Capal presente na FICAFÉ

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Texto

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COLETA DE RESÍDUOS VETERINÁRIOS

O trigo no campo

O panorama sobre a safra de trigo, segundo o departamento de assistência técnica da Capal:

• A safra de trigo 14/14 na região onde a Cooperativa atua inicialmente mostrou dificuldades de semeadura durante o período de 15 de abril até a 15 de maio devido a falta de chuvas, após esse período foi possível a implantação da cultura.

• O desenvolvimento vegetativo, florescimento e frutificação ocorreram dentro da normalidade.

• Apesar das chuvas em períodos críticos e do ataque de algumas doenças, o saldo foi positivo para a cultura. • Alguns fatores proporcionaram a boa produtividade

alcançada pelos produtores: tecnologia de semeadura com redução do número de plantas/ha, fertilização conforme recomendações técnicas, controle fitossanitário com acompanhamento técnico dessas aplicações mediante a real necessidade.

Pouquíssimo trigo ainda se vê nas

lavouras. Aproximadamente 95% da

safra já foi colhida e muitas áreas

estão novamente em fase de plantio.

Avaliando os números, percebemos

que

a

produção

foi

bastante

satisfatória, alcançando números

maiores do que o estimado.

Produção de trigo total

(tonelada – bruto . até 30/10)

Previsto - 131.045,00

Realizado - 176.701,83

Hoje, 45% do trigo recebido na

Capal já foi comercializado.

A Capal esteve presente esta semana na 9° Edição da

Ficafé, em Jacarezinho-PR.

A feira teve como tema principal “Café Cereja Descascado e Sustentabilidade Econômica e Ambiental”.

Além do estande institucional a Cooperativa organizou caravanas com produtores associados da região.

O evento contou com a presença do Secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, que no discurso de abertura salientou a importância da inovação no campo: “É inadmissível que o produtor faça agricultura de qualquer jeito. Temos que continuar a cuidar do solo, continuar a pensar em sustentabilidade, mas hoje a inovação é o ponto principal. Quem não inovar, não buscar novas tecnologias vai encontrar barreiras no mercado”.

Associados de Taquarituba

na FICAFÉ

Exclusivamente para a Capal o Secretário falou sobre o papel do cooperativismo nesta busca pela inovação. “O Paraná tem o melhor cooperativismo do país. Sou testemunha dessa organização, que prepara o agricultor e oferece acesso à inovação, a novas ferramentas e tecnologias e também ao crédito. Também acredito que o produtor precisa estar disposto a mudar e focar no essencial, sem ir atrás de modismos”, afirma.

Claudinei Vieira, Gerente de Unidades da Capal, Norberto Ortigara e o associado Ari Bagatin

TRR Inicia as atividades

O TRR da Capal iniciou as atividades esta semana, com a comercialização de Diesel S500. Nesta fase inicial atenderemos somente a região de

Arapoti. Assim que estruturarmos a operação ampliaremos o atendimento para as demais regiões.

Confira o horário de atendimento:

Segunda a quinta: 7h30 – 11h30 | 13h30 – 18h30 Sexta: 7h30 – 11h30 | 13h30 – 17h30

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Floravac premium - 40g

Floravac 1Kg

Flunamine

50ml

Catosal 100ml

Garanta a qualidade da ração na sua propriedade

Nas lojas Capal, novas opções de silos para armazenagem de ração.

Os silos garantem a qualidade do produto por muito mais tempo, além de gerarem economia e praticidade na questão logística.

Os silos são de diferentes modelos com capacidades compatíveis às necessidades de cada produtor. Procure uma das lojas Capal e informe-se.

Consulte as condições especiais de pagamento!

CLASSIFICADOS

VENDA

Esterco de gado (composto) Fermentação: 14 meses Quantidade: 500 metros³ Contato: (043) 9813-2223 Sítio São Paulo- Pinhalão José Ezequiel Faria

VENDA

TRATOR VOLVO MODELO BM 470 MOTOR BOLINDER DIESEL ANO 1956

TRATAR COM MILTO CIMATTI 14 99654-1938

VENDO

Plantadeira: Semeato, com 5 linhas, plantio direto, ano 1992

Valor: 8.000,00 (faz até em 2 parcelas, sendo metade a vista e a outra metade para 30/04/17)

Informações: José Davi de Toledo (043) 9615-2188 VENDA

Feno aveia e tifton.

