( e outros distúrbios psiqui!tricos %6ohan et al.) 9:P:(.
A primeira descrição formal do que nunca sintomas autistas contém refer$ncia a sintomas astrointestinais e problemas alimentares este,am presentes em aluns casos %Canner) 9:LH(. 4déias iniciais especulando sobre uma possível liação entre dieta e A0* foram reforçados por aluns dos escritos de Dans Asperer) que forneceu as descrições iniciais de A0) e uma suestão de uma relação entre A0 e *6 %Asperer) 9:P9(. "ão obstante tais associações potenciais) pesquisas iniciais a
tentativa de validar qualquer liação universal entre A0* e *6 foram em sua maior parte vencida %1avone et al.) 9::?() embora admitindo a possibilidade de uma liação entre a proporção de casos de A0* e co-morbidade de *6 %+arcia et al) ;<<F. &enuis e +ouchard) ;<9<(. Nso contemporBneo de uma dieta isenta de lúten e = ou caseína para A0* é aora considerado enerali/ada apesar de não haver diretri/es publicadas formais ainda aceitar a intervenção dietética como estratéia de intervenção vi!vel para a doença.
8eta-an!lises dos resultados específicos dos v!rios ensaios de tal intervenção dietética para A0* publicados na literatura científica revisada por pares foram resumidos por v!rios autores %Cnivsber et al ;<<9. 8ullo et al) ;<9<) ;<99(. 4ncluindo o *ochrane +iblioteca de evisões 0istem!ticas %8illJard et al.) ;<<F(. As principais conclusões dessas meta-an!lises suerem cautela na adoção universal da '+*' intervenção dietética para A0* sublinhando a necessidade de uma investiação mais controlados para averiuar qualquer efeito sinificativo. Nm e#ame aprofundado das provas individuais incluídas nestes te#tos est! além do escopo deste documento. 3!rios estudos pertinentes e adicionais publicados após a revisão *ochrane %pós-;<<F() no entanto) necessitam de descrição adicional.
"o início de 9::< Cnivsber) eichelt e coleas com base em v!rios locais na "oruea publicados inicial e acompanhamento de dados comportamentais e psicométricas para um pequeno rupo de pessoas %n Q 9G( com A0* em uma dieta '+*' %Cnivsber et al.) 9::<) 9::G(. 1ara muitos) esses estudos foram a primeira evid$ncia prim!ria para a efic!cia potencial de uma dieta '+*' em A0* acrescentando validade científica para a matri/ de observações casuais descritos anteriormente) e reforçada pelo lono período de e#clusão dietética entre publicações. A desvantaem para estes estudos iniciais la predominantemente com a metodoloia aberto) não-randomi/ado utili/ados em con,unto com a falta de mascaramento adequado introdu/indo assim viés potencial na interpretação dos resultados obtidos.
A equipe norueuesa foram posteriormente envolvido em estudos e#perimentais de intervenção dietética para '+*' A0*. 6ois destes estudos %Cnivsber et al) ;<<;.. @hitele et al) ;<9<a( foram ensaios clínicos randomi/ados %E*( com duração de 9 e ; anos) respectivamente. Ambos os estudos indicaram efeitos positivos de rupos
sinificativos sobre v!rias medidas de comportamento e desenvolvimento indicativo de potenciais melhorias nos sintomas para alumas crianças com A0* na dieta.
Nm desses ensaios clínicos randomi/ados %*linical5rials.ov "*5<<P9L9:F( publicados em ;<9< %@hitele et al.) ;<9<a( não foi incluído na mais recente revisão *ochrane Kibrar %8illJard et al.) ;<<F( dada a sua data de publicação. Este estudo conhecido como R0can+ritR utili/ado um desenho de estudo de adaptação sensível a an!lise intermédia de resultados %um pro,eto Rdrop-a-loserR( para analisar qualquer efeito na dieta %n Q ?;(. 7s principais resultados indicaram mudanças estatisticamente sinificativas para ambos núcleo e comportamentos periféricas no rupo de dieta nos primeiros 9; meses de estudo) seuido por indicações de um efeito platI da dieta após 9; meses um estudo mais aprofundado. 7s resultados também indicam um elevado rau de variabilidade na resposta individual intervenção.