Tratar com Leendert J. Kok 43 3557 4490 ou 9979 0540

COMPRO

Vagão forrageiro com misturador. Tratar – Joaquim Rosas Dias 43 9109 6848

Atenção para os próximos Feriados

Feriado Nacional- Finados

02/11-Quarta-Feira

Neste dia não haverá expediente Administrativo, Posto e Loja.

__________________________________

ENTREGA DE RAÇÃO

As entregas do dia 02 de novembro (quarta-feira) serão feitas normalmente, para aqueles que programarem seus pedidos.

As entregas do dia 03 de novembro (quinta- feira) deverão ser programadas até as 16h do dia 01/11 (terça-feira)

A associada Maria Ugucioni enviou fotos da florada do café em sua propriedade em Carlópolis. Na primeira foto o registro dos filhos Rodrigo e Luiz Rogério, em frente ao cafezal.

EM NOVEMBRO TEM CAMPANHA

DE VACINAÇÃO CONTRA A

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Informações do mercado

agropecuário

INDICADORES

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP

PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 35,50 Vendedor: R$ s/indicação W.Braz-Pr Comprador: R$ 35,00 Vendedor: R$ 40,00 SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa

R$ 76,50

Entrega abril/2017 e pagamento maio/2017 - CIF Ponta Grossa/PR

R$ 74,50 TRIGO Superior R$ 630,00 FOB Intermediário R$ 560,00 (T-2) PADRÃO R$ 500,00 (T-2) R$ 480,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 36,00 Vendedor: R$ 40,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 36,50 Vendedor: R$ 41,50/42,00 SOJA

Disponível CIF Santos R$ 78,50

Entrega março/2017 pagame

nto abril/2017 – CIF Guarujá R$ 76,30

Entrega

abril/2017 pagamento maio/2017 – CIF Guarujá

R$ 77,00

TRIGO

Superior

R$ 620,00 FOB – SP (falling number mínimo de 250) Intermediário R$ 500,00 (T-2) PADRÃO R$ 490,00 (T-2) R$ 480,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega novembro/2016 e pagamento dezembro/2016 Comprador: R$ 32,60 Vendedor: sem indicação

CIF Guarujá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 32,00 Vendedor: sem indicação

CIF Paranaguá entrega setembro/2016 e pagamento outubro/2016 Comprador: R$ 31,00 Vendedor: sem indicação

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade 24/10/16 Min. Máx. 25/10/16 Min. Máx. 26/10/16 Min. Máx. 27/10/16 Min. Máx. 28/10/16 Min. Máx. Carioca Estilo

9,5 – 10 S/Cot 200,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Estilo

9,5 – 9 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Estilo

9 – 9 S/Cot 190,00 S/Cot 205,00 S/Cot 245,00 S/Cot 245,00 S/Cot S/Cot Carioca Estilo

8 – 8 S/Cot 175,00 S/Cot 190,00 S/Cot 235,00 S/Cot 235,00 S/Cot 235,00 Carioca Estilo

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Mercado brasileiro com semana apresentando pouca movimentação de preços. A demanda retraída durante a segunda quinzena de outubro impede a recuperação das cotações. Tipicamente a demanda tende a apresentar melhora no último bimestre do ano, período onde o consumo tende a ser beneficiado pelas festividades de final de ano e pela entrada do décimo terceiro na economia. Custo de produção segue ainda como principal preocupação do suinocultor e reajustes são importantes para a recuperação das margens.

Suínos

Milho

Os contratos na Bolsa de Chicago (CBOT) ampliaram ganhos pelo terceiro dia consecutivo, com a continuidade das compras técnicas que ditaram o sentido das cotações durante a semana. Como os preços ainda são considerados baixos e estão inferiores aos da última temporada para o mesmo período do ano, os fundos realizaram aquisições e elevaram o aspecto técnico da valorização. O aumento da demanda do setor de biocombustíveis pelo cereal também pesa a favor da decisão de compra dos derivativos do milho.