7utra investiação duplo-ceo recente do potencial efeito da dieta %Sohnson et al.) ;<99( %n Q ;;( não relataram nenhuma diferença lobal entre os rupos de dieta e não dietéticos seuinte H meses de estudo. 4sto apesar de encontrar aluns anhos em !reas anteriormente descritas por @hitele et al. %9:::) ;<9<a( e outros relacionados com a intervenção dietética. 7bservações clínicas anedóticas mas numerosos que antecederam os estudos formais de eichelt e Cnivsber %Cnivsber et al.) 9::<) 9::G( indicaram que a '+*' intervenção dietética precisava ser implementado por pelo menos P meses antes que se pudesse ra/oavelmente avaliar a resposta ou não e por que o 0can+rit ,ulamento subsequente %@hitele et al.) ;<9<a( usaram um período de implementação consideravelmente mais lono.
E*s duplo-ceos de um '+*' ou *'6 indivíduo ou intervenção &'6 para A0* Atualmente poucos em número principalmente como resultado do custo envolvido
para reali/ar esse estudo e questões sobre como arantir uma metodoloia duplo-ceo é implementado e respeitado. Nm rupo %Elder et al.) ;<<P( relatou os resultados de um estudo duplo-ceo outro rupo relatou resultados duplos-ceos seuintes desafio dietético %Kucarelli et al.) 9::G(. Nma outra tentativa é citada como em curso %6ieta e comportamento em crianças com autismo) ;<9;() mas) no momento da escrita não foi publicado na literatura peer-revieJed. 7s resultados de Elder et al. %;<<P( sueriu nenhum efeito de rupo sinificativas como resultado da intervenção dietética
no luar. Enquanto metodoloicamente sólido) este ,ulamento foi criticado no entanto sobre o pequeno rupo de participantes %n Q 9G( utili/adas) as medidas de ader$ncia dieta e do período de estudo de curta duração %P semanas na dieta e P semanas de nenhuma dieta(. 7 ,ulamento por Kucarelli et al. %9::G( continha um elemento duplo-ceo durante desafio dietético e é um dos dois ensaios em que as investiações se um &'6 ou so/inho um *'6 pode ter qualquer efeito para as pessoas com A0* foram reali/adas. Kucarelli et ai. e#aminaram os efeitos de um *'6 %n Q HP(. Eles relataram uma melhora nos escores de comportamento rupo de comportamentos autistas após F semanas de intervenção. Eles também relataram uma piora dos sintomas autistas quando uma caseína-desafio foi introdu/ido. @hitele et ai. %9:::( medido resposta a uma &'6 so/inho ao lono de um período de G meses no decurso de um ensaio aberto %n Q ;;(. 7s resultados foram um pouco menos clara neste estudo) apesar de alumas indicações de melhorias sinificativas para os sintomas autistas em participantes específicos. 8ais uma ve/) a variabilidade em resposta intervenção foi reportado entre o rupo participante.
*om base estes e outros estudos menores) a base de investiação e#perimental e#amina a utili/ação de uma dieta '+*' para A0* pode mais ser descrito como misto ainda amplamente suestiva de sintomas autistas diminuiu e melhorou os resultados do desenvolvimento para aluns indivíduos. Estas conclusões são complementadas por outras pesquisas com base em levantamento mais %1ennesi e Clein) ;<9;(. A principal ressalva é que questões metodolóicas associadas a v!rias formas de preconceito ainda persistem para potencialmente confundir os resultados e#perimentais. 5ais vieses incluem2 a falta de condições de placebo em ensaios) um pequeno número de participantes) duração curta ,ulamento) problemas associados s medidas de resultados utili/adas e problemas com o monitoramento da ader$ncia dieta.
Nma questão importante adicional ele ainda não cobertos por muitos dos estudos de dieta concluídos até aora refere-se medição da clínica vs. sinificBncia estatística que est! analisando o desempenho do dia-a-dia das pessoas em dieta e determinar o que %se houver( mudanças positivas que estão presentes aumentar a qualidade de vida e vida di!ria lobal e em funcionamento para os indivíduos) em ve/ de apenas fornecer evid$ncia estatística de efeito.
3amos para2
Tue tipo de efeitos são observadosO
"o momento da escrita) não h! um consenso universal sobre o tipo de efeitos observados e#perimentalmente seuinte resultado bem-sucedido de uma dieta '+*' para A0*. 5omando os v!rios estudos de dieta em conta) relataram efeitos positivos podem ser amplamente classificados em v!rias !reas de autismo incluem núcleo e sintomas periféricos2
%... Cnivsber et ai) 9::<) 9::G) ;<<; Kucarelli et ai) 9::G @hitele et ai) 9:::) ;<9<a Sohnson et ai) ;<99.( - *omunicação e utili/ação da linuaem.
- Atenção e concentração %.. Cnivsber et ai) 9::<) 9::G) ;<<; Kucarelli et ai) 9::G @hitele et ai) 9:::) ;<9<a.(.
%. Cnivsber et al) 9::<) 9::G) ;<<; @hitele et al) 9:::) ;<9<a.( - 4nteração e interação social.
- *omportamento = percepção alterada da dor autolesivos %Cnivsber et ai) 9::<) 9::G.. Kucarelli et ai) 9::G @hitele et al.) 9:::(.
- 1adrões repetitivos ou de comportamento estereotipado %Cnivsber et ai) 9::<) 9::G Cnivsber et al.) ;<<;.(.
- 8otor de coordenação %Cnivsber et al) 9::<) 9::G.. @hitele et al) 9:::(. %. @hitele et al) ;<9<a Sohnson et al) ;<99(. - Diperatividade.
5ambém houve suestões de potencial de redução vari!vel de condições co-mórbidas) tais como epilepsia e do tipo de apreensão %Cnivsber et al.) 9::<) 9::G( após uso dietético para A0* e atividade de apreensão coincid$ncia seuintes reinstalação de uma cara de lúten %@hitele et al.) 9:::(. Estudos de casos semelhantes que descrevem uma redução da actividade convulsiva) também t$m sido relatados em *6 após o uso de uma &'6 %1ratesi et al.) ;<<H(. 8udanças a medicação anti-epiléptico ou outro) como resultado da introdução de tal intervenção dietética para A0* não t$m sido defendidas sem consulta com o médico médico supervisor. 0e tal intervenção dietética representa uma modalidade alternativa de tratamento para alumas formas de epilepsia independente da A0* co-morbidade também não foi investiada. 7 uso de uma dieta ceto$nica em relação a tipos específicos de epilepsia resistente ao tratamento %Kee e Cossoff) ;<99( e também o autismo %Evaneliou et al.) ;<<H( podem
potencialmente oferecer aluma pista para efeito outorado a sobreposição prov!vel entre reimes dietéticos.
6entro do espectro de casos de A0*) relatos de respondedores e não-respondedores a intervenção dietética persistem) embora não h! critérios universais para e#plicar as diferenças de resposta ainda não foi formulado. 6ada a nature/a espectral hetero$neo de A0*) é altamente improv!vel que todos irão beneficiar de uma mudança na dieta tal.
A idade cronolóica é pensado para ser um factor na resposta. "a verdade) os estudos e#perimentais reali/ados até aora t$m predominantemente olhou para resposta da dieta em crianças e adultos ,ovens com A0*. Efeitos são pensados para ser semelhante ao ethos atr!s de outras intervenções mais educacionalmente e baseados em comportamentalmente) onde as crianças mais ,ovens são relatadas para mostrar efeitos mais pronunciados da dieta. 0e isto é devido plasticidade e factores de maturação na função cerebral) por e#emplo) ou mera coincid$ncia em função da instabilidade conhecida dianóstico em idades mais ,ovens %*harman et al.) ;<<G( é desconhecido no momento atual.
elatos de melhorias para aluns dos sintomas da A0* após a introdução de uma dieta '+*' onde os problemas funcionais intestinais %diarréia) constipação) fe/es alternadas( suriram. D! aluma evid$ncia para corroborar uma liação potencial entre a inestão de componentes específicos da dieta como os produtos l!cteos ea presença de problemas astrointestinais funcionais em A0* %Af/al et al.) ;<<H(. 4nvestiações adicionais são necess!rios no entanto) e de fato em curso) para saber se este constitui critério universal para a resposta positiva dieta %*linical5rials.ov "*5<999PHFF( %um estudo para avaliar o papel de um livre '+*'( dieta sem lúten l!cteos %na dieta estão de distúrbios astrointestinais associados autismo) ;<9;(.