As exportações brasileiras de carne suína para a China somaram 5 mil toneladas em 2015, e excederam 63 mil toneladas entre janeiro e agosto deste ano. Esse aumento colaborou para reduzir a dependência dos exportadores brasileiros com o mercado russo, que comprou 33% do total de carne suína brasileira vendida para o exterior nos primeiros oito meses deste ano. A demanda externa pela carne suína do Brasil também deve aumentar em 2017, com a expectativa de abertura do mercado da Coreia do Sul para o produto de Santa Catarina. A Coreia do Sul tem potencial para importar cerca de 35 mil toneladas do produto brasileiro por ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Nos campos, há relatos de que a safra proporciona, de modo geral, uma boa qualidade de milho, o que também deve estimular o apelo de consumo do grão americano e compor um cenário de bons rendimentos para os detentores dos derivativos da commodity. Os contratos futuros negociados na BM&FBovespa se mantiveram em alta nas principais posições, sob a influência de mais um dia de conjuntura altista no mercado americano. O vencimento novembro/2016 apresentou ajuste positivo de 1,82%, cotado a R$39,78/saca. Do mesmo modo, o vencimento março/2016 teve valorização de 1,55%, cotado a R$39,67/saca. Os preços do mercado futuro do cereal ganharam folga com a ampliação de ganhos dos derivativos na Bolsa de Chicago. A recuperação do dólar também amenizou a pressão proveniente da perda de competitividade do cereal brasileiro no mercado internacional. Os contratos a serem liquidados em novembro têm suporte dos referenciais do mercado spot, ainda resistente a pressão da retração compradora. O mercado nacional permaneceu lento durante a semana, sob intensa retração compradora e resistência dos preços conferida pelos diminutos estoques do grão. Ajustado às condições hostis das negociações internas, os principais compradores seguem importando milho dos vizinhos sul-americanos. Com a recuperação das cotações do cereal nos EUA, a liberação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para importação do cereal americano se torna dia a dia mais inócua. Com a estagnação da comercialização interna, a semeadura da safra de verão ganha os holofotes. A neutralidade do fenômeno El Niño reduz a expectativa de perdas provocadas por distorções meteorológicas. O clima primaveril, tipicamente quente e com bom volume de precipitações, favorece o avanço dos trabalhos no campo.

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Os contratos futuros fecharam em alta na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira por compras técnicas, pela forte demanda de exportação e, desta vez, por repercussão da força no farelo de soja. Na abertura da sessão, os futuros da oleaginosa chegaram a operar com baixas, mas a força da demanda pelo grão e seus derivados voltou a ditar o viés dos preços ao provocar um rally de compras de papeis na etapa final do dia. Nesta quinta-feira, o USDA reportou duas vendas de soja, em um total de 525 mil toneladas com entrega ainda nesta nova temporada. Os preços do óleo de soja cederam nesta quinta depois de atingir a máxima em mais de dois anos.

Soja

Por outro lado, a firmeza demanda por farelo de soja nos EUA também passa a colaborar para suporte as altas nos valores do grão. De certa forma, o mercado da soja ainda não tem precificado o bom andamento do plantio no Brasil ou mesmo a possibilidade de nova elevação da previsão para produção nos EUA pelo USDA, fato que deverá abrir espaço para reviravoltas nos preços. No Brasil, a paridade da soja tem esboçado firmeza em meio ao avanço dos preços da oleaginosa em Chicago e retomada do dólar frente à moeda nacional. Por outro lado, o fluxo de negociações não tem evoluído muito, uma vez que ambas as pontas do mercado permanecem na defensiva. O volume de oferta de lotes à venda segue restrito visto que os produtores permanecem atentos no desenrolar do plantio e do andamento do clima nas regiões de produção do país. Ao mesmo tempo, o avanço da entressafra não resulta em condições de preços firmes, visto que tradings e exportadores seguem fora dos negócios e indústrias processadoras limitam ao máximo suas aquisições no mercado spot. A entrada e saída de agentes do mercado faz com que os valores diários oscilem de forma modesta e distinta entre as regiões, o que remete a cautela de ambas as pontas. Sendo assim, o volume de negócios permanece retraído em grande parte do Brasil, embora, no geral, o mercado apresente aparente firmeza.