3amos para2
iscos e problemas de seurança
7 uso de uma dieta '+*' para A0* carrea uma série de riscos potenciais. *orrente) melhor evid$ncia suere que enquanto os efeitos da intervenção dietética pode em
rande parte ser evidentes durante o primeiro ano de intervenção %@hitele et ai.) ;<9<a() não parece ser um requisito contínuo para a dieta a ser posto em pr!tica por muito mais tempo assumindo inicial efeitos positivos são testemunhado %Cnivsber et al.) 9::G(.
Enquanto potenciais defici$ncias nutricionais em EA*s são uma das principais causas de preocupação %Arnold et al.) ;<<H( -por e#emplo) a inestão de c!lcio após a e#clusão dos produtos l!cteos-as investiações limitadas concluídos até aora suerem que) com o apoio adequado) a inestão dietética não precisa ser adversamente afectada pela introdução de tal dieta %*ornish) ;<<; Adams et al.) ;<<F(. A ama crescente e disponibilidade de alimentos '+*' pode a,udar a aliviar os problemas de alimentação descritas no A0* com base na ama de produtos limitada e outras prefer$ncias pessoais %sabor) te#tura) etc.(. 7utras investiações são no entanto) necess!rio) com base em valor nutricional e ordura) proteína e teor de açúcar desses alimentos alternativos %8ariani et al.) 9::F( especificamente onde as medidas antropométricas de dieters ,! pode ser irreular.
4nformações antropométricas seuinte '+*' uso dietético no A0* é escassa. 1ermitindo que as diferenças eor!ficas e étnicas) os relatórios dos estudos de caso suerem uma tend$ncia normali/ação dos parBmetros de crescimento seuintes intervenção dietética %Dsu et al.) ;<<:() embora nenhum estudo em rande escala ainda não foram reali/ados.
1atoloia após o uso de uma dieta '+*' foi suerido especificamente relacionados com a saúde dos ossos e da utili/ação de uma dieta *' na A0* %Dedier et al.) ;<<F(. D! um debate contínuo sobre se isso é devido a car$ncias específicas em função da e#clusão dietética) uma consequ$ncia de padrões alimentares anormais em A0* eralmente ou parte de um problema fisiolóico mais ampla com a absorção de nutrientes associados com a condição %*lar> et al. ) 9::H 0teJart e Katif) ;<<F. Derndon et al) ;<<:() particularmente onde as questões do intestino ou de m! absorção pode ,! estar presente. 1roblemas de acompanhamento com níveis de vitaminas funcionais importantes liadas a homeostase do c!lcio) tais como a vitamina 6 também foram identificados %"eumeer et ai.) ;<9;(.
Embora não especificamente um problema de seurança da dieta '+*') o uso de v!rios suplementos nutricionais) como parte do reime alimentar ao lado de e#clusão dietética também requer um coment!rio. As crianças que seuem uma dieta '+*' são) talve/) mais prov!vel que se,a também complementar a seuir outra e na medicina %*A8( apro#ima-se) ao mesmo tempo que a sua dieta) particularmente quando &4 comorbidade também é aparente %1errin et ai.) ;<9;(. 5endo em mente o equilíbrio necess!rio entre frequentemente intrincado vitaminas e minerais específicos %por e#emplo) a suplementação de c!lcio que afetam a absorção de ferro. *oo> et al) 9::9() os profissionais foram aconselhados a estar atento a tais intervenções farmacolóicas.
'inalmente) como acontece com qualquer intervenção potencial para A0*) rande pensamento é necess!ria para a RnecessidadeR de uma tal intervenção ea relação custo = benefício prov!vel que os usu!rios individuais dada a actual falta de dados formais best-respondedor. Ao contr!rio de condições mais tradicionais em que tais intervenções dietéticas são empreados) pessoas com A0* pode não ser capa/ de entender facilmente por que uma dieta est! sendo usado ou comunicar qualquer prefer$ncia sobre a sua aplicação ou não. "a verdade) alimentos e padrões de alimentação estabelecidas pode ser uma rande fonte de conforto) estabilidade) rotina e lidar com aluns uso de uma dieta '+*') provavelmente) pode perturbar alumas pessoas com A0* especialmente durante os primeiros dias da intervenção. Em tais casos) é necess!rio um rande cuidado de envolver todas as pessoas potencialmente afetadas por essas mudanças na dieta %pessoa) família) escola) serviços de apoio) etc.( para asseurar um acompanhamento adequado no que respeita efic!cia e seurança 5ambém potencialmente incluindo observações sobre o cumprimento da dieta.
3amos para2
8odos potenciais de ação
"o momento atual) nenhuma teoria universal foi aceita para e#plicar o efeito %ou não-efeito( da '+*' intervenção dietética sobre o comportamento e desenvolvimento no A0*. 6ada a heteroeneidade observada na apresentação de sintomas evidentes na A0*) é prov!vel que mais de um modelo de efeito dietético pode pertencer em casos diferentes. @hitele et ai. %;<9<b( resumiu as principais hipóteses comumente
atribuídas ao sucesso da dieta = não-sucesso. *onforme anteriormente) A0* não são pensados para ser protetor de condições co-mórbidas que podem ter um lin> dietético onde) por e#emplo) níveis bai#os de co-mórbidas 1CN e A0* foram relatados %+aieli et al.) ;<<H(.
"a verdade) uma analoia cedo com 1CN tinha sido apresentada %0eim e eichelt) 9::G( em relação a dietas '+*' enfocando os efeitos cumulativos de proteínas e peptídeos areados que atravessam a barreira hemato-encef!lica para e#ercer uma ação neuronal) salientando um coletivo) crInica em ve/ de efectuar uma acção auda.
A possibilidade de uma condição metabólica sub,acente a ser liado a resposta dietético foi alarada %0hattoc> e @hitele) ;<<;( a partir de condições tais como a esqui/ofrenia %6ohan et al.) 9:P:(. A teoria suere que a porosidade anormal da parede intestinal %a hiperpermeabilidade intestinal ou do intestino perme!vel( e) potencialmente) de outras membranas em todo o corpo) combina-se com a hidrólise de proteínas da dieta inadequada para produ/ir os efeitos para a frente para o sistema nervoso central %0"*(.
Alum suporte para o modelo tenha sido publicado indicações especificamente preliminares de peptiduria %eichelt et al.) ;<9;( que aparecem em casos de autismo coincidindo com a produção de anticorpos para péptidos %3o,dani et al.) ;<<L( e os efeitos da administração de peptídeos alimentares derivadas específicas sobre o comportamento %0un e *ade) 9:::( e funcionamento neuronal %0un et al.) 9:::( em modelos animais. Nm papel para a eliminação incompleta de péptidos derivados de bovinos impacto sobre o desenvolvimento psicomotor e autismo também tem sido relatada %Cost et al.) ;<<:(.
1aralelamente) a hiperpermeabilidade intestinal tem sido relatada em cerca de um quarto a um terço das crianças com uma A0* e#aminados %6UEufemia et al) 9::P. +ou>thir et al) ;<9<.. 6e 8aistris et al) ;<9<() embora não universalmente assim em todas as investiações %obertson et al.) ;<<F() complementados por resultados em outras mais condições) relacionadas ao trato &4 %*ummins et al.) 9::9(. 4mportante também) h! indicações de uma redução de &4 permeabilidade nos casos em que uma
dieta '+*' foi implementada em casos de autismo %de 8aistris et ai.) ;<9<( semelhante aos processos descritos no *6 %*ummins et ai.) 9::9(. Este ponto em particular) poder! também contribuir para os achados de obertson et al. %;<<F( do n.V permeabilidade anormal em sua coorte) que incluiu participantes crucialmente ,! seuir uma dieta especial) no momento da amostraem. Nm papel para a inflamação e sinali/ação inflamatória e processos semelhantes aos descritos nos casos de esqui/ofrenia %0eparação et al.) ;<9;a( requer uma investiação mais aprofundada assim como os possíveis problemas que reem a interidade da barreira intestinal) por meio de sulfonação %+oJlin et ai.) ;<9;() moduladores tiht-,unção %'asano) de ;<9;( e qualquer papel contribuindo para aentes pato$nicos %0everance et al.) ;<9;b(.