Dólar

O dólar se depreciou pelo terceiro dia consecutivo, sob forte influência da decisão do Comitê de Política Monetária (COPOM), que reduziu a taxa de juros em 0,25 pontos percentuais. O panorama econômico da queda do dólar ainda foi constituído pela aproximação da data final, estipulada pela Lei de Repatriação de Recursos, para regularização de recursos lotados no exterior sem declaração à Receita Federal. A agenda econômica internacional foi protagonizada pela divulgação da manutenção da taxa de juros da União Europeia e pela divulgação do número de solicitações de seguro-desemprego nos EUA. Nesse quadro, o dólar registrou queda de 0,94%, cotado a R$3,1380 na venda. Após o Banco Central reduzir a taxa SELIC para 14%, diante da possibilidade de reduções ainda maiores até o final deste ano, pode ter havido um aporte de capital no país com o objetivo de garantir ativos brasileiros sob a incidência dos juros mais trouxeram maiores problemas as lavouras de maneira geral, apresentando apenas perdas pontuais, mas pouco significativas dentro do quadro de oferta nacional. Vale destacar que como os preços atuais estão abaixo do mínimo estipulado por lei, o governo já busca tomar as medidas necessárias para cumprir com o preço mínimo, e são esperados leilões de PEPRO no decorrer do próximo mês, visando o escoamento deste produto para outras regiões, e até mesmo para fora do país. Para o mês de novembro, o ingresso de trigo importado poderá ter sua fonte alterada, visto que provavelmente o trigo paraguaio deverá ter seu ritmo de importação reduzido, e por usa vez, o argentino ganhará espaço nas importações do cereal. Estes países apresentam preços atrativos frente o trigo nacional, principalmente com o dólar próximo dos R$ 3,10/3,15.

O trigo teve mais um pregão de poucas novidades e encerrou o dia com preços apresentando alterações apenas leves nas bolsas dos EUA. As exportações norte americanas, na semana encerrada dia no dia 20/10, vieram na expectativa máxima do mercado, o que colaborou para que a CBOT operasse com ganhos leves. Por outro lado, a previsão de chuvas benéficas para a Argentina e para as áreas produtoras de trigo de inverno dos EUA limitaram um pouco o potencial das altas. O mercado brasileiro se aproxima do final de mais uma semana com o cenário de baixa liquidez mantido, e de preços pressionados pela ampla oferta mundial, bem como a expectativa de safra cheia no Brasil, que até o momento, apesar de algumas chuvas recentes não

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Leite

Fonte: Milkpoint Mercado

Leite UHT sem variação no preço

médio da semana. Apesar disso,

diversos informantes relataram que

vendas foram fracas e que

tentativas

de

reajustes

que

ocorreram na semana anterior

acabaram não se concretizando.

Reidratação de leite em pó importado está proibida

O Diário Oficial da União desta sexta-feira (21) publicou a Instrução Normativa (IN) nº 40, que proíbe a reconstituição do leite em pó importado pelas indústrias localizadas na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) afetada pela seca. Segundo o texto, apenas o leite em pó nacional pode ser usado para produzir leite UHT e pasteurizado. O produto vinha sendo internalizado há meses, basicamente para abastecer o Nordeste, que a partir da publicação terá de utilizar somente matéria-prima nacional.

Preços recebidos pela indústria - 3ª Semana de outubro/16

A medida foi anunciada na última quarta-feira (19), pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, durante reunião coordenada por Contag e Fetag-RS, em Brasília. O governo também estuda a compra de leite em pó através da Conab.

Segundo o deputado Elton Weber, as medidas trazem alento aos agricultores que sofrem com quedas sucessivas do preço do leite no Estado. Na quarta-feira, Weber entregou um oficio do Sindilat ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, demonstrando os danos das importações de lácteos do Uruguai. “Com estas medidas a situação tende a melhorar, mas vamos continuar acompanhando, e ver o que será necessário à frente”, ponderou o deputado.

Leite em pó fechou abaixo dos

R$13/kg, com redução de preços

devido à competição com o leite

importado e baixo volume de

vendas.

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Referências

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