7 modelo de intestino-cérebro na sua totalidade) no entanto ainda não foi completamente validado) especificamente no que di/ respeito disputa continua sobre a detecção de péptidos alimentares derivados de fluidos biolóicos como em evid$ncia de metabolismo anormal de proteínas %*ass et al.) ;<<F(. D! evid$ncias preliminares suestivos de compostos potencialmente relevantes presentes na urina correlacionando-se com melhores características de resposta sueridas %@an et al.) ;<<:() embora novas investiações são necess!rias. As implicações de tais achados para a seleção e recomendações do potencial efic!cia da dieta são) portanto) a fonte de debate contínuo.
'oco também mudou a problemas mais fundamentais com o metabolismo de carboidratos como potencialmente estar implicado em um efeito dietético. @illiams et ai. %;<99( relataram diminuição da e#pressão de m"A para disacharidases e transportadores de he#oses presentes em casos de A0*. 4sto vem na sequ$ncia da anterior insinuando pesquisa em atividade dissacharidase redu/ida %Cusha> et al.) ;<99( potencialmente indicativa da intolerBncia lactose sub,acente a estar presente. *ombinado com uma suestão de alum envolvimento para a composição de espécies bacterianas &4 em casos de A0* %1arracho et al) ;<<G. *laton) ;<9;( e os possíveis efeitos de translocação bacteriana) esta continua a ser uma !rea na necessidade de uma investiação mais aprofundada.
3!rias contas individuais de *6 e A0* foram documentados %+arcia et al) ;<<F. &enuis e +ouchard) ;<9<(. &enuis e +ouchard %;<9<( detalhou a r!pida resolução dos
sintomas astrointestinais e redução correspondente de sintomas autistas após a implementação de um &'6. elatos de casos semelhantes t$m sido destaque em relação esqui/ofrenia e sobreposição *6) ,untamente com as mudanças documentadas de imaem cerebral %6e 0antis et al.) 9::?(. 6a mesma forma indicações de alerias específicas aos alimentos) tais como lúten e caseína em alumas pessoas com A0* também foram destaque %Kucarelli et al) 9::G. Sonouchi et al.) ;<<;(.
3amos para2 *onclusões 3amos para2 *onclusões
Estudos e#perimentais sobre o uso de uma dieta &'6) *'6) ou combinatória '+*' para A0* sueriram uma melhoria dos sintomas e melhorou os resultados do desenvolvimento para) pelo menos) uma proporção de pessoas no espectro autista. 6ito isto) diversas questões metodolóicas potencialmente resultados polari/ação permanecer o que) combinado com a falta de informação enerali/!vel em modo de dados de ação e best-respondedor) limitaram o impacto de tais descobertas ao lono dos anos.
Estudos lonitudinais controlados mais recentes que e#aminam rupo efic!cia da dieta ao lado um reconhecimento crescente de casos individuais de co-morbidade e evid$ncia de mecanismos biolóicos mais consolidadas potencialmente no trabalho relacionadas com a alimentação) oferecer uma base de evid$ncias favor!veis para) pelo menos) um efeito parcial da dieta em aluns casos da A0*.
D! uma e#i$ncia continuada para um estudo mais aprofundado sobre o papel potencial de intervenção dietética para A0*. 'uturos ensaios clínicos controlados incluindo ceos e placebo são necess!rios elementos de transporte da corrente adequada de estudo pelo tamanho da amostra e duração. *om base na heteroeneidade sinificativa presente na A0* e da probabilidade de v!rios RautismosR manifestando apresentação semelhante) ainda pensamento também deve ser dada ao conceito de best- e não-respondedores a este tipo de intervenção. Assim) por
e#emplo) %9( de triaem para &4 e = ou potencialmente comorbidade patoénico relevante) %;( medição da hiperpermeabilidade intestinal) %H( an!lise de intestino populações microbianas e actividades en/im!ticas relacionadas com a alimentação) e %L( determinar a presença de processos inflamatórios) quer perifericamente no tecido &4 ou mais central) tudo pode ser incluído como parBmetros para futuras investiações alimentares. 6a mesma forma) a mensuração de qualquer relação entre o comportamento e função &4 ao lono de intervenção dietética pode oferecer aluma informação sobre qualquer cone#ão entre esses fatores.
6ada a evid$ncia suerindo alterações neurolóicas após a implementação da intervenção dietética em condições relacionadas) pesquisas futuras também possam beneficiar de olhar para o cérebro mudanças estruturais e bioquímicos em casos de A0* adotando intervenção dietética. "a verdade) a relação ut-cérebro)
aparentemente tão importante para e#plicar o papel da intervenção dietética em casos best-respondedor) é uma !rea muito mal pesquisado com A0* em mente.
1or último) mas talve/ tão importante) é a necessidade de concentrar-se na medição de alterações clínicas para sintomas ao lado de alterações estatísticas com instrumentos de avaliação psicométrica ou outros tendo em vista a restrição do reime dietético. Este ponto em particular) reflete o fato de que nem todo mundo que pode potencialmente beneficiar de intervenção dietética ser! necessariamente capa/ de implementar um reime tão restritiva) ou) na verdade) querem.
A $nfase crescente em v!rios fenótipos para A0* fornece um modelo para mudanças conceituais na forma como A0* são vistos onde um Rrelacionados com a dieta autismo fenótipo Upode ser um alvo para futuras pesquisas e) na verdade um marcador para a efic!cia da intervenção dietética. 8ais discussões sobre se tal intervenção dietética deve fa/er parte de orientações sobre melhores pr!ticas para a frente e A0* representante de uma dieta autismo sensível enteropatia se ,ustifica.
3amos para2
Cevin *arr) 8alcolm Dooper) e 1aul @hitele são diretores da E01A esearch) uma orani/ação filial no eino Nnido) que reali/a pesquisas sobre o A0* incluindo investiações sobre o uso de uma dieta livre de lúten e caseína como uma intervenção para o autismo e condições relacionadas. Knda 5odd é um funcion!rio da E01A esearch. 1aul 0hattoc> é presidente do E01A %Educação e 0erviços para 1essoas com autismo( e tem um filho com autismo. 8alcolm Dooper é também um administrador da E01A. Cevin *arr) 1aul 0hattoc>) e 1aul @hitele são diretores e acionistas da Analutos Ktd. no eino Nnido que fornece espectrometria de massa e outros serviços analíticos para v!rios setores das indústrias de saúde) químicos e farmac$uticos. Carl KudJi eichelt é um consultor não remunerado para Kaboratório +iomédica na "oruea fornecendo espectrometria de massa e outros serviços analíticos para v!rias indústrias de saúde. Ann-8ari Cnivsber e Anders 0eim declarar que a pesquisa foi condu/ida na aus$ncia de quaisquer relações comerciais ou financeiras que possam ser interpretadas como um potencial conflito de interesses.
3amos para2 Aradecimentos
7s autores ostariam de aradecer a contribuição de Nrsula 1hilpot) presidente da Associação 6ietética +ritBnica &rupo 0aúde 8ental para rever pro,ectos de versões
deste manuscrito.
3amos para2 &loss!rio Abreviações
Attention-deficit 56AD e hiperatividade A0 síndrome de Asperer
*ondição do espectro do autismo A0* A06 desordem do espectro autista
*' livre de caseína
*"0 sistema nervoso central '+*' livre de lúten) caseína-livre &'6 dieta sem lúten
&4 astrointestinal 1CN fenilcetonúria
*5 ensaio clínico randomi/ado. 3amos para2
'inanciamento
Esta avaliação foi totalmente financiado por E01A esearch usando parte de uma doação da 'undação obert Kuff %número caridade2 ;?H.F9<(. A 'undação não desempenhou nenhum papel no conteúdo) formulação ou conclusões obtidas do manuscrito